Cuba bem-vinda na OEA
Os chanceleres reunidos na OEA votaram, hoje, pelo reestabelecimento da presença de Cuba na organização. Há duas condições: que Cuba peça para retornar e que concorde com as exigências relativas a direitos humanos da organização.
É uma derrota diplomática dos EUA e mostra de que a Organização dos Estados Americanos não é uma entidade subordinada aos interesses norte-americanos. A decisão também desmente uma das premissas de meu post anterior: a diplomacia latino-americana não estava testando o nível de cooperação dos EUA de Obama. Foram em frente e votaram.
Cuba ainda não se manifestou.
Ainda sobre o assunto:
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E agora Cuba vai se recusar a voltar à OEA e deixar todo mundo com cara de bolacha.
Agora Cuba será testada, Pedro!
derrota de Obama e a engraçada clinton…
Antes de mais nada, deve ser ressaltado que foi uma vitória do Brasil, o principal defensor da resolução gradual do problema, pois a decisão tomada foi exatamente a que o Brasil defendia.
Não foi uma derrota dos EUA, pois eles sabiam muito bem que o banimento de Cuba seria revogado e queriam apenas interpor condições à reintegração de Cuba no organismo. Queriam e conseguiram. Achar que houve cooperação de Obama é uma interpretação por demais otimista: dar tapinhas nas costas e dizer que alguém é o cara, Obama faz; abrir mão dos interesses escusos estadunidenses ele não faz e não fará. Como, ao contrário do Bush, ele é inteligente, distribui sorrisos e não muda nada.
Seria justo que os direitistas desse arraial reconhecessem que a diplomacia do Brasil de Lula é a mais realista e inteligente da América: nem a subserviência deslumbrada de FHC nem a jactância bombástica de Chevez. Mas, claro, isso é querer demais…
Joião Daltro, a diplomacia de Lula é o coitado do Celso Amorim.
Completando: Onde se lê Chevez, leia-se, obviamente, Chavez.
Espero, sinceramente, que Cuba não reingresse na OEA.
Bem Vinda, Cuba na comunidade latino americana!
E que os facistas que se fodam!
iiiiiiiiiiiiiiiiiiii………….
porque?
.S. to Respond to North Korea with ‘Strongest Possible Adjectives’ ….
Obama: We are Prepared to Consult Thesaurus ….
One day after North Korea launched a successful test of a nuclear weapon, President Obama said that the United States was prepared to respond to the threat with “the strongest possible adjectives.”
“US Defense Secretary Robert Gates has not ruled out pumping more funds into the nation’s anti-missile defense budget if North Korea threatens the United States.
hã… esta foi boa.
Se Cuba não voltar a OEA rapaz… a OEA acaba!
A AL já não come mais na mão destes fascistinhas ianques.
Melhor se acostumar… a ruptura ainda mal começou.
E viva o novo grito de independência latinoamericana!
A OEA é uma agência ianque para controle das Américas…
Reintegrar Cuba?
Não tenham dúvida… a cobrança sobre direitos humanos vai é chegar nos ianques.
Muito bom.
A asquerosa ditadura ianque é a principal fonte de desrespeito aos direitos humanos no planeta.
Punição aos carrascos nazistas:
- bush
- cheney
- rumsfeld
- rice
Esta gangue de terroristas precisa pagar por seus crimes contra a humanidade.
essa piada é ótima.
OEA?
Ainda não entenderam… não é classe média-JN-quadrilha veja?
Que tal com um desenho?
http://www.rebelion.org/imagenes/p_02_06_2009.jpg
Leiam lá no Kaosenlared:
”
¿Cuba en la OEA?
Cuba, así como los demás países de Nuestra América, nada tienen que hacer en la OEA. Lo que hace falta es fortalecer sin más dilaciones proyectos de integración regional como el ALBA o la UNASUR.
”
Um barato… os ianques pilantras já não sabem mais o que fazer:
”
… Sería un error imperdonable pensar que debido a este declive de su capacidad de dirección política -e intelectual y moral a la vez- el imperialismo depondrá sus armas y comenzará a relacionarse con nuestros países en un pie de igualdad.
