Três últimas notas sobre Israel e Palestina
Balanço eleitoral
O Kadima venceu mas não levou. A vitória nas eleições israelenses foi dos partidos de direita que, no conjunto, fizeram entre 63 e 64 cadeiras das 120 no parlamento. O temor de que o partido racista Yisrael Beiteinu fizesse 20 cadeiras não se concretizou – fez provavelmente 14, não longe dos Trabalhistas, com 13.
O presidente Shimon Peres terá de convidar ou Benjamin Netaniahu ou Tzipi Livni (respectivamente, Likud e Kadima) para liderar a formação de um governo. A princípio, não há motivo para que Netaniahu aceite Livni como premiê. Se ele mantiver o controle do bloco de direita, ela não tem como formar um gabinete com a maioria mais um dos parlamentares.
Que pensam os palestinos?
Alguns de vocês questionaram minha afirmação de que o conflito em Gaza teria fortalecido o Hamas. Minha fonte era Gideon Rachmand, editor de internacional do prestigioso jornal britânico The Financial Times. Mas é possível que quem me questionou estivesse certo.
Um de vocês me chamou a atenção para a última pesquisa do Centro Palestino de Opinião Pública (4 de fevereiro), que indica um cenário mais equilibrado. Quase 55% dos palestinos consideram que Israel é responsável pela guerra. Parece surpreendente que quase metade culpe seus próprios pelo conflito. 51,3% dos palestinos consideram que o Hamas está levando sua nação na direção errada e 46% têm esta opinião a respeito do Fatah.
Pesquisas são coisas delicadas. Não conheço o Centro. Alguém o conhece? Sempre há a possibilidade de ser financiado pelo Fatah e ser um instrumento de propaganda. Assim como pode ser uma instituição de todo isenta e séria.
Se for, pinta um cenário bem mais complexo. 42% dos palestinos consideram que Barack Obama pode trazer paz para a região.
Incidente diplomático no Reino Unido
Na segunda-feira, o chefe do departamento do Sul Asiático da Chancelaria britânica foi preso por ‘intolerância religiosa’. Rowan Laxton teria dito ‘fucking Israelis, fucking Jews’ (tradução não literal: israelenses de merda, judeus de merda) enquanto assistia o noticiário na academia de ginástica da London School of Economics. Os outros presentes pediram que se moderasse, ele continuou exaltado.
Solto sob fiança. Laxton não é o responsável pelo Oriente Médio, mas estão sob seu comando os embaixadores de países como Afeganistão, Paquistão e Índia, onde o conflito entre Israel e Palestina tem repercussões. Embora seja honesto dizer que o Foreign Office britânico tem um histórico pró-árabe, o atual chanceler é judeu.
É um incidente embaraçoso embora não tão grave – provavelmente será afastado de seu cargo. O curioso é a aposta que circula na blogosfera britânica. Os jornais Daily Telegraph e The Times deram a notícia. The Independent, The Guardian e a BBC, considerados de centro esquerda, ainda permanecem mudos sobre o incidente.
É um diplomata em cargo importante. Não há dúvidas de que é notícia. Mas fica parecendo que os (bons) jornais estão misturando linha editorial e noticiário, pecado grave na imprensa.
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Pedro Doria
Em em tempo, para ver se você desce do pedestal e deixa de ser bobo.
A matéria postada pelo Pablo Vilarnovo mata a cobra e mostra o tacape.
Tivesse você se dado ao trabalho antes de descartar a fonte, saberia que a pesquisa está disponível na Internet no site do Palestinian Center For Public Opinion.
Em tempo, a pesquisa não foi escrita pelo exército de Israel mas por uma organização palestina.
http://www.pcpo.ps/polls/poll167.htm
E como eu gosto é de ver o circo pegar fogo e ver o palhaço correndo em chamas, vale lembrar que a sua fonte na é o FT mas o Jerusalem Media and Communications Center.
http://www.jmcc.org/publicpoll/results/2009/index.htm
Vale observar observar algumas coisas:
* Infelizmente 50.8% dos entrevistados acreditam que os foguetes ajudam a causa palestina.
Por outro lado
* Pasme: 30.6% dos entrevistados afirmam que a reconstrucão de Gaza deveria ser subordinada a ONU.
Esse número é bem compatível com o fato de que boa parte dos entrevistados sequer se daria ao trabalho de votar nas eleições parlamentares palestinas.
Mas como no fundo, sacanear é o que nos resta nessa caixa de comentários:
Ironicamente, de acordo com as pesquisas do mesmo instituto, o número de palestinos que preferem que o conflito seja resolvido com dois estados lado a lado cresceu novamente, depois de uma queda registrada em Outubro de 2008, durante o cessar fogo…
E como você anda muito cético ultimamente…
Se você não acreditar em mim, pode olhar a as pesquisas 64, 65 e 67 do JMCC com seus próprios olhos! ;P
em tempo,
muito legal que apesar do papelão ao questionar a fonte do Pablo Vilarnovo e do marco você tenha ido verificar a fonte mencionada…
outra coisa, Netanyahu escreve-se com Y. (Lembre-se que em israel as pessoas podem escolher a grafia do nome transliterado, logo essa é provavelmente a grafia da carteira de motorista dele)
outra nota:
David Miliband é ATEU…
Pelo jeito, o kadima não matou palestinos na quantidade necessária para ganhar as eleições. Nem para isso serviu o ataque brutal e covarde.
A palavra Kadima não poderia ser escrita também com “c”?
A pronúncia correta é “Cádima” , “Cadíma” ou Cadimá? Acho mais lógica a última opção, Cadi-má.
Quantos palestinos o Kadima (com letras maiúsculas ou minúsculas? Temos que examinar esta questão em profundidade) teria que assassinar exatamente para ganhar as eleições em Israel?
É sumamente importante manter o debate em níveis acadêmicos.
epa, fui eu quem falou primeiro dessa pesquisa.
pois é chesterton
e ele ainda te sacaneou dizendo que a fonte era o exército de israel e por isso não é confiável. Depois do arroto resolveu ler a pesquisa em si e misteriosamente o não confiável mereceu alguma referência ainda q listada como de segunda categoria.
essa teimosia do PD em ser um bom mocinho só pode ter um motivo: tá a fim de comer alguem, e esse alguem é flower power.
Bom, não importa quem vá ser premiê, é como diria o diplomata inglês de saco cheio, é tudo uma merda só (tradução literal desta vez). Mas de qualquer maneira pode se tirar mais algumas lições bastante interessantes do eleitorado israelense.
1 – Matar palestinos indiscriminadamente dá voto, graças a isso o Kadima conseguiu reverter uma posição bastante negativa, se tivessem matado por volta de 1 milhão teriam ganho a eleição estourado(ou estourando literalmente).
2 – Expulsar os árabes israelenses de Israel dá voto, se bem que o plano em si, é algo de matar Hitler de inveja, trocar território roubado das colônias por árabes israelenses.
3 – Premiê que falar em paz o partido some.
4 – Político que provocar intifada quando houver um mínimo de paz, ganha eleição
5– O eleitorado em si, não se importa nem um pouco se o líder do partido é ladrão ou não, contanto que ele tenha um plano bem escabroso de eliminação de palestinos.
6– Ser racista dá voto.
Da até para entender a explosão do dito diplomata inglês…
…é, ao forno (tsc, tsc, tsc)….
André Fucs, seu comentário é ridículo ao extremo, se vocês mesmos classificam judeus como “um povo”, independentemente de “raça” ou “religião”. Agora os que são ateus não são judeus? Cada hora um argumento diferente para um objetivo diferente?
Andrézinho so sapato novo e suas peculiares insanidade e cegueira, cronicas.
Bom ….entre quem entrar lá no governo israelita só surgirá m……
Que imenso complexo de rejeitados esses caras tem !
Muito mais importante que as eleições israelenses é a eleição no Corinthians no próximo domingo, pela primeira vez será feita diretamente pelos sócios quebrando o manjado, conselho-que-elege-presidente-que-nomeia-conselheiro. Isso tudo é ótimo na teoria, mas na realidade esteve aqui em casa representante de um dos candidatos trazendo “lembrançinhas” e disponibilizando táxi com ar condicionado para ida e volta até o clube para o cadastramento e votação…
Dino,
Sugestão: denuncie anonimamente isso que aconteceu no blog do Paulinho.
Esse cara é completamente tendencioso, apóia descaradamente uma das chapas e só faz as denúncias que lhe convem. Posa de bom moço mas é tão vendido quanto quase toda a imprensa esportiva.
Porém, se o tal representante for do André Sanchez, ele vai adorar a oportunidade de divulgar o fato. Agora, se era do Paulo Garcia, nem perca seu tempo…
Os partidos árabe e árabe-israelense ficaram com apenas 11 cadeiras. Antes, parece que estavam com 10.
Dá menos de 10% do total de 120 cadeiras do parlamento.
Resultado aparentemente estranho, quando se sabe que a população árabe de Israel responde por quase 20% da população.
Conclusão: uma boa parte dessa população prefere não votar, ou vota nos outros partidos. Por alguma razão, não vota nos partidos árabe ou árabe-israelense.
Acho que faz falta um partido árabe ou árabe-israelense mais ao centro. Os 3 partidos hoje existentes são de extrema esquerda (um deles se diz marxista). Não parecem representar a parcela mais conservadora da população árabe-israelense que, salvo engano meu, é majoritariamente conservadora.
Daí a modesta representação no parlamento.
O resultado é que os partidos árabe e árabe-israelenses não são computados na hora de montar o gabinete. Ficam fora do jogo.
Com mais 4 ou 5 cadeiras, teriam que ser, na hipótese de uma coalizão de centro-esquerda.
Bem, de qualquer modo, parece que o eleitor israelense está certo de que está em dúvida. Decidiu não decidir, como as pesquisas indicavam.
Vem aí um governo tampão. Ou tampax, como diz meu filho (daqui a pouco tempo estará sujo e terá que ser substituído).
E o que vai sujar a barra dele não será a questão palestina (com essa, o israelense parece estar absurdamente habituado).
A borração do ambiente será feita pela crise econômica.
Onde está escrito:
“Não parecem representar a parcela mais conservadora da população árabe-israelense que, salvo engano meu, é majoritariamente conservadora.”
