ONU: Israel não bombardeou escola
Numa guerra, a primeira vítima é a verdade – a frase é ensinada a todo jornalista na escola. Israel não atingiu uma escola da ONU, e agora a notícia é oficial.
A notícia não inocentra Israel de outros atos bárbaros, como o uso de fósforo branco em áreas povoadas. A maioria das informações que vêm de Gaza é passada por palestinos. Não custa lembrar que esta foi uma escolha de Israel, quando proibiu a entrada de jornalistas na região.
Mas este crime Israel não cometeu. E, agora está claro, neste caso o Hamas procurou distorcer a verdade para manipular a percepção que o mundo tem de Israel. Não que surpreenda, é exatamente o que ambos os lados sempre fazem numa guerra.
A primeira vítima, pois é.
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surf, também acredito que tenho uma habilidade razoável para interpretar textos. Exatamente por isso ainda sustento que não vejo, nesse post, a má-fé de que acusam o Doria.
Mas enfim, esperemos os desdobramentos. Se a notícia não se confirmar, darei a mão a palmatória.
Diogo, o problema é que vc não vai encontrar um único país no mundo disposto a mandar tropas para lá e se meter naquele problema.
A ONU não tem tropas próprias.
Prezado Doria,
só espero de vc. um esclarecimento sobre essa notícia, sem essa de jornalista entrevistou etc. Quero é declaração da apuração oficial da coisa e mais, a lista é bem maior do que essa da escola, tem universidade, tem bomba de fósforo, tem impedimento de socorro a população civil, tem prédios arrasados etc. Isso vc. deveria também listar na sua matéria, e não apenas aquele lacônico “A notícia não inocentra (sic que revela sua pressa) Israel de outros atos bárbaros, como o uso de fósforo branco em áreas povoadas.
Ou aquele final do Hamas distorcendo a realidade. A realidade, seja para o Hamas, Israel, o Surfando na Jaca, o Doria, o MrX etc., está nas imagens do conflito e nas declarações das autoridades israelenses. Vai ser difícil alegar que estavam todos mentindo por causa do Hamas.
Surf - Quem mandou a IDF acreditar na ONU…
Se tiver a oportunidade, leia a reportagem do jornal canadense…
Respostas ao Post Divertidas !
A discussão da sexualidade dos comentaristas é um caso bacana; Vc lembra, para xingar outrem, do que mais mexe com vc… Como diria um fulano aê : não existem atos falhos, é tudo subconsciente…
O darwinista me parece ser um genérico de milton neves, no seu modo de discutir.
Ele é “bonzinho” e “até deixa” os outros discutirem, mesmo que não sejam técnicos do assunto, se for nos termos dele. Não sei se está nas “50 maneiras de ganhar uma discussão” mas é engraçado.
Ex. discutir se Pelé é melhor que Garrinha.
A discussão se dá assim: é não é, é não é… Até que o Milton Neves fala : - Porra, mas vc sabe a escalação da copa de 58? o interlocutor : - Não…
o Milton: - Então vá estudar !…
Veja que a escalação não tem nada a ver com a habilidade de Garrincha e Pelé, a beleza de seus gols, sua capacidade física ou títulos ganhos…
Bem, voltando à questão, gostei foi da tentativa de demonstrar o que são flares, o que são bla bla e o que é fosforo branco como arma; foi bem mais didático. Otima contribuição.
Rolam imagens na internet - fotos - do que pode ser um caso de uso em Gaza.
Mas, na minha opiniao, os links de nosso amigo acima nao resolvem a questao;
Pode ser flares de outro tipo, que se divida, como o do avião, para uso por tropas;
Pode ser bombas COM fosforo, e elas não serem proibidas/classificadas como armas quimicas;
Podem ser armas quimicas e Israel não ter assinado a convençao;
So estou sugerindo que alguem que nao é credulo tem de investigar antes de estabelecer sua convicção;
Quanto a haverem armas-novidades sendo testadas pelos EUA e Israel, qual o problema ?
Queriam que ainda se usassem arcabuzes ?
“Acusação” mais tosca…
E quanto a Nagasaki Hiroshima, recomendo ver um documentario que passa no cinemax, sobre o ex-secretario de defesa MAcNAmara, que fala de viva voz sobre o porque dos lançamentos, sem reservas morais, e mostra documentos e tal… Foi uma decisão dificil para ele mas necessaria, tanto quanto incendiar Tóquio…
É impressionante a crueldade da descisão que um cara tem de tomar para defender seu povo; são muitas coisas em jogo !!
Eu já fui ofendido por aqui de várias formas. Faz parte do jogo. Mas Milton Neves foi pesado…
:-)
Joe,
usando sua metáfora, vc. parece aquele cara que alega que não foi falta, porque o adversário também iria chutar a canela de quem fez a falta.
Achar que qualquer meio para defender seu povo ou sei lá qual razão é injustificável e só permanece impune por ser o vencedor. Caso fosse o Japão, muita autoridade ianque estaria sentada em Nuremberg. Enfim, mais um direitoba enchendo o saco.
Observe que tem um agravante : GENÉRICO !
Jose,
para sua ilustração e de outros ignorantes sobre esse fato:
Fontes militares israelenses admitiram ter usado bombas de fósforo branco –consideradas ilegais pelas leis internacionais de guerra– no confronto com os militantes do movimento islâmico radical Hamas, na faixa de Gaza, informa o jornal israelense “Maariv”.
O Ministério da Defesa informou, segundo o jornal, que está realizando uma investigação conjunta com o Comando Sul do Exército e a Promotoria militar para estudar como foi utilizada essa munição durante a ofensiva na faixa de Gaza.
Ronen Zvulun/Reuters
Bomba lançada por Israel explode sobre mesquita; suspeita de uso de fósforo branco
Bomba lançada por Israel explode sobre mesquita; suspeita de uso de fósforo branco
Embora o uso seja permitido em áreas não habitadas para criar nuvens de fumaça, o fósforo branco provoca queimaduras severas e problemas respiratórios e, por isso, seu uso é controlado e proibido em áreas habitadas ou em ataques a pessoas.
Muitos consideram o fósforo branco completamente proibido pela Convenção de Armas Químicas, que proíbe o uso como arma de substâncias químicas tóxicas que possam causar morte ou incapacitação de pessoas e animais. Israel ratificou um protocolo em 1995 que considera o uso de tais armas químicas permitido apenas “quando não especificamente para causar queimaduras a pessoas”.
A ofensiva militar israelense deixou mais de 1.300 palestinos mortos e cerca de 5.000 feridos em 22 dias consecutivos de bombardeios, encerrados com tréguas separadas anunciadas por Tel Aviv e Hamas no fim de semana. Israel foi acusado diversas vezes por organização internacionais de ter usado fósforo branco.
O Ministério da Defesa de Israel reconheceu a utilização de munição de fósforo, embora esclareça que seu uso foi legal.
A organização Anistia Internacional revelou nesta segunda-feira (19), em comunicado, que tem em seu poder provas sólidas de que Israel utilizou estas bombas.
O Exército israelense, acrescenta o jornal, abriu uma investigação, após a denúncia desta organização, e sustenta que empregou projéteis de artilharia com fósforo para criar cortinas de fumaça, e que seu conteúdo são telas impregnadas com essa substância.
As organizações de direitos humanos denunciaram que o fósforo disparado sobre Gaza se espalhou em muitos casos já no solo e não no ar, como sustentam as Forças Armadas.
Com Efe
Pois é José, isso torna sua ofensa ainda pior!
Daqui a pouco vai me chamar de Paulinho do Blog!
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/
Reinaldo Azevedo
Quarta-feira, Fevereiro 04, 2009
NÃO, ISRAEL NÃO ATACOU A ESCOLA DA ONU. ERA UMA FARSA DO HAMAS. A ONU FOI OBRIGADA A ADMITIR A VERDADE. QUASE UM MÊS DEPOIS! CADÊ AS MANCHETES?
A notícia não está em nenhum dos jornais brasileiros ou nos grandes sites noticiosos. Lembram-se aquele ataque das Forças de Defesa de Israel a uma escola da ONU, que matou 43 pessoas? Pois é. Não foi numa escola da ONU coisa nenhuma, o que os israelenses vinham dizendo desde o dia 6 de janeiro. Só na segunda-feira, quase um mês depois, Mawell Gaylord, coordenador de ações humanitárias da ONU em Jerusalém, admite a verdade: o morteiro foi lançado numa rua PERTO da escola, mas não contra a escola.
Ora, recuperem o noticiário dos jornais e sites do Brasil e do mundo naquele dia 6. Lembro-me de ter aqui ironizado que os israelenses, maus como pica-paus, não podiam ver uma escola da ONU que iam logo jogando morteiros. Talvez para se livrar do tédio, não é? Ah, acusaram-me de insensível facinoroso. Marcelo Coelho, da Folha, sugeriu no jornal e no seu blog que tenho certa simpatia pelo assassinato em massa de crianças… Mais: como eu alertasse aqui para o óbvio — O HAMAS É A FONTE DAS NOTÍCIAS —, fui acusado de realismo estúpido. Coelho chegou a indagar algo como: “Para que jornalismo se já existem os militares?” Ou coisa assim. Chegou a minha vez de indagar: PARA QUE COELHO SE JÁ EXISTE O HAMAS?
O jornalismo dele, não sei para que serve. O meu existe, entre outras razões, para que os freqüentadores deste blog possam ler com mais acuidade o que é noticiado na imprensa.
Não se espante, leitor, se, naquele episódio, não tiverem morrido as 43 pessoas anunciadas. Todas, rigorosamente todas as ditas “atrocidades” cometidas por Israel têm origem no, como direi?, Departamento de Propaganda do Hamas: do grande número de crianças e civis mortos ao uso de bombas de fragmentação e fósforo branco para atacar pessoas. Este segundo caso, então, pode dar pano para manga. A tal substância não é considerada arma química. É empregada para iluminar alvos noturnos e criar cortina de fumaça para ação da infantaria. Israel nega que tenha feito qualquer coisa fora das leis internacionais. Como negava que tivesse jogado morteiro numa escola da ONU — e falava a verdade. De todo modo, abriu-se uma investigação.
Como se vê, o Hamas faz direitinho o seu trabalho. O ataque mentiroso à escola foi manchete do mundo inteiro. O desmentido, até agora, está apenas no Haaretz. O mundo também não se interessou em manchetar as torturas e execuções sumárias que se seguiram à retirada de Israel de Gaza.
A imprensa ocidental se deixou seqüestrar pela lógica terrorista. Esse caso da escola merece a justa designação: ESCÂNDALO. Quer dizer que os homens da ONU em Gaza demoraram um mês para fazer o que poderiam ter sido feito em cinco minutos? Escrevi aqui, certa feita, que o principal inimigo de Israel no Oriente Médio é a organização. Foi uma gritaria. Eis aí.
Bem, esperar o quê? O principal representante das Nações Unidas em Gaza é um sujeito que acredita que os próprios EUA tramaram o 11 de Setembro…
Pois é, leitores. Como diria aquele, quando já temos o terrorismo e a ONU, pra que certo jornalismo, não é mesmo?
Por Reinaldo Azevedo | 06:45 | comentários (90)
Mais um que não tem idéias próprias e apela pro copia-baba-cola.
Prezado Sr. “surfando na jaca existencial”
O Fosporo usado pelo exercito de Israel sim é permitido por convenções internacionais, ele é usado para fazer cortina de fumaça e para desviar de misseis terra-ar que visam atingir a aviação Israelense ao perseguirem o calor de seus motores, com o fosforo este misseis se perdem e nao atingem o alvo.
