Perante a tragédia em Gaza,
Três perguntas
Sou eu quem deve a vocês um pedido de desculpas, trazer assunto assim desagradável no primeiro dia do ano. É mundo que nos impõe.
Minha mãe costumava dizer, não sem ironia, que Israel é coisa de coração. Às vezes parece que traz o irracional em nós. Por outro lado, Israel é coisa de coração não apenas para quem quer seu bem. Também é para quem a considera o foco de todo o desequilíbrio no Oriente Médio.
De minha parte, não tenho como argumentar contra 400 mortos em Gaza pelos bombardeios das Forças de Defesa de Israel. É gente demais. E há crianças, ainda por cima.
Não tem como justificar.
Em novembro, pelo menos 381 pessoas morreram na Nigéria, em um confronto entre cristãos e muçulmanos. A maioria das vítimas eram islâmicos.
Em Darfur, no Sudão, morreram 250 muçulmanos na primeira semana de dezembro. Foram vítimas de outros muçulmanos. No Sudão, este número é mais ou menos rotineiro.
Na província de Sa’ada, no Iêmen, a guerra civil também custou a vida de algumas centenas de pessoas em 2008. O número, no entanto, é incerto. Lá, não há imprensa, ong, ONU, apenas os relatórios mais ou menos regulares da Human Rights Watch. É possível dizer que os desabrigados são 100.000. Mas as mortes ficam assim no vago ‘centenas’. Talvez chegue ao milhar. Ninguém sabe.
Um relatório do Instituto de Direitos Humanos do Cairo, publicado em dezembro, dá conta da situação nos doze países árabes. Israel, no caso dos palestinos, e os EUA, no caso do Iraque, são co-responsáveis pela piora da situação dos direitos humanos no universo investigado. Mas não estão sozinhos, muito pelo contrário.
As mortes de muçulmanos e árabes noutros cantos do mundo não despertam posts carregados de fotos sangrentas na blogosfera. Não provocam a indignação de jornalistas. Às vezes, mal merecem uma nota ao pé de página.
Não cito estes exemplos para dizer que é comum, que não quer dizer nada. Centenas de mortos são uma tragédia sempre. Mas há uma piada comum de redação: o editor chega para o responsável pela primeira página dizendo que um acidente matou 500. Onde?, pergunta o chefe. Se for na China, 500 não é nada. Se for em Luxemburgo, é uma tragédia nacional. Um não rende nota; outro é chamada de primeira, acima da dobra.
Palestino morto por Israel vende jornal. Israelense morto por palestino, também. E, justiça seja feita, um homem bomba que mate três israelenses vale primeira página. Para os palestinos chegarem lá, é preciso contar na casa das dezenas. Veja-se por outro lado: somalis, mesmo às centenas, às vezes não entram. Quem liga para a África?
Nós, jornalistas, costumamos dizer que nossos critérios de seleção de notícias importantes, e portanto de mortos relevantes, não são nossos. São do público. Talvez seja verdade. Talvez, não.
Muitos dos indignados habituais com Israel não sabiam que no Sudão sai uma Gaza em mortos por mês. (Ou a cada dois meses.) Este Weblog também é culpado pela falta de cobertura. Mas não há indignados com a China, que apóia o regime (este sim) genocida do Sudão.
Guerras não prestam. Guerras matam, ferem, sangram, deixam aleijados. Entre as vítimas de guerras, há crianças. Observe uma guerra com uma lente de aumento e fica difícil para qualquer ser humano justificá-las. Parece ser preciso um cinismo monstro para assistir às fotos dos resultados da guerra e ainda assim dizer: ‘foi necessário’.
Mas ainda assim: que bom que a União Soviética e os EUA enfrentaram Hitler. Os soviéticos sabem o quanto custou. Ainda bem que o fizeram.
Nós, que acreditamos que Israel é sobretudo necessária para a sobrevivência de um povo, achamos que o país não acerta sempre. Mas acreditamos também que o país está em guerra. E as guerras, às vezes, são necessárias à sobrevivência.
Minha opinião? Me alinho com David Grossman, o grande escritor israelense. Era preciso enfrentar o Hamas, era preciso bombardear Gaza – agora basta. O governo de Israel precisa aprender a parar. Conheci Grossman numa noite, há alguns meses. É um dos sujeitos mais sensíveis, mais sensatos, mais empáticos com os palestinos, mais dedicados à esperança de paz que pode haver. Mesmo. Ele perdeu um filho no exército israelense.
Mas gostaria, com franqueza, de entender a opinião de quem rejeita Israel. Tenho algumas perguntas, estou curioso para as respostas.
1. Israel tem o direito de existir onde existe?
Os israelenses que conheço aceitam na hora que lhes for oferecido um acordo de paz que preserve as fronteiras de 1967 e divida Jerusalém em dois. O governo de Israel, se os países árabes oferecerem algo assim em troca de paz, assina na hora. Pessoalmente, acredito que até um governo do Likud assina um acordo definitivo de paz assim. Basta suspender as agressões de parte a parte. (Não estou sugerindo, com isso, que tal oferta é simples de fazer ou que Israel seja inocente; Israel é paranóica.)
2. Um acordo assim é justo?
Cai foguete, cai foguete, cai foguete. Os foguetes que partem de Gaza mantém em suspenso a vida de pouco mais de um milhão de pessoas. De uma hora para a outra, as crianças têm que deixar a escola, todos têm que se abrigar, as ruas se esvaziam. Como tecnologia não falta, o alerta quase sempre vem em tempo e as vítimas são raras. O estresse, no entanto, está lá. Presente. Constante. Todo dia, toda hora, a qualquer momento. Isto não é vida. É muito pior do que morar de frente ao Pavãozinho, no Rio.
3. Mas o que é uma reação proporcional justa? O que quero dizer é: Israel pode se defender? E, ao se defender, o que pode fazer?
Respostas a estas três perguntas, acredito, vão nos ajudar a nos compreender uns aos outros.
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Já que a destruição de Israel está na constituição do Hamas, por que eles não aproveitam o embalo e colocam em prática aquilo que pregam?
Será que dessa forma não vale?
Será que eles só sabem lutar usando homens-bombas contra os civis israelenses?
Será que a coragem deles já acabou?
Esse Israel é realmente um pé no saco, um estraga prazeres.
Imagina que o pobre do Hamas estava no seu canto em Gaza, jogando seus foguetinhos iranianos tranquilamente sobre Israel todos os dias, como já fazia há uns quase 10 anos, quando eis que de repente Israel resolve contra-atacar???
Que diabos de direito é esse que Israel tem de contra-atacar???
Israel NÃO pode se defender. Tem que ficar quieto levando bombas.
Bando de facistas, assassinos, reação desproporcional ! ! ! ! !
Nazistas, estraga-prazeres de terroristas ! ! ! !
Faraó (resposta de sua msg no outro post)
Sorry, mas está no ‘‘Livro’’ que também narra a pancadaria sofrida pelos hebreus.
Em 721 a.C., a Assíria conquista Israel. Em 568 a.C., a Babilônia invade Judá e escraviza o populacho que, no cativeiro, realiza a escrituração da Lei Mozaica. Em 539 a.C., Ciro, rei da Pérsia, arrebenta a Babilônia e permite o regresso dos israelitas à Palestina. Chegam os macedônios de Alexandre e, a seguir, em 63 a.C., os romanos.
Daí em diante, a história judaica limita-se, até a criação do Estado de Israel, em 1948, às minorias da diáspora em território estrangeiro.
Agora, que Israel recuperou a posse do cabo do chicote bate de novo.
Quem pretende viver em paz dirija-se à Antártica, onde os humanos são escassos.
Em todo o mundo aumentam os protestos contra os ataques nazistas ao gueto de Gaza…
Toda minha solidariedade a resistência do gueto de Gaza que luta contra o extermínio dos palestinos.
Lista dos carrascos nazistas que governam Israel:
Tzipi Livni
Ehud Olmert
Ehud Barack
E não podemos esquecer Benjamin Netanyahu… neste não precisa sequer pintar o bigodinho.
Pedro Doria suas respostas não foram respondidas pelo ” pessoal sempre indignado com Israel “, e nem serão.
Pois suas perguntas remetem a lógica, quaisquer que sejam as conclusões a que se possa chegar, e essa palavra nunca esteve mais ausente nessa guerra do que agora. Uivos, gritos, slogans, ódios, ideologias, pre conceitos, recalques, há muito substituiram o pensamento racional nesse conflito Israel X Àrabes.
Israel se vê cercado.
De um lado o Irã pré nuclear, jurando varrer Israel do mapa, negando o Holocausto, liderado por um confesso admirador de Hitler.
Mais a Síria tão radical quanto, e um poderoso grupo terrorista dominando o Líbano, mais radical ainda, se isso é possivel.
De outro, um Egito mais ou menos confiável, sempre sob pressão da Irmandade Muçulmana, palestinos em furia, e a hostilidade e o desejo de “varrimento ” do povo israelita por parte do Islã e seu bilhão de almas. Além dos anti semitas de sempre, orientais ou ocidentais.
A ” opinião pública ” foi perdida. O Holocausto fica cada vez mais distante, e hoje a maioria do mundo vê em preto e branco, assim :
Israel= vilão.
” Palestinos “= vítimas.
Finalmente os árabes que vivem em Israel, a maioria nascidos lá, cada vez mais se identificam com seus irmãos do outro lado da fronteira do que com Israel.
O sentimento é recíproco.
Os israelenses cada vez mais se sentem ameaçados dentro de casa.
