As campanhas de Barack Obama e de John McCain conversam sobre a possibilidade de organizar encontros ao longo da campanha. Seriam debates em frente ao povo e não feitos para a tevê em cidades escolhidas.
Obama e McCain ao vivo
12/May/2008 · 7:54 · 5 Comentários
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Open thread da semana que começa
12/May/2008 · 3:38 · 87 Comentários
Sorria. É segunda-feira.
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Uma moça às segundas
12/May/2008 · 0:01 · 6 Comentários
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Link de hoje
11/May/2008 · 22:00 · 4 Comentários
O Link vai ao ar todos os domingos, às 21h, na Rádio Eldorado
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A história de Rand
11/May/2008 · 9:49 · 165 Comentários
‘A morte era o mínimo que ela merecia’, diz Abdel-Qader. ‘Não me arrependo. Tive o apoio de meus amigos, que também são pais e, portanto, sabem o que é aceitável ou não para qualquer muçulmano que honre sua religião’, ele disse.
Sentado em frente à sua porta, cercado por gérberas e margaridas brancas que ele plantou no jardim da família, Abdel-Qader se justifica.
‘Não tenho mais uma filha e prefiro dizer que nunca tive uma. Essa menina me humilhou na frente da família e dos amigos. Ao conversar com um soldado estrangeiro, ela perdeu o que há de mais precioso para uma mulher. Talvez as pessoas do ocidente se choquem, mas nossas meninas não são como as filhas de lá que podem dormir com o homem que quiserem e às vezes engravidar sem ter casado. Nossas meninas devem respeitar sua religião, sua família e seus corpos.’
‘Agora, só tenho dois filhos. Aquela filha foi um erro em minha vida. Sei que Deus me abençoa pelo que fiz’, ele disse, sua voz soa honrada. ‘Meus filhos estão do meu lado e eles foram homens o suficiente para me ajudar a terminar a vida de alguém que nos trouxe vergonha.’
A filha de Abdel-Qader se chamava Rand. Tinha 17 anos. Foi espancada e morta por seu pai em Basra, no Iraque, por ter conversado com um soldado britânico. Para uma amiga, ela disse que estava apaixonada pelo rapaz. Era seu primeiro amor. Não trocou mais que palavras. Horrorizada, a mãe da Rand, pediu o divórcio. Foi espancada, teve o braço quebrado. Está escondida. Os irmãos mais velhos da moça ajudaram o pai. São muçulmanos xiitas.
Abdel-Qader ficou detido por duas horas na delegacia. Aí foi liberado. Os policiais o congratularam.
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Sérgio Rodrigues de volta
11/May/2008 · 0:05 · 7 Comentários
Agora, com casa no iG. Responde no bom e velho todoprosa.com.br, mas também pode ser acessado via sergiorodrigues.ig.com.br.
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George W. Bush por Oliver Stone
10/May/2008 · 7:02 · 55 Comentários
Oliver Stone filmará a história de George W. Bush. Cá vão os atores. Até que o sujeito que faz Bush não está de todo ruim.
Mas soa a telefilme.
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Open thread do maior
engarrafamento da história
10/May/2008 · 0:01 · 310 Comentários
…pois o sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão!
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A queda dos Clinton
9/May/2008 · 11:49 · 35 Comentários
O declínio de um clã tende a ser mais melancólico que o de uma pessoa, já que ao indivíduo costuma estar dada a possibilidade de ir descendo com um pouco mais de dignidade. Os clãs, especialmente os da política, têm excessivas obrigações, digamos, teatrais. Quanto maiores e mais poderosos são, mais ampla será a discussão interna acerca de como admitir, com classe, que sofreram a derrota emblemática, a que indica, nas palavras do NYT, uma troca da guarda. É a história dos Clinton nos últimos poucos meses e, especialmente, nesta semana.
Idelber Avelar conta a história do fim do clã dos Clinton.
