Uma história do Hamas
A indignação de parte a parte é importante. E compreensível. Mas há vários sinais ocorrendo em Gaza que boa parte da cobertura jornalística não está pegando.
Por que, por exemplo, o Hizbolá não está atacando Israel do Líbano?
Por que o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, que por muito menos já ameaçou Israel das piores formas, anda tão ameno em seus discursos das últimas semanas? (Diz que o Hamas está ficando mais forte e não passa disso.)
Precisamos compreender o Hamas: de onde vem, e o que é hoje.
Israel informa que está atacando o Hamas, em Gaza, neste momento. As vítimas, no entanto, são palestinos. Morrem às centenas. Alguns – muitos – não têm qualquer ligação com o Hamas. Mas como declaradamente o ataque é ao Hamas, aqueles que tomam as dores das vítimas defendem o Hamas; e aqueles cujo coração bate por Israel sugerem que quase todos os mortos são do grupo.
O Hamas, no entanto, não representa todos os palestinos. A se contar as pesquisas eleitorais de dezembro, em 2009 46% dos eleitores em Gaza planejavam votar no Fatah e apenas 32% no Hamas. Levando-se em conta também os eleitores na Cisjordânia, a outra parte da futura Palestina, a derrota eleitoral do Hamas seria de acachapantes 42 a 28%.
O que é, então, o Hamas?
É o grupo que, durante muito tempo, recebeu dinheiro da Arábia Saudita. É o grupo que durante anos foi parcialmente financiado por Saddam Hussein. São aqueles que se sustentam, hoje, com o dinheiro do Irã.
Mas, antes de tudo isso, é o grupo financiado de nascença por Israel. E esta que segue é sua história.
O Hamas
Em árabe, a palavra quer dizer zelo e serve de acrônimo para a sigla Movimento de Resistência Islâmica. Seu berço ideológico é um grupo árabe dos anos 40, fundado no Egito, chamado Irmandade Muçulmana. Durante sua existência, a Irmandade misturou o discurso nacionalista com o religioso, em oposição ao nacionalismo laico que daria origem aos partidos Baath na Síria, Iraque e outros países dali. A Irmandade atentou contra a vida do presidente egípcio Gamal Abdul I-Nasser e assassinou o sucessor, Anwar Sadat.
O Hamas nasceu em 1988, nos territórios ocupados por Israel, como braço armado da Irmandade pouco antes da primeira Intifada. Até aquela Intifada, havia sido financiado por Israel. Estimulado por Israel. A crença era de que, incentivando um movimento religioso, seria construída uma forte oposição à Organização pela Libertação da Palestina (OLP) de Yasser Arafat. A crença dos líderes políticos em Israel é que, se estivessem ocupados com religião, os palestinos não lutariam. Era outro mundo e outro tempo. Antes do acordo de Oslo, antes de Yitzhak Rabin e Arafat apertarem suas mãos nos jardins da Casa Branca. Muito antes de o Fatah, nascido da OLP, ser o aliado com quem a paz parece mais plausível.
Em 2003, antes de chegar ao governo, o orçamento anual do Hamas girava entre 40 a 70 milhões de dólares, angariados por caridades no ocidente entre árabes no exílio e governos vários no Golfo Pérsico, principalmente a Arábia Saudita. Investiam quase tudo em creches, escolas, hospitais e mesquitas caras à enorme parcela pobre da população. Sua segunda atividade eram os serviços de inteligência, uma espécie de polícia secreta que ainda hoje persegue palestinos acusados de cooperar com o governo israelense e blasfemar contra o Coorão. Bate, tortura, às vezes mata.
O braço terrorista, embora mais famoso, sempre recebeu pouco dinheiro. É barato.
A base que elegeu o Hamas para o governo palestino, em 2006, veio por intermédio de fisiologismo político – aquele que oferece à população os serviços que o Estado não garante – e a boa e velha exploração do ódio ao inimigo externo. O muito citado e pouco lido documento que serve de doutrina ao grupo, assinado em 18 de agosto de 1988, não prega apenas que haverá ‘um dia do Julgamento Final no qual muçulmanos matarão todos os judeus, que se esconderão atrás de pedras e árvores, e as pedras e árvores acusarão ó, muçulmano, cá atrás está um judeu’. Baseado numa ideologia confusa, racista e com uma boa queda por teorias conspiratórias, o mesmo documento enxerga no Sionismo o responsável por vários dos males do mundo. Dentre tais males, os ideólogos do Hamas citam a Revolução Francesa, a Revolução Russa de 1917, o Rotary Club e a Maçonaria.
