Guerras e conflitos no mundo, 2008
Aconteceram nove guerras e 130 conflitos no mundo em 2008, segundo o Instituto Heidelberg para o Estudo de Conflitos Violentos. Comparado a 2007, 2008 foi mais violento. Na categoria ‘conflitos’ entram desde disputas com violência latente entre países que dividem fronteiras até àqueles nas quais a matança é comum.
Conflitos leves foram aumentados ao ponto de virar guerras no Quênia e no Iêmen. Mudanças ideológicas continuam sendo a maior causa de conflitos, mas ainda existem casos como o do Congo, onde a guerra é motivada pela exploração de recursos minerais.
A luta pela auto-determinação de um povo é a segunda causa de conflitos no mundo e a pelo controle de um governo.
Ainda sobre o assunto:
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Que post deprimente, PD.
=-(
Todos os países do mundo declararam a sua independencia em situações de precariedade.
O que falta aos palestinos para declarar a sua independencia??????????????
faraó: Terras?
Vai fazer 60 anos da profética carta sobre a natureza do Irgun e o que ele levaria Israel.
Nada melhor que isso seja feito com o Irbun fazendo um espetáculo pirotécnico no gueto de Gaza…Hanna Arendt alertou a essência do era esse partido.
TO THE EDITORS OF THE NEW YORK TIMES:
Among the most disturbing political phenomena of our times is the emergence in the newly created state of Israel of the “Freedom Party” (Tnuat Haherut), a political party closely akin in its organization, methods, political philosophy and social appeal to the Nazi and Fascist parties. It was formed out of the membership and following of the former Irgun Zvai Leumi, a terrorist, right-wing, chauvinist organization in Palestine.
The current visit of Menachem Begin, leader of this party, to the United States is obviously calculated to give the impression of American support for his party in the coming Israeli elections, and to cement political ties with conservative Zionist elements in the United States. Several Americans of national repute have lent their names to welcome his visit. It is inconceivable that those who oppose fascism throughout the world, if correctly informed as to Mr. Begin’s political record and perspectives, could add their names and support to the movement he represents.
Before irreparable damage is done by way of financial contributions, public manifestations in Begin’s behalf, and the creation in Palestine of the impression that a large segment of America supports Fascist elements in Israel, the American public must be informed as to the record and objectives of Mr. Begin and his movement.
The public avowals of Begin’s party are no guide whatever to its actual character. Today they speak of freedom, democracy and anti-imperialism, whereas until recently they openly preached the doctrine of the Fascist state. It is in its actions that the terrorist party betrays its real character; from its past actions we can judge what it may be expected to do in the future.
Attack on Arab Village
A shocking example was their behavior in the Arab village of Deir Yassin. This village, off the main roads and surrounded by Jewish lands, had taken no part in the war, and had even fought off Arab bands who wanted to use the village as their base. On April 9 (THE NEW YORK TIMES), terrorist bands attacked this peaceful village, which was not a military objective in the fighting, killed most of its inhabitants — 240 men, women, and children — and kept a few of them alive to parade as captives through the streets of Jerusalem. Most of the Jewish community was horrified at the deed, and the Jewish Agency sent a telegram of apology to King Abdullah of Trans-Jordan. But the terrorists, far from being ashamed of their act, were proud of this massacre, publicized it widely, and invited all the foreign correspondents present in the country to view the heaped corpses and the general havoc at Deir Yassin.
The Deir Yassin incident exemplifies the character and actions of the Freedom Party.
Within the Jewish community they have preached an admixture of ultranationalism, religious mysticism, and racial superiority. Like other Fascist parties they have been used to break strikes, and have themselves pressed for the destruction of free trade unions. In their stead they have proposed corporate unions on the Italian Fascist model.
During the last years of sporadic anti-British violence, the IZL and Stern groups inaugurated a reign of terror in the Palestine Jewish community. Teachers were beaten up for speaking against them, adults were shot for not letting their children join them. By gangster methods, beatings, window-smashing, and wide-spread robberies, the terrorists intimidated the population and exacted a heavy tribute.
The people of the Freedom Party have had no part in the constructive achievements in Palestine. They have reclaimed no land, built no settlements, and only detracted from the Jewish defense activity. Their much-publicized immigration endeavors were minute, and devoted mainly to bringing in Fascist compatriots.
Discrepancies Seen
The discrepancies between the bold claims now being made by Begin and his party, and their record of past performance in Palestine bear the imprint of no ordinary political party. This is the unmistakable stamp of a Fascist party for whom terrorism (against Jews, Arabs, and British alike), and misrepresentation are means, and a “Leader State” is the goal.
In the light of the foregoing considerations, it is imperative that the truth about Mr. Begin and his movement be made known in this country. It is all the more tragic that the top leadership of American Zionism has refused to campaign against Begin’s efforts, or even to expose to its own constituents the dangers to Israel from support to Begin.
The undersigned therefore take this means of publicly presenting a few salient facts concerning Begin and his party; and of urging all concerned not to support this latest manifestation of fascism.
(signed)
Isidore Abramowitz, Hannah Arendt, Abraham Brick, Rabbi Jessurun Cardozo, Albert Einstein, Herman Eisen, M.D., Hayim Fineman, M. Gallen, M.D., H.H. Harris, Zelig S. Harris, Sidney Hook, Fred Karush, Bruria Kaufman, Irma L. Lindheim, Nachman Maisel, Symour Melman, Myer D. Mendelson, M.D., Harry M. Orlinsky, Samuel Pitlick, Fritz Rohrlich, Louis P. Rocker, Ruth Sager, Itzhak Sankowsky, I.J. Schoenberg, Samuel Shuman, M. Znger, Irma Wolpe, Stefan Wolpe
New York, Dec. 2, 1948.