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Open thread pelo Líbano em paz
9/May/2008 · 10:09 · 284 Comentários
(E por toda região, sonhar não custa nada.)
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Beirute sitiada
9/May/2008 · 9:34 · 37 Comentários
A batalha campal que assolou Beirute, ontem, cedeu. O Hizbolá, grupo paramilitar xiita anti-Israel financiado por Irã e Síria que faz as vezes de partido político, tomou a sede da televisão sunita, o escritório particular do líder da maioria no Parlamento Saad Hariri e já controla vários bairros da periferia. Espalharam retratos do presidente sírio Bashar al-Asaad por toda parte.
O Palácio do governo está vazio – mas, aparentemente, ainda há governo.
O país está a um centímetro dum estado de guerra civil entre sunitas e drusos de um lado, xiitas do outro.
O país não tem presidente desde novembro e o premiê Fouad Siniora patina. Hariri implorou ao líder do Hizbolá, Hassan Nasrallah, que levante o cerco a Beirute.
‘Se nosso objetivo fosse um golpe de Estado’, disse Nasrallah na televisão, ‘o governo todo teria acordado na cadeia sem ter visto de onde partiu o ataque.’ Se seu objetivo não é um golpe de Estado sob inspiração sírio-iraniana, é difícil descobrir qual é. Nasrallah afirma que o governo está a soldo da CIA e do FBI, de ‘poderes estrangeiros’. Não deixa de ser irônico.
Tomar Beirute é mais fácil do que manter o controle sobre Beirute. Parece difícil antecipar um resultado no qual a comunidade muçulmana xiita não termine isolada e distanciada do resto da variada população libanesa, composta por muçulmanos sunitas e drusos além de cristãos maronitas. O Hizbolá é mais fraco que o exército do país e do que o resto junto. É difícil acreditar que consiga tomar o poder. Por outro lado, do jeito que se mostra o patente apoio sírio, a Síria pode se ver obrigada a se afastar. Ainda é cedo para dizer, mas um cenário futuro no qual o Hizbolá termine mais fraco após esta demonstração fútil de capacidade de fogo não é absurdo.
O Bruno Mota conta bem, em seu blog, como esta crise floresceu.
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De como José Dirceu intermediou
a relação Brasil-EUA
9/May/2008 · 3:48 · 27 Comentários
No Valor Econômico, via Sérgio Leo:
O ex-ministro José Dirceu virou um interlocutor privilegiado do governo americano no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando os Estados Unidos buscaram um canal paralelo de diálogo com o círculo íntimo do presidente para driblar resistências que encontraram na diplomacia brasileira a uma aproximação maior dos dois países. ‘O Itamaraty via a relação com Washington como um jogo de soma zero, em que um lado só ganha se o outro perder’, disse ao Valor o ex-secretário-assistente de Estado dos EUA para a América Latina Roger Noriega, que ocupou o posto de 2003 a 2005. ‘Era importante ter um canal que passasse por cima disso e achávamos que Dirceu podia ser um interlocutor prático.’
O ex-ministro desempenhou o papel com grande desenvoltura. Em 2005, semanas depois de se reunir em Washington com a secretária Condoleezza Rice, ele viajou às pressas para Caracas para falar com o presidente venezuelano, Hugo Chávez. Dirceu voltou correndo para contar o que ouvira a Condoleezza, que encontrou novamente durante uma visita de dois dias que ela fez a Brasília na mesma época.
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A campanha de Obama começa
8/May/2008 · 15:35 · 39 Comentários
Segundo a revista eletrônica Politico.com, Barack Obama vai se declarar vencedor das primárias democratas após os pleitos de Oregon e Kentucky, no próximo dia 20 de maio. Neste dia, ele deverá atingir a marca de 1.627 delegados eleitos, metade mais um dos 3.253 delegados elegíveis pelos estados tal qual são reconhecidos pelo Comitê Nacional do partido.
A conta, evidentemente, não leva em consideração as primárias de Michigan e Flórida, que foram anuladas antes de ocorrerem pelo Comitê Nacional democrata por terem quebrado as regras do partido. O nome de Obama sequer estava na cédula de Michigan.
