No aniversário de Saddam Hussein
O Iraque não parou.
Mas uma escola levou as crianças para visitar seu mausoléu. Pois é: ricamente adornado, com fotos do ditador, quase que um museu em sua homenagem.
Ainda sobre o assunto:
- Saddam Hussein e o Irã Um dos grandes mistérios a respeito da Guerra do Iraque é por que Saddam Hussein não permitiu que os inspetores...
- O Jogo Real de Ur Na década de 20 do século passado, o arqueólogo inglês Leonard Woolley escavou cinco tabuleiros de um jogo das tumbas...



A escola fez muito bem. Por acaso o Iraque de hoje é uma democracia? Por acaso é um país estável? Por acaso seus cidadãos estão seguros e satisfeitos? A resposta a tudo isso é um não bem grande. E foi para isso que morreram, no mínimo, 600 mil iraquianos, por obra e graça dos invasores? O Iraque está muito pior do que no tempo do tão demonizado ditador. Até os ingleses ja perceberam isso e tiraram o corpo fora. Os EUA, por mais que o Obama enrole, não sairão do Iraque, pois sabem que assim que saírem o país explode. Então a escola faz muito bem em visitar o túmulo do Saddam, pois no tempo dele, por inclível que pareça, a coisa era melhor.
Meu “incrível” saiu dito pelo Cebolinha. Pardon.
Pelo menos hoje eles têm a opção de comemorar ou não o aniversário de Saddan.
Impressionante!
Mas, verdade seja dita, o cara morreu bem.
Pra quem se portou de maneira tão subserviente na prisão, decididamente ele não foi mal. Pensei que ele fosse amarelar, como o ditador romeno. Aquele que, na hora do vamos ver, choramingava: “Meus filhos, vocês são meus filhos, não façam isso comigo, seu pai…”. O sujeito foi fuzilado sentado, porque não se aguentava em pé…
Saddam, não. Caminhou até à forca e ainda rebateu os insultos que alguns inimigos lhe dirigiam.
Espero que a esquerda não o transforme em herói e mártir, só porque ele foi deposto pelos EUA, fingindo esquecer o porrilhão de crimes que ele cometeu (com a conivência dos mesmos EUA).
Quanto ao iraque estar melhor ou pior, creio que é tudo uma questão de ponto de vista.
Os sunitas iraquianos, provavelmente, dirão que está muito pior que pior.
Mas, é certo que há controvérsias. Nem todos os iraquianos assinariam esse diagnóstico. Por exemplo, os xiítas, os…
Nos belos e dourados tempos em que o Iraque era o paraíso na terra existia uma fábrica de saddans. Uma fábrica enorme aonde eram produzidas em escala industrial todo tipo de estátuas, bustos, pinturas, e outras egolatrias inerentes a todo líder que trata bem seu povo, e a pedido dele, o povo, espalha sua imagem por todo país, do Tigre ao Eufrates e ao ….Kuwait, que como todos sabem é terra iraniana desde criançinha e que, graças a traidores kwaitianos e estadunidenses malvados insistiu em resistir ao fraterno abraço armado de saddan, o bom.
Enforcado deveria ser o bush.
O maníaco genocida.
O canalha que governou a ditadura estadunidense… o maldito IV Reich.
O Iraque foi covardemente atacado porque Saddam Hussein cometeu crime de nacionalismo.
Isto é crime inaceitável para os nazistas estadunidenses.
Um basbaque genocida como bush ou estes líderes nazistas de iSSrael são muito mais nocivos para a humanidade do que foi Saddam.
Fabio Passos, pessoalmente acredito que a Guerra do Iraque foi um erro tremendo.
Mas “crime de nacionalismo”? Será que Saddam Hussein também era grande como Mahmoud Ahmadinejad??? Caramba!
Sabe PD, eu notei que você não respondeu às minhas últimas colocações sobre as possíveis raízes do nacionalismo iraniano, e tomo isso (se não fôr spo falta de tempo) ao fato de que você, como boa parte de brasileiros, joranalistas ou não, que se querem cosmopolitas, você parece não atribuir importância alguma ao nacionalismo, ou acha que é algo atrasado. O problema é que, se a Democracia é o direito dos indivíduos disporem de si mesmos, a liberdade dos indivíduos depende da autonomia do povo a que pertencem; um país que não tem autonomia externa não pode ter liberdades individuais. É claro que, como a liberdade nacional é uma condição necessária e não-suficiente da liberdade individual, um regime nacionalista pode ser uma autocracia; mas o fato é que, por piores que sejam Saddam e Ahmadinejad, eles são bem menos piores do que qualquer governo de fantoches estrangeiros, como aquele de que o Iraque padece atualmente, ou aquele do qual o Irã livrou-se em 1979.
errata: se não fôr SÓ falta de tempo….
errata 2: você - como boa parte dos brasileiros,…. - parece não atribuir ….
