Se é para listar vilões, Israel não está sozinha
Egito, Arábia Saudita e o Hamas estão juntos
Não existe um único conflito armado no mundo no qual há mais diplomatas envolvidos e recursos internacionais voltados do que aquele entre Israel e seus vizinhos palestinos. Tais recursos provavelmente seriam melhor empregados alhures. Afinal, há muitos cantos do mundo onde há conflitos mais sérios e para os quais quase nenhum recurso é dedicado.
Isto posto: é difícil justificar a morte de 280 pessoas. Há muitos civis na conta.
Mas, para compreender esta história, é preciso escapar ao maniqueísmo da Israel cruel contra palestinos indefesos. Este ataque a Gaza é um jogo de cartas marcadas onde no comando de um lado, do outro, e nos arredores, não há um só inocente.
No sábado à noite, o ministro das relações exteriores egípcio, assim como todos seus pares árabes, mostrou sua indignação contra Israel. Mas, quando perguntado especificamente, Ahmed Aboul Gheit disse: Israel havia deixado claro que se o lançamento de foguetes continuasse, haveria retaliação. O aviso foi feito mais de uma vez. ‘O responsável pelo ataque é o Hamas.’
Quando começou a despejar foguetes contra Israel, o Hamas esperava um contra-ataque. O Hamas precisa de Israel no ataque, porque raiva de Israel alimenta suas vitórias eleitorais. O Hamas precisa do Likud no poder em Israel porque isto garante o confronto. Negociações de paz, hoje, favorecem ao Fatah.
O Fatah, no comando da Cisjordânia, imediatamente condenou o ‘ataque covarde’ de Israel a Gaza. Mas também de presto fez informar à imprensa israelense que estava pronto para assumir o governo de Gaza tão logo o Hamas caísse. Não há nada que o Fatah deseje mais do que a derrubada do Hamas.
Israel é, freqüentemente, condenada internacionalmente pelo bloqueio que impõe a Gaza. A vida fica muito difícil na faixa, por conta. Mas Gaza faz fronteira com o Egito que também lhe impõe um bloqueio. O Egito, país árabe, raramente é lembrado quando as críticas aparecem. O Hamas, no entanto, é filhote da Irmandade Muçulmana egípcia e a ditadura do país não quer a irmandade nem longe. O Egito, parece claro, foi informado anteriormente por Israel que o ataque viria e as condenações são só isso: um aceno para as ruas árabes. Israel sai como vilã mas cumpre o papel que o Egito deseja.
O Egito não está sozinho. Também a Arábia Saudita faz críticas a meia boca mas bem preferia ver o Hamas pelas costas. Ambos os países, como inúmeras outras nações árabes, vêem o grupo político e terrorista como uma extensão do governo iraniano. E o Irã é uma ameaça para os árabes.
E: Israel ofereceu negociação. O governo Kadima-Trabalhista queria a renovação do cessar-fogo. A continuidade do lançamento de foguetes os faz parecer fracos; a ofensiva militar não é seu forte, o Likud sempre parece melhor nisso. Israel ofereceu afrouxar o bloqueio, pediu ao Egito que interviesse, sugeriu soltar mais prisioneiros. Foi uma opção do Hamas não atender aos pedidos.
Reação desproporcional? Trezentos mortos é a conta da política. Com eleição pela frente, um governo fraco quer parecer ao menos tão forte quanto quem promete sangue.
É uma encurralada política da qual não há saída. O Hamas não é vítima – vítimas são os palestinos civis mortos. Vítimas, diga-se, não apenas de Israel, mas também de uma opção política de seus líderes. No cálculo do Hamas, sua sobrevivência política depende de seu povo continuar sangrando. O ataque de Israel, no entanto, desperta a raiva na rua árabe. E mais inimigos lhe cria. Países como Egito e Arábia Saudita não vêem opção que não condenar, chamar de desproporcional – mas as palavras nada têm a ver com suas opiniões reais.
Há diplomatas demais, dinheiro demais, organizações demais, dedicadas ao conflito entre Israel e Palestina. O nó continua lá. O nó continua com o mesmo tamanho. Melhor seria dedicar o esforço a outros conflitos às vezes bem mais sangrentos, uns tantos na África, onde talvez haja alguma chance de encerrar o problema.
Uma correção: No post de sábado, afirmei que desde o cessar-fogo, quase 60 foguetes haviam sido lançados contra Israel. A informação estava errada. Desde o fim do cessar-fogo, dia 21 de dezembro, é que quase 60 foguetes foram lançados.
Ainda sobre o assunto:
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Gabriel,
levaria em consideração sua resposta se não fosse o fato de que - por mais que vocês neguem - foi Israel quem criou o problema de Gaza e da Cisjordânia, em 1967. há mais de quarenta anos atrás.
então, de novo. Como é que alguém leva uma vida normal sabendo que tem 1,5 milhão de pessoas ali do lado passando todo tipo de necessidade e sabendo que foi seu governo - agindo em seu nome e de sua segurança - quem criou esta situação?
É fácil colocar a culpa no Hamas ou nos palestinos. Reconhecer a própria parte no problema é que é muito mais difícil.
No West Bank hoje, continuam as manifestações contra os ataques de Gaza:
Houve protesto por volta da uma da tarde, em Al Manara; uma passeata de mais ou menos uns 150 jovens na rua principal (a estrada para Jlem) no mesmo horário. No checkpoint de Qalândia, continuam as eventuais trocas de pedras, de um lado, e bombas de efeito moral, de outro - sendo que eram basicamente crianças e jovenzinhos palestinos os manifestantes. Não sei se a passagem foi bloqueada em algum momento, mas o esquema de segurança foi reforçado.
Agora no início da noite, na porta de Damasco, em Jlem Oriental, cerca de 300 pessoas se reuniram para protestar contra os ataques , a polícia se preparava para tentar dispersar o grupo quando saí.
Em ramallah, qalândia e jlem oriental boa parte das lojas permanecem fechadas em respeito a greve geral dos 3 dias, mas já se nota algum movimento. O clima é de intranquilidade, mas sem alardes.
Em Jaffa (Yafo) St. a movimentação é normal, assim como a parte de Jlem Ocidental que visitei.
Radical Livre em primeiro lugar, admitir o erro ou nao simplesmente nao resolve absolutamente nada agora, porque nao ha nenhum fato historico que mude a (falta de) vontade politica em Gaza. Em segundo lugar, se nao me engano, Gaza pertencia ao Egito ate 1967. E se nao me engano, foi recusada quando o Sinai foi devolvido. E se nao me engano, apesar da politica colonial dos anos 80, foi totalmente debandada por toda e qualquer tropa e colono. E a partir dai, se nao me engano, os ataques com foguetes se intensificaram. Se intensificaram com o objetivo de… de… sei la qual o objetivo deles. Deve ser por algum lance historico que me falta agora, e que eles pedem para que Israel mude o passado… deve ser isso.
Dois soldados egipcios foram atingidos por tiros disparados pelo Hamas.
Um morreu. O outro está grave.
O bolo vai crescer…
Com o circo pegando fogo (perdão, Gaza),
onde estão os valorosos soldados do Hamas? Onde estão as bandeiras verdes que tremulam nos céus ao gritos de “Morte a Israel”?
Onde estão seus orgulhosos líderes que enchem de júbilo o peito e a cabeça dos palestinos?
Onde estão aqueles que marcham e queimam bandeiras, que juram a morte e desgraça alheia? Onde está a honra do Hamas?
Onde está a moral dos milicianos?
Sabem onde eles estão?
Escondidos sob os leitos dos doentes nos hospitais.
Escondidos sob os berços das creches.
Escondidos atrás das saias das mulheres.
Escondidos atrás da população civil.
Escondidos feito ratos que são.
Escondidos feito covardes que são.
Escondidos feito a bosta que são.
Na hora de jogar foguete ficam cheios de orgulho.
Na hora de lutar feito homens, se borram nas calças.
São uns merdas mesmo. Nada além de uns bostas.
E ainda tem que os admire e os defenda.
Um gambá cheira outro.
Surfando,
A razão para Israel atacar o território controlado pelo Hamas, foram os 110 mísseis disparados de Gaza contra o território israelense.
A ministra da defesa de Israel alertou para o fato de que, se os disparos não cessassem, haveria revide.
Os disparos não cessaram, logo…
Quem pariu o diabo que o embale!
continuam as eventuais trocas de pedras
chest- hein, judeus jogam pedras nos palestinos?
Apesar de haver prometido não mais comentar o assunto, tenho de me desdizer novamente.
Há EVIDENTE desproporção de forças, ou então, 350 ou 380 mortos contra um, não são números absolutamente desproporcionais? Bem, eu talvez não saiba mais o que é proporcionalidade.
