A violência no Iraque aumenta
(Como vai a estratégia Obama?)
Mais de 50 pessoas morreram na quinta-feira, em Bagdá, após explosões de carros bombas pela cidade. No mês de abril, 520 pessoas foram feridas em ataques na capital iraquiana. É um retorno aos níveis de violência de novembro passado. Foram 200 mortes no mês, comparadas a 99, em março, e 46, em fevereiro. Número equivalente, só em março de 2008.
Ainda é cedo para dizer que a violência está realmente aumentando no Iraque, mas é possível. Também na quinta-feira, os últimos soldados britânicos deixaram o país. Os número de soldados norte-americanos continua o mesmo que George W. Bush deixou – mas o governo Obama já começou suas mudanças.
As prisões militares, por exemplo, estão sendo esvaziadas. O governo do Iraque está absorvendo alguns dos presos. Mas a maioria vai sendo posta em liberdade. Os EUA também pararam de pagar grupos paramilitares sunitas e os transferiram para a esfera do governo iraquiano. As relações entre o governo local e vários destes soldados, no entanto, não são das melhores.
Gideon Rachman, editor de internacional do Financial Times, se pergunta: será que o aumento de violência está relacionado à transferência de poderes para o governo iraquiano? A pergunta que Rachman não faz: se houver relação, como resolver o país?
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Mas voces nao sabiam? Eh tudo culpa de Israel… http://www.haaretz.com/hasen/spages/1080932.html
pois é….a tal “democratizaçao” que “justificou” a invasao, nao deu em nada…so exacerbou nacionalismo e extremismo…o serviço publico iraquiano ainda nao se consolidou, a policia e o exercito inexistem…bush, cheney and co deveriam ser punidos pelo TPI, sendo obrigados a fornecer ajuda logistica em bagdad, até o pais “normalizar”…
coitados dos caras !
Confetti,
Não só Bush e Cheney, mas toda a gangue de falcões neocons envolvidos na empreitada. Mas como evidentemente isso não vai acontecer, A situação se transforma em um dos grandes desafios de Obama: realizar a retirada das tropas sem largar o Iraque ao Alá-dará.
Retirem todas as forças estrangeiras, embaixadores, cruz vermelha, médicos sem fornteiras etc. e deixem se matar uns aos outros.
Quem sabe com o que sobrar, seja possível reconstruir alguma coisa……..
Sempre dizem da questão econômica/interesses estrangeiros mas, acho que o pior são os problemas religiosos/étnicos, estes sim que emperram o progresso e a paz por lá……
Antonio M,
De qualquer forma, não se pode negar que a intervenção desastrada dos EUA ajudaram a desestabilizar ainda mais a situação do país.
Por mais difícil que seja a transição, a construção de um governo nacional autônomo no Iraque será melhor que a tutela norte-americana. O desafio do governo americano é tornar a transição o menos crítica possível. Mas precisa deixar os iraquianos andarem com as próprias pernas. Mesmo que se matem.
Todo mundo sabia que os Estados Unidos não deviam se intrometer no Iraque, mas a “gangue de falcões neocons” (como disse o Darwinista), baseada em filosofia de gibi, achou que ia lá no Iraque, em três dias, dava um tremenda surra nos iraqueanos e… pronto - a “honra” do grande povo do norte estava lavada.
Destruir é fácil, construir é bem mais difícil.
É uma verdadeira herança maldita para o Obama.
Guerras e intervenções ocorreram aos montes e muitos países invadidos sairam dessa para melhor.
Precisam parar de se agredir mutuamente e insistir em um princípio básico: tolerância. Não que dêem a mãos uns para os outros e vão brincar de cirandinha pois, nem contra Israel reagir aos ataques palestinos em sou; é preciso ser realistas e no Iraque, na minha opinião, o ódio interno que não permite que esse país saia do atoleiro. Se conseguissem traçar um plano e aturar uns aos outros um pouco mais, acredito que poderiam dar um rumo e acho que essa impssibilidade inadimissível para um país tão antigo, tão cheio de história. E creio que o fundamentalismo religioso é o elemento principal na intolerância.
