Foto de família

Um jogo, pois, já que é sábado. Esta é uma foto de família. Na primeira fila estão três políticos da cúpula udenista. Esta reunião aconteceu no Rio de Janeiro, capital federal, no ano de 1959.
O primeiro, à esquerda, careca, olheiras profundas, é meu avô materno, Simplício Rubim Madureira de Pinho. Representante do Amazonas. O terceiro, à direita, é José de Magalhães Pinto, figura notória, dono do Banco Nacional, ex-governador de Minas.
O político do meio é o único ainda vivo. Alguém o identifica?
(E, sim – antes que venham as piadas: meu avô era articulador. Udenista, pois é: de direita. Não disputava cargos eleitorais, preferia as longas reuniões, era quem dava jeito em brigas internas no partido. Era uma família engraçada: três irmãos homens, todos metidos em política. Um udenista, o segundo getulista, o terceiro, comunista. Amigos profundos um do outro, mas nunca discutiam ideologia. E meu avô era honesto. Morreu em 1962 com três filhos entre a infância e a adolescência. De presto minha avó pôs-se a trabalhar, e trabalhou até aposentar-se. Não havia herança para sustentar a família.)
Ainda sobre o assunto:



Esse do meio não é o José Sarney, não né?
Severino Cavalcanti
Até risquei na tela um bigode. Parece ser o Sarney.
Essa cara não me é estranha, mas não consigo lembrar de quem é. Sarney não é, ele nasceu de bigode.
Se apostasse dinheiro ganhava: é lógico que é o Sarney!!!
Eu aposto 50 reais: é Sarney.
trata-se de ETERNO e PÉSSIMO josé sarney…
afe, a UDN realmente tinha cada porcaria… o magalhães pinto assinou o AI-5, votou contra as diretas já e ainda não votou no tancredo. a única coisa boa que ele fez foi patrocinar a vera fischer.
o sarney, precisa falar mais nada.
bem…o carlos lacerda foi um excelente governdor (para a zona sul, foi magnífico), mas existe um lado perverso e incendiário (??!!) dele que tb deixou marcas pesadas.
quem era o daniel dantas da época? pedro, vc é O jornalista, pessoa íntegra e competente. não perca o seu texto, nao arruíne sua credibilidade tentando queimar o protógenes a todo custo… e fazendo vista grossa aos malfeitos do dono do IG. você é muito maior do que isso.
Sarney
Severino usa corte de cabelos diferente — wikimedia .org/wikipedia/commons/thumb/9/9a/Severino_Cavalcanti.jpg/200px-Severino_Cavalcanti.jpg
Poderia ser o Sarney, que tem a calva bem parecida, mas a orelha da foto é bem diferente — greenmeeting .org/foto_senador_sarney.jpg
(Atenção aos espaços entre o domínio e o .org, separados pra não cair no anti-spam do Weblog.)
Adorei o post, mas tá difícil de adivinhar. Manda alguma dica antes de soltar quem é a pessoa!
E Darwinista, vai preparando a remessa de $ pro PD ;-)
Agora o Joseph Mário vai ter oportunidade para provar que, realmente, tem 90 anos. hehehe!
Sarney, só pode, segundo o Espírito Santo da net a wikipédia é o parlamentar mais velho em atividade no congresso, o que me faz pensar, tamanha longevidade e tamanho poder só pode significar uma coisa, pacto com o tinhoso
Informação errada, o Pedro Simon nasceu em janeiro de 1930 enquanto o Sarnento.. ops ato falho, Sarney é de abril de 1930
Sarney, na foto da Presidência da República, tem mais cabelo do esse aí.
Em 1959, estava no primeiro mandato de deputado federal (era da bossa-nova da UDN, a esquerda do partido[!?]). Teria lugar entre dois próceres?
Pedro falou que era político vivo (latu senso), não obrigatoriamente congressista.
“… do que esse aí.”
É o Sarney, filho da p…!
Acho que nao e o Sarney nao, em 1959 ele so tinha 29 anos ( o da foto parece ser mais velho) e a sombrancelha do Sarney e muito mais grossa que esse da foto.
