Ahmadinejad, não. Mas Karimov pode?
Um amigo, que por motivos profissionais é obrigado a acompanhar de perto a diplomacia brasileira, anda intrigado com o que sugere ser uma incoerência pátria.
Na quinta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberá seu par uzbeque Islam Karimov, que vem em visita oficial ao Brasil. O Planalto vem ampliando as relações comerciais e institucionais com o Uzbequistão.
Sim: saíram uma meia dúzia de linhas sobre a visita na imprensa.
Quando o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad organizou sua visita ao Brasil, houve uma enxurrada de protestos questionando os direitos humanos em seu país. Eram protestos coerentes.
Islam Karimov, segundo o ex-embaixador britânico Craig Murray, fervia em água até a morte seus inimigos políticos. Literalmente. O governo uzbeque talvez seja o mais fechado do mundo. Conseguir um visto de entrada no país, para um jornalista, é praticamente impossível. Outro amigo, Burt Herman, que até há um ano era o diretor da sucursal nas Coréias da AP, foi um dos raros repórteres a entrar no Uzbequistão. Em 2005, Karimov ordenou que o exército abrisse fogo contra manifestantes, incluindo mulheres e crianças. Lá estava a passeata, então todos os corpos no chão. Herman tentou levantar quantos morreram. Ele acredita que foram mais de mil, mas não tem como provar.
Nenhum dos direitos fundamentais de uma democracia existem no Uzbequistão. Tortura e prisões sem mandado judicial são a norma. Segundo a Human Rights Watch, a prática habitual na lida com prisioneiros inclui choques elétricos, abuso sexual e asfixia. Não há liberdades de culto, de imprensa, de livre associação ou de assembléia. Estados Unidos, União Européia e ONU já pediram que investigações a respeito da conduta do governo uzbeque fossem conduzidas. Karimov sempre negou qualquer tipo de acesso.
No entanto: nem um pio. Ahmadinejad não pode, o que pode é Karimov.
Ainda sobre o assunto:
- Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes e…
Brigar no Supremo pode e é certo? Do juiz Jorge Araújo, em seu blog: Ninguém do meio desconhece o fato de haver uma certa animosidade entre Joaquim... - Um candidato assim pode se eleger? Do Noblat: Em uma eleição renhida, candidato bate e apanha. Gabeira só apanhou - e apanhou bastante. Prometera não atacar...
- O futuro incerto de Ahmadinejad Está hoje, no caderno Aliás do Estadão versão papel, a entrevista que fiz com o professor Abbas Milani sobre as...
- Ahmadinejad deve vir ao Brasil;
mas que seja recebido com vaias. Atualização – O presidente iraniano cancelou a visita que faria ao Brasil na quarta-feira. O Itamaraty diz que cancelamentos assim...



e qual sua conclusão?
Que falta de lógica!
mas isso não é uma contradição da diplomacia brasileira, que adora um ditadorzinho. É incoerencia da midia. Impressa.
Bem, a pergunta tem que ser feita para quem era contra a entrada do Nejad.
Não, o PD ta sacaneando quem era contra o Almadinejad. Tem ele que especificar.
A minha? Acho que é importante o Brasil ter relações com países como o Uzbequistão. Boas relações ajudam, inclusive, a intermediar acordos futuros que beneficiam o povo que hoje é oprimido.
Minha única questão, aqui, é com a coerência: se é para fazer fuzuê com o Ahmadinejad, este aqui é, no mínimo, tão ruim quanto.
PD, quem você pretende atingir?
Boas relações ajudam, inclusive, a intermediar acordos futuros que beneficiam o povo que hoje é oprimido.
chest- lorota. Serve para ajudar os grupos que detem o poder no poder.
Serve para ajudar os grupos que detem o poder (a permanecer) no poder.
onde estão os esquerdinhas que diziam que a Coreia do Norte não tinha um projeto nuclear de guerra?
cnn
Chesterton, se boas relações conseguirem impor algum tipo de vistoria, por exemplo, tornam o mundo um pouco melhor. Não é à toa que, para negociar com o Irã, é preciso envolver China e Rússia. Que para negociar com a Coréia do Norte, o Japão sempre recorre à China… alguém tem que poder conversar com os piores.