Cada vez mais virando o Vietnã 2? Se o aumento da violência for mesmo causado pela diminuição de tropas e da presença das “tropas ocidentais”, a solução para o Iraque vai ser dividir-se em 3 Estados, um Sunita, outro Xiita e um só para os Curdos. O que eu acho que vai ser preciso no final chegar-se a um acordo, e para proteger as minorias que ficarem nesses 3 Estados vai ser ou deixar tropas da ONU, ou então deslocar a população (eu sei é desumano, mas e melhor do que ser dizimado por quem te odeia).
winis #3,
eu disse “bush, cheney and co”….os mesmos néocons ( con em frances significa otario ( e outras coisas que nao vem ao caso)…))
Confa,
Verdade, eu passei batido pelo “and co”… Desculpe.
:-*
João Vicente,
Nada mal que o Iraque se dividisse em 3.
Mas isso dificilmente traria paz. Logo em seguida, os 3 novos países entrariam em guerra, talvez até na base de 2 contra um.
Motivo: a posse das jazidas de patróleo, que NÃO estão distribuídas equilibradamente entre os territórios das 3 facções.
Aí, as coisas ficariam mais ou menos do jeito que estão agora, com forte possibilidade de piorar.
Tendo a concordar com o João Vicente.
Vietnã II
Ambas começaram com mentiras. Muitos motivos, mas as justificativas públicas foram foram baseadas em invenções que mais tarde foram desmascaradas.
Mentira tem perna curta. E quando exposta, o autor perde sustento. Neste caso é de um tamanho colossal, planetário.
Não estou fazendo juizo. Estou falando de fatos.
+ Bom dia, ladies and gentlemen…eu como sempre gosto de explorar o ponto de vista das comunidades de inteligência
–X–
De nada adianta possuir um serviço de informações capaz se você não leva em consideração o que ele traz. A CIA cansou de avisar que nenhuma das justificativas do Governo se mantinham em pé. Nenhuma pista indicava a produção de armas de destruição em massa, nenhum indicativo de que o metal pesado que o Iraque estaria interessado fosse usado para enriquecer urânio e o próprio diretor da Companhia insistiu com George Bush que não havia uma ligação direta da Al-Qaeda com o país inimigo.
Quando uma instituição que só tem a lucrar com o estado guerra não quer a guerra, alguma coisa está muito errada.
–X–
Num país civilizado, Bush já deveria ter ido para o pelotão de fuzilamento.
Pois é e ainda, quem foi condenado à morte? Saddam Hussein, coitadinho …..
Mas, não deixa de ser complicado. Como resolver o problema “Saddan” ?!!? E a invasão do Kwait? Esperar ele morrer e deixar seus filhos governarem por mais quantos anos? A população estaria pior ou melhor com ele(s) agora? Complicado nénão?!?!?……
O mundo está melhor sem Saddam. E sem Bush também.
Esse inevitável conflito entre os 3 países resultantes do ‘tratado de paz’ teria um agravante: a possível participação direta de Síria, Turquia e Irã. Ou seja, os cenários vislumbrados vão de ruim a muito ruim sem excluir a alternativa desastrosa.
Gente, o Iraque periga virar uma Somália, aí o bicho pega…
Os EUA no fundo querem um jeito de sair do Iraque sem outro vexame como o do Vietnã (aquelas cenas de “Deus nos acuda”, o pessoal evacuando a embaixada as pressas com o rabo enfiado entre as pernas, isso é que deve assustar quando se fala em “retirada” deles de lá.
E a estratégia de Obama para o Afeganistão ? Ele também reforçou as tropas lá e baseado em relatórios da CIA………
Antônio M. # 17,
A invasão do Kwait foi resolvida pelo outro Bush. O Bush pai, tio do Zé Bush aqui do Weblog.
O Bush pai foi lá no Iraque e deu uma surra no boi ladrão, mas este continuou sendo boi de cabeceira, liderando o rebanho.