Não é o Sarney! (e mais não digo)
Será o Eliseu Resende?
Pode ser o Sarney, mas eu acho que é o Mauro Benevides mesmo.
Não, não pode ser o Benevides (era do PSD). É o Sarney mesmo.
é a Dilma!
Cara, eu vou desvirtuar completamente sua intenção, e dividir um questionamento.
Qnd vc falou q seu avô era Udenista, a primeira coisa que pensei foi algo do tipo “Nossa, fala sério!”.
Mas o seu 4° parágrafo me pegou no pulo. Daí veio uma reflexão: como definir nossa posição política atualmente.
Eu já achei (e no fundo, filosoficamente falando, ainda acho) que o mundo caminharia para o comunismo naturalmente. Acho q o q a humanidade fez foi adiantar em mil anos as ideias de Marx, substituindo a consciência pessoal pelo controle estatal.
Mas voltando ao assunto, hj me considero de esquerda, não por achar que o estado tem que “cuidar” do cidadão, mas criar um ambiente que possibilite uma vida minimamente digna, e com chances razoavelmente iguais de ascensão social. E acredito que a melhor maneira de fazê-lo seja pelo avanço econômico.
Sou a favor do bolsa família, mas tb das privatizações. Não consigo olhar com 100% de admiração pra nenhum dos partidos atuais (meu dep. federal é do PSOL, meu estadual é do PT, o vereador do PSDB, e por aí vai).
Será que os rótulos estão caindo, assim como na música e nas artes, tb na política?
Jarbas Passarinho? Sua família é do Amazonas? Curioso.
Pois é. Honestidade e decência não depende de ideologia. Na maioria das vezes chafurda na sacanagem porque quer mesmo, não que seja obrigado.
E os atuais ocupantes do poder e antigos paladinos da justiça corroboram essa tese.
Companheiros de esquerda, maoístas e bolivarianos
Eu, josef mario, devo dizer que conheci profundamente e, inclusive, prestei serviços profissionais para este companheiro magalhães pinto. Este banqueiro rico e milionário, já velho e caquético, sonhava em comer a companheira vera fisher, uma jovem ex-miss. Eu, josef mario, que na época já prestava estes serviços de agenciamento, consegui graças a minha capacidade de convencimento, poder de articulação e com a promessa de se tratar apenas de um encontro político, que a companheira fisher fosse ao apartamento do companheiro pinto na avenida atlântica. A partir de então a companheira fisher, jovem ativista comunista de esquerda, acabou, infelizmente, por se converter à direita, reacionária e fascista. E, como não poderia deixar de ser, corrompida pelos dólares pecaminosos se transformou em atriz global deste império gigante de comunicação, representante legítimo do imperialismo ianque.
Muito obrigado
Parece o Severino Cavalcanti mesmo.
#10, então já está esclarecido. É o Zé Mario ao lado de seu cliente…
Lá no fundo, na porta parece o Guimarães Rosa !!!!! rsrsrs!!!
Josef Mario é quem está (por causa da ilusão de ótica) imediatamente atrás ou acima da careca de Magalhães Pinto, de cabelos curtos, blusa e brincos brancos/claros . Travestido obviamente por ser agente infiltrado da esquerda festiva e enfiante de mão na merda !!!!!! E gostou tanto da experiência que está travestido até hoje !!! Ou será a Sandra Cavalcante?!?!?
Passarinho, à época, recém-nomeado superintendente da Petrobrás na região amazônica?
Afinal, é necessário conspirações de bastidores de longa data para conquistar o posto de governador biônico do Pará.
