Top-10 dos ditadores
A revista norte-americana Parade organiza todos os anos o ranking dos piores ditadores do mundo. Na lista de 2009, Robert Mugabe, do Zimbábue, está em primeiro. O que lhe garante a posição é um país com desemprego em 85% e a pior inflação do mundo. Mais de 5.000 opositores apanharam ou foram torturados em prisões nos últimos tempos. 3.800 cidadãos morreram de cólera desde agosto passado.
Em segundo na lista da Parade encontra-se Omar al-Bashir, do Sudão. A África tem quatro ditadores no top 10. A lista segue:
3. Kim Jong-Il, Coréia do Norte
4. Than Shwe, Mianmar
5. Rei Abdullah, Arábia Saudita
6. Hu Jintao, China
7. Sayyid Ali Khamenei, Irã
8. Isayas Afewerki, Eritréia
9. Gurbanguly Berdymuhammedov, Turcomenistão
10. Muammar al-Kadafi, Líbia
Após os 10 mais, a Parade segue (todos os anos) com outros dez que levam a menção desonrosa. Agora, em 2009, pela primeira vez Islam Karimov do Uzbequistão não aparece na lista principal – caiu para 11o. Em 12o e 13o estão os conhecidos Bashar al-Assad, Síria, e Raúl Castro, Cuba.
Ser ditador independe de importância geopolítica – a China, afinal, é importante pacas, e a Eritréia, coitada, irrelevante. Independe de ideologia. Independe de amizades – os carinhos norte-americanos em direção aos Sauds sauditas, que governam o país que levou seu nome são evidentes; o estresse com Cuba e Irã, idem.
Hugo Chávez* sequer aparece.
*: Sim, já chamei Chávez de ditador. Mas, não, não acho que Hugo Chávez seja um ditador – não como os desta lista, com D maiúsculo. Há muitos tons de cinza no mundo. Chávez governa uma democracia que não pode ser considerada democracia plena, porque na Venezuela não há independência dos três poderes. Essa é uma discussão que já tivemos por aqui. Citá-lo no post foi uma provocação com quem chama Chávez de ditador com muita facilidade
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se dser ditador é bom não sei,
mas o pais que é comendado por meio de ditadura é uma merda, são paises miseraveis, sem qualquer espectativa de vida para pessoas de baixa classe social.
Penso que tanto os comunistas como os nazistas
foram e são os piores ditadores, mas os EUA é o maior deles fomentou as ditaduras da América Latina, intervem em qualquer parte do mundo como se fosse deles.
Quanto aos Russos e os Alemães( na época do nazismo) foram iguais, inclusive a Russia se voltou contra a Alemanha porque não conseguiu negociar com os arianos o domínio da Europa.
Portanto é tudo um jogo de interesses, poucos ganham e outros só ficam discutindo o sexo dos anjos.
E que tal esta declaração da ALBA mostrando claramente como a ditadura estadunidense cerceia a liberdade…
“Declaração de Cumaná”
”
Condenamos a discriminação dos migrantes em qualquer de suas formas. A migração é um Direito Humano, não um delito.
Portanto, demandamos uma reforma urgente das políticas migratórias do governo dos Estados Unidos, com o objetivo de deter as deportações e prisões massivas; permitir a reunificação das famílias; reclamamos também a eliminação do muro que nos separa e nos divide, em vez de nos unir.
”
Eles são os mais terríveis malignos poderosos do mundo, são responsáveis pela dor e desgraça de milhões de seres e ainda irão continuar com seus planos malignos. São seres inferiores que viveram no inferno, no baixo umbral como grande demonios de poder que subjulgavam, torturavam e escravisavam os outros que lá também estavam a sofrer, quando reencarnados estes seres em vez de aproveitar para evoluir e se redimirem, tentaram com sucesso obter o poder para continuar com seus atos de crueldade e como só Deus parece ter o poder de acabar com eles então temos muito que rezar para que Ele se manifeste logo e os jogue novamente no lugar de onde nunca deveriam ter saido.
Esta discussão sobre quem matou mais é totalmente equivocada e sem sentido. Pelas seguintes razões:
1. Julgar o grau de maldade de um regime ou instituição política em função *basicamente* do números de mortos pressupõe que o sentimento de perda humana possa ser apreendido em termos quantitativos. Mas isto é, por si só, um ato de barbárie: pois reduzir a experiência daqueles que encontraram a morte (ou que sobreviveram, sabe-se lá como) a números é desconsiderar a dimensão de crueldade, dor e humilhação que lhe dá forma.
2. “Mas há uma diferença enorme entre matar 10 pessoas e 10 milhões”, dirão alguns. É claro que há, e isto não pode ser relativizado. Mas vejam: o crime de genocídio se define pela intenção de erradicar uma dada sociedade ou grupo étnico. Um ditador que ordena o massacre de um grupo étnico de dois mil indivíduos não é nem “menos culpado” (em termos legais), nem “menos cruel” (em termos morais) do que outro que ordenou o assassinato de 5 milhões.