Esse é o contexto.
Israel, poderoso militarmente, para espanto dos anti Israel a qualquer preço, se vê cercado, e vai agir. Pela simples razão de que, caso não o faça, vai morrer por entropia. Isso pode explicar Gaza e os futuros desdobramentos.
Além de todos esses imensos problemas, de população interna inimiga a bombas nucleares assassinas cada vez mais reais, Israel e o mundo irão enfrentar desafios pavorosos nos próximos tempos.
Digo e o mundo, pois lá no Oriente Médio estão representadas as potências e interesses mais diversos, além do onipresente Terror, para quem a guerra e o caos são objetivos supremos à serem atingidos. Existe ainda a convicção que não ousa dizer seu nome mas que pergunta pelos corredores do Pentágono se o apoio a Israel vale mesmo a pena, e se vale até onde ir?
Uma coisa é certa.
A situação hoje é completamente diferente de um passado recente. Israel parece ainda não saber bem o que fazer. Mas se vê cercado fisicamente, corroído por dentro, e abandonado pela opinião pública mundial. Por isso ataca.
Gaza pode ser mais um atrito sangrento entre outros mil, como no passado, ou pode ser o começo de outra era.
Ás vezes o milagre da paz começa com um pouquinho de lógica que seja.
Tomara.
Amém.
Bem, mas se for para fazermos comparações, houve quem se perguntasse o que ocorreria se os palestinos fossem negros. Israel enfrentaria sanções e boicotes internacionais como a África do Sul? Nelsom Mandela via a causa dos palestinos como muita simpatia e fazia relações entre ela e a luta dos negros em seu país. Israel não acredita que a paz poderá lhe trazer segurança, mas somente a guerra e a derrota total dos palestinos e países árabes. É compreensível, mas a longo prazo é uma catástrofe.
Leiam o excelente artigo de Uri Avnery - um judeu pacifista que não é desta laia imunda que governa Israel…
Tá lá no Azenha.
palhinha… sobre o apoio do cão george “genocida” bush a chacina Israelense:
”
Mais uma razão para a ocasião escolhida: são os últimos dias de George Bush na Casa Branca. Cabia esperar que esse tolo encharcado de sangue apoiasse entusiasticamente a chacina, o que, de fato, ele fez…
“
Uri Avnery desnuda as intenções de Israel (e ainda há tolos que negam e mentem sem pudor…) e aponta como resultado o fortalecimento da resistência: Hamás!
… sem meias palavras:
”
O conceito estratégico é o mesmo: aterrorizar a população civil, com ataques implacáveis por ar, semeando a maior quantidade possível de morte e destruição…
… Há algum tempo escrevi que o bloqueio de Gaza é experimento científico, para determinar o quanto agüenta uma população privada de tudo, antes de que a espinha dorsal se parta. É experimento conduzido com o generoso apoio da Europa e dos EUA. Até agora, deu em nada. O Hamás tornou-se mais forte e os Qassam alcançam alvos cada vez mais distantes…
“
De Epicuro é o célebre argumento:
se Deus quer suprimir o mal e não pode, é impotente;
se pode mas não quer, é invejoso;
se não quer nem pode, é invejoso e impotente;
se quer e pode, por que não o faz?
Só não me venha com essa lengalenga de que se escreve certo por linhas tortas!
… (e quem entorta a linha? ).
chest- Deus nos concedeu o livre arbítrio.
O comentario do Marco é o tipo standart dos defensores do crime de Israel.
Já me preocupa essa coisa toda de judeu e cuspe que o Faraó trouxe a baila.
Cuidado cara pálida.
Essa sua insegurança, essas suas duvidas sobre o porque Israel se comporta assim tão sem limites e freios o está fazendo apelar para infamias que não se escreveu nem se admite aqui no blog……
O unico nazista de plantão(segundo voce, certo?, seria eu).
De outros nada disso foi posto no blog.
Cuidado com as palavras e o seus medos, eles o traem e o rebaixam.
Lave o rosto e acorde para o debate sincero e decente.
OK?
Leitura esclarecedora… artigo do Jornalista palestino KHALID AMAYREH:
”
… é uma grande mentira chamar a esta guerra uma guerra contra o Hamas. Isto é uma guerra de extermínio estilo nazista contra o povo da Palestina.
Se a guerra fosse contra o Hamas, como os criminosos de guerra de Tel Aviv continuam afirmando, Israel não teria alvejado praças de mercado, farmácias, edifícios de faculdades, lares privados, mesquitas, instituições culturais, estradas, negócios, etc.
Só um estado com uma mentalidade hitleriana alvejaria uma sociedade inteira e a seguir afirma que está a combater o Hamas! É simplesmente uma enorme mentira.
Assim, Israel está simplesmente a executar um genocídio real … e aliás um genocídio indiscriminado.
”
Visitem também o excelente Palestine Think Tank na rede…
HRP, você defende os criminosos palestinos como heróis da libertação, comno debater honestamente desse modo? OS caras se escondem atrás de escolas!!!!!!
Jornalista palestino KHALID AMAYREH
chest- tem nome de terrorista.
Esquerdistas, comunistas, palestinos, aqui vocês tem motivo para se alegrar (clik my nick)
Os direitobas continuam cuspindo desumanidades cínicas para não perceberem o óbvio: Israel já começou perdendo esta guerra, que não passa de um teatrinho perverso. Se eles invadem Gaza, é óbvio que terão autonomia para devastar e matar à vontade….mas depois disso, o que? Jogar os habitantes no mar? Durante trinta anos, os sionistas sempre disseram que o povo palestino não existia, que eram só um bando de jordanianos nomades que tinham entrado na Judéia por acaso; nos trinta anos seguintes, tiveram de reconhecer que existiam, enquanto faziam tudo para obliterá-los. O problema é que, à parte uma “solução final”, os palestinos não irão embora - e é por isso que a derrota é inevitável.
continuo apaixonado…ai ai…
Prosseguindo sua incursão pelo stalinismo latino-americano à la Chávez, Evo Morales, o “índio” espanhol que pinta e borda na Bolívia como presidente, anuncia que lançará seu próprio jornal. Claro, claro, isto para afirmar “A Verdade”, já que a mídia capitalista, burguesa, imperialista etc. só publica “mentiras”. Ah, eis o sonho dos petistas mais reacionários. Tinturas de comunismo com fascismo.
Para quem não lembra, Pravda (A verdade, em russo) era o jornal da ditadura comunista na falecida URSS.
El Gobierno boliviano ya controla una red de radios comunitarias que fueron instaladas con aportes económicos de Venezuela y Morales ha expresado varias veces su deseo de que el Estado tenga además una red de canales de televisión para sectores sociales rurales.
by Orlando
Igor Panarin e Olavo de Carvalho,
Que dupla!
Eles revivem o tempo do velho e bom Ezequiel.
Prostituta Jerusalém, que abre as coxas a todos os passantes, preferindo aqueles que possuem o membro de um jumento e o jorro de um cavalo.
Os dois são mesmo o Ezequiel dos tempos modernos.
É difícil Ocidentais de cultura diferente com modo de governo e sociedades diferentes fazerem julgamentos do modo como os Orientais lutam e como morrem por causas diversas que muitos de nós não queremos nem nos envolver. Morte é morte em todo lugar do planeta, principalmente quando são mortos os inocentes. Mas a hipocrisia do mundo é tão grande que só alardeia o revide de Israel. Enquanto os terroristas tiverem munição para lançar foguetes contra alvos civis ninguém da comunidade internacional intervem. Será que se nós morássemos em território israelense com nossa famílias nos sentiríaimos bem com nossos filhos no jardim da casa enquanto uma chuva de foguetes caissem em nossa direção? Seria confortável vc ser um cidadão judeu e nem poder andar tranquilo nos bares, padarias e restaurantes do país e do exterior porque tem sempre um homem suicida querendo detonar explosivos num civil? Parece que a hipocrisia dos governos que condenam a morte de uma criança e não condenam a morte de dezenas de pessoas tá longe de ter uma solução. Nações que ao mesmo tempo que condenam a violência vendem armas e permitem milícias armadas cruzarem a fronteira para esquentar ainda mais o problema? afinal, você gosta de vizinho que todos os dias te ofende? Quem sabe todos os dias jogar pedra no seu telhado, sobras de cigarro no seu quintal, lixo, etc? Se vc gosta disso, então com certeza exitem motivos pra você se identificar com um dos lados do conflito.
Tenho esperança que isso possa se resolver para o povo palestino e para o povo de Israel.
De forma alguma gostaria de ser indelicado… Apenas gerar mais uma opiniao baseada em fatos reais. Somos uma sociedade que caminha em mão dupla mas que por vezes somos colocados em mão única. Estive a trabalho em Israel, e confesso que me apaixonei pelo povo judeu e pude compreender algumas coisas que acontecem por lá. Sou fotógrafo acabei andando desde a cidade velha de jerusalém até a fronteira com a jordania e muitas coisas ficaram claras pra mim… Repetir informaçoes nem sempre é correto… O Povo palestino é lindo, mas caminha sobre um medo que nao se chama Israel… Só para ilustrar, sem querer comparar, o MST é um movimento social cheio de luz, porém, existem alguns que transformam luz em trevas para tirar proveito da escuridão… Assim caminha a humanidade… Estamos cercados de oportunistas… Bem, mas a historia é longa, muito mais longa que os 60 anos de Israel… E a História do povo Judeu é de muito mais sofrimento do que de gozo e Paz… Mas lembre-se… Não estou concordando com o revide de Israel… Mas aposto que se alguém tentar entrar na sua casa, com certeza não será recepcionado com cefezinho… Que 2009 seja um ano de Paz… A verdadeira Paz que vem do alto.
