Recado ao deputado
Thaís Gomes, do blog O mundo by Thaís, bolou esta simpática campanha. Já que o deputado gaúcho Sérgio Moraes diz estar pouco se lixando para a opinião pública, diz que se reelege não importa o que saia na imprensa, talvez seja o caso de a opinião pública se apresentar a ele. Pegue a imagem acima, salve-a e envie para o deputado: dep.sergiomoraes@camara.gov.br.
Ainda sobre o assunto:
- Censura prévia implantada no Brasil O deputado estadual tucano Fernando Capez obteve da juíza Tonia Yuka Kôroko uma liminar que determina que estou proibido...
- Gabeira para o Rio Tenho um amigo – é um dos melhores jornalistas que conheço – que, quando perguntado, diz que o deputado federal...
- Reinaldo Azevedo será censurado pelo TSE Reinaldo Azevedo estará proibido de se manifestar contra ou a favor de qualquer candidato ou partido político a partir do...




Pronto. Dever de casa cumprido.
Opinião pública é a mesma coisa que a voz de deusou seja, quase sempretá errada ou pior, a opinião pública tem memória curterríssima. Basta uma vitória dio ‘curíntia’, um joguinho da seleção e pronto - todas misérias, desgraças e ofensas sofridas são esquecidas. E eu nunca esqueço que foi a ‘opinião pública’ que preferiu Barrabas e não Jesus. O Deputado gaucho sabe do que está falando. Ele tem conhecimento de causa e o pior - ele está certo.
bem, ja mandei meus protestos via e-mail.
Agora para que acha que tá tudo bem, da Selva Brasilis
A Máfia de Pedófilos
Na Escócia condenam 8 pedófilos. Entre eles, um militante de direitos de jovens gays…como sempre, as estórias são repulsivas, nojentas, entre elas esta: “One, James Rennie, 38, then the chief executive of the gay and lesbian helpline LBGT Youth Scotland, had been babysitting the son of close friends, called Child F during the trial, since the child was three months old. The child’s parents were so comfortable with Rennie that he was allowed to bathe, change and dress the boy, whom he went on to abuse repeatedly for four years, allowing another ring-leader, Neil Strachan, to participate”. Evidentemente os pais da criança merecem ser julgados e condenados.
Excelente iniciativa! Vou mandar.
Pedro Dória,
Talvez na pressa ele não tenha expressado direito o que ele pretendia falar, mas pelo que eu entendi ele se referia a opinião publicada. Que no caso teve a idéia da imagem e vai constituir grande parte dos que vão enviar a imagem para ele.
No caso, a sua reação é própria daquilo que você nega possuir, se é o que eu entendi o seu post intitulado “Corporativista, não” de 8/04/2009.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 07/05/2009
Fora de tópico e profundamente rude – PD
Também enviei.
Clever, agora no JN passou a tentativa do safado de se explicar. Não explicou nada. Tá difícil esse pessoal aprender a se expressar adequadamente, né?
PD, creio que o #6 está bem off-topic… e altamente grosseiro.
Hahaha gostei da ideia, to mandando
O que esse burraldo tá dizendo é que se for eleito nas próximas eleições só será porque é pilantra.
Nem indigna. É apenas cômico.
Dever de casa feito!!! Muito bom!
O e-mail voltou!!!!!!! ele tirou do ar!!!
Nhé!,
Admiro os políticos e sou crítico dos jornalistas. Para mostrar a minha admiração pelos políticos costumo compará-los com os técnicos afirmando serem os políticos competentes e os técnicos incompetentes, tanto sendo assim que quem manda no mundo são os políticos e não os técnicos.
Não considero os jornalistas nem mesmo técnicos. Eles são normalmente alguém como eu, um curso universitário e muita opinião. Diferentemente de mim, sabem escrever, ou se apresentarem bem na televisão. Há pouco além disso. Salvam-se alguns pela imensa cultura. O Pedro Dória eu incluo nesse último grupo.
Aquilo que avalio (o verbo avaliar dá uma idéia de tecnicidade, mas no fundo trata-se apenas de opinião que emito com base na minha ideologia) como derrapagem eu aponto.
Meu comentário em (5) era uma crítica ao Pedro Dória e não uma defesa do deputado. O Pedro Dória na minha avaliação, por instinto de corporação, tomou as dores da classe atacada: os formadores da opinião pública, a imprensa, os jornalistas.
Avalio também que o Deputado não foi muito competente como eu espero de um político. Melhor fazer como o Lula que vive com a Globo à tira colo do que como o Brizola que vivia às turras com a emissora do plim plim. Entretanto, admirava mais o Brizola do que o Lula. Lula ganhou e Brizola perdeu. O deputado a meu juízo também perderá.
Perderá como perdeu o Cesar Maia porque correra a notícia que fora ele quem fizera a vaia contra Lula. Isso deixou a Rede Globo zangada. Falar mal do Lula no Brasil pode, mas transmitir para o mundo uma vaia ao Lula não. Afinal a Rede Globo tem produtos para vender lá fora e ela sabe que Lula é hoje o nosso grande mascote e mascate.
Enfim, mesmo reconhecendo a falta de habilidade do deputado e reconhecendo que um deputado do PTB do RS está na rabeira das minhas opções, eu o aplaudo pela coragem em apontar para a corporação dizendo vocês não valem nada.
E aos que vêm em socorro da corporação eu digo: vocês são corporativistas.
Os que não são corporativistas são aqueles que no dia seguinte às eleições do primeiro turno no ano passado e diante da manchete do jornal O Globo: “O Rio derrota Cesar e Crivella” tivessem acusado o jornal de mau jornalismo. Não vi nenhum deles fazendo isso.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 07/05/2009
Infelizmente é a verdade. Quero ver se ele se candidatar novamente e ganhar. Corrobora o que ele mesmo disse !!!!!
E aí está o Collor que não me deixa mentir! Com direito a pedido de desculpas públicas de Suplicy e cia.!!!!!!!!!!!!!!
E ainda, Suplicy apoia a volta de Delúbio ao PT então, é outro que eu quero ver se canditar e ganhar para corroborar novamente a opinião do “nobre” deputado.
Mas mesmo assim vou protestar também, não é possível que um dia esse país entre nos eixos….
ei clever ! sumidio…:))
[...] a hora que eu quero. Tu acha que um cara desonesto engana tanta gente durante esse tempo todo? Recado ao deputado Thaís Gomes, do blog O mundo by Thaís, bolou esta simpática campanha. Já que o deputado [...]
A família dele domina a política de Santa Cruz do Sul, no interior gaúcho, berço do movimento separatista.
Aqui no RS, gente como ele vai para o rádio e TV falar que “os políticos gaúchos são diferenciados”, “aqui temos ética”. Tudo isso enquanto a roubalheira corre solta no governo estadual, sob os argumentos de que “não é hora de apontar culpados, é hora de união e trabalho”.
