Codex Sinaiticus, uma das Bíblias mais antigas do mundo, online
A notícia se espalhou pela rede entre ontem e anteontem e é divertida: o Codex Sinaiticus foi ao ar. Cada página digitalizada está num site para quem quiser consultar. Como a AP a chamou de a ‘Bíblia mais antiga do mundo’, os sites repetiram a informação. E como o artigo da Wikipedia é muito técnico mas não dá muitas pistas básicas, não custa ampliar a explicação.
Não é que a informação esteja errada, mas não dá para afirmar que o Sinaiticus é a Bíblia mais antiga. Ele tem um concorrente, o Codex Vaticanus. Codex é o termo latino para o que em português chamamos códice. É o nome oficial daquilo que entendemos por livro: páginas amontoadas uma após a outra e devidamente encadernadas. Sinaiticus quer dizer ‘do Sinai’. O ‘Livro do Sinai’, encontrado no século 19 por um estudioso alemão no Mosteiro de Santa Catarina, no Monte Sinai. Destaca-se a palavra livro para indicar que não é um rolo – muitos documentos antigos eram compilados na forma de rolo.
Livros eram, evidentemente, copiados a mão. No período que estava iniciando a conversão do Império Romano ao cristianismo, no século 4, Constantino encomendou 50 cópias da Bíblia – um empreendimento, diga-se, caríssimo. É bastante possível que estes dois códices – Vaticanus e Sinaiticus – venham desta primeira ‘edição oficial’. Mas, copiados a mão e muito provavelmente em locais distintos, os textos têm suas diferenças. Ambos em grego, o texto de Daniel no Codex Vaticanus usa a tradução do hebraico de Teodócio, ao invés da Septuaginta, tradução considerada hoje oficial pela Igreja.
No entanto, não há nenhuma grande diferença nos textos. Embora incompletos, ambos os códices respeitam um bocado aquilo no que se tornou o Novo Testamento. Sinaiticus inclui dois livros apócrifos – a Epístola de Barnabás e o Pasto de Hermas. Em alguns jornais, destacaram o fato. Mas a presença dos livros não quer dizer que os editores considerassem-nos parte do cânon. Podem ter vindo de brinde por serem considerados boas leituras cristãs.
Sinaiticus é um documento histórico mas não altera particularmente nossa compreensão de como a Bíblia cristã se formou. Nos meios dos estudiosos, é mais comumente chamado Aleph (א), a primeira letra do alfabeto hebraico. É um documento bonito, escrito em grego uncial – um estilo comum na Antigüidade e Alta Idade Média, que só usa capitulares, praticamente sem pontuação ou espaço entre as palavras.
Uma boa fonte para esses assuntos costuma ser Jim Davila, professor de estudos bíblicos da Universidade de St. Andrews, a mais antiga da Escócia. Ele escreve há vários anos o melhor blog do ramo: Paleojudaica. Davila vem acompanhando o processo de digitalização do documento.
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Muito boa notícia essa da digitalização do Codex Sinaíticus. Os dados apontados pelo PD ajudam a entender a história da definição do Canon do Novo Testamento. Se esta compilação data do reinado de Constantino, significa que vem de uma época em que o Novo Testamento não estava totalmente definido, e ainda havia dúvidas em relação a alguns livros. Eusébio, contemporâneo de Constantino, não considerava canônicos, por exemplo, o Apocalipse, a segunda e terceira cartas de são João e a de Judas. Estava definido, contudo, o critério: seriam canônicos os livros que fossem comprovadamente - segundo os métodos de datação da época - escritos por apóstolos.
PD, permita-me uma correção: embora o cânon da Septuaginta seja o considerado correto pela Igreja Católica, a tradução aceita até o Vaticano II era a Vulgata latina, de são Jerônimo. Depois do Vaticano II, deixou de existir apenas uma unica tradução correta. Tanto que duas edições católicas da Bíblia em português, a do Peregrino e a Pastoral, usam o texto hebraico de Daniel e Ester, e inserem o texto grego em itálico, para diferenciação. A edição Neovulgata, corrigida a partir das pesquisas históricas, tornou-se apenas a referência litúrgica.