A campanha de Hillary deve continuar até junho.
Nesse período, os dois grupos entrarão numa disputa pela percepção de superdelegados e do eleitorado.
Obama começa a concorrer não mais à candidatura e sim à presidência. Prestará atenção nas primárias mas apenas circunstancialmente. Enquanto isso, Hillary terá de lutar para fazer com que seu adversário pareça precipitado, talvez arrogante. Isto, enquanto tenta derrubar a imagem crescente de que, além de má perdedora, está dividindo o partido numa luta fratricida enquanto diminui as chances de vitória nacional.
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Think Israel
8/May/2008 · 15:13 · 51 Comentários
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Enquanto isso, na Internet…
8/May/2008 · 7:19 · 36 Comentários
A candidatura que você procura não foi encontrada.
dica do Vitor Conceição
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Uma estante às quintas
8/May/2008 · 0:01 · 20 Comentários
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Assim nasceu Israel
(nos 60 anos de sua vida)
7/May/2008 · 18:27 · 198 Comentários
Hoje é Yom Haatzmaut. Ou Nakba. É o Dia da Independência, em Israel; ou a Catástrofe, para os Palestinos. O Estado judaico foi inaugurado na Terra Santa em 14 de maio de 1948 – pelo calendário judaico, cairia na sexta-feira próxima. Para não se chocar com o Shabat, dia santo, anteciparam.
É hoje.
Em 1881, viviam na Terra Santa, que fazia parte do Império Otomano, 450.000 árabes e 25.000 judeus. A partir do Caso Dreyfuss, na França, vários setores das população judaica européia começaram a se dar conta de um crescente anti-semitismo no continente. Esta tensão inspirou vários processos migratórios, principalmente para os EUA. Mas também nasceu, ainda no século 19, o Movimento Sionista, que pregava o retorno à terra da qual haviam sido expulsos pelo Império Romano.
Os primeiros sionistas eram judeus pobres porém bem educados, socialistas, que pregavam a vida em comunas. Juntavam suas economias e aproveitavam a doações da comunidade judaica européia para comprar terras e erguer fazendas nas quais todos dividiam as tarefas. Conforme a Primeira Guerra cedeu lugar à Segunda, a migração começou a aumentar em larga escala. Era gente fugindo do terror que se avizinhava. Após a Segunda Guerra, judeus em grandes campos de refugiados na Europa serviram à pressão diplomática para a oficialização de um Estado Judaico na Palestina.
Mas lá já viviam árabes.
Israel tem pai. Chama-se David Ben-Gurion, o líder da comunidade judaica na Terra Santa. ‘Por que os árabes deveriam querer paz?’, ele se perguntou ainda em vida. ‘Nós pegamos o país deles. Claro, sei que Deus nos prometeu essa terra, mas o que isso tem a ver com eles? O nosso não é o Deus deles. Nós todos viemos originalmente de Israel, também é verdade. Mas isso foi há dois mil anos. O que eles têm a ver com isso?’ Ben-Gurion era um pragmático.
Por sua vez, os palestinos tinham muitos líderes. Um dos mais marcantes foi o grão-mufti de Jerusalém Mohammad Amin al-Husayni, escolhido a dedo pelos britânicos quando assumiram o controle da Palestina após o colapso do Império Otomano. Durante boa parte dos anos 20, foi um aliado do governo de Sua Majestade. Os britânicos, no entanto, faziam um jogo duplo. Pressionados por judeus de um lado e árabes do outro, faziam promessas igualmente tentadoras para ambos. Quando a Segunda Guerra estourou, al-Husayni não teve dúvidas em bandear-se para o lado nazista. Era um anti-semita convicto.