Os redisuos deste artefato de defesa podem ter causado ferimentos na populaçao, mas de forma alguma foram deliberadamente lançados para causar mal a populaçao, do contrario a quantidade de feridos por fosforo seria imensamente maior.
A justiça Israelense, um exemplo para qualquer pais democratico, ja esta analisando as denuncias, vejam só, contra seu proprio exercito, no passado ja chegou ate a condenar oficiais por abuso de poder, que pais no mundo julga seu proprio exercito ????
Acorde amigo, veja o que fez o Hamas com sua propria populaçao, veja o que fazem dirigentes (ditadores) dos paises arabes com sua prorpria populaçao .. nao m venha com ranço anti-sionista, isto é sindrome de viuva de Stalin.
Passar Bem,
Ari - SP
Mais um imbecializado pela Veja e pelo boca de esgoto, Gaynaldo lobotomizado.
Olha como baba de ódio, como quer ver sangue alheio, ainda que de criancinhas. Capaz de dizer que as criancinhas mortas e civis eram todas militantes do Hamas, que tinha mais é que mandar um míssil nuclear e explodir tudo. Haja saco…
Sr. Milton Darwinista Neves … se mostrar fatos reais é nao ter ideias proprias, pode fechar as portas de todos os jornais e televisões do mundo, a começar pelas que só enxergam um lado da Historia, e que muitos caem como patinhos .. ou o Sr. acreditaria no Sr. Ari que aqui vos fala, sem nunca ter ouvido falar de mim ?
Boa tarde.
ARI - SP
O mais engraçado é que no primeiro post do seu Blog é justamente um copy/paste da Agencia Estado, faça o que eu falo nao o que eu faço ???? Aaaa vai procurar pelo em ovo meu senhor.
Sr. Ari,
O senhor não colou aqui qualquer notícia de jornal ou televisão, mas uma opinião de outro blogueiro.
E eu não tenho que acreditar no senhor ou em qualquer dos outros debatedores. Mas procuro respeitar a todos e debater com quem quer que seja, o senhor incluído.
Mas não me surpreende essa sua visão, uma vez que, provavelmente, o senhor é leitor assíduo de Reinaldo Azevedo, conhecido por publicar apenas comentários que lhe são favoráveis.
Ari, não sabia que vc. de São Paulo já apurou o uso correto desse armamento ilegal perante a população civil. Vc. devia ser condecorado por Goebbels, se ele ainda estivesse vivo.
Julga seu próprio exército onde? Disse que vai apurar, pois ficou impossível negar o óbvio, o uso de armamento ilegal. Não existe genocídio democrático, ainda não inventaram esse seu sonho sionista. Passar bem, seu Ari.
Senhor Ari,
Em primeiro lugar o blog não é meu, e sim de outro comentarista deste Weblog, o Pax.
Em segundo lugar, o senhor nem se deu ao trabalho de ler as diretrizes do blog Notícias da Corrupção. Se o fizer, verá que o intuito do mesmo é ser uma coletânea de notícias relacionadas ao tema corrupção.
Antes de criticar, procure conhecer.
surfando na jaca existencial, sois realmente muito ingenuo, acreditas que o Hamas é um monte de monges tibetanos … acorde rapaz .. vá surfar em gaza para conhecer a verdade sobre o Hamas. Esquece das crianças de Israel que sofrem a 8 anos com misseis na cabeça todos os dias, aaa esqueci, judeu pode morrer que nao tem problema … Palestinos valem muito mais.
Eles se matam todos os dias, Hamas mata Fatah q
Opsss … desculpe …. cliquei no botão errado.
Continuando … o mairo culpado por tudo que aconteceu foi o Hamas, palavras de palestinos ( na miuda, se nao levam tiro no joelho, quando nao são mortos) gente fina estes moços do Hamas, e voce achando que são gente boa, estude só um pouco mais .. tá facil de ver a verdade, e nao se esqueça o pior cego é aquele que nao quer enxergar. E pare de ler Caros Amigos, só vai te trazer inimigos caros.
Nem mencionei Hamas ou defendi morte de israelense. O senhor ariranha de ararar que merece ser assinante da Veja e leitor assíduo daquela besta do Gaynaldo. Se consegue passar bem lendo aquela droga, arará de passar bem com o que lhe desejo.
Caro Surfista .. eu nao apurei nada, é só ler camarada .. está em tudo que é lugar .. mas tire os “tapas” dos olhos (aquilo que colocam nas laterais dos cavalos para andar na rua)
Etaaa Surfistinha …. me parece que estas nervioso ? Uiii que nervios !!!!! Bom mesmo é ler as maravilhas de Hugo Chaves, Fidel, Niemeyer, Kadafi, Saramago … turminha boa !
Surfando na Jaca e Ari,
Belez, o que temos ate agora ?
Israel ainda vai verificar o que aconteceu, e informou que tem sim dispositivos com fosforo branco em uso pelo exercito, de uns tres tipos pelo menos, sendo que um deles é arma, mas que, como descrito, é permitido;
Tirando o “Muitos acham que é totalmente proibido…”, pois incertezas como essa não ajudam na discussão;
Queimaduras, ferimentos e problemas respiratórios são provocadas por vários tipos de bombas, até de gás lacrimogênio, concussão, etc…
Tb porque nao existe 1/2 gravida…
Ou é arma do tipo proibida, ou nao é proibida pela convenção que Israel assinou;
Quem tiver mais informações, fotos, etc, que apresente;
Que morreram centenas de pessoas lá é fato;
Que nem todas eram do Hamas é fato;
Mas não podemos julgar a dor de cada perda, isso é estupido;
Quero saber é porque até agora não se noticiou em letras garrafais as madraças do Hamas, a morte dos agentes do Fatá, o contrabando de armas, etc. E A PROPAGANDA BANDIDA DA ONU a favor dos terroristas…
é isso aí. A culpa é das vítimas.
VSa. é um despudoarirado.
Está em tudo que é lugar. Seu conselho não me serve, não pertenço a sua espécie. Entendo que depois que Vsa. tenha aritirado seus antolhos esteja enxergando tudo em tudo que é lugar. Deve ser efeito colateral. Procure um veterinário.
Muita gentileza sua mano surfista .. pode me recomendar o seu veterinario, ou melhor nao .. ja basta uma besta ali …
Para o bem mais educado Sr. José, vide abaixo, acho que deve servir:
Fatah acusa por execuções o Hamas, que alega ‘acerto de contas’
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/02/02/fatah+acusa+por+execucoes+o+hamas+que+alega+acerto+de+contas+3783937.html
Gaza victims describe being used as human shields by Hamas
by Itamar Marcus and Barbara Crook
Members of a Gaza family whose farm was turned into a “fortress” by Hamas fighters have reported that they were helpless to stop Hamas from using them as human shields. They told the official Palestinian Authority daily newspaper that for years Hamas has used their property and homes for military installations from which to launch rockets into Israel, dig tunnels and store arms. According to the victims, those who tried to object were shot in the legs by Hamas.
The following are excerpts from the article from the official Palestinian Authority daily, Al-Hayat Al-Jadida: “The Abd Rabbo family kept quiet while Hamas fighters turned their farm in the Gaza strip into a fortress. Right now they are waiting for the aid promised by the [Hamas] movement after Israel bombed the farm and turned it into ruins… The hill on which the Abd Rabbo family lives overlooks the Israeli town Sderot, a fact that turned it into an ideal military position for the Palestinian fighters, from which they have launched hundreds of rockets into southern Israel during the last few years. Several of the Abd Rabbo family members described how the fighters dug tunnels under their houses, stored arms in the fields and launched rockets from the yard of their farm during the nights. The Abd Rabbo family members emphasize that they are not [Hamas] activists and that they are still loyal to the Fatah movement, but that they were unable to prevent the armed squads from entering their neighborhood at night. One family member, Hadi (age 22) said: “You can’t say anything to the resistance [fighters], or they will accuse you of collaborating [with Israel] and shoot you in the legs.” [Al-Hayat Al-Jadida, Jan. 27, 2009]
HAMAS TORTURA “ESPIÕES” DO FATAH: O porta-voz do Ministério do Interior do Hamas, Ehad Al-Ghossain afirmou à CNN: [...] Facções do Fatah interessadas em destruir o Hamas e matar os seus líderes estão ajudando as forças de Israel com informações. Segundo Omar Hassan, vizinho do Ministro do Interior do Hamas, Said Siam, morto em ataque aéreo israelense, espiões teriam ajudado a localizar a casa do líder: - Meus irmãos viram três ou quatro pessoas suspeitas, incluindo uma mulher, nas cercanias da casa de Siam. Mal eles deixaram o local, o apartamento do ministro foi atingido pela artilharia aérea israelense. O Fatah nega as acusações e acusa o Hamas de ter sequestrado e torturado ao menos 175 de seus membros nos últimos dias. A denúncia coincide com o relato de médicos que trabalham no Hospital Shifa, de Gaza, e que, nos últimos dias, trataram vários pacientes com ferimentos à bala nas rótulas, nos cotovelos, nas mãos e nos pés. - Temos visto graves lesões arteriais, principalmente na altura do joelho e da coxa, onde fica a artéria femoral; também há muitas lesões nos braços, contou o médico Carlos Trotta, que tratou de seis pacientes, incluindo uma mulher, feridos a tiros, disparados à queima-roupa, punição utilizada por grupos guerrilheiros tendo como objetivo não apenas ferir, mas servir de alerta para grupos rivais. Dois partidários do Fatah foram encontrados mortos à bala em abrigo em Gaza. Seus amigos negaram que fossem espiões: - Eles foram atingidos a curta distância, com uma pistola. Seus ossos ficaram completamente destruídos. Isso é coisa dos homens do Hamas. Al-Ghossain nega, mas de certo modo o confirma ao declarar: Nas últimas semanas, nós prendemos vários espiões e colaboradores de Israel. E pretendemos continuar capturando, prendendo e levando os traidores ao Tribunal. [Fonte: O Globo, 23/01/09].
Prof. Dr. Luiz Nazario
Escola de Belas Artes
Universidade Federal de Minas Gerais
AS CRIANÇAS DE GAZA
© Luiz Nazario
Não odeio os árabes por tentarem matar nossas crianças; odeio-os por nos fazer matar suas crianças. Não haverá paz com os árabes enquanto eles nos odiarem mais do que amam
suas crianças. Golda Meir
Sem qualquer escrúpulo, palestinos exibem os cadáveres de suas crianças para as mídias internacionais. Manifestantes em todo o mundo carregam grotescas bonecas respingadas de tinta vermelha para demonstrar que Israel massacra crianças em Gaza. E todos se comovem com o “genocídio” que Israel está perpetrando. Contudo, é preciso considerar na mortandade infantil em curso em Gaza dados novos que o Ocidente consumista insiste em ignorar. O Exército de Israel alertou a população palestina dos ataques com antecedência, incluindo os locais que deveriam
ser evacuados. No entanto, verificou-se um número superlativo de crianças mortas nas operações. Concentrado em sua missão militar, não tem o Exército israelense qualquer interesse em matar os inocentes. Claro, as crianças estão sempre, em todas as guerras modernas, e quer se queria ou não, entre as principais vítimas. Mas nesta guerra a notável quantidade de crianças mortas, ainda mais se tratando de ataques com miras de precisão a alvos estratégicos, inquieta a todos, incluindo simpatizantes de Israel.
