Open thread de sábado
O fim de semana começa a terminar o feriadão daí, enquanto o daqui está apenas começando.
Ainda sobre o assunto:
- Open thread de sábado Para o meio do feriadão. ...
- Open thread de sábado Divirtam-se e sejam amenos que daqui me vou para o Rio de ônibus. (Com alguma sorte, consigo um leito.) ...
- Open thread de sábado Hora de descansar porque segunda-feira o ano começa. ...
- Open Thread de sábado Bom fim de semana =) ...
- Open thread de sábado Bom fim de semana a todos. ...



Luiz,
Pior que cara, eu sou muito light com essas coisas. Ninguém aqui chega no horário. Sou o primeiro a chegar porque acordo cedo por natureza. Sempre fui assim. Quando eles chegam, já fiz café e li o jornal. Nunca criei caso por faltas ou atraso. Só fico puto com funcionário que se aproveita disso e pior - com aqueles que acham que meu cérebro só serve para separar as orelhas. Posso ser desligado, sou mesmo. Mas burro eu não sou.
É frustrante, Patroa. Só isso que tenho a dizer…
Beijão molhado de chuva pra vc.
Mas é da região, Patroa.
Beijão, Patrão!
E sermão nesse cara!
Ei, será que esse seu funcionário tem o ritmo certo e nós que somos acelerados demais?
Não gosto de rotular. Sou um ser humano praticamente desprovido de preconceitos. Mas no caso específico deste funcionário, ele disse, com todas as letras, que de onde vem, é diferente. As coisas são “máis cálmas” - e eu respeito isso.
Mas estamos a vários quilometros de distância deste passado. Aqui as coisas funcionam dessa forma, fazer o que? Varias vezes desejei que fosse diferente também.
Mas não dá pra generalizar. E gente lerda tem em todo lugar no planeta. Lerdos confessos eu vi poucos, no entanto.
já sei, ele é índio.
Olha o nível, sinhôzinho Monsores!
Pague um curso de natação para o funcionário!
Chesterton querendo explorar os funcionários que nem o Monsores.
Ok, Mr. Surf.
Desculpe.
Monsores, patrão “respeitar” vagabundagem de funcionario só pode ser desespero.
Férias é direito trabalhista, seu explorador do suor alheio! Capitalista escravista brasileiro é assim como o Chesterton.
depois de 12 meses de trabalho, o empregado pode marcar ferias nos p´roximos 12 meses. Pedir férias no primeiro dia de trabalho mostra o grau de comprometimento do funcionario com sua função: zero.
É o que digo, trabalho não falta, emprego, com os encargos altíssimos, pode faltar.
Suponha, escravistas, que um funcionário seja vc. Acrescente uma enchente, com familiares perdendo seus bens e imóveis, será que vc. não poderia esquecer de avisar no trabalho, se não tiver nem orelhão por perto ou as linhas telefônicas não funcionarem? Funcionário gripado é melhor deixar em casa para não acabar gripado também. Tudo é relativo nesse angu de caroço.
então, Monsores politicamente correto, patrão com complexo de culpa. É indio ou não é?
Ora, perguntar pelas férias é de interesse do funcionário. Existem vários acertos possíveis sobre férias. Cara, vc. é autoritário, péssimo empregador e grosseiro. Só mesmo o amigo médico afrodescendente e explorado consegue te aturar. Ainda verei a revolta escrava no seu consultório, com amparo da Lei Arinos.
Monsores,
Reduza seu stress. Você já tomou sua decisão. Execute-a sem maiores alardes. Suas contratações são opções suas. Demissões idem. Não posso julgar nada de longe. Mas você, pelo que diz, já o fez. Será difícil reverter sua interpretação dos fatos, então não teime e não postergue ou alongue sofrimentos para todos os lados. Aqui fico com uma das frases populares dentro do assunto:
“Seja muito demorado ao contratar, e muito rápido ao demitir”.