A gringalhada matou um monte de iraqueanos, mutilou outro tanto, destruiu metade da infra industrial do país, fez o Iraque desinvadir o invadido e deu o fora. Eu seu lugar, deixou um bloqueio econômico pra apodrecer Saddan pelas beiras e pelas entranhas.
Foi o Baby Bush, primo do Zé, que tirou as patas dianteiras do chão, achando que faria mais e melhor que o pai.
Os EUA fizeram bem em invadir e bombardear o Iraque, o erro fo a reconstrução. Deviam ter entrado e saído.
Obama vai ser um desastre do começo ao fim, em três anos ou menos vai ter uma guerra no Oriente Médio envolvendo vários países, mas tudo vai continuar sendo “culpa do Bush”.
O negócio alí é assegurar o contrôle e segurança da produçao de petróleo, das instalaçoes produtivas e das reservas, que ainda sao imensas, sobretudo no norte do país. Tudo deve ficar nas mâos de Tio Sam (família Bush, Halliburton do Cheney e a Albion dos queridos britânicos). Mesmo que, para que isto aconteça, seja necessário uma guerra infinita e o martírio de centenas de milhares de iraquianos inocentes.
A guerra é por petróleo e pela sobrevivência do complexo militaro-industrial americano; o resto é conversa fiada. Quanto mais guerra no mundo, melhor para os grandes exportadores de armas e de morte: USA, Inglaterra, França, Rússia e Israel. É assim que a economia ocidental roda - bebendo o sangue de outros…
Sim Elias, quanto ao Kwait, eu sei. O que eu quis dizer foram quanto aos problemas em geral que justificaram as ações passadas, presentes e futuras ok?!
Parece uma espiral que nunca termina ….
Caro Mr. X.
Que tal você dar uma mãozinha aos seus queridos estadunidenses e dizer ao Obama qual é a solução?
Você cantou melhor que um bardo a superioridade capitalista; o capitalismo está ruindo. Você cantou melhor que Apolo o acerto da invasão do Iraque; ela se mostrou um desastre. Bem, já que como poeta épico você não está dando muito certo, pelo menos empreste sua onisciência ao Obama, como profundo conhecedor dos problemas do Oriente Médio, e imagine-se fazendo uma última homenagem a seu querido George W. Bush.
Até umas duas semanas atrás o PD (e muita gente boa) insistia em dizer que o Iraque estava estável. Que a política do Obama para o Afeganistão estaria certa. Desde antes da eleição do Obama eu dizia duas coisas: os EUA não podem sair do Iraque, Obama não vai sair do Iraque, as coisas só vão piorar; Obama não vai sair do Afeganistão, as coisas no Afeganistão já pioraram, os EUA sairão de lá corridos.
Bem, parece que os fatos encaminham-se mais para o meu palpite. Não sou especialista em nada, não tenho maior capacidade de análise do que ninguém, apenas leio as notícias dos jornais sem esperanças infundadas. Nos conflitos atuais há sempre três coisas envolvidas: petróleo, armas e drogas. Guerras promovem a compra de armas; guerras não só aumentam o consumo das drogas como, principalmente, pela confusão que causam em lugares estratégicos, garantem o tráfico; guerras tomam o petróleo dos outros na marra. São os negócios mais lucrativos da atualidade.
Só há uma solução digna para os EUA nos dois conflitos que inventou: sair deles o mais depressa possível. Culpar o Obama pelos problemas atuais, dizer que eles se agravarão por causa dele, é mau-caratismo – o criminoso é o Bush et caterva. O problema do Obama é que ele não terá pulso, ou condições, de sair dele. Se é que ele quer sair…
Mr X,
No 1º Tri de 2009, o PIB americano recuou cerca de 6%.
Desse total, aproximadamente 3,5% foi queda de estoque. O restante foi produção, propriamente dita.
Ruim? Nem tanto…
A queda no estoque, significa que as empresas americanas estão baixando o dito cujo para volumes administráveis. Mais um pouco: significa que houve consumo, mobilizando o excesso de sobra da produção dos períodos anteriores.