Segundo as últimas estimativas, de 885 palestinos mortos, 235 seriam crianças, ou seja, quase 30% das vítimas. Já se vê que há algo aí de muito errado. Excluída a tradicional explicação anti-semita da “maldade dos judeus”, que as mídias incutem sutilmente na população mundial com a dramaturgia cristã de seus “relatos objetivos” de piedade para com os “pobres e oprimidos”, vitimados pelos vilões, sempre os “ricos e poderosos”, a razão da alta mortandade infantil não pode ser atribuída, como o foi pelos próprios israelenses, a falhas de mira. A razão está na estrutura da sociedade palestina que o Hamas montou em Gaza inteiramente voltada ao terror. Para além das infelizes “casualidades de guerra”, muitas crianças vitimadas foram arrastadas à força pelos terroristas ou conduzidas pelos próprios pais, entusiastas da “causa”, aos locais visados pelo Exército israelense. Matar, e morrer matando, para depois ainda explorar hipocritamente esse martírio (procurado, desejado) junto às culturas ocidentais que prezam a vida, e mesmo a boa vida, tornou-se parte da cultura da morte incutida na população palestina por líderes e autoridades, pais e mestres. Vídeos com as mensagens finais de mártires, gravados pouco antes de seus atentados, são os mais vendidos nas locadoras de Gaza; “tornar-se mártir” converteu-se na principal aspiração de suas crianças. As crianças de Gaza também ganharam ídolos televisivos no programa de TV produzido pelo Hamas, “Os Pioneiros do Amanhã”, apresentado por Saraa, uma menina “sábia” que entrevista ídolos terroristas para a petizada. O primeiro deles foi Farfur o “Mickey palestino” que pregava a guerra aos “infiéis”, e especialmente aos judeus (Hamas Mickey Mouse Teaches Terror to Kids, em: http://www.youtube.com/watch?v=gic6lbFGC4& feature=related). Farfur, encarregado da missão de retomar Tel-Aviv, que pertenceria a seu avô, é por isso “martirizado ao vivo”, batido até a morte por um “soldado israelense”, interpretado por um negro (The Fall of Farfur, em: http://www.youtube.com/watch=Z2J3my3pOIc&feature=related), estimulando nas crianças palestinas tanto a adesão ao terror quanto a um duplo racismo: contra os judeus e também
contra os negros. Note-se, en passant, que o racismo islâmico, assimilado dos Protocolos dos sábios de Sião (forjados pela polícia czarista para justificar pogroms de judeus) e dos panfletos e cartazes da propaganda nazista, inspira os caricaturistas palestinos e pró-palestinos em todo o mundo, como no famoso concurso “Caricaturas do Holocausto” promovido em 2006 pelo Irã, com ampla participação de artistas brasileiros. (Cf. NAZARIO, Luiz. Colaborações brasileiras ao terror palestino, em: http://www.visaojudaica.com.br/Agosto2008/artigos/16.html;
uma análise mais profunda desse imaginário será publicada no número 7 da revista Estudos Judaicos, do Instituto Israelita Mineiro, em Belo Horizonte). E está igualmente patente na minissérie produzida e transmitida em dezembro de 2004 pela TV iraniana Sahar 1, Por ti, Palestina ou Os olhos azuis de Zahra, filmada em persa com locações em Israel, Judéia e Samaria, e traduzida
depois para o árabe. Na minissérie, uma menina palestina tem seus lindos olhos “arianos” cobiçados e extirpados num hospital israelense para serem implantados em Theodore,
filho sem rins e paralítico do primeiro ministro israelense, Yitzhak Cohen, comandante militar da região, que discursa: “Nós somos a melhor raça do mundo. Nossas terras devem se
estender do Nilo ao Eufrates. O Petróleo está entre o Eufrates e o Nilo.” É mencionado um carregamento naval “cheio de fetos” e revela-se que o atual Presidente de Israel só se
mantém vivo graças aos órgãos roubados das crianças palestinas. Essas vão alegres serem vacinadas por médicos da ONU, na verdade agentes sionistas disfarçados, tendo assim
os olhos arrancados (Informe Especial Proyecto Memri; transcrições no site em espanhol El Reloj, em: http://www.elreloj.com/article.php?id=8822). O diretor da minissérie, Ali Derakhshni, ex-ministro da educação do Irã, declarou que sua intenção era apenas fazer “um programa sobre crianças”, mas ele mesmo declarou em entrevista à TV iraniana que Theodor “simboliza Israel”.
A propósito deste seriado, José Roitberg lembrou que José Arbex Jr, em 1997, na revista Caros Amigos, publicou uma matéria acusando os israelenses de utilizarem campanhas de
vacinação de crianças palestinas para inocular um novo tipo de vírus, bastante discriminatório, que “só mataria os árabes”. Enfim, morto o rato Farfour, logo surgiu na TV do
Hamas a gorda abelha Nahoul, que ensinava crianças a torturar gatos e, em seguida, a jogar pedras em leões, numa clara analogia com a intifada. Contudo, Nahoul dá as costas
aos leões e estes alcançam seu corpo com as patas. Saraa observa que muitas crianças palestinas faziam isso, repreendendo o comportamento de Nahoul. Mas não era a
crueldade de Nahoul que a sábia menina censurava, mas uma intifada descuidada, que dava as costas ao inimigo, deixando o flanco desprotegido (Flinging Cats by the Tail on Hamas
TV, em: http://www.youtube.com/watch?v=_ExZVimjST8&feature=related). A mesma abelha Nahoul conclamou, em outro episódio, as crianças palestinas a matar os “perversos judeus
criminosos” e, junto com Saraa, vibrou com o desejo manifestado pelo garoto Sabah, que assistia ao programa, de tornar-se jornalista quando crescer. “Uau, precisamos de
jornalistas. Sabe por que, Nahoul?”, perguntava Saraa, e Nahoul respondia, com toda a hispocrisia que os palestinos aprendem a ter: “Ah, para fotografar os judeus quando eles
matam Farfour e as criancinhas?” “Sim, Nahoul!… Vamos todos para a Jihad quando crecermos!” (Hamas Children Show Teaches: Jews are Murderers, em:
http://www.youtube.com/watch?v=tneSE6nJiLw&feature=related). Logo Nahoul também morria martirizada porque, estando ferida, os “judeus” a impediam de ser conduzida a um
hospital no Egito. Mas a cadeia dos ídolos mártires mirins não terminaria aí: seu irmão, o coelho Assud jurou vingança e prometeu partir para a tomada de Jerusalém. Perguntado
por que, sendo coelho (“Arnoub”), ele traz o nome de Assud (“Leão”), ele explica que “coelho não é bom, é um covarde, mas eu, Assud, vou exterminar os judeus, se Allah quiser, e
vou comê-los, se Allah quiser!”. A frase é acompanha de um terno efeito de vídeo que fecha a imagem na forma de um coração. Saraa, a menina-apresentadora, elogiando o
martírio, encerra confirmando existirem “muitos, muitos soldados dos ‘Pioneiros do Amanhã’ que, se Allah quiser, ajudarão a libertar nossa Palestina”, sendo ela mesma a
primeira a imolar-se para “libertar Al-Aqsa daqueles perversos sionistas” (Hamas’ Children TV with a TerroristJew-Eating Rabbit, em:http://www.youtube.com/watch?v=eeii225GHM&
feature=related). Considerando que o termo “criança” é aplicado a todos os menores de idade, o dado novo que os analistas bon vivants recusam considerar, é que, além de escudos humanos, estão já morrendo na guerra de Gaza as crianças-terroristas formadas pelo Hamas. O Ocidente prefere fechar os olhos a essa realidade monstruosa e derramar suas lágrimas de crocodilo
pelas crianças palestinas, as quais eles imaginam como seus próprios inocentes pimpolhos que nada sabem sobre política, luta armada, treinamento militar, ódio, martírio ou guerra,
sendo monstruosamente massacrados por Israel. Todos fingem ignorar que as fileiras do Hamas estão repletas de crianças-terroristas, fato documentado fartamente em fotos,
vídeos e programas da TV do Hamas: O Ocidente assistiu passivo e respeitoso a essa formação de uma nova geração de crianças-terroristas pelo Hamas. O resultado disso é que, na presente guerra do Hamas contra Israel, um número excepcional de crianças é vitimado no contra-ataque israelense, que visa destruir, de uma vez por todas, a infra-estrutura do terror em Gaza. Crianças
palestinas foram aquarteladas nos alvos estratégicos, seja por terem sido treinadas para se tornarem “mártires”; seja por terem sido arrastadas para esses locais pelos seus líderes
terroristas; ou ainda por terem sido para lá conduzidas por seus pais e mestres. Os palestinos condenam Israel pelo massacre de “crianças inocentes” e as mídias ocidentais, em mais uma
recaída no anti-semitismo cristão, acusam os judeus de “genocídio” e de “holocausto”. Nenhuma força ocidental impediu o Hamas de integrar as crianças palestinas à sua
infra-estrutura de terror. Nos debates, artigos, análises e noticiários da guerra, a ordem é ignorar os fatos monstruosos produzidos pelo Hamas e afirmar que Israel comete
‘massacre’, ‘limpeza étnica’, ‘genocídio’ e ‘holocausto’. Quando centenas de crianças israelenses foram trucidadas pelos terroristas palestinos dentro de Israel, em ônibus, pizzarias,
residências, longe de qualquer alvo militar, apenas por serem judias, os noticiários evitavam com o máximo cuidado as palavras ‘massacre’, ‘genocídio’, ‘limpeza étnica’ e ‘holocausto’.
Para as mídias ocidentais, embaladas em sua própria dramaturgia cristã, tradicionalmente anti-semita, as crianças judias, por serem consideradas como as vítimas “ricas e
poderosas” do conflito, podem continuar a ser aterrorizadas por foguetes e mortas à vontade em novos atentados terroristas, só merecendo ser choradas pelos seus; já as
crianças palestinas, por serem vítimas “pobres e oprimidas”, devem ser choradas por todos, mesmo quando, como em Gaza, foram barbaramente convertidas pelo Hamas em crianças terroristas
a serviço de uma causa monstruosa.
CORRIERE DELLA SERA – 22 de janeiro de 2009
Dúvidas sobre o número de vitimas: poderiam ser 600 e não 1.300
“Assim, os militantes do Hamas nos utilizaram como escudos”
Habitantes da Faixa de Gaza acusam os militantes islâmicos: “Impediam-nos de deixar as nossas casas e de lá disparavam”.
Por Lorenzo Cremonesi – Tradução de Victor
Link para o original: http://www.corriere .it/esteri/ 09_gennaio_ 21/denuncia_ hamas_cremonesi_ ac41c6f4- e802-11dd- 833f-00144f02aab c.shtml
GAZA – “Vão embora, vão embora, fora daqui! Vocês querem que os israelenses nos matem? Vocês querem que nossas crianças morram sob bombardeio? Levem embora as suas armas e mísseis”, gritavam muitos dos habitantes da Faixa de Gaza para os milicianos do Hamas e aos seus aliados da Jihad Islâmica. Os mais corajosos se organizaram e bloquearam as portas de seus pátios e os acessos aos telhados. Mas por mais que pedissem, a guerrilha não escutava ninguém: “Traidores! Colaboradores de Israel! Espiões do Fatah! Covardes! Os soldados da Guerra Santa vão puni-los! E em qualquer caso vocês morrerão todos, como nós! Combatendo os sionistas estamos todos destinados ao paraíso! Não estão satisfeitos de morrermos juntos?”. E assim, gritando furiosos, arrombavam portas e janelas, e escondiam-se em andares altos, nos quintais, utilizavam as ambulâncias e faziam barricadas perto de hospitais, escolas e edifícios da ONU.