Só sei que estou absolutamente repugnada com os ataques de Israel a Gaza, uma nação militarmente poderosa contra uma população miserável, exposta a cerco, onde já faltavam alimentos, remédios, água. E o faraó ainda escreve, como se fosse ato de extrema generosidade, o fato de que Israel deixou “generosamente” (sob pressão internacional, leia-se) entrar na área os comboios com ajuda humanitária. Então, tá.
PD, a cristiane escreveu coisas que eu, tranquilamente, escreveria. Fico sinceramente decepcionada com a sua resposta, acusando-a de maniqueísta, quando o esforço de vários comentaristas por aqui, alguns por quem tenho grande apreço, como o Elias, é de simplesmente, tentar colocar um sinal de igual numa situação escandalosamente desigual, sejam quais forem os interesses envolvidos. E é claro que não há santos. Mas evidentemente, há vítimas. Muitas. Demais. Serão em número suficiente para eleger o próximo premiê ou o banho de sangue deve continuar ?
Outra coisa, sua resposta à proibição de jornalistas em Gaza é, desculpe, absolutamente bisonha: a Internet resolve. Então, a censura imposta por Israel é compreensível e desculpável? Interessante. E veja bem que até agora, eu pensava em Israel como democracia. Democracias, salvo engano, não barram o acesso à imprensa. Mas deve ser, por certo, por medo dos Qassams atingirem algum jornalista, némêss?
Eu teria mais coisas a dizer, sobre sofismas vários, como conflitos em outras partes do mundo e mesmo, comparações estapafúrdias com o número de mortes no Brasil.
Mas chega.
Farei como o João Daltro e irei à praia.
Não volto mais a este post.
me expressei mal? as pedras são trocadas pelo gás lacrimogêneo. É uma forma de escambo muito comum na região. =P (rsssss)
Tem aquela frase famosa atribuída ao Einstein. Ele teria dito que não saberia como seria a terceira guerra, mas a quarta seria com paus, pedras etc. Pelo menos essa seria uma guerra que os palestinos lutariam em igualdade de condições…
Albita, nem eu. Agora, pelo ódio todo demonstrado pelo faraó nazisionista aos palestinos, jurava que ele deveria se alistar para lutar em Gaza e dar um descanso para a sanidade mental deste blog.
Ops,
Só para deixar a fonte da informação sobre o acesso de jornalistas. Como é restrito a assinantes, vou copiar e colar da FSP de hoje:
LIBERDADE DE IMPRENSA
JORNALISTAS PEDEM NA JUSTIÇA DIREITO DE IR À GAZA
Jornalistas estrangeiros que estão em Israel pediram à Corte Suprema que os deixe entrar em Gaza para acompanhar a maior operação militar israelense contra os palestinos dos últimos 40 anos. A proibição está em vigor há cerca de dois meses e só é revogada ocasionalmente. A petição foi enviada ontem pela Associação Internacional de Imprensa, que representa jornalistas que são correspondentes em Israel, na Cisjordânia e na faixa de Gaza. Glenys Sugarman, representante da associação, disse que a corte analisará a petição nesta quarta-feira.
Alba, esse negocio de resposta proporcional é bonita em jogos, em torneios, em quermesses. As meninas sempre reclama. Isso é guerra, 10.000 contra 100, para terminar rapidamente.
Quem pariu o diabo que o embale!
Não, Elias!
Não acredito que sua inteligência esteja conturbada pelo ódio mais idiota. Uma pena, pois estão pagando inocentes por uma facção que ninguém tem controle.
Bom, suas palavras só diferem das do faraó nazisionista em pouca coisa. Incrível, mas é verdade.
Envolvidos tem às pencas. Agora, tentar esconder o genocídio sionista é absurdo.
os palestinos não votaram nesses idiotas? Esses idiotas não tinham como programa de governo atacar Israel? Então tem que saber que, votando desse jeito, correm o risco de morrerem no combate.
Não é genocídio, é guerra defensiva. Os soldados sairam do forte-apache montados nos cavalos para revidar as flechadas, os cavaleiros com armadura sairam montados do castelo para atacar os mouros que os cercavam. No news.
Nazisionista? Eu?
Eu só quero ver o Hamas SIFU.
Só o Hamas.
Do povo eu tenho pena e se pudesse ajudaria de alguma forma. Aliás se alguém daí já tiver feito alguma contribuição para o povo palestino (já fizeram, né?) me avisa que eu também quero contribuir.
E cadê os milicianos TÃO corajosos que vemos na TV desfilando com suas lustrosas metralhadoras, marchando sobre bandeiras de Israel e EUA?
Aliás,
é o Hamas ou o Hezbollah que faz a saudação identica ao “heil hitler”?
Israel está para o mundo árabe (7 milhões contra um bilhão) da mesma maneira que os palestinos estão para Israel (um milhão para 7). Não há simetria sob nenhum ponto de vista.
A população palestina serve como bucha de canhão para todas as forças políticas estúpidas externas - Síria, Irã, Egito - e internas - Hamas, Fatah, Likud - que só sabem se legitimar através da existência de um inimigo a ser destruído.
A existência de Israel é um fato consumado.
A necessidade palestina de um estado próprio é fato consumado. Discutir o processo histórico até aqui pode ajudar a entender o ódio, mas não serve para nada.
A única esperança para a paz seria um esforço internacional para isolar a questão israelense-palestina, garantindo a independência e a sobrevivência simultânea dos dois estados.
À Europa, não interessa mexer nesse vespeiro. A China está distante. A Rússia tem mais água que veneno em seu arsenal.
O único país com bala na agulha para liderar esse esforço é o EUA. Só depois de superar o lobby direitista pró-Israel e equacionar sua dependência do petróleo da região, vai ser possível aos estadunidenses liderar esse esforço.
Dependemos então de um não retorno da direita tacanha ao poder nos EUA, da mudança radical de sua matriz energética e da manutenção de seu seu status quo como superpotência militar.
Ou seja, salvo novos e radicais cenários, essa situação levará mais vinte ou trinta anos.
Vão pra praia.
A melhor análise da situação está aqui:
(cliquem no meu nome)
Surfando,
Não odeio palestinos. Ao contrário, tenho amigos palestinos. Vários.
O problema é que a guerra tem suas leis. Na II GM, os aliados submeteram Dresden a vários dias de bombardeio, 24 horas/dia. Ao fim, a cidade havia sido varrida do mapa. Idosos, mulheres e crianças, poucos escaparam. Com Hamburgo, deu-se algo parecido.
A Alemanha tentou fazer o mesmo com a Inglaterra. Não fez, porque não conseguiu. Mas que tentou, tentou…
A única estratégia possível para Israel é a de lutar em termos de ataques fulminantes. Quem inicia uma guerra contra Israel tem que ter em conta esse fato. Não fazer isso é brincar de roleta russa com a vida alheia.
Me desculpe, mas o Hamas novamente se porta sem um mínimo de responsabilidade.
Certo que o Hamas não crê que o governo israelense se vê na obrigação moral de colocar a segurança da população palestina acima da segurança da população de Israel. Seria burrice, e o Hamas não é burro.
Por que, então, o Hamas teima em usar a população civil como escudo?
Pra acontecer exatamente o que está acontecendo. A população civil palestina morrer feito mosca e o Hamas usar isso como arma política contra Israel.
No fim, não dá em nada, em termos de alguma melhoria para a população palestina, mas contribui pra manter o Hamas no poder. E, afinal, é isto o que interessa. Para o Hamas.
Uma alternativa para enfrentar o problema é mostrar à população palestina de Gaza que isso tem um preço.
Ao que parece, é o que Israel está tentando. Cobrar um preço alto. Tão alto que não valha a pena ser pago.
E isso, Surfando, é a lei da guerra: quem pariu o diabo que o embale.
Alba, conheço muita gente pró-Israel que entende as dores palestinas e, freqüentemente, diz que Israel está errada.
Não conheço ninguém no lado palestino que faça o mesmo.
Desproporcional é o número de mortos? Evidente que é. E o Elias tem razão. Meia dúzia de foguetes não faz os palestinos cederem na violência. Talvez uma dúzia. Israel está bombardeando para conserguir o cessar-fogo. E o Hamas não quer o cessar-fogo.
Guerras são feias. Não inventei as guerras. Mas guerras são assim. Tampouco acho bonita a ação do governo israelense limitando acesso de jornalistas a Gaza. Mas governos em guerra são assim. Acho a ação burra, porque dá ao Hamas o monopólio da informação.
Meu ideal é que os palestinos cessem as agressões para que acordos possam ser feitos à mesa. Mas eles estão jogando a favor da eleição do Likud em Israel porque sabem o que ganharão: mais anos de Israel como vilão. Então, tá. Quem não vê o jogo que o Hamas está fazendo, e faz continuadamente, é maniqueísta.
É impressionante essa lógica de vcs. de que guerra é assim, mata-se gente inocente. Só não é tão acomodada quando tem seu filho, esposa ou parente querido no meio.