(…)
La OEA, en cambio, es una institución insanablemente anacrónica y por eso mismo inservible: representa un mundo que ya no existe sino en los delirios de los nostálgicos de la Guerra Fría ypor eso no puede hacer ninguna contribución para enfrentar los desafíos de nuestro tiempo. Después de haber derogado la resolución de 1962 le haría un gran servicio a la humanidad si decidiera disolverse.
“
Há dúvidas sobre esta conversa de “condições”… até porque, se for verdade, a OEA teria de partir prá cima dos fascistinhas ianques.
Leiam no Kaosenlared…
”
Cuba demuestra, sin estar presente, su infinita superioridad moral frente a EEUU en la reunión de la OEA
La Organización de Estados Americanos (OEA) ha acordado readmitir a Cuba, expulsada en 1962. La resolución final no introduce ningún tipo de condición.
”
Aqui uma breve descrição de como a OEA serviu como instrumento da asquerosa ditadura estadunidense… e da claríssima inferioridade Ética dos ianques diante de Cuba:
”
Hace 30 años a EEUU le hubiera bastado con chantajear levemente a sus marionetas de la OEA, para obtener una resolución favorable, ahora, en cambio, ni siquiera puede hacer eso.
Cuba, sin estar presente, ha batido a EEUU en toda regla es decir, ha demostrado, con su resistencia que al imperialismo se le puede derrotar políticamente, entre otras cosas porque el socialismo es infinitamente superior en dignidad y moral, a la barbarie capitalista.
“
Frangão!
Doa a quem doer;;;;;;;;;;
Porque seria diferente?
Se Strossener manteve o Paraguay na OEA por que não Cuba?????????
Lembram da “Declaração de Cumaná” da ALBA?
Não?
Não apareceu no JN e na quadrilha veja?
Uma pena…
A vanguarda continua a toda:
“Declaração de Cumaná”
”
12) A respeito ao bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba e a exclusão desse país da Cúpula das Américas, os países da ALBA reiteramos a Declaração de que todos os países da América Latina e do caribe adotaram no passado 16 de dezembro de 2008 sobre a necessidade de colocar fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelo governo dos Estados unidos da América a Cuba…
Adicionalmente, consideramos que fracassaram as tentativas de impor o isolamento de Cuba, que hoje é parte integrante da região da América Latina e do Caribe, membro do Grupo do Rio e de outras organizações e mecanismos regionais, que desenvolve uma política de cooperação e de solidariedade com os países da região, que promove a plena integração dos povos latinoamericanos e caribenhos e, portanto, que não existe razão alguma que justifique sua exclusão do mecanismo das Cúpulas das Américas.
”
Que seja bom para Cuba.
Derrota diplomática dos EUA? Não mesmo. Tudo aqui é muito divagar. Calma, Pedro.
abraços
Mais uma vitória do Foro!
era a ultima coisa que cuba desejava.
uma grande vitoria de Obama.
gj
Putz, não tem um botãozinho de ignore não?
João Daltro fez um bom comentário. Confesso que minha vida tem sido um pouco corrida esses últimos dias para acompanhar esses assuntos.
Mas digo que parece-me já um certo avanço. Acho que é um vitória sim mostrar a intenção de ver Cuba na OEA. Agora sobra pra Cuba dar o próximo passo, expõe tanto eles como americanos. Na diplomacia, as aparências são tudo.
É interessante avaliar quanto tempo Cuba levará para pronunciar-se sobre a decisão da OEA. Esse dado será talves mais relevante do que o próprio comunicado, aceitando ou não.
18..marxismo.