Leia-se:
“Não parecem representar a parcela mais conservadora da população árabe-israelense que, salvo engano meu, é majoritária”.
A divulgação desse incidente diplomático tá parecendo a divulgação do castelo do político: finalidade de provocar a indignação pública pra derrubar a pessoa do cargo. A conferir.
Quanto ao racismo de alguns israelenses, quando eu lembro que teve gente que comemorou o assassinato do Ytzak Rabin dançando na rua, vejo mesmo que racismo dá voto. Triste.
Dino,
seu comentário é ridículo ao extremo, se vocês mesmos classificam judeus como “um povo”, independentemente de “raça” ou “religião”. Agora os que são ateus não são judeus? Cada hora um argumento diferente para um objetivo diferente?
Você alguma vez me perguntou qual minha opinião sobre a identidade judaica? Não nunca. Já que não perguntou não venha dizer que o argumento mudou.
Não fosse você tão babaca saberia que é frequentemente questiono a mania das pessoas darem ao Finkelstein o título de judeu quando ele na verdade se diz ateu e tem muito pouco em comum com um judeu religioso marroquino de direita.
E antes que eu me esqueça: quem tem raça é cachorro. Sei que você como anti-semita raivoso tem dificuldades em aceitar que esses “sábios de sião ratos narigudos senhores da mídia mundial” tenham sangue igual ao seu…
Elias, que diferença faz a quantidade de cadeiras dos partidos arabes-israelenses se a Zipi Livni disse que descarta qualquer hipótese de composição com eles? E é lógico que sabendo da isolação imposta aos partidos árabes-israelenses, muitos árabes votaram no menos pior, algum que pelo menos não tenha o plano de expulsa-los em troca de terras roubadas recentemente. Questão de preservação acima de tudo. Quem sabe você quer agora acusar os árabes-israelenses da dificuldade da Livni de formar um gabinete?
Agora analise aí o crescimento do partido nazi-racista… Não vale dizer que ele é um fanfarrão e que é tudo discurso e propaganda, que eu já vi essa conversa sobre Hitler antes dele chegar ao poder.
Sobre as eleições palestinas só saberemos a verdade mesmo depois da apuração.
Agora, vejo um cenário muito feio para essas eleições.
O Fatah foi expulso de Gaza, não sei se o mesmo aconteceu com o Hamas na Cisjordânia.
Mas digamos, que o Fatah saia vitorioso em uma eleição em Gaza. Na minha opinião termos mais um banho de sangue. Não sei se o Hamas aceitaria a derrota.
Um dos efeitos colaterais da política de Ataques Preventivos do Bush e da Reação Desproporcional de Israel é angariar antipatias mundo afora. Aí surgem casos como o desse diploamata inglês, ou pessoas que não concordam com a morte de inocentes sendo pintadas de terroristas, anti-semitas, etc. Se a segurança dos americanos e israelenses fosse garantida, em curto e médio prazo, talvez fosse um preço justo a se pagar, desde que eles parassem de reclamar e assumissem as consequências de seus atos. Mas parece que a segurança mesmo não aumentou. Então, talvez seja a hora de repensar essa estratégia.
“E é lógico que sabendo da isolação imposta aos partidos árabes-israelenses, muitos árabes votaram no menos pior, algum que pelo menos não tenha o plano de expulsa-los em troca de terras roubadas recentemente.”
ãh??????????????
Perfeito André Fucs, Finkelstein não é judeu de modo algum, já 1,5 milhões de exilados econômicos russos que são ateus em maioria, não sabem hebraico nem querem aprender, criaram seus guetos, impuseram seu idioma, canais de TV e radio, mas como são praticamente nazistas, esses conforme você já debateu comigo, são judeus legítimos. Vai ser cretino assim, lá em Israel!
Alem do mais, devido ao meu sangue aristocrático franco-ibérico não tenho nenhum laço com semitas narigudos…
Huahuahuahuahuahuahuahau
Que débil mental!
Israel vai virar um apartheid e eu vou querer ver os democratas de plantão darem tratos à bola para justificar este fato - poque eles vão justificar, lá isso eles vão.
Credun,
realmente faltou explicar o que você entende como Judeu. aguardo suas considerações.
por exemplo: amigo meu carioca, ascendência judaica, ateu, passou um ano nos kibutz, casado com uma católica, três filhos. a opinião dele vale para você ou não?
aliás, Credun, por que você não mora mais em Israel? oportunidade profissional ou cansaço?
Só para o registro: Kadima se pronuncia com a tônica no “i”…
A história dos judeus no Leste Europeu no século XX dá razão ao Dino e ao Radical. Durante o Império Austro-Húngaro, eles foram estimulados a mudar de sobrenome e frequentar igrejas para parecerem cristãos. O mesmo aconteceu no Império Prussiano, depois Império Alemão.
Após a Primeira Guerra, com a República de Weimar na Alemanha, a Primeira República na Áustria e a formação das diversas outras repúblicas do leste - Polônia, Tchecoslováquia, Hungria - o anti-semitismo passa a se voltar contra a raça, atingindo mesmo judeus que haviam abandonado as sinagogas. O nazismo radicaliza esta linha, chegando ao Holocausto.
Após a Segunda Guerra, no final dos anos 40, surge uma nova ofensiva anti-semita, novamente voltada mais para a raça que para a religião, articulada a partir de Moscou. Nesta ofensiva, os judeus foram acusados de colaboracionismo com os americanos por meio do Estado de Israel.
Quem migrou do Leste Europeu para Israel foram as vítimas destas três ondas de ofensiva anti-semita, que degeneraram de um conflito religioso para o étnico. Por isso, acho justo que um judeu étnico opine sobre Israel, mesmo não sendo frequentador das sinagogas.
Em “Moisés e o Monoteísmo”, Freud confessa que na Áustria dos anos 30, curiosamente, o governo ditatorial do Partido Social-Cristão Austríaco, apoiado por Mussolini, era quem garantia proteção aos judeus contra as perseguições dos nazistas austríacos.
Comentário 18…..
O velho bordão do anti semitismo!
AHAHAHAHAH……eu achava esse cara um pouco mais inteligente…..
Mas o negocio passa pela pobreza de espirito memo.
HRP,
Enquanto voce chamar o governo de Israel de “israelita” e nao de “israelense” (#12), eu vou chamar voce de anti-semita. Na verdade, mesmo voce mudando o discurso, voce vai continuar sendo anti-semita.
Dino no # 9: Na mosca!
A grande tragédia de Israel é a de nao ser um estado laico e genuinamente democrático, como o sao as verdadeiras democracias ocidentais, onde a religiao nao se mete na política, é totalmente separada desta. O que temos em Israel é uma democracia imperfeita onde a religiao judaica é o estado e o estado é o judaísmo. Nada mais jurássico e estúpido, fonte de radicalismos e fundamentalismos sem fim.
Daí, nao surpreende o fato que os israelenses-árabes sao discriminados e tratados como cidadaos de 2a. ou mesmo 3a. categoria, e os imigrantes judeo-russos formando o seu próprio gueto, um mini-estado dentro do estado, tal como bem dito pelo Dino.
Fosse Israel um estado laico, coisas assim nao ocorreriam. Uma coisa é certa: O mundo já se cansa dos trogloditas nazi-sionistas que há 60 anos só trouxeram enormes problemas à regiao, mas que infelizmente ainda dominam a arena política israelense, sempre reeleitos pelos “sábios” eleitores israelenses. Que atraso! O Laxton certamente estourou por isto…
É só o Tio Sam conseguir um acôrdo com o Iran que a influência política de Israel começará a se esvanecer (e se o Khatami ganhar, aí fica até mais viável, senao mais fácil. Até o Haaretz publicou um interessantíssimo artigo sobre isto estes dias, reproduzido no Courrier International de ontem (em francês, claro). O pior é que absolutamente nenhum dos trogloditas chefes de partidos que foram eleitos ontem tocou neste assunto altamente estratégico (leiam o Haaretz ou o Courrier International e constarao por si mesmos). Nao somente esses políticos totalmente ultrapassados sao umas verdadeiras antas, mas mentem à populaçao que os elege.
Abram alas que o Khatami e o Iran vêm aí!
Os portugueses são anti semitas?????
RWMIAMI……..zzzzzzzzzzzzzzzzzz……falta-lhe argumentos……
Se eu fosse israelense votava na galera qeu está defendendo a liberação da erva, o Holocaust Survivors and Green Leaf, baseado em uma informação contundente: um milhão de israelenses usam recreativamente a cannabis.
Eu votava neles.
Vocês são sérios demais aqui neste blog . Parece que o mundo depende de vocês para sobreviver e seguir adiante. Relaxem. Vocês são só mortais, como todo mundo.
o cañamo, unido, jamais será vendido!
Ei, Pedro Doria!
Dê uma olhada na entrevista que o Idelber Avelar deu a 3 jornalistas, transcrita em seu próprio blog. Leia com carinho a pergunta # 7, sobre aquela maluquinha chamada Renata Malkes, e diga-nos o que pensa. A dica também vale para os sionistas deste pedaço…
E entao, como ficou aquela fábula, pérola de desinformaçao, plantada no Haaretz, do nao-bombardeamento da escola da ONU por Israel???
Vale a pena ler, pra quem se vira em francês: Editorial no Le Monde de hoje sobre o resultado das eleiçoes em Israel.
http://www.lemonde.fr/opinions/article/2009/02/11/ou-est-l-espoir_1153749_3232.html
Caramujo, o Idelber está errado. Ele se convenceu de que a moça é um monstro.
Checar informação é importante. Voltar atrás quando a informação está errada é mais importante.
Como não checa informações as mais básicas, ele diz que a moça é correspondente da TV Globo no Oriente Médio. Não é. Este é o
Marcos LozekanAlberto Gaspar, que tem décadas de experiência e mora, salvo engano, em Tel Aviv. A mocinha não trabalha para a TV Globo.Ele descarta o fato de que ela não tenha servido ao Exército de Israel porque é um errinho. Só que não é um errinho. É um erro importante.
