Qual a estratégia de Obama
para lidar com o terror islâmico
Gostei muito de ler as opiniões de vocês a respeito do discurso do presidente norte-americano Barack Obama, no Cairo. Não é a opinião de jornalistas, que tendem a pensar parecido entre si, que importa. É como pensam as pessoas que não são nem políticos, nem jornalistas, nem têm interesses imediatamente ligados à questão que vale.
Tenho um método para ler opiniões. Começo identificando os extremistas, os radicais. Na caixa de comentários abaixo, são os suspeitos de sempre, à esquerda e à direita. Os primeiros em que presto atenção sempre são os radicais. Falaram algo que surpreenda? Quando radicais falam algo que você não espera, preste atenção. Tem uma mudança de rumo aí. A possibilidade de uma nova tendência. Mas os radicais não falaram nada de surpreendente. Radicais não pensam: reagem. Suas idéias já vem empacotadas doutras fontes. Às vezes, alguns radicais podem ser brilhantes nos argumentos. Mas, ainda assim, quase nunca surpreendem. Radicais têm uma visão maniqueísta do mundo. Sabem que estão certos, não têm dúvidas. Sabem quais são as soluções do mundo e identificam muito rápido vilões absolutos.
Conviver com certezas por certo deve ser agradável. Não é uma bênção que a maioria de nós têm. Temos que lidar com o mundo do jeito que ele veio.
Não sei se o discurso de Barack Obama vai dar certo. O tempo é que dirá e qualquer pesquisa ou comentário que venha nas próximas semanas será apenas especulação. Isso não quer dizer que não exista nada a ser dito a respeito do discurso: é possível revelar suas intenções.
Obama é o político que reinventou a arte do discurso no Ocidente. A habilidade de políticos era medida por sua capacidade oratória até o fim da era do rádio. A televisão mudou essa linguagem, exigindo frases cada vez mais curtas. O grande talento para um político passou a ser a capacidade de emanar empatia pela tela da tevê.
Com seu discurso sobre relações raciais nos EUA, durante as primárias do Partido Democrata no ano passado, Obama mudou o jogo. O YouTube reinventou o rádio de certa forma: ao longo dos dias seguintes ao discurso, cada qual em seu tempo, os eleitores norte-americanos foram à Internet ouvir os quase 50 minutos daquele discurso de Obama com calma. Em geral, diz-se que a Internet acelera o tempo. Nem sempre. Às vezes, faz o oposto. Dá tempo para que uma mensagem um pouco mais complexa do que permitem os 30 segundos de tevê tenha chance de reverberar.
O que o presidente dos EUA tentou fazer ontem, no Cairo, é repetir o fenômeno do discurso sobre raça. A dúvida é o filtro cultural: do outro lado não estão norte-americanos, nem gente que foi educada num ambiente de cultura européia.
Ainda assim, ele conta com a Internet para que milhões de pessoas em todo o mundo muçulmano o ouçam ao longo dos próximos dias e semanas. Foi, como no caso do race speech, um discurso longo. Seu alvo são jovens. Jovens, afinal, são os que têm acesso à Internet. E, não custa lembrar, é via Internet que a al-Qaeda distribui seu material inflamatório. É via Internet, com discursos gravados em áudio e em vídeo, que a al-Qaeda seduz mentes. É neste mercado que Obama decidiu entrar. Sua aposta é de que conseguirá plantar um dúvida na mente de incontáveis jovens muçulmanos de 13, 16 ou 19 anos. Ele só precisa disso: plantar a dúvida.
Radicais têm certezas, afinal. Se jovens o suficiente vacilarem na hora de se abraçar a uma bomba que levará suas vidas, a política no Oriente Médio caminha três ou quatro passos à frente. Se dará certo? Não depende apenas do discurso. O discurso desarma. Se der certo, ele faz com que seu público alvo cogite a possibilidade de que os EUA – e o ocidente – não sejam vilões absolutos.
Não basta que cogitem, tem que se convencer. A maneira como a política externa dos EUA é percebida também terá que mudar. O discurso de ontem faz parte da nova estratégia norte-americana. É uma estratégia ousada, e vai ser fácil bater nela se não der certo.