Pedro Doria,
Crimes de nacionalismo sim. Não sabe disso? Curioso…
Agora… se você tá no barato de fazer comparação entre crimes de ditadores… muito mais apropriado é Saddam Hussein x george “genocida” bush…
… ou Saddam Hussein x racistas de iSSrael.
São crimes da mesma cepa.
Saddam Hussein era xodó dos malditos yankees enquanto se comportava como fantoche… e inclusive promoveu uma guerra contra o Irã em acordo com os interesses imperialistas.
Tornou-se mau para o ocidente quando cometeu crimes de nacionalismo e mexeu com interesses imperialistas.
Quem não sabe disso? Quem???
Ahmadinejad é outro nível.
Humilhou recentemente os eua-iSSrael na conferência da ONU sobre racismo.
Demonstrando uma enorme superioridade ética…
Tudo isto é história… fatos conhecidos.
Que ceis vão fazer classe média?
Esconder a cabeça no chão quenem um avestruz?
Olha… quem enterra a cabeça no chão levanta o rabo.
Recebi recentemente um artigo do professor da USP Osvaldo Coggiola, que é argentino, que começa assim:
El Holocausto, Irán y Europa
¿Quién puede desmentir a Ahmadinejad?
Dijo: “Después de la II Guerra Mundial, recurrieron a la agresión militar para convertir en desposeídos a una nación entera con el pretexto del sufrimiento de los judíos… Y enviaron a emigrantes desde Europa, Estados Unidos y otras partes del mundo para establecer un gobierno totalmente racista en la Palestina ocupada. Y, de hecho, en compensación por las espantosas consecuencias del racismo en Europa, ayudaron a otorgar poder al régimen más cruel, represivo y racista en Palestina”. Los delegados europeos vaciaron la sala según habían acordado que harían si se calificaba a Israel de “Estado racista”. Estos hundidores de pateras, perseguidores de gitanos, asesinos de brasileños en Londres, asesinos de jóvenes árabes en las barriadas de París, todos ellos expertos en pogromos y en esclavismo, no sólo mostraban su lealtad de principios con el Estado sionista, también se estaban curando en salud por sus propias prácticas. ¿Quién podría desmentir las solitarias imputaciones de Ahmadinejad?
El Professor está muy borracho y llenho de malas intenciones. Deberia acer um cursito rapido de historia comtepporanea.
E tomar, junto com su vino favorito, llamado IRA, algo que puddesse eliminar los efectos alucinnantes que desencádean su alma a escribir cosas my locas como el ” asesinos de jóvenes árabes en las barriadas de París ”
Parece que para cada Borges que appparece duzentos iddiotas lo acem contra peso.
El professor borracho és el número uno em inbecillidad, com sus relinchoss de hacer corar um dueno de bordel.
Carlos,
Não conseguem contestar Ahmadinejad… porque é simplesmente a mais pura e cristalina verdade.
No link tem o discurso inteiro que está livre para leitura e análise lá no Azenha.
Quem leu não tem dúvidas sobre a evidente superioridade Ética de Ahmadinejad e do Irã sobre seus antagonistas… eua-iSSrael.
”
O discurso da polêmica
Atualizado em 22 de abril de 2009 às 15:29 | Publicado em 21 de abril de 2009 às 19:13
Discurso do Presidente Ahmadinejad, do Irã, na “Durban Review Conference” (20-24/4/2009), Genebra, Suíça
“
Vejam quem é esse ” professor ” da USP:
O artigo abaixo é uma briga entre iguais para saber quem é mais comunista que o outro..
Eu estava errado, o ” professor ” não é um borracho. É um comunista em fúria. Daquele tipo que considera que Stalin foi liberal demais…
Da próxima vez melhor seria citar um homem bomba para falar sobre israel.
Aí vai o artigo:
” Em março deste ano, o ‘intelectual uspiano’ e ‘embaixador’ no Brasil do Partido Obrero da Argentina, Osvaldo Coggiola, escreveu um artigo (”Condições políticas de luta para refundar a IV Internacional”), publicado na revista do PO, “En defensa del marxismo” nº 16, identificando a Liga Bolchevique Internacionalista (LBI) e o PBCI da Argentina, que conformam a Corrente Bolchevique pela IV Internacional (CBQI), com o espartaquismo, e rotulando-a de “sectária” e “degradada”: “Seu exemplo mais acabado (e vicioso) é a tendência Spartacist, com sede nos EEUU e pequenos grupos em outros países (da qual os chamados “bolcheviques” do Mercosul constituem apenas uma versão degradada)”.