Ora, prefiro o primeiro ministro britânico, que pede a suspensão dos ataques. Mas aqui nada comove e parecem aplaudir essa barbárie.
Ok, é só mais uma estatística, é assim etc e tal. Culpa do Hamas, agora Israel pode cometer as atrocidades que quiser, já temos em quem colocar a culpa.
O Pedro Doria deve pertencer ao alto comando das tropas de Israel, pois é o único que sabe o fim dessa ação, cuja explicação do governo foi “mudar as regras do jogo” (?). Mudar as regras do jogo é um bom motivo para destruir alvos civis e matar a população. Muito bem, palmas para vcs.
Guerra é lucro. Sempre foi. O reto é desculpa.
O argumento de que o Hamas joga com as eleições em Israel remete à discussão de alguns dias atrás a respeito da qualidade intrínseca à democracia.
Se um grupo tão sem poder consegue realmente modificar o resultado eleitoral em uma democracia que qualidade tem essa democracia afinal de contas?
Ou a verdade é que os democratas em Israel, como em qualquer lugar, são uma minoria?
rabbit,
eu acho que Israel é que joga com as eleições. Afinal, era o partido no poder que estava caindo nas pesquisas e sendo chamado de ’soft’ em relação aos palestinos, né?
Quanto ao argumento que os palestinos é que elegeram o Hamas, se não me engano, não foram 100% dos palestinos que os elegeram, né?
E quanto a dizer que o Hamas não propôs nenhum acordo desde que chegou ao poder, os links que o PD não liberou diziam o contrário. Mas o PD não liberou, né? fazer o quê?
(acho que ele só libera se for a favor dos Israelenses).
Pois é. Não consigo entender esse troço de proporcionalidade.
Ao que me parece Israel aprendeu bem com o desastre que foi a operação em Beirute.
Elias está certo. Israel quando usa força DEVE usar força avassaladora. Aparentemente estão tentando ao máximo atingirem alvos militares.
Mas todos nós sabemos, até o surfando na jaca sabe, que o Hamas, assim com o Hizbolah mantém aparatos militares em prédios civís. Que utilizam creches como plataforma de lançamento de seus foguetes. Sabem muito bem utilizar o Quinto Poder.
Sobre os jornalistas: a imensa parte dos jornalistas que cobrem os palestinos são palestinos. São contratados por agências estrangeiras.
Lamentavelmente muitos deles trabalham mais para desinformação que informação. Os casos de adulteração de fotos e filmagens são bem conhecidos (vide Pallywood no Youtube).
Pedro - Parabéns pela sua análise. Concordo que o mundo já gastou muito tempo nesse conflito. Se deixassem eles resolverem por eles mesmo talvez teriam uma chance.
Israel mantém isolados mais de um milhão de palestinos (sem alimentos, sem remédios, sem trabalho) e quer que não haja nenhuma resposta. Quer que eles fiquem lá quietinhos e obedientes feito cordeirinhos. Quem provocou toda essa situação foi o estado de Israel. Eles, como sempre, submetem o povo palestino (principalmente o, de Gaza) às condições mais extremas e mais degradantes, esperando, de antemão, uma reação, um “álibi” (foguetes que vez ou outra fazem uma vítima) para depois vir com uma retaliação totalmente desproporcional. A intenção é eleitoreira, como postado abaixo. Se o partido Kadima estivesse numa situação confortável nas pesquisas, não haveria esse ataque criminoso. Isso é vergonhoso para um estado que se diz democrático e que prega a igualdade. Esmagam os palestinos ao bel prazer. “Se o nosso partido começar a cair, a gente vai lá em gaza e mata uns duzentos inocentes pra tentar reverter as estatísticas das pesquisas. É simples. A culpa a gente põe nos foguetinhos do hamas”.
P.S. Maniqueísmo só existe do lado de lá.
ops, o PD já tinha liberado meus links.
sorry. errei.
mas alguém se deu ao trabalho de lê-los? Porque vocês continuam repetindo o mesmo argumento?
leiam por favor…o post no Guilherme fiuza sobre a midia….no post papai noel existe….
e entendam o que é ser a favor do homem humano terrestre!
PD!”……………………chega de esconder seus ancestrais!….ELES E OS MEUS ………………..
p_d!
PD,
Devo ser a criatura mais desmoralizada, já que estou novamente comentando. Ânfam, todo mundo sabe que sou uma besta, de toda forma, com praia ou não. (Andrei, você tem razão).
O tal “estado de guerra” é decidido por quem?
Mais: por favor, me iluminem os doutos, mas essa “guerra” está se estendendo demais, há notícias de massacres a todo momento.
Entendo “guerra” como confronto entre forças armadas, uniformizadas e coisa e tal.
Sou ingênua, talvez.
O fato de caracterizar como guerra o combate a um grupo “terrorista” (até ontem, eu não colocaria aspas) como o Hamas e, mais uma vez, com armas mil vezes mais sofisticadas e ainda alegar o incômodo que causam os Qassam, que mais erram que acertam, não diminui em nada o tamanho da matança. (Eu vi o tal vídeo, André, obrigada)
Parece-me evidente o impulso a culpar o lado, afinal, mais fraco. O Hamas é culpado de tudo, Israel apenas se defende. E como!
Sinceramente, não sei se a defesa do Estado de Israel comporta tanta hipocrisia, tanto desprezo pelo sofrimento que inflige.
No mais, em post anterior, falei sobre palavras que se gastam. Tenho experiência disso por aqui: até agora, desculpem, só fizeram tentar justificar o injustificável.
Pena.
Porque eu cresci admirando tudo o que os judeus deram ao mundo.
Não pela primeira vez, tenho que constatar que Israel age como se ela fosse um “état under siège”. E não deixa de ser, é claro.
Mas as condições dos palestinos são infinitamente piores.
E, só não vou à praia porque é noite.
Elias e Doria, receber aplausos do Viraovo é motivo suficiente para vcs. refletirem.
Surf…………… nos perdemos na onda dos maniacos depressivos?
Pedro,
“Israel está bombardeando para conserguir o cessar-fogo…”!!!
Valha-me! Israel quer manter o povo de gaza cercado e calado. Israel não admite que haja qualquer tipo de reação palestina diante deste cerco criminoso e vergonhoso. Israel, “a única democracia do Oriente Médio”, quer mantê-los lá, desesperados, tentando cavar buracos para conseguir alimentos e remédios do outro lado da fronteira. Os quer, desesperados, feitos “baratas tontas” (expressão muito usada por certos trogloditas do alto comando israelense), para de vez em quando esmagá-los com artilharia pesada, tanques e caças aéreos.
Outro dia darei uma resposta ao adorado André e sua grandiosa inteligencia.( o PD o tem no pulpito)
Principalmente por que o Alex o admira……admirar um ser desses é fruto de muita bagunça e erro de direito pisicologico….Alex! desculpe!
Pedro,
“Guerras são feias. Não inventei as guerras. Mas guerras são assim. Tampouco acho bonita a ação do governo israelense limitando acesso de jornalistas a Gaza. Mas governos em guerra são assim. Acho a ação burra, porque dá ao Hamas o monopólio da informação.”
Desculpe, mas achar pouco bonita a limitação do acesso à imprensa dentro de gaza é muito pouco para quem é jornalista e sabe muito bem o que significa “liberdade de imprensa”. Isso é um crime!!! Proibir a entrada da imprensa numa região que está em guerra, não existe. Se eles não querem o testemunho de repórteres e fotógrafos é porque devem estar fazendo horrores.
Então é o hamas que tem o monopólio da informação??? Poxa! eu sempre achei que eram os israelenses!! Que ingenuidade a minha!
Só falta o Olavão parabenizar o Doria e o Elias.
É Moisés,
os trogloditas cercam e arrebentam, sem chances de evacuação da população civil, impedem o acesso à informação do que está acontecendo, com a declaração de que arrebentarão o Hamas e semelhantes (?). Tudo isso cala na consciência, pois a culpa é do Hamas pelo banho de sangue. Barbaridade…
RW in Miami
a Amira Hass, que e’ publicada no Haaretz, esta’ la’…
A Amira Hass deixou Gaza recentemente depois de ser alertada que corria perigo.
Pedro Doria está curado!!!!
Elias - A única estratégia possível para Israel é a de lutar em termos de ataques fulminantes.
Eu iria mais longe, Elias.
A estratégia israelense SEMPRE foi lutar em território inimigo, haja visto que Israel não tem ” profundidade “, como dizem os amantes de sites militares,
Ou seja o pais é pequenino demais, assim bastam algumas horas de tanques em arrancada vitoriosa para cortar Israel ao meio.
Além do que, lutar em território inimigo poupando o seu próprio, minimiza enormemente o impacto da guerra na população civil e infra estrutura necessárias ao apoio do esforço de guerra.E destrói a do inimigo.
Muita gente se espanta com o número de baixas dos EUA na II Guerra.
