Censura à marcha da maconha
A Marcha da Maconha, marcada para se realizar nos dias 2, 3 e 9 de maio, em 14 cidades brasileiras, foi proibida em São Paulo, Salvador e João Pessoa e pedido do Ministério Público. A sugestão é de que a marcha induziria ao uso de drogas, o que é crime.
Fumar maconha é crime, sim, aí no Brasil. Aqui na Califórnia, para quem tiver uma receita médica no bolso, é legal. Em San Francisco, preocupada com coisas mais importantes, a polícia não se dá sequer ao trabalho de checar o papel. Há uma área do Golden Gate Park, Hippie Hill, onde os cigarros circulam com cordialidade. Não é longe da esquina das ruas Haight e Ashbury, onde nascey o movimento hippie.
Os procuradores que pediram a intervenção em regiões do Brasil estão fingindo que o movimento pela legalização da maconha não existe. Mas existe, sim, em todo mundo. É um movimento político. Há vários países democráticos que já convivem com sua legalidade, ainda que parcial. Violar leis é, evidentemente, ilegal. Contestar leis é direito pétreo em qualquer democracia. Impedir uma marcha que pede a legalização da maconha, portanto, é o mesmo que proibir que um grupo de cidadãos manifeste publicamente sua opinião.
É censura. Por definição anti-democrática.
Ainda sobre o assunto:
- Maconha, o direito de se manifestar
e o crime de apologia O post do Lula Borges sobre a passeata da maconha vale ser lido, sim. Sei que alguns de vocês rejeitam... - Sobre o que é censura e o que podemos dizer Há uma boa discussão acontecendo no post sobre a censura ao Weblog. Acho que algumas questões valem ser trazidas à...
- No tempo da censura Houve um tempo em que a censura à imprensa, no Brasil, era política de Estado. A TV Estadão fez este...
- Censura prévia implantada no Brasil O deputado estadual tucano Fernando Capez obteve da juíza Tonia Yuka Kôroko uma liminar que determina que estou proibido...
- Começou a censura à Internet
na campanha eleitoral de 2008 Lei é o diabo. Regulamentação de lei, idem. No início deste ano, o ministro Ari Pargendler, do TSE, soltou a...



“Quebrar leis é, evidentemente, ilegal. Contestar leis é direito pétreo em qualquer democracia. Impedir uma marcha que pede a legalização da maconha, portanto, é o mesmo que proibir que um grupo de cidadãos manifeste publicamente sua opinião.”
Perfeito!
Dória, concordo plenamente…
Qual é a diferença entre os que hoje lutam pela liberação (ou descriminalização) da maconha, e os que lutaram 25 anos atrás pelas Diretas Já?
Não sinto que o Brasil está preparado para um passo dessa grandeza, mas é hora desse tipo de censura ser questionada…
Vou começar um movimento, e quem sabe conseguir que algumas pessoas façam a marcha pela legalização da pedofilia…….
Que delicia……ou
Viva a maconha !!!!! ….
Viva a cocaina……
Viva a pedofilia……
Tá certo……..
Abaixo a censura!
Concordo que as pessoas deveriam ter o direito de protestar contra a proibição da maconha. Mas a interpretação jurídica do PD me parece inexata. Primeiro, a afirmação de que fumar maconha é crime no Brasil me parece tecnicamente errada, proibido é o tráfico ou a produção. Que aqueles atualizados com a legislação brasileira me corrijam. Depois, se para fumar maconha na Califórnia é preciso receita médica, então ela é proibida. Há várias substâncias que, em qualquer país, são liberadas se receitadas como remédio e proibidas como drogas ilícitas se usadas em outras circunstâncias.
Não conheço a legislação federal estadunidense, muito menos a dos 50 estados, mas certamente haverá leis que proíbam a apologia do crime. É o jeitinho de que se socorrem os juízes brasileiros que proíbem a marcha pela maconha. O ideal é a liberdade para se defender qualquer ideia, isto sabemos que sempre foi defendido nos EUA. Mas será que sempre funcionou na prática? A origem deste Primeiro de Maio nos diz que a liberdade nos EUA sempre foi até onde os poderosos quiseram que ela fosse.
Eu sempre achei um absurdo um regime que se considera democrático conviver com um crime de “apologia”…
Para tudo há de haver limites.
Nós sabemos que aonde a maconha é “liberada” tem um “porque” medicinal.
A experiencia holandesa é triste e não disse a que veio.
Na Suiça há algo parecido , mas que só serve para apartear os drogados, num curral de monstros disformes.
Faríamos a marcha pela liberação do homicidio?
Ou do estelionato?
Não concordo com essa tese de censura, pois o uso de drogas sempre é sim um caminho para a destruição da personalidade e do corpo.
Se o baurets fosse ruim ninguém fumava.
Cristo era contra as drogas?
Claro que não.
Lembrem que Cristo transformou água em vinho para a rapaziada curtir.
E Cristo também era usuário.
Lembrem que ele e mais doze “cabeludos” se reuniram em um parque e consumiram droga… aí veio a puliça “romano-estadunidense” e prendeu ele.
Até hoje, nas missas, os cura consomem em homenagem a ele.
É uma parte bem legal do credo católico.
Então… se nem o filho do cara era puritano…
Peter Tosh - Legalize it
”
Singer smoke it
And players of instruments too
Legalize it, yeah, yeah
That’s the best thing you can do
Doctors smoke it
Nurses smoke it
Judges smoke it
Even the lawyers too
Legalize it - don’t criticize it
Legalize it and i will advertise it
“
Uma rápida consulta ao indefectível Google mostrou-me que nem os doutos juristas concordam se o uso de drogas é ou não é crime no Brasil. Há sempre uma discussão a respeito da diferença entre incriminação, descriminação, penalização e outras firulas que só eles entendem. Certo apenas é que não há mais pena de prisão para o usuário. Mas ele pode receber advertência e, em caso de reincidência, poderá ter de prestar serviço social ou ser obrigado a tratamento. Esta terceira medida é a que mais gera discussão, por entenderem que ninguém pode ser obrigado a se tratar de alguma coisa. Mas está na lei e, segundo todos o que consultei, é uma inovação copiada da legislação estadunidense.