Em casos extremos, os terroristas disparavam contra quem tentava bloqueá-los nas estradas para salvar as próprias famílias. Ou agrediam estas pessoas de forma selvagem: “Os milicianos do Hamas provocavam os israelenses. Eram quase sempre rapazes, de 16 ou 17 anos, armados com metralhadoras. Não podiam fazer nada contra os tanques ou jatos. Sabiam que eram muito mais fracos. Mas queriam que eles disparassem sobre nossas casas para depois acusá-los de criminosos de guerra”, afirma Abu Issa, 42 anos, habitante do bairro de Tel Awa. “Praticamente todos os prédios mais altos de Gaza que foram atingidos pelas bombas israelenses, como o Dogmoush, Andalous, Jawarah, Siussi e tantos outros, tinham em seus telhados rampas de lançamento ou observatórios do Hamas. Colocaram-nas também próximo do grande depósito da ONU, que depois foi incendiado. E o mesmo vale para os vilarejos ao longo da linha de fronteira, justamente os mais atingidos pela fúria louca e punitiva dos sionistas”, complementa a prima de Issa, Um Abdallah, de 48 anos. Eles usam os sobrenomes de família, mas fornecem detalhes bem circunstanciados. Foi difícil obter estes testemunhos. Geralmente triunfa o sentimento de medo pelo Hamas e imperam os tabus ideológicos, alimentados durante quase um século de guerras contra o “inimigo sionista”.
Quem conta uma versão diferente da narrativa imposta pela muhamawa (a resistência) é automaticamente um amil, um colaborador e arrisca a sua vida. Ajuda, porém, ao recente encontro fratricida entre o Hamas e a OLP. Mas se Israel ou o Egito tivessem permitido aos jornalistas estrangeiros entrarem logo em Gaza, tudo teria sido bem mais fácil. Aqueles lugares são ameaçados freqüentemente pelo Hamas: “Não é um fato novo no Oriente Médio. Entre a sociedade árabe, falta a tradição cultural dos direitos humanos. Era freqüente sob o governo de Yasser Arafat que a imprensa fosse perseguida e censurada. Com o Hamas é ainda pior”, sustenta Eyad Sarraj, conhecido psiquiatra da Cidade de Gaza. E há outro dado que emerge com evidência cada vez maior quando se visita clínicas, hospitais e as famílias das vítimas do fogo israelense. Na realidade o número de vítimas surge muito mais baixo do que os quase 1300 mortos e cinco mil feridos relatados pelo Hamas e repetidos por oficiais da ONU e da Cruz Vermelha. “Os mortos podem ser não mais do que 500 ou 600. Na maioria são rapazes entre 17 e 23 anos, recrutados das fileiras do Hamas, que literalmente os enviou ao massacre”, nos diz um médico do hospital de Shifah e que não quer ser identificado sob forma alguma, para não correr risco de vida. Um dado também confirmado por jornalistas locais: “Já assinalamos aos chefes do Hamas. Por que insistem em aumentar o número de vítimas? É estranho também que as organizações não-governamentais, também ocidentais, as repitam sem nenhuma apuração. No final a verdade poderia vir à tona. E poderia ser como em Jenin, em 2002. Inicialmente falou-se em 1500 mortos. Depois revelou-se que eram apenas 54, dos quais, pelo menos 45 eram guerrilheiros caídos em combate”.
Como se chegou a estes números? “Tome-se como exemplo o caso do massacre da família Al Samoun, do bairro de Zeitun. Quando as bombas atingiram suas casas, anunciaram que havia 31 mortos. E isso foi registrado pelo Ministério da Saúde controlado pelo Hamas. Depois, quando os corpos foram resgatados, a soma total foi dobrada para 62 e assim foram passados ao cômputo total”, explica Masoda Al Samoun, de 24 anos. E há um detalhe interessante: “Para confundir as versões foram incluídos também os pelotões especiais israelenses. Os homens deles estavam disfarçados de guerrilheiros do Hamas, com direito à faixa verde na testa com os dizeres: ‘Não há outro Deus que não Alá, e Maomé é o seu profeta’. Infiltravam- se nos becos para criar o caos. Nós gritávamos para que eles fossem embora, temíamos as represálias. Mais tarde entendemos que eram israelenses” . Basta visitar qualquer hospital para constatar que as contas não fecham. Muitos leitos estão livres no Hospital Europeu de Rafah, um daqueles hospitais que deveriam estar mais envolvidos com as vítimas da “Guerra dos Túneis”. O mesmo vale para o Hospital Nasser, em Khan Yunis. Somente cinco dos 150 leitos da clínica particular Al-Amal estão ocupados. Na Cidade de Gaza foi evacuado o Hospital Wafa, construído com as doações “beneficentes islâmicas” da Arábia Saudita, Qatar e outros países do Golfo Pérsico e bombardeado por Israel em fins de dezembro. O hospital é sabidamente conhecido como um quartel-general do Hamas. Nele costumavam se recuperar os combatentes da guerra civil contra a Fatah, em 2007. Os outros estavam no Al Quds, que por sua vez foi bombardeado na segunda semana de janeiro.
Isto é narrado por Magah al Rachmah, 25 anos, que vive a poucas dezenas de metros dos quatro prédios do complexo de saúde, hoje seriamente danificado: “Os homens do Hamas se refugiaram sobretudo no prédio que hospeda os oficias administrativos do Al Quds. Usavam as ambulâncias e obrigaram os motoristas e enfermeiros a tirarem os uniformes com os símbolos dos paramédicos, para confundir e fugir dos cercos israelenses” . Tudo isso contribuiu para reduzir o número de vagas em leitos dos institutos de saúde em Gaza. Até o Shifah, o maior hospital da cidade, está muito de longe de registrar todo o ocorrido. Em vez disso, parecem densamente ocupados os seus subterrâneos. “O Hamas instalou ali as suas células de emergência, bem como a sala de interrogatórios para os prisioneiros do Fatah e da Frente Laica de Esquerda, que foram evacuados da prisão bombardeada de Saraja”. As organizações humanitárias locais, por mais que sejam controladas pela OLP, contam que ocorreram “dezenas de execuções, casos de tortura e seqüestros nas últimas três semanas”, todos perpetrados pelo Hamas. Um dos casos mais notáveis é o de Achmad Shakhura, 47 anos, habitante de Khan Yunis e irmão de Khaled, braço direito de Mohammad Dahlan (ex-chefe dos serviços de segurança de Yasser Arafat e hoje no exílio), que foi raptado por ordem do chefe da polícia secreta local do Hamas. Torturado, teria tido seu olho direito arrancado e, por fim, morto no dia 15 de janeiro.
Querem receber mais ? Enviem vossos e-mails que envio muitas outras noticias que nao aparecem na Folha, no Caros amigos, na BBC e em tantas outras midias “marron”
envio mais uma abaixo, Sr. Milton, peço desculpas mas pediram, informações e fontes, eu mando, quem sabe assim começam a ver as coisas por outro angulo.
O Governo de Israel montou um hospital de emergência com salas de cirurgia, ao lado da passagem de Eretz, para atender aos palestinos feridos. Vejam reportagem abaixo:
http://br.youtube.com/watch?v=uQNJX8MW8Go
Observem ate os cartazes escritos em Inglês, Árabe e Hebraico, isto se chama Respeito ! Que pais no mundo faria isto para uma população vizinha hostil e apoiadora de terroristas que não escondem seu deseja
ENTREVISTA COM MINISTRO DE ASUNTOS EXTERIORES PALESTINO
http://www.lavanguardia.es/internacional/noticias/20090115/53619346634/a-hamas-no-le-importan-los-muertos.html
“A Hamas no le importan los muertos”
“Hamas debe formar parte del consenso y del sistema político palestino”
“La guerra se debe a irresponsabilidad de Hamas a la hora de atacar Israel”
“Hamas representa a los Hermanos Musulmanes y aspira a un califato en Gaza”
Pessoal: Acabei de dar uma outra varredura nos principais jornais do mundo e nao ví NADA, NOTHING, NIENTE, RIEN, NEM SÓ UMA PALAVRA sobre o notícia que deu o Haaretz sobre o nao-bombardeio da escola da ONU em Gaza.
É uma lástima que o Pedro Doria, na sua pressa inocente e nada sutil de defender Israel das carnificinas que comete - ele faz das tripas coraçao para convencer-nos que é imparcial neste quesito; acredite quem quiser - nao se tenha dado o trabalho de fazer uma pesquisa mais aprofundada desta notícia, que parece estar mais para desinformaçao ou mesmo para mentira descarada.
Salvo o suspeitíssimo Folha de Sao Paulo e o PD neste blog, ninguém mais deu um pio a este respeito. Será que os grandes jornais do mundo online, inclusive a BBC, sao imparciais? Nao vai demorar que Israel acusa todos eles de anti-semistismo, anti-Israel, anti-judeu…
Devagar com o andor, Pedro Doria. Assim você se descredita completamente no que toca a questao Israel x mundo árabe e palestinos.
Enquanto o secretário-geral da ONU nao vir a público declarar que a escola nao foi bombardeada diretamente - a direct hit - seja na frente, por trás, por baixo, por cima, do lado ou o cacete (e Israel deve estar presssionando paca neste sentido) nao acredito em Haaretz, Pedro Doria ou o raio que o parta! E quem acreditar só pode ser otário.
Artigo na pág. de Opinião de O Globo -13/01/09
Gaza
Ali Kamel
Eu acredito em eleições. E acredito que o povo sempre tem a capacidade de julgar o que considera bom para si. Isso não quer dizer que o povo acerte sempre: não são poucas as vezes em que a decisão mostra-se errada no futuro. Não importa, no momento em que comparece às urnas, certo ou errado, o povo é responsável por suas escolhas.
Por que essa conversa? Porque isso não me sai da mente quando vejo, chocado, os bombardeios em Gaza. Em 2006, houve eleições para escolha do primeiro-ministro palestino. Era um contexto em que os EUA clamavam pela democratização do mundo árabe. Quando o Hamas saiu-se vitorioso, muita gente, diante dos lamentos dos americanos, riu, dizendo algo assim: “Ora, não queriam democracia? Agora o povo vota, escolhe o Hamas e os EUA lamentam? Então democracia só vale quando ganham os aliados?” Na época, escrevi que a simples presença do Hamas nas eleições mostrava que aquilo não era uma democracia: porque democracia não é o regime em que todas as tendências disputam o voto; democracia é o regime em que todas as tendências que aceitam a democracia disputam o voto. Como o Hamas prega uma teocracia, um sistema político que o aceita como legítimo aspirante ao poder não pode ser chamado de democracia. Seja como for, tendo sido democráticas ou não, aquelas eleições expressaram a vontade do povo: observadores internacionais atestaram que o pleito transcorreu sem fraudes.
E o que pregava o Hamas na campanha de 2006? Antes, para entender o linguajar, é importante lembrar que o Hamas não aceita a existência do Estado de Israel, chamado de “Entidade Sionista”. Assim, quando se refere à “Palestina”, o Hamas engloba tudo, inclusive Israel. Destaco aqui três pontos do programa eleitoral (na disputa, o grupo deu-se o nome de “Mudança e Reforma”): “A Palestina é uma terra árabe e muçulmana”; “O povo palestino ainda está em processo de libertação nacional e tem o direito de usar todos os meios para alcançar esse objetivo, inclusive a luta armada”; “Entre outras coisas, nosso programa defende a ‘Resistência’ e o reforço de seu papel para resistir à Ocupação e alcançar a liberação. A ‘Mudança e Reforma’ vai também construir um cidadão palestino orgulhoso de sua religião, terra, liberdade e dignidade; e que, por elas, esteja pronto para o sacrifício.”