Um brinde a ele conferido por Castelo, em 1964, com o tapetão da Ditadura Militar – para a qual colaboram tanto os petits comités conspiradores udenistas no passado, como, prestes a completar 45 anos de idade, os que a negam, tal como alguns revisionistas ante o Holocausto, neguem-na mediante redescrições semânticas que esvaziam o seu conteúdo, apresentando-a seja como “ditabranda”, seja, como há poucos dias um general o fez, como “revolução democrática”, com “O” comandante do Exército na platéia, ninguém diz nada, fica tudo por isso mesmo…
Isso aqui vai acabar virando “Onde está Wally?” ………
Não sei quem é. Não é o Sarney, porque ele ostenta o bigode desde rapaz. Também não deve ser o Jarbas Passarinho, que na época era militar e dificilmente usaria trajes civis.
Só reconheci de pronto o Magalhães Pinto, dado, claro, a careca singular.
Companheiro pedro doria
Eu, josef mario, devo dizer que, infelizmente, o companheiro algumas vezes se deixa enveredar por caminhos demagógicos, incompatíveis com a sua condição de intelectual brilhante e consagrado. O fato de ser honesto, como afirma o companheiro que o seu avô o era, não justifica o fato dele ter morrido pobre e miserável deixando a sua avó à mingua. A não ser que o seu avô, além de honesto, fosse burro e incompetente.
Muito obrigado
well….eu estava prestando atenção nas 3 jovens senhoras na teceira fila. Muito engraçadinhas, por sinal.
josef mario // 14/March/2009 às 10:39
O velho Simplicio era honesto, inteligente, porém, um zero à esquerda com dinheiro. Não pensava nele. Doava muito para muita gente e era um tanto dissociado da realidade dura da vida, confiava nos sócios (que… deixa para lá…) e amigos, no que se deu mal. A sua viúva, a grande D. Noêmia, começou a trabalhar com mais de quarenta e cinco anos e deu conta do recado. De origem lusitana, fincou os pés no chão e conseguiu criar os filhos, com toda a dignidade. Trabalhou até os setenta anos, fez razoável pé de meia, até ser obrigada, pela compulsória, a se aposentar. Não gostou, gostava de trabalhar.
Pedro, tenho fotos de seu tio Álvaro de mãos dadas com Getulio, dadas por D. Noêmia. Você quer cópia?
Quanto ao político, sei não, nordestino?
Com uma raposa dessa na família como foi que PD ficou bobo assim?!
Parece o Antônio Carlos Magalhães
Não se parece com o Sarney. Achei uma outro foto do Sarney com o Magalhães Pinto, da mesma época por sinal, e pelo jeito o bigode sempre esteve lá.
Jarbas Passarinho usa óculos desde tempos imemoriais.
Desculpé, o ACM parecia o Caymi em 1959.
Acho que é o Rondon Pacheco, que já era importante na UDN da época.
Algumas tentativas: Abreu Sodré, que foi governador de SP, ou Afonso Arinos.
Que burrada. A dica do PD era que se tratava do único ainda vivo, e eu só citei mortos.
Pelo penteado e pelos traços, aposto no Jorge Bornhausen.
Que Magalhães Pinto, que nada. O terceiro à direita é o Foucault.
Sarney, sem bigode. Seu avô Simplicio era amazonense, filho de um médico baiano, Alvaro Madureira de Pinho. Em 1958 foi eleito para o senado pela UDN com Alvaro Maia, o “Doutor Cabeleira,” na cabeça da chapa (Simplicio era suplente, presidente da UDN do Amazonas e membro do diretório nacional do partido).
Soube disso por seu primo João Carlos Tourinho Dantas, à época deputado federal pela UDN também, e tio de Daniel Dantas. Em tempo: a UDN foi um **grande** partido político. Foi o único partido, no Brasil, até hoje, que representava a classe média urbana.
É aquele juiz de futebol, o Carlos Eugenio Simon.
Mas falando sério, antes de começar a ler os comentários, também pensei no Sarney.
PD!!!
Avô de direita hem?
Genética é genética.
Quanto ao seu avô ter trabalhado sempre, isso é característica da direita. Alguém tem que trabalhar né?
Chico, achei que era o Sarney, mas não estou certa. É ele mesmo? E você, Pedro, não diz quem é?