O mundo é assim mesmo: fazer com que as coisas funcionem é difícil. Bom mesmo é ser radical. Certezas sem obrigação de resolver problemas está entre as posições mais confortáveis que podem haver. Mas não deixa de ser engraçado quando gente que olha para o mundo e só vê pretos e brancos, nenhum cinza, chama os outros de ingênuo.
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devido à elegância de Hillary O debate de ontem entre Hillary Clinton e Barack Obama foi estranho. Hillary precisava partir para a ofensiva, mas hesitou....



Chesterton,
Como sempre, vc não responde nada e confunde tudo. E, de quebra, ainda tenta desviar o foco da discussão.
Já debati outras vezes com vc e sei que é inútil. Por isso eu simplesmente vou me poupar o trabalho, detsa vez.
Olha cara, eu não acusei vc de nada… Eu apenas coloquei o modus operandi de radicais de direita e de esquerda.
Quanto às acusações que vc dirige a mim, são totalmente infundadas (e equivocadas em suas premissas, mas isso é outro papo).
Não sou relativista — a democracia é melhor do que o socialismo. Ponto.
Não sou cientificista — quando quero conhecimento sobre átomos, procuro a ciência. Quando quero conhecimento sobre a alma humana, as coisas do coração, as alegrias e dores, procuro um bom romance ou um bom filme.
Não sou subjetivista — acreditar numa razão centrada no sujeito é acreditar que os homens podem se esquivar da conversação, que eles podem simplesmente ignorar a opinião dos outros e ir direto ao conhecimento supostamente verdadeiro. Acreditar numa razão comunicativa é acreditar que o conhecimento é o resultado de um debate, de um consenso, e que a verdade é mais relacionada a este debate do que a uma qualidade interna de um sujeito, um estado mental individual. (Este raciocínio, Chesterton, não é meu. É do Habermas, o filósofo contemporâneo que melhor defendeu a democracia dos ataques do irracionalismo e do relativismo.)
Não sou politicista — há problemas que são de foro íntimo (e acredite, eu tenho alguns…), que nada têm a ver com a política.
Espantalho? Pois é…
ACT
Acreditar numa razão comunicativa é acreditar que o conhecimento é o resultado de um debate, de um consenso, e que a verdade é mais relacionada a este debate do que a uma qualidade interna de um sujeito, um estado mental individual.
chest- a verdade (conhecimento) nada tem a ver com consenso. Pode funcionar em política, mas esse tipo de raciocinio é tipico do pragmatismo, que deriva do coletivismo que deriva do subjetivismo.
Sim, o subjetivismo que envenena como verdadeira praga a cultura ocidental.
SUBJETIVISMO- a doutrina que afirma que não existe verdade absoluta.
1. ceticismo universal - nada existe
2. ceticismo qualificado- alguma coisa pode existir, mas não podemos saber como é.
3. pragmatismo - a verdade é o que “funciona”
4. individualismo subjetivo - existe minha verdade, sua verdade, mas não existe verdade objetiva
Taí… de forma clara:
Afirmar que os dois lados tem razão é tentativa de fugir do debate usando “dúvidas” como álibi.
Como pode afirmar que iSSrael tem razão?
Limpeza étnica, Apartheid… qualé a dúvida?
…como pode se omitir desta forma, rapaz?
Então os racistas tem razão?
É claro que não.
Não tenho a menor dúvida que não.
Como me tornei um adepto do Realismo Radical?
Após assistir o filme THX 1138, cenas finais, últimos segundos.
Grande Robert Duvall.
cnn
cnn final scenes
Noam Chomsky mostra qualé a do queniano lá no Terra Magazine…
Este discurso foi uma tentativa fajuta “… de forjar uma aliança entre Israel e os países árabes “moderados” contra o Irã.”
E de forma corajosa dá nome aos bois…
Quem são os extremistas?
iSSrael!
”
A previsão para a política dos EUA na área Israel-Palestina provavelmente apresentará mais do mesmo.
“
A ruína dos eua não é só econômica…
A inferioridade Ética dos eua é clara.