Não muda em nada o que a Biblia sempre foi, uma fraude.
Baseado em que você diz isso, William?
PD, tem encíclica nova do Bento XVI.
Gee, Pedro… o site tá down….. =(
É o códice mais antigo, mas de forma alguma o papiro mais antigo. Ha livros no novo testamento a partir de 200. A frase é um tanto enganadora, pois parece que se trata do exemplar mais antigo, quando na verdade é o exemplar mais antigo dos textos reunidos e não dos livros que compõem o conjunto.
Se a Bíblia sempre foi uma fraude, fico cá a imaginar o que seria então a história universal como ela é contrada!
Há uma imensa distancia entre uma “fraude” e não ser fiel aos acontecimentos históricos.
Fraude não parece ser o caso. Todas as descobertas recentes de manuscritos, incluindo aí os tão comentados manuscritos de Qran, batem textualmente com as versões “oficiais” da Bíblia.
A grande questão é que parte dos cristãos considera os eventos narrados nas escrituras como acontecimentos factuais. Outros tem na Bíblia apenas (apenas?) um manual de fé e doutrina, não como um livro de história.
PD, PRS e outros
Algum de vocês saberia dizer em qual fonte precisamento foi baseada a Bíblia de Gutenberg?
Até onde sei (e sei muito pouco ainda) a fonte exata é desconhecida.
Carolus (7)
O título da postagem diz: “UMA das Bíblias mais antigas” e não A Bíblia mais antiga.
Fraude pq ,tendo em vista ter sido escrita por Deus, o onitudo, tem centenas de contadições toscas.
William (12)
Precisa muito mais que isso pra entrar num debate ateísmo x teísmo minimamente qualificado.
Isso é um anticlericalismo (que tem sua respeitabilidade) bem mais tosco que as pretensas contradições bíblicas.
E quem disse que eu quero entrar em um debate meu caro.Debater com teistas é a maior furada. Anticlericalismo tosco??hahaha, cada um viu.
Willian, a partir do argumento que você apresentou, é impossível debater mesmo. Prefiro o pai do PD, é um ateu que debate com elegância.
Julio, não sei. Sinceramente, nunca parei para pesquisar isso. Talvez o Dória Velho saiba.
Willian, só para te dar uma luz: o único texto sagrado que se diz ter sido ditado textualmente por Deus é o Alcorão. Aliás, nem por Deus mesmo foi, mas pelo anjo Gabriel.
A Bíblia é um livro “inspirado por Deus”, mas escrito por mãos humanas. Do ponto de vista cristão, ele apresenta inclusive uma evolução na revelação de Deus até a chamada plenitude dos tempos, com a chegada de Cristo. Nos três séculos entre a vida de Jesus e o Codex Sinaiticus foi travado um debate intenso dentro do cristianismo sobre o canon da Escritura Sagrada: se o Antigo Testamento era inspirado por Deus ou pelo demônio, quais livros do chamado Novo Testamento eram inspirados… O resultado deste debate, travado quando não havia uma estrutura como o Vaticano, foi o cânon atual.
Claro que não é possivel debater, pra começar a biblia manda que alguem me mate. Pra vc ver o nivel do livreco.
É, deus é o ghost writer da biblia então. Inspirada por deus? Faça-me o favor.
É bom lembrar que “alef” não é apenas a primeira letra do alfabeto hebraico, mas também do árabe, do aramaico (do qual o hebraico se originou), do nabateu, do cananeu e do fenício (do qual se originaram todos os demais citados); isso só pra ver como aquela região é complicada.
Por um erro de datilografia, no tópico, o Pastor de Hermas virou Pasto.
Aliás JD, todas estas línguas tem uma mesma origem. E os povos da região tem uma origem parecida. As pesquisas mais recentes apontam que os hebreus e arameus em geral surgiram de um movimento de transumância do oriente ao ocidente. A região hoje conhecida por Palestina era controlada por povos conhecidos como amorreus - Hititas, por exemplo. Os novos moradores entraram em conflito com os antigos e levaram a melhor.