Mesmo com os exemplos apontados por alguns palpitantes aqui do pedaço (defender a pedofilia, o homicídio), ainda fico com o PD quanto à defesa da liberdade de se opinar. Claro, seria engraçado promover uma passeata em prol da pedofilia em Boston, de preferência levando-se velas e turíbulos fumegantes. Mas não podemos nos basear nos exageros. No raiar do século 20, uma passeata defendendo o voto das mulheres era encarada como absurdo na maioria das grandes nações cultas do ocidente e desfeita sob golpes de cassetete (principalmente nos EUA). Ou seja, da periculosidade delas se dizia o mesmo que se diz hoje se diz da marcha pela liberação da maconha.
Este puritanismo fajuto e a proibição da erva é coisa dos estadunidenses.
Os EUA chegaram a proibir o álcool.
Fracassaram…
Aprenderam?
Não.
Continuaram fracassando e impondo ao mundo seus fracassos.
Ora… os EUA que fracassem sozinhos!
Minha última frase saiu meio truncada, mas deu pra entender. Com a solitária e louvável exceção da Nova Zelândia, as sufragistas apanhavam pelo resto do mundo.
Legal é ver nossos reaças ”liberais-democratas” querendo que a polícia venha dizer o que “os indivíduos” podem ou não fumar…
“Carlos Santana to Obama: legalize pot”
“Legalize marijuana and take all that money and invest it in teachers and in education…”
… vale o mesmo prá nós no Brasil.
HRP, comentar em blog também pode ser, não sabia?
=]
Pois eu acho que deveriam marchar assim mesmo nessas cidades. Se não houver inteligência e culhão pra transgredir uma determinação da justiça, de que adianta debater?
João:
Defender os direitos individuais é uma coisa, óbvia, mas a época encarada como perigosa, uma questão de poder, de dividir o poder.
Outra é defender um vicio que encaminha muitas vezes para coisas mais pesadas.
Não há países que hajam liberado drogas escancaradamente por causa desse perigoso caminho que alguns trilham, depois dos dez ou vinte “pegas” no pacau!
Mas que seja!
Façam a passeata!
TÔ ficando velho mas não me vejo conservador.
As mentes mais novas que guiem esse mundo e acertem na mão.
Arpex, sem ofender, eu não sou hipócrita e nem conservador e sei que apologia a crime é algo dificil de caracterizar e que censura nunca é coisa de se apreciar, mas olhando para os filhos, para os jovens que conheci bonitos e inteligentes, depois destruidos pelo vicio ainda não estou preparado para esse tipo de liberdade.
Mas é como eu já escrevi……tô ficando velho e fui nomeado recentemente o “burro do blog” ahahahahahah!!!!!
Sou contra a maconha assim como qualquer outra droga.
Aliás, sou contra pessoas que só conseguem encarar a vidinha mediocrezinha que levam se tiverem curtindo uma vida virtual as custas de picadas, cheiradas e baforadas.
O sujeito tem que ser muito do pobrinho de espírito, muito do desinteligente w muito do otário para submeter a seu bem estar e sua euforia a substâncias químicas.
Cara, se a sua vida real é uma merda, tentar torná-la interessante usando bosta só vai piorar as coisas…
Aliás, eu criei uma campanha:
AJUDE A ACABAR COM O TRÁFICO: MATE UM VICIADO!.
O pessoal do Rio de Janeiro viveria bem mais seguro se a campanha acontecesse…
Saudações nobre Branca!
Concordo em muito com voce.
Eu passei pela experiencia de um quase alcoolismo(meu), num momento de doença na familia, e me sinto amargurado até hoje.
Perdão , mas bebado, drogado e outros dramas do ramo são um osso duro de roer…..
Mas que venham as passeatas…..
Aqui em Floripa vai acontecer a ‘Marcha…’, até meio dia estava confirmada, pelo menos.
A galera presente é tudo boa gente, disto não tenho dúvidas.
Não sou favorável porque não acredito que com isto o tráfico saia enfrequecido. Se assim acontecesse por mim tudo bem.
A questão da saúde pública não sei se seria afetada de modo impactante. Nem todo mundo que experimenta maconha gosta dos efeitos…uma taxa alta de impostos, tabelação de preços e proibição de propaganda tolheria muitos usuários também.
Um pensador genial…
”
… o que me frustra, por exemplo, que se considere sempre o problema das drogas exclusivamente em termos de liberdade ou de proibição. Penso que as drogas deveriam tornar-se elemento de nossa cultura.
- Enquanto fonte de prazer?
- Enquanto fonte de prazer. Devemos estudar as drogas. Devemos experimentar as drogas. Devemos fabricas boas drogas - capazes de produzir um prazer muito intenso. O puritanismo, que coloca o problema das drogas - um puritanismo que implica o que se deve estar contra ou a favor - é uma atitude errônea. As drogas já fazem parte de nossa cultura. Da mesma forma que há boa música e má música, há boas e más drogas. E então, da mesma forma que não podemos dizer somos “contra” a música, não podemos dizer que somos “contra” as drogas.
”
Michel Foucault, uma entrevista:
Sexo, poder e a política da identidade
Eu não sou contra nada…
Bom, na qualidade de fumeteiro e libertário convicto quero dizer:
1 - No futuro, vamos ver a proibição da maconha da mesma maneira que viamos a proibição do biquini duas peças.
2 - O Brasil é o pais da censura. De beijos gays a biografias (como as do Garrincha e do Roberto Carlos), pra tudo se acha uma brechinha legal pra censurar. Liberdade de expressão? Não me façam rir. Isso não existe, nunca existiu, e nunca existirá no Brasil
nem a favor de tudo…
valeu, André!
Lembro-me que aí pelas décadas de 60/70 houve um escritor que fez furor no mundo todo. Seus livros encabeçavam os “mais vendidos” etc.