.
Longe de mim defender que Israel tem o “direito” de matar palestinos, tampouco que os palestino têm o deireito matar judeus, mas mudando um pouco o foco da polêmica, pensemos o seguinte.
Certa vez, já faz uns bons dez anos, vi o anúncio num jornal sobre a venda de uma fazenda no Piauí, com 50.000 hectares, preço de 50 reais o hectare.
Digamos que hoje esteja a 100 reais o hectare, o preço total da fazenda seria de 5 milhões de reais. E eu pergunto, o que são 5 milhões de reais para um milionário árabe?
Com mais 5 milhões poderia ser montado toda uma infraestrutura (grafia atual), com poços artesianos (como se sabe o Piauí possui um grande lençol de água subterrâneo), casas, máquinas etc.
Quantas famílias de palestinos (que querem apenas viver em paz), poderiam ser alocadas em tal fazenda?
Se há terras assim tão baratas no Brasil, imagine-se na África?
Estou apenas imaginando alguma s soluções possíveis para o conflito, pois realmente essa história dos palestinos retomarem suas antigas terras me parece algo totalmente utópico.
Sou a favor que Israel pague indenizações aos palestinos, mas também que os palestinos reconheçam de vez o inevitável.
Também não estou advogando que os palestinos desocupem a área que receberam, conforme partilha da ONU, e sim que lhes seja entregue integralmente. Menos povoada, se tornaria um lugar bem mais possível de viver.
Erro do livre arbítrio
Hoje, já não temos compaixão alguma pelo conceito de «livre arbítrio»: sabemos demasiado bem o que é - o mais infamante artifício dos teólogos que tem por fim tornar a humanidade «responsável» - à sua maneira, isto é, torná-la deles dependente…
Apresento aqui apenas a psicologia de todo o tornar responsável. Onde quer que se busquem responsabilidades, costuma ser o instinto do querer castigar e julgar que aí campeia. Despojou-se o devir da sua inocência, quando de qualquer modo se reduz à vontade, a intenções, a actos de responsabilidade: a doutrina da vontade foi essencialmente inventada para fins de castigo, isto é, do querer-encontrar-culpados. Toda a velha psicologia, a psicologia da vontade, pressupõe que os seus autores, os sacerdotes, chefes das antigas comunidades, quiseram arrogar-se o direito de impor penas - ou para Deus quiseram criar esse direito…
Os homens foram imaginados «livres» para poderem ser castigados - a fim de poderem tornar-se culpados[...]
in Crepúsculo dos Ídolos, Nietzsche
o homem, apenas, faz parte desta natureza, a ele nunca, nada lhe foi dado por deus algum por ele inventado.
Dino
Patético? Tentar sumir? Mentir? Putz, você me pegou…
Amigão vou confessar… é tudo mentira. Nós inventamos tudo…
Inventamos até mesmo essa declaracão da própria Comissária Geral da UNRWA:
Unrwa commissioner-general Karen Koning AbuZayd said the school had been evacuated earlier in the day because of an Israeli military incursion nearby.
“This is a problem when we’re not there, what happens to our schools,” Ms AbuZayd told a news conference on Wednesday.
Inventamos também essa declaracão da porta voz do Secretário Geral da ONU…
“The secretary-general condemns this abuse of UN facilities, which is a serious violation of the UN’s privileges and immunities,” Marie Okabe said. “
André Fucs está economizando? Porque não pôs o texto completo?
A escola já havia sido evacuada, os palestinos estavam usando quem como escudo?
Como? Evacuaram por causa de uma incursão militar israelense? Mas em 29 de Outubro? Os israelenses não tinham deixado os palestinos de Gaza em paz e estavam sofrendo ataques tão somente?
“We’ve complained frequently to both sides - to the Israelis when the IDF (Israel Defense Forces) comes in and use our schools for interrogating people
Como? Os israelenses usam as escolas como salas de torturas e interrogatório? Viuge! Dessa eu não sabia…
CADÊ AS CRIANÇAS NA FILMAGEM? EM ALGUMA FOTO? SÃO MILHARES DE FOTOS DE CONFLITOS CADE AS CRIANÇAS SERVINDO DE ESCUDO?
Não existe “escudos” em Gaza, tudo é alvo, inclusive hospitais.
Em qualquer guerra, a primeira vítima é sempre a verdade.
Ótimo artigo no Pátria Latina:
DO GUETO DE VARSÓVIA AO GUETO DE GAZA
palhinha…
”
Em Abril de 1943 os judeus do Gueto de Varsóvia foram massacrados pela máquina militar do III Reich nazi.
Em Dezembro de 2008 os palestinos do Gueto de Gaza são massacrados pela máquina militar do IV Reich nazi-sionista.
Ambos os povos exerceram o seu direito inalienável à revolta contra a opressão…
“
Israel promove uma competição bizarra: Quem é o assassino mais eficiente para governar…
”
… não esqueçamos a dimensão obscena: as centenas de vítimas dos bombardeios sobre Gaza são vítimas colaterais da campanha eleitoral israelense. Para aumentar o seu apoio popular antes das eleições, todos os líderes israelenses estão competindo para ver quem é o mais duro e quem está disposto a matar mais…
”
Michael Warschawski - diretor do Centro de Informação Alternativa de Jerusalém.
Israel: Pare o Massacre Contra o Povo Palestino!
Agora André Fucs, responda, por favor, e sem enrolar:
1- Israel com centenas de traidores dentro de Gaza e com o serviço secreto mais ativo do planeta só descobriu túneis a ser destruídos agora?
2- Porque os contrabandos de armas são seletivos? Porque o Hamas só conta com AK47 e RPGs soviéticos? Porque não possuem pelo menos uns SA14 antigos soviéticos para derrubar helicópteros israelenses?
3- Porque se conseguem contrabandear armas, não tem armas como o hizbollah?
Se você não souber, eu posso te responder. As armas que o Hamas possui é o que Israel permite que seja contrabandeada, sejam artefatos para fabricação dos precários Kassans ou fuzis velhos soviéticos.
Porque Permite? Simples, para criar cisão entre palestinos e para que o Hamas possa ficar aporrinhando Israel de maneira que não ofereça perigo e ao mesmo tempo seja visível a aporrinhação legitimando um revide.
Porque Israel quer isso? Israel necessita de um permanente estado de guerra para existir, sua economia depende disso, necessita das contribuições dos judeus mundo afora e ajuda militar e financeira dos EUA. Necessita também expor seus produtos bélicos, de espionagem e segurança e a melhor vitrine do mundo e a guerra. E o pior, Israel tem atualmente, a população altamente fragmentada, a própria religião está se fragmentando. Por exemplo, hoje em dia em Israel vive por volta de 1,5 milhões de russos que sequer querem aprender o hebraico, são fios tênues que amarram a união entre essa população, isso tudo com uma população “civil” armada e altamente treinada. Então é necessário sempre ter um inimigo externo para unir-los.
Deus do Céu…..aonde vamos parar?
já viram que nem crianças, nem jovens e muito menos pessoas de qualquer idade são importantes?
Só a vitória dos dois lados?.
Vou indo ao dvd…..
Se você não souber, eu posso te responder. As armas que o Hamas possui é o que Israel permite que seja contrabandeada, sejam artefatos para fabricação dos precários Kassans ou fuzis velhos soviéticos.
Porque Permite? Simples, para criar cisão entre palestinos e para que o Hamas possa ficar aporrinhando Israel de maneira que não ofereça perigo e ao mesmo tempo seja visível a aporrinhação legitimando um revide.
chest- ISTO é teoria da con spiração, o resto é brinquedo.
Porque Israel quer isso? Israel necessita de um permanente estado de guerra para existir, sua economia depende disso, necessita das contribuições dos judeus mundo afora e ajuda militar e financeira dos EUA.
chest- já isso é mentira.
O crescimento econômico e o desenvolvimento material, associados à construção de um potencial científico-tecnológico impressionante, sem falar das “vitórias“ nos campos de batalha em 1956, 1967 e 1973, transformaram o “ethos” da sociedade israelense. Os sucessos ofuscaram as lições da história milenar sobre a importância da coesão e solidariedade na trajetória de um povo, valores esses fundamentados em uma forte identidade grupal e num destino comum.
Apostou-se, novamente sob a influência da ideologia norte-americana, no êxito do “melting pot”, o cadinho das diferentes correntes migratórias, carregando heranças étnicas e culturais tão distintas, como os imigrantes da ex-União Soviética ou os Falasha da Etiópia. As dificuldades de absorção e integração desses grupos, agravadas pela resistência do setor ortodoxo de reconhecer a “judaicidade” desses imigrantes, mormente daqueles oriundos de casamentos mistos, estimularam os preconceitos e suscitaram situações de conflito que atravessam as linhas de divisão de etnias e de classes sociais.
O crescimento econômico e o desenvolvimento material, associados à construção de um potencial científico-tecnológico impressionante, sem falar das “vitórias“ nos campos de batalha em 1956, 1967 e 1973, transformaram o “ethos” da sociedade israelense. Os sucessos ofuscaram as lições da história milenar sobre a importância da coesão e solidariedade na trajetória de um povo, valores esses fundamentados em uma forte identidade grupal e num destino comum.
chest- é isso ou morrer nas mãos árabes.