O paradigma da politica gaúcha reza que “é feio brigar, é feio acusar, muito mais do que roubar”.
Sérgio Moraes resume a política gaúcha e a mentalidade bovina de sua população.
Po, fiquei curioso de saber o que o Romeu escreveu no #6…
Clever, acho - e essa é minha opinião - que quando o safado falou em opinião pública ele se dirigiu a todos que tem mais de um neurônio.
Ou seja, as pessoas comuns também formam opinião, não dependendo do que um jornal ou outro meio de comunicação diga o que eles tem que entender.
Na boa, respeito sua opinião, mas culpar a impresa e os jornalistas de corporativismo é teoria da conspiração demais para minha cabeça.
;-)
Ora, Darw, não seja por isso! Te mando um mail já já!
Achei a idéia ingênua, tanto que :
“This is an automatically generated Delivery Status Notification.
Delivery to the following recipients failed.
dep.sergiomoraes@camara.gov.br”
O cara é sério no que afirma !
Boa, Nhé!.
Já tenho com que me divertir quando chegar em casa.
Agradeço a gentileza da veiculação da proposta e dos links. É o momento da sociedade dar uma resposta definitiva aos maus políticos.
Um Aviso:
O e-mail do deputado Sérgio Moraes vem retornando mensagens de erro constantes. Provavelmente deve ter sido bloqueado temporariamente devido à enxurrada de mensagens. Portanto, caso tenha obtido esse resultado, envie uma mensagem idêntica para o Presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, com um pedido para que a encaminha ao “nobre” deputado Sérgio Moraes. O e-mail de Temer é: dep.micheltemer@camara.gov.br
Legal…. Já enviei! Fui!
Mandei também e espalhei a mensagem… o jornalista Denis Russo fez um texto bacana sobre o assunto. http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/politica/lixar-se-para-a-opiniao-publica-e-quebra-de-decoro/
Beijos!
é uma vergonha.. com isso vemos o respeito que eles tem com os eleitores.
Até ontem eu nem sabia quem era esse SÉRGIO MARAES… rsss
Sugiro usar a palavra “verba” no assunto. Garanto que assim a turma de lá abre a mensagem…
Áudio do discurso do deputado:
http://img.estadao.com.br/audios/43/A5/10/43A5103A12A848A9AD901C2362BC7056.mp3
Confesso que concordo em quase tudo. Até porque as últimas eleições presidenciais mostraram que a opinião pública não representa a opinião do povo.
Thiago, o Sérgio Morais é de Santa Cruz do Sul? Aquela cidade quem tem uma dívida milionário de conta de energia? Agora entendo o tamanho do desprezo dele pela opinião pública.
Clever
assino embaixo de seus dois comentários, se você assim o permitir
abçs
Clever, não concordo com sua abordagem por ser superficial. Acho que tanto você, defensor dos políticos, quanto quem defende os técnicos, precisam entender que há diferenças de competências entre uma liderança política e um profissional técnico.
Um profissional técnico precisa ter habilidades que lhe garantam a correção técnica da tarefa que realiza. Um político precisa ter habilidade de atrair votos e exercer liderança. São perfis diferentes de pessoas. Um não vive sem o outro.
o discurso do cara foi maravilhoso!
ele desanca a globo, ataca a intenção da imprensa de dirigir o debate político, acaba com a jornalista!
tá lá no nassif, pra quem quiser fugir ao efeito manada
se bem que não, acho que o baixíssimo número de comentários e a ausência de muitos é uma demonstração de não concordancia com o espírito desse post
como aliás, o post seguinte !
que tristeza, que falta de assunto!
acho realmente, tia, que nem toda mudança é para melhor…
reproduzo aqui o e-mail que enviei ao deputado e que, até agora, não foi devolvido
‘Otimo, perfeito seu discurso, sua análise sobre o papel da imprensa e
sobre o comportamento dos jornalistazinhos.
Enquanto a opinião for global e não pública, será difícil obter os
avanços reais de que o Brasil tanto necessita
Não conheço seu trabalho parlamentar, sua trajetória política. Posso
vir a me decepcionar se vier a conhecê-los.
Mas, isso não importa no momento.
No momento o que importa é o brilhantismo, a capacidade de síntese, a
precisão das palavras de seu breve, mas possivelemente histórico
discurso
Você vocalizou o que muitos brasileiros gostariam de expressar!
abraços e parabéns”
liberado para quem quiser reproduzi-lo, travando um bom combate com o simplismo da mensagem sugerida pelo PD
Tentei mandar mas foi recusado o e-mail. O canalha tirou do ar. Está mais do que se lixando.
Era melhor que a imagem fosse:
“Muito prazer, somos O Globo, a Folha, o Estadão e a Veja.”
Parece-me que o deputado se expressou mal - ou foi mal traduzido pelo isento repórter - e o que ele atacou foi a opinião publicada, opinião essa que, felizmente, vem se tornando cada vez mais inócua.
É… Foi por causa da opinião pública que crucificaram um cara… Abraços.
Confetti,
Lembrei de você quando do post “Damásio e Castells: a mídia precisa ir mais devagar com o ritmo” de 29/04/2009. Lá o Pedro Dória comentou sobre pesquisas demonstrando que emoções ligadas a valores morais precisam de tempo para se desenvolver no cérebro e que qualquer notícia que envolva um drama humano só é compreendida de fato após algum tempo. Você, entretanto, não apareceu por lá e eu perdi o fio da meada.
Bem, como você apareceu vou trazer o fio para cá.
No post eu lembrei de você porque recentemente quando estava na internet diante dos escombros de L’Aquila veio a memória os versos de Joachim Du Bellay:
“Heureux qui, comme Ulysse, a fait un beau voyage”. E enquanto lembrava do poema eu tive um estalo e disse para meu colega de trabalho:
- A Itália será o primeiro país da zona do Euro a sair do terremoto.
Bem o colega quis saber porque eu pensava assim e eu expliquei que o esforço para reconstrução dos efeitos de um terremoto criam um incentivo para o crescimento econômico. E acrescentei que o Japão só saiu da recessão na década de 90 após o Terremoto de Kobe. O colega me mandou deixar de dizer besteira e lembrou de New Orleans. Para ele New Orleans estaria uma paradeira pior do que o resto dos Estados Unidos. Aproveito o blog do Pedro Dória para pedir que caso haja algum blogueiro com os olhos espalhados pelo estado de Luisiana com informações sobre a economia de New Orleans, ponha a informação no blog.
Então é isso, o Terremoto em L’Aquila, na Itália de Berlusconi, fez-me lembrar de você lendo o texto de Pedro Dória sobre Damásio e Castells.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 08/06/2009
que coisa mais besta, caro pd.
arre égua!