O discurso do queniano, em que não condena a limpeza étnica e o Apartheid de iSSrael contra os palestinos, é a pá de cal na imagem velada dos ianques…
ACT, estou esperando tua resposta, mas ela demora. Daí que pretendo lembrar uma coisinha. Habermas era coletivista. Acreditava que o individuo existe para fins sociais e que seu maior bem é servir a economia política.
Chesterton,
Vc coloca “conhecimento” como sinônimo de “verdade”. Mas não são sinônimos não. Isto me parece um tanto óbvio. É possível ter conhecimento sobre algo e, ao mesmo tempo, não se atingir a verdade sobre este algo.
(Aliás, sir Karl Popper, que vossas senhorias reacionárias tanto gostam de citar, não falava em “Verdade” — com V maiúsculo –, mas sim em “verossimilhança”. Popper era um falibilista: sabia que A Verdade Absoluta era uma impossibilidade, mas dizia que podíamos gradualmente nos aproximarmos dela, através de refutações sucessivas de falsas hipóteses. Curioso: não vejo ninguém o acusando de “subjetivista” e “relativista”. Porque será, hein?)
E, além disso, vc reduz posições filosóficas a caricaturas rasas…
O ceticismo, por exemplo, não afirma que “nada existe” — isto seria simplesmente uma idiotice. O que os céticos afirmam é a impossibilidade de se obter um critério último de justificação para qualquer crença — critério este que seja supra-doutrinário, ou seja, que não esteja ele próprio dentro de uma das doutrinas conflitantes.
O que o ceticismo moderado afirma não é que “alguma coisa pode existir, mas não podemos saber como é”, como vc diz — mas sim que, apesar de não dispormos de um critério último de justificação para as crenças que sustentamos, podemos ter boas razões para acreditar em uma e não em outra crença.
O pragmatismo… Bem, “verdade” para William James era uma coisa; para Dewey, outra. E Charles Sanders Pierce, o fundador do pragmatismo — e um dos arquitetos do falibilismo, para embaralhar ainda mais a sua cabeça — , discordava dos rumos que estes autores imprimiram às suas idéias iniciais, e propôs falar em “pragmaticismo”. Já entre os neopragmatistas há uma miríade de posições: entre Hilary Putnam e Richard Rorty existe um abismo de distância.
E se o subjetivismo é realmente isto que vc diz — a doutrina que afirma que não existe verdade absoluta — então não precisamos nos preocupar. Pois afirmar que a verdade não existe é uma contradição performativa: se a verdade não existe, isto inclui a verdade da proposição segundo a qual “a verdade não existe”. É, portanto, um argumento que se auto-refuta — assim como o relativismo.
E agora, com licença, que eu vou aproveitar este belo sábado de outono no balneário de São Sebastião do Rio de Janeiro.
ACT
chest- Popper aplicava o termo falseabilidade apenas no método científico, uma pequena parte do conhecimento humano.
O ceticismo, por exemplo, não afirma que “nada existe” — isto seria simplesmente uma idiotice.
chest- pois é, é o ceticismo universal.
O que o ceticismo moderado afirma não é que “alguma coisa pode existir, mas não podemos saber como é”, como vc diz — mas sim que, apesar de não dispormos de um critério último de justificação para as crenças que sustentamos, podemos ter boas razões para acreditar em uma e não em outra crença.
chest- esse é o ceticismo qualificado.
E se o subjetivismo é realmente isto que vc diz — a doutrina que afirma que não existe verdade absoluta — então não precisamos nos preocupar. Pois afirmar que a verdade não existe é uma contradição performativa: se a verdade não existe, isto inclui a verdade da proposição segundo a qual “a verdade não existe”. É, portanto, um argumento que se auto-refuta — assim como o relativismo.
chest- por isso implico tanto com o o Subjetivismo Epistemológico
E agora, com licença, que eu vou aproveitar este belo sábado de outono no balneário de São Sebastião do Rio de Janeiro.
chest- a manhã estava ótima, fui até a Tijuca resolver uns pepinos. Agora vou ver meu garoto no Arpoador. Um abraço.