Apostou-se, novamente sob a influência da ideologia norte-americana, no êxito do “melting pot”, o cadinho das diferentes correntes migratórias, carregando heranças étnicas e culturais tão distintas, como os imigrantes da ex-União Soviética ou os Falasha da Etiópia. As dificuldades de absorção e integração desses grupos, agravadas pela resistência do setor ortodoxo de reconhecer a “judaicidade” desses imigrantes, mormente daqueles oriundos de casamentos mistos, estimularam os preconceitos e suscitaram situações de conflito que atravessam as linhas de divisão de etnias e de classes sociais.
chest- teoricamente isso enfraqueceria Israel….
Ex-terrorista: ’armam extradição’
Ameaçado de extradição, após pedido de refúgio negado, o ex-terrorista italiano Cesare Battisti acusa a Itália de “complô” com a Justiça brasileira para que ele cumpra prisão perpétua em seu país pelo assassinato de quatro pessoas, entre 1977 e 1979, quando militava no movimento de extrema-esquerda Proletários Armados para o Comunismo (PAC). A extradição está pendente no Supremo.
O ex-militante acha que extraditá-lo “afronta as conquistas democráticas” do Brasil, onde tem vasta rede de apoio. Ainda acaba “anistiado”.
chest- e vai pedir indenização (rsrsrs)
O peso do crescimento demográfico, da afluência econômico-financeira e os valores políticos conservadores, aliados a um estilo de vida e filosofia ancorados em um empirismo estreito e positivista reforçado pelo sucesso nos negócios, marcaram profundamente o perfil e a atuação das organizações judaicas no mundo. Tornando-as também dependentes das contribuições financeiras e do “lobby“ dos judeus junto à Casa Branca e ao Congresso norte-americano
Importante ação do Emir Sader em seu blog, denunciando os crimes contra a humanidade que Israel promove no gueto de Gaza…
“As vítimas da carnificina têm nome”
Emir lista (nome e idade) uma série de vítimas dos ataques terroristas de Israel.
”
… Esses alguns dos já mais de 400 vítimas da carnficina promovida por Israel. O direito à vida e a uma vida tranqüila parece valer somente para eles, não importando se assassinam friamente a crianças palestinas, cuja humanidade é desconhecida pela frieza dos números de vitimas. Para a imprensa, houve apenas a morte de um dirigente do Hamas. Mas se trata da longa lista de vítimas do novo holocausto, que agora tem a Israel como verdugo, como agente de crimes contra a humanidade.
“
Não se ousa colocar a questão da religião - a natureza laica ou religiosa do Estado - em debate amplo e profundo. Resvalamos assim para uma sociedade influenciada crescentemente por fanáticos fundamentalistas que pregam o ódio, preconceitos e intolerância, levando à desobediência às leis, conflitos e até assassinatos.
Emir Sader? Este toma seu banho de sol no clube mais luxuoso da orla da Lagoa de Freitas e está cagando para quem acredita em sua sinceridade.
But this is totally untrue. The vast majority of Gazans who have been killed were Hamas terrorists. According to today’s UN figures, 364 have been killed of whom only 62 were civilians. Israel has been targeting only the Hamas infrastructure and its terror-masters, as detailed here. While some civilian casualties are unfortunately inevitable, Israel is clearly attempting to minimise them. It is Hamas which deliberately targets Israeli civilians when it fires its rockets and detonates its human bombs specifically at Israeli civilian targets. It is Hamas which deliberately turns its own civilians into targets by siting its rockets and other military equipment under apartment blocks and in centres of densely crowded population. Hamas tries to kill as many Israeli innocents as possible; Israel’s military operation is conducted solely to defend its people against such attack and is designed to minimise the loss of civilian life in Gaza. To draw an equivalence between the two is obscene.
Imperdível lá no Azenha…
O jornalista Gideon Levy descreve como Israel transformou-se em um Estado horrendo:
”
Eis como estão as coisas em Israel: opor-se à paz é sempre atitude legítima e patriótica; opor-se à guerra é traição, atitude antipatriótica e atitude que deve ser combatida…
”
É assustador… fala de movimentos pacifistas censurados e doutrinação pró-violência na mídia.
But this is totally untrue. The vast majority of Gazans who have been killed were Hamas terrorists. According to today’s UN figures, 364 have been killed of whom only 62 were civilians. Israel has been targeting only the Hamas infrastructure and its terror-masters, as detailed here. While some civilian casualties are unfortunately inevitable, Israel is clearly attempting to minimise them. It is Hamas which deliberately targets Israeli civilians when it fires its rockets and detonates its human bombs specifically at Israeli civilian targets. It is Hamas which deliberately turns its own civilians into targets by siting its rockets and other military equipment under apartment blocks and in centres of densely crowded population. Hamas tries to kill as many Israeli innocents as possible; Israel’s military operation is conducted solely to defend its people against such attack and is designed to minimise the loss of civilian life in Gaza. To draw an equivalence between the two is obscene.
Médio Oriente: Conselheiro do Presidente Abbas culpa exclusivamente Hamas pelas mortes em Gaza
30 de Dezembro de 2008, 06:24
Beirute, 30 Dez (Lusa) - Nimr Hammad, conselheiro do Presidente palestiniano Mahmoud Abbas, responsabilizou exclusivamente o movimento islamita Hamas pelas mortes ocorridas em Gaza nos últimos dias e que já atingem ultrapassam 360, refere o jornal libanês Al-Akhbar.
“O único responsável pelas chacinas é o Hamas e na a entidade sionista que, do seu ponto de vista, reagiu ao lançamento de mísseis palestinianos”, disse Hammad. “O Hamas tem de parar de arriscar gratuitamente o sangue dos palestinianos. Não deve dar pretextos a Israel.”
Hammad apelou aos líderes do Hamas para pararem de desencadear “operações que reflectem imprudência, como o lançamento de mísseis”.
Em visita ao Cairo, o Presidente Mahmoud Abbas (Abu Mazen), líder da Organização de Libertação da Palestina (OLP), também responsabilizou o Hamas pelo ataque israelita, segundo o jornal Al-Hayat Al-Jadida, afirmando: “Falámos com os líderes do Hamas e dissemos-lhes directa e indirectamente, através de partidos árabes e não árabes, ‘por favor, não acabem com o thadiah’ [processo de pacificação].”
Ih Frangão.
Perdeu argumentos para justificar a matança em Gaza e resolveu mudar o “rumo da prosa”?
Pelo visto, Aqui tá todo mundo andando e cagando pra suas “denuncias”.
Melhor continuar postando vídeos de corpos dilacerados (e tendo orgasmos multiplos por isso) por que pelo menos está dentro do “contexto” do post… :o(
E o jornalista Gideon Levy continua desabafando…
… porque sabe que Israel perde quando pratica o nazismo:
”
Só depois, quando baixa a poeira, quando já todos sabem que mais uma vez a vitória converteu-se em derrota, e as conquistas foram ilusão (quando não apenas mentiras), então, sim, começam a falar outras vozes. Até que, algumas vezes, algum senso, depois, aos poucos, implanta-se também na opinião pública. Sempre tarde demais. Sempre desgraçadamente tarde demais…
”
E a resistência não para de crescer…
342, você sabe ler?
Numer Uan, Bundan, clique meu nome
E agora Gideon Levy vai no âmago…
Ele afirma claramente que Israel foi quem quebrou o cessar-fogo:
”
… Assim a mídia em Israel inventou o Hamás. Apagou a realidade de uma organização em frangalhos, em luta desesperada para não se deixar assassinar e que lança rojões de salão contra o mais poderoso exército do mundo. Assim, também, a mídia de Israel encobriu o fato de que Israel, não o Hamás, foi quem quebrou o pacto de cessar-fogo, imediatamente, no mesmo dia em que firmou o pacto: um dos túneis foi bombardeado no mesmo dia em que o cessar-fogo foi assinado…
“
É simplesmente estarrecedor…
Gideon Levy afirma que a mídia Israelense ocultou da população israelense os efeitos do bloqueio genocida ao gueto de Gaza…
”
A mídia israelense também ocultou os efeitos do boicote. Durante dois anos e meio nenhum veículo da mídia de Israel pôde entrar em Gaza. A opinião pública em Israel não soube de nada. Tampouco se ouviu qualquer protesto dos jornalistas em Israel. O sofrimento pelo qual passa a população sitiada em Gaza não apareceu na agenda jornalística em Israel. Alguns ainda tentaram acalmar a própria consciência (nunca, de fato, muito torturada), com notícias de que não havia bloqueio; alguns “pressentiram”; alguns inventaram cenas piores do que a realidade. Mas os efeitos do sítio e do bloqueio de Gaza não foram noticiados em Israel.
”
Israel tornou-se um Estado horrendo.
Frangão cloacão, não estou interessado em seus links não. :o(
rojões de salão = foguetes chineses
você é um ignorante que não sabe ler em inglês.
Dino,
“André Fucs está economizando? Porque não pôs o texto completo?”