3. No entanto, alguma diferença persiste — é difícil nos livrarmos da idéia de que um genocídio de 10 pessoas equivalha ao genocídio de 10 milhões. Concordo que há uma distância aí. Mas quando a comparação se dá entre números gigantescos, a diferença turva. Hobsbawn: “Que significa exatidão estatística com ordens de grandeza tão astronômicas? Seria menor o horror do holocausto se historiadores concluíssem que exterminou não 6 milhões (…), mas 5 ou mesmo 4 milhões?”
ACT
Não tem separação de poderes por quê? Porque a oposição não lançou candidatos pro Legislativo? Francamente, PD… Antigamente era moda atacar o presidencialismo porque o legislativo era independente, e se a maioria fosse opositora geraria instabilidade. Aí quando o presidente consegue eleger a maioria, então não é democracia pq falta independência?
Pablo Villarnovo:
Perdoe, mas tenho que corrigi-lo: o “relativismo moral” de que vc tanto fala não é privilégio da esquerda. É uma praga comum a todos os extremos políticos, seja de esquerda ou de direita. Vamos lá:
A direita ultra-conservadora e a velha guarda da esquerda comunista, para se manterem enquanto tais, precisam se apoiar no uso auto-contraditório do “um peso e duas medidas”, e na velha máxima de que “os fins justificam os meios”.
Por exemplo: a direita ultra-conservadora justifica a tortura na prisão de Guantánamo dizendo-a imprescindível à segurança nacional americana. A velha guarda comunista elogia Cuba como modelo de saúde e educação, mas não dá um pio sobre os milhares de presos e mortos pelo regime de Fidel.
A primeira atropela o Estado de Direito, um dos princípios basilares da democracia, supostamente para defendê-la; a segunda prega um regime político que, a pretexto de criar uma sociedade evoluída, não hesita em moer os indivíduos que a compõem.
Ambas traem os ideais que lhes são mais caros, igualam-se aqueles que tanto desprezam, e não conseguem esconder a enorme distância que vai entre o que dizem e o que fazem.
Na realidade, radicais de direita e esquerda estão unidos na percepção de que somente as atrocidades cometidas pelo vizinho são passíveis de crítica. As mortes, as humilhações, a dor infringida “dentro de casa”, não – porque, afinal, visam a um fim intrinsecamente virtuoso, um bem superior cuja realização futura redimirá a tudo.
Em bom português: no dos outros é refresco…
ACT
A Venezuela, durante todo o ano de 2008, recebeu apenas U$ 1,7 bilhões em investimentos estrangeiros diretos, contra U$ 89 bilhões do Brasil. E os sabichões do BNDES, insuflados pelo Tártaro Garcia e apoiados pelo Lula querem, agora, neste momento, colocar mais de U$ 4 bilhões na mão do Chávez. Se acham mais espertos do que os grandes grupos internacionais ou estão com algum outro interesse paralelo? É a turma que lia Brecht, que agora reza a cartilha da Odebrecht.
Os argentinos estão furiosos com Chávez, que está nacionalizando empresas argentinas, mas afirmou em alto e bom som que não tomará este tipo de medida contra empresas brasileiras. É o que dá comer na mão do mico mandante. Chávez sustentou a Argentina durante um largo período, comprando títulos da sua dívida, enquanto a mesma estava em moratória. Antes disso, inundou a campanha de Cristina Kirchner com maletas e mais maletas de dólares, uma delas apreendida em Buenos Aires, com quase um milhão de dólares, o que gerou prisões dos autores argentinos e venezuelanos pelos Estados Unidos, no escandaloso “Valijagate”. Em troca, CK deu todo o apoio para que a Venezuela fosse aceita no Mercosul. A indignação da presidenta argentina é só cineminha, só para argentino achar que está podendo. No fundo, ninguém duvide que CK e seu marido narigudo não tenham inclusive levado uma comissão por fora, na base do são dois pra lá, dois pra cá, o que é bem típico do casal. Que o Senado brasileiro continue esperto e vigilante no tema da Venezuela no Mercosul, pois o governo petista adora um mau exemplo.
coronel
O Rei da Jordânia é…. Rei! Ditador? Anacrônico.
Na lista faltaram os conglomerados Time-Warner, Universal Music e Sony BMG… Mas, agora, qual é essa democracia plena “onde há independência dos três poderes” e blá blá blá? Se é que alguma vez na história já existiu tal coisa. Para mim, quando se trata de política, todos são ditadores, só o que muda é a eficiência das máscaras.
Antônio - É verdade…
…mas só um detalhe. A relatividade moral não é característica da extrema esquerda. É da esquerda de um modo geral.