REFÉNS MORAIS E INTELECTUAIS DO TERRORISMO
É o fim da picada me perguntarem se justifico ataques que matam crianças. E a pergunta nem sempre parte das tropas de Emir Sader, aquele que publica comentários defendendo a expropriação de bens de judeus residentes no Brasil e que sugerem que eles são o mal essencial e ancestral do mundo. Há até indagações de quem, na intenção ao menos, está de boa fé. O fato é que vivemos sob o signo do terror. Já escrevi neste blog que o terrorismo é, na política, o que é o demônio nas religiões: manifestação do mal absoluto, “porque turva nossa capacidade de discernimento, nossa razão”. Não! Eu não justifico o injustificável. Prefiro indagar o que fazem crianças em áreas e prédios sujeitos a ataques porque tomados pelos terroristas.
Publiquei, nesta madrugada, um post que mostra uma escola da ONU servindo de base para o lançamento de morteiros. O filme está aqui. Foi feito há algum tempo — não é de ontem, dia dos bombardeios. O que se tem ali é a prática corriqueira do Hamas: usar escolas e prédios públicos como base de ataque. Isso é um fato, não uma questão de gosto ou de juízo de valor. Escrevi anteontem que a carne das crianças palestinas é a mais barata do Oriente Médio. E quem a expõe no mercado do terror é o Hamas. Porque o terrorismo seqüestra o entendimento, os jornalistas são levados a perguntar, como fizeram, a Shimon Peres, presidente de Israel, por que não há crianças mortas em Israel. Sua resposta não poderia ser mais clara e correta: “Porque nós protegemos nossas crianças”. Fato! Mas certamente o óbvio será tomado como manifestação de frieza e cinismo.
Pensemos um pouco: qual é a ÚNICA peça publicitária do Hamas? Seu direito de jogar foguetes em Israel? Não! Sua única peça publicitária são os corpos das crianças, estrategicamente plantadas para morrer —porque a morte, para esses celerados, é parte do jogo político. O “martírio”, como querem, é libertador. Cada infante morto vale como um esforço para a glória do que entendem ser a vontade de Alá. E NOTEM: SE AS FOTOS FOREM REPRESENTATIVAS DO CONJUNTO, MORREM MUITO MAIS MENINAS. POR ALGUMA RAZÃO, OS GAROTOS PARECEM ESTAR MAIS PROTEGIDOS. A CARNE DAS GAROTAS É AINDA MAIS BARATA. Acho impressionante que não se tenha investigado ainda esse estranho fenômeno. O que se passa?
- as meninas sugerem maior fragilidade diante do monstro israelense que se tenta criar?;
- os meninos são guardados para servir de soldados da causa?;
- tudo não passa só de coincidência?
As mortes das crianças e do que chamam “civis” — e não custa lembrar que o Hamas tem um braço militar e outro civil, e ambos servem ao terror — alimentam a fantasia de que a reação israelense na Faixa de Gaza se dá às cegas: Israel vai lá é dispara, sem nem saber o que está fazendo. É uma tolice, uma estupidez negada pelos próprios fatos. Fosse assim, em vez dos 600 mortos até agora, eles se contariam aos muitos milhares. A verdade é bem outra: os alvos são cuidadosamente selecionados. E o Hamas, também cuidadosamente, planta a carne barata das MENINAS, que depois será exibida como um troféu.
Ontem, sob o estímulo de um leitor, alguns internautas responderam à indagação se seria justo o bombardeio indiscriminado de uma favela porque nela se escondem traficantes. Preferi me manter longe da questão porque ela é essencialmente improcedente.
1 – o ataque a Gaza não é indiscriminado; isso é uma farsa alimentada pelo terror;
2 – os traficantes ainda não usam foguetes contra a polícia — no dia em que (e se) o fizerem, certamente haverá mais inocentes mortos do que há hoje em dia — daí que tudo deva ser feito para impedir que tenham acesso a armamento pesado;
3 – o único paralelo possível é outro, mas certamente não do agrado dos politicamente corretos: muitos ditos “inocentes” mortos nos morros são soldados do narcotráfico apresentados como pobres vítimas da violência policial. E parte da imprensa ama os traficantes, assim como ama o Hamas…
Ou bem se entende que o terror rompe com a lógica da política e com a racionalidade, ou, então, haveremos de nos submeter às suas exigências e chantagens. Israel não pode ser, e não será, refém da tática homicida do Hamas de usar civis como escudo. Porque conhece a prática e a pauta do grupo. Sabe, inclusive, o peso e o custo de uma concessão. Israel desocupou totalmente a Faixa de Gaza — pondo fim aos últimos assntamentos — em setembro de 2005. Naquele ano, o Hamas disparou 179 foguetes contra o país. Em 2006, já sem a presença israelense, eles saltaram para 946. Caíram um pouco em 2007: 896. E chegaram a 1.386 no ano passado — e olhem que houve aí um período de trégua. “Mas cadê os cadáveres judeus?”, indagam indignados os soldados involuntários do terror. Por mais que a militância anti-Israel ou anti-semita se indigne, a verdade é que o país é mais especialista em autodefesa do que em ataque. O fato de os israelenses não se deixarem morrer não quer dizer que o terror palestino, como evidencia os números, não tente matá-los. Impedi-los de se tornar eficientes em tal prática é um dever moral.