O Sr. Coggiola não perde a oportunidade de lançar calúnias contra a LBI. Em sua recente viagem a Londres, onde procurava convocar uma Conferência internacional aberta, com o The Militant (agora, Partido Socialista), a ITO (Oposição Trotskista Internacional), tentando atrair a Lutte Ouvrière, aproveitou a visita a algumas organizações da esquerda para semear a calúnia de que a LBI seria financiada diretamente pelo Estado burguês.
Admira-nos a sua petulância! Este senhor que abandonou a militância no PO em plena ditadura militar, quando o partido era perseguido e seus militantes caçados, para dedicar-se ao academicismo e conseguir obter os privilégios proporcionados pela USP. Agora, coberto de mordomias financiadas pelo Estado, ainda tem a coragem de abrir a boca para dizer que a LBI é financiada pelo Estado burguês!
A LBI, desde sua fundação, em 1995, vem travando duras batalhas contra o Estado, sendo perseguida constantemente por sua atividade militante. A LBI participa ativamente do movimento dos sem-terra, dirigindo ocupações, organizando comitês de autodefesa para enfrentar os bandos armados do Estado. Sofre perseguições, como a demissão e um processo judicial de um camarada da Santa Casa de Misericórdia no Rio Grande do Sul, por estar organizando uma mobilização dos trabalhadores contra a direção do hospital. Participou de greves e várias lutas, como o ato contra o Mercosul, que foi reprimido ferozmente por atacar de frente o governo FHC e o Estado capitalista. Não cabe aqui, no entanto, ficar respondendo às sórdidas mentiras lançadas do alto de sua cátedra por este diletante, pois estas já são respondidas no nosso dia-a-dia militante, mas analisar, em seu artigo, as claras evidências do revisionismo que hoje domina por completo o PO da Argentina.”
Caso se prefira a Wikipedia -
” Osvaldo Coggiola é um importante intelectual trotskista argentino. Possui graduação em História pela Universite de Paris VIII (1977) , graduação em Economia pela Universite de Paris VIII (1979) , especialização em História pela Universite de Paris VIII (1979) , mestrado em História pela Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (1980) , doutorado em História Comparada das Sociedades Contemporâneas pela Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (1983) e pós-doutorado pela Universidade de São Paulo (1998) . Atualmente é professor titular da Universidade de São Paulo(USP) e professor nos cursos de jornalismo e economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Coggiola tem experiência na área de História , com ênfase em História Moderna e Contemporânea. Atuando principalmente em temas como: Comunismo, União Sovietica e Economia Marxista”
Ou seja, é trotskista, especializado em Comunismo, União Soviética e Economia Marxista.
O tipo certo para falar com serenidade e isenção sobre Israel, Irã, Holocausto,…
Ora pessoal, tenham dó….
O problema, Marco, é que um trotskista militante que conseguiu lecionar num bastião do conservadorismo político como a Mackenzie (lembra da “batalha da R. Maria Antônia”?) só pode ser muito competente no que faz. Já o tenho ouvido várias vezes falar ,aliás, na CBN e na Band (rádio e TV) e conheço seus trabalhos, que são de uma cultura enciclopédica.
Percebam que o sujeito - incapaz de negar as palavras de Ahmadinejad - investe como um nazistinha repelente, contra o professor que ousou corroborar a análise corretíssima do líder iraniano.
A inferioridade Ética deste pessoal que defende iSSrael está aí registrada… prá todo mundo ver.
Carlos Latuff bate a fita mostrando qualé a tática dos racistas que defendem o sionismo… são uns covardões.
Não cola mais.
Tudo bem, tudo bem…
Mas a história do Saddam é conhecida demais, pra que se tente fazer dele um herói (e um mártir).
Saddam declarou guerra ao Irã com o apoio do Kwait, que racharia os custos.
A guerra foi feita, porém custou bem mais que o previsto.
Saddam cobrou e o Kwait não pagou, alegando que a cobrança estava maior que o devido.
Saddam achou que poderia pegar na marra. Como até então ele era o queridinho dos EUA, calculou que os americanos acabariam encarando a invasão do Kwait como fato consumado e buscariam uma solução diplomática. Que Saddam aceitaria de cara, desde que já houvesse retirado do vizinho o que achava que lhe cabia.
Tremenda falha de cálculo político!
Dói no saco quando a gente escuta ou lê interpretações fantasiosas, atribuindo a Saddam uma grandeza que ele jamais teve.
Foi uma briga entre meliantes. Venceu o meliante mais forte, mais bem armado.
Quero entender em que a LBI, pode ajudar a FASUBRA, já que CUT saiu.