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Olha, de vez em quando tenho visões futurísticas. Venho aprimorando-as. Quero levá-las para a matemática e chegar nas tais seis dezenas. Um dia chego lá. Enquanto isso tive uma visão do Salão Oval, em 30 de fevereiro de 2010, um ano depois da posse, as crises internacionais exigindo reuniões que se prolongam noite a dentro e acabaram dando nisso aqui, ela se vingando do marido no passado e ele arrumando uma senhora confusão.
http://www.lense.fr/wp-content/uploads/jakub-wojewoda-c2a0.jpg
lá é assim. Digo alto e em bom som. O país me deve X postos de trabalho, se alguem der mole fecho essa josta e vou para a Amazonia plantar soja. Além do desemprego, vou provocar aquecimento global e vocês vão ficar fritos.
Fica todo mundo pianinho.
Chesterton, estou longe de ter “complexo de culpa”, mas sou justo. No meu mundo, não preciso ser mau caráter para ter sucesso. Já o seu mundo eu desconheço.
Não aceito nem nunca aceitei funcionário vagabundo, mas me preocupo com turn over da empresa, e muitas vezes o funcionário está passando por dificuldades no âmbito pessoal. Acredito que como empregador, devo tentar ajudar antes de simplesmente trocar. Se não fosse assim, já teria perdido bons colaboradores, que me trazem lucro e suam a camisa aqui na empresa. Pessoas merecedoras de seus cargos e do respeito com o qual procuro tratá-los. Gente para a qual devo boa parte da satisfação dos meus clientes, por exemplo.
Agora, no caso deste, preciso de mais tempo para saber se é mau caratismo ou se é algum problema mesmo.
E não, ele não é índio. Já trabalhei com índio, Chesterton. E ele não era o que você está querendo insinuar. E já trabalhei com americanos também. Foi uma experiência mais desagradável do que com o índio.
E Surf, é exatamente assim, tal como no seu comentário #312, que penso. Não tivesse acontecido outras vezes, nem levantaria a possibilidade de o cara estar de sacanagem com a minha cara.
E a Somália? Será que há algum futuro para aquele canto do mundo? Canários belgas!
Vamos Pedro Doria, vamos à Africa. Move yourself and write a post about there.
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Surf,
Urubuzento rábico, desportista de julgamentos alheios sem fundamento, monte uma empresa, contrate funcionários, cumpra seus compromissos perante seus clientes e todos os outros agentes envolvidos na empresa (sociedade, empregados, governos, fornecedores, meio ambiente etc) e depois venha aqui dar opinião.
Vai. Tá esperando o que mesmo?
Bom dia, tarde e noite procês
Tava acompanhando o caso do funcionário faltoso
#290
Mama,
Pobre e ladrão, vagabundo…tudo a mesma coisa
Em algum momento esta sendo sarcástica, ou é vc mesmo ai nesse comentário?
Pax,
Por essas e por outras, não vejo a hora de conseguir concretizar aquela idéia que te falei. Encontrar bons programadores aqui é um inferno.
Pax,
O Surf é caso perdido. Tenho a impressão - que se confirma pelo que sua esposa diz - que ele está no alto dos seus setenta e poucos anos e pensa que descobriu a verdade universal. Que tudo é fácil. Que as coisas devem funcionar exatamente tal como ele leu nos livros (ou escreveu, vá saber) e que o ser humano é bom sim porque, veja bem, ele está velho e é bem sucedido. Está sempre de bom humor porque as contas estão pagas, sua roupa tá lavada e pode cuspir o que quiser na tela de um computador. O mundo tem de ouví-lo. Ele, no lugar de outro, faria diferente. Faria certo. Seria fácil.
Sabe por que não discuto com ele? Porque às vezes, e lamento por isso, já que nutro simpatia por esta pessoa, seria como discutir com o Chesterton.
Parece, caro Surf, que a única coisa que lhe resta e que te traz algum gozo, e imaginar, bem no âmago da sua existência, que você tem razão. Não serei eu a tirar isso de você, amigo.
Obrigado pelos seus ensinamentos.
Ob ama pretende adiar corte de vantagens tributarias para os mais ricos, para recuperar a economia…
chest- se isso não é o reconhecimento do talento dos mais ricos, eu não sei mais o que é.
Claro que ela estava de gozação, Barbooosa.