Embora tivessem, em 1945, 16 milhões de homens e mulheres de uniforme, os EUA perderam ” apenas ” 500 mil homens.
Comparados aos 30 milhões da Rússia, 8 milhões da Alemanha, 6 milhões da Polônia, esse número parece pequeno demais.
É que os EUA não foram invadidos por tropas estrangeiras, não foram bombardeados pesadamente, enfim lutaram no território inimigo. Dois oceanos e um poder industrial militar sem precedentes na História ajudaram bastante.
Um outro ponto sobre ” ataques fulminantes ” de que você fala é que uma máquina de guerra moderna como a de Israel exige uma quantidades assustadora de material bélico de todos os tipos, transporte, combustivel, água, comida, homens, munição, comunicação, resgate, hospitais de campanha, e tudo mais que se possa imaginar, concentrados em tempo e espaço o mais comprimidos possível.
Nenhuma nação, fora os EUA -e outras poucas potências - tem esse poder de - guerra intensa por período longo de tempo.
Israel tem, mas de forma limitada.
Depois de certo ponto, só via USA ajudando fortemente
( Como por exemplo na guerra contra o Egito e Siria, a doYon Kippur. Em certo ponto dela, EUA e URSS passaram a entregar esse material vital aos exércitos que apoiavam quase no campo de batalha. Isso levou a um risco de confronto entre as duas superpotências.)
Esse fato, junto com o exito da contra ofensiva israelense, no Golã, e no Egito, provocou o cessar fogo. Que foi decidido em Moscou e Washington. E aceito pelos beligerantes.
Por essa razão qualquer guerra em que Israel estiver envolvido tem que acabar rápido.
Caso contrário passa-se a uma guerra lenta, de atrito, sangrenta, custosa, do tipo Irã e Iraque, aonde Israel teria tudo a perder.
Paradoxalmente o conflito entre Israel e árabes é uma guerra de atrito que já dura 40 e tantos anos, com explosões de guerras fulminantes no meio dela.
Existe também um importante historiador inglês que sustenta que o choque frontal, a concentração máxima de forças, a decisão da guerra em uma batalha, total, ampla, é, nas palavras dele, ” a maneira ocidental de fazer geurra.” Coisa que vem lá dos gregos….
Qianto a presença da imprensa em campos de batalha talvez seja bom levar em conta que alguns estados maiores estudaram e aprenderam com a Guerra do Vietnã, aonde um soldado morrendo com as tripas de fora, ao vivo e a cores, com o som de seus uivos de dor gravado e amplicado de costa a costa, dividiu um país ao meio e ajudou em muito a se por um fim naquele horror.
Antigamente a primeira vítima de uma guerra era a verdade, dizia-se. Atualmente a imprensa lhe faz companhia.
Pra quem preguiça de ler, de pesquisar e de estudar: “Em defesa de Israel”, de Alan Dershowitz. Tudo isso que o Hamas fez aprendeu, grosso modo, com o senhor Arafat.
PEDRO DORIA
NÃO VAI CORRIGIR OS NÚMEROS NÃO??
ASSUMA QUE ERROU…
ASSUMA QUE ERROU…
ASSUMA QUE ERROU…
ASSUMA QUE ERROU.
Desculpem plagiar o Frangão no “cola e copia, mas tá lá na Wiki:
“Deir Yassin (em árabe ??? ?????), era uma vila palestina situada a cinco quilometros a oeste de Jerusalém. Deir Yassin ficou conhecida pelo massacre nela ocorrida por forças sionistas durante a guerra árabe-israelense de 1948.
Na vila com este nome, haviam casas de teto plano que enfileiravam-se num morro. Seus habitantes cultivavam damascos, azeitonas e vinhas em terraços na encosta da montanha. Como a vila encontrava-se próxima a diversos assentamentos judaicos e poderia facilmente ser cercada pelas forças sionistas, o muctar ou prefeito havia feito um acordo de não-agressão com os judeus dos assentamentos vizinhos-e, apoiado nesse acordo, havia negado permissão para que forças árabes usassem a cidade como base.
Em abril, comandantes locais dos grupos terroristas Irgun e Stern procuraram o comandante da Haganá em Jerusalém, David Shaltiel, desejando tomar parte na operação destinada a abrir um corredor entre Jerusalém e Tel-Aviv. Embora receoso, Shaltiel acabou por autorizar o ataque, embora argumentasse que haveria outros motivos mais valiosos do ponto de vista militar. A operação foi chamada de Unidade, por reunir numa só ação os três setores das forças judaicas—Haganá, Stern, Irgun—, embora a primeira entrasse, a princípio, apenas com apoio “logístico” e armamentos, além de enviar um “observador”, o jovem oficial Meir Pa’il. Nos dias seguintes, os líderes dos dois grupos terroristas reuniram-se para planejar o ataque, que visava “quebrar” o moral árabe e criar pânico entre os árabes palestinos. Segundo um comandante da Irgun, a maioria dos comandantes presentes às reuniões “decidiu pela liquidação de todos os homens da aldeia e quaisquer outros que se opuséssem a nós, mesmo que fossem velhos, mulheres ou crianças”.
Na madrugada o dia 9 de abril de 1948, a força de assalto sionista, com 120 homens, aproximou-se da aldeia. Os sentinelas, armados com velhos rifles turcos, alertaram a população, que rapidamente começou a fugir para as aldeias vizinhas, enquanto alguns homens faziam frente aos invasores. No começo, os sionistas fizeram pouco progresso; segundo o observador da Haganá, Meir Pa’il: “Eles conseguiram ocupar apenas a metade oriental da aldeia, não conseguindo ocupar a parte ocidental. Dez ou doze árabes atiravam contra eles usando apenas rifles, não tinham armas automáticas, e seguraram-nos do lado oriental”. Percebendo a dificuldade dos invasores sionistas, o próprio Pa’il enviou um mensageiro a uma base próxima da Haganá, solicitando reforços. Logo, um pelotão da Palmach (a força principal da Haganá) chegou aldeia, ocupando-a em poucos minutos e sem nenhuma baixa. Com a vitória, o pelotão da Palmach retirou-se, deixando as ações sob responsabilidade dos comandantes terroristas.
O que se seguiu na aldeia foi a mais brutal selvageria, e embora até hoje a literatura sionista e israelense divida-se quanto aos seus motivos e consequências, há unanimidade entre historiadores árabes e ocidentais, e entre observadores de organizações humanitárias. de que o que houve em Deir Yassin foi uma matança deliberada e cruel da população civil com o objetivo de atemorizar os habitantes de toda a região e provocar sua fuga. Anos depois, o jornal judaico-americano Jewish Newsletter relatou:
” Depois que os homens da Haganá se retiraram, membros da Irgun e do Grupo Stern perpetraram as mais revoltantes atrocidades: 254 homens, muilheres e crianças árabes foram massacrados a sangue frio e seus corpos mutilados foram atirados em um poço; mulheres e moças árabes capturadas e trazidas para Jerusalém em caminhões e conduzidas em parada pelas ruas, onde eram humilhadas e cuspidas. No mesmo dia, os irgunistas deram uma entrevista à imprensa na qual disseram que amatança coletiva era uma “vitória” na guerra de conquista da Palestina e da Transjordânia”.
Para completar a ocupação, os terroristas jogavam granadas pelas portas das casas e metralhavam indiscriminadamente a todos os que viessem pela frente. mulheres tiveram suas barrigas rasgadas por baionetas, e crianças foram mortas em frente a suas mães. Uma comissão inglesa que entrevistou sobreviventes alguns dias depois, conclui que “muitas atrocidades sexuais foram cometidas pelos atacantes judeus. muitas mulheres foram estupradas e depois trucidadas. Mulheres idosas também foram molestadas”. Alguns corpos foram encontrados com mais de 60 tiros, ou com membros amutados. Quinze casas foram dinamitadas, incluindo a casa do muktar, enquanto as demais foram saqueadas.
De acordo com o médico da Cruz Vermelha, Dr. Jacques de Reynier: “A limpeza foi feita com metralhadoras e depois granadas de mão. Foi terminada com facas, qualquer um podia ver isso”. O médico suíço ficou particularmente chocado por uma das terroristas que segurava uma faca. “Uma bonita jovem israelense com olhos criminosos, mostrou-me uma faca com sangue ainda pingando, ela me mostrava aquilo como se fosse um troféu”. O comportamento dos terroristas sionistas lembrou o médico da Cruz Vermelha de seu serviço durante a segunda guerra mundial, quando lhe veio a mente uma cena em que viu “uma jovem nazista apunhalar um casal de velhos sentados em frente de sua cabana”.
O saldo do massacre foi de 254 civis palestinos mortos, grande parte constituída por crianças, mulheres e idosos. Os sobreviventes fugiram aterrorizados, abandonando a aldeia e disseminando o pânico entre a população palestina. Entre os invasores, o número total de mortos foi de QUATRO.”