Curioso e moralmente escandaloso é que haja um esgar de censura a Israel porque sabe se defender, mas não ao Hamas, que lançou 3.228 foguetes contra o país em três anos. Curioso e moralmente escandaloso é saber que muitas consciências se sentiriam mais pacificadas se houvesse um equilíbrio no número de mortos, o que lhes indicaria, então, tratar-se de uma guerra equilibrada… Lastimam menos a carne barata das meninas palestinas do que a falta da carne judia no mercado do horror.
Eis a evidência da vitória, ao menos parcial, do terror.
Por Reinaldo Azevedo
Esse joguinho é o melhor:
Raid Gaza! http://www.newgrounds.com/portal/view/476393
Vai ter neguinho chegando ao orgasmo matando palestinos…
Marcelo, gostei do jogo. Bem feito. Mas teve uma coisa que eu ainda nao entendi: como eh que faz para fazer o Hamas parar de jogar foguetes? Nao consegui. Cliquei em cima das casinhas em Gaza pra ver se vinha alguem falar comigo, negociar, alguma coisa… Nao consegui nada!!!!!
Dai eu joguei de novo, sem soltar para Gaza nem sequer uma unica unidade de infantaria… Mas mesmo assim o Hamas continuou jogando foguetes… e eu perdi o jogo. Dai eu tentei de novo, e cliquei naquele telefonezinho para pedir ajuda. So que o unico que atende eh o governo americano!!!!! Nem o Hamas, nem nenhum palestino, nem qualquer outro pais veio ajudar a fechar um acordo e pedir para o Hamas parar de soltar os foguetinhos (que fofos… eles dao voltinhas no ar!!!!)
Que sorte que eh so um joguinho de computador, ne?
Existe alguma possibilidade deste blog vir a ser uma espécie de divulgador complacente das idéias do Reinaldo Azevedo?
A questão não é a liberdade de expressão, que com a qual todos concordamos. Mesmo que seja por intermédio de raciocínios alheios e ordinários.
É exatamente pelo contrário: é a mucufa diante de sofismas rastaqüeras. Como se em nome da liberdade de expressão, qualquer trapaça mereça respeito.
Candido,
Já eu acho ótimo.
Quanto mais os fascistas apoiarem Israel melhor… assim fica evidente para todos a natureza odiosa deste Estado Terrorista.
Li agora há pouco na alternet (cliquem no meu nome) que os colonos que haviam sido expulsos de Gaza em 2005 já estão de mala e cuia prontos para entrar lá de novo - sem pedir licença a ninguém, é claro, porque o negócio deles é só com Deus.
Ao som de ‘Fera Ferida’:
Não vou mudar, este papo não tem solução.
Candido: aqui, todos podem dizer o que querem.
Ideologicamente, eu e o Reinaldo estamos em campos opostos.
Muitos dos leitores e comentaristas do Weblog têm pontos de vista um bocado distintos do meu. E, aqui, todos têm o direito de expressar seus pontos de vista – a não ser que caia para a ofensa, para o racismo.
Democracia e liberdade de expressão estão entre minhas obsessões pessoais. Jornalistas antes de mim lutaram demais para ter este direito. Não sou eu que vou virar censor. Não é uma obsessão freqüente na blogosfera política. Muitos adoram coibir uma discussão. Uns preferem só permitir acesso àqueles com quem concordam. Aqui é diferente. E gosto que seja assim.
faltou o link. agora sim, por favor. cliquem no meu nome.
Candido,
um adendo ao PD: aqui, vem quem quer e fica quem gosta. E ninguém aqui gosta deste tipo de ofensa (ser comparado ao blog do RA é uma ofensa, sim senhor).
rastaquera (sem o trema, please), é a vovozinha torta.
Lá no Azenha…
”
CHÁVEZ PEDE JULGAMENTO DE BUSH POR CRIMES DE GUERRA
Chávez acusa o mundo de se calar ante “Holocausto” palestino
”
Sensacional o Hugo Chávez!
Punição aos carrascos nazistas:
George Bush
Tzipi Livni
Dick Cheney
Ehud Olmert
Donald Rumsfeld
Ehud Barack
Todos estes psicopatas assassinos precisam pagar por seus crimes contra a humanidade!
Fábio Passos: Faltou incluir o Fidel…
Bocejo, imenso bocejo…
Nada como um ano mais ou menos igual aos últimos 20.000 anos da humanidade…
Bom né, tem sempre os que preferem uma humanidadezinha pacífica, boazinha, com todo mundo acreditando no mesmo deus, com a mesma ideologia, o mesmo gosto musical e mais ou menos com o mesmo padrão de vida ou seja, um imenso rebanho de pacíficas ovelhinas sem pastores nem lôbos para incomodarem… ou seja ainda, um saco, um porre duma existência chata e sem graça.
Seria como viver num cupinzeiro bem grande. Enquanto existir um só humano com vergonha na cara e peito para brigar pelo que ele acha certo ( mesmo que ele esteja redondamente enganado), a humanidade ainda é humana.
Mesmo as mais puras e lindas intenções ideológicas precisam duns bons litros de sangue para tornarem-se realidade. Até o carniceirozinho do Che (mandado pelo Fidel) fez lá suas matançazinhas para asegurar “La Revolución” ou seja, fez-se o mal necessário…
QUAL É A MELHOR PROPORCIONALIDADE? A ABOSLUTA. ENTÃO…
De todos os argumentos contra Israel, o mais idiota — e o adjetivo é esse — é o que sustenta a reação desproporcional do país e a tal assimetria entre as duas forças. Bem, argumentos têm de ser defendidos como ações práticas, com conseqüências, certo?