Estou apenas aprendendo com você… Ou você já se esqueceu de:
http://pedrodoria.com.br/2008/12/29/se-e-para-listar-viloes-israel-nao-esta-sozinha-egito-arabia-saudita-e-o-hamas-estao-juntos/#comment-249227
?
nota-se que sua seletividade não se restringe às ações israelenses…
Você pode se escolher o que citar mas os outros não? Interessante essa sua estratégia. Começo a suspeitar que és um iraniano disfarçado de comerciante morando em Foz do Iguaçu…
Aí, Fucs, olha o link de meu nome. terrorism-info
E o Gideon Levy não para quieto…
Agora ele explica como os nazistas prepararam terreno na opinião pública para justificar os ataques…
… e desabafa sobre a absoluta insensibilidade quanto ao sofrimento dos palestinos submetidos ao bloqueio genocida no gueto de Gaza:
”
Depois da fase de preparação, a fase de avaliação: isso não pode continuar, disseram todos os analistas, introduzindo a idéia de que a resposta teria de ser militar, exclusivamente militar. Os assustados moradores de Sderot passaram a ser as únicas vítimas conhecidas. Não as crianças de Gaza, que não têm nem caderno para escrever, não os adultos que não tem nem cimento para vedar os túmulos de seus mortos, não os motoristas que dirigiam carros movidos com óleo de cozinha que aprenderam a reciclar, não os médicos que operavam sem eletricidade, não os feridos operados sem anestésicos, não as famílias mortas de frio. Essas não são personagens da cena do “isso não pode continuar.
“
Melhor um “ignorante” que não sabe ler inglês, do que um “dotô” tapado que só enxerga com o olho direito e acredita em lendas bíblicas.
abesta ainda confessa…..
E o jumento continua comentando…
No meu caso, basta perder algum tempo para aprender o “inglês” e acabar com a “ignorância”.
Quanto ao seu caso Frangão, já está perdido.
Teu fanatismo cristão-direitoba, é uma patologia mental (esquizofrenia?), incurável…
sempre bom abater anti-semitas nazistas
http://www.youtube.com/watch?v=AoQeeGuzleA&feature=related
sempre bom abater anti-semitas nazistas
alguns Mustangs foram ilegalmente comprados pelos israelenses, um par, e após 1948 mais 25 foram comprados da Suécia.
http://www.warbirdsmagazine.com/israel/images/P2220013.jpg
Lá do blog do Emir:
Mortos no campo de refugiados de Jabalia:
”
- 49 anos, Nizar Abdul-Qadir Rayyan;
- 40 anos, Nawal Ismail Rayyan;
- 46 anos, Hyiam Abdul-Rahman Rayyan;
- 45 anos, Iman Khalil Rayyan;
- 25 anos, Shirin Said Rayyan;
- 2 anos, As’ad Nizar Rayyan;
- 3 anos, Usama Nizar Rayyan;
- 3 anos, Aiysha Nizar Rayyan;
- 4 anos, Reem Nizar Rayyan;
- 5 anos, Halima Nizar Rayyan;
- 5 anos, Meryam Nizar Rayyan;
- 6 anos, Abdul-Rahman Nizar Rayyan;
- 12 anos, Abdul-Qadir Nizar Rayyan;
- 12 anos, Ayia Nizar Rayyan;
- 15 anos, Zainab Nizar Rayyan;
- 16 anos, Ghassan Nizar Rayyan;
“
Mortos no norte de Gaza:
”
Oyoun Jihad Na-Naslah, de 6 anos, e seu irmão, Al-Muoíz.
“
Mortos no campo de refugiados na cidade de Al-Qarara:
”
- Abdul-Sattar Al Astal, de 8 anos
- Iyad Abed-Rabu Al Astal, de 9 anos e seu irmão,
- Mohammed Abed-Rabu Al Astal, de 12 anos.
“
esses nunca mais vão pensar em jogar foguetes na vizinhança.
E Gideon Levy descreve o que Israel praticou contra o gueto de Gaza: O Horror.
… e como isto ainda permanece escondido pela mídia:
”
Quem quisesse saber o que ocorrera em Gaza naquele festim sangrento, e não só em Sderot e Netivot (”Netivot da Morte” dizia outra manchete), teria de andar até a página 13, para lá encontrar um relato muito sucinto do que, àquela hora, todos os telespectadores do mundo já sabiam: que o horror desabara dos céus sobre Gaza.
”
Lá no Azenha.
Impressionante…
”
Historiador do futuro que algum dia examine os arquivos dos jornais de Israel verá com clareza absoluta…
Que Israel crê-se tão poderosa que se brutalizou, que já não sente, que em Israel a barbárie é regente.
“
esses tem futuro?
http://www.thelondondailynews.com/images/hamas_bomber.jpg
Enquanto isso, o dotô morte se refestela nos pedaços de corpos dilacerados dos inocentes…
Indecente.
os oilhos do garotinho já demonstrama preocupação, pois sabe que será “voluntário”.
http://charagoesquerdo.files.wordpress.com/2007/07/ismail_haniyeh_hamas_at_rally_cartoon.jpg
Dou um boi para não entrar em briga, e a boiada para dela não sair.
clique meu nome para ver crianças inocentes sendo abusadas
outro, que deveria estar estudando, sob os cuidadfos da mãe, tb sabe que se fudeu
pensam que meninas estão livres? Se enganaram. |São obrigadas a se martirizar. Será que tem virgens para elas?
sem medo?
Rapaz… que sujeito bizarro.
Fósforo queimado.
Dá pena mesmo é do filho dele…
Bougnoule é um pesado insulto na França, dirigido aos árabes de modo geral e particularmente aos magrebinos. Derivaria de ñuul, que significa negro, em wolof, no Senegal. A palavra data de fins do século XIX. Curiosamente, foi utilizada pelos alemães para designar os franceses durante a Segunda Guerra.
Há quem avente que, em alemão, a palavra designe um inseto vil e incomodativo, e seria desta forma que os alemães chamavam os franceses. Hoje, nestes dias politicamente corretos, francês algum ousaria pronunciar a palavra em público, sob pena de ser acusado de racismo. Como não sou francês nem politicamente correto, eu a pronuncio. Os bougnoules, neste último réveillon, queimaram mais de mil carros na França, particularmente em Paris e Strasbourg. Mas também em Charente, no Ain, em Calvados, Loir-et-Cher, Deux-Sèvres e em Haute-Savoie. Mais precisamente, foram 1.147 carros, 30 por cento a mais que no ano passado. Queimar carros no réveillon está se tornando o esporte predileto dos bougnoules.
É óbvio que nenhum francês de cepa celebraria o Ano Novo queimando o carro de seus compatriotas. O vandalismo é obra de negros africanos e árabes, alguns recém-chegados ao país, outros de segunda, terceira e quarta gerações. As cidades francesas, especialmente Paris, estão cercadas de cinturões de ódio e ressentimento. São bougnoules que abandonaram seus países miseráveis em busca do bem-estar que a França lhes oferece, mas não conseguem integrar-se, por razões religiosas e culturais, à nova sociedade em que habitam. Em um país onde a monogamia é lei, querem manter quatro mulheres, às custas da assistência social do país, é claro. Em um país onde cortar clitóris e infibular vaginas é crime, insistem em mutilar suas filhas. Em um país onde as mulheres são livres para escolher seus parceiros, vendem as filhas, ainda inúbeis, a tios, primos e sobrinhos. No réveillon, como protesto a proibição de suas práticas bárbaras, saem a queimar carros dos cidadãos do país que os acolhe e sustenta.
Janer
Editorial CLACSO (Conselho Latinoamericano de Ciências Sociais):
“Gritando contra o horror”
palhinha…
”
O que está acontecendo em Gaza é um massacre que atenta contra os mais elementares direitos humanos, arrancando sem compaixão toda esperança de paz em uma das regiões mais injustas do planeta. Um massacre que pretende, pela prepotência de bombardeios assassinos, negar o direito dos palestinos a um Estado independente…
“
mais crianças na escola (do terror).
Estado independente lançador de foguetes?
epa, essa não está para brincadeiras.
Nem sequer os indolentes…
… diz o editorial da CLACSO sobre os ataques ao gueto de Gaza:
”
Nosso “grito pela vida”, modesto e alegre, ganhava uma dimensão inesperada, contaminada de horror e espanto, de indignação e revolta, de impotência e repulsão.
Ninguém pode ficar indiferente ante qualquer massacre, nem sequer os indolentes…
Todo massacre interpela a humanidade e nos obriga a tomar partido…
“
mais crianças em escola
Todo massacre interpela a humanidade e nos obriga a tomar partido
chest- é o que eu penso depois dos ataques palestinos, há anos terrorizando seu vizinho. Provem um pouco do próprio veneno.
Rapaz… o sujeito tem problemas sérios.
Coitado é do filho dele… que muito provavelmente vive… “na escola do terror.”
Mais do Editorial da CLACSO (Conselho Latinoamericano de Ciências Sociais)…
… sobre os ataques nazistas contra o gueto de Gaza:
”
Neste marco, a destruição da Universidade Islâmica de Gaza não faz mais do que agregar uma pérfida marca de brutalidade ao ataque israelense.
Nós, desde este lado do mundo, gritamos hoje, mais do que nunca, pela vida, pela paz e pela justiça.
Gritamos pela dignidade e pelos direitos negados ao povo palestino. E, gritando, somamos nossa voz e nossa solidariedade com todos aqueles que não aceitam fazer da vida de um povo uma montanha de escombros.
“
longe…longe.
Ih… agora parece que percebeu.
Como é lento ele… não?
ha ha ha
|Steps, a inveja é uma merda, sai dessa.
Será que percebeu que virou “modelo didático” há uns 30 comentários atrás?
Por que a esquerda, que se diz da paz, gosta tanto de terroristas palestinos e de guerrilheiros comunistas?
Imaginem por um momento que Irã, Síria, Hamas e Hezbollah se unissem e finalmente realizassem seu sonho de destruir Israel e expulsar os judeus. O que aconteceria? Provavelmente a transformação da região em um poço de iniqüidade, apedrejamento de mulheres, enforcamento de gays, miséria, atraso e intolerância religiosa. Isto é, todos os valores aos quais a esquerda diz se opor.