De errinho em errinho, como estes dois, a informação vai se distanciando da verdade. Alguns podem considerá-los irrelevantes. Mas não são. A não ser que compreendamos os fatos corretos não entendemos o que realmente acontece. Mas, veja, eu sou jornalista, o Idelber não é e não tem que ser. Ao longo dos anos, mudei (e muito) minha opinião a respeito do conflito entre Israel e Palestina, sempre com base em algo de novo que aprendi. O Idelber milita pela causa palestina. Assim como muitos aqui militam pela causa israelense. Meu lance nao eh militar, embora nao esconda simpatias. Estou aqui para tentar entender.
Neste tentar entender, fatos vem e vao, mudam. Voce jamais encontrara aqui o mesmo tipo de cobertura que encontrara la. Não espere isso, temos naturezas diferentes. E pare de tentar fazer intrigas, coisa feia.
Engrançado isso;
os anti-Israel do blog ficam na expectativa do nome do diabo que pelos próximos será o “eterno” nazi-sionista responsável pelos males dos palestinos.
Será que o diabo de sempre se chamará Livni? Será o Benjamim? Será o Kadima? O Likud?
Na verdade não importa o nome do diabo, desde que possa ser visto como tal.
Ah ah ah ah.
EEEEEEEEEEEEEEEEE………………………….
correção: pelos próximos 4 ou 5 anos..
Ô coitado de Israel, rouba terras e mata civis deliberadamente e são chamados de demônio….
Ôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôô
Pedro, você acredita em pesquisas de opinião livres em lugar onde se usa escudos humanos? Quem garante que um cidadão não se sinta(mesmo que indiretamente) coagido a dar uma opinião a favor do Hamas? E essa é uma pergunta absolutamente honesta.
Queria saber a diferença do Green Party e Green Leaf party, mas parece que já foi respondida por um comentarista meio em tom de blague, mas enfim…
O correspodente da Globo no Oriente Médio é Alberto Gaspar, e já deve ter quase um ano. Marcos Losekan está em Londres.
Caramujo (no 34): não sei o quanto você conhece de Israel, se já esteve lá para ver, mas o país é sim uma democracia laica. Os partidos partidos religiosos exercem influência política, são forças importantes da sociedade, e combatem o laicismo do estado. Seu objetivo, sim, é criar um estado religioso. Mas não é o que acontece hoje. Aliás, dos principais candidatos nesta última eleição, nenhum é religioso, nem mesmo “light” (destes que só usam kipá, não estou falando nem dos de preto).
Os árabes israelenses não são cidadãos de segunda ou terceira classe. Têm plenos direitos de cidadania. É evidente que não vivem uma situação política confortável, porque existe um conflito óbvio entre eles e o seu país. Mas não há “aparthaid” ou discriminação institucionalizada. Aliás, eles têm muito mais direitos lá do que na Jordânia, por exemplo, onde os palestinos não têm direito à cidadania plena, não podem votar, entre muitas outras limitações.
Não quero dizer que a situação dos árabes israelenses seja boa. Em geral é uma população empobrecida, que não se sente representada pelo estado ao qual pertencem. Mas uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.
Acabo de ler que Livni negocia com lieberman..e dizem que o kadima é centrista..centro de onde? Conseguiram votos matando pessoas…. distraindo o publico com o problema de segurança nacional e a libini vivia apoiando o bush..o mundo cruel….
Obrigado pela correção quanto à Globo, Clara.
Sua pergunta à respeito da pesquisa de opinião é válida. Mas, veja, ainda assim o Hamas não aparecem bem na fita. Acho que as chances de manipulação são muitas de todos os lados. Mas não conheço o instituto.
PD reconheceu que o Idelber viaja na maionese…é importante.
Dino (# 20),
Não estou acusando nem querendo acusar ninguém. Cada um vota como quer, né? Ou, simplesmente, não vota.
Agora, a quantidade de cadeiras no parlamento faz uma diferença enorme, sim. Em especial em países com sistema parlamentarista, como Israel.
Num universo de 120 cadeiras, ter 14 ou 15 faz a diferença.
Lembre que metade do eleitorado vota na direita. A outra metade se divide entre centro e esquerda.
Em Israel, o que se chama de “centro”, no Brasil seria a “esquerda moderada”. Observe que o surgimento do Kadima não afetou a direita. Somente rachou os votos da esquerda.
Caso o segmento árabe-israelense comparecesse com 14 ou 15 cadeiras no parlamento, seria impossível formar um gabinete de centro-esquerda sem a participação desse segmento.
Com apenas 11 cadeiras o segmento árabe-israelense fica fora do jogo, porque sua inclusão no bloco de centro-esquerda não faz maioria.
Quanto à causa do fortalecimento da direita israelense, Dino, creio que, acima de tudo, está a incapacidade da esquerda em formular respostas consistentes aos problemas do país, notadamente no que respeita à questão palestina.
A esquerda sionista fundou Israel, venceu 3 guerras e tornou o país economicamente viável.
Não é pouco. Mas não soube se conduzir face à questão palestina. Israel paga um alto preço por isso (e pagará mais, ainda, pelo trotar do burro).
De qualquer modo, maior, ainda, é o preço pago pelos palestinos (mas esses também têm a quem culpar, dentre os seus).
Não acuso ninguém pelas dificuldades de Livni. Sou um cara prático, Dino. Não sou de ficar procurando chifre em cabeça de cavalo. Pra mim, o problema dela é falta de voto, mesmo.
Por outro lado, não conheço ninguém de bom senso que negue que o radicalismo árabe e o radicalismo sionista, no frigir dos ovos, se ajudam mutuamente. Um se nutre do outro.
No mais, insisto: o que sai dessas eleições é um governo tampão. Dificilmente emplacará 2 anos. E não por causa da questão palestina, mas por causa da crise econômica.
Falar nela, o István Mészàros está na rua com uma avaliação catastrófica. Para ele, essa crise é — ou será — a pior de todas já vista nos últimos séculos.
Ele vendeu esse peixe numa entrevista à Socialist Review (Inglaterra), agora, em fevereiro.
Não sei se o cara está certo, mas me espanta o modo como as pessoas se comportam em relação a essa crise. É como se ninguém tivesse uma idéia mais ou menos clara de sua extensão.
Uma alienação de dar medo!
Essa alienação é que está por trás dos resultados das eleições israelenses.
Como o Gabriel bem observou, ontem.
Dino
Alem do mais, devido ao meu sangue aristocrático franco-ibérico não tenho nenhum laço com semitas narigudos…
Huahuahuahuahuahuahuahau
Exceto é claro com seu primo Adib Domingos Jatene…
Dino
Já 1,5 milhões de exilados econômicos russos que são ateus em maioria, não sabem hebraico nem querem aprender, criaram seus guetos, impuseram seu idioma, canais de TV e radio, mas como são praticamente nazistas, esses conforme você já debateu comigo, são judeus legítimos.
Dino, judeus parte deles não é. Há os ateus, há cristãos e tenho certeza que há de haver espiões no meio também.
Independente disso, ele são israelenses e a participacão deles na sociedade Israelense é tão fundamental como a dos árabes israelenses…
No mais, quem insiste erroneamente a tratar israelense à israelita como sinônimos são tipos como você e o HRP….
E por sinal parabéns por razer a tona mais uma vez o seu racismo nojento:
Troque a expressão “exilados econômicos russos” por árabes e você verá que sua frase se encaixa perfeitamente com a linha de pensamento de racistas franceses, australianos, holandeses, etc.
Naturalmente, você há de negar mas está aí para quem quiser ver. Você fala dos israelenses de direita mas mudados os alvos, seus argumentos e comentários estão no mesmo nível do pessoal do Massada 2000.
Passar bem
Paulo Roberto Silva
“Por isso, acho justo que um judeu étnico opine sobre Israel, mesmo não sendo frequentador das sinagogas.”
E desde quanto eles não tem opinião? Alguém aqui está questionando o direito deles de dar opinião? Não. Ninguém questionou. Opinar eles podem opinar o quanto quiserem.
Fato é que pessoas adoram dar usar a origem do Finkelstein como qualificação da isenção de suas opiniões e qualquer um que lê aquilo que ele escreve, sabe não é esse o caso.
Acho que o mesmo se aplica à frase do Pedro que diz o seguinte:
Embora seja honesto dizer que o Foreign Office britânico tem um histórico pró-árabe, o atual chanceler é judeu.
Não é o Foreign Office Britânico que tem um histórico pró-árabe, são os interesses britânicos que levam à esse alinhamento, algo muito semelhante ao que fazem os franceses.
Há N mil questões girando em torno disso e a mais básica é a seguinte, sendo o Miliband membro do New Labour, e o voto de esquerda inglês fortemente identificado com a causa árabe.
Talvez o componente energético - o petróleo - esteja sendo substituído por pressões políticas internas. Mas seja como for, antes de ser qualquer outra coisa, Miliband é político… e isso, nem um eventual encontro com deus há de mudar… ;)
Pedro Doria,
Ainda sobre a questão do “discurso do ódio e extrema direita”… o Haaretz está com um infográfico mostrando o perfil do voto por algumas cidades:
Curiosamente, nos maior dos assentamentos na Cisjordânia:
45% Likud
15 % Yisrael Beytenu
13% Kadima
9% National Union
8 % Shas
5% Jewish Home
3% Labor
1% Meretz
1% United Torah Judaism
Pedro Doria no # 42:
“…Checar informação é importante. Voltar atrás quando a informação está errada é mais importante.”
Imagino que isto também seja válido para desinformaçao que você copiou do Haaretz acêrca da tal escola da ONU que Israel, segundo o Haaretz e você, nao bombardeou - ou será que nao? Desinformaçao que foi copiada pelo Folha de Sao Paulo, Globe & Mail e por você aqui - e publicada por NINGUÉM mais até agora, e tampouco confirmada pelo secretário-geral da ONU. Poderia explicar, por favor?
Tentando fazer intriga? Que intriga? O que realmente importa é a propaganda e incitaçao ao ódio, o racismo explícito e abjeto, que a Malkes -quando tinha só 20 anos, coitadinha! - postou na blogosfera. E você partiu em desfesa da moça aqui neste espaço, dias atrás. Baseado em quê, pode dizer? Diga-nos, quanto anos tem a Malkes hoje?