E se pensarmos na proporcionalidade absoluta, na perfeita simetria? Imaginem o que teria acontecido em Gaza se Israel tivesse jogado, ao longo de três anos, 3.300 foguetes contra uma das áreas mais densamente povoadas da terra. Ainda que fossem foguetes ditos “artesanais”, como são alguns do Hamas. Caiu um petardo em solo israelense? Lá iria Israel e dispararia o seu, igualzinho, contra Gaza. E o faria com a mesma moral dos terroristas: pouco se importando onde cairia o troço e quantos e quais seriam as vítimas.
Reitero: Israel apenas reagiria com foguetes do mesmo tipo. Os mortos se contariam aos muitos milhares. Não consigo pensar em proporcionalidade melhor do que a perfeita proporcionalidade. Não consigo pensar em simetria melhor do que a perfeita simetria.
Ah, essa minha hipótese parece um tanto ingênua, não?, quem sabe pertencente ao tal “gênero didático”, em que classifiquei a quase fábula de João Pereira Coutinho. E, por isso mesmo, vai mais depressa ao cerne da questão. Os que falam em “reação desproporcional” e “guerra assimétrica” não têm em mente, de fato, nenhuma alternativa de proporcionalidade e simetria. Não conseguem simplesmente é ver legitimidade na reação de Israel, qualquer que seja ela. É o que escrevi no primeiro texto desta série: como consideram Israel ilegítimo, não entendem que ele possa se defender.
Mas não só: os mais requintados pretendem jogar a questão Israelo-palestina no complicado xadrez do Oriente Médio, onde também entram os interesses de outras nações. Sem dúvida, o jogo existe. E cada ator usa a questão para tentar manter ou ampliar seu poder, fazendo ajustes de contas internos etc e tal. Ok. Mas há uma questão: e as hostilidades contra Israel? Param ou continuam? O estado se defende ou não? Reage ou não?
Também nesse caso, há uma inverdade essencial — em alguns casos, é má-fé mesmo: “A paz só depende de Israel. Se devolver todos os territórios ocupados, eliminar todas as colônias da Cisjordânia, derrubar o muro, entregar Jerusalém aos palestinos, voltar, em suma, às fronteiras definidas em 1948, está tudo resolvido”. Bem, é uma mentira grotesca. O programa do Hamas, como demonstrei aqui, não faz reivindicações pontuais — nem mesmo pede devolução do território. O programa do Hamas é destruir Israel, pouco importa o seu tamanho. Mais: a história e a lógica demonstram que o Israel que se estende fora do lugar é conseqüência de ações de defesa. Se deixasse hoje a Cisjordânia, o Hamas botaria a Fatah para correr e faria da região uma mega-Faixa de Gaza.
Todos sabemos a gritaria que acompanhou a construção do tal muro na Cisjordânia. Malditas sejam as lideranças palestinas que nunca fizeram um esforço sincero para conter os terroristas que saíam dali para explodir israelenses em escolas, ônibus e pizzarias. O que a política palestina não fez, há que se reconhecer, o muro conseguiu. Verdade ou mentira? E antes dele? Bem, antes dele, pedia-se a Israel que fosse compreensivo — como se pede sempre.
Por Reinaldo Azevedo
Tudo tem um lado positivo (coronel)
Petrobras está para anunciar a redução do volume de gás comprado da Bolívia, de 30 milhões para 19 milhões de metros cúbicos, pois vai desligar as usinas termelétricas, na medida em que não há falta de energia, pois a produção da indústria despencou. Imagina o impacto para Evo Morales, que produz cerca de 42 milhões de metros cúbicos por dia. Uma queda de 45% nas vendas. Já o Equador está fechando o país para importações, começando por supérfluos como perfumes e outros produtos de consumo. O grande problema do boquirroto Rafael Correa é que programou o orçamento do país com o petróleo a U$ 85 o barril, sendo que o mesmo está na casa dos U$ 40. E a Venezuela já avisou que está cortando o petróleo para os pobres americanos e para os aliados bolivarianos, tendo em vista a quebra de caixa em função do preço do petróleo. Além disso, Hugo Chávez limitou em U$ 2,500 o valor que os venezuelanos podem comprar para viagens ao exterior. Ao que parece, os presidentes bolivarianos estão mais preocupados com a marolinha do que o Lula, que continua pegando jacaré na Bahia.
……………………………………………………………………..
Atualizando: com os preços do petróleo neste patamar, para manter o seu domínio bolivariano(petróleo de graça para Cuba, Bolívia, Petrocaribe, dinheiro pro Evo fazer escolas, empréstimos subsidiados para Argentina, refinaria no Equador e Nicarágua, etc.), a Venezuela terá um déficit de U$ 20 bilhões ao ano. Tem uma reserva de U$ 40 bilhões. Em dois anos, o socialismo do século XXI vai pelo ralo. E Chávez terá que buscar dinheiro nos bancos, americanos ou judeus. Será que vai levar?
Candido,
Não falei… é um lixo sim, mas serve para medir a falta de inteligência e o péssimo caráter da trupe que o acompanha… é didático.
Agora, saca só a diferença…
”
O que surpreende é que tantos líderes ocidentais, tantos presidentes e primeiros-ministros e, temo, tantos editores e jornalistas tenham acreditado na mesma velha mentira: que os israelenses algum dia tenham se preocupado em poupar civis.
Todos os presidentes e primeiros-ministros que repetiram a mesma mentira, como pretexto para não impor o cessar-fogo, têm as mãos sujas do sangue da carnificina de ontem. O que aconteceu não foi apenas vergonhoso. O que aconteceu foi uma desgraça. ‘Atrocidade’ é pouco para descrever o que aconteceu.
Falaríamos de ‘atrocidade” se o que Israel fez aos palestinos tivesse sido feito pelo Hamas. Israel fez muito pior. Temos de falar de ‘crime de guerra’, de matança, de assassinato em massa.