Era o Carlos Castaneda, que apesar de algumas críticas comparando-o a Dante, hoje já anda bastante esquecido e pouco se fala mais dele.
Mas uma frase de uma crítica nunca esqueci, apesar de não ter mais a menor idéia de quem a escreveu.
Dizia o tal crítico, por mim esquecido o nome: “O encontro de Carlos Castaneda com Dom Juan tem a mesma importância para a literatura que encontro de Dante com Beatriz”
Para quem conhece os livros de Castaneda, sabe que Dom Juan foi um velho índio mexicano que ensinou ao escritor como fazer uso das drogas de uma maneira “cultural”.
Castaneda estava escrevendo uma tese acadêmica e reconhece Dom Juan como o seu grande mestre.
Li alguns livros dele e realmente são bem interessantes.
O autor expõe de uma maneira bastante convincente que as drogas podem ser usadas de maneira “criativa”.
São desenvolvidas teses psicológicas e sociológicas que, para mim, pareceram bem válidas.
O problema, acho eu, é que poucas pessoas são realmente capazes de fazer uso das drogas de modo “criativo” e logo descem ao fundo do poço.
Ah, esqueci de falar do famoso caso “Cicarelli/Youtube”, que durante 24 horas nos colocou no mesmo patamar de China, Irã e Coréia do Norte, como país que formalmente bloqueia conteúdo da internet - ainda que durante aquele dia, eu tenha recebio por e-mail várias maneiras de burlar o bloqueio
A questão não é saber se as drogas fazem ou não fazem mal, a questão é saber se sua proibição é efetiva para prevenir seus males. O álcool, todos sabemos, causa mais mortes pelo mundo afora que todas as demais drogas (basta ver quantos jovens morrem em acidentes de automóvel envolvendo motorista embriagado). No entanto, a proibição do álcool nos EUA gerou apenas um aumento considerável do crime organizado e da corrupção das autoridades. O pessoal continuou bebendo. Foi preciso a coragem de um Roosevelt para acabar com o absurdo.
O combate renhido às drogas, até hoje, gerou apenas a mesma coisa. O consumo continua crescendo, o preço das drogas continua baixando e a corrupção paralela é incomensurável. Consegue até desestabilizar visceralmente um estado, como a Colômbia, principalmente depois que ela seguiu os conselhos dos EUA. Conseguiram lá a curiosa situação em que tanto o presidente quanto a guerrilha opositora estão ligados ao tráfico. Proibir as drogas não funcionou, até agora, em lugar nenhum do mundo. Liberá-las talvez lhes tirasse, ao menos, o apelo de “fruto proibido”.
O problema de se proibir uma campanha por determinada causa é que sempre vai dar margem à proibição de outras bem diferentes. Ou seja, nossa liberdade de expressão sempre ficará dependendo do arbítrio da autoridade do momento. Em vez de vociferar contra a marcha pela liberação da maconha, os pais e mães justificadamente preocupados devem examinar se estão dando a seus filhos uma educação que lhes forneça independência intelectual e discernimento ético para não embarcarem no apelo imbecil das drogas. Ou seja, ensinem seus filhos a pensar, ensinem seus filhos a respeitar os outros, reforcem os ensinamentos com o exemplo. Aí eles estarão preparados para perceber o perigo verdadeiro. Se não perceberem, aí o problema é deles.
Como defender a proibição da marcha se a parcela maior dos consumidores de drogas pesadas no país é a classe alta, em que o consumo de cocaína é menu indispensável a uma festa chique e a possibilidade de serem incomodados pela lei é a mesma de o Gilmar Mendes incomodar um criminoso de colarinho branco? O mesmo pode ser dito da Europa e dos EUA. Se a maconha fosse legalizada, talvez ocorresse com ela o que ocorreu com o cigarro: seu consumo deixou de ser associado ao charme, hoje o fumante sente-se mais constrangido do que nunca. Se o maconheiro deixasse de ser visto como um rebelde e passasse a ser visto como um otário, talvez as coisas melhorassem.
Pois é Patriarca….pois é.
Num daqueles eventos que um tal de “Reage RIO” fazia no Rio de Janeiro, no passar do cortejo do protesto a reporter entrevista o Comandante da Policia Militar daquele momento. E ele perguntado sobre o movimento tascou essa -”Não vejo ninguém reclamando das drogas e sim da violencia”
Claro, é nas classes média e alta que a droga rende bilhões!
Consuma moderada e “não violentamente” sua droga e ninguém se machuca….só destrói sua personalidade.
Na mesa da última ceia, os treze já com a barriga cheia, Cristo pede a palavra:
- moçada, diz que eu vou dançar mais dia, menos dia, então é o seguinte: tô afim de dar uns tirinhos saideiros
- pô, JC, diz um dos apóstolos, mas agora de barriga cheia…
- ih, diz oputro, sexta feira à noite, tarde, os romanos de vigia… por que vc não avisou mais cedo?
- sei não, já tô cheio de vinho, re4smunga um terceiro
- num quero saber, diz Cristo e, voltando-se para Judas, pede a ele que saia e dê um jeitinho
- esses troços sempre sobram pra mim, diz Judas
e sai pelas vielas e becos de Jerusalém
mas todo mundo diz que da boa tá ruim de encontrar
depois de muito tempo, ele pega um papel qualquer e volta ao salão do jantar
-é o que eu consegui
Cristo pega o papel, distribui as carreirinhas e pede que todos dêem aquela cafungada, ao que todos obedecem
Pedindo a palavra, o salvador inicia:
-Antes do galo cantar três vezes, algum de vocês me trairá!!!
-quê isso, JC, gritam os apóstolos
-E isso memso, eu serei traído três vezes por um de vós!