Quanto a quem estou querendo atingir: estou só falando que coerência é necessária.
coerencia por parte de quem, exatamente?
tornam o mundo um pouco melhor…
chest- porra, PD, um pouco de pé no chão.
Pois é, o Brasil é mesmo um país com braços abertos.
Mas Pedro, gostaria mesmo de saber sua análise em relação ao conflito com a Coréia. Não te enchi antes porque você avisou que a sua semana seria atribulada. A minha também está :/
Boa sorte por aí sem a Marina. E Marina, meus parabéns atrasado. Não pude comentar ontem.
pois é,fico no mesmo dilema,axo isso um horror!parece até q pra direitos humanos,existem 2 pesos e 2 medidas…se queremos uma universalização,temos q lutar no mesmo patamar…
Aliás, pra quem pode, apturizem o post, por favor.
Esqueceram do Apture?
A diferença é que um é boquirroto diz que vai fazer e acontecer, mas na realidade pode muito pouco. O outro é mineiro, come quieto, não ameaça ninguém, vai lá e arrebenta. Mas o principal, um ameaça os israelenses e o outro detona o próprio povo.
Em tese você está certo, Pedro Doria, mas há uma clara diferença geopolítica entre Uzbequistão e Irã, e ambos repercutem diferentemente na mídia e no mundo.
Uma diferença relativa parecida com, por exemplo, os comentários do Elias e do Chesterton aqui neste espaço. Tem comentário do Elias? Raros, mas a grande maioria apressa-se a ler pois sempre temos conteúdo a apreender. Tem comentário do Chesterton? Um montão, mas basta ler um por mês, ou um por ano, pois não importa o assunto são todos iguais, e quem já leu um já leu todos, etc., não é relevante.
Horror.
Cadê o Idelber para convidar esse outro ditador assassino para (como é mesmo?) “tomar uma cachacinha e ensaiar uns passinhos de samba“???
Bah…
Regimes como os do Uzbequistão existem aos montes. A maioria é solenemente ignorada. Alguém aqui se lembra de Miyamar, um país budista em que o governo mata monges aos montes e ninguém fala nada? Geralmente são países com baixa importância geopolítica.
Almadinejah só é debatido porque governa uma das maiores reservas de petróleo do mundo. A Coréia só é lembrada porque seu eventual poderia nuclear põe em risco o coração da TI internacional - incluindo os servidores do Google e do Wordpress: Japão, China, Coréia do Sul e Taiwan.
Sejamos sinceros: tudo que um ditador precisa para viver em paz com sua tirania é não atacar judeus e pertubar os americanos. No mais pode ser tão amigo de um país e participar da ONU como qualquer democracia européia !
acho q nem é falta de coerência.
O Ahmadinejad, aparece na mídia toda hora… mas quem fala do tal Karimov? para ser sincero eu nunca tinha ouvido falar dele como grande parte dos brasileiros…. quem vai protestar contra querm não se conhece.
Simples, PD, tão simples que até você entende, apesar de preferir fazer gracinha: a cobertura da imprensa é proporcional à projeção internacional do visitante. Quando um presidente recebe outro, tem que estar atento às consequências simbólicas da visita. È uma espécie de linguagem. Todo mundo sabe o que o iraniano significa no momento, e a diplomacia brasileira não pode ignorar isso. Pode até aceitar as consequências da visita, mas nâo pode se fazer de vítima.
Já a vista do cara do Uzbesquistão, PD, não tem valor simbólico algum. E, pasme, o Brasil recebe todo mês vários chefes de Estado de todo buraco do mundo - e não ficamos sabendo nem pelo seu blog!
Em suma: a mídia, a sociedade ou seja lá quem for pintam como a encarnação do demônio quem querem ou lhes convém. Aposto que esse presidente não faz parte da campanha da International Society for Human Rights.
http://oglobo.globo.com/blogs/noimperio/post.asp?t=a-fobia-das-ditaduras-medo-de-mouse&cod_post=188467
O André, o Bruno e o Danilo responderam à pergunta. Eu mesmo confesso que nem sabia o nome do ditador uzbeque.
Se o convidarem para palestrar na próxima convenção sobre direitos humanos, ai sim, pode ser que ocorra protestos na próxima visita.