São pouquíssimas pessoas de esquerda que eu conheço que não fazem parte desse grupo.
Pouquíssimas.
PV, os esquerdas esbarram jum problema moral insolúvel. Querem se apropriar do fruto do trabalho dos outros. Justificam de mil maneiras, mas na hora de colocar a cabeça no travesseiro sabem que está errado.
rapaz… esta meia-dúzia de adestrados pela mídia leva cada sova que até perde o rumo.
Os ianques estão tão desmoralizados que o Ronald Macdonald pode suceder o queniano como futuro “garoto propaganda” dos fascistinhas…
Foge não curral.
Deixa agente fazer galhofa com a cara de vocês…
Pablo,
Não vou debater com vc sobre impressões pessoais, pq aí vira FlaxFlu. Eu não conheço ninguém que tome Pepsi, e no entanto parece que vende bastante…
Eu só recomendaria a vc reler o seu comentário # 61, sobretudo o final (”E o pior: em tempos de paz”), e refletir se não há aí um deslize em direção ao relativismo.
Abraço,
ACT
Mais da excelente declaração da ALBA… mostrando concretamente a farsa que é chamar este regime podre de “democracias”…
“Declaração de Cumaná” - ALBA:
”
13) Os países desenvolvidos destinaram não menos do que 8 trilhões de dólares para resgatar a estrutura financeira que desmoronou.
São os mesmos que não cumprem em destinar pequenas cifras para alcançar as Metas do Milênio ou 0,7% do PIB (Produto Interno Bruto) para a Ajuda Oficial ao Desenvolvimento.
Nunca antes se havia visto tal hipocrisia do discurso dos países ricos. A cooperação deve estabelecer-se sem condicionamentos e ajustar-se às agendas dos países receptores simplificando os trâmites, tornando accessíveis os recursos e privilegiando os temas de inclusão social…
“
íntegra lá no Adital.
Trilhões prá sustentar o fascismo neoliberal e salvar uma diminuta minoria branquicela do olho azul.
E uma merreca prá atender as “metas do milênio” para promover o desenvolvimento.
Democracia?
Mentira descarada.
Um regime corrupto que está ruindo completamente… e tem mais é de cair de podre mesmo.
Democracia?
“Obama mantém política de tortura e violações dos Direitos Humanos da era Bush”
íntegra lá no CMI - Centro de mídia independente.
Simplesmente estarrecedor…
”
Existem pelo menos 27 prisões dos EUA espalhadas pelo mundo com cerca de 27.000 prisioneiros. Atualmente a prisão de Guantanamo possui 270 presos, o que significa que 99% dessas pessoas não estão em Guantanamo. É provável que em todas as prisões há a prática de tortura, já que os memorandos aconselhavam que tais práticas fossem feitas fora do território nacional para não serem condenadas pelas leis dos EUA. Há também relatos de presos que comprovam o uso de tortura nessas prisões, como o caso de Binyam Mohamed que esteve preso em Marrocos (antes de ser transferido para Guantanamo) onde foi torturado. Mohamed teve suas genitais e peito cortados por giletes…
”
Esta revistinha-ianque-vagabunda esqueceu de colocar seu próprio regime como n1 entre as ditaduras do planeta…
Por acaso viram o que disse Paul Craig Roberts, que foi secretário-assistente do Tesouro no governo Reagan?
Será que ele concorda com esta revistinha vagabunda dos ianques?
Vamos ver?
”
Os dois países que mais matam e que mais refugiados geram no mundo hoje são EUA e Israel. EUA e Israel, mais que qualquer outro país no mundo, já mataram e expulsaram milhões de pessoas que jamais foram ameaças a alguém e jamais atacaram alguém.
Não há país no mundo que rivalize com EUA e Israel, na prática corriqueira da violência assassina mais bárbara.
”
íntegra lá no Azenha.
Pois é… o dique fascista rompeu faz tempo.
Só o curral adestrado pela mídia-corrupta é que finge que não vê.
Os genocídios são a característica exclusiva de governos como os nazistas e comunistas. É por isso que aqui nos orgulhamos de nossa população majoritariamente native american!
Mortos de fome só são genocídio em países comunistas. A fome quando acontece em países como Itália, Irlanda, a culpa é da batata…
Prezados,
Precisamos entender melhor o conceito de ditador. De uma forma simplificada, ditador é aquele que conduz o rompimento de um país com o Estado Democrático de Direito.
Desde o surgimento da teoria constitucionalista (originalmente com a republica romana, mas nos moldes atuais após a revolução francesa e a independência dos EUA), o Estado Democrático de Direito deve amparar-se em dois fatores:
(a) soberania popular, que no sentido formal quer dizer respeito à vontade da maioria, mas em sentido material quer dizer governo para todos (incluindo minorias e maiorias de menor expressão política — ex: mulheres em determinados países); e
(b) limitação do poder e supremacia da lei — limitação do poder advém da separação de poderes (executivo, legislativo e judiciário) e controles recíprocos (checks and balances) e a supremacia da lei, em sentido formal, quer dizer que a lei deve ser observada pelo Estado e por particulares. Em sentido material, a lei deve ainda surgir de fonte legítima e ter conteúdo justo.