Pax, chimarrento xaropeiro, tenho minhas obrigações e sou ótimo funcionário, conforme a voz da chefia. Farei tudo isso no dia que tiver capital. Esperem e verão um capitalista correto no mercado, ou seja, razoavelmente correto, que isso é capitalismo selvagem neolítico.
Monsores, até casa comprei para funcionaria de qualidade…não é disso que estou falando.
Monsores, estou julgando um comportamento segundo o que leio. O resto é ressentimento comigo e nem sei a razão. Se quisesse receber sempre a concordância de alguém não estaria aqui escrevendo entre canibais capitalistas como o Chesterton, Faraó, MrX etc.
O ressentimento, caro Surf, não existe. Fui completamente sincero no meu comentário.
Mas ainda não entendo porque você insiste em me chamar de escravista sem parâmetro algum.
Creio que nada que eu tenha escrito até agora me caracteriza dessa forma, nem nunca insinuei nada que pudesse fazer com que você ou com que a sua esposa tenha feito essa leitura a meu respeito.
Incluo a Mama pelo comentário #290 - que prefiro interpretar como uma brincadeira.
Eu sou jovem. Inexperiente. Muitas vezes imaturo. Espero que quando eu atinja a idade de vocês eu já tenha aprendido a não sair por aí julgando as pessoas sem o menor parâmetro. É injusto e imoral, caro Surf.
Mas não há ressentimentos, pelo menos de minha parte.
Monsores, o papo é esse:
- vai resolver sua vida, que noto que este emprego está mais atrapalhando que ajudando. Quando você tiver resolvido seus problemas, volte e veremos se é possível entrarmos em acordo. Eu não quero atrapalhar você.
(esta última frase é essencial).
“Espero que quando eu atingir… “
Chesterton? Hein? Atrapalhar? Emprego?
Desculpe, meu raciocínio não é tão rápido para te entender.
para mandar o faltoso para o olho da rua.
#323
Surf, uuuuuufa… To pegando devagar a personalidade de cada um. Levei um susto enorme.
Vou indo pro zig-zag das empresas que trabalho. Manhã numa, tarde noutra e de noite volto pra numa.
Abraço procês… qualquer coisa apareço, que nem um ninja, na fumaça : )))))
E a maldita chuva não pára.
Saco isso.
#327 é uma boa saída para o empregador, mas o empregado não vai saber onde pisou na bola e vai cometer o mesmo erro no próximo emprego.
Melhor deixar a situação bem clara.
Falou, Barbosa.
Monsores, escravista era para o Frangão. Acho que sua consciência está pesada. Não julguei a sua pessoa, mas a atitude que me pareceu desumana diante da situação que aflige seu estado. É claro que a idade ajuda bastante a julgarmos e adotarmos certas atitudes diante da vida. Devo ser esclerosado, um velhinho de oitenta anos, conforme a Memento.
Patroa, nem para o empregador é uma boa saída. Já foi tempo onde se utilizava a guilhotina para resolver problemas com funcionários.
Deve-se ponderar algumas coisas antes de tomar uma atitude dessas. Forçar uma conversa sincera para saber se não há algum problema maior que ele está escondendo, por exemplo. Se há descontentamento do próprio funcionário para com a empresa, essas coisas. Se a conclusão for mesmo a de que o cara não quer trabalhar ou, pior, se for um funcionário que já não está valendo a pena, nesse caso, tudo bem. Passar na contabilidade e adiós. Não me sinto nem um pouco culpado.
Mas a maioria das pessoas que dizem “corta a cabeça”, “demite”, “joga na rua”, são justamente aquelas que vivem reclamando dos empresários brasileiros. Esses injustos escravistas…
Uma demissão de funcionário é coisa dolorosa, mas necessária diante de certas circunstâncias. Deve ser tudo muito claro, como disse a Nhé, com discrição. Uma coisa os americanos podem ensinar, o profissionalismo nas relações de trabalho. Difícil é seguir seus conselhos sem as leis serem cumpridas nesses trópicos.
Surf,
Que atitude? A de falar pro cara curar o resfriado em casa e depois vir trabalhar? A de ligar pra ele de cinco em cinco minutos preocupado porque ele poderia estar desabrigado, precisando de ajuda?
