Ah! O assunto diário recorrente deste Weblog: xadrez.
Tudo publicado sobre 'Gadgets'
Enfim encontrado
12/December/2007 · 23 Comentários
Poupar a Terra, no Brasil, é difícil
11/December/2007 · 42 Comentários
Nunca encontrei à venda no Brasil, mas gostaria muito: por exemplo baterias solares para carregar celulares, players de mp3 ou mesmo notebooks. A National Public Radio dos EUA vende dois modelos.
Há uma miríade de produtos para controlar ou economizar o consumo de energia que não estão disponíveis por aqui. Um display de parede, por exemplo – que, além de tudo, tem seu charme.
Tags: Brasil · Energia e Aquecimento global · Gadgets · Tecnologia
O clima perfeito
5/September/2007 · 9 Comentários
O projetor de climas custa 8.400 yen – dá uns 150 reais.
Ponha-o no centro da sala e ele tasca no teto um clima de mar ou de floresta ou de praia e lá está um golfinho nadando.
Funciona melhor no escuro.
Para colocar nas estantes das quintas…
21/August/2007 · 8 Comentários
A banda larga mais rápida do mundo
21/July/2007 · 9 Comentários
A senhora Sigbritt Lothberg é sueca, tem 75 anos e vive na pequena Karlstad, a ‘cidade do brilho do sol‘, no centro do país.
Não mora exatamente na cidade. É mais longinho, no setor rural.
E tem uma conexão de 40 gigabits por segundo à Internet. É, assim, a banda mais larga do mundo.
Foi seu filho quem a instalou – queria testar uma tecnologia de conexão nova para testar os limites de velocidade da rede.
A senhora Lothberg pode baixar um filme inteiro em dois segundos. Mas usa a rede para ler os jornais online.
Tags: Gadgets · Tecnologia
Isaac Asimov estava certo
17/July/2007 · 32 Comentários
Funcionários militares no Iraque, os robôs fazem parte do cotidiano do exército norte-americano. Agora, a chefia militar começa a descobrir algo que não estava previsto nesta relação.
A reportagem é do Washington Post:
Ted Bogosh lembra do dia, quando ele ainda era um sargento marine que tocava a oficina para reparo de robôs, próximo a Bagdá.
Naquele dia, um condutor de robôs, responsável pelo desarmamento de minas improvisadas nas estradas do Iraque, entrou com uma pequena caixa. Nela estavam os restos de seu robô. Ele o havia batizado de Scooby-Doo.
‘Não havia sobrado muito de Scooby’, conta Bogosh. A peça maior era sua cabeça de 6 por 6 por 8 centímetros com uma câmera. Na lateral da caixa alguém escreveu ’sua lista de batalhas, suas tarefas cumpridas. Este foi um robô e tanto.’
O condutor estava obviamente emocionado. Ele insistia que não queria outro robô. Queria Scooby-Doo.
‘Às vezes, eles se aproximam muito’, diz Bogosh. ‘É como ter um cachorrinho. Ele ataca, cumpre a missão, aí retorna. Ele faz parte do time, ganha um nome. Eles ficam tristes quando acontece algo com alguém da equipe.’
Os próprios robôs demonstram aspectos de ‘personalidade’, diz Bogosh. ‘Todo robô tem seus cacoetes, você se acostuma a eles. Às vezes aparece um robô e ele faz um movimento que lembra uma dança, ou um golpe de caratê, ao invés daquilo que ele deveria fazer.’
Os robôs, em situações de violência extrema, viram companheiros.
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