Rabbit
Sou neófito aqui no blog, onde talvez tenha vindo em 2006 e só voltado agora no final de 2008. Li o seu comentário em (35) e fiquei satisfeito em ler uma opinião como a minha. Conhecendo pouco os blogueiros do Pedro Dória, mas já constatando que eles nem sempre se levam a sério, cheguei a duvidar que fosse esse mesmo o seu pensamento. Depois li o seu comentário em (31) onde você pede autorização para assinar o meu. É claro que dou, ainda mais que era para quem eu nem ia pedir autorização para assinar o comentário (10) em “Bem vindos ao pandorama” de 27/04/2009. Só não fiz a aprovação porque como disse não me sentia à vontade sendo neófito e infreqüente. Depois com tempo eu falo sobre o Villas Boas Correia que também era um dos motivos de eu chancelar seu comentário.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 08/05/2009
Enquanto esse país se pautar na famosa “opinião pública” que e não em suas leis não vamos a lugar nenhum.
No ramos das coisas mais manipuladas no Brasil “opinião pública” está junto com o “povo”, a “voz do povo”, “movimentos sociais” e outras coisinhas mais.
E isso serve para todos os lados, quero deixar bem claro.
Agora até mesmo magistrado do STF acha que deve ouvir a “voz das ruas”…
… estamos indo de mal a pior…
P.S.: Isso não quer dizer que eu concorde com o resultado da investigação sobre o homem do castelo, apenas que “opinão pública” não é preponderante para condenação ou absolvição de ninguém.
Até porque muitos do que agora incovam a “opinião pública” ficam calados quando são atingidos.
Nhé!,
Tenho as minhas teorias conspiratórias. Lembro-me de duas delas: da morte da princesa Diana e da parabólica com Ricupero. Para mim quando a Globo viu que FHC ia ganhar a eleição sem a ajuda dela, só contando com o Plano Real, ela tratou de demonstrar que ainda tinha força e montou aquela figura da parabólica. Sei que são teorias conspiratórias, porque para serem construídas na prática e não na teoria deixariam sempre a possibilidade de vazamento e no último caso não houve nada indicando isso.
Acho minha versão melhor que os fatos e fico com ela. Até porque é uma forma de relembrar o ditado que Leonel Brizola usou para criticar a campanha da Globo contra o Sambódromo: “Um dia o galo vai descobrir que o sol não precisa do seu canto para levantar”.
As minhas teorias conspiratórias, entretanto, são poucas. No meu comentário em (13) eu não estou acusando os jornalistas de conspiração, estou acusando-os de incompetentes. Não vou entrar agora no mérito dessa minha afirmação, mas vou usar o comentário (32) do Paulo Roberto Silva para lembrar que a manifestação da incompetência dos jornalistas está em eles querem ser técnicos em tudo.
Eu provavelmente sei um pouco mais que a maioria quando o assunto é tributação, e mesmo assim, sei que na maioria das vezes quando falo sobre isso estou só emitindo opinião. O jornalista sabe todas as frases de efeito sobre os tributos e as reverbera no maior esplendor, ainda que a maioria seja puro desconhecimento.
No caso do César Maia, eu apresentei uma possibilidade: ele ter organizado a vaia e apresentei duas constatações: a mudança de humor da Globo para com o César Maia que pode ser verificada em levantamento estatístico de notícias (Estou dando como certo que a constatação se verificará, mas posso estar enganado) e o fato de Lula ser mascote e mascate do Brasil no estrangeiro (Isso só não é fato para a Maureen Dowd).
De outra feito falo mais, pois esse assunto me interessa.
Devo levar para o Blog do Luis Nassif os posts (os seus se não houver impedimento) dessa discussão na chamada que ele faz para o discurso do deputado, conforme o Rabbit em (33)
Clever Mendes de Oliveira
BH, 08/05/2009
Clever
eu tb não estou por aqui há muito tempo e estou cada vez mais econômico nas participações, embora continue viciado na leitura do blog
agradeço as referências e … tb entendo de tributação um pouquinho, de repente somos colegas aqui em minas…
abçs
Clever, fiquei sem saber se esse #43 era todo direcionado para mim.
Vc fala tanta coisa de uma só tacada, indo prá lá e prá cá sem tomar folego que acabei e nem sei mais qual era o assunto inicial!
Bom, não vou discutir o papel da imprensa, se os jornalistas são competentes ou não.
Estou aqui para jogar pedra no deputado safado.
E não sei se posso autorizar vc pegar as coisas aqui do PD e jogar no Nassif. Se tenho essa autoridade, não deixo.
Mas acho que vc deveria conversar com o dono da casa antes.
Mas, Nhé
você ouviu o deputado?
a jornalista é que é, usando seu termo, a safada na história!
os argumentos deles estão certinhos, o blog do Alon, por exemplo, concorda com isso.
é um preconceito, é um pré-julgamento: repórter, certo; deputado, errado?
o que importa não são os fatos?
Pedro Dória,
Sou leitor de seu blog há algum tempo, mas não sou de comentar muito. Admiro seu trabalho, mas confesso que me decepcionei com sua posição sobre esta questão. Acabei de ouvir o áudio do discurso do dep. Sérgio Moraes e o que foi publicado e aventado nos quatro cantos está distorcido, ele não falou que se lixa pra opinião pública em geral. Ele faz uma crítica à grande imprensa e a manipulação que ela faz pelos seus interesses. Ouça o áudio.
Obrigado,
Marcos Hoshino
Vamos linchar o deputado! Ele, assim como tantos outros, possui histórico de envolvimento em imoralidades.
Acompanhando as declarações dele fiquei com a impressão de que ele estava se danando para a imprensa, e não para a opinião pública. Ele ameaçou e desrespeitou a imprensa. Mas parece que alguns jornalistas estão tentando passar a impressão que ele desrespeitou o público. Tomaram a liberdade de se intitular representantes do povo.
O dever da imprensa é denunciar. O problema é quando ela faz isso seletivamente. Fica a impressão que só estão cumprindo o seu dever para atingir desafetos.
Rabbit, li o transcrito do audio, continuo achando ele safado.
E depois vi a ficha do mesmo.
E depois fiquei com vontade de vomitar.
que ameaça um deputado é capaz de fazer à Rede Globo?
quem desrespeitou quem?
estamos no século XXI: recursos tecnológicos não faltam, cadê o áudio ou o vídeo onde o deputado diz estar se lixando para a opinião pública?
aliás, pq a imprensa não adquire esse hábito, usando o apture, por exemplo, como o PD introduziu aqui: ao colocar palavras na boca de alguém, linka a entrevista, o discurso, sei lá o quê?
vocês acham que os jornalistazinhos e os tubarões da imprensa topam isso?
agora, não sei se é pior o corporativismo da imprensa ou o corporativismo blogueiro: me parece que o PD errou, junto com a imprensa empresarial!
e muita gente embarcou!
a não ser que o PD tenha alguma informação que acho que ele não divulgou…
Ah, não, Nhé, vai começar de novo!