E Judas, lá no seu canto:
- Eu sabia, pó ruim é paranóia na certa…
Otário é quem trabalha 10 horas por dia, gasta 3 horas no trânsito, chega em casa liga a TV até cair no sono e começar tudo de novo…
HRP, que burro do blog que nada…
Sei como é, também tenho dois primos brilhantes que se destruiram com as drogas (tinha, porque eles realmente se destruiram) mas maconha nem se compara com alcool e o cigarro, esses sim, dois grandes perigos…
E por falar em drogas, é surreal que a PUC do Rio de Janeiro, onde foi criado o novo projeto gráfico de alerta aos perigos do cigarro no verso dos maços, tenha uma feira de estágios patrocinada pela Souza Cruz…
Se hipocrisia matasse, mataria mais que cigarro…
Arpex:
concordo plenamente que fumo e alcool são bem piores como agentes nocivos tem mais capacidade de danificar nossas mentes e corpos,
Mas olha só que coisa:
O cerco a esses dois agentes/drogas está se fechando, com leis e mais leis os encurralando no caminho inverso da maconha e seus usuários. Qual será o movimento vitorioso?
O da proibição total ou da liberação?
Talvez um meio termo, como já escreveu o El Torero…….
O ideal seria que ninguem se drogasse, pirar sóbrio é do caralho.
Mas como é que pode se proibir, com justiça, o presidente de uma mega-empresa de beber seu single malt após um longo dia de trabalho? E o trabalhador explorado, ferrado, suado, que tomou esporro do patrão, não teria direito a uma boa noite de sono facilitada por um bequezinho?
Pois é arpex…o assunto pode ir ao infinito, se quisermos. E quando determinada droga é usada para rituais religiosos?
Maconha não sei se é usada em algum lugar com este fim.
Até o FHC ta defendendo o a liberação da maconha.
Aliás, porque não se prendeu o FHC no encontro da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia, realizado no Rio. Se ele escapou de diversos crimes que o acusam, essa foi uma ótima oportunidade para prendê-lo em flagrante.
A minha alucinação é suportar o dia-dia, e o meu delírio é a experiência com coisas reais.
Pontos para a Época que ha semanas atrás trazia o tema da legalização da maconha em capa! Ainda que não se posicionasse a favor, vale o simples fato de promoção do debate. Estamos tão acostumados a achincalhar a midia tradicional, mas em certos momentos eles acertam.
Sou contra o uso da maconha.
Sou a favor da legalização do uso.
E a favor da marcha. O Ministério Publico sabe que perderia num debate aberto, por isso usa esse recurso de proibir na ultima hora.
Caro Rabitt.
Como acredito que sua definição de otário tenha a ver com meu comentário, eu diria que o sujeito que você descreveu não seria um otário, apenas alguém que desistiu de lutar pela justiça social. Por isto sou socialista. Por isso defendo que aqueles que pretendem liberar o uso da maconha tenham direito de expressar sua opinião. Eu acho que fumar maconha é bobagem, outros pensam diferente. Ou seja, que todos possam lutar pelo que pensam. E que o façam.
O que sempre me preocupou no uso de drogas foi a alienação. Se você se perde num paraíso particular, jamais lutará para que a realidade melhore. Maconha, televisão, religião, até o deslumbramento com celulares que fazem tudo e mais alguma coisa, é alienação, é o jogo favorito das classes dominantes. Todos conhecem a história de que o movimento negro radical estadunidense foi desarticulado pela introdução maciça da droga em suas fileiras. Em tempos de J. E. Hoover isso era café pequeno.
Essa lógica é razoável. Porém imagine se eu contestasse o direito de matar as pessoas. Homicídio livre, e aí?
Defender a liberação do consumo de maconha não é o mesmo e nem pode ser comparado a uma eventual “campanha” pelas liberações do homicídio ou estelionato, como foi dito acima.
Homicídio e estelionato, dentre outros delitos, atingem e vitimizam terceiros e constituem afronta aos direitos à integridade pessoal.
A maconha é produto natural com certas propriedades, revela efeitos exclusivamente nos usuários e, a rigor, não é droga no sentido contemporâneo, apenas está inscrita na relação de substâncias proibidas e/ou controladas do Ministério da Saúde.
Defender a retirada da maconha ou de qualquer sibstância daquela lista não constitui apologia criminosa, a não ser na mentalidade paranóica de certos representantes do ministério público que, apesar de nominalmente defenderem a sociedade, na realidade não a conhecem.
Não pretendo iniciar polêmica, mas o comentário # 18, de Brancaleone, é exemplo, isto sim, de apologia. Parece que o comentário pretende o humor, mas seu conteúdo é claro.
Fabio Passos, o que será que o gigante Ahmadinejad acha a respeito da legalização da maconha?
Pois é, João Daltro
eu gosto de drogas, já gostei muito mais, estou repetindo o que já foi dito alguns posts atrás
da minha turma de engenharia na ufrj, onde drogados e bebuns proliferavam, nenhum pirou, morreu (embora saiba que isso acontece, tenho exemplos na minha convivência)
estão, em sua maioria, em cargos importantes em diversas empresas, das maiores do brasil
na minha turma de história na PUC/RJ, idem
hoje, meus colegas são acadêmicos importantes, intelectuais produtivos
maconha, muitos deles continuam consumindo
bebida, nem se fala
estudo pra caramba, ajudo muita gente, já criei mais de uma centena de empregos em minha vida e paro por aí pra não ficar piegas
eu não sou um otário!
a questão de estabelecer limites para aquilo que aturamos, que aceitamos, é dificílima
convivemos todos com manifestações de degradação humana muito piores no dia a dia, mau-cartismo no trabalho, oportunismo, cinismo
muitos falam de suas experiências pessoais
na minha, os canalhas quase sempre eram caretas… e hipócritas
os alienados sociais, idem; associar alienação a maconha só pode ser brincadeira!
pior ainda, muitos tornaram-se canalhas para ascender a postos de responsabilidade ao mesmo tempo em que abandonavam os vícios, e se tornaram dedos-duros até
a realidade é complexa demais para ser trabalhada com clichês
deus me livre do socialismo dos caretas!
Caro Rabitt.
Sinto muito se você se sentiu ofendido quando falei que era melhor que o adepto da maconha fosse visto como um otário. Provavelmente foi uma escolha infeliz do termo. O que eu quis dizer é que seria melhor se a maconha deixasse de ser, para um jovem, um símbolo de desafio ao sistema vigente e ele visse esse desafio em ações mais eficientes para a mudança do mesmo.
