Batismo Digital em Minas
Você está em Minas? Tem um pai, mãe – talvez um dos avós – que não se sente muito à vontade no mundo digital? De repente um filho mais novo? Pois aproveite este fim de semana:
O objetivo do Batismo Digital é permitir que pessoas que têm pouco ou nenhum acesso ao computador e internet sejam ‘batizadas’, ou em outras palavras, ‘iniciadas’ no mundo digital. O público-alvo deste evento é, especialmente, idosos e crianças em fase primária. Pessoas que talvez, não tenham a mínima familiaridade com o computador e suas ferramentas, e portanto, poderão ter dúvidas primárias, como manusear o mouse, sua função, navegador que permite acesso à internet, etc. Assim sendo, é necessário que cada voluntário seja didático e paciente, levando em consideração o respeito pelo outro, o conhecimento do usuário, situação social e história dele.
No site do Batismo Digital há endereços e descrição dos ‘batismos’ oferecidos. É uma festa que dura o fim de semana inteiro – e uma bela iniciativa. Quem quiser comentar sobre o assunto no Twitter pode usar a tag #bdigitalmg – e o livestreaming do Twitter pode ser acompanhado online.
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Bom, são várias fases….
Primeiro o cara tem medo da máquina, aquilo se parece com uma TV mas não é TV, ele que deve enviar os comandos.
Na segunda fase, passando o medo, vem aquela pergunta “pra quê isso serve?”, e aí alguém explica que dá pra ver mulher pelada, ler jornal ou, mandar carta.
Bom, passada a fase de conexão, vêm o deslumbre, juntam uma porrada de contatos do fim do mundo e, que nunca virar, passam a “trocar” apresentações power point e outras babaquices.
Isso os véios.
Os aborrescentes passam direto prõ Orkut e congêneres, mandam ver nos joguinhos, aceitam e clicam em links de mensagem ou recados e, só Deus sabe o que mais (bom, até sei, muitos sites russos (.ru) ou portugueses (.pt) ferram legal as máquinas sem proteção.
Há dois tipos de usuários nessa fase, aliás três:
- O primeiro usuário é aquele que nunca perdeu um HD com todas as fotos da viagem de casamento cinco ou seis anos atrás, esse tá fudido, irá perder tudo, o usuário comum confia na máquina e não faz back-up, o segundo tipo de usuário é mais precavido, já se lascou e perdeu um HD com as fotos da sogra, até hoje está esperando a véia morrer pra parar de encher o saco por conta daquelas fotos (que o infeliz escaneou e botou fogo, coisa que era do bisavô da sogra kkkk). Putz, já vi isso, não tô brincando não….)
- O segundo usuário é aquele que fez curso no trabalho, tem computador no trabalho e, por vezes até ganhou um equipamento do chefe ou comprou numa dessas “casas Bahia” e, levou pra casa.
Esse é o tipo do usuário de lascar, pensa que manja tudo, resolve que a máquina dele é “duca, muito melhor que aquela do serviço”, “nessa aqui, véio, eu aumentei a memória, entrei no “msconfig”, desabilitei um monte de merda que aqueles técnicos babacas deixam hablilitados no serviço, a máquina tá show…”,
Só esquece uma coisa, os técnicos babacas sabem o que deve ou não ser habilitado, um dia a casa cai, o cara sifu, a máquina morre e o mané cai na mão d’um mané esperto que ele e, já era, o belo computador foi prô saco…”
Fora isso, esse tipo de chato adora enviar e-mails com apresentação .ppt (Power Point) e mensagens afins.
Pra esses já tenho um “antídoto”, até passei num Open desses pra traz.
- O terceiro tipo é aquele que tem medo da máquina (geralmente são loiras ou algumas coisas do gênero “extremamente burros e inseguros”, não entendem porra nenhuma de computador, tem um equipamento de último tipo e, quando enfiam tudo na tomada e o desgraçado não liga nem conecta na rede, cê tá frito.
Te ligam na cara dura a qualquer hora do dia, noite ou madrugada, se o celular não funcionar, ele liga no fixo, o infeliz nem tenta nada, só quer uma tela acesa e uma conexão aberta pra ele usar.