Lá no Rebélion, Stuart Littlewood mostra porque o queniano não consegue esconder a debacle Ética da ditadura ianque…
”
… Es inmoral esperar que una parte débil negocie con una parte fuerte que está incumpliendo a diario el derecho internacional, que comete crímenes de guerra y actos de piratería y que continúa robando la tierra y desposeyendo a los ciudadanos de la parte débil para expandir ilegalmente sus fronteras.
Es inmoral que los patrocinadores de las negociaciones sean partidistas, no paren de vilipendiar a los representantes democráticamente elegidos de la parte débil y se nieguen a reconocer el derecho de la parte débil a la autodeterminación política y a la integridad territorial.
Es inmoral forzar negociaciones sin establecer primero un nivel de actuación en términos de conformidad con el derecho internacional y las resoluciones de Naciones Unidas. La comunidad internacional ha eludido esta responsabilidad durante décadas, no porque los pueblos de las naciones que la integran se muestren reacios a ello sino porque sus dirigentes son corruptos…
”
O apoio dos eua ao fascismo israelense é claro…
”
Obama, olvídate de las “negociaciones”, la situación exige justicia y ley
“
Eu mesmo já disse que é pouco tempo para avaliar Obama e também que o inferno está cheio de boas intenções mas, me parece cenas daquele acordo que Carter patrocinou com Begin e Sadat que teve seus resultados mas, “pero no mucho” e o pau ainda quebra feio por aquelas bandas!!! É óbvio também que transformar discurso em ação é outra estória.
Óbvio que paz e viver com tolerância, pelo menos, é muito melhor mas temos que ser realistas. E como sempre acontece, fundamentalistas de qualquer lado ao sentirem que as coisas não estão como lhes convén, facilmente articularão novos atentados, agressões e tudo desanda novamente.
Obama pode dizer o que quiser, tem a maior força armada do mundo e como já foi dito por aqui, corre para trás das suas trincheiras quando bem entender e deixa o trabalho sujo para os militares ou o próximo “republicano” que se eleger.
outro ponto de vista, muito interessante….
belo texto, conffa
The president fails to appreciate all of these uncomfortable truths. Instead, he spins a fantasy world in which Iran doesn’t want to see him disappointed and joins a non-proliferation effort for the sake of harmony and peace. This dangerously naïve vision undermines longstanding international agreements and sanction efforts, makes Israel less secure (and entirely unwilling to make “risks” for peace), and communicates to friendly Arab states that they had better look out for themselves — the U.S. is not about to stand in the way of Iran’s nuclear ambitions.
As speeches go, this will be a memorable one. Students of history will recall the speech in which Dean Acheson left South Korea off the list of countries within the sphere of American protection, precipitating the Korea War. Obama’s declaration of impotence with regard to the Iranian threat may prove even more costly.
cnn, Conffa
Se Clinton foi o primeiro presidente negro dos EUA, Obama é a primeira mulher na presidencia.
chesto…quero aquele t-shirt ! ))
( american thinker nao é minha leitura preferida..
me sinto mais “canhota” u know ? )
Sensacional!
Do Gigante Khaled Meshall, do Hamás, sobre o discurso do queniano…
”
Foi discurso cuidadosamente construído. O discurso visou, principalmente, a melhorar a imagem dos EUA e a aplacar os muçulmanos. Não nos preocupam os objetivos dos EUA, mas esperamos mais do que palavras. Se os EUA desejam abrir nova página, nós sem dúvida consideramos bem-vinda essa intenção. Estamos prontos para contribuir nesse esforço. Mas não acreditamos que alguma coisa aconteça só com palavras. É preciso que todos vejam atos, ações. Que os EUA mudem o que fazem, não só o que dizem.
Um palestino que tenha ouvido esse discurso só terá uma pergunta a fazer: e por que não falou sobre o que realmente torna nossa vida impossível? Os palestinos ‘ouviram’, do discurso, que não houve qualquer menção nem à guerra em Gaza nem aos crimes de guerra praticados por Israel.
”
Corretíssimas palavras deste líder da resistência palestina.
Viva a resistência palestina!