Ruim seria se o PIB recuasse 6% sem queda no estoque. Isto significaria estagnação, pura e simples.
Como houve baixa de estoque, é mais razoável supor que, no 2º Tri, poderá até haver crescimento negativo do PIB, mas a taxas decrescentes. Seguramente, a uma taxa menor que a do 1º Tri. Com o estoque caindo, o movimento seguinte é a retomada da produção.
Tudo faz crer, portanto, que Obama manterá a escrita: os governos republicanos esculhambam a economia; os democratas a recuperam.
Se Obama se der bem nesse front, todos os demais serão administráveis.
Americano tolera qualquer xarope, qualquer tratamento. Só não pode é ficar sem grana no bolso.
Ah, sim, Mr. X,
A taxa básica de juros nos EUA está entre zero e 0,25%.
Alguém poderá dizer: “impossível fazer política econômica com essa taxa”. Pudera: não dá pra reduzir mais que isso, né?
É… Mas precisa ter em mente que nos EUA o sistema financeiro é totalmente privado. Uma taxa de juros mais alta levaria toda a grana pro bolso dos banqueiros. No Brasil, como o Estado também é banqueiro, um bom naco continua nas mãos do governo (V. lucro dos bancos estatais nos últimos anos).
Vai daí que a baixíssima taxa de juros básicos nos EUA pode até não ajudar, mas também não atrapalha.
Na verdade, ajuda, porque o crédito deixa de ser obstáculo à retomada do crescimento. E, se houver excesso de consumo, puxando os preços pra cima, a taxa básica de juros sempre pode ser levantada (e, aí, o governo estará usando a taxa de juros pra fazer política econômica, não?).
Enfim, não creio que o Obama esteja assim tão preocupado. Acho que ele vai partir pra cima, e vai dar jogo.
Como se diz na caserna: “meu centro rompeu, meu flanco está cedendo… já sei: vou atacar!”
Nada sei de economia (e, como criança teimosa, não quero saber, embora não chegue a ter raiva de quem sabe). Mas concordo com a análise do Elias: se o Obama botar o dinheiro de novo no bolso dos estadunidenses, a política externa que ele adotar não terá importância (para eles, claro), nem seus acertos ou desastres.
Então, caros iraquianos, afegãos, palestinos e povos que moram perto: a coisa só vai piorar.
As prisões militares, por exemplo, estão sendo esvaziadas.
chest- ah, isso não deve ter nada a ver com o aumento da violencia não, né?
A história recente do Oriente Médio poderia ser resumida assim: no início estavam todos subjugados ao Império Otomano. Como os otomanos apoiaram o Kaiser e os Habsburgo na Primeira Guerra, o lado vencedor aproveitou a revolução de Ataturk e foi lá meter a colher, favorecendo e apoiando gente como a família Saud e os partidos Baath. Começou aí uma espiral de confusão e intervenção que nunca acaba. Talvez a solução seja deixar o Oriente Médio andar com as próprias pernas daqui por diante. Haverá muita guerra entre eles, mas chegaram a um ponto de equilíbrio sozinhos.
Paulo Roberto Silva,
No caso do Iraque, foi um pouco diferente.
O Iraque foi um país criado sob medida para favorecer um clã árabe, mais especificamente a família do rei da Jordânia.
Os 2 países — Iraque e Transjordânia (pegando os dois lados do Jordão, ou seja, as atuais Jordânia e Cisjordânia) — foram entregues a dois irmãos: Faissal, que ficou com o Iraque e Abdulah, que ficou com a Transjordânia. Bisavô do atual rei da Jordânia, Abdulah acabou assassinado por um militante palestino. Como seu filho era incapaz (meio abobalhado e meio), assumiu seu neto, Hussein, pai do atual rei.
O Partido Baath veio depois, na esteira do nacionalismo árabe, que derrubou as monarquias egípcia, síria e iraqueana (esta última notável por sua extrema corrupção).
Os sírios, aliás, tentaram derrubar a monarquia jordaniana, quando esta andava às turras com os palestinos, e havia promovido o massacre conhecido como “Setembro Negro”.