Transcrição do áudio!
Quem fez a transcrição?
Chama o Protógenes: cadê o aúdio, cadê o áudio?
Agora, essa história da vida pregressa do cara não é o que está em discussão aqui, eu acho, atenção, eu acho, não sou o dono da verdade
Não vamos usar essa estratégia para desviar o foco da questão
O que está em discussão aqui é mais uma manipulação dos fatos pela imprensa.
ficha?
é igual àquela da Dilma?
PD, olha a Nhé fazendo que nem o Hoover aí, ó!
olha o blog policialesco aí, ó!
Qual a opção de cada um:
( )acha o deputado safado e admira o papel da imprensa de esclarecer a população nesse episódio.
(X)acha o deputado safado mas acha que a imprensa é seletiva e desvirtua o seu papel ao perseguir alguns e poupar outros.
( )acha que o deputado não fez nada demais e portanto a imprensa o persegue por birra.
Roberto F
(X) acha que o deputado pode até ser safado, mas a repórter com certeza é e manipulou os fatos atendendo aos interesses globais
Adorei seu comentário Roberto F #53!
Assinalaria a mesma opção.
Rabbit, meu caro. ‘Menas’ né?
Pq li a transcrição do áudio? Ora, meu caro, aqui no serviço eu não tenho placa de som, tinha que me virar com outra mídia. Quem fez a transcrição? Hum…
Pq peguei a ficha corrida (ou capivara) do deputado? Sei lá, deu vontade, estavam falando tanto, hj eu até aprendi o que é ‘leonício’. Olha só!
Vc entendeu o post de outra maneira, entendeu que temos que discutir as ‘manipulações búúúúú da imprensa’.
Eu entendi que era para protestar copiando e colando a imagem que a moça Thaís fez.
Bom, já deixei claro minha posição: estou aqui para atirar pedra no deputado.
O deputado por ser um grande corrupto. Eu não sei se é. Mas não é isso que está em questão. O que está em questão é a completa manipulação do que ele disse. O que ele diz é que o julgamento dele não será norteado por imprensa ou por repórteres. Mas sim pela consciência dele. Extremamente correto nesse ponto. Vamos nos ater a ele. Ouçam o áudio.
OBS: para deixar claro, não estou defendendo o deputado, ou colocando a mão no fogo por ele. Estou com ele neste episídio. Essa de ou está comigo ou contra mim tem que parar.
PQP, escrevi um comentário enorme, sumiu!
Bom, tá quase na hora de encerrar o expediente, não vou reescrevê-lo.
Só uma coisa, Rabbit: menas, tá? Por favor.
Só uma coisa PD e Nhé, menas também!
é fácil falar que o Noblat cometeu uma “barriga”
mas aqui foi cometida uma também!
rabbit - ” imprensa empresarial”
Quel imprensa que não é empresarial?? Existe alguma? É capaz de citar?
o blog do PD
um jornal mimeografado na escola (desculpa, não sei se é do seu tempo)
um jornal de um partido político
o jornal de uma tv educativa de verdade
tá bom, ou quer mais
abçs
o jornal do meu sindicato
o Twiter (é assim que se escreve?)
um jornal de associação de moradores
….
e a imprensa do futuro, que será barata e finaciada por nós mesmos, e não por propaganda
…
o jornal que o barão de itararé publicava no Rio dos anos 40, se não me engano
(de tanto apanhar dos meganhas, escreveu na porta: entre sem bater… principalmente se for da polícia!)
o pasquim
algumas rádios comunitárias
aliás, não sei se o barão de itararé já foi objeto de um post aqui
se não, fica a sugestão, PD
já sei, já sei, se eu for lá pro Pandorama eu mesmo posso criar esse tópico…
ué, pensei que o papo com o Pablo ia render…
Eu tive uma reunião.
Claro que o Blog do PD é empresarial. Ele tem anúncios no Blog que geram receita. Tem reconhecimento que geram negócios.
Talvez jornal de partidos políticos sejam os mais empresariais de todos. Motivos óbvios.
Jornal de TV educativa também é empresarial. Se gera lucro ou não sou oooouuuutros quinhentos.
Jornal de sindicato é o mesmo que jornal de partido político.
“e a imprensa do futuro, que será barata e finaciada por nós mesmos, e não por propaganda”
Isso você já respondeu na própria frase.
Não sei, mas acho que eu tenho conceito de empresarial diferente do seu. Não é porque uma imprensa e empresarial que é ruim. É esse o meu ponto.
Pois é, Pablo
bom, em primeiro lugar, algumas vezes vc associou opiniões minhas a um anti-empresarialismo, desculpe o neologismo
não é bem assim
eu já tive uma pousada, fui sócio majoritário de uma produtora de eventos e de uma academia
há diversas atividades humanas que só funcionam desse modo, empresarialmente
mas acho, e isso seria uma longa discussão, que nem tudo é empresa
acho que o esporte ser empresa é uma lástima, mas sei que é uma opinião minoritaríssima
são valores incompatíveis
acho que a imprensa e a empresa são valores incompatíveis também
acho que tratar a saúde empresarialmente é problemático
acho que tratar a educação empresarialmente é esquisito
mas sei que essas opiniões são minhas e vão de encontro ao que hoje está aí
mas não acho que o blog do PD seja uma empresa, ou melhor, que seja empresarial
acho que ele até tenta uma coisa assim lá no Pandorama, um dos motivos pelos quais eu, humildemente, não simpatizei com a coisa
o financiamento cidadão é uma realidade nos EUA em vários exmplos - e isso é uma coisa que eu estou pesquisando
repito, há blogs na Califórnia que intermediam pessoas comuns financiando repórteres autônomos fazendo reportagens selecionadas em blogs
ficou meio cortado, para não ocupar muito o espaço, mas acho que temos muito tempo para conversar sobre isso
abçs
Agora, que o deputado, no caso em tela, está correto, não há dúvida nenhuma!
Sérgio Moraes – Mantenho. Não posso abonar uma mentira. A imprensa mentiu para o Brasil que o Edmar roubou na Câmara e fez um castelo. Ele tem o castelo há 20 anos. Quando comecei a dizer isso, a menina do jornal O Globo me ameaçou, algo assim: ou tu confirmas ou vamos colocar a opinião pública em cima de ti. Eu respondi: tu faz o que quiser, estou me lixando para o que tu vais escrever e para o que a opinião pública vai dizer. Não vou cortar o pescoço de Edmar a não ser que me provem que cometeu outros erros.