Caros, boas. Parece não haver dúvidas de que a OEA sempre esteve primordialmente subordinada aos interesses dos EUA. A OEA em toda sua insignificância ,diga-se. Fórum safado, incapaz de uma mísera iniciativa de peso em qualquer campo. Mas foi uma sinalização, ainda que nem derrota acachapante dos americanos , nem vitória de nenhuma dipomacia em especial. E Cuba, por sua vez, já deixou claro que não tem o menor interesse em voltar à OEA. Pirraça besta , qualquer nova oportunidade de ampliar o diálogo seria benfazeja.
Sobre os resultados da diplomacia pátria sob FH ou Lula, parece-me que a comparação é até covardia, dada a ampla vantagem para o atual governo. Tanto nas tratativas para abrir/consolidar parcerias comerciais quanto na participação brasileira nas mais diversass dicussões, com um protagonismo, ou pelo menos inspirando um respeito saudável e poucas vezes visto, o Itamaraty com Celso Amorim à frente, com todos os seus vários defeitos, conquistou um espaço muito mais condizente com a importância do país no chamado xadrez internacional. Importância que ainda é pequena, e talvez jamais seja o que alguns acreditam que deveria, mas está muito além do ” Yes sir” a que nos habituaram.
Pimentel,
Duas observações: a OEA no plano diplomático sempre foi subordinada aos EUA em parte pq todos os outros Estados Associados assim fizeram.
Agora tomaram uma posição diversa, mostrando que o jogo pode ser outro, dando relevância política à OEA.
Isso porque no campo dos direitos humanos a OEA tem outra imagem e é cada vez mais um forum relevante para se condenar a prática de desrespeito a eles.
Está longe do ideal, correspondente ao modelo de defesa dos direitos humanos na Europa, mas tem a sua relevância, com condenações de vários Estados pela violação de direitos humanos.
Quanto à Cuba (e os Castros), acredito que recebeu o mais indesejado dos presentes: um convite à volta à normalidade.
Todo e qualquer governo que deseje manter a unidade interna, mas não tem como fazer isso promovendo o progresso social e a paz interna tem que achar um inimigo externo.
Para Júlio César foi a Gália, para a Igreja Católica na Idade Média foram as Cruzadas, para Napoleão foram suas várias guerras, para Fidel Castro foi os Eua.
A normalidade não interessa aos Castro, pois teria que dialogar com o mundo, teria que encontrar soluções medianas, perderia a força do falso argumento explicativo das dificuldades econômicas de Cuba.
Voltar à OEA é ter que abrir diálogo, coisa que o governo cubano não quer, pois será o início do seu fim.
Manchetes de amanhã:
Obama espera que Cuba peça.
Obama abre pra Cuba.
Cuba na OEA
Manchete do ano que vem:
Cuba, aberta, cresce.
Julio está certo.
A acusação de que a OEA era joguete dos EUA é muito inocente.
Diplomacia se faz com influência. Obviamente que uma organização como a OEA acaba se dobrando muito à vontade dos EUA, porque os EUA nunca tiveram um rival de peso no continente. E pra melhorar, o segundo país mais forte sempre foi um aliado natural, concordando com eles em 99% do casos (não poderia ser diferente).
Com o crescimento de outros países (especialmente o Brasil) é natural que a influência dos EUA diminua. E o primeiro sinal disso foi a decisão que gerou este post.
Claro que a mudança de mentalidade em Washington e o foco mundial em outros problemas ajudou um pouco o pessoal da OEA a dar esse passo um pouco mais largo do que teria preferido o Tio Sam.
A ver o desenrolar do jogo.
Depois desta decisão, Cuba vai até lançar foguetes…
Quero ver Cuba lançar. :o)
Que tal “subestimada aos interesses chavistas”?
A América Latina, como sempre, na vanguarda do atraso. Se bem que, desta vez, o mundo inteiro parece estar se latinoamericanizando.
O que os esquerdiotas vão fazer, quando o paraíso ruir e não tiverem mais uma Miami para onde fugir?
Será que terão que ser forçados a migrar para Havana, finalmente?
cuba chama a “oea” de “cavalo de troia” dos usa na américa latina…
Caramba eu achava que de radical aqui so o chesterton, mas parece que na mesma proporção de esquqerda e direita, tá cheio aqui.