Alguns dos fatores acima são de difícil apuração (justiça e legitimidade da lei, por exemplo). Mas tal apuração pode e deve ser feita.
Não se pode negar que o requisito formal da soberania popular é na maior parte das vezes seguido pelo Chavez: ele representa sim a maioria dos votos.
Mas isso não basta. Hittler é um bom exemplo de uma pessoa eleita democraticamente, com apoio da maioria, e que seguiu as leis. O conteúdo da lei nazista, todavia, permitia matar judeus, um exemplo claro do não cumprimento de um de seus requisitos materiais: o dever de ser justa. O fator material da soberania popular também não foi respeitado: o governo não foi para todos, pois desprezou minorias. Assim, não podemos falar que a Alemanha Nazista foi um Estado Democrático de Direito, apesar do governo ter sido eleito mediante uma eleição democrática.
Da mesma forma, em menor intensidade, cabe ao Chavez respeitar as minorias (até onde sei, ele não mata, mas caça direitos políticos e profissionais daqueles que a ele se opõem).
Independência de poderes e controles recíprocos não existem. O Executivo controla os demais poderes, ameaçando-os e reduzindo suas atribuições.
Quanto à requisito formal de supremacia da lei, Chavez pode até obedecê-la, mas a altera ao seu bel prazer, segundo suas conveniências. Alguns vão dizer que é tudo feito com base em plebiscitos (o que acontece de fato), mas acaba a estabilidade jurídica e a maioria esmaga a minoria. Não dá mais para dizer que há preservação de direitos fundamentais e por aí se vai a supremacia da lei em sentido material.
Assim, meu entendimento é que pode até haver uma democracia no aspecto formal hoje na Venezuela. Não há democracia no sentido material. Assim, Chavez seria hoje formalmente um democrata, mas materialmente um ditador.
Abs.
As nações européias civilizadas e iluministas sempre conviveram muito bem com a divergência de opiniões e religiões dentro de seus territórios. Nunca tentaram resolver problemas de opinião através da sistemática eliminação de seus opositores!
É fato que por diversas vezes as nações europeias não respeitaram as minorias.
Eu mesmo citei o exemplo de Hittler na Alemanha, mas poderia ter mencionado Mussolini na Itália, Napoleão na França, Salazar em Portugal ou Franco na Espanha.
Todas essas vezes em que as minorias foram desrespeitadas, os respectivos Estados europeus se afastaram da democracia.
Vale ressaltar que democracia, como entendemos hoje, é um fenômeno historicamente recente, de pouco mais de 200 anos.
A própria democracia grega, origem de tudo, não se enquadraria mais hoje no conceito aperfeiçoado que temos de democracia.
O COMENTÁRIO DO LUIZ E BESTIAL, APOSTO QUE ELE ESTÁ FANDO DO NOSSO PRESIDENTE LULA. LUIZ VC SABE QUE O PRESIDENTE NÃO QUER O 3º MANDATO SEU ….
Interessante essa matéria dos norte-americanos sobre ditadores. Só que eles deveriam ter consciência que o Bush, apesar de ter sido eleito, alias de forma suspeita, agiu como um autêntico ditador mundial, quando “atropelou” a resolução da ONU contrária à Guerra do Iraque , fez guerra e invadiu este país, sob o pretexto de livrar o mundo das garras de Sadam Hussein.
Resultado: de 2003 até o ano passado já morreram aproximadamente 1 milhão e 200 mil iraquianos e ninguém fala nada! Agora, a Córeia lança um míssil e é esse alarde todo. Isso é uma hipocrisia, pois quantos mísseis, bombas, foguetes os EUA já despejaram sobre vários países do mundo?
FABIO SOARES OS -ESTADOS UNIDOS - SÃO A MAIOR EXPRESSÃO DA DEMOCRACIA E LIBERDADE DO PLANETA O RESTO É ESPECULAÇÃO, BABAQUICE, COISA DE COMUNISTA FRUSTADO.AGORA NÃO DÁ PRA SER A MAIOR POTENCIA DO MUNDO SEM DESGIOSTAR E ATÉ MACHUCAR ALGUEM É O PREÇO DE SER UMA SUPERPOTENCIA.
Fábio Soares, concordo com o Cândido, classificar os EUA como uma ditadura só pode ser coisa de comunista frustado, lá foi a única revolução que deu certo no mundo, a independência americna, porque formaram uma nação baseada na LIBERDADE, o resto é recalque do sucesso deles