Ah… só para esclarecer, seu avô não tinha Madureira no sobrenome. Era do pai dele, pela avó. Alvaro era Madureira de Pinho Neto, daí só ele ter este meio sobrenome antes do Pinho, que Eduardo herdou. Era Simplicio Rubim de Pinho. Chico me corrija se estiver errada. O que pode ser bem provável.
Bom, duvidar do Pai do Pedro, quem há de?
Senhores, foi bom apostar com vocês. Favor verificar o comentário #6, o comentário #45 e entregar seus valores à minha assistente.
Não faço a mínima idéia de quem seja… mas, saibam que quem for está ainda na política, ou se não: aposentado pelas tetas do Governo. Ou até: trabalhando para partidos.
Acho que se esse lance de ser escritor me enjoar vou ser político, assim morro de barriga cheia e ainda serei falado depois de tantos anos.
(falado bem ou mal).
Se for pra chutar, chuto o Sarney. Não só porque ele está aí, hoje, no Senado (e que palhaçada de ele estar), mas também para quem ouviu algum discuso dele atual. Vejam que diferença com os do passado. É política.
Parabens Pedro. Arrasou de novo!.
Aparentemente, meu pai decidiu adiantar… quem sugeriu José Sarney está certo. =)
Sem o bigode…
Ora, quem diria, é o soba do Maranhão. Não o reconheci sem os literários bigodes. Pelo visto, desde aquela época ele já se posicionava estrategicamente para pegar qualquer migalha de poder que o destino tirasse dos mais merecedores. Ideologias à parte, a UDN teve sim uns dois ou três grandes nomes, cujo afã golpista era até compreensível (mas não desculpável) se lembrarmos que o outro lado defendera a longa ditadura de Getúlio. O golpe de 64 se encarregou de silenciar esses poucos, da mesma forma que silenciou a esquerda. Restou o lixo, com ou sem bigode, para a imensa tristeza do Maranhão, do Amapá e do Brasil.
Claudia, o nome dele todo era Simplicio Rubim Madureira de Pinho. Aparece assim, inclusive, no meu convite de casamento com Margô. Os irmãos caçulas usavam só Rubim de Pinho: Tio Antonio, vice-almirante, ex-subchefe da casa militar do Jango, e Tio Alvaro, o Doutor Rubim, psiquiatra, catedrático de psiquiatria da UFBA, hoje nome de prêmio nacional em psiquiatria. De Tio Alvaro dizia João Ubaldo, cuca que Doutor Rubim não desentorta, ninguém desentorta…
E atrás do trio, sim, Sandra Cavalcanti.
Caraca!
Se é o Sarney, então isso é mais antigo que andar pra frente!
Tu é velho heim, Pedro!!!
Chico,
Pelos nomes do Alvaro e do Antonio, tios, pensei que o velho simplicio também não fosse Madureira, e que Alvaro tivesse o sobrenome apenas pelo avô, de quem herdou todo o nome. Para mim foi surpresa. Grata pelo esclarecimento.
Fabio Max,
Pedro nem era projeto de projeto nesse tempo; me casei com a mãe dele uns quinze anos depois dessa foto. Até eu era nenem nesse tempo…
Autor do worstseller menos lido da literatura pátria, senador pelo Amapá ( claro ué, que surpresa..!?) , presidente do Senado (por conseguinte do Congresso),vanguarda do atraso, deputado bossa nova, pai de Roseane e Fernando, alvo da machadinha , baluarte do semifeudalismo e , quase desde sempre, dono do Maranhão. Com bigode ou sem, pensando bem, esse olhar não engana ninguém..
[...] sem o bigode, em reunião da cúpula da UDN em 1959. A história desta foto está contada num post anterior. Os feitos do senador pelo Amapá estão resumidos num outro [...]
Como é que é?
disse o pai do pedro:
“Soube disso por seu primo João Carlos Tourinho Dantas, à época deputado federal pela UDN também, e tio de Daniel Dantas. ”
o tio do daniel dantas é primo do PD????????
Isso explica muita coisa.