E nº 1, eu também quero! hehehe
Curioso os posts de cuba terem sido precedidos por um sobre a coreia do norte. A guerra fria está acabando. Só falta cair o muro de Kim Jong Il. E a vitoria não é do mercado e da democracia. China e Russia desmentem tao teoria em diversos níveis. A revelia dos teorícos do “fim da história” (quanta presunção academica), a história continua. E infelizmente, nem sempre caminha para melhor. História é isso, marchas e contra-marchas. História não é só mudança, é também a permanencia, muito mais dificil de ser “apreendida” pelos estudiosos.
A decisão da OEA foi, sim, uma derrota para os USA. E foram derrotados, também, todos os que fizeram prognósticos contrários.
Há poucos dias o jornal OESP publicou artigo do ex-ministro mexicano Castañeda, que costuma atuar porta-voz de interesses norteamericanos. No artigo, débil e panfletário, aquele indivíduo chama de “equivocadas” as posições do Brasil, Argentina e Chile, favoráveis à entrada de Cuba, enquanto aplaudia as diplomacias mexicana e colombiana, ambas pró-USA. O resultado esclarece a questão e demonstra, uma vez mais, a estreiteza analítica do rapaz.
Cuba pode até desprezar a OEA e não pedir seu retorno, fato que daria maior ênfase à criação e fortalecimento da outra comunidade. Mas a decisão é histórica e comprova o inequívoco fortalecimento político da América Latina, com especial destaque para a diplomacia brasileira.
O fato dos EUA não terem se oposto a volta de Cuba à OEA aparente ser uma jogada política, para forçar os Castros a abrirem díalogo. Agora vamos saber qual é o real desejo dos irmãos-ditadores.
Há uns 4 anos participei de um evento reunindo representantes de governos locais de praticamente todos os países das Américas.
A OEA se fez representar.
Lá pelas tantas, o representante da OEA, um argentino, disse que sua organização não mantém relações com países que não adotam o regime democrático. E que, de todos os países das Américas, a OEA não mantinha relações com apenas um. Que todos sabiam que país era esse, de modo que ele se dispensava de citá-lo nominalmente.
O supracitado ditocujo — provavelmente por desmemória, coitadinho… — deixou passar, em sua análise, o fato de que a OEA manteve em seu quadro e financiou os mais diferentes tipos de ditaduras latinoamericanas, inclusive a brasileira, que era uma ditadura do tipo rotativa (os ditadores cumpriam mandato).
Na realidade, o recado do argentino era pra Bolívia, cujo presidente à época, Carlos Mesa, vivia cronicamente sob ameaça de golpe.
Ao que parece, o representante da OEA estava lá pra dizer que, se houvesse golpe na Bolívia, sua organização fecharia as torneiras que jorravam dinheiro barato para aquele país.
Só que o recado saiu vesgo e descalibrado. Acabou respingando m… em quem não tinha nada com a farofa (até então, Cuba dizia não ter interesse em retornar para a OEA).
Na mesa, bem ao lado do represeentante da OEA, estava o representante de Cuba. Que, educadamente, não respondeu à grosseria do javali argentino.
À noite, num papo solto depois do jantar, o cubano disse que Cuba necessitava e queria retornar à OEA. Mas seu país jamais retornaria à organização se o preço para isso fosse abrir mão de um milimetro que fosse de sua soberania.
Fiquei, com meus botões, tabulando as falas. Um falava “ditadura” e “direitos humanos”. O outro respondia com “soberania”.
De um lado, os EUA não são tão fanáticos assim pelos tais “direitos humanos”, quando isso lhe convém.
De outro, se a soberania de Cuba depende da manutenção de presos políticos, então melhor pedir o cancelamento do Alvará de Licença para Funcionamento da ilha, né?
Ou seja: debate de dois surdos, um falando grego e o outro japonês, com a mediação de um haitiano analfabeto.