Segundo o Council of Foreign Relations, de Nova York, o Hamas está por trás de pelo menos 350 atentados terroristas distintos desde 1993 que custaram a vida de mais de 500 pessoas, dentre eles árabes. Em 1996, quando o Partido Trabalhista no poder israelense ainda tentava consolidar um acordo de paz como o Fatah, uma série de atentados do Hamas o fizeram parecer fraco. O resultado foi a eleição do candidato da direita do Likud, Benjamin Netanyahu. Foi também após outra série de atentados do Hamas, entre 2001 e 2003, que Israel decidiu construir o muro que separa o país dos territórios ocupados na Cisjordânia. Esta mesma segunda série de atentados tiveram por outra conseqüência a adoção israelense da política de assassinatos seletivos. A vítima mais famosa, em 2004, foi o líder supremo do Hamas, o sheik Ahmed Yassin, um homem paralítico e cego, inspirador de inúmeras mortes.
Seu assassinato apenas fortaleceu o Hamas.
Israel costuma ser eficiente no campo de batalha, mas de todo inepta no planejamento político das batalhas que decide lutar. No longo prazo, à direita e à esquerda, são não apenas incompetentes em planejamento estratégico como seu governo reage com freqüência sem pensar nas conseqüências de seus atos. Esta, no entanto, é uma história do Hamas. E não é possível contar a história do Hamas sem seu próprio rastro de sangue.
Em 2005, o Hamas decidiu disputar as eleições da Autoridade Palestina e, em janeiro de 2006, as venceu. Não foi apenas o sucesso de seu fisiologismo concentrado nas regiões extremamente pobres de Gaza. Até lá, a Autoridade Palestina vinha sendo governada pelo Fatah que demonstrava indecisão, incompetência gerencial e uma profunda tendência à corrupção. Causou surpresa a eleição do Hamas – mas não devia. À direita, alguns comentaristas sugeriram que ali estava uma prova de que muçulmanos não eram capazes de lidar com democracia. Escolheriam sempre os radicais. Talvez a lição fosse outra: perante um mau governo, o povo que pode escolher o substitui pela oposição.
No governo, Ismail Haniyeh, líder do Hamas, descobriu que política era uma arte mais difícil do que esperava. Costurar uma coligação com o Fatah para montar seu gabinete foi extremamente difícil. Por um ano, governou de forma hesitante, com um partido bloqueando o outro politicamente enquanto Israel seguia com a política agressiva de muros e cercas. Em dezembro de 2006, policiais ligados ao Fatah, na Cisjordânia, abriram fogo contra uma passeata do Hamas. A luta armada entre palestinos se estendeu até fevereiro, quando um cessar-fogo foi acordado por intermédio saudita. Não durou: em maio, pelo menos 50 palestinos morreram em Gaza nos choques entre militantes de um grupo e do outro. Enquanto lutava contra seus rivais internos, o Hamas disparava foguetes contra Israel. Os israelenses retrucaram. Sob fogo, o Hamas cercou em 10 de junho o prédio administrativo do Fatah em Gaza, a guerra civil estourou, Israel fechou as fronteiras. No final, Gaza estava tomada pelo Hamas e o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, destituiu Haniyeh do cargo de premiê.
Segundo a constituição provisória da AP, o presidente tem de fato este poder quando um gabinete não parece conseguir governar – e as circunstâncias, uma tentativa de golpe, pareciam sugerir tal necessidade. O presidente também pode, como fez Abbas na seqüência, indicar um novo primeiro ministro. Mas ele não pode impor este nome ao Conselho Legislativo da Palestina. O Parlamento deve aprová-lo. Enquanto um novo nome não passa, o premiê anterior segue interino. Abbas ignorou a Constituição porque não conseguiria a aprovação no parlamento rachado. É nesta situação, dividida, que a Palestina se encontra hoje.
Desde 2001, às vezes com mais freqüência, às vezes com menos, o Hamas vem lançando foguetes Qassam contra Israel. Morreram 15 pessoas até hoje por conta deles. São poucas vítimas porque Israel aponta radares para detectá-los e sirenes altas alertam aqueles na região onde vão cair. É cotidiano tenso que, se não mata pelo fogo, tira pelo estresse uma boa década de vida. Os Qassam são foguetes domésticos fabricados com tubos de aço e explosivos em geral à base de fertilizantes.
Segundo a Human Rights Watch, talvez a organização mais isenta na avaliação de conflitos internacionais, o histórico do Hamas é de esconder armamento em localidades civis. A HRW também acusa o grupo de disparar contra o exército de Israel do meio de agrupamentos civis, atraindo fogo para vítimas indefesas. O que a ong não confirma é a acusação israelense de que o Hamas usa crianças como escudo. Acontece que Gaza é densamente povoada e crianças estão por toda parte. Sob artilharia pesada, sua morte é inevitável. Israel, de inocente, não tem nada. Tem histórico de ter matado homens feridos sob sua guarda e de disparar contra agrupamentos mistos de civis e militantes sem piscar. O ataque à escola da ONU, que deixou pelo menos 40 mortos, é só o mais gritante deste momento.