Os esquerdistas ainda idolatram Che Guevara. Mas qual o seu legado? O que é Cuba hoje? Um lugar miserável onde não há liberdade alguma e onde os gays podem ir presos.
or que tanto amor à violência por gente que se diz a favor do diálogo? Os progressistas não eram contra as armas?
Eu poderia engendrar várias explicações sociológicas, freudianas ou até lacanianas, mas para que complicar coisas que, no fundo, são bastante simples?
O progressista gosta de heróis destrutivos porque seu objetivo é a destruição.
Por baixo do suposto pacifismo e do utopismo esquerdista encontram-se, na verdade, a paranóia, a inveja, o ressentimento, a raiva, a violência e a sede ininterrupta de sangue.
(continuará…)
hahaha
Na boa, Number #1,
Deixe de ser hipócrita… Vê-se coisa muito pior todo dia no noticiário. Os vídeos do Exército Israelense até que são bem moderados.
O Hamas descende das mesmas fontes que influenciaram a Al Qaeda de Osama bin Laden. A base ideológica provém da Irmandade Muçulmana, grupo fundamentalista egípcio que surgiu no começo do século passado e hoje está na origem de todas as correntes radicais existentes entre os sunitas, a vertente majoritária do Islã. Seu objetivo declarado é a destruição de Israel e a criação de um estado islâmico em que todo palestino tenha o dever religioso de ingressar na guerra santa. Atentados suicidas, quando conseguiam se infiltrar em Israel, e agora foguetes são as armas dessa guerra assimétrica, mas brutal. Apesar da retórica intransigente, o Hamas concordou com uma trégua que vigorou por seis meses ao longo de 2008, mediada pelo Egito. Em dezembro, quando o cessar-fogo expirou, Israel facilitou a entrada de alimentos, combustíveis e remédios na Faixa de Gaza para tentar estender a trégua. O Hamas preferiu retomar as hostilidades abertas e aumentou o número de foguetes disparados contra localidades do sul de Israel.
Fabio Passos,
Já pensou que os terroristas muçulmanos do Hamas que você apóia querem uma teocracia religiosa (não é que Deus não existia?), torturam seus prisioneiros (ué, tortura não era crime?), fuzilam traidores (a esquerda não é contra a pena de morte?), não aceitam liberdade de expressão (a esquerda não é contra a censura?), matam gays (a esquerda não era pró-homossexuais?), apedrejam mulheres adúlteras (e o feminismo?), proíbem o rock ocidental (que você linka aqui), sacrificam crianças, e o pior… MATAM MACONHEIROS!
Antene-se, rapaz… Deixa de ser OTÁRIO!
Filho do fundador do Hamas converteu-se ao cristianismo e hoje renega o pai, o terrorismo afirma que tudo é culpa do Islã:
http://www.foxnews.com/story/0,2933,475226,00.html
1- Israel com centenas de traidores dentro de Gaza e com o serviço secreto mais ativo do planeta só descobriu túneis a ser destruídos agora?
Traidores? Pera aí, os caras não podem simplesmente achar que o Hamas não é o caminho ideal?
Quanto a ter descoberto os túneis agora eu não sei de onde você tirou essa idéia maluca. Que você é estúpido todos sabemos, que é doido, isso já é novidade.
Israel sabia e vinha protestando contra os túneis junto ao Egito e à comunidade internacional…
2- Porque os contrabandos de armas são seletivos? Porque o Hamas só conta com AK47 e RPGs soviéticos? Porque não possuem pelo menos uns SA14 antigos soviéticos para derrubar helicópteros israelenses?
Qual a relação custo-benefício que o SA-14 ou SA-16 trariam?
3- Porque se conseguem contrabandear armas, não tem armas como o hizbollah?
Hmmmm. Talvez porque Gaza faça fronteira fronteira apenas com Egito, Israel e o Mediterrâneo… enquanto o Hezbollah está baseado em um província Síria?
…
Israel tem atualmente, a população altamente fragmentada, a própria religião está se fragmentando. Por exemplo, hoje em dia em Israel vive por volta de 1,5 milhões de russos que sequer querem aprender o hebraico, são fios tênues que amarram a união entre essa população, isso tudo com uma população “civil” armada e altamente treinada. Então é necessário sempre ter um inimigo externo para unir-los.
Depois fala que não é racista!
Dino, seus avós falavam português? Se falavam, tinham sotaque?
O caso dos seus avós é o caso dos russos. Naturalmente que pessoas que tivessem mais de 21 anos quando se mudaram tenham uma razoável dificuldade em aprender um novo idioma, não quer dizer que seus filhos “mal falem hebraico”. Seguindo essa sua lógica demente, em breve Foz do Iguaçu será independente do Brasil.
Você pode se morder de inveja mas Israel é a o pais com o maior número de imigrante per capta no mundo, seguido pela Austrália. Eu que conheço os dois além dos Estados Unidos e posso afirmar que somente um total débil mental pode achar que os Norte-Americanos têm alguma coisa a ensinar ou influenciar acerca de “melting-pot”… Diga-se de passagem o modelo americano é bem forte na Austrália, já Israel assemelha-se mais com a antropofagia brasileira.
E antes que eu me esqueça:
O Fábio Passos ao menos é digno o suficiente e cita as fontes, já você é um PLAGIADOR CANALHA, ou seu nome verdadeiro é Henrique?
incríveis vocês e suas capacidades beligerantes!
que nenhum extraterrestre ouse aparecer por aqui!
Esse Israel é realmente um pé no saco, um estraga prazeres.
Imagina que o pobre do Hamas estava no seu canto em Gaza, jogando seus foguetinhos iranianos tranquilamente sobre Israel todos os dias, como já fazia há uns quase 10 anos, quando eis que de repente Israel resolve contra-atacar???
Que diabos de direito é esse que Israel tem de contra-atacar???
Israel NÃO pode se defender. Tem que ficar quieto levando bombas.
Bando de facistas, assassinos, reação desproporcional ! ! ! ! !
Nazistas, estraga-prazeres de terroristas ! ! ! !
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Que tipo de solução o Hamas já ofereceu para acabar com esse problema?
Feitos trezentos e noventa e nove comentários, as 3 perguntas simples do PD não foram respondidas pelo pessoal partidário do Hamas, do Hezbolah e do que quer que seja anti-Israel.
É que as perguntas são simples, porém marotas.
O cara pergunta: Israel tem o direito de existir onde existe?
Se o sujeito responder que sim, negará legitimidade ao Hamas, já que a base da existência deste é a luta pela inexistência de Israel. A luta pela destruição de Israel seria ilegítima.
Mas, como manter o discurso de defesa do Hamas e, ao mesmo tempo, negar legitimidade ao que pretende essa organização?
Se disser que não, barata voa. Por vias tortas, estará legitimando a reação israelense e facilitando a argumentação de que a defende. Se alguém tenta me matar e eu mato esse alguém, não tem nem talvez: legítima defesa.
Mas, como admitir essa conclusão, se Israel é um Estado fascista, genocida, etc, etc.?
PD só vacila quando indaga sobre uma “reação proporcional, justa…”.
Proporcionalidade é um conceito estranho ao estado de guerra. Na guerra busca-se estabelecer, exatamente, a desporporção. Vence quem causar mais dor ao inimigo.
E a dor, desgraçadamente, é medida quase sempre em quantidade de mortes. De civis, inclusive, quando não principalmente.
O André está desesperado e com um puta drama de consciencia……aí apela.
Dá-lhe Dino a ferida foi bem tocada!
O cara pulou e urrou de dor!
Traição, insensibilidade, matanças, massacres.
As palavras para compor Israel atualmente.
401….o drama do sofisma……..
HRP,
Você precisa se decidir se eu tenho ou não consciência… cada hora você diz uma coisa.
Elias
dá uma lida no artigo da The Economist sobre a questão da proporcionalidade.
O link está no meu nome
http : / / w w w . economist .com/ world/ mideast-africa/ displaystory.cfm?story_id=12867302
Tem?
Tem?
Em nome das pessoas de bem, das pessoas com a consciencia livre, em nome dos que são justos, puros e ímpios, venho a publico lamentar profundamente a morte de Mamduk Jamal (Abu Zakaria al-Jamal), comandante militar do Hamas.
Homem querido e amado, filho adorado e pai zeloso, partiu, vítima de guerra.
Foi pra p.q.p.
Olha Faraó….a praia está tão bonita, a mulherada dando sopa, leva as crianças e toma uma caipirinha de vodka…….
Não posso…….
Tô triste…… tô muito triste…….. tô desesperado…..
Mataram o Al-Jamal…………………
Ai meu coração, que tristeza imensa…… que insesatez, que desumanidade….. logo o Al-Jamal…
JAMAL!!!!!!!!!!!!!!!!
“Proporcionalidade é um conceito estranho ao estado de guerra. Na guerra busca-se estabelecer, exatamente, a desporporção. Vence quem causar mais dor ao inimigo.”
Elias querido, você é bem melhor que isso, apesar do seu grande conhecimento histórico ser interessantíssimo , esse tipo de analise e o resultado todo mundo já sabe. Ora! Israel tem capacidade militar de combater contra TODOS os países árabes juntos e vencer, militarmente esse conflito já está vencido antes de começar. Não é essa a questão a ser analisada e sim os porquês destes conflitos… E você é uma das mais brilhantes cabeça pensante que comenta por aqui.