Dos amorreus, sobreviveram apenas aqueles que se misturaram aos arameus. É o caso dos jebuseus de Jerusalém. A casta sacerdotal judaica teria tido origem nos reis sacerdotes jebuseus de Jerusalém. O sumo sacerdote do tempo de Salomão, Sadoc, tem nome jebuseu. Seu antecessor nas genealogias judaicas, Finéias, tem nome egípcio.
jd #19 é mesmo ! rsss
PRS,
falando em textos, qual sua opinião sobre os evangelhos apócrifos tão comentados hoje em dia?
Os evangelhos apócrifos foram parte importante deste debate que atravessou o cristianismo nas primeiras três décadas. À época, já se sabiam que eles haviam sido escritos a partir do século II. Contudo, havia uma dificuldade em saber se eram ortodoxos ou não.
Já no final do século I, o contato entre o cristianismo e a cultura grega abriu uma crise teológica fundamental, dando origem tanto aos fundamentos do Credo cristão quanto às chamadas heresias gnósticas. Sob o amplo nome gnose se reúnem correntes das mais diversas. Os ebionitas, por exemplo, defendiam uma piedade estritamente judaica. Os marcionitas, por sua vez, queriam abrir mão de toda herança judaica. Surgiram teses defendendo que Jesus não teria morrido, ou não teria ressuscitado, ou que o mundo era um campo de batalha entre Deus e o diabo, tendo sido este o responsável pela expulsão de Adão do paraíso e pela redação do Antigo Testamento. A diferenciação não era lá muito clara, tanto que Tertuliano, embora seja herege, é um autor muito citado por teólogos, inclusive Bento XVI.
Lá pela segunda metade do século III os cristãos conseguiam diferenciar quem era ortodoxo e quem era gnóstico. Por esta época chegaram à conclusão que alguns dos evangelhos, mesmo que fiéis à doutrina ortodoxa, não poderiam fazer parte do cânon, por terem sido escritos seguramente por apóstolos. É o caso do proto-evangelho de Tiago, que fala dos avós de Jesus, ou do evangelho de Nicodemos, que menciona o que aconteceu com Pilatos após a morte de Jesus.
Os gnósticos eram considerados feiticeiros, místicos ou algo assim. E foram alvos de ataques teológicos e não-teológicos (porrada mesmo). Eram os espíritas da época tendo seus centros atacados pela Universal da época. Claro que isso é uma simplificação extremamente forçada, mas não aguentei e tive que traçar esse paralelismo - nem que seja para provocar o nosso amigo PRS. Abçs a todos.
Inútil (24)
Espíritas da época. Boa definição. Justamente por isso há a reação católica contra o gnosticismo, pois no cristianismo universal (utilizei o termo “católico” no sentido de “universal”, visto que a institucionalização da Igreja Católica Apostólica Romana ainda não ter acontecido então) não compactuava com muitos dos pressupostos gnósticos. E a reação intolerante… bem… sejamos justos. Partia de todos os lados àquela época. Bem como hoje…
PRS (14 e 15)
Onde Dória, o velho, expõe sua verve polemista ateística?
Independentemente se é uma ou umas, o comentário ainda se aplica, julio (10). Parte dos textos que estão nessa versão EM CÓDICE já foram encontradas em versões mais antigas EM PAPIROS.
Fábio M, o Dória velho costuma expor sua verve por aqui mesmo. Já tive longos debates com ele.
Inútil e Fábio M, a coisa com o gnosticismo era muito mais complicada. Primeiro, os cristãos eram marginais e perseguidos como criminosos, portanto não dá para traçar paralelos com, por exemplo, a questão albigense. Neste caso houve sim perseguição física. Nos primeiros três séculos do cristianismo a perseguição física era do Império Romano contra cristãos e gnósticos, sem diferenciação.