Neste período, o Hamas vem sendo financiado cada vez mais pelo governo xiita do Irã. A ligação provoca dúvidas em seus vizinhos árabes: sauditas e egípcios não têm qualquer amor pelo grupo atualmente. Arábia Saudita e Irã disputam há anos, com suas vertentes distintas do Islã, influência nas ruas do Oriente Médio. O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad investe particularmente no ódio generalizado a Israel. Em 2006, sustentou financeiramente o Hizbolá, no Líbano. A guerra custou, ao Irã, um bilhão de dólares, postos nas mãos do sheik Hassan Nasrallah, líder do Hizbolá, que indenizou quem perdeu casa ou familiares. Após a ofensiva israelense, o Hizbolá estava mais forte e saiu mais querido pelos libaneses.
E aí encontra-se o maior problema do Hamas no conflito atual: no Irã, o desemprego atualmente é de 35% entre aqueles com menos de 30 anos. A crise econômica está forte no país, que aguarda ansioso alguma ajuda de FMI e Banco Mundial. Com a queda do preço do petróleo, os fundos são parcos. Ahmadinejad pode vencer eleitoralmente por conta da invasão de Gaza, mas não tem dinheiro e para continuar governando precisará de empréstimos internacionais. O que faz do Líbano em 2006 diferente de Gaza em 2009 é o preço do barril de petróleo.
Mas isto não quer dizer que a causa esteja perdida para o Hamas. Se, após a ofensiva, ele continuar de pé, já terá vencido. David terá resistido a Golias. E, mesmo que não fosse representativo dos anseios palestinos apenas um mês atrás, o governo de Israel terá, ao custo de muito sangue, fortalecido politicamente dois de seus piores inimigos.
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Israel promove uma guerra de extermínio. Falaram na carta de intenções do Hamas. E qual a intenção de Israel? O que o Hamas fez publicamente, Israel o faz por escuso. O raciocínio é: se o Hamas fosse Israel, faria o mesmo, ou pior (no que se refere à população civil). Então, por suposição, Israel tem o direito de fazê-lo. Tá certo. As imagens são chocantes. São crianças indefesas. Mas é a guerra… é a guerra! Tudo pela guerra! E como disse o Bruster: o resto que se f…
Gaza tem 20km2 com 1.500.000 de pessoas.
Isso dá 75.000 pessoas/km2.
Em 15 dias de guerra morreram 800 pessoas (incluindo os milicianos).
Isso corresponde a 0,00053% da população.
Então temos 3 opções:
1) ou os palestinos correm pra cacete.
2) ou a mira dos isralenses está descalibrada.
3) ou aqui só tem mentiroso, que não sabe o que é genocídio, holocausto e essas coisas que a imprensa gosta de escrever.
Eu quero saber é das crianças mortas! E as crianças mortas! Qual é o raciocínio que justifica esse morticínio? 0,53%, 1%, 100%, não se resume a isso. O homem não é estatística, é sentimento. Morta uma criança, parte do mundo vai com ela!
Será que tudo isso só vai parar de se justificar quando morrerem 6 milhões de palestinos?!
Zbigniew,
Tambem concordo com isso, mas essa pergunta deveria ser respondida pelo Hamas. Cabe ao Hamas zelar pelos palestinos de Gaza. Enquanto eles continuarem jogando foguetes em Israel, eles acham que a guerra vale a pena.
Enquanto eles odiarem os isralenses mais do que amam suas crianças a guerra não acaba.
A guerra começou por causa dos misseis palestinos, lembra? Com certeza vai acabar quando acabarem os misseis palestinos. Cabe ao Hamas dizer quando.
Deixe de ser hipócrita e faça a pergunta direito.
Seu povo chora.
faraó.
Como é que “um bando de árabes expulsos de sua terra” se multiplicaram em 1,5 milhão em apenas 60 anos?!
http://www.thenation.com/doc/20090112/al_arian
Esse Faraó as vezes fede……
que cérebro doentio!
Este fórum de discussão mais parece as terras áridas da região do conflito. É estéril. Isto aqui mais parece uma Torre de Babel. Cada um fala o que quer e ninguém abre mão de suas visões cegas e apaixonadas. Daqui a pouco vai haver disparos de alguns radicais, de ambos os lados, a exemplo do praticado pelo ódio milenar entre árabes e judeus.
Xô! Tô fora!
Contudo, com o espírito elevado, torço e rezo pela PAZ entre estes povos irmãos (está na Bíblia). E defendo a criação do Estado da Palestina. Da mesma forma que foi criado o Estado de Israel. Basta modificar o CS da ONU e incluir novos países (Brasil inclusive) e retirar o poder de veto unilateral.
Ninguém responde! Hipócrita?! Por chorar pelas rosas de hiroshima, pelas rosas de Auschwitz, pelas rosas de Basan, pelas rosas palestinas?! Isso é hipocrisia?!
Vou lhe dizer o que é hipocrisia: é justificar toda forma de guerra! Isso é hipocrisia!
E eu acuso! Todo aquele que justifique qualquer forma de guerra tem o sangue dos inocentes nas suas mãos!