Cada vila árabe na Palestina funcionava de forma autônoma e tinha liderança própria, alguns fiéis ao mufti, outros nem tanto. Os principais líderes árabes nos países vizinhos – Ibn Saud, na Arábia Saudita, os reis irmãos Abdullah, da Transjordânia, e Faisal, do Iraque, Farouk I do Egito e o presidente sírio Shukri al-Quwatli tinham seus próprios projetos de anexação, além de não confiarem muito no mufti.
Quando, em 1947, a ONU decidiu pela divisão da Palestina em dois territórios, um que formaria o país árabe, outro o judaico, o conflito implodiu. Os países árabes tinham exércitos razoavelmente poderosos. A Haganá, força paramilitar considerada ilegal pelo governo britânico que funcionava sob comando de Ben-Gurion mal tinha rifles velhos. Foram à Europa comprar armas, munição e carros blindados dentre a sucata da Segunda Guerra. Tudo feito às pressas mas com razoável organização. O dinheiro para pagar a conta vinha de judeus americanos endinheirados. Enquanto isso, os árabes discutiam entre si como dividiriam o território que pretendiam conquistar sem jamais chegar a algum consenso. Estavam mal organizados. Não que do lado judaico tudo fosse claro – além da Haganá, lutaram a guerra duas organizações terroristas, a Stern Gang e a Irgun, que não reconheciam a liderança de Ben-Gurion.
A guerra foi, na verdade, duas: uma, civil, não declarada, se deu em vários conflitos e ataques terroristas de ambas as partes entre 1947 e o dia da Independência. A segunda é a invasão pelos países árabes de Israel.
Na primeira, enquanto havia razoável união judaica e um objetivo comum, o mesmo não houve entre palestinos. Havia dois árabes para cada judeu na Terra Santa, mas não conseguiram fazer com que a vantagem numérica tivesse resultado prático. Nem todos seguiam o mufti e as aldeias não se relacionavam. Divididos, não tiveram chances. O grupo de novos historiadores israelenses não têm dúvidas de que Ben-Gurion, embora jamais tenha dado ordens claras, incentivou a expulsão de palestinos de suas terras. Se os árabes não tivessem partido para o conflito primeiro, ele jamais teria tido a desculpa; se não expulsasse um bom número de palestinos, seu Estado judaico não teria maioria judaica.
Nas contas de um destes historiadores, Benny Morris, 700.000 palestinos cujas famílias viviam há séculos no mesmo local foram lançados ao exílio. Morris mapeou 389 aldeias árabes na região. Segundo sua pesquisa, pode afirmar que em 49 delas a Haganá ou outro grupo judaico expulsou a população; em 62, os árabes fugiram por conta dos boatos de que massacres estavam acontecendo nas vizinhanças; em seis, a fuga foi seguindo ordens diretas da liderança política palestina. Ataques terroristas, a explosão de casas, hotéis e mercados judaicos davam a resposta palestina.
Conforme a guerra civil corria, temendo que um genocídio pudesse ocorrer, os EUA retiraram apoio à idéia de partição. Isto, e um silêncio obsequioso britânico, deu aos árabes a impressão de que a comunidade internacional não rejeitaria seu ataque. Se tivessem vencido, talvez não rejeitasse mesmo. Egito, Iraque, Síria e Transjordânia invadiram a Terra Santa no momento em que os britânicos a deixaram. Um dos principais líderes militares árabes era um oficial inglês, o general e lorde John Bagot Glubb. Com Israel recém-nascida, Ben-Gurion fez dissolver Stern Gang, Irgun e Haganá e os juntou num exército que batizou, como convinha à época, de Forças de Defesa de Israel. Os países árabes, em conjunto, representavam uma população de 40 milhões de habitantes; a população judaica de Israel não chegava a 2 milhões. A guerra durou quase um ano e Israel rechaçou os invasores. Vários tratados de armistício foram assinados em princípios de 1949.
Israel nascera.
No total, morreram 12.000 palestinos, 6.000 judeus, 1.400 egípcios, e centenas de iraquianos, trasjordanianos e sírios.