A desproporcionalidade não é de hoje…
Stardust
Você já sabe que seus dias de proto-militante com passaporte diplomático em Israel estão contados…
Você ontem disse que os não judeus em Israel são chamados de “residentes”.
A verdade não tarda!
The combined rocket-mortar shell attack came hours after 27-year-old Israeli construction worker Hani al Mahdi, from the Bedouin village of Aroer, was killed in a rocket attack in Ashkelon.
Gabriel,
Ignorante é a sua mãe.
Namber Uam,
Se é para pesquisar a Wikipedia vale a pena colar o seguinte:
Mohammed Radwan who fought in the battle:-
“I know when I speak that God is up there and God knows the truth and God will not forgive the liars,” said Radwan, who puts the number of villagers killed at 93, listed in his own handwriting. “There were no rapes. It’s all lies. There were no pregnant women who were slit open. It was propaganda that… Arabs put out so Arab armies would invade,” he said. “They ended up expelling people from all of Palestine on the rumor of Deir Yassin.” This was reported by Paul Holmes, Middle East Times, 20-April-1998
Credun Fas
Desculpe, mas o ignóbil aqui não lê ou escreve lhufas em outra lingua que não seja o portugues coloquial falado por estas bandas.
Se puder me traduzir, eu agradeceria, afinal, não fui abençoado com posses que me permitissem estudar em uma boa escola de inglês, pois só sobrou tempo para trabalho e segundo grau técnico noturno.
Desde já agradeço. :o)
O HAMAS TÁ SIFÚ.
O HAMAS TÁ SIFÚ.
O HAMAS TÁ SIFÚ.
O HAMAS TÁ SIFÚ.
Namber Uam
não seja por isso:
Mohamed Radwan que lutou na batalha:
“Eu sei que quando eu falo Deus está lá em cima e Deus conhece a verdade e que Deus não perdoará os mentirosos” disse Radwan, que coloca o número de mortos em 93, listados por seu próprio punho. “Não houve estupros. É tudo mentira Não houve mulheres grávidas cortadas ao meio. Isso foi propaganda que [os] Árabes colocaram de forma que os exércitos Árabes viessem a invadir”, ele disse. ‘Eles acabaram por expulsar pessoas de toda a Palestina com o rumor de Deir Yassin.” Isso foi noticiado por Paul Holmes, Middle East Times, 20 de April de 1998
Credun Fas
Obrigado pela tradução.
Pelo que eu li, é possível contestar ou modificar um artigo na Wikipédia, então, não seria esse o caso para que você proceda a tal modificação (acesse o link postado no coment 119)?
Eu não poderia, pois pouco conheço da história daquela região tão conturbada (por isso a consulta a tal Wikipédia).
Com isto, teriamos mais fidelidade histórica ao consultar esse valioso instrumento de informação digital. :o)
PD, 172…Meu ideal é que os palestinos cessem
chest- aqui não seria mais indicado o presente do subjuntivo?
Stardust, já te disse lá embaixo no garganta profunda : se a coisa ficar feia demais pegue um trem para Casablanca. Estarei no Rick’ s bar. Com uma dose de sorte e algum dinheiro escuso posso te colocar no avião para Lisboa…( estarei de summer ao lado do piano…) e por favor NÃO peça ao Sam para tocar as time goes by …vão desconfiar na hora…se de todo for impossível resistir, clique no meu nome ( gently please..)
199, esse é um problema recorrente na esquerda.
o que mais me diverte é ver o PD e o Elias sendo perseguidos pela esquerda-peto-pata.
Pois é Frangão.
Vida de proletariado é assim mesmo.
Já você, menininho bem criado pela vovó, bem educado, de fino trato, que pode se dar ao luxo de frequentar os melhores colégios, tratado com agua de colônia e leite de rosas, enfim, um verdadeiro lorde. Nota-se pelo seu comportamento quase britânico, de uma educação e finesse sem par. :o)
Chesterton,
Com todo respeito mas não saber outro idioma não é “problema” algum. Nem todo mundo têm os recursos disponíveis para aprender outra língua.
Diga-se de passagem, os Yankees que você tanto admira, mesmo tendo recursos, costumam dar-se por satisfeitos com aquele pavoroso idioma…
Calmas gentem, não quis ofender ninguem. Apenas dizer o que venho repetindo há tempos. Se não tem acesso a fontes primarias, fica na mão dos outros para traduzí-las.
Antes era o latim, depois o francês, hoje é o inglês. TEM QUE APRENDER INGLES!!!!!!
Sim, os americanos já sabem ingles, eles não precisam aprender ingles.
Quanto ao fato de ficarem ofendidos…vão à merda. Não usem a pobreza de seus antepassados para justificar a preguiça de vocês. Passam o dia coçando o saco na frente do PC e dizem que são vítimas coitadas (de coito) e por isso não foram na Cultura quando nenenzinhos?
Porra, a intenet está cheia de programas e sites que ensinam ingles. Vocês acham que alguma vez na vida paguei para aprender violão e guitarra? Nunca. Sou auto didata. Imitem-me e deixem de ladainha.
Vão fodere putas (plantar batatas em latim).
loçon uan
verbo tobe
eu tobi
tu tobi tambem
ele tubi
nóis tubimos
vóis tubieis
eles tubiem
para aprender blues digrátis
http://www.youtube.com/watch?v=vLemj5LjnjY&NR=1
click my name to learn blues guitar for free
cliquem meu nome para aprender blues digrátis.
(traduzi para coitados esquerdistas)
pô, PD foi rápido.
Credun Fas // 29/December/2008 às 21:52
Stardust
Você já sabe que seus dias de proto-militante com passaporte diplomático em Israel estão contados…
Uau! O que é isso?
Só falta o Elias num opne nos dar suas opiniões sobre Equador e Paraguai e suas contendas com nosotros.
Dino,
eu também achei estranho. foi uma ameaça ou um aviso amigo?
Dino,
Nada como a democracia e a movimentação política…
Relaxa Frangão.
Não me senti ofendido não.
Não é preguiça não, é que meu QI não é privilegiado como o seu.
Ser autodidata é uma virtude para poucos iluminados e não seres da casta inferior.
Caras como eu, só servem para “fodere putas”…kkkk
Pedro Dória,
Acredite se quiser, mas eu hoje estava pensando exatamente no texto que vc escreveu. Acho que vc me plagiou por telepatia (risos). É claro que guerras não eclodem pelo único desejo dos beligerantes. Sempre há um conjunto de forças de bastidores influenciando aqui e acolá. Os depoimentos das autoridades egípcias dão o tom de que, subliminarmente, o Egito apóia a campanha israelense. A Jordânia, que desde o “setembro negro” já mostrou ao mundo o quanto “ama” os palestinos, também se omitiu. A Liga Àrabe, que prometeu uma “reunião de emergência”, ainda nem se reuniu. A Rússia quer o conflito para ver o preço do petróleo subir. Os americanos querem vender mais armas. Os anti-semitas querem a guerra para poderem sair do armário e descer o pau nos judeus - como aliás já o estão fazendo num tom quase orgasmático. Enfim, todos querem esse conflito - inclusive o HAMAS como vc bem mostrou. Estou convicto de que muitos países, inclusive os hostis a Israel, sabiam previamente dessa invasão e, como combinado, estão condenando timidamente as ações israelenses. Repare no silêncio, até agora do Irã. Ahmadinejad pode ser louco, mas não é burro, e ele pressente que a invasão de GAza pode sim estar sendo um laboratório para uma futura - e necessária - invasão de seu país. Uma ação devastadora de Israel em Gaza pode mostrar ao ditador iraniano com quem ele se meteu.
E para aqueles que pensam que ações bélicas de Israel aumentam o anti-semitismo, estou bastante surpreso com a quantidade de comentários favoráveis à campanha de Israel, tanto neste quanto em outros blogs e caixas de comentários. Creio que, finalmente, a população entendeu que o terrorismo é uma praga contra toda a humanidade.
é verdade.
para os anti-americanos, era demais o Bush ser presidente enquanto o problema palestino estivesse sendo resolvido. Agora que vem o Obama (pelo menos em inicio de governo) abre-se uma janela para resolver a parada de uma vez por todas. Tomara que dê certo.
Qualquer idiota percebe o joguinho do Hamas. Mais idiota ainda é quem cai nele.
Francamente, estou bem surpresa que vocês, marmanjos crescidos, estejam com tanto medinho
do Hamas por Israel. Realmente, são terroristas biônicos super poderosos com foguetes incríveis, capazes de devastar uma nação.
É só ver a capacidade de reação que até agora demonstraram. Arrasar com esses mequetrefes é cortar uma cabeça da hidra.