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada
Nada, absolutamente nada, justifica esse horror!
(…) Sim, até nas guerras – e sobretudo nas guerras – é preciso pensar também no outro lado. Saber que “crianças do sul” não significa apenas as crianças de Sderot, mas também as crianças de Beit Hanun, cujo destino é imensuravelmente mais amargo.
Nos encolher de vergonha e de culpa, à vista do Hospital Shifa não é traição: é sinal de que somos humanos. É sinal de que Israel conserva sua humanidade básica. É imperioso preocupar-se com o destino daquelas crianças, perguntar se é inevitável aquele sofrimento, se é justo, moral, legítimo. Perguntar se as coisas poderiam ter sido feitas de outro modo. Perguntar se não teria sido mais certo tentar outra linguagem, que não fosse a linguagem da violência, da força, que Israel invoca, sempre, rotineiramente, como a única linguagem que somos capazes de usar, a única que somos competentes para articular, como se nem soubéssemos que há outras.(…)
De Gideon Levy (Haaretz)
Suas crianças imploram.
faraó
Suas crianças imploram.
faraó.
Suas crianças imploram.
faraó
Se o povo palestino é quem mais sofre com os misseis do Hamas, POR QUE O HAMAS NÃO PARA DE ATIRAR OS MÍSSEIS ? ? ? ? ?
Hamas, ouça os esquerdinhas mundo afora e pare de encher o saco ! ! ! !
Teu povo chora.
os misseis continuam…..
Hamas não aceita tropas da ONU na faixa de Gaza.
Al Jazeera informa:
Hamas has said that the Gaza war has put an end to chances of negotiations with Israel, calling on Arabs to pressure Tel Aviv to seize its attacks on the Gaza Strip.
“Ora! O que esses cães queriam?! Que nossos mísseis fossem teleguiados?! Danem-se! Por que existem?! Por que insistem em existir?! Se seus filhos morrem é por culpa deles! Porque todos são filhos do Hamas.” Toda solução final pede um motivo, ainda que seja a antítese de tudo que acreditamos, ainda que seja a afirmação de uma mentira bem trabalhada. A barbárie, fruto da ingnorância e da imaturidade civilizatória, nos leva para os recônditos escuros da alma, nos reduz a canibais. Não! Pior do que isso! Porque até os canibais se negariam a se alimentar da carne dos anjos.
Faraó no # 273:
Sua argumentaçao intelectual é obscurecida, e mesmo anulada, pelo seu racismo, ignorancia e radicalismo demonstrados aqui nese blog. Você nao passa de mais um fundamentalista, um ultra-sionista ultrapasado. Nao vejo diferença entre seu fundamentalismo brega e o fundamentalismo de qualquer terrorista muçulmano. Ao ler seus comentários frenéticos e racistas por aqui, se você tivesse a chance de ser um soldado israelense, nao há dúvida que estraçalharia qualquer civil palestino que tivesse o azar de cruzar seu caminho.
Seus argumentos sao infntis. Intelectualmente, você é nulo.
Além disso, esta carnificina perpetrada em Gaza, exclusivamente para fins eleitorais, nao eliminará politicamente o Hamas, como a carnificina no Líbano nao eliminou - pelo contrário, reforçou politicamente e militarmente - o Hesbolá.
O estado terrorista de Israel sonha em technicolor imaginando que riscará o Hamas do mapa. O estado terrorista de Israel faz limpeza étnica desde 1948, mas nunca conseguirá quebrar a espinha do povo palestino. Uri Avnery denuncia o guetto de Gaza como sendo uma “experimentaçao científica” apoiada pelos EUA e países europeus, a saber até quando um povo pode suportar o terror contínuo exercido sobre ele, até quando a espinha dorsal se quebrará. Isto vindo diretamente da boca de um dos fundadores do estado de Israel, que participou ele próprio, na juventude, da limpeza étnica conduzida pelos movimentos terrroristas israelenses! Há muito Uri Avnery denuncia o extermínio do povo palestino e defende a criaçao de um estado palestino, uma causa que o establisment judeu tem lutado contra, usando de todos os meios abjetos ao seu dispor. O fato é que existe pouca diferença entre a Alemanha Nazista e o estado terrorista de Israel.
Só um cabeça-de-bagre racista como esse tal de Faraó nao consegue enxergar, ou se recusa a aceitar - visto que intelectualmente deficiente - este fato. Limpeza étnica, extermínio a fogo bando, eis a verdade!
Viva o povo palestino! Ser solidário com este povo massacrado, perseguido, torturado, terrorizado e abandonado desde 1948 é dever de todo humanista que se preze e que saiba pensar por si mesmo. Os carrascos nunca venceram e nunca vencerao! Nao obstante os fundamentalistas ultra-sionistas e racistas que infestam este blog.
A pergunta não é sobre terroristas.
A pergunta certa é: enquanto houverem muçulmanos e judeus haverá paz?