Para Cuba, ingressar na OEA é um bom negócio. A organização tem muita grana e os juros que ela cobra são mais baixos que a média do Sistema Financeiro Internacional. Para investimentos em infraestrutura urbana, salvo engano, os juros da OEA são de mais ou menos 4% ao ano.
Numa época de vacas magras, a grana da OEA faria bem a Cuba.
Nos anos 1960 o comunismo foi o mote pra expulsar Cuba, contra o voto brasileiro decidido pelo então presidente Jânio Quadros.
No embalo, Jânio articulou a venda de tratores brasileiros para ilha, obteve a libertação de um sacerdote católico preso por Fidel (faturando uns pontinhos junto ao Vaticano), e, sacramentando tudo, condecorou o Che, que chefiara a delegação cubana no Uruguai.
Agora, a decisão da OEA exibe a notória digital da diplomacia brasileira: nem tanto ao mar, nem tanto à terra.
Pro Brasil ter entrado nessa, então deve ter rolado uma negociação detalhadíssima, com a ilha e com os EUA.
Os bastidores devem ter funcionado furiosamente. Talvez agora tenha ficado mais claro porque Obama disse que Lula era “o cara”.
Se aconteceu o que penso ter acontecido, Lula deu um baile e se cacifou ainda mais.
E o Itamarati manteve a escrita que lhe é característica: eficiência e discrição ao extremo.
Com a decisão da OEA, ficou mais fácil para os dois lados, negociar internamente a flexibilização da posições.
“Com a decisão da OEA, ficou mais fácil para os dois lados negociar internamente a flexibilização DAS respectivas posições.”
O outro acha que Miami é o parâmetro pra o ideal dos cubanos, ou talvez dos “latins”. É muita subserviência. Talvez devêssemos ser como a Jamaica, um “quase” Estado americano. Seríamos mais felizes, não?!
Se Cuba entra, vai ter que se abrir. O sorriso maroto do Obama é inteligente e pragmático. Pra que essa birra com Cuba, se dá pra ganhar dinheiro por lá?! Ainda que Cuba seja -1 no comércio americano. E assim Cuba será apenas mais um Estado, ainda que híbrido (estilo a China, só que sem o charme revolucionário que passará apenas a constar dos livros de história). Che e Fidel ficarão no passado, e o livre mercado por lá aportará, claro que, agora, sob as rédeas de um Estado mais atuante. Aos direitobas empedernidos, que espezinham Cuba sem saber bem o porquê, vão se acostumando: acabou-se a era Bush do tacape na mão e inteligência no “forevis”. Que venha o multilateralismo!
Rapaz! Obama também é o cara!
Elias, ditaduras marxistas são bem piores que as demais. Em todos os sentidos.
Chest,
Por maior que seja a minha repulsa às ditaduras marxistas, não podemos ter dois pesos e duas medidas. Nesse caso eu concordo com o Elias: ditadura é ditadura. Se aceitaram ditaduras de direita, não há porque não aceitar a comunista.
Agora nos resta esperar que Cuba abra a sua economia e pare de aprisionar seus cidadãos.
Cuba soberana?!
Depois do Golpe de Estado de 1959 Cuba passou a ser parte do Império Soviético. Um lugar que a medicina Soviética utilizava para fazer estudos e tratamentos sobre doenças tropicais. Depois que a URSS deixou de existir Cuba passou uns anos boiando até achar o seu novo Imperador em 1999: Hugo Chavez. Desde 1999 Cuba é “pau mandado” da Venezuela. A Venezuela manda e Cuba responde como os probres miseráveis do nordeste brasileiro:
- “Sim, senhor, coroné”?
Cuba é apenas uma coloniazinha que serve para exportar açougueiros, oops, “médicos” e “enfermeiros” para aVenezuela a preço de banana.
Cuba nunca soube o que a palavra soberania significa. A Venezuela quer apenas ter direito a dois votos na OEA, o voto dela e o de Cuba.