”
Robert Fisk
Boa Pedro Dória:
“…liberdade de expressão estão entre minhas obsessões pessoais. Jornalistas antes de mim lutaram demais para ter este direito. Não sou eu que vou virar censor.”
Que tal comentar a censura imposta por Israel aos jornalistas que tentam cobrir o massacre do gueto de Gaza?
E o que dizer deste artigo excelente… lá na Carta Maior:
“Sangue em nossas mãos”
Shulamit Aloni
”
As pessoas que jogam nossas bombas não ficam manchadas com sangue. Nosso sistema é simples: não há necessidade de evidência para um julgamento. Uma vez decidamos que alguém é alvo, jogamos uma bomba e ele se foi.
Recentemente, o exército adquiriu permissão para matar civis que estejam próximos de um alvo. Isso foi publicado na imprensa, junto à foto de uma sorridente comandante do exército…
”
Shulamit Aloni - ex-ministra da Educação de Israel durante o Governo Itzhak Rabin… que foi assassinado pelas costas por estes assassinos covardes que atualmente governam o Estado Terrorista de Israel.
É fácil separar o joio do trigo… Israel hoje só consegue apoio de notórios fascistas.
Ei Pedro Dória,
saca só esta que legal… sobre a censura israelense contra os jornalistas:
“… o ocupante não quer testemunhas do massacre… ”
Paulo Sérgio Pinheiro
Paulo Sérgio Pinheiro é professor-adjunto de relações internacionais da Brown University (EUA), pesquisador associado do Núcleo de Estudos da Violência da USP e membro da Comissão Teotônio Vilela.
O artigo completo está lá no Azenha… imperdível.
Parafraseando o Fabio Steps:
Imperdivel a entrevista com o filho de um dos lideres do Hamas !
Leiam aqui:
http://www.foxnews.com/story/0,2933,475226,00.html
Uma palhinha (perdao aos monoglotas):
“The Hamas leadership, including my father, they’re responsible; they’re responsible for all the violence that happened from the organization.”
Punicao para os assassinos do Hamas !!!
RW, o pai desse cara estava “cevando” o cara para virar menino-bomba. Deu no pé.
Fabio Passos, na Carta Maior eu vi isso aqui (aposto que vc teve espamos de prazer):
Luis José Ariosto Pereira Silva diz:
04/01/2009
Prof Emir, todos sabemos que o Estado Nazista Judeu eh financiado pelos judeus no mundo todo, ok, então o governo do presidente Lula pode tomar medidas contra a agressao de Israel aos palestinos pacificos, as mesmas sendo expropriar as empresas e aplicacoes dos judeus residentes no Brasil, ok, para que o dinheiro nao financie mais o terror, pode ser criado um fundo para auxiliar a Palestina livre com esse dinheiro, ok, basta o governo ser apoiado pela populacao amante da paz do Brasil, a mesma repudia essa postura de agressao do Estado Judeu, ok, e os cúmplices devem ser punidos também, ok!!!!
Alguém que se identifica como Padre Alberto escreve este mimo (segue no formato original), em que Hitler aparece como vítima dos judeus (sem contar as mentiras grotescas sobre a família do facínora):
ANTÔNIO ALBERTO (Pe.Alberto) MENDES FERREIRA diz:
02/01/2009
HABIB Prof. EMIR, PARABÉNS !!!
ALGUNS NÃO TÊM CONSCIÊNCIA CRÍTICA, MAS … NEUTRALIDADE NÃO EXISTE. > “ OS MORNOS SERÃO CUSPIDOS FORA “ – diz a Bíblia -.
OS LÍDERES DEVEM CONDENAR ESSE COMPORTAMENTO DESUMANO DO ESTADO DE ISRAEL E DE QUEM O APOIA.
RELIGIÃO À PARTE …
OS JUDEUS, APESAR DE TEREM PROVOCADO DIVERSAS TRAGÉDIAS NA HUMANIDADE, PARECE QUE AINDA NÃO APRENDERAM.
AO SEREM RETIRADOS DO EXÍLIO, A CAMINHO DA TERRA PROMETIDA, YAHWEH “ TRANSMITIU” OS DEZ MANDAMENTOS – Constituição / Regras do bem viver - A MOISÉS. ANTES, PORÉM, FEZ ESTA INTRODUÇÃO :
“ LEMBRA-TE , Ó ISRAEL, QUE FOSTES ESCRAVO NO EXÍLIO, CUIDA-TE PARA NÃO OPRIMIRES, TU TAMBÉM, O TEU IRMÃO “
PORÉM, ISRAEL TEM DEMONSTRADO TER A CERVIZ ENDURECIDA, SENÃO- dando alguns saltos na História -, VEJAMOS :
1 – Na diáspora, provocou a destruição de Jerusalém e se tornaram escravos na Babilônia ;
2 – Há dois mil e nove anos, por questões econômicas, fanatismo religioso e legalismo, assassinaram, através de um processo viciado e arbitrário, a JOSHUA, O NAZERENO, porque o ELE disse que os homens eram mais importantes que a Lei e que não deveriam ser submetidos a juros/dízimos egoísticos, escrunchantes. > Deu no que deu… todos nós sabemos. Logo depois, espalharam-se pelo Mundo.
3 – Espalhados pelo mundo, continuaram explorando a humanidade, tanto é que, na Alemanha/Áustria, lá pelos idos de 1900 exploram tanto, através de juros escrunchantes, a um pequeno empreendedor que o levaram à falência e à miséria, inclusive à fome. As filhas daquela casa foram para a prostituição afim de sustentar a família . Seu filho, ainda criança, a tudo isso assistiu, com dor e ódio no coração. Quando esse menino assumiu o Poder, na Alemanha, achando que aqueles cruéis agiotas eram desumanos e, por isso, de raça impura, mandou eliminá-los para purificar a humanidade.