Gente, peraí! Vocês piraram, acho, com todo respeito (é uma brincadeira,
claro). Esse é o típico caso em que as duas coisas estão corretas: a
crítica à imprensa é válida e o deputado é safado. O cara é acusado de
trocentos crimes (envolvimento com prostituição, telefone público na
casa dele, totalmente tendencioso nos seus projetos na câmara, etc). O
cara é um calhorda que representa tudo que há de ruim na política
brasileira e vocês vem aqui fazer defesa dele? A grande imprensa merece
ser criticada sim, por vezes esculhambada. E eu acho sim que existe
muito corporativismo entre os jornalistas (inclusive por parte do Pedro
Doria, que vive tentando provar aqui que a imprensa está no seu melhor
momento histórico). Jornal publicando ficha falsa como se verdadeira
fosse, ministro do supremo em conluio com a mídia, banqueiro safado
manipulando a imprensa, com tudo isso eu estou de pleno acordo e acho
que é absolutamente necessário criticar. A grande imprensa, em sua
grande maioria, está na lama, pra não dizer no esgoto mesmo. Mas nesse
caso, desculpem, não vale defender o deputado. Talvez se possa ressaltar
a crítica à imprensa, mas denfendê-lo, jamais. Até porque, o cara só
falou isso num momento que lhe convém falar (afirmar uma legitimidade
política que, se um bom repórter investigativo colocasse à prova,
provavelmente seria esmagada rapidamente). Então, pelo amor de Deus.
Daqui a pouco o Sarney manda algum recado para a rede Globo e vira
instantaneamente o herói dos que criticam a grande imprensa?
Definitivamente, com esse tipo de herói, a mídia agradece pelas nossas
críticas. Abraço.
Confetti,
Obrigado pelas janelas abertas n° 1 e n° 2 lá em (39). Demorei para agradecer porque no trabalho não dava e em casa tenho um windows 98 com internet discada (quase que tive que comprar um novo para fazer meu imposto de renda, mas aos trancos e barrancos minha velharia funcionou).
A idéia da janela aberta n° 2 - New Orleans - se prendia a um esforço de reconstrução que desencadearia o processo de desenvolvimento econômico. No vídeo fica evidente que não houve nem há esse esforço. Assim não há vaticínio que perdure.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 08/05/2009
Nhé!,
O (43) era todo para você. Eu é que sou assim, prolixo, confuso e difuso. Com o tempo, se houver, eu vou destrinçar o comentário para você.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 08/05/2009
Rabbit,
Escutei o discurso do deputado lá no blog do Luis Nassif em “O deputado que se lixou para a mídia” de 08/05/2009 às 11:30. Portentoso. Ele deve ser jornalista. Eles são bons com as palavras. Lá no RS ser do PTB deve ser muito honroso, pois devem estar na frente o PDT, o PT e até o PMDB sem a ala do Brossard.
Quanto ao questionamento do Pablo Vilarnovo em (60) eu penso que a idéia é que o jornalismo deveria ser uma prestação de serviço remunerado. É um bem público que não pode ser prestado pelo estado, mas não pode ser prestado também pelo sistema capitalista. O emprendimento não pode visar o lucro, não pode ter como mola propulsora a ganância em ter mais. IF Stone seria o protótipo. Milhões dele espalhados pelo mundo. Se o empreendimento, o coletivo ou o individual, visar ao lucro, ao crescimento, a informação não é confiável pois ou ela depende do governo ou do financiamento dos bancos.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 08/05/2009
“Eu é que sou assim, prolixo, confuso e difuso”
=))
Juliano
o que importa é a canção, não o cantor
no caso específico, há que se defender o cara sim…
um cara pode ser assassino, pedófilo, o que for
se for acusado de um furto que não cometeu, ele, nesse caso, é culpado ou inocente?
Clever
concordo novamente, a informação é um bem público
Clever
legal a o I F Stone, não conhecia
mas uma coisa eu tenho certeza: quando temos uma idéia que achamos bacana, é só procurar que alguém já teve essa idéia também, graças a deus!
sendo repetitivo, há alguns meses li em um blog que a imprensa autônoma estava crescendo na califórnia - tô procurando esse post e pesquisando o assunto
o que me interessa é a possibilidade do financiamento cidadão, para, por exemplo, ongs (ô nomezinho ruim), saúde (pequenos grupos de famílias e médicos), educação e imprensa
nos estados unidos não é raro as pessoas investirem em uma idéia, ainda que venham a ser enganados, ou que a idéia não vá pra frente
aqui no Brasil, eu e outros já tentamos algo assim, por exemplo no início de algo que foi (e ainda é) chamado cidadania pelas águas
mas esbarramos em aspectos culturais brasileiros, do tipo “isso não vai dar certo”, “vocês querem é se dar bem com nosso dinheiro”, “é o estado quem tem que cuidar disso” e por aí vai
só que a internet, há dez anos, não era o que é hoje, tô a fim de tentar de novo
Bom
sei que sou apenas um grâo de areia, mas quero compartilhar o seguinte:
uma das questões que me acompanhou essas duas últimas semanas foi a adesão ou não ao PANDORAMA
para outsiders pode parecer bobagem, coisa sem importancia, mas acho que todos aqui sabemos o que significa pensar sobre isso
pode parecer piegas, mas tomei a decisão de me cadastrar após pensar sobre a saída do Idelber, que achei sensata
mas pensei, agora é que vou me cadastrar, como tentando evitar a tentação de só participar do que é igualzinho a nós, tentando buscar a diversidade
(tem outros motivos também, ajudar a preservação do espaço doriano na web e mais…)
mas acabo de abrir a página do Pandorama e tem TRÊS MANCHETES INSISTINDO NA MENTIRA RELATIVA AO DEPUTADO SÉRGIO MORAES!!!!
está a cara da FSP, mancheets fáceis para chamar gente?
ninguém critica ou comenta a repórter (alguém sabe o nome dela), NINGUÉM OUVE O OUTRO LADO !!!
agora é definitivo: PANDORAMA NEM PENSAR!!!
vou comprar mais livros, me proponho até a doações diretas para a manutenção do weblog do PD, mas aquilo lá é um passo para trás, é populista, é ruim!
abç
Aliá, essa é a minha definição do Vilas Boas: jornalismozinho fácil, ultrapassado!
Sério mesmo, tirando o PAX, alguém consegue ler e gostar do que ele escreve?
Mas estender essa influência a todo o portal é dose!!!
Mesmo que fosse verdadeira a história do deputado, é assim que os assuntos vão ser tratados lá?
Como em um jornal desse de 0,50 que são vendidos na rua hoje em dia?
eu, heim!
acho que às vezes devemos seguir nossa intuição…
Aquilo lá não é mudança, é repetição, é regresso… eu quero é mudar de verdade, ir pra frente, sempre!
Enquanto isso, na quarta-feira , 6 de maio, por 9 votos a 6, não foi aprovada audiência pública com o chefe da polícia federal, Luiz Fernando Correia, acusad0 por uma doméstica e pro um deputado de haver torturado a ambos em duas situações diferentes
O governo Lula comandou o esforço para evitar sua convocação.
E aí, PD e dorianos: esse sim, parece ser da linhagem do Hoover
e tá lá, no comando da PF!!!
e aí sociedade civil internética, não vamos fazer nada, vaos aceitar um suspeito de torturador na chefia?