Até 1950, uma série de pogroms, passeatas anti-semitas, incêndios de casas e sinagogas, explosões de bombas e assassinatos ocorreram em quase todos os países islâmicos – Egito, Iraque, Síria, Irã, Iêmen e Líbia. O resultado foi a expulsão de 500.000 judeus das casas nas quais suas famílias viviam fazia séculos e sua conseqüente migração para Israel. Estes, em grande parte, viriam a compor o primeiro eleitorado do Likud, o conservador partido linha-dura israelense.
Se naquela decisão de 1947 a ONU tivesse optado por não dividir a Palestina e não estabelecer um Estado judeu, ainda assim haveria a guerra. A diferença é que o lado judaico a iniciaria. O processo, nascido do pesado anti-semitismo que assolou a Europa entre os séculos 19 e 20, e do colapso dos impérios otomano e britânico, estava em curso fazia tempo.
Está em curso, diga-se. Há 60 anos.
Sim, a história é complicada. Talvez alguns de vocês queiram discutir a maneira como a conto. Há muitas versões – procurei ser o mais isento possível, tarefa que na verdade é impossível. Mas tenta-se, ainda assim. Principalmente, tenhamos uma discussão civilizada a respeito de Israel e Palestina. Civilizada quer dizer algo simples: podemos ter idéias fortes, podemos ter convicções profundas, mas respeitemos aqueles com quem não concordamos. Não vamos partir do princípio de que o outro age de má-fé. Esta é uma história que mexe com razão e com emoção ao mesmo tempo. Convicções são honestas. Lealdade para com o adversário também.
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Enfim Barack Obama?
7/May/2008 · 9:08 · 151 Comentários
Depois da retumbante vitória de Barack Obama ontem, na Carolina do Norte, e do virtual empate com ligeira vantagem para Hillary Clinton, em Indiana, a corrida pela candidatura democrata à Casa Branca ficou assim: Obama tem 1.841 delegados e Hillary, 1.700. Ele precisa de mais 183 delegados; ela, de 324. Há 487 delegados por disputar, ainda. São 217 nas próximas primárias e 270 superdelegados.
Ontem à noite, a gerência da campanha de Hillary Clinton comunicou à imprensa que não terá atividades, hoje. Estarão trancados em reunião. Enquanto isso, a gerência da campanha de Barack Obama comunicou que, nas próximas semanas, não visitará apenas os estados onde há primárias. O candidato estará presente em todo o país, principalmente naqueles estados em que a disputa com os republicanos é mais apertada.
O calendário de primárias vai até 6 de junho, quando fantásticos 31 delegados serão disputados na Dakota do Sul e em Montana.
Acabou?
Obama começa hoje sua campanha nacional.
No QG de Hillary, ela e seus assessores estão avaliando uma penca de fatores. Primeiro, a maneira como a imprensa está cobrindo os pleitos de ontem. Depois, por certo estão ligando para vários superdelegados numa última tentativa de trazer ao menos alguns para seu time. Por fim, vão monitorar as doações que pingam no website e entrar em contato com os principais grandes doadores para ver como anda sua generosidade.
Em jogo está se ainda há chances de vencer e, havendo, se terão dinheiro para enfrentar este último mês.
Ainda hoje, ou nos próximos dias, saberemos se o time Clinton enfim decidiu jogar a toalha.
Numa olhada geral pela imprensa dos EUA, não há mais dúvidas de que Barack Obama é o candidato democrata.
Atualização – Alertado pelo Luiz, corrigi os números de delegados no primeiro parágrafo.
→ 151 ComentáriosTags: EUA
Open thread
7/May/2008 · 7:52 · 508 Comentários
É hora.
→ 508 ComentáriosTags: Open thread
Blogs tupinambás vão ao cinema
6/May/2008 · 14:53 · 22 Comentários
Rufam os tambores: a blogosfera pátria aguarda o Blogumentário.
(Já tem trailer – melhor dizer teaser – no canal YouTube do filme.)
dica do Ian Black