Nunca fumei maconha (aliás, nunca fumei coisa alguma), mas sempre defendi o direito de as pessoas fumarem o tolerado tabaco ou a proibida maconha. Posso ser careta, se este é o epíteto para os que não se aventuraram com drogas, mas espero nunca ter sido simplista. Os grandes males da humanidade são a ganância, a arrogância e a hipocrisia. As drogas estão lá no fim da fila, se é que estão.
Eu acho que entregar-se inteiramente às drogas é uma forma de alienação. Posso estar errado. E é exatamente por reconhecer que o assunto é complexo e que meu julgamento é falível que sempre defendi, e continuo defendendo, a liberação total das drogas. A razão é muito simples: se as drogas são um mal, a repressão a elas tem se mostrado um mal muito pior. Liberando-as, não nos livraríamos do mal das drogas, mas nos livraríamos do mal da repressão. Seria um grande progresso. Caberia a cada um a decisão de usar drogas ou não.
Assim, peço desculpas pelo uso do termo otário, mas refuto o rótulo de socialista careta. Chato, repetitivo, insistente, tudo isso eu sou. Mas, por favor, não me inclua no rol dos que verberam as drogas em nome de uma moral hipócrita. Eu apenas expus minha opinião sobre um possível efeito do uso de drogas; todos podem refutá-la, eu prestarei atenção aos argumentos.
Epa, mais um pedido de desculpas: escrevi Rabitt em vez de Rabbit. Pardon!
Pedro Doria,
Então você não sabe? Pensa exatamente o mesmo que a nossa direita quadrúpede.
E pensa o mesmo que os “puritanos” yankees também… e lembre que estes ainda tem o agravante de impor, sobre todo o globo, suas estúpidas regras de comportamento e proibições.
Onde você quer chegar? Desencana.
Viu o Michel Foucault ali acima?
Espetacular…
Pedro Doria // 1/May/2009 às 18:15
Fabio Passos, o que será que o gigante Ahmadinejad acha a respeito da legalização da maconha?
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
João Daltro
usei sim seu comentário como um pretexto, mas não fiz nenhuma referência direta a você como careta ou coisa que o valha
sei, pelos seus comentários, que isso você não é
divergências e convergências, sempre
abçs
Esta é de arrepiar…
“System of a Down - Prison Song Live 2005″
”
Minor drug offenders fill your prisons
You dont even flinch
All our taxes paying for your wars
Against the new non-rich
(…)
All research and successful drug policy show
That treatment should be increased
And law enforcement decreased
While abolishing mandatory minimun sentences
Utilising drugs to pay for secret wars around the world
Drugs are now your global policy now you police the globe.
(…)
They’re trying to build a prison!
“
Putz….apareceu o fantasma nazista André!
O post virou merda pura!
Justificativa para boçalidade e criminalidade terrorista!
O PD e o blog na mesma!
HRP,
Vai lá na esquina para tomar uma branquinha daquelas que você confessou gostar um tanto que por demais da conta…
Não concordo com a marcha e acho que deva mesmo ser proibida. e nem acho que é censura não.
Quem quer debater sobre aliberação deve fazer da forma correta. Propor palestras, divulgar estudos pro-maconha, organizar grupos de discursão em locais publicos…
Em “marchas” não há debate de idéias nenhum. é só propaganda.
Pois é André…….te resta essa possibilidade diante da certeza de impunidade.
mas eu estou no Brasil, país da bunda grande, mas que tem gente como eu que não aceita sujeitos dissimulados como voce.
O mundo não é só seu Israel totalitário….há muito mais coisa rolando do que os desmandos do vosso serviço “secreto” assassino……
O tempo é um fator a favor dos homens bons e decentes como eu me pretendo.
tente ser melhor e mais humano cara pálida……
Não há outra alternativa.
E porque o governo liberaria o uso de uma droga que qualquer um pode produzir e consumir em casa, sem necessidade de alambiques nem bicos de Bunsen e que principalmente não seria fato gerador de tributo?
O Presidente do Irã não será recebido como herói aqui, mas como parceiro comercial.
A chancelaria israelita tentou pressionar o embaixador brasileiro com uma convocação!
Pode?
Interferencia na politica comercial brasileira por parte desse mundinho criminoso?
Fala sério:
São 50 mulhões de consumidores!
E os maniacos depressivos querem peitar o Brasil!???????
Cada doido por aqui. Defender legalização das dogas é o mesmo que defender homicídios e quetais…
Caro Pedro: Veja você a situação que nos colocam a nós fumantes de cigarro, tabagistas que não temos um Pedro Dória a nos defender em Blog e que vê governador engrossar coro para nos fazer ainda mais párias sociais do que já nos sentimos na aplicação da mais nazi-fascista das leis de comportamento social jamais votadas no País. Vê-se assim que fumar maconha tem apoio por ser democrático. Fumar cigarro é afronta social. A que ponto chegamos, hein??? Creio que muitos dos que falam aqui em liberdade para a maconha se posicionam contra o tabagismo, mesmo que nós fumantes assumamos os riscos do vício e os males que causa e certamente causa e que não tem provados os males do fumo passivo como a histeria anti-tabagista tanto alardeia…. Que tal uma marcha em favor da liberdade de escolha pelo tabagismo?
Este é muito legal…
“Bob Marley’s view on smokin herb.”
Com uma palhinha de easy skanking.
É engraçado como o moralismo consegue se travestir de boa intenção.
Antes que julgue, não fumo nenhum tipo de cigarro. Respeito quem o faça, desde que seja respeitado.
Se houver tanta gente praticando pedofilia bem como há fumantes de maconha, convenhamos, seria , no mínimo um sinal deque algo deve ser revisto.
Tem bastantes pedófilos por aí. Assim como há assassinos ou estelionatários. Não são, obviamente, tantos quanto os que fumam ou bebem , nem o mal que causam estes a si mesmos pode ser comparado ao mal daqueles a terceiros.