Pode até ser que o Idelber, de vez em quando, peca por negligência e nao “checa” “as informaçoes as mais básicas”. Você também. No seu caso, é até mais grave, pois você é jornalista e ele nao (suas palavras).
Caramujo, a informação original foi do Globe & Mail, o Haaretz confirmou com a ONU. Se a ONU informou isto ao Haaretz, eu me satisfaço.
BTW, Caramujo, Renata Malkes tem 28 anos. É claro que seu blog no qual escreveu tanta besteira é recente. Mas se vc não tinha uma idéia completamente diferente do mundo entre os 23 e os 28 há algo de errado com você. É um período no qual, espera-se, o amadurecimento deve ser intenso.
Não digo que ela não deve ser questionada. Deve. Mas ela deve ter uma chance de responder antes de ser linchada.
Por que será que isso me faz lembrar o ex-darling do Pasquim e da esquerda, Paulo Francis. Ele mudou bem mais velho, aliás…
22 André // 11/February/2009 às 11:29
andre- Um dos efeitos colaterais da política de Ataques Preventivos do Bush e da Reação Desproporcional de Israel é angariar antipatias mundo afora.
marco - André, caro, e nenhuma palavra sua sobre as causas principais dos ” ataques preventivos de Bush “, seja lá o que for isso.
E da ” reação desproporcional ” de Israel.
( idem )
Reação a quê mesmo André? Não custa lembrar, né?
Quais seriam, em sua opinião, ações que pudessem ” angariar simpatias mundo afora ” após um ataque?
andré - parece que a segurança não aumentou. Então, talvez seja a hora de repensar essa estratégia.
marco- também acho, André. Mas o que fazer?
Quanto a segurança, pode-se dizer que ela aumentou com o famigerado muro de Israel, e aviões da AA não destruiram mais nenhum prédio com civis inocentes trabalhando neles.
É ilusório, eu sei. Não existe vacina contra o Terror, mas tenta-se, André.
Mudar a estratégia, claro. Novos caminhos, por que não? Mas tirando a rendição seguida de um pedido de desculpas por existir, o quê fazer?
abs,
ma
Putz!…..o RW e o André do sapato novo rotulando aqueles que não mais aceitam a patética canção dinossaurica israelo-protohistórica!! nós os livre- pensantes!
Pobres zumbis israelitas(os portugueses são anti semitas????) !
Renata Malkes tem 28?
E deram tanta responsabilidade e condição a ela porque , sabendo que ela era uma fascista , asqueroza, bandida, direitista e NAZISTA????????
Só a Globo e o mundo judeu!
PEDRO DORIA !…..que desculpas sordidas e e pequenas as suas!
para os erros e imundicies da Renata!
O blog não é mais o mesmo !
Sabemos absolutamente tudo de Obama. E de Michelle. De MacCain. Biden. E quase tudo de Sarah Palin.
Mas nada sabemos sobre quem teve mais votos na eleição israelense. Incrível.
marconews - 24 horas no ar, supre, com o texto abaixo, a lamentável lacuna da imprensa tupiniquim.
” Tzipi Livni
Origem: Wikipédia
Designada primeiro-ministro de Israel
Precedido por: Ehud Olmert
Nascimento: 8 de Julho de 1958
Tel Aviv, Israel
Partido: Kadima
Profissão: Jurista
Tzipi Livni
Tzipora “Tzipi” Malka Livni, em hebraico ?????? ???? “????” ?????, (Tel Aviv, 8 de julho de 1958) é uma jurista e política israelense, atualmente exercendo o cargo de ministra de Relações Exteriores de Israel, e designada recentemente primeira-ministra em exercício do país.[1][2]
Em 17 de setembro de 2008 Tzipi Livni foi eleita líder do partido Kadima, o que lhe deu a oportunidade de procurar formar um governo que ganhasse o apoio da maioria na Knesset, o parlamento israelense.[3][4] Se for bem-sucedada na formação deste governo, Livni se tornará a segunda primeiro-ministra de Israel, depois de Golda Meir.
[editar] Biografia
Nascida em Tel Aviv,[5] Tzipi Livni é filha do polonês Eitan Livni e de Sara Rosenberg, ambos antigos militantes destacados do Irgun,[6] grupo paramilitar sionista que lutou pela independência de Israel. Livni serviu como tenente nas Forças de Defesa Israelenses, e trabalhou para o Mossad, serviço secreto do país, por dois anos, durante o início da década de 1980, abandonando o cargo em agosto de 1983 para se casar e terminar seus estudos de Direito. Existem rumores de que ela tenha caçado terroristas pelo Mossad,[7] porém investigações mais recentes indicam que ela era um agente de menor relevância logística; foi contratada para viver num apartamento em Paris que era utilizado pela organização, ajudando assim a manter a aparência de uma propriedade residencial normal.[8]
Tzipi Livni formou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Bar Ilan, e tem dez anos de experiência como advogada praticante, especializada em direito público e comercial.[9] Reside em Tel Aviv com seu marido, o contador Naftali Spitzer, com quem tem dois filhos, Omri e Yuval. Fontes próximas a Livni declararam que ela é vegetariana.[10] Além do hebraico, Tzipi Livni fala o inglês e o francês.”
ps- a moça é considerada de centro direita pelo Figaro. Dá para imaginar a extrema direita…
Dá para imaginar o que é a politica séria israelita???????
Não fui eu que expus o curriculum da nariguda!
Agentes,radicais religiosos, terroristas segundo a metodologia inglesa!, e chacinadores de crianças palestinas!
Viva a NARIGUDA!
Nariguda ? HRP, voce anda realmente se revelando…
Pedro Doria no # 58:
Sim, você tem razao.
Não pretendia escrever nesse tópico, já envenenado. Porém, acho importante salvagualdar uma jornalista que, como todos nós, faz e escreve besteiras.
O chato é que essas besteiras acabam tendo uma repercussão além do que mereciam.
As pessoas mudam, é claro. Percebem que erraram e se arrependem.
Mas preconceito é uma coisa muito, muito grave. De qualquer tipo. Se alguém escreve num blog comentários altamente preconceituosos, e alguns anos depois se arrepende, sua postura não deveria ser do tipo “pô, pensava umas coisas erradas, mas mudei”.
Deveria ser, isso sim, do tipo “fui preconceituosa, julguei mal o tipo de gente X, acho que isso é nojento e não faço mais. Desculpem.”
o problema é ela ter que ser politicamente corretas, não poder falar o que pensa. É uma auto-censura que nos leva ao marasmo.
Pô HRP, tirando aquela nariga gigantesca e ainda por cima adunco, até que a Zipi Livni é uma coroa bem apanhada, deve ter dado trabalho danado quando mais nova, eu propriamente não a jogaria aos cães…
Darwinista explica aí, pela teoria da preservação das espécies o crescimento do nariz dos povos do oriente médio…
Dino, eu até explicaria, mas o problema é que eu não conheço essas teoria da preservação das espécies… :-b
Huahuahuahuahuahuahuahua
Foi ato falho meu, a intenção era escrever teoria da evolução das espécies.
Quando os palestinos descobrirem que lucram muito mais exportando flores para a Europa do que exportando misseis e foguetes para Israel, não vai ter porra de Hamas que sobreviva.
click the name.
Dino,
Eu imaginei… hehehe
Mas, à parte a sacanagem, essa história do nariz é uma bom exemplo de que a evolução não necessariamente conduz a características que melhoram a sobrevivência. Só que isso é off-topic…
André Fucs, você pode achar nojento à vontade, mas a imigração de russos se deu por motivos econômicos e não religiosos, tanto que 300 mil judeus russos ficaram na Alemanha mesmo, judeus esses que simplesmente não querem ter nenhuma ligação religiosa e querem saber somente de desenvolver suas vidas e trabalho em paz. Inclusive o nazi Avigdor Lieberman esteve por lá para persuadir-los a ir para o paraíso chamado Israel, tomou um pito dos alemães e um “pachol na rui” dos judeus russos.
Dino,
Infelizmente, você como bom preconceituoso coloca os russos todos em um pacote e ignora o fato de que a imigração russa para Israel deu-se em fases e o perfil dos imigrantes é destinto entre elas… ;)
“A pronúncia correta é “Cádima” , “Cadíma” ou Cadimá? Acho mais lógica a última opção, Cadi-má.”
“Cadi-má”?! Claro que não. A pronúncia mais comum, sem afrancesamento, é Cadíma. Tônica no “í”.
Dino…….Até que a Nariguda dá um bom caldo.
No geral é charmosa e atraente.
Mas nos olhos tras um certo ar de arrogancia e desprezo daqueles que tudo fazem para atingir seus objetivos.
49 anos em boa forma…..voce está certo.
Uma bela direitona!
Que tal um open para falarmos do holocausto, verdade ou farsa? Ta mais que no momento.
isso aqui ta muito fraco ultimamente.
gj
Gunter…..não recomendo esse tema……seria deveras traumatico e logo os sentimentaloides sairiam atirando a torto e a direita chamando todo mundo de nazis e anti semitas……
Já posso até imaginar certas figurinhas histéricas!
Gunter jr, o Holocausto é um fato histórico.
HRP,
como assim sentimentaloides? negas o holocausto? a morte de milhões de forma industrializada não te toca fundo na alma?
cuidado com o vale-tudo numa discussão como esta. acabas perdendo toda a coerência e fazendo um papelão.
perdendo? se ha algo que o senhor em questao sempre foi eh questao de ser coerente. Eh um anti-semita de marca maior.
Credun,
o cara pode ser anti-semita mas até agora não parecia ser maluco. eu sei que para você isto dói, mas a relação entre uma coisa e outra não é direta.
abs
Bem , historico pode ser mas um fato… ha controversias.
gj
Perdao, camaradas, mas a Livni parece bem mais velhinha que os 50 anos que tem. É só dar uma olha no pescocinho dela; mais parece um pergaminho. A única coisa que se salva na mulher sao a cor dos olhos. O resto nem dá pruma buchada….
Caramujo #87,
por ai voce ve o sacrificio que deve ser pro seu pai ter que fazer, vc sabe o quê, com a sua mãe de vez em quando.
Radical livre….sentiu o ton da vossa perquerição?