Aí eu pergunto: Do que você tem medo? Es judeu ou es israelense? Se es israelense tudo bem, iria parecer traição, mas se es somente judeu, porque não analisa esses conflitos de forma objetiva e intelectual?
André Fucs
Traidores? Pera aí, os caras não podem simplesmente achar que o Hamas não é o caminho ideal?
Dino- Não, em estado de paz passar informações militares e estratégicas para outra nação é crime de traição, em tempo de guerra é fuzilamento sumario. Isso é valido para todos os países inclusive Israel, lembra do cientista do projeto nuclear de Israel?
· Quanto a ter descoberto os túneis agora eu não sei de onde você tirou essa idéia maluca. Que você é estúpido todos sabemos, que é doido, isso já é novidade.
Israel sabia e vinha protestando contra os túneis junto ao Egito e à comunidade internacional…
Dino- Pronto! Está claro, se sabe e só toma medidas quando convêm, então as atuais medidas não são militares são políticas. Israel pediu licença para a ONU para bombardear uma suposta usina Síria? Porque não podia antes destruir os túneis agora pode. Qual a validade da palavra do governo fantoche do Egito?
Qual a relação custo-benefício que o SA-14 ou SA-16 trariam?
Dino- Era só um exemplo de armamento barato e portátil que poderia estar a disposição do Hamas se eles tivessem realmente acesso a armamento sem restrição de Israel. Qual custo beneficio? A de não ficar indefeso diante de ataques de helicópteros e aviões não tripulados.
Hmmmm. Talvez porque Gaza faça fronteira fronteira apenas com Egito, Israel e o Mediterrâneo… enquanto o Hezbollah está baseado em um província Síria?
Pronto! Você mesmo acaba de provar que o que chega ao Hamas é o que Israel deixa chegar! Obrigado!
Dino, seus avós falavam português? Se falavam, tinham sotaque?
Dino - Meus avós falavam português castiço. Inclusive tenho sobrenome aristocrático…
· Você pode se escolher o que citar mas os outros não? Interessante essa sua estratégia. Começo a suspeitar que és um iraniano disfarçado de comerciante morando em Foz do Iguaçu…
· O Fábio Passos ao menos é digno o suficiente e cita as fontes, já você é um PLAGIADOR CANALHA, ou seu nome verdadeiro é Henrique?
Dino- Uau! Está me procurando desesperadamente na internet? Colocou o texto no google para verificar de onde saiu? Que manjado! Que menino feio! Está querendo me conhecer para namorar com alguma irmã minha? Mas você não é casado com uma magricelinha amarelosa com a cara tristonha? Vai ver que ela é tristonha de te ver 24 horas trepado em cima do computador, enquanto ela queria que você trepasse é com ela.
Mas diz aí, está me procurando pra que? Vai ligar para o algum patrício seu para tentar me prejudicar? Está dando atestado que es realmente um RATO DA GESTAPO?
Assim você transforma os Protocolos dos Sábios de Sião em verdadeiros rapaz!
· HRP,
Você precisa se decidir se eu tenho ou não consciência… cada hora você diz uma coisa.
André, sua consciência é como freio de carro velho: Tem, mais não funciona…
huahuahuahuahuahua
· HRP,
Você precisa se decidir se eu tenho ou não consciência… cada hora você diz uma coisa.
André, sua consciência é como freio de carro velho: Tem, mas não funciona…
huahuahuahuahuahua
esse “mais” foi de um analfabetismo…
Pedro Dória
.
“Era necessário bombardear Gaza e destruir o Hamas” (???)
.
Notamos, Pedro Dória, tal “necessidade”…os fatos falam o resto…agora “o governo de Israel precisa aprender a”…depois de assassinar 400 e ferir, mutilar mais de 2000, depois de romper cessar fogo, (postado documento da ONU oficial sobre as primeiras semanas de cessar fogo em Gaza onde mostra que Israel foi o responsável pelo rompimento do cessar fogo)…depois de impor um cerco econômico criminoso a Gaza, denunciado pela CI, HR, AI e tantas outras…”agora Israel tem que aprender a …parar”
.
Absurdo, “para dizer o mínimo”. E o ocidente pedindo “comedimento na matança”. Acaso inventaram mísseis tele-guiados que acham “terroristas” em meio a civís?
.
A luta política relevada a nada. Omissão, cumplicidade ao genocídio da comunidade internacional que outrora reconhecia a institucionalidade em Gaza e hj, por “conveniência”, não reconhece, pois ali um grupo político que avançava em direção a legalidade, o Hamás, foi novamente jogado, graças a Israel e sua política das armas, aos braços do extremismo novamente.
.
“Para dizer o mínimo”
.
Quem sabe vc ignora isto?
.
Documento da ONU:Documento da ONU
.
Sobre o cessar-fogo:
.
http://domino.un.org/unispal.nsf/9a798adbf322aff38525617b006d88d7/3aa490c8c1f5e9618525747a00491a05!OpenDocument
“A blogosfera e as novas mídias são basicamente uma zona de guerra”, disse a major Avital Leibovich, porta-voz do Exército, sobre o canal no Youtube (que chegou a tirar do ar imagens de bombardeios, posteriormente liberadas).
“Muitas vitórias nos conflitos modernos são mediadas pela mídia. Temos a internet e todas as formas de comunicação modernas, e os militares decidiram divulgar suas mensagens com tais ferramentas”, disse Gideon Doron, ex-presidente da agência regulatória que monitorou a privatização dos serviços de rádio e TV em Israel.
Mas a investida midiática pode gerar efeito contrário, conforme o “Haaretz” mostrou nesta sexta-feira (2) a partir de um vídeo de um bombardeio. Autoridades alegaram que o caminhão atingido levava foguetes do Hamas, mas ONGs humanitárias disseram que eram tanques de oxigênio usados numa fundição.
Aí eu pergunto: Do que você tem medo? Es judeu ou es israelense? Se es israelense tudo bem, iria parecer traição, mas se es somente judeu, porque não analisa esses conflitos de forma objetiva e intelectual?
chest- Dino, para que eu não cpnsigo parar de rir
+ Lendo O Globo, ví que eles prepararam este cronograma da “Crise no Oriente Médio”. Estaria correto?!
*clique no nick*
Credun fas
Debatemos bastante, aqui no Weblog, a questão da proporcionalidade, quando do ataque israelense ao Líbano.
É a tal da diferença entre “jus in bello” e “jus ad bellum”.
Como lembra o artigo da Economist, que você citou, é difícil estabelecer a separação entre esses dois enfoques. Difícil, mas necessário.
A maior parte dos civis tende a encarar essa questão por um dos enfoques, ou seja: o revide está na justa proporção dos eventos que lhe deram causa?
O outro enfoque é marcadamente militar: o benefício proporcionado pelo revide compensa a dor e a destruição dele decorrentes?
Na minha análise — talvez por força da minha formação — prevalece o segundo enfoque. Por isto, me posicionei contra o ataque ao Líbano e, agora, a favor do ataque a Gaza.
No ataque ao Líbano, não havia um objetivo estratégico cujo alcance fosse capaz de compensar a destruição e a dor que ele provocou. No fim, o Hezbollah é que obteve uma vitória política.
Agora o objetivo estratégico existe, é compensador e, ao que parece, está sendo alcançado.
Do ponto de vista estritamente militar — e estamos falando de uma guerra! — o primeiro senso de proporcionalidade não tem sentido, salvo se no quadro de matanças indiscriminadas, o que, me parece, não é o caso (se fosse, o número de vítimas civis seria infinitamente maior).
Não tem sentido porque, num combate, trata-se exatamente de impor ao inimigo uma dor e uma perda maior do que a que eles nos impôs ou tenta impor. Essa é a lógica básica da guerra.
Nesse contexto, o primeiro senso não passa de uma falácia. Uma construção hipócrita.
Dino,
Eis aí, mais detalhadamente, como encaro a questão da proporcionalidade.
Dino,
Já pensou que os terroristas muçulmanos do Hamas que você apóia querem uma teocracia religiosa (não é que Deus não existia?), torturam seus prisioneiros (ué, tortura não era crime?), fuzilam traidores (a esquerda não é contra a pena de morte?), não aceitam liberdade de expressão (a esquerda não é contra a censura?), apedrejam mulheres adúlteras (e o feminismo?), proíbem o rock ocidental e as drogas e até os cachorros que são considerados “animais impuros”(epa!), sacrificam crianças, e o pior… MATAM VIADOS!
Cuidado garoto… Ah ah ah.
Sobre a proporcionalidade:
Ora, todo mundo sabe que hoje os inimigos do Ocidente apelam para a GUERRA ASSIMÉTRICA, que tem entre seus aspectos:
1) Mistura proposital entre civis e militares (não há mais distinção, seja nas vítimas alvejadas, seja nos “soldados” que não usam uniforme)
2) Método de guerrilha e terrorismo, não combate militar tradicional
3) Apelo aos “direitos humanos” e “convenção de Genebra” e todas as facilidades do mundo ocidental, mas atenção, SEM SEGUIR ELES PRÓPRIOS TAIS DIRETIVAS (O Hamas tortura, mata civis, seqüestra, etc., sem que ninguém diga nada)
3) Apoio direto da mídia ocidental esquerdista (De fato, as operações não tem em vista vencer o inimigo no campo de batalha, mas sim na mídia.)
Isso ocorre desde o Vietnã, não é nenhuma novidade, quem não sabe isso não sabe nada sobre guerra moderna.
Então, falar em “proporcionalidade” não é apenas burrice, é intencionalmente estar de lado dos terroristas.