Dois pesos, duas medidas, o problema sobre o Irã e o Uzbequistão, mas uma coisa eu tenho certeza, como estamos em um mundo capitalista é até chocante ver que a direita brasileira não queira que o país seja mais capitalista e comercialize com o máximo de países possíveis para trazer o maior crescimento financeiro ao país. O que fica parecendo é que tudo não passa de falso moralismo da direita, ou então é o velho projeto de conquistar o poder, e qualquer ganho material à economia do país que os petistas venham trazer será sempre execrado pela direita, se no Irã que apesar dos pesares, mantém um “regime democrático” então por que o outro país mais fechado pode? só por que um crítica um Estado autoritário que faz o inferno com a vida dos palestinos e o outro não, faz me rir, a direita brasileira se quer ser direita, e não substrato de ideologia precisa antes de tudo deixar de ser vulgar e neocom antes de querer falar mal do que não sabe.
Não há incoerência na diplomacia brasileira. Convida-se um e outro. Ambos de mesma tendência. Há sim a incoerência da mídia que divulgou fortemente a vinda de Ahmadinejad, o que provocou os protestos. Sem publicação não há protestos.
O que leva à pergunta: de onde partiu a decisão da não-publicação? Talvez nunca saibamos.
Os que se sentirem incomodados que protestem. A comunidade judaica se sentiu incomodada com a vinda do eunuco uraniano e se manifestou. Fez efeito? Duvido. Ele deixou de vir ao Brasil pelos motivos que explicou. Tanto não fez efeito que ele deixou de ir a Venezuela tambem conforme estava programado. Seria muita pretenção achar que os protestos da comunidade judaica no Brasil o fariam desistir de ir a Venezuela.
Ele não deixou de vir ao Brasil por causa de protestos. Isso é falso.
Ja no caso do egipcio que concorre a vaga na presidencia da Unesco, o Brasil mostra que, quando é do seu interesse, tambem sabe receber de braços e pernas abertas.
Gente, desculpe – a mídia cobriu a quantidade de entidades que protestaram a visita do Ahmadinejad.
A coerência que cobro é destas mesmas entidades que deveriam, na mesma toada, protestar a visita de Karimov.
Jonathan Diaz no comentário 22 matou a pau. É exatamente isto.
Imaginem por um só instante a Coréia do Norte nadando em reservas de petróleo, assim como a Arábia Saudita e o Iraque, com os USA tendo acesso garantido às mesmas. Os ianques a teriam colocado no Axis of Angels e ainda forneceriam sistemas de telemetria avançada para seus mísseis balísticos, além de dar uma maozinha na Bomba. Como deu a Israel e ao Paquistâo (quando a Índia era nao-alinhada). Americano e israelita adoram um tirano amigo e de bolsos cheios pra comprar as armas de destruiçao massiva que exportam! Vai ver quem vende armas para o tirano Karimov massacrar seu povo….
Engraçado: Falando ontem de mísseis de longo alcance, o santinho Shimon Perez perguntou “para quê o Iran quer míssil de 1500 km de alcance?” Poderíamos repondê-lo com outra pergunta: Pra quê Israel quer foguete (Jericho III) de 6500 km (!) de alcance?
tinha q protestar mesmo, eu nem sabia q tamanho pilantra ia estar por aqui.
agora, nao tem papo com bandido genocida, por nós deveria ser ignorado, por quem tem poder belico deveria ser apeado.
é como o chesterton disse acima: dar conversa p/ essa gente os ajuda a se manter no poder.
18 e outros. O que ocorre é que 0s dirigentes do Uzbequistão não estão fazendo uma bomba atômica e não prometeram destruir Israel.
O que PD quer dizer com esse post é:
- O lobby judaico fez as passeatas e agora nem liga para outros ditadores.
Será que ninguem percebe?
PD,
a comunidade judaica mal consegue cuidar dos seus interesses, como pode querer que cuide sozinha dos interesses dos outros.
O eunuco uraniano não deixou de vir ao Brasil por causa dos protestos judaicos e de outros; tanto que ano passado ele sofreu protestos muito mais significativos em NY e nem por isso deixou de discursar na assembleia da ONU.
E quanto a esse Karimov, nunca sequer soube que ele existia ate ler o tema aqui.
O post do PD pode ser classificado (pela classificçõa petista) de racista.