Quanto a todas as justificativas que até agora apareceram como “guerra defensiva”, “fulminar para intimidar”,
“fazer o que for necessário”, “feiurinha da guerra”, só vêem a comprovar a tese que dez bebês palestinos não “completam”
um bebê israelense. Tese inteligente, ação idem, e que pode levar a uma guerra, desta vez verdadeira. Espere aí, estou
enganada. O que vai acontecer é que os palestinos vão ser mortos, até o último deles, de um jeito ou de outro, e ninguém
vai fazer nada. É, isso é o mais provável, o mais confortável para todos. As consciências éticas, pelo menos, já estão devidamente acolchoadas.
http : / / br .youtube .com/watch?v=GGac36xVNnQ
e não é que o camarada em Amman não lembra um pouco do nosso presidente? :-)
Uma ameaça ou um aviso “inimigo”?
O cara está se achando… André Fucs, menas, menas…
do Hamas por Israel. Realmente, são terroristas biônicos super poderosos com foguetes incríveis, capazes de devastar uma nação.
chest = relativismo moral.
Na verdade existe um lado certo e um lado errado.
o que as pessoas teimam em não enteder é que o objetivo do Hamas (destruir Israel) não é legítimo.
Não fiquem tão contentinhos com o desempenho das forças armadas israelense, o Hamas irá revidar com guerra biológica, será lançado foguetes Kassam com cargas de Bernard Madoff, que irá arrasar com Israel…
Já o objetivo de Israel de destruir os palestinos é legitimo… Está nas escrituras…
PD, vou seguir seu conselho e gastar meu verbo defendendo gente de outros continentes, africanos, por exemplo, mas vê se enquanto eu olho pro outro lado, vocês não aproveitam para exterminar e expulsar o que restou dos palestinos… Conto com a vossa honestidade!
228, finalmente ele confessa o objetivo.
Pedro Dória parte para a auto-imolação…
Culpar a resistência pelos ataques ao gueto?
Flerte com o nazismo…
Os responsáveis pelos ataques ao gueto de Gaza são:
Tzipi Livni
Ehud Olmert
Ehud Barack
Todos os três são carrascos judeus-nazistas.
E o máximo que consegue para justificar este comportamento reprovável é reclamar dos “maniqueístas”.
Putz… boa sorte em seu auto-flagelo público.
O texto é interessante… bem parecido com a conversa do berlusconi.
Olha só a laia com que está metido rapaz…
André Fucs, tenho uma idéia que a senhorita vai adorar, que tal criar em volta de Gaza uma zona de exclusão de 360 Km 2 desabitada, assim os foguetes palestinos não teriam alcance para atingir Israel. Gostou da idéia?
Sinto muito, Dino, mas guerra é assim. Israel tem que fuzilar essa palestinada toda. Não fui eu quem inventou esse negócio de guerra. Na invasão da URSS na II Guerra, os nazista fuzilaram até criancinhas e tocaram fogo nas aldeias. Os EUA para vencer o Japão teve que mandar algumas bombas atômicas. Teve que morrer gente porque é assim numa guerra. Pena que o pessoal se intrometeu em Sarajevo e não deixou a guerra ser assim de todo e chegar a fim entre eles.
ao fim entre eles.
Chest, 231, você não tem vergonha de pagar esse mico?
Surf leia 228 e veja o que o jumento chest respondeu no 231…
huahuauauhahuahuahuauhauhau
[...] Se é para listar vilões, Israel não está sozinha: Egito, Arábia Saudita e o Hamas estão juntos. No sábado à noite, o ministro das relações exteriores egípcio, assim como todos seus pares árabes, mostrou sua indignação contra Israel. Mas, quando perguntado especificamente, Ahmed Aboul Gheit disse: Israel havia deixado claro que se o lançamento de foguetes continuasse, haveria retaliação. O aviso foi feito mais de uma vez. O responsável pelo ataque é o Hamas. Leia mais… [...]
Dino, o Chesterton está no automático. Só o teco está respondendo.
Melhor do que esses poderosos kassam, devem ser os tapetes voadores de Isfahan.
Periga o Gaynaldo citar o Doria.
Dino, alguns aqui reclamam que não tiveram meios de aprender inglês, mas você parece que não tem meios de compreender o que você mesmo escreve.
Toda minha solidariedade a resistência do gueto de Gaza:
Pela vossa e pela nossa liberdade!
“Este ataque a Gaza é um jogo de cartas marcadas onde no comando de um lado, do outro, e nos arredores, não há um só inocente.”
Certo. E dentre 280 pessoas mortas, todas eram terroristas, huh? O Hamas não é inocente e pouca gente discorda disso. Mas isso não muda o fato que Israel massacrou 280 civis palestinos em um dia- quantas foram as vítimas israelenses do Hamas nos últimos 5 anos? Duvido que cheguem perto de uma centena. A imprensa ocidental pode fazer quantos malabarismos retóricos quiser, mas isso não é uma “resposta” - os ataques (e o bloqueio) vão muito além da auto-defesa: O assassinato em massa de civis com a finalidade de alcançar objetivos políticos é terrorismo, tanto quanto os ataques suicidas do Hamas.
P.S: O Egito não assassinou 280 palestinos, tampouco a Arábia Saudita ou o Irão. Sim, PD, nem um deles são os “mocinhos”, mas se essa história tem um vilão é Israel.
Bão, eu até podia cobrar direitos autorais ou no mínimo uma participaçãzinha neste artigo do PD.
Tudim que ele escreveu eu já disse aqui, só que com menos floreios e frescalhações jornalísticas.
Israel X Palestina? É só grana e mais nada, aliás como é toda e qualquer guerra ou conflito.
jack, a conta só subiu e já ultrapasou 360. Tudo militante do Hamas ou civil que tem que morrer, segundo um pessoal daqui.
Agora deixar o Fábio Passos solto é demais. Dá para alguém pôr ele na jaulinha de novo?
E por favor, dobrem a dose de demerol…
Credum Fas 201,
Há alguns anos a BBC de Londres mostrou as primeiras imagens do massacre de Deir Yassim, veiculadas pelo canal Discovery, inclusive aqui no Brasil. As imagens mostravam mulheres grávidas que tiveram os seus ventres abertos. Isso é público e notório.
Chest, não insista fica pior, é uma piada que eu fiz, jumento, veja quem é Bernard Madoff no google já que você é um pobre diabo desinformado, ainda vem dizer que investe na bolsa de valores… APEDEUTA!
Moisés,
Se você me passar fontes precisas eu mudo minha opinião!
Sabe como é, você e o Dino são especialistas em citar fontes não confirmadas…
Concordo plenamente com o André Fucs, o Irgun por exemplo era uma entidade filantrópica igual a essas que atualmente o patrício Bernard Madoff deixou na ruína… Gente boa que só vendo…
André o que você achou da minha idéia no comentário 233?
Dino, uma pena, o chester escapou dos fundos de hedge do Madoff.
Pessoal, salvem o sionista acima, citem as fontes precisas que ele muda de opinião. Moisés, arrume o link.
Calma, calma, estou ligando para o Ivan Lessa lá na BBC, ele vai conseguir esse vídeo, vamos converter o André ao espiritismo, vai ser mesa branca com o Mane HRP…
huahuahuauuha
Claro que entendi sua piada, sua besta, e fiz outra em cima, pois você quer arrasar Israel….sua intenção final. Meu Deus, Dino, quer que desenhe?
Ja entendi, Dino, você acha que eu não tenho noção de quem é o Madoff…tsc, tsc, tsc até sei quem é o representante aqui no Brasil e pior, sou amigo do filho dele.
E eu amigo da filha dele ou da mulher do filho dele.
Oba! Assim a mama killa fica sobrando! Calma, calma surf, chifre é que nem bomba no OM, só fica bem na cabeça dos outros…
Hoje estou com a moléstia…
huahuahuauha
não Dino, não perdi dinheiro aí, mas perdi na bolsa.
só cai bem… (retificando a piada)
Moisés, Dino, Surf…
Olha, fui pesquisar, o primeiro documentário que achei não está muito a favor de vocês não…
Em 7:30, Hazem Nusseibeh, do Palestine Broadcasting Service fala com as próprias palavras claramente que as notícias palestinas foram forjadas.
h t t p : / / www . road90 . com / watch.php?id=rtW37cxdlA
E agora Moisés?
Eu sei André, eu sei, esse pessoal que atira foguetes são uns ingratos, trocaram a terra deles por uns espelhinhos e miçangas que os patrícios trouxeram das Oropa, agora ficam reclamando…
Ficou com medo de ter que trocar o kipá pelo abadá?
Caro Pedro Dória,
Nao li os comentários anteriores, que imagino tenham sido inflamados, como soem ser quando o tema é o conflito Israel-Palestina.
Alias eu nao tenho lido os comentários do seu Blog nos ultimos tempos, por absoluta falta de tempo.