Os sírios forram escorraçados por uma Divisão jordaniana de primeiríssima linha. Pouco tempo depois, quando os sírios começaram a levar farelo na Guerra do Yom Kipur, pediram ajuda à monarquia jordaniana que eles mesmos tentaram derrubar.
A Jordânia mandou a mesmíssima Divisão, que segurou a barra sozinha, enquanto as tropas sírias, marroquinas, iraqueanas e sauditas se punham à sombra.
Resultado: a Divisão jordaniana foi aniquilada.
A maior parte dos relatórios militares israelenses do front sul faz os maiores elogios à competência e a bravura dessa tropa jordaniana (ainda treinada por militares ingleses, acho).
O mesmo já não se pode dizer dos aliados a quem ela socorreu…
Elias, obrigado pelo esclarecimento. De qualquer forma, o partido Baath recebeu ajuda da URSS entre os anos 1950 e 1980, segundo a orientação adotada no governo Kruschev. Nos anos 1980, recebeu apoio dos Estados Unidos, para financiar a guerra contra o Irã. E o restante todos sabemos.
Sempre que o Ocidente - Rússia incluída - mete a colher no Oriente Médio, sai bobagem. Desde o reino de Bactriana, que reunia os atuais Irã e Afeganistão no século II antes de Cristo, o Oriente Médio fica melhor sem tutela de fora. Não é a terra dos sonhos para os ocidentais, mas eles encontram o ponto de equilíbrio deles. Nenhuma interferência ocidental - invasão de Alexandre Magno, Cruzadas ou as patetadas do século XX - levou aos povos dali algo melhor do que eles tinham sozinhos.
Acho que precisamos voltar a deixá-los andar por conta própria.
alguem tem que ceder.
gj
Uma verdadeira “englobalização”. Obama teme o sionismo que mata milhões de arabes. O Holocausto ocorre no oriente médio e é praticado pelos “escolhidos de Deus”, segundo os “zévangélicos”.
A aviação jordaniana com caças ingleses e pilotos treinados pelos ingleses foi elogiadíssima por pilotos israelenses, que ainda hoje lembram das lutas de igual para igual.
Matias,
deixa de dizer asneiras. De onde você tirou isso?
No fundo a questão acaba sendo moral: é moralmente aceitável que os EUA virem as costas e deixem o Iraque mesmo que numa situação pior do que antes da invasão? Se rolar massacres de civis em grandes proporções, Obama poderia ser responsabilizado por isso? Ele seria absolvido pela história? Ele conseguiria dormir à noite? Os muçulmanos ficariam mais ou menos putos com os EUA?
Claro, o fato de ele não ter sido o responsável pela invasão ajuda um pouco. Mas no fundo o dilema é esse.
(Claro, tem uns que vão lamentar mais o fato de no final das contas os EUA não terem conseguido controlar essa valiosa fonte de petróleo)
Não, pra falar a verdade depende também de como as coisas vão ficar por lá e o quanto isso pode desestabilizar a região e o resto do mundo, enfim, quais as consequencias da retirada.
os iraquianos dormem hoje pensando…: “Bush, volta Bush..”.
Elias - Como se diz na caserna: “meu centro rompeu, meu flanco está cedendo… já sei: vou atacar!”
Caro, o copyright dessa frase é do Marechal Foch, uma das avenidas mais chics de Paris.
abs,,
ma
marco, nao deixa de ser “na caserna” ! kkk*
É, Marco.
O Marechal Foch reivindicava a paternidade da bravata.
Mas há controvérsias.
Há quem diga que o troço vem da antiguidade.
Já presenciei uma discussão sobre a origem desse treco.
Ninguém provou nada nem convenceu ninguém.
No comentário 32.
Onde se lê:
“A maior parte dos relatórios militares israelenses do front sul …”
Leia-se:
“A maior parte dos relatórios militares israelenses do front NORTE…”
Sírios, jordanianos, marroquinos, sauditas e iraqueanos pelo front norte.
Egípcios pelo fronte sul.