We know that North Korea was in the process of building the nuclear weapons’ facility in Syria that Israel bombed and destroyed
North Korea is intimately connected with the Iranian nuclear weapon now thought to be in the final stages of production
“Resumindo: joguem dólares, distribuam ipods, coca-cola e que tais. É isso que faz a força americana. Foi isso que quebrou a URSS.”
Nã-nã-não. Não foi, não. Esqueceu do período Reagan? O q quebrou a URSS foi uma corrida armamentista sem precedentes, (bitt)
O espanto da “classe” é sempre seletivo (e os direitos humanos relativos!!). Basta ler esses comentários acima.
para voce, equilibrista
cnn
Caro Dória, compartilhando de sua perplexidade, reproduzo o que escrevi na semana passada, em minha coluna, no Valor (sobrou até pro Gabeira; e vejo com satisfação a denúncia implícita na colocação da Arábia Saudita nesse ranking aí):
Enquanto isso, na Arábia…
A Arábia Saudita, visitada neste fim de semana pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem o que se pode chamar de governo baseado numa interpretação radical e anacrônica do Alcorão. O homossexualismo é punido até com decapitação; a única religião permitida é o islamismo, judeus são discriminados e um blogueiro de lá foi preso por revelar que havia se tornado cristão; mulheres não podem votar nem andar desacompanhadas nas ruas (no Irã, podem). Trabalhar ou tirar documentos de identidade, só autorizadas por um homem. Além disso, não há imprensa ou sindicatos livres.
Ao receber o ministro Celso Amorim, na Câmara, na semana passada, deputados como Fernando Gabeira nem notaram a visita de Lula a esse país de regime medieval. Também se calaram os defensores dos direitos humanos que condenam, veementes, a política do Itamaraty para Irã e África. A Arábia, ao contrário do Irã, é aliada dos EUA e não ameaça o monopólio de Israel no domínio da tecnologia nuclear no Oriente Médio.
Amorim ganhou mais um argumento para sua tese de que certos críticos da política externa brasileira parecem guiados pelas agendas internacionais de outros países.
Sleo,
O fato de o Irãnio dominar a tecnologia nuclear não é o que mais deve estar preocupando Israel. Isso é so uma parte. O que deve estar preocupando de verdade é o dominio da tecnologia nuclear MAIS as sistematicas promessas ou ameaças de riscar Israel do mapa ou apaga-lo das paginas do tempo, dependendo da tradução que voce preferir. Uma coisa MAIS a outra é que causa a preocupação.
E nesse contexto, creio que outros paises arabes tambem tem motivos de sobra para não desejarem um Irãnio nuclear no seu quintal.
Olá Pedro… E que tal a visita do Liberman? Falei sobre o tema aqui = http://escrevinhamentos.blogspot.com/2009/05/liberman-vem-ai-em-que-ele-se-difere-de.html
E pior ainda é a mídia-corrupta fazendo propaganda dos interesses ianques.
Como são hipócritas.
Os eua são os piores violadores dos direitos humanos no planeta.
guerra, genocídio, massacres de civis, tortura, sequestros, censura…
E os pilantras da mídia-corrupta lambendo o “garoto propaganda” da ditadura estadunidense.
É uma vergonha.
Sérgio Léo,
Muito me espanta que uma pessoa tão inteligente como você tenha escrito a frase abaixo:
não ameaça o monopólio de Israel no domínio da tecnologia nuclear no Oriente Médio.
As pessoas precisam acordar: não se trata de ameacar o monopólio de Israel mas de colocar em risco todo o sistema geopolítico que tirou a guerra global termo nuclear da lista de pesadelos mais eminentes da humanidade. Lembre-se do filmes: Dr Strangelove, Day After, War Games, Red Dawn, Mad Max…
Como a Coréia do Norte deixou claro, a IAEA tem um papel extremamente importante a cumprir, a manutenção do Tratado de Não Proliferacão de Armas Nucleares o qual está cada vez mais próximo de chegar ao seu fim.
O problema do programa iraniano não é o fim do monopólio Israelense, afinal o Irã tem um considerável domínio da tecnologia nuclear há alguns anos e com auxílio norte americano desde os tempos do Atoms for Peace.