Quem um dia foi faxinado, tem se tornado nas últimas décadas em fixinador étnico mor.
Caramujo,
2 comentarios seus, depois de 50 outros comments, pra dizer que sou isso tudo que vc falou de mim… sei não.
Imagina se eu fosse um pouquinho mais “qualificado”; vc ia pedir pra eu enfiar o Qassam em vc né?
Cade os lideres dessa cambada de covardes do Hamas? Fugiram pro Egito? Estão disfarçados de camelos? Estão disfarçados de cadáveres? Aprenderam a nadar e estão chegando no Chipre? Aliás desses “líderes” todos que eles tinham, deve estar faltando só um ou dois pra acabar com essa raça de ratazanas.
Fala aí caramujo, quem é o nulo do pedaço????
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Alguem que entende de equipamento militar, explica qual é a polêmica que tá rolando a respeito de utilização de fósforo branco pelo exército israelense?
Caramujo,
Liga não. Os Faraós foram extintos. O “faraó” também será!
?
Porque morrem os anjos? (Da série hipocrisia por falar em criança assassinadas).
“É verdade que o Hamas é fundamentalista e que sua carta de fundação, de 1988, pede o fim do Estado de Israel. Mas convém lembrar que partidos israelenses pedem a anexação definitiva dos territórios ocupados palestinos e a expulsão dos seus habitantes, e que mapas de Israel oficialmente disponibilizados no site do Ministério das Relações Exteriories (por exemplo em: http://www.mfa.gov.il/MFA/Facts+About+Israel/Land/THE+LAND=Geography+and+Climate.htm) de Tzip Livni dão esse programa por realizado e incluem Cisjordânia e Gaza no território israelense sem qualquer ressalva. (…)”
Este é apenas um excerto da matéria da Carta Capital, que está muito bem escrita e equilibrada. Faz uma análise muito boa, principalmente no que se refere à disputa política entre a direita e a extrema-direita israelense e seus desdobramentos sobre o morticínio.
Faraó, cabecinha-de-bagre. Vosmecê é um anao intelectual. A prova já está feita, por você mesmo.
Cuidado aí para nao explodir de ódio, menininho vadio!
[...] Leio muito, vejo muitas notícias na TV a respeito, mas não consigo racioncinar ao ponto de elaborar um texto que consiga exprimir toda a minha indignação sobre a falta de humanidade do governo Israelense e da intansigência do Hamas. [...]
“O homen é um ser racional”
Bom,,isto até que o vírus da insanidade começa a agir, levando o homen negociar a ‘ètica’.
Então ela (a ética) passa a estar condicionada ao tempo e ao espaço,ou seja tudo passa a ser relativo.
Então esse retrocesso passa ser comungado por uma nação inteira,em contrapartida à outras.
É,,outras nações também negociaram sua ética.
Conclusão:
Como a ética é inegociavel, onde ela não existe não há certo nem o errado, prevalecendo a lei do mais forte, o que demonstra que a humanidade está no mesmo estágio desde a idade das pedras.
Só trocou a pedra pela bomba atômica.
o comentário do Chesterton é preciso, estão culpando o estuprado mesmo! No que se refere a Davi e Golias, o autor inverteu os fatos.
Clínica da Cáritas em Gaza é destruída por bombardeio israelense
Situação «desumana e criminosa», denuncia o pároco local
JERUSALÉM, segunda-feira, 12 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Um dos pontos de atenção médica que a organização católica Cáritas Jerusalém mantém na Faixa de Gaza foi destruído na sexta-feira passada, durante um bombardeio israelense.
Foi o que confirmou a Cáritas Internacional nesta segunda-feira, através de um comunicado com o qual anunciou também um apelo de emergência através da rede Cáritas para enviar ajuda humanitária urgente à região.
A clínica, no distrito de Al Maghazi, foi completamente destruída pelos bombardeios, junto com aproximadamente 20 moradias. Graças a que as famílias da área haviam se refugiado em várias escolas do distrito, não houve feridos, afirma a nota.
Das 884 vítimas mortais contabilizadas até agora neste conflito, 12 eram da equipe médica e 275 eram crianças.
Até este momento, a Cáritas mantém outras cinco clínicas ativas na Faixa. A Cáritas Jerusalém alertou sobre a dificuldade de conseguir fornecimento de alimentos e medicamentos. A intenção é prover serviços médicos através dos centros da Cáritas, assim como uma clínica móvel que ajude os hospitais de Gaza a atender os feridos.
No total, a Cáritas Jerusalém previu uma quantidade de mais de 1,5 milhão de euros, para proporcionar, além de material médico e ambulâncias, kits higiênicos, alimentos e cobertores para até 4 mil famílias.
Em algumas declarações telefônicas recolhidas pela Cáritas, o pároco de Gaza, Pe. Manuel Musallam, afirma que a situação é «inumana e criminosa».