Para Tarso Genro, que organizou a coisa, tortura política não pode, mas tortura nas prisões pode… e dá promoção!
Tá difícil, meus ídolos, minhas referências têm pe-de-barro
vou nadar pra esfriar a cabeça
Rabbit,
Eu não tenho boa memória, mas tenho mais de meio século de vida e no que posso vou armazenando as informações que eu acho relevantes.
Eu encasqueto com facilidades com jornalistas, mas é preciso muito para eu não ter muita consideração. Não gostava de Carlos Castelo Branco - o Castelinho - mas foi preciso ele candidatar a ABL contra o Mário Quintana, para eu passar a considerar que ele não valia nada. Não sou admirador nem da Academia nem do Mário, mas foi a pá de cal. Ganhar a Academia pelo relacionamento da época dos militares não merecia consideração nenhuma.
Outro é o Elio Gaspari, como o Castelinho, uma cultura sem igual, uma escrita de fina estampa, mas do qual eu não gostava. Veio a história de que ele é que fizera a frase que colocaram na boca do Joãozinho Trinta: quem gosta de pobreza é intelectual, pobre gosta é de Luxo. Podia ser então enterrado para mim. Isso que ele fizera não deveria ser considerado jornalismo.
E agora a história do Villas Boa Correa. Escrita impecável, mas de ideologia oposta a minha e, a não ser pela informação de conhecimento que ele trazia não havia interesse no contraponto ao que ele dizia (meu pai foi um velho udenista e o discurso dele eu já sabia de cor), mas não o desconsiderava. Na eleição para governador em São Paulo em 1986, o Antônio Ermírio estava à frente quando o Quércia começou a crescer. O Villas Boas Correa vem com um artigo em que entrega o Quércia dizendo que ele só não foi cassado por corrupção pelo Geisel porque prometera votar com o governo. Nada me deu mais satisfação do que a vitória do Quércia. Feita a denúncia à epoca, o Villas Boas Correa não teria tanto a minha reprovação, mas para salvar o Antônio Ermírio, ele passava a não merecer nada.
A única coisa ruim da vitória do Quércia foi o fato de ele ter muita experiência empresarial e política e levar para São Paulo coisa que ninguém mais conseguia em Brasília. Em 1995, creio que dois economistas israelenses deram entrevista na Gazeta Mercantil dizendo que em epoca de inflação alta a melhor coisa que se tem a fazer é aumentar o endividamento como o Quércia fizera.
Em (74) deveria dizer “Lá no RS ser do PTB não deve ser muito honroso, pois devem estar à frente o PDT, o PT e até o PMDB sem a ala do Brossard.”
Clever Mendes de Oliveira
Ponte Nova, 09/05/2009
Bom
depois de ver o UOL, o Terra, o Sergio Léo, a Globo News e tantos outros, deu pra entender o que alguns disseram aqui
os jornalistas realmente acreditam que são não só representantes, mas a própria opinião pública!!!!
else insistem em colocar uma manchete em contradição ao áudio/vídeo!!!
até hoje!
parecem crianças que não querem dar o braço a torcer!
Eu também estou me lixando para o que escrevem o Globo e os demais jornais!
(Aliá, é bom todo mundo ficar atento para novidades lá no caso dos Nardoni)
Aliá, como disseram alguns em outros locais, o Gilmar Dantas disse, esse sim, tá gravado, que ele não considera a opinião pública na hora de tomar suas deccisões
Por que a imprensa não fez o mesmo carnaval?
Só para esclarecer, acho que, nessa fala, o Gilmar está corretíssimo!
Não vou repetir o erro de alguns, por não gostar do passado do cara, achar que ele não pode emitir opiniões corretas em situações específicas
Não cabe a mim analisar as fichas das pessoas e anulá-las, desconsiderar o que elas falam
nesse post, o blog virou um monolog, mas não me importo
segundo o blog do fred, citando o globo, gilmar disse que não “iria procurar o sujeito da esquina” cada vez que tivesse que tomar uma decisão
esse assunto é tão importante pra mim, que de repente eu alcanço os 1000 comments…
rabbit, tou te lendo atentamente, mano ! nao dou palpite, mas tenho me informado…nao estou muito à par da historia .. .queri ver pd reagir . . .ele deve estar acordando…
O que os políticos pensam de você….
A imagem a qual o Arthurius se referia (o Pedro Doria já deu o recado dele) é essa simpática imagem abaixo criada pela Thais (clique para ampliar):…
“Eu também estou me lixando para o que escrevem o Globo e os demais jornais!”
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
certamente a globo está preocupadissima com o que vc escreve
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
pateta
E o deputado honesto agradece
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Confetti,
Você não é nada do que você diz em (75). você é concisa, clara e incisiva. Quando precisa, você brilha nas frases curtas, nos sinais e nas onomatopéias .
Clever Mendes de Oliveira
BH, 09/05/2009
Rabbit,
Fui hoje lá em Ponte Nova, como motorista da namorada e enquanto ela ficava trabalhando para a Defensoria, eu fui para uma Lan House. Montei um texto, como eu diria . . . supimpa para esclarecer o Paulo Roberto Silva em (32), mas na hora de enviar o computador apagou.
Tenho perda de memória recente, mas como minhas idéias também são velhas vai dar para eu retomar algo parecido. Enquanto isso, ficou faltando completar a menção à I. F. Stone. Eu provavelmente poderia assinar quase tudo que ele fez, mas o exemplo serve para alguém da direita também. E o mais importante é que um erro de I. F. Stone, seja ele de direita seja de esquerda, vai ter uma repercussão mínima. Um erro da Globo é monstruoso. E se o I. F. Stone (seja de direita, seja de esquerda) cometesse um erro de má-fé, o órgão fiscalizador (Se a informação fosse tratada como um bem e se a mentira fosse considerava como a considerava Montaigne: o maior dos crimes, ninguém se oporia a esse órgão fiscalizador) viria e aplicava a ele uma multa ou mesmo a interdição (como a um comerciante que vendesse comida deteriorada) e ninguém iria alegar que não se respeita a liberdade de imprensa. Agora, se um órgão fiscalizador for fazer isso (a interdição, pois a multa seria mais plausível) na Globo ou em qualquer empresa de dimensões continentais, eu mesmo me porei contra porque com essas dimensões isso acaba sendo realmente um ataque a liberdade de imprensa, talvez não em um caso específico em que houvesse má-fé, mas o poder de interdição poderia ser usado com má fé. O poder de interdição usado com má-fé em um só é ruim, mas o efeito político desse uso seria pequeno.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 09/05/2009
De volta de um almoço antecipado de dia das mães com a família - não deu para ir na marcha da maconha
éramos 15 pessoas, 12 adultos
e não é que o assunto puxado foi… o deputado que se lixa para a opinião pública!
minha namorada falou que eu estava meio obcecado pela história, tentei evitar o assunto, o pessoal fala, fala, fala, falei e acho até que o meu ponto de vista acabou prevalecendo
mas, tudo isso é pra dizer que a mídia empresarial ainda está sentindo só cócegas da blogosfera independente
a cabeça da galera ainda é em sua imensa maioria global…
o assunto pegou e pegou mesmo
fazer o quê?