Pra esses eu já recomendo vender o equipamento, aplicar na poupança e, gastar o que der de juros numa lanhouse.
:-)
Oooops Pedro Doria, não tem link nenhum nesse comentário, é texto originalíssimo que até deveria cobrar know-how ou coisa que o valha por ele.
O básicão tá aí, são três tipos de usuários “iniciantes e deslumbrados”.
Há variações mas, no fundo é isso, pode caçar em qualquer canto, é texto meu de cabo a rabo.
:-)
Não é “know how” deve ser “copyrth” ou sei lá como se escreve essa merda…
kkkkkk :-)))))))
Vou desligar a tralha por aqu e me arrumar pra buscar a patroa.
:-)
Sou escritor desde meus 13 anos… e acreditem: só fui saber o que era e como funcionava o WORD com 16 anos! E vejam que foi numa feira cultural, em Ponta Grossa, PR.
Evidentemente: tive que passar 4 romances e um cento de poesias para o formato digital, e só fui ter mesmo prática com a internet um ano depois.
Hoje, com 19, escrevo meus livros com um programa próprio para roteiristas, e, a se tratar de internet, já entendo a linguagem HTML, CSS, ASPX, e agora estou aprendendo JAVAscript… tudo, por conta da “Feira de Novidades” que minha escola organizou no meu antigo bairro.
Nossa, que bela a visão de mundo do jovem Proftel…
Acho bacana esse tipo de iniciativas, computador é uma caixa-preta para uma parte da população que não tem acesso a esse tipo de equipamento. Minha mãe me ligou hoje falando que pretendia ir lá. Se ela for, conto a impressão dela aqui. Abração Pedro!
Super interessante a idéia.
Forte Abraço!
http://www.formigueirocomunista.com
+ e este é o lado negro da inclusão digital…
perolasdoorkut.com.br/
Por conta de piada que ouvi um dia, toda vez que alguém fala em inclusão digital me vem na memória a imagem do proctologista.
Batismo digital é piegas, mas menos doloroso. Desde que depois do batismo não venha a tal inclusão. Rssss.
Todavia, bem… todavia o caraio.
Rsssss
Nossa! Hiago, não sabia dessa! Você não é o escritor que mais publicou em menos tempo?
Escrevo um conto a cada duas semanas, mais ou menos, mas em pc? Seria complicado… tem que re-escrever demais. Imagino um romance…
Bom, como dizia “Jack o estripador”, vamos por partes:
Primeiro, estou desde ontem “fora do ar” por conta da chegada da Duda, está aqui e, como diz o Pax, “tô mais feliz que pinto no lixo”.
:-)
Hiago Rodrigues Reis de Queirós:
Você está em Ponta Grossa?
Da parte do meu pai é tudo polaco daí, a maioria do pessoal mora na Palmeirinha.
Conheço bem a cidade, passei muitas férias aí quando era moleque, a maioria do tempo ficava em Itaiacoca onde meus tios e tias têm fazenda.
:-)
Júnior:
Essa é a visão d’um Técnico, o mané que conserta as cagadas que o povo faz em computadores, olha, escrevi desse ponto de vista, nada mais, a maioria do pessoal que faz manutenção têm mais ou menos essa visão, não é ironia não, é fato o que relatei acima.
De boa.
:-)
James Bond, como sempre uma observação “na mosca”.
:-)
É como dizem os programadores e analistas de sistemas: a computação seria uma maravilha, se não fossem os usuários! :)))
Bem, também dizem que os únicos profissionais que têm usuários são traficantes e analistas de sistemas! :)))
Olá Proftel…
Fui criado em Ponta Grossa… estudei no Divinão: Escoa Estadual Jesus Divino Operário, no bairro de Oficinas. Minha tia e meu irmão moram na Vila Rica.
Eu moro em São Paulo, mas deixei meu prêmio do Centro de Letras do Paraná em PG City, e no Divinão. Lá comecei a escrever, e se você conhece esta escola, saiba que a feira de novidade foi bem naquela praça em frente, perto do A.R.H.T
Hoje as coisas estão mudadas, mas a história é eterna.
um forte abraço!