Chamar os gnósticos de “espíritas da época” é uma generalização. Os gnósticos não acreditavam na reencarnação, por exemplo, nem mesmo na forma platônica de metempsicose. E os conflitos se restringiam ao afastamento das comunidades regionais, e a formação de comunidades autônomas. Os cristãos faziam questão de dizer “eu não sou marcionita”, ou “eu não sou ebionita”, mas, além disso, não tinham força para fazer mais nada, nem que quisessem.
Não sou cristão, nem teísta, deveria então calar o bico. No entanto, tudo aquilo que tocou o poverello, por exemplo, me diz respeito. Eis porque não me calo. Considero suficiente a nomenklatura católica ter conseguido calar o clamor franciscano (coisa mais grave do que ter tentado calar a ciência, poucos se dão conta). Então, falemos.
Ao que me consta, na primavera do ano de 338 santo Antão deixou sua reclusão no deserto para desfazer, em Constantinopla, as dúvidas que pairavam sobre a divindade do Cristo. A autoridade do santo estava apoiada em sua vida de recluso radical, ele era já um ancião quando resolveu a parada que agoniava o rebanho com o seu… testemunho. Ele teria dito então, a respeito do Cristo: – Eu o vi! E foi o que bastou para defazer o cisma. O santo eremita, que lutou desesperadamente com seus demônios, O havia visto.
Me interessa abordar essa primavera aqui neste fórum porque o argumento da divindade do Cristo, o que ele representou e representa como desqualificação das demais religiões, tem enorme peso político. E, francamente, não considero o testemunho de Santo Antão argumento pertinente para provar o ponto que em 338 dc esteve em disputa. Isto porque são comuns, em todas as tradições, relatos semelhantes, da contemplação de manifestações espirituais de Mestres e santos (ou o equivalente aos santos nessas outras tradições). Sem precisar ir muito longe, as tais crianças também viram a virgem Maria em Fátima, num episódio reconhecido pela igreja católica, e nem por isso a identidade de Maria passou a ser confundida com a de Deus.
A tentação a que o cristianismo sucumbiu, a da arrogância, tem sido encampada por legiões de fiéis ao longo dos séculos. Seu enorme poder está assentado nessa soberba, me parece evidente. O que seria dele se reconhecesse haverem outros caminhos para se chegar ao Pai (ou o equivalente ao mesmo objetivo nos termos das outras tradições)? Porque os há, grandes cristãos sabem disso. Com que espírito os representantes da igreja católica se sentam, ecumenicamente, com os de outras religiões? Como um George Bush com seus pares latino-americanos? Ou pior, já que não é apenas questão de desproporção entre os montantes de poder de cada um, é como se Bush, além de tudo, de tanto, tivesse, só ele, a chave do céu.
Desculpem-me se, como dizia o hilário do Brizola, costeei o alambrado do tema, ou se o pulei. Tenho grande respeito pelo conhecimento histórico, portanto saúdo a publicação na web do Codex Sinaiticus, assim como a erudição dos comentaristas deste blog.
Uma síntese da nova encíclica de Bento XVI no blog (cnn)
faxi, o dogma da divindade de Cristo tem uma história muito mais complexa que esta. Remonta ao primeiro canto litúrgico cristão, que data de dez anos da morte de Jesus.
Caro Paulo Roberto Silva,
ainda sobre os Apócrifos: à XVII séculos atrás foram uma corrente “derrotada” dentro da ortodoxia e acusados como heresias. Hoje, a leitura está disponível e já ví muitos cristãos (leigos e sacerdotes) colocando-os em pé de igualdade com os canônicos. Qual sua opinião? O acolhimento desses textos, por menores que sejam, não levará a Igreja a uma posição que ela abandonou de início?
William, na verdade não do ponto de vista dogmático. Nem tudo o que é apócrifo é gnóstico. A assunção de Nossa Senhora, por exemplo, é mencionada em um evangelho apócrifo, e foi declarado dogma em 1950, mas sempre fez parte da devoção católica.