Pedro Doria: Não é o Sarney. Entre o seu avô e o Magalhães Pinto está, acho, o paraense Epílogo de Campos, que foi Deputado Federal e pertencia a uma família Marajoara com nomes inusitados. Haviam: os irmãos Prólogo, Soneto e Ementa. O pai, pensando que ele seria o último, deu-lhe o nome de Epílogo. Depois, nasceu mais uma menina que foi chamada: Errata de Campos. Pra conservar essa tradição, Epílogo homenageou Fernando Pessoa colocando o nome de seus filhos: Estrophe, Poesia e Verso.
Acho que havia, ainda, mais uma. Era alguma coisa como Pessoína (não tenho bem certeza).
O Epílogo de Campos é falecido.
O Jaime Bibas está correto: a pessoa em questão é o médico e deputado constitucinalista de 1946, Epílogo de Gonçalves Campos.
Contudo as informações estão truncadas: ele era acriano de Sena Madureira, filho de Adelina e Francisco de Gonçalves Campos. Seus irmãos, em ordem de nascimento: João Vitor, Verso, Estrofe, Hermínio Pessôa, Poesia, (Epílogo) e Pessoína Errata (nome retirado em cartório pelo cacófato “ei rata”). Seus filhos: Adelina, Francisco, Mariana, Epílogo Júnior e Ângela.
Epílogo, que residia no Rio de Janeiro, faleceu em 09/11/1992 e foi sepultado no cemitério de Santa Isabel junto com seu pai Francisco. A eles se juntou Estrofe, morta ano passado (2008).
Epílogo escolheu passar seus últimos dias em Belém e lá ser enterrado.
Vivas e residentes no Rio de Janeiro estão Poesia Seixas (91) e Pessoína Campos da Silva (88).
Querido Bibas: Prólogo, Soneto e Ementa jamais existiram nessa família.
Errata:
Em constitucionalista leia-se constituinte.
Em acriano leia-se acreano.
Desculpem os leitores de Pedro Dória.
De fato é meu avô, Epílogo de Campos, sentado entre Simplício Rubim Madureira de Pinho e José de Magalhães Pinto na foto em destaque. Infelizmente ele veio a falecer em 09/11/1992, como bem colocou Haroldo Baleixe. Acredito que o Sarney seja o senhor ao lado esquerdo de José Pinto.
Recebí de meu filho Bernardo, estudante de Direito, esta foto que não conhecia mas me atrevo a duvidar que o Sarney esteja no grupo; achei um rosto parecido com o Dr Efraim Bentes, prócere da política local mas sinceramente não localizei o dito atual Presidente do Senado. Causou-me surpresa, entretanto, o interesse manisfestado no geral pois notório é que nosso país não preserva a memória e muito pouco sabe-se do currículo e da história dos abnegados patrícios que dignamente contribuíram para a vida jurídica e social da nação, em época que a política era um galardão honroso aos que se dedicavam à luta democrática, no mundo de então conturbado pelas guerras e pela miséria comum. A biografia de meu pai, cuja vida política foi ceifada pelo tenebroso AI-5, há de ser um dia devidamente reconhecida, não só pelo povo paraense mas igualmente e, sobretudo, pelo mundo academico brasileiro, pelos relevantes serviços prestados ao país em várias trincheiras onde atuou como médico e político e por sua preocupação visceral com o Ensino, como arma legítima propulsora de nosso progresso e desenvolvimento.
Voce é filho da Elizabeth ou da Margareth? Conheci seu avô na casa de nosso tio,Antonio, já que meu pai era irmão de tia Geyza. Meu nome é Jorge Eduardo e mesmo agora aos 62 anos estou chorando ao escrever esse de tanta saudade daqueles tempos da rua Eurico Cruz 69, Jardim Botanico e da rua Souza Lima, Copa. Um forte abraço. Jorge.
Realmente a pessoa do meio é Epílogo de Gonsalves Campos, meu primo em 2o. ou 3o.Gráu. Quando criança estive em sua casa no Rio de Janeiro, se não me engano perto da Lagoa. Era uma pessoa muito querida pelo meu pai, Jocelyn de Campos Mello.