«Há um grande pânico em todas as partes. De dia e de noite o pranto das crianças penetra por toda parte. As pessoas não dormem. Perderam tudo.»
O sacerdote explicou que cerca de 70 mil pessoas «estão vivendo nas escolas. Quem continua em casa vive nos banheiros e nas escadas pelo medo dos estouros dos vidros. Aqui não há água e acabou o diesel para o gerador que permitia que as pessoas cozinhassem».
«Há cadáveres nas ruas. Nas clínicas fazem operações no chão. Uma mulher grávida recebeu um tiro enquanto ia à clínica para dar à luz; tentaram salvar o bebê, mas ele também havia morrido», detalhou o pároco.
Guerra é guerra e infelizmente, sempre morrem inocentes,dos dois lados do conflito. Os atuais territórios ocupados por Israel,foram conquistados numa covarde guerra de cinco países árabes contra o pequeno estado judeu,em 1967. Os “palestinos”, são árabes,que recusaram 82% do território que a ONU lhes ofereceu,em contrapartida a apenas 18% oferecidos a Israel,que de bom grado aceitou o pequeno pedaço de terra e o fêz prosperar. A intransigência dos árabes é a causa de todo esse conflito.Judeus não enviam homens-bomba , assassinando civis num supermercado ou restaurante.Judeus até hoje trabalham duro nos 18 % de terra que receberam para seguirem seu curso de vida. Os árabes “palestinos”, na verdade, são usados como massa de manobra para que os países árabes (entenda-se mulçulmanos) usem Israel como pretexto de ser invadido e exterminado, como apregoam descaradamente. Israel,sim, é atacado tanto no norte,pelo Hezbolah,quanto no sul pelo Hamas.
O que qualquer país faria? Iria se defender, atacando a origem dos foguetes, que é propositalmente instalada pela militância palestina armada,em áreas civis densamente povoadas, para que estes civis, sejam massacrados e com isso, mover a opinião pública contra Israel, afinal, “como o mundo pode assistir ao massacre de palestinos”? Estes mesmos palestinos, apoiam,sim, a militância dos terroristas e desejam a destruição do estado judeu. Como pode um judeu aceitar que alguém decida que ele não pode existir? A verdade dos fatos é distorcida por desinformação e preconceito,contra o povo judeu,que tem todo o direito a se defender,sim,contra um inimigo que jura publicamente exterminá-los. Os árabes estão colhendo o que plantaram com a sua intransigência: guerra,morte e sofrimento.
A questão não é a terra para a criação de um estado palestino, mas a existência física do povo judeu. Mesmo que Israel fosse reduzido a um quilômetro quadrado,os árabes “palestinos” ainda assim iriam querer mais terra,para criar o “estado palestino”,e assim seria possível a paz com Israel.A paz é possível,sim. Cabe aos palestinos deixarem sua arrogância de achar que os judeus não devem existir.Quem os árabes “palestinos” pensam que são?
PD,
O post é excelente! Mas o Hamas já não tem usado só Qassam. Já tiveram casos de Scuds também. O que torna o ataque bem mais perigoso.
Infelizmente a origem desse conflito não é uma questão de terras, mas o simples fato da existência dos judeus. De acordo com textos do livro sagrado dos muçulmanos,o Alcorão, os judeus, os cristãos e os não muçulmanos, chamados de infiéis, devem ser mortos.Como pode um livro “sagrado” pregar o extermínio de seres humanos? É lamentável, mas pelo menos os muçulmanos são “coerentes” com os escritos de seu livro “sagrado”. O Deus dos judeus ama os judeus e os tem preservado milagrosamente como povo até o dia de hoje.Basta lembrar que Israel sempre vence as guerras, cada vez que é covardemente atacado pelos países árabes.Já o deus dos muçulmanos odeia os judeus e os não-muçulmanos, e deseja seu extermínio.A paz é possível,sim.Mas com essa doutrina de extinção pregada pelos escritos do livro “sagrado” dos mulçulmanos, fica difícil. E quando Israel é atacado, tem que se defender e tem que de alguma forma impedir que seus inimigos árabes em volta, se armem, para que sua existência física esteja garantida. Infelizmente morrem inocentes dos dois lados do conflito.Mortes que poderiam ser evitadas,não fosse a intransigência e o ódio dos árabes “palestinos”.O ocidente reage favoravelmente à causa “palestina” ,porque depende do petróleo das nações árabes.Daí esse impasse, que sempre coloca Israel como o grande “culpado”, “o agressor”, “a nação terrorista”.É incrível como a verdade é distorcida.Os papéis se invertem.A situação vai chegar até o ponto em que,o clímax disso tudo, segundo as profecias bíblicas do Antigo Testamento , “as nações do mundo inteiro marcharão contra Israel”, acreditem ou não.Nessa ocasião futura, o escape de Israel não será através de um exército humano ou acordo político,mas a intervenção sobrenatural do seu Messias rejeitado lá naquela época distante, Jesus Cristo. Alguns podem até debochar e escarnecer disso.Não importa.O fato é que, acreditem ou não, muitas profecias bíblicas do Antigo Testamento se cumpriram e ainda existem muitas a serem cumpridas, principalmente essa.Ou seja,o Deus da Bíblia existe,é verdadeiro e a Sua Palavra se cumpre. Como dizem por aí, “quem viver,verá…”
Caro Pedro Doria
Parabéns pelo espaço democrático de seu blog.
