Glauber e Sarney
Documentário sobre a posse do governador do Maranhão, 1966.
O curta-metragem é de Glauber Rocha. Foi assim que tudo começou.
Documentário sobre a posse do governador do Maranhão, 1966.
O curta-metragem é de Glauber Rocha. Foi assim que tudo começou.
O blog Big Picture, do Boston Globe, registra os primeiros 167 dias da presidência Obama em fotos.
Aí em cima, foto de Pete Souza, fotógrafo oficial da Casa Branca. Souza é um fotógrafo estupendo e as imagens todas, no blog, apresentam um político extremamente carismático. Mas que ninguém se engane: é propaganda. Obama faz lembrar John Kennedy, outro mestre da forma.
De Rafael Sica, descoberto no site visualmente instigante de Lou Martins.

dica do Quasímodo – será que é um prédio de verdade?
We shall overcome foi popularizada durante os anos 1950, no movimento dos negros por seus direitos civis, nos EUA. Ela simbolizava a resistência à violência do Estado com paz. É uma letra simples, de olho no futuro: We shall overcome, some day; Oh, deep in my heart, I do believe; We shall overcome, some day.
Nós vamos conseguir, um dia; do fundo do coração, eu acredito que conseguiremos, um dia.
Joan Baez popularizou a música mundialmente, na década de 60. Semana passada, regravou-a.
Em persa.
Dessas coisas de estar aprendendo Brasil de novo: não sabia nada sobre Apenas o Fim, o filme de 7.500 reais filmado todo na PUC-Rio. Se o Denis recomenda, há de ser bom.
Simpático, tenho certeza de que é. Fruto de uma cultura faça você mesmo típica desses tempos de internet.
Um dos melhores posts da blogosfera brasileira conta o que há de mais divertido escrever: uma história inusitada. É também boa pausa pro respiro.
Pois esta vem pelas mãos do Sergio Leo. O personagem principal era pintor expressionista da geração anos 40 nos EUA, daquela turma boêmia de Nova York que circulava pelo Village. Conviveu com aqueles que andavam pelos mesmos bares: Henry Miller e Anais Nin, Jackson Pollock – provavelmente também Ezra Pound, Dorothy Parker. Nosso personagem foi casado com uma moça bonita, inteligente e escritora, que editava uma revista literária com um certo Robert Duncan – e o tal Duncan traçou a sócia e seu marido.
Típica história dos loucos do Village, aqueles que foram beatniks antes dos beatniks, hippies antes dos hippies, e já tinham feito tudo que nos anos 70 achavam estar inventando.
Mas o pintor marido da editora era pai do ator Robert De Niro. E a moça, sua mãe. A história está melhor contada no Sítio do Sergio Leo.