Acusatória e sem qualquer base!
Eu não dei opinião alguma, só falei dos sentimentaloides de sempre……acho que eu “TÔ” no meio dessa barafunda!
Não não nego holocausto algum……
Foram todas aquelas mortes estupidas, foram todos aqueles anos de loucura e monstruosidades ,sem dúvida, e mais muitas outras mortes de milhões de russos , que os alemães não queriam fazer prisioneiros(acho que 20 milhões de russos.
Mas qualquer deslize por parte de quem não for da banda de Israel seria ponto de partida para outros linchamentos virtuais……
Abs e sem rotular, please!
Andrézinho…..vai rotular a mama!
ô, HRP.
o problema é você entrar na onda do Gunter, que obviamente só vem aqui para trolar.
cuidado com as companhias…
HRP,
mais linchados do que somos aqui e voce acha que voce é a vítima?
Deixa de modéstia, cara …………
Interessante, Pedro, a opinião totalmente machista de vários comentaristas aqui. Deveria-se considerar normal considerações sobre as mulheres em nível de “caldo”, “buchada”, “pescoço como pergaminho” etc e tal?
Isso não é objeto de questionamente por ninguém aqui, nem mesmo das mulheres. Estão resignadas a serem objeto/carne de consumo de forma tão descarada?
Deveríamos considerar tudo isso aceitável num forum, sem que você, não digo para censurar, mas que se colocasse contra(espera-se) essa postura de desprezo à mulher?
Ou teríamos que escrever coisas do tipo “Livni deveria ser Dilma, e aí, operada, daria um banquete para os anônimos(muito senhores de si no teclado)”.
Real ou surreal? Ridículo ou trágico?
Eu pediria que você Pedro finalmente se posicionasse em relação a tais comentários.
Não iria escrever aqui, afinal, parece que mesmo um sujeito de opiniões geralmente respeitáveis como o Dino perdeu as estribeiras.
Mas, ô Gunter Jr. vamos colocar da seguitne maneira: é burrada negar o Holocausto. Existem fotos, filmes, testemunhos e artefatos suficientes para mostrar até onde foi o surto europeu-cristão (os nazistas nunca negaram a religião cristã). E - melhor - os alemães eram (e até onde sei, ainda são) obcessivos o suficiente para compor arquivos automatizados (com a ajuda da IBM, inclusive) que discriminavam boa parte dos judeus “transferidos” da Europa Ocidental. Unidades de polícia chamadas Einsatzgruppen, comandadas pela SD eliminaram mais de 300000 judeus, nos calcanhares das botas da Wehrmacht, entre 1941 e 1942. Havia uma alegre disputa entre eles (eram 4, eu acho), por números. O comandante do EzC, Oberfueher Rasch, depois de um massacre em Tarnopol, escreveu reclamando que os operativos de sua unidade deviam receber equipamento especial para cavar fossas, e q o exército não colaborava, fornecendo-lhes metralhadoras, o que fazia com que os homens ficassem com ombros e mãos machucados, depois de vários dias atirando nas vítimas.
Os nazistas tentaram “apagar as provas”, mas não deu. Todo mundo q tiver visitado o memorial de Auschwitz fica impressionado até os ossos - só a tecnologia européia da segunda revolução industrial conseguiria criar um negócio daqueles, e só as técnicas aperfeiçoadas pela administração centralizada dos estados conseguiria gerir tal coisa.
Não tem controvérsia alguma - está tudo lá.
Coisa diferente é discutir como essa idéia é administrada pela direita sionista para justificar qq absurdo de Israel . Tamb é interessante discutir parece haver uma espécie de culpa atávica do Ocidente por causa do anti-semitismo. Veja, por exemplo, como o qualificativo “racista” é usado pela turma daqui, como se fosse racismo criticar qdo um tanque israelense dá um tiro numa escola ou hospital. O Ocidente já compensou os judeus em todos os sentidos pelo Holocausto, e mantem a orelha em pé com o anti-semitismo - visto q na maioria dos paíseis ocidentais é crime negar o Holocausto ou se declarar nazista em público. E é interessante a gritaria dos formadores de opinião contra qq espécie de manifestação desse tipo de opinião, embora os mesmos formadores de opinião não manifestem assim tanta preocupação com relação a outras formas de racismo, contra outros grupos sociais.
Clara,
com todo respeito, isso não é politicamente correto demais? Reli os comentários e nenhum, seja raivoso à direita ou à esquerda, coloca qq restrição à Livni como mulher-candidata, política, profissional ou agente político. Os comentários q dizem q a dita “dá um caldo”, e tal, são de mau gosto, mas diria eu q gosto não se discute, se lamenta. Digamos assim: e se esses caras dissessem “ora, é uma bela mulher madura” ou “vejam, tão bonita e tão de direita”.
Achei mto pior, mas pior mesmo, e confesso q não entendi, as referencias à Livni como “nariguda” e os comentários sobre “crescimento de nariz”, e tal. Mas com relação à atratividade sexual da dita candidata, ora, vc estranharia se alguém comentasse q Vera Fischer “dá um caldo”? Tvz torcesse o nariz, mas ficaria tão indignada? E, por sinal, pq Dilma Roussef não pode fazer plástica? José Dirceu implantou cabelo, ACM Neto usa creme hidratante, etc, etc.
Estou totalmente com vc se a exigência for q se mantenha um mínimo de elegância. Mas censurar comentários sobre se uma mulher é bonita ou não… Censure o PD, minha cara - ele não coloca mulheres feias naquela coluna de segunda feira. :c)
Bitt, obrigada pela sua consideração em analisar o meu questionamento.
Antes de tudo, não falei a palavra censura, a não ser para dizer “naõ censurar”, mas sim na palavra posicionamento. Pode reler que está lá.
Outra coisa, não tenho nada contra a Dilma fazer plástica, sendo candidata ou não. Aliás, das pessoas do governo, ela é uma pessoa que respeito.
O que sou contra é essa forma de desprezo à mulher no seu quotidiano. Livni, assim como outras, brasileiras e de várias nacionalidades, não está se oferencendo, não está á disposição dos marmanjos. Não está na Playboy. É ministra, assim como outras são advogadas, engenheiras, domésticas, operárias. Simplesmente não estão à disposição para consumo.
Fazer tais comentários é diminuir a mulher, reduzir a mulher ao consumo da fantasia evadida. Não é só uma questão de vulgaridade, é verdadeiramente um desprezo à mulher na sua íntegra.
Não consigo achar isso normal. Principalmente num forum onde há homens e mulheres, ainda que relativamente poucas.
Faraó no # 88:
Faraó, minha múmia queridinha, meu pai e mae estao mortos há muito. Espero que venham do além te assombrar, bicho!
Agora falando sério: Apesar de nossas diferenças em política, nunca faria brincadeirinha infantil com teus pais, seu babaca. Diga: Você é normal ou é mongolóide? Pelas asneiras que profere aqui, normal nao pode ser…
Clara: As mulheres fazem os mesmos comentários sobre os homens “ai, mas que gostosao!”, “mas as orelhas muito abertas nao ajudam”, “puxa que barrigao!”, “que perninhas finas!”, “e aquelas pelancas, ein!”. Estariam elas “desprezando o homem no seu quotidiano”, a “diminuir o homem, reduzir o homem ao consumo da fantasia evadida”?? Que nada! Que discurso mais babaca este seu!
Pergunto-me se você “nao daria um péssimo caldo”…
Caramujo, mostre-me onde, nesse blog tais comentários foram feitos.
De resto, obrigada por provar o meu ponto.
Continue se perguntando enquanto vai ver se estou lá na esquina…
Bem, Clara, não há o q reparar à sua réplica. Não tinha pensado por esse lado. Ainda assim, ouvi mtas mulheres com bastante cacife intelectual comentarem sobre a “beleza” de Barack Obama. O problema é que não há como achar bonitos o Bibi Netanyahu ou o Lieberman (bem, tvz o Credum ache, mas esse aí é suspeito…).
E tenho q admitir q usei o termo “censurar” de forma totalmente incorreta - queria dizer “repreender”. Eu acompanho seus comentários, e sei q vc não iria propor tal coisa (a censura). Quis parecer inteligente e… Bom, quebrar a cara é da vida, acho eu.
Existe um ditado popular que diz: Se cobrir é circo se cercar é hospício… Então de tanto fazer muro Israel virou hospício e duro mesmo é ver os judeus fazendo exercícios de contorcionismo (ou seria contor-sionismo?) para explicar o inexplicável, que Avigdor Lieberman não é assim tão nazi é só falastrão, que ele nem é assim tão racista, pois ainda não conseguiu fazer nenhum mal para os árabes (coloquem ele como premiê para ver). Mas a realidade é uma só, o Yisrael Beiteinu foi o 3º partido mais votado, ou seja por volta de 15% dos eleitores de Israel são racistas e de anseios nazi-fascistas. Se juntar a essas forças nefastas os partidos de extremistas religiosos (que são partidos anti-democráticos comandados por grãos rabinos) , teremos mais de 30% de extremistas religiosos e ultra-nacionalistas (eufemismo para nazi). Huuum… País laico, país democrático? Haja contor-sionismo!
Elias, é lógico que nem todos os árabes israelenses se acham representados pelos partidos árabes existentes, basta ser um vendedor ambulante de quinquilharias para se sentir um empresário e não ter simpatias por partidos de esquerda, por outro lado, veja a dificuldade de se constituir uma agremiação partidária “conservadora” onde a própria palavra em si remete a manutenção do atual status quo, veja o exemplo dos palestinos que acusam de traidores o Fatah que por sua vez são vistos pela maior parte dos israelenses como terroristas também ou coniventes e lenientes com terroristas. A formulação de um partido árabe de direita levaria a pecha imediata de traidor. Acredito que ninguém se disponha a essa empreitada, pelo menos não nestes tempos sombrios. De maneira que a camada da população árabe que não se vê representada pelos partidos árabes ou não votam (pessoalmente acredito mais nessa hipótese) ou votam em partidos judeus.