Rodolfo, há graduações sim senhor. Falar que ditadura é ditadura é nivelar 2 coisas completamente diferentes. Não sei sua idade, mas vivi o regime militar, e creia-me, se você não pegasse em armas para derrubar os milicos, a vida cotidiana era bem melhor que hoje.
A aceitação popular dos militares era enorme, não fosse a crise do petroleo, com a crise economica, seria até muito mais tempo.
Esse papo de que ditadura é tudo igual começou com o Alberto Dines, na resposta ao editorial da FSP que falava em ditamole, que é cvmo se melhor define o regime militar.
Dines levou porrada de tudo quanto que é canto. Fica evidente que falava em nome dos que querem legitimar Fidel et caterva.
Agora nos resta esperar que Cuba abra a sua economia e pare de aprisionar seus cidadãos.
+
acabou-se a era Bush do tacape na mão e inteligência no “forevis”. Que venha o multilateralismo!
= os cubanos comuns se ferraram de vez. Multilateralismo é isso, escravidão´se torna legítima.
Chest,
Realmente não vivi a ditadura, mas não é esse o ponto. Não estou discutindo a intensidade da ditadura, mas sim o regulamento. Se ser um regime democrático é um requisito para ser membro da OEA, então qualquer país que não seja uma democracia está automaticamente incluido nesta lista, seja ele uma ditadura marxista que mata 100.000, seja uma ditadura islâmica que defendo o extermínio do ocidente, seja uma ditadura brasileira que mete a porrada em estudante rebelde.
Há um poema do Brecht que dá título a um filme, “Alemanha, mãe pálida”, em que o poeta apostrofa sua pátria, na época do nazismo, assim: “por que falam tão bem de ti na casa dos opressores?” e é do que me lembro toda vez que esses berda-merdas de coisas tipo a revista Foreign Relations falam bem do governo Lula para vilificar Cuba por contraste. É o modelo de sociedade que os EUA querem para a América Latina: todas as desigualdades e injustiças preservadas debaixo de um tampão de Welfare State , a cooptação em lugar da opressão violenta, mas com todas as desigualdades - que Cuba aboliu - preservadinhas….
Rodolfo, esse regulamento foi feito depois que os regimes de excessão latinoamericanos acabaram, para que não voltassem.
Fora de tema - PD
os americanos estao realmente preocupados com isso?
essa decisao vai beneficiar o povo cubano?
muito barulho por nda…
Chesterton,
Com ditadura não quero papo.
O sentido do que eu disse é que as alegações, de parte à parte, são inconsistentes.
Os EUA não são tão dedicados à causa do respeito aos direitos humanos, né mesmo?
E é um absurdo que Cuba queira nos fazer crer que, sem presos políticos, ela perde a soberania.
Preso político não tem a ver com soberania. Tem a ver com a (falta de) democracia.
Cuba não quer a OEA, e daí?
A OEA não serve para nada, nunca serviu para nada, nem os EUA jamais aproveitaram nada dela, que dizer os outros países.
Acabem com a OEA, no dia seguinte, ninguém perceberá a diferença.
Cuba realmente acabou com as desigualdades, todos estão na merda. Médico dirige taxi pra complementar um pouco o orçamento. Atletas vêm para o pan do rio e voam, como abelha em mel, atrás de artigos eletrônicos. E olha que o Brasil não é nenhuma potencia tecnológica, e o Rio não é nenhuma zona franca tributária. Aliás, como será o Duty Free do aeroporto internacional de Cuba?
Essa história de elogiar a sociedade cubana porque acabou com as desigualdades é um dos maiores engodos da historia.
Olha ai o país da igualdade…
Ah, sim.
Pra que se tenha uma idéia de como o Lula se cacifou, o Obama já convidou “o cara” pra ser o próximo presidente do Banco Mundial.
A grande imprensa brasileira, claro, fez cara de paisagem. Se fosse o FHC…
Por falar nele, aguardo para breve, um FHC roído de ciúmes desandar a falar bobagens contra o Lula.
Já comecei a contagem regressiva. Se passar do próximo final de semana é porque FHC está doente.