O que os apócrifos não gnósticos trazem de novo é um pouco de informação sobre o que era o dia a dia de um cristão naqueles tempos. Um dos efeitos disso, por exemplo, foi o reconhecimento de que, antes dos mosteiros, os cristãos que davam testemunho - inclusive no martírio - eram leigos comuns. Com isso, a Igreja está redescobrindo o valor da santidade na vida corrente - em família, no trabalho… Isto inclusive foi tema de uma constituição do Concílio Vaticano II, a Lumem Gentium.
Outro foi a renovação litúrgica. Toda a mudança que houve na liturgia pós Vaticano II é inspirada nos depoimentos litúrgicos dos primeiros cristãos. Neles ficamos sabendo que a liturgia era celebrada em torno de uma mesa e que o povo participava do ofício.
Concordo,e meu “pensamento modernista” se conforma as mudanças do Vaticano II. Mas uma pulga fica na minha orelha: uma volta as origens (e diga-se legítima) não eh assumir que andou por caminhos errados?
Nestes aspectos sim. E a Igreja tem feito isso. Cito dois exemplos:
1) Os pedidos de perdão que João Paulo II fez em nome da Igreja no final do século passado, reconhecendo que pegou pesado em casos como o de Galileu.
2) A canonização de Josemaria Escrivá, que desde a década de 1920 defendia a santidade da vida corrente. Nos anos 1940, Escrivá chegou a ser acusado de herege por dizer que a pessoa não precisava ser padre para ser santo. O bispo de Pamplona, Dom Marcelino Morado, chegou a ser investigado no Santo Ofício por defender a mesma idéia, nos Cursilhos da Cristandade.
Em 1973, o teólogo Ratzinger publicava um artigo sobre a crise que se abatia na Igreja após o Vaticano II. Ele identificava duas correntes à época: uma pela radicalização das mudanças, e outra pela reversão das mesmas. Ao final do artigo, ele conclui que nenhum dos dois caminhos era o correto. A solução para a crise não estava em fazer mais ou menos mudanças, mas na espiritualidade.
Ok,
In Corde Jesu, smeper.
na biblia encontramos a maior revelaçao de Deus: O Deus que ¨È¨, o IMUTÁVEL. (REVELAÇAO DE DEUS A MOISES). Isso 800 anos antes de Parmênides nos trazer a ièia do ¨SER¨.Sim a bíblia é a PALAVRA DE DEUS. Agora, se vocês forem olhar homens, não chegarão lá nunca.
Se a Bilbia é a palavra de deus, então deus é um dos maiores genocidas de toda a história. a biblia é uma ofensa ao intlecto humano.
A Biblia é a maior propaganda ateísta que existe. Quem a lê e continua acreditando em Deus é caso perdido.
Essa versão antiga da Biblia PROVA que a biblia NÃO É palavra de Deus. Mais de 1000 alterações foram feitas em comparação com a versão moderna que as pessoas têm em casa. Entre outras alterações, a história da prostituta apedrejada NÃO EXISTE nessa versão; Jesus não fala na cruz que os culpados devem ser perdoados; e a pior de todas: a parte em que Jesus ressuscita… NÃO EXISTE.
Queridos irmão e irmãs , sim digo irmão e irmas pois somos frutos do mesmo Pai ( Deus que é ,que era e sera para todo o sempre )
Fico muito triste em ler o que alguns de vcs escreveram e ao mesmo tempo tempo feliz,pois foi nos deixado atravès da biblia ou livreco como alguns
de vcs chamaram que haveria mesmo esta atitude de alguns em relação ao grande Pai.Até quando o homem vai ser ignorante e hipócrita afim de não reconhecer a existencia de Deus e reconhecer que sem ele não somos mais que grãos de areia no deserto onde o vento leva de lá para cá como bem entende.Se querem respostas bastam observar o que anda acontecendo no mundo ao qual estamos vivendo.
” Pai quero que os que me deste estejam comigo onde eu estou e vejam a minha glória,a glória que me deste porque me amaste antes da criação do mundo.
Pai justo, embora o mundo não te conheça,eu te conheço,e estes sabem que me enviaste.Eu os fiz conhecer o teu nome,e continuarei a fazelo, afim de que o amor que tens por mim esteja neles e eu neles esteja.
( João 17 versiculos 24 a 26