Porém eu gostaria de tecer alguns comentarios a respeito desse post:
Eu leio o seu blog porque o considero de fato um jornalista inteligente, competente, imparcial, racional… Suas matérias tem um cuidado e, até diria, um requinte louvável com a verdade em todos os seus aspectos.
Porém permita-me dizer que neste tema Israel-Palestina voce peca pela parcialidade. E ela se torna evidente quando diz ou insinua que o responsável exclusivo pelos ataques é o Hamas. Ou quando diz que o Egito tem tanta culpa quanto Israel pela morte de mais de 300 palestinos . É isso que voce insinua, o que se desprende de seu raciocinio.
Ao tentar relativizar o massacre de civis inocentes de um povo pobre e isolado como o palestino voce recorre a arranjos mentais, a uma frieza argumentativa, parecidos com aqueles que justificam o massacre de qualquer povo. Parecidos com os argumentos usados na Europa na Segunda Grande Guerra para justificar a guerra total e o extermínio de povos inteiros.
Digo isso porque tal raciocinio nao condiz com o carater humanista da maioria dos seus argumentos.
Essa sua defesa quase que intransigente em relacao a praticamente todos os atos de Israel nao condiz com a visao de mundo que voce expressa em muitos dos seus Posts.
Dino,
:-)
Você não tem remédio…
Pra quem sabe ler, o que fez gol de placa nos argumentos, foi o Elias seguido pelo Credun Fas (que raio de nick é esse?).
Dino e Surf - cacarejos.
Pro Steps no #242, com a frase ‘pela vossa e pela nossa liberdade, um dãããã, bem anasalado e comprido. Vencedor do troféu O Mais Idiota do blog.
Uli Weinbrecht, não é verdade que eu faça uma defesa intransigente de Israel.
Acho repulsiva a morte de mais de 300 pessoas. E é evidente que Israel é responsável por cada uma delas. Não nego, nem, que o motivo deste ataque seja eleitoral.
O que não faço é uma defesa intransigente dos palestinos. E para quem está do lado palestino, a única posição aceitável é ser 100% anti-Israel.
Idelber lê sete idiomas, se informa sobre o tema há 25 anos, é dos acadêmicos brasileiros mais premiados na Europa, na América Latina e nos EUA nos últimos tempos, está escrevendo carta igual doido para americanos, israelenses, árabes. Quem vai recriminar o cara por não bater boca em caixa de comentário a cada matança? Um sujeito q assina uma letra?
Charley,
Eu não quero ser chato não mas o Idélber pode até ler 7 idiomas mas afirmar pérolas tipo:
“…vejam depressa, porque há uma verdadeira operação de censura sionista sobre o YouTube; vários vídeos já foram retirados)…”
Precisa dizer algo mais?
Credum Fas,
1) Meus dias estão contados, sim, um por um. O sistema de rotatividade nos Postos é bastante claro em suas regras de lotação e tempo de serviço. =)
2) Não fui eu quem falou que os habitantes de não judeus de jlem oriental são residentes e não cidadãos. Foram eles próprios. Um ou dois estarem exagerando, va lá, mas todos!(E olha que eu falo com bastante gente) Olha, quem sabe haja um mal entendido ou misinformation das duas partes? Em todo caso, acho que vc deve discutir isso com eles, não comigo. Depois me conte a que conclusão chegaram e eu prometo que vou acreditar. =))
3) Sobre a posição do Brasil:
a) trecho Nota à Imprensa do MRE da data de ontem:
O Governo brasileiro deplora a continuidade das ações desproporcionais do
Governo de Israel na região da Faixa de Gaza, que já causaram, em apenas 3
dias, a morte de mais de 300 palestinos, muitos dos quais civis e crianças. O Brasil exorta ambas as partes a cessarem, de forma imediata, os atos de hostilidade mútua.
texto integral em: http://www.mre.gov.br/portugues/imprensa/nota_detalhe3.asp?ID_RELEASE=6169
b) trecho de discurso do MRE Celso Amorim que trata da Ocupação do território palestino, sofrimento de sua população e desproporcionalidades de direitos num sentido lato:
“Porém sabemos que a solução profunda para os problemas do Oriente Médio está na situação do povo palestino. Situação que é reconhecida mundialmente – e nos alegra ver líderes de todas as partes do mundo reconhecerem a necessidade do Estado palestino, condenarem a ocupação dos territórios na Palestina e, ao mesmo tempo, resolverem da maneira que a Liga Árabe tem proposto: o reconhecimento de dois Estados, com os problemas e as questões de Israel. Foi por esse motivo que voltei, agora, à região e pude novamente ver com meus olhos o sofrimento do povo palestino, a humilhação de um pai que precisa levar sua criança à escola, que se encontra a 10 minutos de distância, mas para a qual se leva aproximadamente uma hora e meia para chegar.”
Texto integral em: http://www.mre.gov.br/portugues/politica_externa/discursos/discurso_detalhe3.asp?ID_DISCURSO=3256
4) Conforme informado à imprensa ontem, Há 3 famílias brasileiras em Gaza. Não houve vítimas entre esses cidadãos em decorrência dos ataques. O Escritório do Brasil junto à Autoridada Palestina está mantendo contato diário com essas famílias por telefone. Torçam aí por eles, ok?
Um abraço a todos.
Falou o Uli, que mora na Alemanha, esse pais que nunca matou nenhum inocente.
O Idelber, como todo esquerdista, é burro. E à burrice soma a arrogância.
Não confie em ninguém com menos de 30 anos, ou que fala em “sionistas” e em “resistencia legitima”
Os palestinos são como os esquerdistas, não tem o menor pudor em mentir descaradamente ou em usar terrorismo para seus fins. Por isso ambos se amam.
Se o Idelber é um dos “mais premiados na Europa, na América Latina e nos EUA nos últimos tempos”, acho que só esse fato explica a decadencia ocidental…
Idelberg não e nome judeu aliás? Ah ah ah. Just kidding.
Vamos lá de novo:
comentário das 15:17 do dia 29/12, post “Papai Noel existe….
Memoravel lição de quem eram e o que hojesão os governantes israelenses e seus coadjuvantes.
Especial para o Dino, Alba, Surf e Alex.
E que outros que tem a cabeça no lugr leiam também.
Mr. X - Os palestinos são como os esquerdistas, não tem o menor pudor em mentir descaradamente ou em usar terrorismo para seus fins. Por isso ambos se amam.
Se isso não é racismo, eu chamaria do que?
Namber Uam, para descobrir se é racismo use a seguinte estratégia, inverta a frase, se o PD censurar ou te advertir ou mesmo o André, Elias, Catulo, RW, Faraó e etc te xingarem é porque é racista.
Exemplo:
Os JUDEUS são como os fascistas não tem o menor pudor em mentir descaradamente ou em usar terrorismo para os seus fins, por isso ambos se amam.
Dino: voce será censurado!ahahahahahahahh
O namber um só advertido……………
Mas sabe…..já fui tantas vezes censurado aqui que até já gosto!
É como receber uma condecoração.
Dino, anti-israelenses e anti-semitas:
digo e repito, não tenho nada contra os palestinos, tampouco os israelenses. (considero-os uns mentirosos, preguiçosos e traiçoeros, mas isso a gente vê em qualquer grupo).
Em qual país do Oriente Médio, além de Israel, os palestinos tem cidadania?
Libano?
Siria?
Jordania?
Arabia Saudita?
Egito?
Brasil?
Qual país está efetivamente ajudando os palestinos?
Líbano?
Síria?
Jordania?
Arabia Saudita?
Egito?
Brasil?
Os palestinos tem cidadania palestina.
Estavam lá na palestina a incontaveis gerações.
Hoje eles não é pais fisico.
Sabe porque?
não existe cidadania palestina porque não existe estado palestino. Não existe estado palestino porque os árabes não querem.
HRP,
Nem hoje nem nunca foi… Quem sabe um dia seja!
Da mesma forma que a gente faz a reforma agrária na terra, vamos fazer uma reforma aquária, na água
Por isso que a água é salgada? É por causa do pré-sal? Eu pensei que fosse por causa do xixi que as pessoas fazem na praia, no domingo.
chest- quem disse isso? (laryff)
Amigos, tenho lido com atenção o blog de um certo Idelber Avelar, e fiz uma descoberta terrível. Seu nome na verdade é Idelberg Abravanel, e trata-se de um agente sionista disfarçado. Seu maquiavélico plano é o de fazer acusações tão absurdas e delirantes contra os judeus que terminarão por desacreditar de vez a causa dos palestinos, fazendo com que estes virem apenas motivo de piadas de salão. Eis o que ele diz:
A chacina começou a ser preparada há seis meses. Isso, por si só, desmantela qualquer uma das desculpas usadas por Israel para justificar o pior massacre da história de Gaza, desde o começo da ocupação ilegal da Palestina, em 1967.