Deu para entender? O Hamas propôs um programa segundo o qual não há lugar para judeus na “Palestina”, o uso da luta armada deve ser reforçado para se livrar deles, e os cidadãos comuns devem estar preparados para se sacrificar (morrer) pela religião, pela terra, pela liberdade e pela dignidade.
Havia alternativa? Sim, apesar da ambiguidade eterna, o Fatah do presidente Mahmoud Abbas (e, antes, de Yasser Arafat), na mesma eleição, pregava a saída de Israel dos territórios ocupados em 1967, a criação de um Estado Palestino com sua capital em Jerusalém e uma solução para os refugiados de 1948 com base em resoluções da ONU, uma agenda que só parece moderada porque é comparada à do Hamas. Embora estimulasse e declarasse legítima a resistência à ocupação, a novos assentamentos judaicos e à construção do muro de proteção que Israel ergue entre a Cisjordânia e seu território, o Fatah declarava expressamente: “Quando o imortal presidente Arafat anunciou em 1988 a decisão do Conselho Nacional Palestino, reunido naquele ano, de adotar a ’solução histórica’, que se baseia no estabelecimento de um Estado independente Palestino lado a lado com Israel, ele estava de fato declarando que o povo palestino e suas lideranças tinham adotado a paz como uma opção estratégica.”
E qual foi a decisão dos palestinos? Num sistema eleitoral que adota o voto distrital misto, o Hamas ganhou tanto no voto proporcional quanto nos distritos, abocanhando 74 dos 132 assentos do Parlamento. Ou seja, diante do desgaste de 40 anos do Fatah, e das denúncias de corrupção que pairavam sobre o movimento, os palestinos deixaram a paz de lado e optaram pela promessa de pureza divina e dos foguetes do Hamas. Meses depois, uma luta interna feroz entre os dois grupos teve lugar e resultou numa divisão territorial: o Fatah ficou com a Cisjordânia, onde a situação é de calma, e o Hamas ficou com Gaza, de onde continuou pregando o programa aprovado pelos eleitores: enfrentamento armado, mesmo tendo consciência do que isso acarretaria,
Diante disso, dá para dizer que os palestinos de Gaza são inocentes vítimas do jugo do Hamas e de uma reação desproporcional dos israelenses?
Olha, eu deploro a guerra, lamento profundamente a morte de tanta gente, especialmente de crianças, vítimas de uma guerra de adultos. Vejo as bombas, e fico prostrado, temendo que o bom senso nunca chegue. Mas isso não me impede de ver que a guerra, com suas consequências, foi uma escolha consciente também dos palestinos de Gaza. Retratá-los como despossuídos de todo poder de influir em seus destinos não é mais uma verdade desde 2006.
Parecerá sempre simplificação qualquer coisa que se diga num espaço tão curto, em que é preciso deixar de lado as raízes desse conflito e a trama tão complicada que distribuiu culpa e vítimas por todos os lados. Mas não consigo terminar este artigo sem dizer: para que haja paz, os dois lados têm de ceder em questões tidas como inegociáveis, o apelo às armas tem de ser abandonado, o Estado Palestino deve ser criado ao lado de Israel, cujo direito a existir não deve ser questionado. Se isso acontecer, muitos árabes e israelenses daquela região não se amarão, terão antipatias mútuas, mas viverão lado a lado.
Utopia?
ALI KAMEL é jornalista e diretor-executivo de jornalismo da Rede Globo
Ô Ari! Pelo amor de Zeus, cara!
Esse copia e cola é uma desgraça! Seria o Ari o clone do Chesterton chupa-cabra? Valha-nos Zeus!
Nao demora o Ariranha cole e copia aqui a notícia que os 1,300 assassinados por Israel, incluindo quase 500 crianças, cometeram suicídio coletivo. E os mais de 5 mil feridos se mutilaram sadisticamente, só pra chatear Israel, coitadinho…
Ariranha,
o veterinário de minha cadela não atende jumento.
Ari: O que é mesmo que você quer provar???
Explica pra nóis aí.
Pois é surfjacu, voce nao vai poder dividir a conta com sua cadela. Dançou.
Como vc. bem disse, eu não posso dividir a conta com minha cadela, o que para vc. parece ser uma surpresa. Já vc. pode encontrar um que te atenda e dividir o atendimento com a família toda.
Caramujo, nao quero provar nada, quero apenas mostrar o outro lado, lado este desconhecido deliberadamente ou não, mas o fato é que quando se trata de Israel, só aparece noticia do contra, na maioria das vezes fantasiosa, quando Israel manda ajuda para as vitimas do Tsunami, vitimas de atentados no mundo todo, vitimas de furacões, terremotos, quando descobre novas curas para doenças, quando lança novos softwares, equipamentos medicos, irrigação, energia solar e das marés, entre tantas outras descobertas que beneficiam eu, voce e o mundo todo, nada disto aparece Eis porque enviei tantas noticias.
Manooo .. boaaa .. to muito ofendido, vou te pegar na proxima onda manoooo … aaaaa paraaaaaa …
q rispidez nas respostas…tsts!
Sejam mais racionais, isto é um blog de discussões, não um ringue de ofensas.
Outro conselho: tanta inteligência e pecam na leitura e INTERPRETAÇÃO? Faz-me rir, senhores…
http://www.israelnationalnews.com/News/News.aspx/129771
Hamas Police Steal Humanitarian Aid from UNRWA Warehouse
ô, Chapolim, não vem dar uma de virgem na zona da Rua Alice. Que interpretação? Qual interpretação? Já disse tudo a respeito do assunto, inclusive para o Doria.
Pois é Sr. Caramujo, me enganei com o Sr. , pelo visto nao adianta o que te mostrem, sua obtusidade nao deixa enxergar um palmo na frente de seu nariz, pois bem acredite no que bem entender, nao me importo, assim como voce, existem inumeros. Todos carneirinhos acariciando o lobo. Cuidado que o lobo vai te pegar … um dia o Hamas chega por aqui , ooppppsss .. já ta bem perto, é só dar um pulo na Venezuela, Paraguai ….
Ari: Que Israel pratique bons atos aqui e acolá, tudo bem. Nada contra; tudo a favor. Merece louvor.
Porém, a estória aqui tem a ver com o bombardeio ou nao-bombardeio da escola da ONU, os crimes de guerra de Israel, a carnificina, o gueto de Gaza, a matança de crianças, mulheres, idosos e inocentes, de famílias inteiras, sem sobrar um só. Esse cola e copia frenético de artigos que nao abordam o assunto do post é contra-produtivo - você nao acha?
Caramujo, o Sr. José (vide acima) coloca: “Quero saber é porque até agora não se noticiou em letras garrafais as madraças do Hamas, a morte dos agentes do Fatá, o contrabando de armas, etc.”… pois bem, foi o que eu fiz. Entendeu ?
Ari: Você já está dando provas que parece ter escapado da Pinel…
O que tem Hamas a ver com Venezuela, Paraguai….? Bote ordem na sua cabecinha, rapaz!
Sr. Caramujo, vitimas do terror do Hamas em Israel nao valem nada ? A mais de 8 anos levando misseis na cabeça, o que o Sr. como presidente de um pais atacado todos os dias faria ? Se morreram em Gaza é porque seu governo Eleito Democraticamente (apesar de dar o golpe e assassinar sua oposição) nao so protege, pelo contrario, fazem questao de expor civis aos perigos que qualquer guerra promove. Já em Israel, cada 500 metros tem um abrigo anti-aereo, todos os predios com mais de X (nao sei exato o numero) habitantes é obrigado por lei faer um bunker no subsolo, isto se chama respeito por sua populaçao, coisa que o Hamas nunca teve, afinal explorar a morte vende muito mais jornal.
Caramujo, IRÃ, HAMAS, HEZBOLAH, CHAVEZ, MORALES … FAZ ALGUM SENTIDO ?
Que tal agora:
20/01/09 - 12:40 > INTERNACIONAL
http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=2&id_noticia=270184
Embaixadores sulamericanos celebram vitória do Hamas
ANSA
TEERÃ - Os embaixadores da Venezuela e da Bolívia no Irã participaram nesta terça-feira (20) de uma manifestação de estudantes, junto com representantes do Hamas e da Jihad Islâmica, para celebrar o que definiram como uma “vitória” do Hamas sobre Israel nos conflitos da Faixa de Gaza.
Segundo informou a agência Isna, durante o evento, que ocorreu próximo à Universidade de Teerã, os participantes entoaram slogans contra os países árabes, principalmente contra o Egito que é tido como cúmplice de Israel, como por exemplo, “Hosni Mubarak (presidente do Egito) deve ser enforcado”.
Venezuela e Bolívia, que estreitaram suas relações com o Irã nos últimos anos, anunciaram o rompimento das relações diplomáticas com o Estado de Israel, em razão dos conflitos em Gaza, no dia 14 de janeiro.
Tomou ????
Não questiono sua opinião, respeito-a. Da mesma maneira que vosmecê deveria também fazê-lo. Só peço mais educação… Não é muito, é?
Abraço surf!
Pois é Sr. Chapola, o Mr. Surf Boy desconhece a palavra respeito, educação, nunca ouviu falar.
Abs…
Tá bem, tadinho do Ariranha, pessoa tão cordata, tanto quanto o Gaynaldo, seu mestre e guru.
Ok, Chapola. Abs.
SUrf, não pretendo manter relações conturbadas com vosmecê. Já ouvi falar muito bem a seu respeito, pelas pertinências dos comentários e ser dotado de grande sapiência. Só respeitemos os diferentes…
grande abraço
Ai tenho que discordar Sr. Chapola …. sapiência ??? Tá muito mais pra Sá-pensa .. ou melhor Só-Pensa … ou nem isto .. só-cospe … tamanho besteirol que lança neste espaço.
Vejo que baixou a entidade cordial do lobotomizado no Ari.
Tudo bem.
Chapola, sei lá disso que vc. escreveu. Mas isso tudo não sou eu não, sô. Abs. Elogia o Ari, senão ele fica arirado.
Um prazer debater com ambos, embora tenhamos opiniões bem díspares. Conquanto esse antagonismo, não devemos ultrapassar os limites do respeito aos outros camaradas, mesmo se os comentários forem nefastos.
Grande abraço
Darwinista,
pra você e o ABC é fácil falar em manter a elegância e a educação quando sistematicamente qualquer argumento lógico e educado que defenda a posição de Israel é desconsiderado de plano, pelo simples fato de que os elegantes e educados desconsideradores (vide o probo acadêmico de Leningrado, o Pafúncio da Marocas, digo, da Memento, o Caramujo Araújo, o Namber Zero, e outros menos votados) estão convictos de que Israel, de cara nunca deveria ter existido, que foi e é um erro, fonte de todos os problemas do Oriente Médio. Assim, qualquer coisa que faça ou deixe de fazer é criticável A PRIORI. Ainda se se tratasse de crítica, como fazem o Bitt, a Alba, a Lise, vá lá. Da parte desses elementos (e o termo é de delegacia de polícia mesmo), não se trata de crítica, e sim de absoluta má fé, de truculência bruta, de veneno sob a desculpa do humanismo, de agressividade visceral encoberta pelo manto da ideologia ou da justiça. O negócio desses caras é incansavelmente diabolizar, demonizar e denegrir. Nada veem de positivo em Israel e em seus feitos. Atacam um povo inteiro por procuração como se estivessem na iminência de perder suas próprias peles. Algo semelhante à fé dos inquisidores espanhóis.