Obrigado pela oportunidade de expressão.
Cordialmente
Maltzher
Terça-feira, 13 janeiro 2009
Caro Maltzher,
Parece que você tomou maltzherbier com chucrute. A história não é bem assim. Você está invertendo tudo. A ganância territorial do estado judeu é que leva às guerras. Israel não possui mais os “18%” do território original desde sua criação. Israel invadiu e anexou territórios de vários países árabes, apoiados sempre pelos EUA (colinas de Golan, Monte Sinai, nascente do Rio Jordão, etc). Seu imperialismo expansionista estimula colonos judeus a ocuparem novas terras, transformando-se em assentamentos para num futuro ser novamente anexado ao seu território expandido.
Faça o favor! Não reconte a história do seu modo. Deixe que a História se conte pelos verdadeiros fatos.
No entanto, não defendo o radicalismo do Hamas. São suicidas e inconsequentes. Tão lunáticos quanto muitos que alcançam o poder em Israel.
A paz como a desejamos é inimaginável (como a existente na América do Sul por exemplo) numa região historicamente em conflitos, desde os tempos bíblicos. Mas uma paz mais duradoura é possível, sim. E somente será alcançada com a criação definitiva do estado da Palestina.
Desculpe a brincadeira com seu nome e a cerveja escura adocicada da Ambev. Não resisti pelo trocadilho fácil. A propósito, um brinde pela paz!
Bispos e crianças de Belém em marcha pela paz em Gaza
«Comecemos hoje mais uma vez, carregando a cruz do amor e da justiça», diz o patriarca latino
Por Nieves San Martín
BELÉM, terça-feira, 13 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- O patriarca latino de Jerusalém e bispos do mundo dirigiram uma marcha pela paz em Belém, da qual participaram cerca de 800 crianças, oferecendo orações pelas vítimas inocentes do conflito em Gaza.
Sua Beatitude Fouad Twal presidiu o ato, no domingo, 11 de janeiro, junto aos bispos da América e da Europa, assim como de importantes instituições católicas do mundo que, como todos os anos nesta data, visitam a Terra Santa para promover a solidariedade com as comunidades cristãs locais e compartilhar a vida pastoral da Igreja local, que vive sob intensa pressão política e sócio-econômica.
No final da procissão, o patriarca deu as boas vindas aos participantes na cidade natal de Jesus, «nestes dias em que somos testemunhas do horror de Gaza, e digo convosco: a violência, venha de onde vier, e tome a forma que tomar, deve ser condenada».
«Enquanto estamos aqui reunidos em nome e no espírito do Príncipe da Paz, a criança que nasceu para ser luz do mundo e esperança de cada ser humano, quero nesta oportunidade condenar a violência no Oriente Médio, e de modo especial os ataques na Faixa de Gaza.»
«O nascimento do menino Jesus no humilde estábulo de Belém – acrescentou –, tão frágil e indefeso, nos leva naturalmente a pensar na situação de Gaza, onde nas últimas duas semanas fomos testemunhas de uma nova explosão de violência. Esta violência causou uma enorme perda de vida e a destruição de casas, escolas e instituições, produzindo imensos danos e trazendo um terrível sofrimento para a população civil, especialmente para muitas crianças inocentes.»
O patriarca latino advertiu sobre a tentação da violência, «porque parece que ela resolveria nossos problemas». «É uma falsa esperança – assegurou. Esta explosão de violência só traz complicações na busca de uma solução justa ao conflito, fervorosamente desejada pelo povo desta terra e inclusive do mundo.»
Recordou que «o período sempre traz alegria e esperança» e exortou a iniciar o Ano Novo «com a esperança de que a paz está no horizonte do mundo, na Palestina e em Israel».
Disse sentir-se, junto a seu povo, reforçado em suas orações e esperança de paz «pelas enérgicas palavras de nosso Santo Padre Bento XVI» de quem citou estas palavras: «Mais uma vez, eu gostaria de repetir que a alternativa militar não é a solução e que a violência, de onde quer que provenha e qualquer que seja sua forma, deve ser firmemente condenada. Expresso minha esperança em que, com o decisivo empenho da comunidade internacional, se restabelecerá o cessar-fogo na Faixa de Gaza, condição indispensável para restaurar condições de vida aceitáveis para a população, e de que se reiniciem as negociações de paz, com a rejeição dos odiosos atos de provocação e o uso das armas».