Íntegra lá no Azenha:
“O Hamas e Obama”
Hamás 10 x 0 eua-iSSrael
O gigante Khaled Meshall, do Hamás, ensina Ética ao queniano…
”
As ações dos palestinos são reações. Os palestinos só fazem resistir à ocupação. São ações de defesa, de autodefesa.
Por que os norte-americanos apoiaram os Mujaheddin contra os soviéticos, no Afeganistão?
Por que os ingleses apoiaram os franceses, contra os nazistas?
Por que os EUA fizeram uma revolução contra os ingleses?
Todos esses são movimentos de defesa. De autodefesa.
”
Abaixo o fascismo ianque-issraelense!
Toda solidariedade a resistência palestina!
169, faz um esforcinho, Conffa.
Antonio,
Vc citou o Peirce. Tive - na PUC-SP - uma disciplina deSemiótica maravilhosa sobre ele. Mas, depois da facu de jornalismo (1992!), nunca mais acompanhei. Eles ainda tavam liberando os textos deles, traduzindo…
Tem algum link sobre isso? Pode ser em inglês, tb…
Abs.
Fabio Passos // 6/June/2009 às 19:33
Hamás 10 x 0 eua-iSSrael
Fábio, o combinado Eua-Israel, fez dois gols de falta. Em seguida vieram mais quatro, cada um mais bonito que o outro. E um, lindo, de bicicleta. O penalti foi um tanto duvidoso, mas o juiz foi implacavel e apontou a marca do cal. Goleiro num canto, bola no outro. 10 a 8.
O time do Hamás recuou e seu treinador resolveu agir. Tirou um atacante e colocou um homem de meio campo para segurar o resultado. Erro fatal. Logo a partida estava empatada. 10 a 10.
Vai começar o segundo tempo. E como você sabe, futebol é uma caixinha de surpresas….
Em todo caso o técnico do combinado Eua - Israel deu entrevista no vestiário. O time volta com duas laterações. O ponta direita Ibranovich e o centro avante, Roy. Espera ganhar o jogo cruzando bolas altas na área, já que o número 10, Roy, é ótimo cabeçeador.E Ibranovich, o camisa 7, coloca a bola aonde quiser, com perfeição.
Você pode acompanhar o jogo online clicando no meu nome. O VT completo do jogo, amanhã, á partir da 11h, logo apos o final do Grand Prix de FI da Turquia.
Robert Dreyfuss, extremamente otimista com o discurso do queniano…
”
Obama saberá convidar Ahmadinejad e o aiatolá Ali Khamenei, o líder supremo, para conversações? Para isso, será preciso, antes, que Obama venda a ideia de conversar com Ahmadinejad a um público norte-americano desconfiado, já condicionado por Bush, pelos neoconservadores, e, sim, também por Hillary Clinton, a reagir com chute abaixo da linha da cintura aos discursos do iraniano. Mas que temos de conversar, temos. Tenho certeza de que a equipe de Obama já está dando tratos à bola para descobrir meios de vender Ahmadinejad ao público interno nos EUA. Espero, pelo menos, que esteja.
”
Íntegra lá no Azenha:
”
Três testes para Obama, no pós-discurso
“
cnn Obama Government Motors
Hj tem eleições no Líbano, a mais importante desse ano, na minha opinião. Vamos ver qual vai ser o efeito do discurso do Obama. Vamos ver qual é a real intenção do povo libanês.
Waldyr Kopezky
Infelizmente, não saberia te informar referências de trabalhos dele traduzidos aqui no Brasil.
Creio que o melhor é pedir os originais em inglês, via amazon (”Essential Peirce”, alguns volumes). Dos comentadores atuais, vale a pena ler a herdeira de Peirce, Susan Haack.
Abraço,
ACT
Valeu, Antonio…
Abs.
Ficou uma duvida ao terminar de ler seu texto.
E quando os seu ditos “radicais” tem razão?
E quando eles, com suas soluções, resolvem o problema?
E seus tons de cinza não resolvem?
Vc reconheceria seu sucesso ?
Quando, e se, daqui a dez anos, o Iraque tiver uma democracia, prosperiadade e segurança para as pessoas (pelo meno a segurança média que o mundo tem ), você irá dizer alto e claramente : ” George Bush estava certo!?
“.