O problema é a cada vez mais comum trapaça: Um país assina o Tratado aproveitando a possibilidade de intercâmbio tecnológico com outras nações, ao mesmo tempo em que mantém um programa de desenvolvimento de armas nucleares, em total conflito com suas obrigações. Uma vez terminado o desenvolvimento das armas, o país deixa o tratado. Vimos isso na Coréia do Norte, com as pombas de esquerda criticando o imperialismo norte americano e estamos assistindo de camarote o caso do Irã.
Aos meus copatriotas resta um lembrete: Brasil e Argentina já tiveram programas de desenvolvimento nuclear e a Venezuela já sinaliza que pretende seguir o caminho iraniano. Israel é portanto a menor das preocupações para o Brasil…
Lembrem-se sempre que a integridade do território Brasileiro não se fez sem sangue e que serão os nossos filhos e netos os fudidos do futuro.
correção: “Brasil e Argentina já tiveram programas de desenvolvimento de armas nucleares
A única coisa que vejo aqui é que o petismo adora ditadores. Não podendo trazer o Nejad, Lula trouxe o tal Karimov.
Mas, na boa, não houve protestos porque, enquando o Amadi é amado pela mídia, até ontem ninguém sabia quem era o Karimov, e a maioria continua sem saber. Aliás, talvez é a primeira vez que o tal Karimov seja citado no blog do PD.
Se o PD o considera tão digno de crítica, deveria ter feito alguns posts a seu respeito, em vez de criticar a falta de protestos por pessoas que jamais ouviram falar dele…
só tem delinquente
Caramujo está certo.
Quem mercece protestos hoje são os nazi-fascistas que governam iSSrael…
Armas atomicas nas mãos de celerados nazistas…
O mundo corre um risco brutal enquanto estes terroristas israelenses ameaçam toda a humanidade.
E os terroristas de iSSrael ainda fazem isso com apoio da ditadura estadunidense…
Leiam lá no Azenha a excelente análise de Ray McGovern:
“O apoio a Israel alimenta o terrorismo”
É sobre um estudo que a ditadura ianque escondeu de seu povo (que surpresa…) mostrando claramente que o apoio estadunidense aos nazistas em iSSrael é a principal causa do ódio contra os eua.
hã… descobriram a pólvora.
Karimov também é um ditador execrável, mas *ao menos* não está em busca de armas atômicas, não nega o Holocausto e nem quer varrer países próximos usando mísseis balísticos.
O regime uzbeque é terrível, mas internacionalmente ele é menos delinquente do que o dos ambiciosos aiatolás e seus porta-vozes, como Ahmadinejad.
Mas de qualquer forma, é triste o Brasil, em nome do não-alinhamento terceiro-mundista da política externa do governo do PT, esteja acolhendo uma quantidade tão de grandes de escroques e vendo o “1º Mundo” como inimigo tático.
O PT não quer o Brasil no primeiro mundo, quer derrubar o primeiro mundo e subir de quinto para quarto por “default”.
A reaçada só se preocupa com os direitos humanos onde a Departamento de Estado americano manda eles se preocuparem…
Aliás, depois da “ditamole”, essa cambada de reaça que vive apoiando grupos de extermínio aqui no Brasil querer virar ativista de direitos humanos (des de que de outro país que não o Brasil, por supuesto,e só com o consentimento do Departamento de estado dos EUA) é de rachar o saco. Cacildis!
Escuta então cambada, já que agora vocês estão do lado dos “defensores dos bandidos” que tal a liberação dos arquivos da ditadura? Vamos saber quem é que era dedo-duro na faculdade? Vamos atrás que quem estuprava, matava e torturava nos porões da ditadura militar?
FP,
au au au. grrrr grrrrrrr grrrrrrr. au au au.
Rodrigo, você nem tem idade para ter cursado faculdade naquela época…
É só ele começar a falar mal dos judeus ou matar alguns que ele não entra aqui>
Que argumento Frangão, nossa mãe,agora sim…
Olha, claro que não deve ser bem por aí, mas até parece que o governo chamou o Karimov pra testar a mídia e a oposição golpista, pra ver se eles realmente se preocupam com direitos humanos ou qualquer coisa assim, ou se a intenção é só queimar o governo… tá aí a resposta: danem-se os direitos humanos, Karimov ninguém sabe quem é mesmo!