OEA é muito pouco… ainda é preciso fazer justiça!
”
Movimientos sociales demandan el cese inmediato del bloqueo a Cuba
”
Lá no Rebélion…
”
Desde su fundación, la Organización de Estados Americanos (OEA), ha sido y sigue siendo, un instrumento al servicio del Imperio Yanqui, para manosear y despojar a los pueblos Latinoamericanos de su derecho a la libre autodeterminación. Desde este espacio se ha promovido la defensa de un sistema económico, político y social, (el capitalismo) que ha dado como resultados: bloqueo económico, saqueo y explotación de las riquezas de los pueblos y chantaje a los Gobiernos perpetuando así la desigualdad y la injusticia social.
”
Já passou da hora destes ianques fascistas colocarem a viola no saco…
Sugiro uma boa leitura a todos aqueles que são muito mal informados pela mídia-corrupta…
“Declaração de Cumaná”
Declaração da ALBA condenando o pérfido embargo ianque contra Cuba:
“CONSIDERANDO as resoluções aprovadas pela Assembleia Geral das nações Unidas sobre a necessidade de por fim ao Bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba, e as expressões que sobre o mesmo tem sido aprovadas em inúmeras reuniões internacionais,
“AFIRMAMOS que na defesa do livre intercâmbio e da prática transparente do comércio internacional, resulta inaceitável a aplicação de medidas coercitivas unilaterais que afetam o bem estar dos povos e obstruem os processos de integração
“RECHAÇAMOS da forma mais enérgica a aplicação de leis e medidas contrárias ao Direito Internacional, como a Lei Helms-Burton e exortamos o Governo dos Estados Unidos da América a que ponha fim à sua aplicação
“PEDIMOS ao governo dos Estados Unidos da América que cumpra com o disposto em 17 resoluções sucessivas aprovadas pela Assembleia geral das Nações unidas e coloque fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro que mantém contra Cuba”.
Íntegra lá na Adital
Viva la Revolución!
Hugo Chávez comemorando a vitória da democracia… e a derrota da ditadura estadunidense…
“Já não somos o quintal dos Estados Unidos, já não somos colônia”
Hugo Chávez.
OEA?
Muito pouco… os ianques terroristas precisam é retirar o embargo genocida contra o povo cubano!
Lá na Adital:
”
Cuba reafirma não ter intenção de voltar à OEA
”
”
O governo cubano avaliou como vitoriosa a revogação da resolução que excluía Cuba do Sistema Internacional desde 1962, sob decisão da Organização dos Estados Americanos (OEA), mas afirmou que ainda não pretende participar das decisões da organização.
Ontem (3), a 39ª Assembleia Geral da OEA aprovou, por consenso, a revogação do decreto de 47 anos que não permitia Cuba de fazer parte do Sistema Interamericano e, com isso, fazer parte da organização.
“Essa determinação não muda nosso critério sobre a entidade e não modifica em nada a postura de Cuba de se tornar membro do grupo”, afirmou o presidente do parlamento de Cuba, Ricardo Alarcón, à Prensa Latina.
“Há muitas coisas que devem mudar e que, por suposto, não possuem nada a ver com a resolução de 1962″, considerou Alarcón. O parlamentar ainda tratou a resolução de 1962 como “uma medida que era anacrônica e distante da realidade”…
Elias, Chaves, na sua opinião, é ditador? A Venezuela é uma semi-ditadura?
Cuna precisa de dinnheiro? Oras, é só botaream a mão na grana que Fidel manda para o exterior e em seus bens particulares e muita coisa pode ser resolvida por lá. Ná precisam mesmo de OEA nenhuma.
Vitórias de Celso Amorin?!?!?! Quais foram as outras? A de que perdeu eleições para a própria OEA, reconheceu a China como economia de mercado pensando que sustentariam seu apoio a entrada do Brasil no Conselho de segurança da ONU e depois do reconhecimento a China reitrou o apoio? E aliás, por que o Brasil quer uma cadeira por lá? No episódio do desastre do vôo da Air France demonstrou como estamos mal mesmo em patrulha/SAR, como podemos enviar tropas mundo afora? Esquizofrenia!