Vejam no meu blog fotos de lindas mulheres do exército israelense.
A escória israelita ataca agora com tanques ,já adentrando a faixa de Gaza, matando crianças, destruindo casas e atirando indiscriminadamente!
Chacina sem par!
Bandidos covardes!
Vast populations in the West can
apparently now find no difference between a democratic state and a terror group.
Between an aggressor or a defender.
Between a state whose intention is to save civilian life, and a
terror group intent on maximizing civilian casualties.
Between a state that builds bunkers
to protect civilians from missiles, and a terror group that builds bunkers to protect its
missiles and then uses civilians to protect those bunkers.
DOUGLAS MURRAY 2006
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esse video mostra claramente as explosões secundárias ao missil isralelense, provando que o alvo era um paiol.
É a decadência ocidental, Chest… Os marxistas venceram…
“Escória israelita”, kkkkk… HRP, você é uma figura.
Fico aqui imaginando o exército israelense entrando nas casas e fuzilando criancinhas… Certa gente tem muita imaginação mesmo.
Israel is waging a struggle, but this struggle is not Israel’s alone. Israel is standing on the frontlines of the Western world’s war against terror, and we expect support for doing the right thing and fighting the war of the entire free world.
“It is true: the pictures broadcast on television all over the world are provoking harsh public opinion against Israel. Unfortunately, some of the world’s decision makers are swayed by public opinion and the media, even though they know what is true and what is not, and how they would act in a similar situation.
- Vice Prime Minister and Minister of Foreign Affairs Tzipi Livni’s recent speech before the Israeli Knesset.
#426
Argumentos do “suprassumo” (já na nova ortografia) da inteligência da nova direita brasileira.
Cada dia que passa, o dotô tá ficando pior da esquizofrenia…
Haaretz informa… as tropas já estão trocando fogo contra militantes.
Agora comeca a parte mais surreal da militância de vocês… Se Israel matar muitos militantes, será acusado de assassino mas se Israel for duramente atingido já até sei o que o Dino vai falar…
Não há mistério algum. Os esquerdistas são “idiotas úteis” dos árabes, como antes eram “idiotas úteis” dos soviéticos. Falando nisso, e os russos como entram nessa, hein? Gostaria de saber.
Dino
Dino- Não, em estado de paz passar informações militares e estratégicas para outra nação é crime de traição, em tempo de guerra é fuzilamento sumario. Isso é valido para todos os países inclusive Israel, lembra do cientista do projeto nuclear de Israel?
Lembro dele e não foi fuzilado.
Lembro também de outro de quem você esqueceu: Azmi Bishara. Continua vivo e livre
Podia ter ido dormir sem essa…
Pronto! Está claro, se sabe e só toma medidas quando convêm,
Assim como você, eu, o HRP, o Mr.X, o Hamas, a ONU e toda a torcida do flamengo…
Israel pediu licença para a ONU para bombardear uma suposta usina Síria?
precisa? Israel e Síria estão em guerra desde 1948.
Porque não podia antes destruir os túneis agora pode.
Ué, segundo você não pode… então nesse caso a sua frase serve bem como ilustracão da resposta. Qual o custo-benefício que atacar os túneis antes traria? Qual o custo-benefício que irá trazer agora?
Qual custo beneficio? A de não ficar indefeso diante de ataques de helicópteros e aviões não tripulados.
Um armamento de 1968 contra helicópteros novos??? Anta… Acorda jacaré, seria provavelmente inútil. Ao contrário do sul do Líbano, Gaza é quase plana, blindados são muito mais caros ao Hamas do que helicópteros.
Pronto! Você mesmo acaba de provar que o que chega ao Hamas é o que Israel deixa chegar! Obrigado!
Sofisma pouco é bobagem. O Hamas é aquilo que consegue ser seria uma conclusão mais plausível… Há uma distância enorme.
Meus avós falavam português castiço. Inclusive tenho sobrenome aristocrático…
Nada mais icônico do que um guerrilheiro de “sangue azul”… Aristocrático nessa terra de mestiços? Cada um acredita no que lhe convém…
Invadiram o gueto.
Judeus-nazistas.
Considero essa invasão um erro. Israel corre o risco de cair numa armadilha difícil de sair. Acho que quando Israel sair de Gaza, poderá estar pior do que entrou.
Em todo o caso, torço muito para que tudo dê certo. Que o Hamas seja dizimado, bem como todos os que desejam o fim de Israel.
chega uma hora que tem que tomar uma atitude…
Após analisar o comentário #426 cheguei a seguinte conclusão: O chest é um importante cirurgião de apenas 13 anos de idade…
Ué! Queriam fuzilar o cara por ter falado que Israel tinha armas nucleares quando até as pedras já sabiam? Que panaca!
O pessoal aí de cima, infelizmente, após mais de 400 comentários, continua brincando de polícia e bandido, só não consegue decidir quem é quem… Minha contribuição:
1. Israel tem o direito de existir onde existe? Esta pergunta nos leva de volta à criação de Israel. Com apoio da Liga das Nações e tudo, sancionada por uma meia dúzia de potências ocidentais, a criação do estado de Israel foi justa? Para quem? Para os árabes e palestinos que viviam nesta terra, de onde tiravam seu sustento, onde tinham suas raízes culturais? Para estes mesmos palestinos que foram expulsos de suas terras por um estado cuja proposta central política era a conquista da terra para o seu povo “eleito por Deus”? Os palestinos que viviam neste local por gerações e gerações, como maioria da população até a massiva imigração sionista, tem o direito de existir onde existiam? Por acaso as nações ocidentais que canetaram a criação de Israel não previram que algum lado sairia machucado? Ou estavam mais preocupadas em evitar que os refugiados judeus acabassem imigrando para seus próprios países? Bom 60 anos depois, dado que não é mais possível desfazer isto, por que a ONU não reconhece sua responsabilidade e força uma solução para esta crise humanitária criada por ela?
2. Um acordo assim é justo? Criar um estado palestino? Com um território ínfimo perto do original? Claro que não é justo. Depois que os palestinos foram empurrados para estes dois territórios, sem direitos, vivendo como refugiados tanto aí quanto em vários outros países vizinhos, o que pode ser justo? Por que agora, quando é contra Israel, não se pode pegar a caneta sobre o mapa e desenhar arbitrariamente, da mesma forma, uma solução realmente justa?
3. Mas o que é uma reação proporcional justa? O que quero dizer é: Israel pode se defender? E, ao se defender, o que pode fazer? Bom, vamos voltar um pouco. Israel permite e incentiva o crescimento e o apoio ao Hamas para se contrapor à OLP. O Hamas cresce, a OLP perde Arafat, se institucionaliza no poder, se corrompe, se enfraquece, logo temos o Hamas no poder, e Israel criou mais um inimigo. Eleito o Hamas, em eleições livres, Israel inicia o bloqueio à Gaza. Não reconhece a legitimidade do eleito. Restringe a movimentação de pessoas, de alimentos e remédios, de jornalistas, somente os foguetes que são lançados pelo Hamas contra Israel diariamente como resposta ao bloqueio, curiosamente, podem entrar em Gaza. Responda-me: o que é uma reação proporcionalmente justa a um estado que o aprisiona, o empobrece, lhe nega direitos básicos como trabalho e renda, livre movimentação, alimentação, saúde, o chama de terrorista como forma de justificar o seu genocídio? Foguetes? Paus e pedras?
Kiko Marinho
Legal você ter se dado o trabalho de responder…
Só que uma das coisas que você disse foi dose pra leão…
somente os foguetes que são lançados pelo Hamas contra Israel diariamente como resposta ao bloqueio, curiosamente, podem entrar em Gaza.
Párem as máquinas, os palestinos desenvolveram o carro movido a ar e a dieta a base de sol.
Kiko, até mesmo a Al Jazeera mostra que os túneis são utilizados para contrabandear até mesmo vacas! Dá uma olhada na matéria deles linkada no link 259
e mais a mais se vão desgastando-se as oportunidades de se chegar a alguma paz!
Parece mesmo que ninguém está interessado.
Pior para todos.
O Estado de Israel nunca viverá em paz, sempre o eterno sufoco.
O Estado Palestino será a nova terra prometida, aos cuidados do Hamas.
Uma idiotia gereralizada.
A única saída é a pior paz possível.
André….me chame de ridiculo. monstro, burro ou energumeno…..mas não me iguale a voce…….
por favor!
Invadiram o gueto.
Judeus-nazistas.
Fabio,
vc é daqueles que ficam com aquela baba branca no canto da boca quando fica repetindo o tempo todo “Invadiram o gueto. Judeus-nazistas. Invadiram o gueto. Judeus-nazistas. Invadiram o gueto. Judeus-nazistas”???
HRP
ué, não era você que dizia que somos todos imperfeitamente iguais? Humanos filhos de deus?
eu hein… acho que você tem personalidade bi-polar aguda!
todos somos iguais, menos o Hamas.
Chesterton,
Quando eu crescer eu não quero ser igual a você!
primeiro tem que crescer, depois decide.
quanto ao tópico 1…é mentira. Israel fomenta a ida de colonos para as regiões em questão e principalmente, sequer põe em questão o respeito as fronteiras de 47(que deveriam ser as respeitadas). No dia que Israel desalojar os colonos de Golã, a comunidade internacional vai poder ter um pouco de esperança. Antes disso, não.
depois de 47 quantas guerras hove, iniciadas pelos árabes com o simples intuito de arrasar Israel? Desse jeito, os EUA terão que devolver o Texas e a California para o México.