O uso de drogas é mais próximo da sonegação. Impostos castradores (não por onerosos que são , mas por não serem aplicados como deveriam) tornam praticamente impossível que uma empresa ande na linha. Ainda não conheci uma empresa que o fizesse. Como deve prever, também não sou empresário .
Pois bem, quantas leis serão criadas para proibir que se beba ou fume? Quantas cidades vão repetir o exemplo de ilha solteira ?
Quantas vezes a mamãe disse que …
Será que, com uma carga tributária mais leve , ou , mais sensato ainda, que se os impostos fossem revertidos em serviços e infra-estrutura de qualidade, mais pessoas acertariam suas contas?
Não é provável que a maconha, comercializada como são o álcool e o tabaco, teria reduzida uma porção de problemas que sua ilegalidade acarreta?
e queria que alguém me explicasse que tem de pior um placebo a outro. Futebol é um vício que faz tanto mal quanto os três já citados. O único vício que não é nocivo à saúde é a leitura,mas esta torna as pessoas insuportaveis.
Às vezes a democracia é tão inconveniente…
Legalizar a maconha eh aproveitar melhor o efetivo da policia nos casos graves de violencia q nos cercam. Imagina se todo guarda q fica na rua achacando doidao tivesse combatendo o crime de verdade? A maconha eh liberada, quem quiser acha e compra. A proibicao soh libera mais uma coisa: o achaque.
os que teem medo da maconha sao criancinhas dementes incapazes de cuidar da propria vida, nao cresceram, precisam e talvez sempre precisaram de alguem( o estado) a lhe dizer a todo momento o que podem e o que nao podem fazer, na verdade meios cidadaos, meio adulto, meio criança, como educarao alguem? Na verdade nao poderiam sequer procriar.
gj
Quem fuma maconha ajuda a pôr munição na arma do traficante. Aí, quando um desses maconheiros de classe média e todo sofisticado leva uma bala perdida bem no meio da cabeça, vem uma cambada de hipócritas pedir paz nas ruas do Rio de Janeiro e fazer passeatas pela paz.
Pedro Doria, tu ainda fumas maconha?
Ah, sim. A minha indagação do comentário #67 foi equivocada. Sorry!
Permitam-me refazê-la:
Pedro Doria, tu já fumaste maconha?
MA ja destes o caneco?
gj
kkkkkkkk!!!
Gunter jr, não faço a pergunta com o objetivo de ofender. Mas considero que fica um tanto complicado um usuário de maconha reclamar da violência que ele mesmo ajuda a sustentar.
Quanto à pergunta que fizeste, adianto que não compartilho de nenhuma das tuas vontades e não me faça de espelho da tua personalidade. Isso que disseste é coisa de gente sofisticada, que fuma maconha no apartamento com os amigos, ouvindo bossa nova, enquanto a bala come solta lá embaixo.
Pedro Doria, por gentileza, apague os meus comentários #67, #68, #71 e este também.
Desculpe-me pela pergunta um tanto maldosa e pela minha momentânea falta de civilidade aqui no blog, mas é que estou cansado de ver certas atitudes (que não sei se são as tuas).
Obrigado.
Marcelo Augusto
Toda vez que você toma uma coca-cola, compra um tênis, assiste a um filme americano, você gera impostos para o governo americano
20% desses impostos são utilizados para a compra de armas, sustentando a indústria da morte mundo afora
a violência da nossa cultura não é causada pela atitude individual, ou então é o resultado da soma de todas as atitudes individuais
essa é uma opinião
mas não acho que você deva retirar seus comentários, apesar de todas as grosserias
abçs
Marcelo Augusto, o que o faz pensar que referia-me a ti?
gj
A direita, os ricos, o establishment, a nazistaiada… se cagam de medo da liberação da erva.
Vejam Bob Marley falando… é muito claro.
“Herb is the healing of the nation…”
Os EUA impõe a proibição e as elites locais praticam as ordens da ditadura global…
… eles tem medo porque os rebeldes desafiam o status-quo.
”
Yo quiero fumar… mota
Mucha gente me decia, que yo no podia
Fumar marijuana por la policia
Me vale madre el humo que hay por todo el aire
Si tu quieres que me toque pues caele
Soy el grifo mas escandaloso
De Los Angeles Cypress peligroso
Enciende el leño o la pipa
Pasalo por mi clica la que rifa
Mota rica, chipa chipa
Quemando yesca, estoy arriba
Es algo que yo hago diario
Al despertar y tambien todo el dia en mi barrio
Cuando me encuentres en cualquier lugar
Saca papeles porque quiero fumar mota…
Yo quiero fumar… mota.
”
“cypress hill - yo quiero fumar mota”
pombas, HRP, você está uns dois séculos atrasados.
Não há nenhum estudo sério que aponte maconha como ‘a porta para outras drogas’. Esta porta é o alcool, que você pode comprar legalmente e baratinho ali na esquina.
Você falou de um possível fracasso da experiência na Holanda - pelo jeito você não faz idéia do que está falando. A criminalidade na holanda continua baixíssima mesmo depois de mais de vinte anos da experiência. O país continua educado, produtivo, saudável.
O que eu não entendo é um cara como você, com posições tão progressistas em tantas coisas, ter uma posição obtusa, reacionária e conservadora num assunto destes. O que diabos te aconteceu para você ficar assim?
Nao faz sentido retirar comentarios, o grande barato e a liberdade de se desnudar completamente , revelar-se sem medo, o blog e o local onde pode-se ser o que se e,
eu posto de pronto. sem correcao, sem vacilacao , sem respeito a regra alguma e direto do subconsciente para o teclado.
gj
Essa proibição é esdrúxula. Dentro do próprio MP-RJ, podem ter certeza, o parecer do MP não é unanimidade. Boa parte dos promotores e procuradores são contra essa forma oblíqua de atingir o direito fundamental de livre associação e livre expressão. Eu me incluo neste grupo que, aliás, é muito maior do que a meia-dúzia de procuradores que assinaram o parecer.