DIANTE DISSO, PODEMOS PERGUNTAR ;
O QUÊ MAIS QUEREM OS JUDEUS ? UMA NOVA TRAGÉDIA ???
Yousef, 30, said he realized the true nature of Hamas and radical Islam during a stint in an Israeli prison. He renounced his Muslim faith, left his family behind in Ramallah and converted to Christianity.
24, Hilário!!!!
Bocejo, looooongo bocejo…
Nada como mais um ano igual aos útimos 10 ou 20.000 anos…
E a humanidade continua à toda, mais humana que nunca mas não tão humana quanto ainda será.
Claro que sempre aparecem uns e outros que querem uma humanidadezinha bem chumbrega, pacifiquinha, com todo mundo com a mesma ideologia, a mesma religião e os mesmos salários ou seja, uma chatice e um tédio de matar mais que as guerras…
Não passaríamos dum imenso cupinzeiro e nem a ameaça de tamanduás teríamos…
Enquanto existirem alguns humanos dispostos a pensarem diferente ( mesmo que erradamente) e prontos para partir para a porrada para defenderem suas idéias e objetivos, por mais cretinos e hipócritas que sejam tais objetivos e idéias, seremos humanos.
Se deixarmos de agir assim, seremos um rebanho de pacíficas ovelhinhas sem pastores nem lôbos…
Fábio Passos, 19:
Quantos jornais existem em Cuba?
Quantos jornalistas cubanos podem dizer que : ” as pulgas do cachorro do motorista do Fidel são feias” se ser preso por isso?
Deixa de hipocrisia cara.
Toma seu Lítio, seu Prozac e seu Lexotan direitinho e não esqueça dos choques elétricos.
E toda minha solidariedade aos judeus presos por recusar alistamento militar… a fim de oprimir os palestinos.
“Estudantes israelenses presos por rejeitar alistamento pedem ajuda”
Tá lá na Carta Maior…
”
No dia 18 de dezembro de 2008 foi iniciada uma campanha mundial em apoio aos estudantes israelenses presos por rejeitarem o alistamento no exército, por objeção de consciência.
Os Shministim defendem um futuro de paz entre israelenses e palestinos e criticam a ação de seu país nos territórios ocupados. Eles esperam receber centenas de milhares de mensagens de apoio que serão entregues ao ministro da Defesa de Israel.
”
Vejam também o vídeo com os depoimentos.
É muito bom.
Pedro Doria, eu não afirmei nada sobre ideologias. Me referi a trapaças. Ou melhor, se calar ante a trapaça. Muito menos sugeri coibir.
Mas enfim… Congratulações, você é obcecado por liberdade de expressão.
Entretanto discordo sobre a liberdade de expressão não ser uma obsessão da blogosfera política. Esta acusação caberia acima de tudo aos jornais e revistas. Curiosamente são eles os grandes defensores da tal liberdade. Uma falácia.
Mas faz bem lembrar que você é um blogueiro político.
Por outro lado, você se manifesta sobre um comentário meu e deixa passar em branco os que recorrem a sofismas. Sinceramente não compreendo o raciocínio. A menos que tenhamos em mente que a liberdade de expressão seja um flerte aceitável com atitudes como o dom de iludir, e assim sendo, seja natural e aceitável que isto conviva sem contestação e nome das liberdades no debate de idéias. Ai meu caro, viva a trapaça.
Radical Livre, ‘vovozinha torta’? A reforma ortográfica entrou em vigor mas temos até 20012 até sermos avós. Ademais, você separou com vírgula o sujeito do predicado, e isto ainda não foi reformado.
De qualquer forma, esta é a maneira mais rastaqüera de debater idéias: desclassificar um debatedor e não suas idéias.
Citando a tal liberdade de expressão, que papo é esse: ‘E ninguém aqui gosta deste tipo de ofensa’?
Esta é impressionante… nem o Vaticano - antro reacionário - tem estômago para defender a chacina Israelense contra o povo palestino:
”
O povo sempre é quem paga.
Veja as condições em Gaza, mais e mais se parecendo com um campo de concentração.
”
cardeal Renato Martino - Ministro da Justiça.
Os crimes contra a humanidade cometidos por estes nazistas que governam Israel não podem ficar impunes…
Frangão….voce desgraçado como é, ousa tripudiar sobre o nome de Jesus, um homem tão bom, que sempre trouxe a lição de Deus, de fraternidade, caridade e honestidade, por conta da tua mediocridade e insensatez?
Como voce , que quer fazer o bolo para seus filhos, bolo da vida, pode se manifestar dessa forma?
Voce é muito ……….nem vale a pena dizer………….
ONU desmente presença de militantes em escola atacada por Israel em Gaza
Não havia atividade militar do Hamas no local, diz porta-voz.
Entidade quer apuração independente do ataque que matou mais de 40.
Pilotos de caças, soldados, no já citado drama porque eu tenho que matar gente que não pode se defender?
AHAHAHAHAHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!
Israel montando seu bando de lunaticos pacifistas e em “OBJEÇÃO DE CONSCIENCIA!
VIVA DEUS, VIVA JESUS….e os espiritos , e nossos anjos da guarda!
Israel …..acorda!
Voces são umas das vanguardas da caridade e da moral de Deus!
ACORDEM bons homens de DEUS!
Numero 04 …que beleza……!!!!!!!!!!
Parece aquele comentário da Alba, sobre os seus alunos na escola de meninos de origem judaica.
Apareçam mais bons homens de Deus!