Vejamos:
- se mostras a notícia saída na imprensa de que o Hamás, já em 24.06.08, apenas 5 dias após o início do último cessar-fogo acordado, rompeu-o lançando foguetes, eles dizem que Israel é que rompeu a trégua;
- se mostras na carta constituinte do Hamas a meta primordial de destruir Israel e restituir TODA aquela região aos palestinos, é Israel que quer destruir todos palestinos, pois a tal carta não passa de fumaça retórica, já que são fracos, estão apenas resistindo. Esses luminares jamais levam em conta a eficiência no longo prazo da estratégia de desgaste, que é o que o Hamas pode - atualmente;
- se mostramos o Hamas atirando pessoas do alto de prédios, matando 600 opositores quando do golpe em Gaza, e agora, liquidando ou aleijando dezena de supostos traidores, eles continuam sendo descritos como legítimos resistentes palestinos e esta demonstraçaõ de barbárie são atos para manter a coesão do povo;
- se mostramos com dados oficiais que não houve nenhum massacre em Jenin, eles continuam falando no bárbaro massacre de Jenin;
- se repetimos ad nauseam que o Hamas descarta seus uniformes e se mistura à população civil, eles continuam berrando que Israel assassina indiscriminadamente civis. Lastimam as supostas 1.500 vítmas civis - nenhuma delas do Hamas, claro;
- falam do gueto de Gaza como algo imotivado, gratuito, não mencionando uma só vez o número de foguetes que dali foram arremessados desde há oito anos e motivo básico, além dos costumeiros ataques suicidas, do fechamento e do boicote internacional;
- se exibes vídeos, inclusive da Al -Jazira, mostrando lançamento de foguetes junto a prédios públicos, hospitais, escolas, mesquitas, universidades, estes atos ganham um estranha invisibilidade e eles continuma bradando “Israel assasssina crianças e civis inocentes”, como se o outro lado não pretendesse assassinar a população civil de israel, mas ainda não tem capacidade para produzir um estrago maior;
- se é mostrado o complexo emaranhado de túneis, bunkers, explosivos em série ligando casa a casa em certos quarteirões - armadilhas mortais para qualquer infantaria desavisada - eles continuam reclamando do uso de bombardeios aéreos e da desproporção entre os recursos de cada lado;
- se noticiamos que os civis são avisados com alguma antecedência, por telefone ou panfletos atirados do alto, vem um panacóide com seu crasso desconhecimento das condições locais, perguntar se Israel deu um celular para cada morador de Gaza, e aí comparam o ataque de Israel ao das forças da OTAN na Sérvia;
- três semanas de bobardeios e ataques, com os recursos e a selvageria que eles atribuem a Israel, em vez das 1500 vítimas alegadas, teriam produzido mais de uma centena de milhar delas. e eles continuam a gritar limpeza étnica, genocídio;
- se trazemos uma reportagem de um correspondente italiano, de um jornal conceituado, mostrando atos de intimidação, violência e a tendência de inflar números típica do Hamas, isto é relegado às traças. Preferem as entrevista do Idelber; que pesquisa há 25 anos o assunto e sabe tudo a respeito;
- se aparecem reportagens mostrando como o Hamas confisca os carregamentos de ajuda humanitária e faz uso deles a seu bel prazer, incluindo aí sua venda, eles nunca leram ou ouviram falar de tal coisa;
- se trazemos um extenso artigo mostrando que o mundo árabe-muçulmano matou e continua matando em números escandalosos que sobem a milhões, o seu próprio povo, continuam bradando avec élegance “genocidas, assassinos e ladrões sionistas”;
- se é evidente a opressão que exercem sobre metade de sua população - as mulheres, e sobre membros de outras religiôes (queimaram igrejas, escolas cristãs e bíblias em Gaza, após o golpe), eles vociferam: abaixo o apartheid sionista;
- se depois de sua criação, perto de um milhão de judeus tiveram que abandonar os países árabes-muçulmanos, e conseguiram bem ou mal se integrar nos seus novos lugares, ao contrário dos palestinos, que foram mantidos estrategicamente como refugiados pelos países em volta, com espaço físco dezenas de vezes superior ao de Israel, este é um argumento irrelevante para evidenciar que o saco de maldades se distribui equanimemente entre os dois lados;
– se trazemos dados históricos sobre do porquê e como surgiu o sionismo, sua inspiração laica, nacionalista e majoritariamente socialista, isto é eclipsado ou desprezado e continuam a repetir violentamente o mantra da essência colonialista anacrônica de Israel e do seu fascismo inerente ab initio;
- se ficou demonstrado que a volta ao lugar de suas raízes históricas nada teve a ver com religião, bem ao contrário, eles ficam repisando que israel se acha dono daquela terra por “desígnio divino”;
- se explicamos as causas da guinada dos ideais de esquerda, para as práticas de direita em Israel, a mesma matilha enlouquecida, que vive a oferecer argumentos análogos para a adulteração dos ideais da revolução cubana, segue bradando “estado sionista degenerado”;
- se eu afirmo que a antiga URSS abandonou o apoio inicial dado a Israel, que estava na vanguarda da implementação do socialismo em seu estado, e decidiu apoiar o mundo árabe-muçulmano, exponencialmente maior, embora formado por ditaduras monarquistas, obedecendo a lógica imperante das ‘zonas de influência’ no período da Guerra Fria, leio o argumento de que a URSS não havia se dado conta de que a maioria dos judeus de esquerda já tinham sido assassinados pelo nazismo, isto quando a guinada de israel para direita só começou ao final da década de 60 ou pelo início da década de 70;
- se eu digo que a única diferença entre os bombardeios de Israel e de todos atos de guerra e de crueldade ocorridos ao longo da história, é que este foi visto em tempo real diariamente, o fato não desperta nenhuma reflexão, tanto que o comandante SanDINO “viu 500 vezes o buraco do tiro na parede e os fragmentos espalhados”, mas nunca viu o efeito das bombas de fragmentação do Hizbolá no norte de Israel, nunca viu as mutilações, degolas e amputações infligidas pelos civilizados árabes-muçulmanos contra seus rivais, nunca presenciou as crianças, os velhos e as mulheres curdas se retorcendo sob o efeito do gás mostarda, nem quis saber das auto-explosões quase que diárias que ocorriam no Iraque na guerra entre sunitas e xiítas. Tampouco se lembra dos palestinos da Cisjordânia, que há há cinco anos esquartejaram 3 militares israelenses que estavam sob a custódia da polícia palestina, lambuzando-se no seu sangue e mostrando suas entranhas como troféus. E, se viu, julgou aceitável o procedimento, porque vindo dos exproprados da vez;
- apesar de um sem-número de atrocidades conhecidas e não divulgadas do mundo árabe e palestino, elas raramente são levadas em conta.quando se desdenha a ‘paranóia’ judaica. Então aparecem aqui os iluminados de praxe, argumentando que Israel, com um sistema jurídico forte, com alcances expressivos na cultura e nas ciências, jamais poderia usar os mesmos meios que seus inimigos utilizam. Se são tão elevados, deveriam dar o exemplo. E eu pergunto: o que adiantou a estatura “civilizada” do enfraquecido império romano ante as hordas dos “bárbaros” germânicos? Civilização por acaso implica em suicídio? Agir civilizadamente como, se ao teu lado agem como bárbaros e te provocam para seres visto como tal na guerra de propaganda? Invoquem civilização pra qualquer povo dito civilizado nas suas guerras antigas ou recentes;
- repito sempre que no conflito Israel x palestinos, o que existe é uma luta por território. Aí, indefectivelmente salta como praga de gafanhoto o surrado ramerão: Israel está fazendo com os palestinos o mesmo que os nazistas lhe fizeram. Quer dizer, Israel, está planificadamente exterminando um população inteira, embarcando-os em vagões, confinando-os em campos de concentração, mandando-os para câmaras de gás, fazendo-os cavarem suas próprias covas, utilizando-os em experiências científicas monstruosas? “Mas Gaza é o maior campo de concentração a céu aberto”. Vamos admitir aque fosse. A pergunta é: assim seria se não estivesse dominada pela ‘vanguarda do fundamentalismo’?;
- quando se mostra que morticínios ocorreram de ambas as partes na Palestina pré Israel, eles gritam: mas os massacres cometidos pelos judeus foram piores, ou foram maiores, ou mais vis;
- vivem mencionando o peso do lobby judeu no US ou na ONU, sei lá. E quanto às atividades do lobby dos petrodólares desde 1973? Nada. Não mapearam suas atividades e influência, inclusive naquela equiparação de sionismo a racismo;
- quando se mostra que alguns esquerdistas respeitáveis começam a questionar as ligações espúrias da esquerda com o fascismo de corte islâmico e levantam as absurdas simplificações do que se passa naquela região por essa mesma esquerda, vem os antenados de plantão dizer: “o sangue fala mais alto”. E o sangue dos burdukões, dos saders. dos edward saids, dos nassifs de repente ficou mudo?
- quando o equânime Dinossauro vem denunciar as centenas de sites (exagero meu proposital) que pintam os palestinos como cânceres ou demônios, contrapõe estas supostas centenas aos, l-i-t-e-r-a-l-m-e-n-t-e, MILHÕES de sites e blogs que associam os judeus ou Israel ou o sionismo a nazismo, usurpação, brutalidade, limpeza étnica, assassinatos em massa, apartheid e outras preciosiades;
- os luminares decretam que um erro não justifica outro: matar um milhar em Gaza ou no Líbano é tão errado, quanto matar 20 mil na Jordânia. Se assim é, pelo menos que os bacanas que nomeei acima, digam isso em alto e bom som e se rebelem com tanto descaso pela vida;
- quando é sabido à exaustão que o morticínio de Sabra e Chatila foi realizado pelas milícias cristãs, gritam com gozo inefável Sharon, carniceiro;
- há uns poucos anos e até mesmo agora, falavam que os judeus dominavam o sistema financeiro internacional. Viu-se que não procede, e o Sáurio fala em bomba Madoff, para reinstalar a falácia. Recentemente, do domínio dos bancos, passou-se a atribuir aos judeus o domínio total da midia. Pelo porrilhão de censuras a Israel através da midia eletrônica, de artigos em jornais, revistas, em livros e ensaios, vê-se que isto é impossível, mas para os arautos da maldade judia ou israelense, os judeus continuam dominando as finanças e a midia mundial;
- se os judeus reclamam que antissionismo é o novo nome do ódio aos judeus, eles dizem que os judeus adoram recorrer à velha chantagem sentimental para obter isenção nos seus ‘pecados’ e que essa choradeira toda já cansou há eras. Talvez tenham razão. Mas se os judeus ou israelenses exibem com orgulho suas inovações tecnológicas, literárias ou descobertas científicas, eles gritam que isso é exibicionismo babaca de uma pretensa superioridade. Então os choramingas nem podem se exibir, e os exibidos não podem choramingar;
- se o Elias ou o Bitt explicam com uma clareza invejável porque as guerras envolvendo Israel sempre foram defensivas, mostrando as características de seu território e de sua posição geográfica - uma espécie de cidade-estado murada como a Tróia grega, ou as européias da Idade Média, vem a turba ironizar, entoando: “Israel está sempre se defendendo. Israel só se defende, nunca ataca”.