E agora Cuba faz beicinho para a OEA mesmo com o esforço dos amiginhos para colocaren-no clube. É capaz que Celso Amorin, Lula et caterva ainda façam alguma arrecadação de $$$$$ para doar a Cuba e “convencê-los’ a pegar a carteirinha de sócio…….
E tem otário que acredita na lenda que os EUA matam os cubanos de fome:
americaeconomia.com.br/83557-Quem-alimenta-Cuba.note.aspx
“…Uma das áreas onde a concorrência é maior é na indústria de alimentos, setor em que os cubanos, através da agência oficial Alimport, importam cerca de US$ 1,6 bilhão ao ano em produtos alimentícios e agrícolas. Até o momento, o país que fornece a maior parte dessas compras são, surpreendentemente, os Estados Unidos. É que, graças ao ex-presidente Bill Clinton, que firmou em 2000 a lei Trade Sanctions Reform Act (TSRA), os fabricantes e exportadores desse país podem vender legalmente produtos agrícolas e outros tipos de alimentos à última economia marxista do Hemisfério Ocidental, apesar do bloqueio econômico que há anos isola a ilha. A reforma permitiu que as empresas dos EUA passassem dos US$ 4,3 milhões em alimentos vendidos a Cuba em 2001 a quase US$ 400 milhões em 2004. Nomes como Cargill, Louis Dreyfus e ADM (Archer Daniels Midland) estão entre os principais vendedores. Os burocratas cubanos não se incomodam com a idéia de comprar alimentos do país inimigo, pois lhes serve como publicidade para fomentar mais comércio entre as duas nações, especialmente em estados agrícolas mais conservadores…”
Quem explora mesmo o povo cubano são Fidel, Raul e sua quadrilha. Mas, se eles querem e gostam o problema é deles. E quem não gosta que tente fugir com botes improvisados e não ser pego e fuzilizado sumariamente. E se for boxeador, vá para outro lugar menos o Brasil tá ?!?!?!?
Chesterton,
Não gosto do Chavez nem do que ele representa.
Esse negócio messiânico, esse papo de caudilho… não bate bem comigo. Questão de formação, talvez.
Pessoalmente, acho o Chavez um pé no saco! Ele é da
Foi sem querer…
Repito, então.
Chesterton,
Não gosto do Chavez nem do que ele representa.
Esse negócio messiânico, esse papo de caudilho… não bate bem comigo. Questão de formação, talvez.
Pessoalmente, acho o Chavez um pé no saco! Ele é daquele tipo que não pode ver microfone. E, quando pega o microfone, não sabe a hora de parar.
Ninguém mais se aguentando. Muita gente cochilando. Todos silenci0samente implorando que ele pare. E o cara não se manca. Fala, fala, fala…
Um chato à quinquagésima potência.
Uma espécie de cruzamento de Fidel Castro com Jarbas Passarinho.
Agora, não considero o regime dele uma ditadura.
A Venezuela é uma democracia. Com um monte de defeitos, como o Brasil. Mas uma democracia.
O falecido Paulo Francis costumava dizer que, se você chega num país e há um bando de gente dizendo que aquilo ali é uma ditadura, que o governo é tirânico e criminoso, etc, etc… nem tenha dúvida: você está numa democracia.
Agora, se, no tal país, tá todo mundo dizendo que o regime é democrático, que o governo é honesto e justo… nem pense duas vezes: você está numa ditadura.
Só numa democracia você pode chamar o presidente de ditador desonesto e, assim mesmo, continuar vivo… e em liberdade.
Desiste Elias, essa cambada de reaça tapado acha, quando é conveniente, que um país onde existe eleições livres e o povo pode esculachar a vontade o governante é uma ditatura. Mas se amanhã o Chavez decidir virar gorila dos americanos,Chavez pode mandar torturar, estuprar e matar à vontade que essa cambada fica caladinha…
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