Clara, na verdade aquilo que você julgou como desprezo pela mulher em sua integra, fazia parte de uma brincadeira, tipo provocação que começou com um comentário sobre o nariz da candidata a premiê. Quanto à integridade moral da dita senhora, sinto muitíssimo que essa senhora a tenha restrita ao meio das pernas, preferiria que ela fosse uma devassa ninfomaníaca a assassina de crianças, fria, calculista, mandando assassinar milhares para tentar ganhar a eleição, era espiã em país amigo, espionando aliados, aliada de carniceiro, aliada de corruptos, ou seja, ela não tem que ser reduzida a nada, ela própria já é um lixo.
Caramujo,
Apesar de muitas discordâncias, principalmente de conceituação e de ênfase, concordamos em muita coisa. É por isso que não posso deixar de dizer que a Clara têm absoluta razão quanto ao tratamento dado à Tzipi Livni.
No caso, não importa que ela seja israelense, nepalesa ou brasileira. É mulher e mulheres merecem respeito. Que a critiquem por suas posições, por seus discursos, por seus atos, que não apóio, falando nisso, mas que não a desqualifiquem pelo gênero, porque esta é saída mais fácil.
Talvez por isso, Dino, mulheres em posição de mando frequentemente têm exibido comportamento mais agressivo que os homens, já que tem de vencer todo um conjunto de imagens e conceitos associados à mulher, de maneira geral.
Margaret Thatcher é um um bom exemplo e hoje, na Folha, cita-se Golda Meir:
“Ficou famosa a frase dita por David Ben Gurion, o premiê fundador de Israel, sobre Golda Meir, quando ela era ministra de seu governo: “É o único homem do meu gabinete”. Era um elogio.
A mim não parece elogio e acredito que à Clara, também não.
Nada disso impede que seja criticada pela sua, no mínimo, impiedade, em se associar à matança em Gaza.
Caramujo,
eu sou anormal, sou babaca, sou mongolóide, sou judeu e adoro quando voce me dá uma bola limpinha quicando na cara do gol.
Sorte dos teus pais não estarem mais aqui pra não verem a melda que fizeram.
Dino,
acho uma pena que somente 15% dos eleitores de Israel tenham votado no Israel Beiteinu.
Veja voce, em Gaza o Hamas levou as eleições com mais de 50% dos palestinos que votaram nesse partido que apregoa no seu estatuto a “Destruição de Israel”. Também não seria o Hamas um partido racista ou nazi-facista, como vc gosta de pavonear?
Acho sinceramente, como já foi dito aqui talvez até por voce mesmo que, ou Israel expulsa de vez os árabes e os palestinos, ou estará fadado a desaparecer por conta da sua democracia.
Poderia adotar, p.ex., a mesma politica que o Brasil adota em relação aos índios brasileiros, uma vez que é uma política de extermínio gradual, contra a qual não me lembro de ter lido ninguém aqui protestar; logo poderia ser adotada por lá também. A começar por trancar as fronteiras de Gaza para nunca mais abri-las, nem que tivesse que retribuir cada foguete com outro. Que os palestinos de Gaza se entendessem com os seus primos egípcios.
A Jordania do rei Hussein matou milhares de palestinos no Setembro Negro e nem por isso ele é odiado; nem pelos palestinos.
O Bitt censurou o termo “nariguda”?
Defeito sim!
Mas ele escreveu bem sobre o holocausto que certamente foi horrendo e sobre a patrulha sentimentaloide e rotuladora dos Israelitas!
Nariguda sim…..por que como Pinochio fala algo e faz outro…..e no esquema me engana que eu gosto vai trucidando milhares de gentes!
E Eu não estou aqui para ser gentil com monstros assassinos!
Enem hipocrita com gentilezas de homem branco!
São uns calhordas assassinos, de direita e mimeticos de esquerda!
Minha revolta é com a morte de gente!
Sejam JUDEUS! ou PALESTINOS Cara Pálida!
E boa noite e durmam com seus bichos mal criados! ……e intestinais!
E agora teremos que estar atentos aos nossos comentarios ditos sexistas!
Fala sério!
A turma está lutando por poder!
Por matar e mandar matar!
Por excluir gente do rol das gentes….e voces ficam falando de problemas de buceta e pinto??????
Fala sério!
Eu me preocupo com as crianças e as barrigas vazias!
Com a falta de scolas, aqui e lá!
E o mencionar a nariguda revolve estonmagos mais sensiveis!
Fala sério……
HRP,
vc não acha importante falar de B&P?
Fala sério, vc cara.
Só pensa em desgraça? Pensa em coisa boa de vez em quando. Dá uma relaxada, dá ou toca umazinha, ………… fala sério. Eu, heim, que raça.
Alba, obrigada pelo apoio nesse caso.
Sinceramente, até por eu comentar pouco, não sabia que discordávamos tanto, mas se você o diz, acredito.
Aos que sabem fazer conta melhor do que eu,
quantos prisioneiros palestinos valem um soldado israelense?
Eu não faço a menor idéia, mas a julgar pelas contas do Hamas, dá pra se ter uma pista.
click the name
Para o Hezbollah 2 esqueletos israelenses valiam quantos prisioneiros mesmo? 500? 1000?
Clara,
Pelo contrário, concordamos. E vale comentar que mulheres em geral que comentam neste blog, exceção feita a você e a mim, são insistemente ignoradas.
Sem falar da homofobia permanente, o que é um retrato da nossa classe média e quiçá, da nossa sociedade. :((
Em tempo, não sou lésbica.
Obrigado Faraó por admitir que Israel é um estado terrorista aos moldes do Hamas (que inclusive foi criado por Israel) e deve ser banido de vez pela comunidade internacional.
De qualquer maneira interessantíssimo seu ponto de vista sobre a questão indígena brasileira, a política governamental é (ha bastante tempo) de proteção e existe inclusive severa discordância de setores direitistas sobre a generosidade com que são demarcadas terras indígenas. Não obstante existe sim uma política privada de extermínio destes povos, por parte de proprietários rurais (na verdade grileiros) e congêneres. Canalhas assassinos que são capazes de tudo por um pedaço de terra (essa história você deve conhecer de outro lugar). Esses ditos brasileiros que são responsáveis pelo extermínio gradual de povos indígenas me causam nojo e vergonha, deveriam ser todos julgados e presos e acredito que encontraras poucas pessoas que os defendam, excetuando outros canalhas de direita e da mesma índole.
Para o Hizbollah, os 2 corpos valeram a troca por 5 prisioneiros. Mas explica aí, o que isso tem a ver com o post e com as eleições em Israel?
Uma pálida mas sincera homenagem para as meninas do blog - em especial Clara e Alba.
Faço minhas as palavras que vocês encontrarão clicando meu nome…Estou certo que todos aqui pensam assim.
Gostamos de vocês assim, just the way you look tonight…
beijos mil,
ma
De nada Dino,
mas foi vc que começou a falar de Corinthians, da coroa bem apanhada e a contar quantos judeus russos ficaram na Alemanha e dai achei que tinha a ver contar tb quantos palestinos valem um israelense. Foi mal, forgive me.
Mas, me diga, o que o Corinthians, a coroa bem apanhada e 300.000 judeus russo tem a ver tb com o post de eleições em Israel?
E sobre Israel ser um “estado terrorista”, fique sabendo que essa foi a forma que se achou para sobreviver aos vizinhos terroristas, pois se fosse de outro jeito, já não existiria há muito tempo. (era isso que vc queria, né? Israel bonzinho e dizimado, né? bobinho………..)
marco,
Obrigada. Isso foi realmente gentil. :))
Faraó, se você fosse um pouco mais inteligente e informado, saberia que o grosso dos eleitores do Yisrael Beiteinu são os judeus russos e que Avigdor foi tentar engrossar suas fileiras buscando-os na Alemanha. Algo bastante semelhante é feito pelos partidos religiosos, só que no caso, eles usam outro artifício, se reproduzem em grande quantidade é um processo demorado, mas eficiente. Não tem nada a ver com a votação expressiva deles e com eleições em Israel?
Quanto ao Corinthians é lógico que as eleições no meu querido clube é muito mais importante que a de Israel, que não mudará nada em relação aos palestinos.
Quanto a admitir que Israel é um estado terrorista, não é assim tão simples como possa te parecer, o território onde hoje existe Israel foi dividido pela ONU tendo como principal motivo o sofrimento impingido aos judeus durante o holocausto. Israel para conquistar território se fez agressor dos palestinos e foi agredido por países vizinhos. Até então havia uma motivação e ideal por parte de Israel que mesmo que eu discorde em principio entendo na essência. Agora veja, Israel se fez potencia regional, com armamento nuclear. Tem capacidade bélica para vencer em uma guerra convencional, todos os países árabes juntos. Não sofre mais ataques de países vizinhos, quando muito, provoca e é provocado por milicianos extremistas. Se Israel tem a mesma moral de quem não tem pudor de matar qualquer um ou milhares para atingir seus objetivos políticos, Israel passa a ser uma afronta a comunidade internacional, deve receber o repudio de todas nações e embargo econômico internacional.
Alba, esse discurso feminista está fora de local e foco, fiz um comentário elogiando a aparência da Zipi Livni que apesar dos 50 anos ao meu ver conserva ainda bastante beleza, provavelmente por ter sido muito bonita na juventude. Era um comentário light e usado mais para fazer troça com babacas que vivem ainda dentro do contexto da Alemanha nazista achando que o nariz pronunciado e adunco que era comparado pela propaganda nazista com o de ratos, está sendo usado contra eles atualmente, pobres vitimas, vejam só, imbecis que são, uma vez que árabes os tem tão grandes ou maiores.
119….belo exercicio de lógica.
Mas o faraó não tem condição de entender!
O limitrofe sofre com essas coisas…..
Dino….o meu “nariguda” era a respeito da fábula do pinochio!
Mas limitrofes a parte, a turma gosta de dar uma de vitimas…..fazer o que?
A Alba entrou no oba oba no caudal das lamurias dos de sempre.
Com amigos desse naipe, quem precisa de inimigos?
click the name
Pois é, Dino, tem gente que não se conforma com o leite derramado e demora um pouco mais pra aprender. Mas a eternidade dá a Israel o tempo necessário para ensinar.
Países com maior comprometimento com o seu povo já aprenderam. Milicianos sem compromisso acabarão aprendendo também. Pena que seja às custas do seu povo. Infelizmente essas regras sempre existiram e não foram inventadas por Israel.