Eu poderia ficar citando outra dezena dos argumentos deles. Mas não adianta. Paixão e fla-fu vencem qualquer racionalidade, e olhe que eu tentei. Ao longo de toda essa história, modifiquei algumas opiniões. Pode ter sido sim um erro terrível as colônias na Cisjordânia, outro erro o tratamento dispensado, aos israelenses palestinos e aos israelenses dos países orientais (em duas ou três gerações, isto já está se modificando). Mas continuar argumentando com pessoas que demonstram tanto ódio e negam o direito de Israel existir, é burrice. Se te deres ao trabalho de pinçar os comentários do Araújo, do Surf, do Dino, verás que pelo menos 80% do que dizem, seja o assunto que for, está contaminado de agressividade, ironia, dureza. Palavras pacíficas, de entendimento? Só em sonho. Com esses, só mandando queimar uma rosca pra se acalmarem.
Guerras não se fazem entre santos e anjos. E fico por aqui que já fui longe demais e estou de saco cheio desse assunto.
Caramujo
The UN’s Office for the Co-ordination of Humanitarian Affairs got the location right, for a short while. Its daily bulletin cited “early reports” that “three artillery shells landed outside the UNRWA Jabalia Prep. C Girls School …” However, its more comprehensive weekly report, published three days later, stated that “Israeli shelling directly hit two UNRWA schools …” including the one at issue.
Such official wording helps explain the widespread news reports of the deaths in the school, but not why the UN agencies allowed the misconception to linger.
“I know no one was killed in the school,” Mr. Ging said. “But 41 innocent people were killed in the street outside the school. Many of those people had taken refuge in the school and wandered out onto the street.
Fonte: Account of Israeli attack doesn’t hold up to scrutiny
PATRICK MARTIN
From Thursday’s Globe and Mail
January 29, 2009 at 4:00 AM EST
Vai essa aqui pro aloprado Ari-ranha:
“Tirem o nome do meu avô de Yad Vashem”
Esse é o título do artigo que o Le Monde publicou no jornal na semana passada. O escritor Jean-Moïse Braitberg escreveu uma carta aberta ao presidente de Israel em que pede que o nome de seu avô, morto na câmara de gaz de Treblinka, seja retirado do memorial às vítimas do holocausto, em Israel. Seguem alguns trechos:
“Eu lhe peço para atender ao meu pedido, senhor presidente, porque o que aconteceu em Gaza e de uma maneira geral o que acontece ao povo árabe da Palestina há sessenta anos desqualifica a meus olhos Israel como o centro de memória do mal feito aos judeus e à humanidade inteira.”…
“Aprendi que era preciso que esses crimes cometidos (pelos nazistas) não
recomeçassem, que nunca mais um homem por causa de sua etnia ou religião fosse
levado a desprezar os outros, a oprimi-lo nos direitos mais elementares que são uma vida digna e segura.”… “Ora, senhor presidente, observo que apesar de dezenas de resoluções tomadas pela comunidade internacional, apesar da evidência gritante da injustiça feita ao povo palestino desde 1948, apesar da esperança de Oslo e apesar do reconhecimento do direito dos judeus israelenses a viverem na paz e na segurança, diversas vezes reafirmadas pela Autoridade Palestina, as únicas respostas dos governos sucessivos de seu país foram a violência, o sangue, o enclausuramento, os controles em check-points, a colonização e as espoliações.” …
“O senhor dirige um país que pretende, não somente representar a totalidade dos
judeus, mas também a memória dos que foram vítimas do nazismo. E é isto que me diz respeito e me parece insuportável. Conservando no memorial de Yad Vashem, no coração do Estado judaico, o nome dos meus próximos, seu Estado retém prisioneira minha memória familiar por trás de arames farpados do sionismo
fazendo-a refém de uma pretensa autoridade moral que comete a cada dia essa
abominação que é a negação da justiça. Assim, por favor, retire o nome do meu avô do santuário dedicado à crueldade feita aos judeus para que ele não justifique a que é feita aos palestinos”.
Jean-Moïse Braitberg, neto e filho de franceses de origem judia, entrou para a minha lista dos homens justos. Nao há dúvida que alguns-nazi-fascistas e ultra-sionistas que frequentam este blog o acusarao de ‘anti-semitismo’, ‘traidor’ ou outra besteira qualquer.
Credun Fas-de-conta,
Repito: Quero ouvir da boca do secretário-geral da ONU e do tribunal internacional de Haia, para onde o caso certamente irá.
Até lá, você, os Pedro Dorias e Patrick Martins da vida podem arrotar o que quiserem.
Caramujo
ahhhhh. entendi. Então a cobertura jornalistica só vale quando incrimina Israel…
Caramujo,
Tenho certeza que você não apenas conhece o Jean-Moïse Braitber como revisou a carta dele antes dela ser publicada pelo Le Monde…
Catulo, vc. é um xarope amargo de lascar. Escreve uma parafernália extensa e pro-lixo de trechos desalinhados e descabelados sobre tudo, enquanto o que se discute é o que o Caramujo escreve acima. Vc. é mal intencionado pacas. Sempre agredindo aqueles que não conciliam com seu ponto-de-vista, com essa sua tolerância ao crime de guerra (aliás, nem guerra é, é limpeza étnica mesmo). Depois fica chorando quando leva uma ripadas na lomba, bem aplicadas.
Derrama, senhor, sua bílis de direitoba. Derrama.
Cruz credo, nada disso tem objetividade, provas etc. Vou esperar, tal qual o Caramujo, já que deram a esperança de ver essa ação militar deplorável ser criminalizada. Se fosse o Hamas que tivesse agido como o exército israelense, estaria da mesma forma indignado. Isto é para que não fiquem nessa bestialidade de insistir em mudar de acusação em debate.
Não é correto dizer que as pessoas que defendem os palestinos querem a destruição de Israel, menos ainda dos judeus. Então os israelenses que são contra a forma como Israel trata os palestinos são antiisraelenses e antijudeus? Então seria o caso de exterminá-los todos, esses israelenses, judeus, esquerdistas?
A esquerda é portadora dos melhores valores que o ocidente produziu, e que por isso se universalizaram. Inclusive aprendeu que não pode jamais esquecer dos direitos individuais e das minorias, o que não tinha claro no passado.
surfando na jaca existencial
eu sempre imaginei que antes de se declarar o culpado é preciso encontrar provas. Você pede que Israel prove sua inocência mas não me lembro de ver você apresentando provas acerca do ataque à escola da ONU pela tropas daquele país…
Credun Fas-de-conta:
Vá lá no Le Monde e leia a carta você mesmo, se é que sabe ler francês…
Pelo que eu saiba, o Patrick Martin ainda nao é o secretário-geral da ONU. E nem você.
E eu nao preciso conhecer o Jean-Moïse Braitberg para ser capaz de ler o que ele escreve, em francês e na íntegra. E tampouco conheço os judeus honestos e humanistas, gente bem mais conhecida e respeitada que você, que protestaram e protestam contra a carnificina promovida pelo estado terrorista de Israel.
Não sou eu que peço, mas a própria ONU. Por que haveria de duvidar dos meus próprios olhos? Das imagens que foram mostradas, ainda que com a censura de Israel? De quem devo suspeitar? Afinal não se trata de uma escola apenas, como vc. sabe. Sei que a vida de um habitante de Gaza não vela nada para vc. O resto a gente infere.
vela=vale
surfando
Acho seu comentário muito pertinente. Afinal poucas agências de notícia tinham acesso à Gaza durante o conflito!
Infelizmente para você e seu argumento a Al Jazeera reportava logo após o incidente que o os mortos estavam do lado de fora da escola…
Clica no link do comentário #95…
Engraçado quando o “mundo” cobra de Israel uma proporcionalidade de suas reações contra os ataques sistemáticos do Hamas contra os seus civis.
Se eu tivesse um vizinho que morasse na minha frente e que todos os dias desse um tiro na minha casa sem se importar com a minha família, e eu tivesse um canhão na garagem voces acham que eu ia me importar em tomar cuidado com a familia dele?
Eu mandava canhão, fósforo branco, bomba de 1 tonelada, o que eu tivesse à mão e foda-se o vizinho e quem estivesse lá dentro.
Queria ver se EU fosse o vizinho da frente, judeu que sou, atirando contra a casa de um dos babaquaras pró-palestinos daqui se eles não iam pedir pro Irã uma arma bem porreta pra acabar com a minha raça e da minha família também.
Caramujo
Larga a pinga porque tá afetando o raciocínio…
Atacar a credibilidade de um veículo quando esse lhe é contrário mas ignorar seus próprios critérios quando lhe convém é um tanto caricato.
Você cita uma carta do Le Monde, a qual assume ter sido escrita por um tal Jean-Moïse Braitberg. Você não conhece o autor, logo, atesta a sua veracidade com base na confiança que você deposita no Le Monde.
Curiosamente, quando a notícia conflita com sua opinião pré-concebida, o mesmo critério, a confiança no veículo, passa a ser totalmente descabido.
O Globe and Mail, através do Patrick Martin publica uma matéria, coloca as afirmacões entre aspas, cita os oficiais da ONU por nome e ainda assim você pede para ver provas.
Você não pediu ao Le Monde para ver o manuscrito com firma reconhecida em cartório antes de clamar que a carta de Jean-Moïse Braitberg é verdadeira.
Depois dizem que parciais somos nós…
A pior do dia,
pior mesmo que a briga da 5º série com direito a animais,
na qual eu gostaria (mesmo) de ter “penetrado” , foi :
” A esquerda produziu os melhores valores… ”
Despois dessa, eu vou pra Cuba !
( e quando escapar de lá, mando buscar os parentes ! )
Santantão Existencial das Marocas,
nâo fico grudado na Internet o dia todo. Trabalho existe, lembra? Fiquei devendo uma explicação ao Darwinista sobre o descarrilhamento nos comentários e vc não tem absolutamente nada a ver com isso. Nem li mais o que rolou desde então, e quer saber? Não conseguirei mais dormir com a sua douta opinião a meu respeito.
Bem , e se meus comentários são pro-lixo, o que dizer dos seus? Pró -lixa, pró-rala e … pro ralo.
Mal-intencionado? Te serve como uma luva a frase de Jesus: como é que vês um argueiro no olhos do teu irmão, quando não vês uma trave no teu próprio olho?
O preclaro insiste em me acusar justamente daquilo em que é useiro e vezeiro. Basta lembrar o efeito Confetti.
Ah, mas entendi, vc prefere os gritos-do-ipiranga do Fabio Passos, a bilis do Dino e as fatwas do Marcos Araújo. Tudo bem, gosto é gosto.
Continue espalhando essa simpatia-quase -amor contagiante que é a sua marca registrada e , se possível, fique com os anjos do discernimento.
Credun Fas-de-conta:
Nao pedí prova porra nenhuma. A carta do Braitberg está lá - vá ver, tente compreender se é apaz e pare de encher o saco. Repito, pela última vez, esperando que finalmente isto entre na sua cabeça de bagre: Quando o secretário-geral da ONU declarar que houve êrro, aí acredito.
E as bombas de fósforo, é pra iluminar o seu intelecto deficiente?
Quanto ao Catulo, jogo uma fatwa: Catulo! As brasas do inferno te esperam! Lá penarás pela eternidade! Que Alah tenha piedade de ti!
Caramujo,
vc deve estar cansado.
Pô, vc manda o cara pro inferno e espera que Alah tenha piedade do cara? Afinal, onde Alah está para vc? No céu ou no inferno?
Eu, heim.
não achei nada no google news também.