Por conta de Raymond Aron….. eu conheci a faceta internacional do conflito de consciencias que chega a objeção de consciencia.
Um pensador de direita me deu todas as vias para chegar as minhas conclusões e convicções , ditas de esquerda.
Que homem , que mente.
Israel precisa ser parado…..os jovens estão dizendo não em Israel a matança!Ele Raymond Aron não estaria do lado da barbarie hoje…….estaria do lado dos bons homens!
Todos esses conflitos acntecendo e tão pouco sendo falado dele, é mesmo uma coisa muito triste. O Gourevich mostraem seu livro sobre Ruanda sobre como o silêncio sobre determinada situação só ajuda a ampliar as atrocidades. É nisso que eu ainda não entendo o veto à presença da imprensa em Gaza.
Se fala da escola da ONU como base de emissão de foguetes e para isso mostram cenas pra lá de controversas da polícia israelense.
Daí vem um colunista brasileiro que não saberia a diferença de uma rua em Tel Aviv de outra em Beit Hanoun e diz que essa é a prova contundente de que a escola da ONU abrigava terrorista.
Ainda acusa, no estado de calamidade da guerra, os palestinos de serem responsáveis por não protegerem suas crianças. Tem coisa que quando vira fla-flu escapa qualquer possibilidade de conversa séria.
Eu gostaria que a imprensa estivesse lá e registrasse o estado em que as pessoas vivem com os bombardeios para que os jornalistas brasileiros que não sabem a diferença de um kibe e de uma esfiha interrompessem esse julgo tão bizarro e preconceituoso (a frase sobre as garotas merecia uns anos de cadeia).
Quando o sujeito escreve um texto dizendo que pais palestinos colocam suas crianças para serem cadáveres outdoor, eu imagino o que falariam do colunista se ele escrevesse as crianças judias na II Guerra. E ainda tem gente que reproduz isso aqui. Mal gosto não tem limites.
Desculpe-me: MAU gosto.
CORRIGIDO - Todos esses conflitos acontecendo e tão pouco sendo falado deles. É mesmo uma coisa muito triste. O Philip Gourevich escreve em seu livro sobre Ruanda que o silêncio em situações de conflito só ajuda a ampliar as atrocidades. É por isso que eu ainda não entendo o veto do exército israelense à presença da imprensa em Gaza.
Se fala da escola da ONU como base de emissão de foguetes e para isso mostram cenas pra lá de controversas das autoridades de Israel.
Daí vem um colunista brasileiro que não saberia a diferença de uma rua em Tel Aviv de outra em Beit Hanoun e diz que essa é a prova contundente de que a escola da ONU abrigava terroristas e servia como base militar do Hamas.
Ainda acusa, no estado de calamidade da guerra, os palestinos de serem responsáveis por não protegerem suas crianças. De serem cúmplices na morte deles.
Tem coisa que escapa qualquer possibilidade de conversa séria.
Eu gostaria que a imprensa estivesse lá e registrasse o estado em que as pessoas vivem com os bombardeios para que os jornalistas brasileiros que não sabem a diferença de um kibe e de uma esfiha interrompessem esse julgo tão bizarro e preconceituoso (a frase sobre as garotas merecia uns anos de cadeia).
Quando o sujeito escreve um texto dizendo que pais palestinos colocam suas crianças para serem cadáveres outdoor, eu imagino o que falariam do colunista se ele escrevesse o mesmo sobre as crianças judias na II Guerra. E ainda tem gente que reproduz isso aqui. Mal gosto não tem limites.
Lauro,
Há imprensa internacional em Gaza, chama-se Al Jazeera…
sobre a liberdade de expressão em Cuba, li outro dia que a tal blogueira de Cuba - que senta os canecos no regime do Fidel em seu blog, o Generación Y - transmite de lá mesmo. Ainda assim, continua de posse de seu direito de ir e vir (em Cuba, claro. que ninguém sai de lá assim à toa). Confesso que fiquei um bocado surpreso.
Aliás, vale a pena dar uma olhada no blog. Conforme os ensinamentos de mestre Chest, clique em meu nome.
Credun,
só não há mais imprensa internacional lá dentro por bloqueio de Israel. Pelo que ando lendo, está cheio de correspondente internacional doido para entrar lá e Israel só deixa eles verem a situação de alguns quilômetros de distância.
Para que imprensa agora, quando acabar o massacre como em Deir Yassin, eles chamam toda a imprensa para ver os cadáveres expostos.
Radical,
Por bloqueio de Israel? Gaza tem fronteiras com dois países, ainda assim as pessoas gostam de culpar apenas um país.
No caso da UNRWA é até compreensível visto que muitos dos suprimentos são produtos israelenses e trata-se de uma questão humanitária.
Já no caso da imprensa, dinate do “bloqueio” israelense, os jornalistas poderiam atravessar a fronteira para o Sinai e tentar entrar via Rafah. ninguém nem se atreve pois cuspir em um país onde há liberdade é fácil, já reclamar do establishment egípcio…
Afinal, logo vão dizer que em Deir Yassin só tinha terroristas ou é miragem.
Aos piores cegos,
Hamas Used UN School to Fire Mortars
http://www.israelnationalnews.com/News/News.aspx/129264
Credun Fas, me responda a duas perguntas:
Quem invadiu, sistematicamente, a Palestina, Egito ou Israel?
Qual dos dois países impões sanções, de toda natureza, ao povo palestino em Gaza, Egito ou Israel?
a Palestina era do Egito (faixa de Gaza)
41, chest tb é utilidade publica
Candido,
Eu diria que ambos.