” o território onde hoje existe Israel foi dividido pela ONU tendo como principal motivo o sofrimento impingido aos judeus durante o holocausto.”
Ai eu pergunto:
mas o que tem os arabes/palestinos com isso?
fosse assim israel deveria ser na europa nao?
gj
De tudo o já discutido eu ,particularmente, gostaria só de uma coisa:
Que a ONU e o mundo estipulassem as fronteiras de um estado palestino e que dalí para a frente o povo palestino pudesse viver em paz.
Sou mesmo um tolo!
Dino,
Na propaganda nazista, a analogia com ratos não tinha a ver com o formato do nariz.
HRP
As fronteiras estão estipuladas. Fosse essa a questão, o Estado Palestino poderia ser proclamado hoje. Aliás, poderia ter sido proclamado ontem. Ou na semana passada. Ou há 3 ou 5 anos…
Mas é aí que a coisa complica. Algumas organizações palestinas se recusam a criar o Estado, por várias razões.
Uma delas são as próprias fronteiras fixadas pela ONU. No caso, acham que o Estado Palestino tem que ser formado comendo alguns nacos do que, hoje, é território de Israel.
Outras, como o Hamas, vão mais além. Dizem que o Estado Palestino não deve ser criado enquanto Israel existir. Assim, varrer Israel do mapa seria condição inafastável para que o Estado Palestino seja criada.
O Fatah, por algum tempo, sustentou tese semelhante. Depois, embora mantendo formalmente a tese, passou a admitir na prática a existência de Israel. Agora parece que já admite formalmente que Israel existe, embora não mantenha oficialmente relações diplomáticas com ele.
Outra coisa:
Esse papo de que Israel criou o Hamas foi mais um exagero do PD.
A origem do Hamas — ideológica, inclusive — é o Egito. Na origem, o Hamas era a sucursal palestina da “Irmandade” egípcia.
O que ocorreu é que Israel tentou aproveitar o cisma entre Hamas e outras organizações, como o Fatah. Deu dinheiro pro Hamas atacar o Fatah e vice-versa.
É preciso lembrar que havia uma multidão de organizações palestinas disputando a liderança daquele povo. A criação da OLP foi uma tentativa, entre várias, de estabelecer um mínimo de unidade entre essas organizações.
Mas a hegemonia acabou se estabelecendo a ferro e fogo. As organizações lutaram entre si. Quem matou mais e morreu menos, ficou. Foi o caso do Fatah e do Hamas.
Pelo próprio modo como a coisa aconteceu, é claro que há muita mágoa entre eles. Foi uma briga feia, com irmão matando irmão. Literalmente!
A maior parte da liderança original do Fatah — o pessoal mais próximo a Arafat — foi assassinada por outras organizações palestinas.
Qualquer jornalista razoavelmente informado, que venha acompanhando o que acontece no Oriente Médio, sabe essa história decorada, com nomes e datas.
O problema é que ainda tem gente que quer aplicar ao caso a lógica dos filmes de faroeste tipo “b”: mocinhos de um lado, bandidos de outro.
Infelizmente, a vida não é assim, tão babaca. É complicada. Ou, como dizia meu pai: a vida é cachorra e morde…
“Esse papo de que Israel criou o Hamas foi mais um exagero do PD.”
Dito assim, parece que o PD vive exagerando, e esse seria mais um exagero dele.
Mas é que há distância entre intenção e gesto.
A intenção é dizer que a afirmação de que o Hamas teria sido criado por Israel está mais para um exagero do que para um relato frio dos fatos.
Como o Millor costuma dizer: que língua, a nossa…
Suffering doesn’t beget moral capital
In the wake of the recent Israel Defense Forces operation in Gaza, some people have claimed that Israel has lost a significant measure of its “moral and ethical capital.” The perception among many in the Western world seems to be that this “capital” was accrued through Jewish suffering in the Holocaust, and that because of Israel’s supposedly “Nazi-like” aggression during the Gaza campaign, its ethical and moral reserves have somehow been greatly diminished.
Two fundamentally flawed ideas lie at the root of this spurious notion: that Israel’s use of force against the Palestinians is “Nazi-like”; and, more subtly, that the experience of the Holocaust by definition should have made Jews particularly sensitive to human suffering, so their behavior should thus be on a higher moral level than that of others.
Much has already been said about why equating Israeli actions against the Palestinians to that of the Nazis is as wrongheaded as it is unacceptable. A long list of reasons demonstrates that the equation doesn’t bear scrutiny. One may begin with the fact that the Nazis murdered Jews simply because they were Jews, and not because of anything they had done, or because there existed a tangible conflict between Jews and Germans. In sharp contrast, contention between Palestinians and Israelis is about sovereignty in a small parcel of land where two different nations dwell.
In other words, a genuine and tragically comprehensible conflict separates two peoples west of the Jordan River, while what the Nazis did to the Jews was grounded in a distorted utopian worldview disconnected from any rational reality. To this one might add that the Nazis set about implementing an avowed policy of killing all Jews everywhere, whereas Israel has never harbored any such intentions regarding the Palestinians. For anyone with more than superficial knowledge of the Holocaust and a modicum of analytical ability, an entire gamut of further reasons debunking the assertion that Israel is “Nazi-like” should be readily apparent. In short, arguments equating Israel’s actions with those of the Nazis are borne of ignorance, sloppy thinking or plain malice.
That leaves the idea that suffering horribly should make people more morally attuned, and behave more ethically. This is more a fatuous truism than an authentic truth. The notion that suffering makes anyone better may have deep intuitive and socio-cultural roots, especially in Christian tradition, but it is far from a demonstrable axiom.
The historical record suggests that survivors of the Holocaust did not necessarily emerge as more sensitive to human suffering than people who had not gone through the Holocaust. Nor should they have. Since there is no such thing as an archetypical Holocaust survivor, there is no such thing as a typical response. Each person entered the Holocaust with his or her distinctive characteristics, endured a unique set of Holocaust-related circumstances and emerged from the Holocaust with his or her own personal perceptions, lessons and conclusions. Undoubtedly, some survivors emerged with a heightened awareness toward human suffering and a resultant moral sensibility, but obviously others did not. The only common denominator regarding the suffering of the Holocaust is that it inevitably included extreme pain and left an indelible scar.
Some would argue that Jews should maintain a high level of ethical behavior and moral sensibility, the Holocaust notwithstanding. This could be ascribed to centuries of Jewish tradition, and its religious and philosophical teachings. Classical Judaism does indeed place a premium on the preservation of life, but it does not enshrine the Christian notion of “turning the other cheek.” Jewish tradition allows for self-defense, and even war, when there is no other effective way. Jewish tradition has rules for conducting war - rules that demand restraint in many circumstances, but which allow for war to be waged successfully.
It appears that, especially since the end of World War II, many Europeans believe all wars to be unjust. They reject the idea that some situations justify the use of the kind of force war entails. Sadly, they seem to have forgotten their own state of affairs during the Hitler years, and have apparently lost the ability to imagine what would have happened to Western civilization had the Nazis not been totally overcome. They apparently do not recognize that although they may have progressed beyond the desire to accomplish their goals through war, enemies of peace across the globe are still ready use terror and force to achieve their ends.
Of course Israel, like any nation, can and should be held accountable for its actions. The Jewish people have the right to demand a high ethical and moral standard of Israel, stemming from Jewish tradition. International accountability, however, should be gauged against international laws and conventions that are applied equally to all countries, and not against tendentious yardsticks derived from a shallow understanding of the Holocaust and its repercussions.
Ultimately, when people use the Holocaust as a cudgel to beat Israel for failing to adhere to fantastic and inflated ideals, they are employing a double standard. When they also throw in brazen equations to Nazi behavior, their inflamed rhetoric serves only to misrepresent reality and impede efforts to foster peace.
Dr. Robert Rozett is the director of the Yad Vashem Libraries, and author of “Approaching the Holocaust, Texts and Contexts” (Vallentine Mitchell, 2005).
Alba, se concordamos, melhor ainda!
Sobre a homofobia, também concordo plenamente. Infelizmente a mesma mentalidade que prendeu Oscar Wilde ainda está presente em tantas mentes arcaicas.
Elias, você está totalmente equivocado, essa conversa de criar um estado independente a hora que quiser beira ao besteirol. West Bank repartido em vários pedaços com configuração de bantustões separados por territórios ocupados por Israel, Gaza cercada de muros sem ligação com lugar nenhum amistoso, mesmo em caso de independência, Israel permanece com o controle-bloqueio aéreo e naval. Sem definição do status de Jerusalém. Tudo isso inviabiliza um estado independente, faze-lo no atual formato sem retirada dos assentamentos é totalmente absurdo.
Quanto a Israel ter criado o Hamas todos sabem que isso não foi feito de forma literal, mas sim fortalecendo-o para criar cisão e enfraquecer o Fatah, o que dá na mesma no final das contas.
Em tempo, levando em consideração o resultado da eleição, onde o Yisrael Beiteinu é a prostituta cobiçada por todos, sua teoria toma ares mais estapafúrdio ainda.
Marco, que graça, obrigada, você é um gentleman mesmo. Linda performance romântica de Rod Stewart.
Ilmo Prof. Dr. Santidade Robert Rozett ou seja quem e o que for, começa que o conflito em Gaza não foi territorial e sim de demonstração de força com fins políticos, de qualquer maneira mesmo que fosse territorial o comparativo com posições nazistas se dá pelo racismo e desprezo dispensado a vida de civis, principalmente crianças e até a contra instituições internacionais que lá se encontram. Matanças perpetradas pelos nazistas durante o holocausto se davam pelo mesmo motivo, não por ser judeus simplesmente e sim por se julgarem os alemães de uma raça superior em diversos aspectos, de tal maneira que eslavos (russos) também eram considerados de raça inferior e foram eliminados em grande quantidade. Só para que tenha uma idéia, dos 700 mil prisioneiros russos da batalha de Kiev, sobreviveram 20 mil nos campos de extermínio.
Levando em consideração a atual tendência do eleitorado em votar em um partido nazi-racista fica comprovado que isso é uma opção ideológica do povo israelense e não há nada de absurdo no comparativo de situar as ações de Israel como nazistas.