Catulo,
os anjos do discernimento estão no céu de Alah? Donde?
Bom, hoje descontei. Tirei o dia na vadiagem que mereço, depois de apresentar um relatório de mais de 100 páginas, com gráficos em 3D. Uma beleza e muito elogiado, apesar das estimativas um pouco sombrias para esse ano. Vim aqui para espairecer e que encontro? Essa guerra de Gaza do Doria. Sinto que perdi meu dia. Preciso mesmo de meus anjos do discernimento.
Só o Pax lembraria daquela ingrata da Confetti. Catulo deixa de ser pamonha.
O Pax é judeu?
O resto é a hegemonia de esquerda gramsciana que vc. me acusa. Defenderei meus camaradas até à última tecla.
Vai em pax, alma carregada e volte mais cristão e menos Ratozinger. Mais Frei Beto e menos Opus Dei.
Deixa de bobagem, cara. O Pax, bem que fez em tirar umas férias daqui.
Quem gosta de bate-boca é lavadeira, portanto, vai lavar os seus trapinhos e, last but not least memento mori, homem dos gráficos
acho que esse post foi uma aula dos direitistas aos esquerdistas. Será que vão aproveitar?
PD, eu estava me referindo à sua frase: “Mas este crime Israel não cometeu. ” que, me parece, significa: Israel não lançou bomba na escola. Isso foi uma mentira do Hamas, certo? Só que a notícia não é essa, a notícia é que a bomba não caiu dentro da escola, e sim na rua da escola, em frente à escola, matando inclusive crianças que estavam indo ou saindo da escola. Eu não vejo como pode ser melhor jogar bomba na rua da escola do que jogar bomba dentro da escola. Mas, pelo jeito vc e outros por aqui acham que tudo bem…israel jogou a bomba fora da escola, legal, ótimo. Ruim mesmo é o hamas que mente.
Acho um saco isso, porque não concordo com o hamas, nem com nenhum grupo terrorista. E é exatamente por não gostar de terrorista que sou radicalmente contra os sionistas - terroristas desde o século XIX. Tomaram terras com terrorismo, ganharam um país com terrorismo e governam esse mesmo país com terrorismo.
Só para finalizar: antes de me chamarem de anti-semita e nazista, procurem conhecer a DIFERENÇA ENTRE ANTI-SIONISTA E ANTI-SEMITA!
saudações, vou para a praia!
É isso caceta.
Acho que precisam internar o Chesterton. O parafuso soltou de vez.
Toma jeito, Faraó! Olha que jogo uma fatwa em você também!
Que tal se explodir lá em Gaza, levando consigo uns 50 palestinos? Visto a sua índole racista e nazi-sionista, dará uma maozinha à sua pátria amada - o Israel terrorista desde o século 19, como bem afirmou o Caceta - ajudando na limpeza étnica. Irá direto pro paraíso, e terá o grande consôlo de 70 virgens. Elas o guardam pra você.
ha, ha, ha
ha, ha, ha
Grato Caramu, mas não creio em virgens no céu. Já não estou nem acreditando aqui na terra quanto mais no paraíso.
E não vejo como me explodir e matar palestinos poderia contribuir com algum benefício para Israel.
Se isso desse resultado, vc acha que Israel ia matar SÓ 1300 em 22 dias?
1300 em 22 dias dá 59 / dia, menos do que o que temos aqui, só no RJ / dia.
Faraó: Seu raciocínio é curto. Nao se pode negar que temos 59 - e mais - assassinatos por dia só no Rio de Janeiro. Porém, nada que chega à sola do pés em nível de destruiçao que seus patroes nazi-sionistas fizeram em Gaza.
Cuidado aí, cara! Procure nao ser a 60a. vítima!
Outra: ô Faráo, você leu o meu post # 49 no Open thread de hoje? É em homenagem a você, Catulo, Ari e Chesterton Chupa-Cabra. Dê uma olhada…
Caramujo,
Israel usou a mesma linguagem do Hamas. Eles mandam homens-bomba, misseis e o que mais eles tiverem. Israel mandou o seu exercito. Mas o Hamas queria exatamente isso, tanto que manteve o ritmo de lançamento de misseis mesmo depois de ser bombardeado.
Aí vc e outros começaram a gritar e com isso o Hamas sentiu que atingiu seus objetivos.
Ou vc acha que o Hamas se importa com as suas crianças vivas? Criança viva não dá Ibope, já criança morta, até voce que nunca fez nada, se esperneia por eles.
E diferente do que voce pensa e escreve, eu queria mais é a paz entre Israel e todos os árabes, desde que eles também queiram. Caso contrário, cada um cuida dos seus interesses.
Um Likud no meio da reta dos palestinos vai faze-los lembrar de como eles eram felizes e não sabiam.
faraó,
Eu recomendo que você comece a parar de falar merda, afinal antes do Likud chegar no meio da reta do palestinos, ela irá enfiar no reto dos Israelenses.
Você não mora em Israel (já morou?), não precisa pagar 50% de impostos para sustentar o orçamento do governo, que como bem sabemos paga uma nota em Defesa.
Eu estava aqui me segurando quando você escreveu que “Israel usou a mesma linguagem do Hamas” - ou seja, terrorismo - mas essa do Likud passou dos limites.
Patrício, vai pro canto da sala e coloca o chapéu pois você está de castigo.
Ôpa, calma aí Credun Fas-de-conta!
O Faraó tem razao. Ele quer a paz, e eu também. Nunca advoguei a destruiçao de Israel, nunca neguei seu direito de existir, nunca neguei o holocausto e admiro muitos judeus humanistas, inclusive os jovens estudantes Shministin.
Sim, Israel fala a mesma linguagem de qualquer outro terrorista. Se nao, porquê o gueto de Gaza, a limpeza étnica, as colônias, a bantustizaçao, o roubo sistemáticos de terras palestinos, a destruiçao da economia palestina, de escolas, de universidades, etc. etc. etc.???? MUITO ANTES DE O HAMAS APARECER NO HORIZONTE. Pode explicar?? Você tem algum argumento sólido para defender o terrorismo praticado por Israel?
Quem está falando merda e merece ir de castigo para o fundo da sala é você. Com o Faraó pode-se argumentar, com você é impossível.
Peça desculpas ao Faraó, cara!
‘‘A ONU diz que o ataque foi feito do lado de fora da escola. Mas 40 e tantas pessoas morreram.’’
Conclusão: matar aula é perigoso.
Caramujo,
E passados 60 anos os Palestinos ainda estao vivos e sao mais numeros…
Que limpeza etnica de merda hein… Veja o caso da Turquia, veja o caso da Polonia, veja o caso da Iugoslavia…
Nao e a toa que voce reclama de nao ser possivel argumentar, voce afinal e irredutivel em suas conviccoes mesmo quando elas nao fazem o menor sentido.
Caramujo, volta pra jaula.
Finalmente a limpeza étnica será imposta aos palestinos. Todo palestino terá que tomar banho.
Mas só aqueles que puderem pagar ao Hamas os donativos roubados à ONU.
clique no nome.
“eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?eu não, disse?”
Se vc admitir que as bombas de fóforo foram uma putaria eu respondo. hehe
O que eu sempre disse é que o Carmujo tem uma visão frontal sobre o assunto. Não creio que tenha lido o artigo inteiro do Vladimir Safatle, que ele mesmo recomendou.
Um link para uma visão histórica da região. Leva só 90 segundos. Vamos ver se o Doria deixa passar.
http://www.mapsofwar.com/images/EMPIRE17.swf
Não sei como se faz para colar um lik ao nome.
Nada difícil. Mas continua aguardando moderação.
Há não muito tempo o PD produziu aqui um tópico sobre a possibilidade de os blogues da Internet tornarem-se uma alternativa séria de jornalismo e pediu que déssemos nossa opinião de como isso poderia acontecer. Bem, agora a resposta é fácil: não fazendo o que ele, o próprio PD, acabou de fazer, por aquilo que ele mesmo declarou ser “coisa do coração”.
Nosso maestro PD pega uma notícia do Haaretz, jornal israelense totalmente comprometido com a causa de Israel, e de um jornal canadense e transforma em declaração oficial da ONU. O tal de Gaylord virou secretário-geral.
Mas isso não é nada. Como se não bastasse atribuir à ONU uma declaração de um coordenador de ajuda humanitária, o PD distorce a própria notícia. Basta ler a notícia do imparcial Haaretz para ver que tudo o que o Gaylord disse é que o projétil explodiu fora da escola e não dentro. As pessoas morreram do mesmo jeito, mas a má pontaria do exército de Israel justifica tudo, claro.
Ah, e um oficial do exército de Israel declarou ser impossível dois projéteis de morteiros matarem 43 pessoas. Que tal ele testar a teoria jogando dois projéteis ao lado da escola dos filhos dele? Afinal, se tais projéteis são tão inofensivos, por que Israel os emprega?
Ficou mais do que claro que Israel não matou nenhum Palestino, nunca, jamais. Da mesma forma que é mais do que claro que os nazistas não mataram nenhum judeu, nunca, jamais. É, caro PD, assim você vai acabar bispo do Bento XVI.
teste
MOREI NO LIBANO E VI O QUE OS ISRAELENSES FAZIAM LA….
PORQUE TODOS QUEREM FAZER ISRAEL DE SANTOS E OS ARABES DE TERRORISTAS?
VAO VER O QUE OS SANTINHOS FAZEM!!!!!
DEPOIS DE A SUA OPINIAO
Cara…vc tem certeza do que esta falando?
E todas essas pessoas que morreram?Era tudo mentira?
Antes de publicar algo tenha certeza do que voce fala.ok?
Olá, gente, chego atrasado ao debate, menos para engrossar o grupo indignado com a defesa das indignidades e crimes de guerra de Israel por esse tal de Pedro Dória, e mais para “ovo-acionar” o berebento Reinaldo Azevedo. Um absurdo RA, também alcunhado de o Pivetão de Recados da Veja, ser tido e visto como jornalista por uma minoria retumbante de idiotas - depois destes comentários, explicarei porque o berebento está, mas não é jornalista. Antes e face à necessidade de alertar o País e o continente das tramas sionistas, também aclamadas, obviamente, pelos patrões do Pivetão, chamo a atenção para a crise da América Central, gerada, coincidentemente, a partir da implementação da política de aproximação de Televive aos países da América do Sul. Onde se encaixam, no golpe de estado em Honduras, o Negroponte dos “Contra”, a CIA, o Mossad e o interesse dos nazi-sionistas pela Amazônia e pela Patagônia argentina? Foi casual a presença de um observador israelense, Danny Ayalón, vice-ministro do Exterior de Israel, na última Assembléia Geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), realizada de 1º a 3 de junho passado na cidade hondurenha de San Pedro de Sula, cerca de três semanas antes da quartelada de Tegucigalpa? E o que esperar da visita do ultra-conservador Avigdor Liberman, ministro do Exterior de Israel, à América do Sul no intervalo entre a reunião da OEA e o golpe? Ele aqui esteve para reforçar o apoio isolado do Peru à instalação de novas bases militares dos EUA na Colômbia, para tecer intrigas contra Hugo Chaves e Cristina Kirchner - e para defender a queda de Chaves, Evo Morales e Rafael Correa na esteira de campanhas midiáticas de desmoralização dos governos populares da Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai. Israel, não se deve esquecer, único país a manter apoio irrestrito ao apartheid, até à queda do regime racista da África do Sul, foi o primeiro e, até o momento, único país a reconhecer a quadrilha de Michelleti como governante de Honduras.