Ademais, ainda pior que o MP-RJ, foi o Poder Judiciário, que deveria ser a última trincheira na defesa dos direitos e liberdades individuais inscritos na Constituição ordernar a proibição da passeata.
Cheech and Chong… fora de série.
Humor de primeira.
Uma delícia…
Fora o Gabeira há, ou havia…não sei se ele continua apoiando a idéia, que defendia a liberação da maconha?
Imagino o deputado de minha vó discursando em prol desta…o clube de terceira idade em peso fazendo campanha contra.
Maconha é coisa de gente fútil. Fazer uma marcha pela maconha é pior do que frequentar a Daslu.
A marcha é uma manifestação democrática adequada ao arcabouço legal brasileiro. Isto é, se ninguém na marcha fumar maconha enquanto protesta.
Bob Marley: “War”
Rebeldia revolucionária e… lucidez:
”
Until the philosophy which hold one race superior
And another
Inferior
Is finally
And permanently
Discredited
And abandoned -
Everywhere is war -
Me say war.
That until there no longer
First class and second class citizens of any nation
Until the colour of a mans skin
Is of no more significance than the colour of his eyes -
Me say war.
That until the basic human rights
Are equally guaranteed to all,
Without regard to race -
Dis a war.
(…)
We ______ will fight - we find it necessary -
And we know we shall win
As we are confident
In the victory
Of good over evil -
Good over evil, yeah!
“
well…no fundo o que esse povinho quer é queimar seu baseado sem culpa, seja com os amigos descolados, seja curtindo sua fissura até a nóia bater na porta.
Curiosamente, muitos que defendem a liberação da ganja são aqueles que patrulham o fumante de tabaco, criando todo tipo de argumento boboca, desde ser “droga legalizada” até poluição de ambientes públicos, o que não deixa de ter sua razão.
Então fica assim: fumar maconha prá ficar piradinho pode. Cigarro não, que faz mal pro pulmão….
Tenho amigas holandesas/brasileiras e um primo que trabalha no ABN em Amsterdam. Na minha última visita, quando fui para um evento multimídia chamado PIC NIC em outubro (os informáticos e internéticos aqui iriam adorar) tivemos um papo sobre a questão da maconha que foi deveras interessante.
E não é que os Holandeses, em alguns círculos produtivos (acadêmicos, profissionais liberais, intelectuais, etc) têm preconceito quanto ao uso indiscriminado da Maconha? Eles consideram que é um lance para o lazer, jamais para o cotidiano, porque atrapalha no trabalho. É como se fosse uma coisa que atrasasse as pessoas. Por exemplo, vc vê muito mais estrangeiro fumando nas ruas do que holandeses. Em festas, nas boates, nas casas, é totalmente aceito, mas enquanto “leasure”.
Já aqui no Brasil, a maconha é super inserida no cotidiano de quem gosta e muita gente fuma para trabalhar, etc. O que é uma escolha pessoal. Já cheguei a dar um toque em funcionários da minha agência, porque estavam rendendo pouco, por estarem chapados. Fume, faça o que quiser, mas que isso não interfira no trabalho.
É muito louco isso, de estar nesse papel de cobrança, porque eu mesma já estive do lado de lá. Mesmo reconhecendo o momento da outra pessoa, não posso deixar de pensar na empresa, né?
Aqui em João Pessoa, maconheiro é xingamento. Em sampa, não me lembro de ouvir o termo como xingamento ou sinônimo de “drogado”. Talvez em meios muito conservadores.
Mas, pra mim, drogado é uma coisa e quem fuma maconha, fuma maconha, hehehehehe.
abs a todos
Mari
Na Holanda já existe partido pedófilo e “narcófilo”:
“30/05/2006 - 12h17
Partido criado na Holanda defende drogas e pornografia infantil
O primeiro partido declaradamente pedófilo, que “nasce” nesta terça-feira na Holanda com o objetivo de liberar a pornografia infantil e as relações sexuais entre adultos e crianças, se chamará NVD (Amor ao próximo, Liberdade e Diversidade).
“Educar as crianças significa também acostumá-las ao sexo. Proibir deixa as crianças mais curiosas”, afirmou Ad van den Berg, 62, fundador do partido, em entrevista ao jornal holandês “Algemeen Dagblad”.
Segundo Van den Berg, a imagem dos pedófilos foi desonrada pelo escândalo do assassino de crianças belga Marc Dutroux, mas, segundo ele, o lançamento do partido político pode reverter esse quadro.
No programa do NVD não há apenas pornografia infantil: o partido propõe a extinção do Senado e das funções do primeiro-ministro, a legalização de todas as drogas, leves e pesadas, e prisão perpétua para assassinos reincidentes.
O partido, em seu site na internet, afirma que qualquer pessoa que tiver completado 16 anos deveria poder interpretar filmes pornôs e que a maioridade sexual deveria ser abaixada para 12 anos. …”
É o que dá não saber o que se fazer com o excesso de liberdade, outro mal que assola humanidade. Falata de liberdade é o fim mas, o excesso de liberdade pode ser o começo do fim.
Os que tanto defendem que a legalização das drogas trará economia ao país por não gastar com a repressão, já calcularam o quanto se gastará para tratar do exécrito de “zumbis” que estarã circulando por aí?!?!
E a legalização da pedofilia? Como funcionaria hein ?!?!?!?
Como funcionaria a legalização da pedofilia?
Que pergunta mais boba.
Seria como a igreja católica é hoje…
marmanjões orando prá deus… e abusando sexualmente de garotinhos.
um horror!
pedofilia liberada é coisa prá padre católico… é coisa do vaticano.
Este vídeo é espetacular:
“Sinead O’Connor - War”
Sinead O’Connor cantando WAR de Bob Marley… em uma adaptação anti-abuso infantil.
… e rasgando a foto do papa… o rei dos pedófilos.
Belíssimo!
Bravo!
Bravíssimo!
… um dos melhores momentos da cultura pop no final do século passado.