Pablo Vilarnovo… voce está por aí?
O Sergio Leo lá no blog dele falou em imprensa empresarial!!!
será que eu tenho alguma influência nisso?
acho que não, mas isso mostra que um cara capaz como ele aceita o conceito
lá ele diz que é bom ter uma “imprensa empresarial pluralista”, pluralismo esse que eu não reconheço
lá tb ele diz que não ouviu o vídeo, isto é , ele também não ouviu o outro lado, e que a entrevista foi feita às pressas, de improviso, o que justificaria não haver a confirmação de outros repórteres ou gravação de qualquer tipo!!!
pois é, uma entrevista de improviso, às pressas, pode justificar tamanha repercussão?
não caberia à repórter pedir uma entrevista mais calma e confirmar se o que ela entendeu era mesmo a opinião do deputado?
ou ela pensou, ih o cara pisou na bola, me dei bem, vou ser promovida lá no globo?
eu acho que mesmo pessoas competentes como o Sérgio Léo, perdem um pouco da competência pára o corporativismo
me lembro do massacre que o gabeira sofreu, e que talvez tenha sido o detalhe decisivo para sua derrota, ainterpretação sacan de parte da imprensa e do Paes da história da suburbana
aí o pessoal aqui não gostou da exploração de um deslize, quem conhece o gabeira sabe que ele não tem esse preconceito, mas a imagem ficou
mas o cara era “do bem”
é o mesmo que está acontecendo com o deputado
ah, mas ele é “do mal”
com o Gabeira, foi exploraçaõ oportunista
com o deputado, ah ele merece
sei não
correção:
eu acho que mesmo pessoas competentes como o Sérgio Léo, perdem um pouco da competência quando o corporativismo da imprensa entra em ação
clever ja caiu no
vicio : com a namorada em ponte nova ( ??) o cara pula na primeira lan house do caminho pra acessar weblog….kkk*
rabbit idem…almoçando com a familia, falando na gente , nesse mundo imaginario, onde o grito é sempre silencioso….e tao cheio de consequencias….
( esse opus #15 é uma delicia…nao achei com a. rubinstein..mas a introduçao deixa a gente mei paradinho…pra vcs 2…. ))
Confetti
delirante… isso me lembrou como eu gostava de me considerar assim
bom dia e muito obrigado!!!
Confetti,
Ela foi a serviço atender ao povão. Eu fiquei a ver . . . se tivesse mar eu me contentaria, mas o vício é sério.
E o pior é que eu fico arrumando incumbências. Aqui há o Paulo Roberto Silva em (32) a quem eu pretendo esclarecer sobre minha frase em (13) a respeito dos técnicos e dos políticos e o Nhé! em (45) que parece que gostaria de que eu em (43) perdesse a confusão e a difusão das idéias. Quanto a prolixidade, mesmo se eu desejasse de ela não escaparia.
Pretendo também comentar sobre o texto do Marco na chamada do Pedro Dória em “Sylvinha Araujo” de 7/05/2009. O texto do Marco é bom, mas como eu sou desafinado vou lá desafinar o coro dos contentes, ou como disse CDA, ser gauche na vida, ou como CB ser um albatroz.
E lá em Luis Nassif para o texto “O deputado que se lixou para a mídia” de 09/05/2009 às 07:00 eu enviei um comentário (08/05/2009 às 19:04) em que me comprometia a abordar alguns pontos a que o debate sobre o discurso do deputado remetia.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 10/05/2009
Confetti,
Por descuido, em (100) deveria ser, apesar de feia a construção, “Quanto a prolixidade, mesmo seu eu desejasse de ela escapar, não conseguiria”.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 10/05/2009
Rabbit,
Sobre a referência que você faz em (44) a respeito de eu dizer em comentário em (43) que entendia um pouco de tributação, o meu melhor sobre o assunto está no blog antigo do Luis Nassif no projetobr para o texto dele, “A nova reforma fiscal” de 29/02/08 07:00. Fiquei de acrescentar quando tivesse tempo uma análise menos superficial do instituto da Substituição Tributária para o ICMS e um modelo de repartição da receita de ICMS entre os estados brasileiros em lugar da diferença de alíquotas interestaduais, mas mesmo no atual estágio vale bem um lida.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 10/05/2009
Paulo Roberto Silva,
Em (32) você iniciou um comentário, dizendo discordar da minha abordagem em (13) por considerá-la superficial. O que você chama de minha abordagem é a frase:
“Ninguém mais competente que os políticos e ninguém é mais incompetente que os técnicos, tanto é assim que quem manda no mundo são os políticos e não os técnicos”.
Assim era a frase na sua origem e por isso eu não a transcrevi exatamente como a enunciei no meu comentário em (13).
Bem, em relação ao seu comentário eu poderia iniciar dizendo que concordo com você. E não é um concordar gratuito, não. Tanto concordo que, no meu comentário em (43) para Nhé!, eu uso a sua argumentação sobre os técnicos para tentar tornar mais clara as idéias que eu expressara em (13) e Nhé! não concordara.
E mais, tanto concordo que devo sempre que fizer esse tipo de análise usar mais ou menos o seu comentário como uma espécie de preâmbulo, alertando o meu interlocutor que o que eu vou dizer “é uma abordagem superficial, pois tanto o defensor dos políticos, quanto quem defende os técnicos, precisam entender que há diferenças de competências entre uma liderança política e um profissional técnico . . . ”.
Então concordo que minha frase é uma abordagem tosca. Ela o é, entretanto, nas condições em que ela foi apresentada no meu comentário em (13). A mera introdução do novo preâmbulo a ser feito de agora em diante já faz um bom polimento na frase. E há outras justificativas que se indicadas a tornariam mais consistente.
Primeiro tenho que reconhecer que eu não sou um frasista. A frase não deveria ser só ela, mas deveria trazer uma idéia que infelizmente eu não soube exprimir. Tentarei expressá-la melhor neste comentário.
Para entender a frase é preciso lembrar que ela não vem sozinha. À frase eu acrescentava um texto que eu intitulara “Elogio da Corrupção”. E mais, a frase e o texto tinham história como eu vou me permitir de contá-la um pouco à frente. E mais, a frase e o texto tinham uma função, um objetivo que lembrarei nos últimos parágrafos deste email.