Em tempo… Há de se levar em consideração que os tempos são outros e que Israel apesar de potencia regional não está com essa bola toda, necessita em muito de autorização dos EUA, e estão lá para representar seus interesses, em grande parte, de maneira que não tem por assim dizer, total liberdade para perpetrar suas barbaridades.
O Richard Williamson já foi convidado a assumir algum cargo importante em iSSrael?
Dino,
Estapafúrdia é a crença de que as eleições/2008 em Israel definem alguma coisa.
O Estado Palestino pode, sim, ser criado a qualquer momento. Basta que os palestinos decidam.
Negar isso é má fé, já que não dá pra aceitar desinformação da parte de quem se diz bem informado.
Jerusalém não tem nenhuma importância econômica, seja para Israel seja para os palestinos. A importância de Jerusalém é política (incluo a importância religiosa no âmbito da política, porque, no frigir dos ovos, é tudo a mesma merda). E só.
Bantustão? Sim, o Estado Palestino será um país pobre. A Jordânia também é um país pobre. O Egito idem, ainda que um pouco menos.
Mas dizer que isso é culpa de Israel é burrice.
Em quase todos os países árabes a maior parte população vive na miséria, mesmo quando o país é rico.
Estive num cassino no Marrocos (porque recebi um cartão que me dava direito a ingresso e consumação — incluindo fichas, que não usei; caso contrário não passaria nem pela frente, até porque detesto cassino). Nunca tinha visto tanto luxo! Havia uma área do palácio reservada exclusivamente para potentados árabes. Não dava nem pra saber como é lá dentro.
Uma funcionária do cassino me disse que eles gastam centenas de milhares de dólares em poucas horas. Numa noite, gastam o que daria pra sustentar a população de uma cidade durante um mês.
Essa é a razão da miséria entre os árabes. A riqueza é para poucos. Concentradíssima nas mãos de um punhado de “capos”, enquanto a esmagadora maioria da população vive como bicho.
Pelo menos sobre isso não é necessário dizer muito, pra quem vive no Brasil. Aqui não é muito diferente (só que lá é pior).
Quem quer que tenha ido à região sabe que não há uma liderança palestina pobre. Qualquer pessoa minimamente informada sabe que a corrupção lá corre solta. Uma parcela enorme da grana que os EUA e a União Européia mandam todos os anos para a Autoridade Palestina, é desviada.
Negar isso também é babaquice. É fazer o papel do pior tipo de otário: o otário voluntário e gratuito.
E já passa da hora de acabar com essa coisa antiga de ficar transferindo pros outros a causa da própria desventura.
O Brasil é sub não por causa de americanos, ingleses, alemães ou o que diabo for. O Brasil é sub por causa dos brasileiros.
A pior coisa que se pode fazer pela causa palestina é ficar tratando os palestinos como se eles fossem uns coitados.
Se eles forem realmente uns coitados — e estou certo que não são! — não merecerão sair da condição escrota em que hoje se encontram.
Po, Elias
pega leve com os com os caras. Assim vc deixa eles chateados.
Pois é ….falta o estado palestino e o desmascarar da politica israelita/israelense……
RW;;;;;;;on miami!
Cuidado cara pálida!
Israel quando declarou a sua independencia o fez cercado de 3 ou 4 países árabes em pé de guerra nas suas fronteiras. Fora os palestinos. E mesmo assim lutou e consolidou a sua independencia.
Os palestinos de hoje tem muito mais condições que Israel tinha ha 60 anos e não conseguem sequer se organizar. Se depois de tanto tempo ainda buscam desculpas para não declarar o seu estado, talvez já não o mereçam mesmo.
Cara… os colonos judeus, além de roubar a terra, afanam até azeitonas dos palestinos.
Assassinos covardes… e ladrões.
O Estado Terrorista de iSSrael é uma vergonha para a humanidade.
Elias, sinto lhe informar que Bantustão apesar de ser-lo, não é sinônimo de pobreza, Bantustão eram os pseudo estados criados na África do Sul na época do apartheid, foram criados no intuito de demonstrar que os sul africanos brancos não oprimiam os negros e que se quisessem até poderiam ter seus próprios países, países esses totalmente inviáveis por centenas de motivos, isolavam os negros, serviam de reserva de mão de obra e serviam como prova de suas teorias racistas. West Bank atualmente é um território despedaçado onde não há sequer contiguidade territorial, até água é um elemento que impossibilita sua atual situação. Acusar os palestinos de falta de liderança quando os israelenses ha 60 anos se esmeram em assassinar-los e prender-los é no mínimo má fé.
Se serão pobres e penso que sim, isso já será problema deles o fundamental é que tenham sua dignidade resgatada, o que irão fazer com ela é problema deles.
No mais, apesar de sermos “sub” alguns coitados indígenas que sobreviveram ao extermínio perpetrados por séculos a eles, tentamos tratar-los com um pouco de dignidade demarcando terras em que possam viver em paz. Sua visão de oprimir “coitados” é surpreendente.
Dino,
Acusar os palestinos de falta de liderança quando os israelenses ha 60 anos se esmeram em assassinar-los e prender-los é no mínimo má fé.
Ok. Digamos que a nao contiguidade territorial seja um problema a independencia palestina… Agora me responde:
Entao porque os palestinos nao estabeleceram o estado deles antes de 67?
:-)
Credun,
antes de 1967 ninguém ali estava a fim de reconhecer o estado de Israel. você sabe disso, pare de desviar a discussão e rebata os (bons) pontos do Dino sobre a situação atual.
Fabio Steps,
nâo sabia que vc gostava tanto assim de azeitonas. Me dá o endereço que te mando um vidro. Sobre as azeitonas dos palestinos, vc prefere chupá-las ou comê-las? Com caroço ou sem caroço? Vc coloca duas de uma vez na boca ou prefere saborea-las uma de cada vez? E depois vc come sozinho ou divide com os seus colegas?
Este Richard Williamson deveria virar rabino.
Faria par com o Avichai Ronsky… uma dupla de “rabinazistas”.
Quem é afinal o novo fuhrer de iSSrael?
Como se fizesse alguma diferença o nome do nazistinha…
Radical,
Desvio? Nao ha desvio nenhum. O Dino diz que “Acusar os palestinos de falta de liderança quando os israelenses ha 60 anos se esmeram em assassinar-los e prender-los é no mínimo má fé.”
Ma fe e dizer que os palestinos nao tem um Estado por conta da divisao da Cisjordania por assentamentos, estradas e muros. Ateh 67 os palestinos sequer estavam sob jugo israelense e nem por isso deram-se ao trabalho de declarar um Estado. So o fizeram em 1988 na Argelia.
No inicio preferim ver o conflito sob uma otica pan-arabista. Prova disso era a esperanca de que os demais arabes iriam salvar-lhes da catastrofe sionista. Veio a ocupacao egipcia e jordaniana.
Quase duas decadas depois, por influencia russa, o Conselho Nacional Palestino declarou a Independencia da Palestina em 1988.
O documento e relevante o suficiente para que a representacao diplomatica da Palestina em Moscow ganhasse o status de Embaixada e que quase uma centena de paises - a maioria parte da Liga Arabe ou do Leste Europeu seguissem a ordem da matriz em Moscou.
Portanto, levando-se em conta a Teoria Constitutiva de Estado, a Palestina nasceu duas decadas atras em 1988 mas desde entao sofre com um problema serio, a falta de governo.
A natureza da politica local continua a devastar as aspiracoes a um Estado soberano. Veja o conflito de 2007 entre Fatah e Hamas e as mazelas que continua a criar.
Veja como o Hamas apesar de declarar publicamente como governo de fato de Gaza, exime-se de responsabilidade em relacao aos foguetes e morteiros lancados durante o sessar fogo de 2008 e o cessar fogo declarado apos o ultimo conflito. E culpa de outra faccao Palestina diz o porta voz de plantao.
Este Avigdor Liberman é a comprovação de que além de ladrões e racistas… os iSSraelenses perderam completamente a vergonha… agora são nazistas assumidos.
Dino,
Sinto informar-lhe que o sentido de meu comentário é, exatamente, dizer que o Estado Palestino não será necessariamente um bantustão.
Israel, cercado de inimigos — como bem observou o Faraó — também não se tornou um bantustão.
E, se você disser “Ah, mas Israel tinha o apoio dos EUA… “, entenderei que você debate de má-fé. Porque qualquer pessoa minimamente informada sabe que Israel só passou a contar com o apoio dos EUA nos anos 1960, quando já havia vencido 2 guerras e a UESS enfiava dinheiro — e armas, e treinamento, e o escambal — a rodo nos países árabes.
O Estado Palestino poderá ser um país pobre e injusto, como tantos que existem por aí (existe até um Brasil, rico e injusto, né?).
Mas, se algo assim acontecer como os palestinos — já está acontecendo, aliás — a culpa é toda deles. Como os brasileiros são totalmente culpados pela merdolência verde e amarela.
Sem essa de coitadinhos pra cima da gente.
O Weblog costuma ser frequentado por gente inteligente. Dificilmente o pessoal que frequenta este botequim se deixa influenciar por esse tipo de lamúria.
Que a política de Israel em relação aos palestinos tem sido pra lá de escrota, nem discuto.
Já escrevi montes de vezes sobre isso, aqui no Weblog, e não vou me repetir mais do que já o fiz.
Mas é preciso ser um babaca completo pra meter no bestunto que Israel fez essa m… toda sozinho.
Não fez. Foi ajudado — e muito! — pelo outro lado.
UESS = URSS
Qual é o problema desta Tzipi Livni? Consciencia… é evidente que não.
Será que está com vergonha de assumir o papel de fuhrer de iSSrael?
Um Netanyahu de saias.
Lesma lerda.
Sensacional!
New York Times:
“o Irã tem vínculos com organizações terroristas?”
Khayam (jornal iraniano):
“Se tivéssemos vínculos com os EUA poderíamos afirmar que estamos ligados à maior organização terrorista do mundo.”
Tá lá no excelente blog do Georges Bourdoukan.
Irã 10 x 0 eua
iSSrael é apenas um dos exemplos do terrorismo estadunidense em ação.