Zappa curtindo uma com a cara dos caretas…
“Frank Zappa and The Mothers Of Invention - In The Sky - 1968″
Saca só a entrevista dele no final…
“… Something’s gotta be done before America scarfs up the world and shits on it…”
Frank Zappa
“Cheech & Chong - Cocaine”
Esta é de rir até perder o ar…
Começa com o Chong engolindo uma pontinha minúscula.
Aí ele derruba um pó de lavar louça.
Brinca montando umas “carreiras”.
Aparece uma mina maior aspirador.
A reação da mina depois de cheirar aquele pó é demais… e a cara do Chong vendo a mina então?
1 minuto e meio dos mais engraçados que já vi.
que lambança, hem?!
quando nego tem q por mais de um par de celulas nervosas para atuar sai cada coisa…
para simplificar:
1- o post defendeu a liberação da maconha ou criticou a tentativa de impedir o movimento em prol da legalização? eu entendi que se trata do segundo. a palavra final cabe ao autor.
2 - comparar a luta pela liberação da maconha, ou de qualquer droga, com a legalização de homicídios e pedofilia é de uma cretinice só. como já comentado acima, um trata da escolha individual do cidadao com o q fazer de si proprio, as outras…precisa explicar?
3 - os fumantes de cigarro se sentem abandonados e tolidos em seus direitos e, agora, com ciumes dos maconheiros. cigarro incomoda mesmo a quem nao fuma, assim como muitas coisas incomodam. na minha escolha pessoal cigarro deve ser mesmo proibido em ambientes públicos. PÚBLICOS, aqueles que pertencem a sociedade, como ruas, praças, praias…e não coletivos privados como bares, restaurantes e etc. estes tem donos e deveria caber a eles a decisao. Alcool e drogas deveriam estar na mesma situação.
4 - quem foi q disse q liberar o uso vai estimular o consumo?
5 - aos q estao, corretamente, preocupados com os custos para o sistema de saude, q inclusive ja existem concomitante com os custos inúteis no sistema de segurança, pq nao propor q haja, assim como em algumas seguradoras, exame de sangue periodico atraves do qual a depender da constataçao de uso ou nao de substancias toxicas como nicotina, alcool, thc e etc cobra-se um premio maior?
Credun Fas # 56
Discordo totalmente do HRP — mas, bicho, vc foi um muito escroto no seu comentário.
ACT
Antonio e Radical livre:
discordadr é preciso!
Que bom que podemos discutir nesse espaço livre!
Quanto a “branquinha”:
Voces se acostumem , sou eu que bebo( ainda que bebesse!) ? e ele que perde a compostura……
Sintomas da personalidade egocentrica do cara.
HRP,
Se o Credun Fas tivesse argumentado contra vc, eu não teria falado nada. Alias, talvez tivesse até aplaudido — pq discordo frontalmente da sua visão em relação à maconha.
Mas ele não estava discordando de vc. Estava se aproveitando de uma confissão sua — e, cacete, alcolismo é uma doença! — para te dar uma sacaneada, para te excluir do debate.
E isso é baixo. Muito baixo.
Abraço,
ACT
Em portugal descriminalizaram a maconha, mas isso não quer dizer que incentivam o consumo da cannabis (outrora planta tão importante nos cordames de navios que imigrantes alemães vieram ao Brasil para plantá-la..), não.
Quem é pego queimando o fumo não vai preso, mas vai para a psicóloga. Caraca, que pena pesada. Tinha um irmão de amigo meu que na infancia ouvia isso toda semana.
- Fulaninho se comporte senão te levo para a pscicóloga….e não é que deu certo?
Pedro,
Uma sugestão: por que você não fornece o nome e os emails dos procuradores, para que os interessados democraticamente possam protestar junto a estes?
Abraços,
Luis
a maconha nao pode ser “legalizada” nem mesmo tolerada no brasil…o pessoal ainda faz umas associaçoes barra pesada, ainda consideram o fumante como otario, violento, criminoso em potencial, inimigo da patria, destruidor de lares, associado ao trafico, etc…
minha soluçao sine quoi non : grow your own ! :))
Fabio Passos, esqueceu da galera do leste europeu, dos países ex-comunistas República Checa, Rússia e Hungria, que migraram para a europa e que nos processos e prisões por estupro/pedofilia nesse continente, se revelaram em grande número, se tornando problema de segurnça pública. E eles mesmo dizem que isso era “normal” nos seus países. E é de la mesmo que vem a maioria da “produções” de vídeos com pedofilia.
Sua mentalidade e visão bipolar não admite que perceba isso, mas os comunistas também faziam igual à Igreja ou qualquer outro “dono do poder”, encobriam seus f.d.p. …..
Nos vários estados dos EUA a Ku Klux Klan e outros grupos neonazistas podem fazer passeatas, usar seus uniformes, se organizar, constituir partidos e praticar tiro ao alvo.
No Brasil manifestar racismo é crime e a apologia ao nazismo é crime, como foi crime ser comunista, mesmo que fosse apenas um reformista, um ideólogo inofensivo quem sabe?
Concordo com PD, que meia dúzia faça a sua passeata e que um milhão depois faça a deles, ou vice versa.
Deviam legalizar mesmo, pois o governo nunca vai conseguir parar com o consumo, e iria gerar muitos empregos e impostos, já que o governo do nosso país adora meter a mão no bolso do pobre brasileiro e a maconha nao serve só pra fumar, seria matéria prima de muitas outras coisas, no Canadá já vi até leite de maconha mas que não dá lombra mas rico em vitaminas.
Maconha! Porta de entrada para drogas mais pesadas, temos que dizer NÃO , em minha cidade estamos organizando uma Marcha Contra a Liberação da Maconha,vai ser dia 11 de julho em Passo Fundo as 9 da manhã, vamos pra rua dizer que é inaceitavel isso, daqui a pouco vão dizer que a cocaina e o crak tambem tem beneficio medicinais, parace que a galera desta geração ta pirando e buscando encontrar motivo pra viver, nas drogas. pra mim , são uns covardes , que tem medo de encarar a realidade.