«Ainda que Jesus tenha nascido aqui, teve uma missão significativa para o mundo inteiro – destacou o patriarca Twal. Assim, também os problemas da nossa Terra Santa requerem uma aproximação que vai muito além das nossas fronteiras», sublinhou o patriarca Twal. E afirmou que «exigirão a adoção de um enfoque global aos problemas destes países, que respeite as aspirações e os interesses legítimos de todas as partes».
«Somos um povo que sofreu e continua sofrendo pela violência há 60 anos», afirmou. Ainda que, disse, «também renascemos como filhos de Deus, cujo Filho veio e sofreu de tal maneira, que todos podemos esperar em sua vitória. Nosso pensamento e oração se dirigem não só ao povo da Terra Santa, mas também àqueles de outras terras que estão sofrendo discriminação por razão de sua etnia ou religião».
Ele se referiu às «terríveis imagens do povo que sofre em nossa terra, especialmente às imagens das menores vítimas em Gaza», que «abriram fontes de compaixão entre nós».
«Em nome de Deus, que mostrou sua compaixão sacrificando seu Filho por nós, vemos o sofrimento em todas as parte», afirmou o patriarca, elevando sua voz «em defesa das crianças que, vinte anos depois da adoção da Convenção dos Direitos das Crianças, continuam sendo vulneráveis, precisam de assistência humanitária e, sobretudo, foram privadas de seus direitos e dignidade mais elementares».
«Não somos líderes políticos – declarou –, mas enquanto pedimos que Cristo venha a nossos corações para reforçar em nós a esperança e a fé, assumimos a missão de Cristo que não sabe de fronteiras ou confins.»
«Que nosso amor, sacrifícios e orações – exortou – levem os líderes políticos a construírem uma civilização de amor, reconciliação e segurança para todos.»
Certamente, afirmou, «a lista de horrores e sofrimentos é interminável. Contudo, a resposta a todo este sofrimento nasceu aqui e começa novamente hoje conosco, aqui na Terra Santa».
E pediu «que a missão de Cristo menino, nascido para testificar por meio da cruz a compaixão de Deus, se renove hoje em nós».
«Que a presença destas crianças aqui entre nós hoje – exortou – nos recorde que nossa fraqueza e nossa pobreza não são um limite, porque o Salvador do mundo não veio em meio ao poder mundano, mas na fragilidade. Hoje nós alcançamos a vitória na presença de Cristo ressuscitado, que nos deu e compartilhou sua vitória mediante o perdão de nossos pecados e a comunhão com seu Pai, mediante nossa comunhão com toda a humanidade, especialmente os pobres, os que sofrem e os perseguidos».
«Precisamos abraçar e anunciar esta vitória – disse; e depois, levá-la ao mundo.» E convidou a começar «hoje, em nossas famílias e povos, tomando uma vez mais a cruz do amor e da justiça, e tomá-la por todos aqueles que procuram a vitória do amor de Deus, onde quer que estejam. Que todos aqueles que sofrem, onde quer que estejam, mas especialmente nestes dias e nestas terras, vejam nosso amor, compromisso e solidariedade para com eles, em nome de nosso salvador Jesus Cristo».
«Senhor, Príncipe da Paz – concluiu –, dai-nos a paz que o mundo, a violência e a ocupação não podem nos dar. Senhor, continuamos acreditando em que vossa misericórdia reforçará nossa fé.»
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veja no meu Blog uma nova e importante interpretação da realidade no médio oriente!!!
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*Enquanto não avaliarem o acontecido no sentido místico do fato, quem recebe a informaçom, inocentes seguirão sendo dublês, onde o atingido de fato está meditando dentro desse corpo o qual deixa de ser inocente. Sei que é complexo!
Hare Krishna !
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009 21:49:33
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Pedro ,parabens pelo seu comentario sobre a origem do ramas.Bastante interessante !!
É Hamas e não Ramas . falou Teixeira
Ótimo artigo PD. Gostei muito dos comentários e até mesmo da comparação morte-vida(Brasil-Hamas) do Theó apesar de não ter como comparar devido as causas dessas mortes serem completamente diferentes.Mentira, no fundo é tudo fruto de uma grande estupidez….Sobre o Hamas tenho a sensação que isso não terá fim, que pessoas irão morrer sempre nesses territórios por simplesmente haver uma diferença absurda entre oriente e ocidente.A forma que resolveríamos essas situações aqui são diferentes das formas como se resolvem por lá. É um outro recorte de sociedade, de pensar e de existir.Claro, que a cópula mundial não deve ficar indiferente mas pensar em paz nesse contexto….pra mim, é díficil.
O estado de Israel nunca existiu e nunca irá existir deve ser extinto , o estado de Israel é a prova de que os homens são arrogantes e outros bobos por acreditarem em tudo que a mídia põe em frente dos seus olhos. Quero paz mas uma paz com a verdade encaixada nela.
[...] interna da Autoridade Palestina, os palestinos votaram pela saída da OLP do governo dando ao Hamas os assentos necessários para obter a maioria do [...]