O fato de que os alvos tenham sido cuidadosamente selecionados ao longo de vários meses, para Idelberg, é um crime terrível. Parece que ele preferia que os israelenses fizessem como os palestinos, e atirassem a esmo em qualquer lugar onde houvesse civis, sem qualquer planejamento prévio. Bem, por outro lado, isso sim seria uma “reação proporcional”…
(vejam depressa, porque há uma verdadeira operação de censura sionista sobre o YouTube; vários vídeos já foram retirados):
Os judeus controlam a mídia! Onde é que eu havia lido isso antes? No Mein Kampf ou no Protocolo dos Sábios de Sião? Bem, não importa. Rápido, amigos, assistam logo!
Na chamada “blogosfera progressista” norte-americana, nem uma palavra. Silêncio sepulcral.
Idelberg é o único a alçar sua voz contra a injustiça e a opressão! A única esperança dos palestinos! Idelberg, herói de nossa gente! Pena que poucos palestinos leiam português.
Este blog considera que o jugo criminoso sob o qual vive o povo palestino é a questão humanitária definitiva do nosso tempo.
Já este blog acha que as centenas de milhares de mortos no Zimbábue e no Sudão pareceriam uma catástrofe humanitária mais aguda. Mas Idelberg, sionista racista, acha que a vida de afro-africanos não conta.
A cada dia, fica mais longe a solução biestatal com que a comunidade internacional e os palestinos já concordaram há tempos: uma partilha ao longo das fronteiras de 1967
Beleza! Então falta apenas combinar com o Hamas, que até hoje não reconhece Israel.
Mas são 7 milhões de israelenses, dos quais 20%, árabes, jamais defenderiam o estado sionista. Em volta dele, 1 bilhão de muçulmanos.
Finalmente, como quem não quer nada, Idelberg revela a verdade que todos teimam em ignorar: é o Islã contra Israel. 1 bilhão contra meros 7 milhões. Uma luta desigual, não resta dúvida.
Mas o que mais causa desconfiança é que Idelberg não apenas não permite comentários nos posts sobre o conflito, como também está tirando férias do blog para voltar apenas no dia 5 de janeiro… Hummm… Ele desaparece justamente neste momento em que Israel realiza uma operação militar em Gaza? Será que são férias mesmo, ou será que ele tem algum compromisso com seus amigos… do Mossad?!?
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#274
“Esquerdista” é raça?
As vezes os piores instintos reprimidos aparecem….a turma daqui hoje deixou tudo quanto é diabinho sair……
Aliás “palestino” tampouco é raça. Acho. Tampouco é nacionalidade, pois os palestinos insistem em não declarar independência.
A quem voces querem enganar?
pelo mundo inteiro pessoas equilibradas já fizeram seu juizo de valor.
Israel é condenado por bilhões.
Essa choradeira toda dos israelenses não convence mais ninguém.
Os EUA apoiam israel por conta da comunidade judaica dos EUA que praticamente manda naquele país.
De resto pessoas com bom senso só não se manifestam com mais enfase por que há muito medo em contrariar israel, por causa dos EUA, do grande capital nas mãos de seus amigos e por que os politicos tem interesses comerciais gigantesco a perder apoiando palestinos……
O mundo está calado, mas, pelo medo.
se Israel e seu povo dependesse da opinião de bilhões já teria deixado de existir há décadas.
Ofensivo — PD
Agora , só de sarro:
PD, esse comentário do mauricio é racista ou muito me engano?
AHAHAHAHAHAH………..
Aliás Mauricio quanta capacidade intelectual ehin?
Logo voce supera o HRP!
O que não faço é uma defesa intransigente dos palestinos. E para quem está do lado palestino, a única posição aceitável é ser 100% anti-Israel.
Doria, isso é um raciocínio maniqueísta de sua parte e não preciso muito para provar. Não nego a existência desse enclave que foi criado artificialmente e sou defensor de uma solução pacífica, tal qual expressou o primeiro-ministro inglês, Gordon Brown. Na realidade, vc. cometeu os erros que já apontei e o Uli Weinbrecht listou-os perfeitamente. A pior foi desprezar o sofrimento dos palestinos como perda banal de uma guerra (?). Eu faço minha as palavras do Uli e nada mais tenho a acrescentar.
Catulo do Ódio Isralense,
não nos expressamos em sua língua, né? Então tentarei mais uma vez: muuuuuuuuu!
minhas
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH….
PQP!
Surf voce é poliglota mesmo!
Mas essa lingua é bem dificil…..
Valeu irmãozinho!
eu tb sou a favor de solução pacífica….o que vbocê propoe para que o Hamas para de lanças inumeros foguetes dia sim e o outro tambem?
Bom dia sr. Pedro, leio seus artigos com frequência desde o finado nominimo, nem sempre concordo com suas opniões, mas sempre as respeitei. Não sei se um blogueiro deve seguir a mesma ética de um jornalista de jornal ou TV, acho que sim, afinal ética não depende, ou não deveria, do meio de comunicação. Nesse caso, você é claramente parcial, até mesmo um radical pró Israel em alguns momentos. Você pode ser o que quiser, mas por favor, assine como “Pedro Dória - Judeu Radical e a favor da extinção dos palestinos”
agora eu defendo o PD, ele nunca foi defensor da extinção de palestinos.
Surfando,
Para o governo inglês, é fácil pedir um cessar fogo já. Quando o fogo foi sobre a casa deles, e a Inglaterra se tornou aquela ilha de “sangue, suor, lágrimas e labuta”, a atitude foi outra.
A Inglaterra meteu fogo em cima de Dresden, até riscar aquela cidade do mapa. Arrasou com Hamburgo, Berlim e muito mais. Sabe quantas mulheres, crianças e idosos morreram nesses bombardeios? Centenas de milhares. Quase o dobro do que morreu em Hiroshima e Nagasaki, somadas.
No dos outros…
Marco,
A URSS começou a reestruturar e equipar as forças armadas sírias e egípcias desde 1968. Durante a “guerra de atrito” de 1970 a 1972, que antecedeu a guerra do Yom Kippur, o Egito e a Síria já usavam mísseis soviéticos. O Egito, aliás, já tinha barreiras de mísseis soviéticos antes de 1967. Os aviões, sim, é que só foram fornecidos pela URSS maciçamente a partir de 1973.
Por essa época, Israel não usava equipamentos americanos, e sim franceses. Seus aviões eram Mirage, construídos pela França e aperfeiçoados em Israel. Os EUA forneceram equipamentos somente do meio para o fim do conflito, como você disse.
Hoje, a maior parte do equipamento militar israelense, especialmente o de alta tecnologia, é desenvolvido em Israel.
Na realidade, Israel exporta — e não importa — tecnologia militar para os EUA.
Alba,
Cada país decide se está ou não em “estado de guerra” com outro(s). Desde 1948, a maioria dos países árabes, e ainda o Líbano, está em “estado de guerra” com Israel. A exceção é o Egito.
A existência do “estado de guerra” permite que um país ataque o outro a qualquer tempo, sem aviso prévio, e sem que isto seja considerado agressão.
O último conflito aberto árabe-israelense, por exemplo (1973), envolveu, além da Síria e do Egito, tropas do Iraque, do Marrocos, da Jordânia, da Arábia Saudita, dos Emirados, etc.
Elias,
não te entendo. Sabemos que a Inglaterra lavou as mãos com a situação criada pela formação do enclave e ficou assistindo de camarote. Isso é história. Não sei qual o motivo de repudiar uma declaração como a do Brown.
Contar mortos é seu problema. Ninguém teve mais baixas do que a URSS na II Guerra, como todos sabem, e isso justificaria alguma carnificina pelo Exército Vermelho? Vc. deseja comparar uma guerra como a II Guerra com a invasão de Gaza? Nem toda a guerra se parece, pois seus motivos variam e são bem diferentes nesse caso. Nada sabemos dos objetivos dessa ação de Israel, na Segunda Guerra era evidente o objetivo dela. E não vou me alongar nessa comparação sem sentido. De qualquer forma, os homicídios contra civis em ambos os casos são lastimáveis e sabemos que só os derrotados são punidos por seus crimes. Os EUA jamais escapariam de um tribunal de crime de guerra pelas bombas no Japão. Vejo que a história se repete e vc. justificaria Israel tal qual fez Harry Truman. Era para mudar as regras do jogo e poupar vidas norte-americanas. Esse foi o maior embuste e cinismo que a História já viu. Taí sua banalização das mortes de civis. Foi e é assim, joga logo uma bomba nesses palestinos.
na verdade os mortos russos justificaram a carnificina contra civis alemães no final da segunda guerra, sim, senhor.
eu realmente não entendo essa romatização das guerras que os perdedores fazem. Se o Japão tivesse a bomba, teria jogado-a em NYe Los Angeles rapidamente. Assim como Hitler, que mandava bombas voadoras para Londres, muito no estilo palestino. Hitler queria o que, alem de aterrorizar a população civil, diminuindo seu moral?