Afinal quando Israel foi formado em 48, o Egito invadiu e ocupou Gaza, assim como a Jordânia ocupou a Cisjordânia.
Isso mostra bem como os Egípcios adoram os Palestinos…
Tá bem, tá bem… Agora só falta você trapaciar, novamente, e dizer que Israel está pronta a deixar Gaza desde que o Hamas pare com o terrorismo.
Chesterton, ou você confia demasiadamente no que te contam, ou então você é demasiadamente ingênuo por influenciar-se pelo que escolhe para ler. Mas a ignorância, ao contrário da trapaça, tem direito à expressão. Só não deve ficar isenta de correção.
Enfim, você está errado.
Mas creio que tratar do tema com você seja, de sua parte, somente um debate entre dogmas. E não um debate que permita discorrer sobre idéias.
Portanto é um desgaste inútil e desproporcional de força. Considero infrutífero prosseguir além disso. Tchau.
Candido, nao entendi seu comentario #49… E’ so’ o Hamas parar de mandar foguetes que Israel sai de Gaza. Falando nisso, ha 3 anos que ja nao havia presenca israelense em Gaza… nao avisaram a voce ?
Puxa vida, Rw in Miami, não me avisaram.
Ignorante que sou, achei que ali em Gaza, eles controlavam suas fronteiras, tinham controle total sobre o fornecimento de energia, e que Israel não controlava o espaço aéreo e o acesso maritimo etc.
Puxa vida, que diferença faz ter um ‘In Miami’ no nick.
Dá para comprar um video cassete com um preço legal aí?
Candido,
Ate onde eu sei, a fronteira sul de Gaza e’ controlada pelo Egito… aqueles “muy amigos” dos palestinos…
E, por sinal, desde quando Israel tem a obrigacao de abrir suas fronteiras para os palestinos ? Por acaso o Brasil tem suas fronteiras abertas para os venezuelanos, por exemplo ? E olha que o Chavez nao colocou na constituicao venezuelana um paragrafo diznedo que o objetivo e’ destruir o Brasil…
Pimenta nos olhos dos outros e’ refresco… e a inveja e’ uma merda, ne’ nao ?
Minha questão com você ainda é a seguinte: dá pra descolar uns video cassetes baratos ai ou não?
Sobre Gaza e suas fronteiras, para não cansa-lo com besteiras, recomendo uma ida na Wikipédia. Ou ao Google Maps
Mas primeiramente perca este seu preconceito em relação ao sul.
Candido,
Trapacear porque? Você perguntou, eu respondi. Não é culpa minha se você adquire seu conhecimento na wikipedia! Pra ser justo com o site, eles até tem um artigo sobre a ocupação de Gaza pelo Egito, você deve ter esquecido de ler…
Agora, sejamos sinceros, somente uma anta como você precisa de wikipedia para descobrir o óbvio.
Há pelo menos um posto de fronteira em Rafah e esse liga Gaza ao Egito.
Não havia presença militar israelense nessa fronteira desde 2005, quando o exército e civis israelenses saíram de Gaza.
No segundo semestre de 2005, a ANP passou a controlar a fronteira auxiliada por monitores internacionais, o acordo também incluía circuito interno de TV disponível às partes interessadas, incluindo Israel.
Com a tomada do poder em Gaza pelo Hamas os monitores internacionais bateram em retirada e a fronteira Egípcia ficou fechada.
Independente do que você acredite ou deixe de acredita, a decisão de fechar as fronteira é uma decisão soberana do Egito.
[...] Bush - RaDaR uRbAnO Buenos Aires - 5 dicas - Yablog! Dicas para curtir Buenos Aires - Lalai Loaded Guerras e conflitos no mundo, 2008 - Pedro Dória [...]
Realmente a democracia e o direito á expressão estão sendo premiados aquie, porém, continuo me questinando onde estará (se é que há) “uma solução” para a questão dos inocêntes, sejam eles meninos ou meninas, palestinos ou israelenses. Fato é que Israel reinvindica legitimidade para atacar Gaza (ou contra-atacar…), já o Hamas se utiliza do argumento de estar “lidando” com um dos mais bem treinados e equipados exércitos do mundo….
sinceramente, isso pouco me importa, na minha leiga opinião isso não passa de demagogia e “conversa pra boi dormir”, bem como a justificativa americana para a guerra do Iraque/Afeganistão. Não acredito em guerras, não acredito na politica, apenas gostaria de ter uma única sujestão pra pobres vítimas do interesse sujo, seja dos líderes do Hamas e do governo de Israel/EUA.
Um campo de refugiados? Asilo político? qual dessas opções seria menos mutilante para uma nação sem terra. Sou pacifista, mas ás vezes me pego com pensamentos pouco pacíficos, tais quais, acabar com o Hamas e Políticos Israelenses (que tal uma foqueira com todos os políticos do mundo??rsrsrs).
A verdade é que gostaria pudesse haver coexistência entre Israel e palestina…….Utopia minha á parte!
Guerra é um falta de não fazer nada o que, que guerra leva…?
Alguem pode me dizer…
….e acho que não. mais se alguem souber essa pergunta eu quero que entrem no meu e-mail e deixem um mensagem, sou super contra à guerra. E acredite o não eu tenho só 13 anos,e uma consiencia que para mim é certa, e sou também super fã dos defensores da cabeça humana Brasileira, ENGENHEIROS DO HAWAII!!!
Meu e-mail é: mariahelenazynha@hotmail.com
Achei muito pequeno!
=/
Melhorem um pouquinho,
pois fui fazer um trabalho sobre CONFLITOS NO MUNDO,
e a unica coisa que achei foi isso!
Mais é muito pouco!
Obrigada!
=*
Achei muito pequeno!
=/