Em 1987, iniciei um curso, sendo metade dos colegas jovens vestibulandos e outra metade de funcionários públicos, alguns com formação superior e outros não. No mesmo ano iniciou-se o mandato de governandor Newton Cardoso. Newton Cardoso era acusado pelo grande jornal do mineiros como corrupto e além disso era considerado como um ignorante, sem uma formação educacional à altura do cargo que ocupava, e, por isso, era tomado como incompetente.
Newton Cardoso resolveu acabar com o curso que nós fazíamos. Para isso atacou a Fundação João Pinheiro um órgão de destaque na preparação de técnicos para o setor público. É claro que como conseqüência houve uma revolta muito grande contra o Newton Cardoso, tanto no meio dos alunos como no meio dos professores, a maioria vinda do próprio corpo técnico da Fundação João Pinheiro.
Eu já era gato escaldado com esse negócio de corrupção. Considerava-a como meio fácil de acusar o adversário político. Acompanhara o escândalo da Lockheed Aircraft que ocorrera na década de 70. Havia países europeus envolvidos, mas o centro do escândalo foi o Japão. E aqui cabe reportar mais uma teoria conspiratória da história. Como o escândalo surgiu a partir de depoimentos e investigações levadas a cabo pelo Congresso americano passei a considerar que tudo fora uma armação (a corrupção existira, mas ela foi sistematizada e ampliada e divulgada) do Congresso para passar a idéia que o Japão era um país muito corrupto e talvez assim conseguir reduzir a concorrência japonesa. Na década de 60, os produtos “made in Japan” eram enfrentados com a acusação de baixa qualidade, mas diante do crescimento sempre robusto dos japoneses, a concorrência japonesa ficava cada vez mais difícil de enfrentar.
Além disso eu tirara outras conseqüências. Como o escândalo demonstrava que havia corrupção no Japão, e como o Japão crescia a taxas elevadas, eu percebi que não deveria haver relação entre crescimento econômico e corrupção
Assim, diante da campanha do grande jornal dos mineiros (Que recentemente andou às turras com o grande jornal dos quatrocentões paulistas) e da crítica desmedida dos meus colegas de curso, eu iniciei o contraponto. A partir daí, eu só aceitava a acusação de corrupto contra quem transitara em julgado uma sentença condenatória. Sem a sentença, o acusador é que era um corrupto de palavra, um depredador do patrimônio público, pois com declaração assim ele estava chamando de incompetente os órgão encarregados de levar a uma sentença condenatória, ou seja, a Polícia, o Ministério Público e o Poder Judiciário.
E eu não ficava só nisso, passei a demonstrar que o corrupto era menos nocivo que o incompetente. Via pouca possibilidade de sobrevivência do corrupto incompetente. Havia lido “O gene egoísta” de Richard Dawkinse aprendera a utilizar as estratégias de sobrevivência. Como todos combatiam o corrupto, se ele fosse incompetente seria facilmente pego.
Fiz então o texto “Elogio da Corrupção”. Na verdade eu sou contra a corrupção e creio que vale a pena desenvolver mecanismos para combatê-la, mas sem a pretensão de acabar com ela, pois isso nos leva a tirania. Uma parte desse texto com elogio à corrupção eu inclui em comentário (12) que enviei para o texto aqui no blog do Pedro Dória intitulado “Corporativista, não” e que foi motivo de discordância de Epicuro em (47) (Depois transcrevi o comentário em “No Brasil, somos todos corruptos” de 09/05/2009).
Mesmo com formação em Direito, Newton Cardoso era visto como ignorante e, portanto, incompetente. Eu passei então a questionar muito a incompetência de Newton Cardoso. Eu acreditava e acredito no processo democrático e penso que ele não possibilita a chegada ao poder de um governante incompetente. Para a minha argumentação era até melhor que o Newton Cardoso não tivesse formação superior.
Eu defendia a supremacia do político com a seguinte ilustração: se fosse dado aos técnicos para escolherem um local para construir uma cidade e oportunidade semelhante fosse dada aos políticos e as duas soluções fossem realizadas, muito provavelmente a opção dos políticos se sairia melhor, pois talvez eles conseguissem medir o ânimo dos que fossem morar na nova cidade e assim a escolha deles apresentasse mais efetividade do que a dos técnicos.
E qual era a intenção da frase e do texto, qual era o meu objetivo? A minha intenção era a defesa da democracia. Naqueles anos de 80, antes da Constituição de 88, a idéia de democracia não era tão forte. E as denúncias de corrupção que realmente surgem com muito mais intensidade quanto maior for a liberdade de imprensa, solapava a crença no processo democrático, ainda incipiente, mas já existente no período anterior à CF/88.
Eu não considerava como não considero o processo democrático como um bom mecanismo para a tomada de decisão que é a essência da arte de governar. Percebi, entretanto, que excetuando o néscio completo é muito difícil estabelecer graus de competência entre os governantes. Não temos, salvo a nossa ideologia, critérios para definir se alguém é mais competente do que outro.
O néscio completo poderia existir na época da monarquia, quando acontecia de um pobre de espírito herdar um trono. Nesse sentido vou reproduzir a seguir um texto da biografia do Conde de Södermöre (Axel Gustafsson Oxenstierna af Södermöre, nascido em 16 junho de 1586 e falecido em 28 de agosto de 1654) na Wikipédia em que há a frase para encorajar o filho dele: “Não sabes meu filho com quanta estultícia o mundo é governado”:
“Do you not know, my son, with how little wisdom the world is governed?” (in a letter to his offspring written in 1648, in the original Latin An nescis, mi fili, quantilla prudentia mundus regatur). Although attributed to Cardinal Richelieu as well, this is probably the most famous Swedish quotation in the Anglo-Saxon world. The words were intended to encourage his son, a delegate to the negotiations that would lead to the Peace of Westphalia, who worried about his ability to hold his own amidst experienced and eminent statesmen and diplomats. This sentence was also quoted by Adolf Hitler in his book Mein Kampf.”
Então na monarquia a frase fazia sentido. Na democracia, não. Salvo em uma eleição às custas de um plano econômico, como a eleição do Cruzado em 1986 e a do Plano Real em 1994, o vencedor é sempre alguém com vasta experiência administrativa. A experiência administrativa não é prova que se é bom administrador, mas serve como uma referência mínima. É sempre alguém que durante toda a vida sempre disputou um cargo. E se tivesse algum dom poderia com a experiência ir desenvolvendo uma ou outra habilidade.
É esse aprendizado que a democracia proporciona que me faz acreditar, mesmo sabendo que não há como dizer que alguém seja mais competente do que outro, que a história de vida de Lula indica que ele desenvolveu mais a habilidade para gerenciar um pais como o Brasil do que a história de vida de FHC (FHC, com todo o conhecimento técnico que possui poderia ter sido um bom assessor). Se for ver a história colegial de FHC, eu tenho certeza que não se encontrará nenhuma candidatura dele para líder de turma, presidente de grêmio estudantil ou algo semelhante.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 10/05/2009
caraca… Clever
abçs
kkkk*
abçs também ! )))