O fato de eu desconfiar que pode ser enganação, não fez com que eu agisse de forma errada com ele. Nessa história, se alguma consciência pesar, certamente não vai ser a minha.
Nãããã, Patrão, estava me ferindo à “boa saída, ao estilo sair com a carne seca por cima” do jeito de falar ao demitir que o Chester estava querendo te ensinar no # 327. Pegou?
Tudo bem, minhas desculpas se entendi mal a situação. Cometo erros. Vamos ao que se segue.
Ah patroa, desculpe. É que até agora não entendi o comentário do Chesterton.
But i got you.
Bão, eu só sei que quero um patrão que analisa tantos nuances quanto o Patrão.
Pena que a maioria que eu tive só analisava o balancete da empresa. rsrsrsrsr
PD ficou muito ruim pular de um post a outro sem a relação dos post’s mais recentes que ficava embaixo da lista dos blogs dos comentaristas.
Não dá para voltar com a relação?
Sabe o que acontece, Patroa? Aqui somos uma empresa de consultoria em Marketing. Empresas prestadoras de serviço, principalmente de trabalho criativo, tem seu sucesso ou seu fracasso determinado 85,677% (número que eu acabei de definir hehe) pelas pessoas que trabalham nela.
Se eu tiver funcionários descontentes, turn over alto, etc, nunca sairão bons trabalhos daqui.
Imagine um cara fazendo um planejamento de Marketing para uma empresa com verba reduzida, preocupado com a conta de luz vencendo ou com o chefe mau humorado? Não vai ter a tranquilidade necessária para deixar a criatividade fluir e fazer um bom trabalho. Não vai analisar todos os aspectos que precisa analisar porque afinal, “não é problema dele”.
Mas o mercado está mudando. Tenho certeza que em pouco tempo, cada vez mais outros irão parar de analisar somente o balancete.
33, o cara falta,. não telefona e você vem com o papo de que ele não tem noç
33, o cara falta,. não telefona e você vem com o papo de que ele não tem noção?
Sei lá, Patrão, mesmo numa área mais técnica como a engenharia, há de se usar uma boa dose de criatividade. Nem tudo está nas normas técnicas e manuais. Há de se tirar leite de pedras para tentar encaixar uma peça quadrada num buraco redondo satisfazendo todas as direrizes preconizadas em todas organizações técnicas mundo afora. Ainda mais quando tem dinheiro público envolvido. O que empresa licitante mais quer na vida é achar brecha no edital para deitar e rolar no dinheiro que pensam que não é de ninguém.
Aí vai do profissionalismo de cada um. Se eu tô preocupada com alguma conta ou com cólica eu tenho que decidir se vou dar prioridade aos meus problemas pessoais ou vou dar prioridade ao meu serviço. É natural que conflitos aconteçam, mas daí não cagar e nem sair da moita já é sacanagem com alguém. E no caso ora estudado - seu empregado - é vc que está sendo sacaneado. (pelo menos com os dados aqui expostos… por vc!!)
empregado tem que resolver o problema da empresa, tem que sair de casa disposto a resolver o problema da empresa. Se sai de casa esperando que a empresa resolva o problema dele, ferrou.
Pois é, Patroa.
Eu olho para essa situação sde forma muito prática. O que vejo é que um cara tá sendo pago para fazer um serviço e que, até agora não está conseguindo fazer e além disso, tem tido resfriados constantes que começo a acreditar não serem de verdade.
Antigamente eu desconfiaria, ficaria com raiva, e demitiria assim que ele pusesse os pés aqui no escritório. Hoje eu lamento, investigo um pouco mais, e se constatado que minha desconfiança é verdadeira, demito. Sem pena ou dor na consciência.
Já passou muita gente por aqui e eu tinha um sócio que gostava de demitir. Acho que era uma forma dele se sentir poderoso. Você não imagina a quantidade de demissões injustas que ele cometeu e o quanto a empresa se prejudicou com isso. Por isso tenho tanta preocupação com isso hoje.
Mas infelizmente creio que minha desconfiança está certa.
Quanto ao trabalho criativo, claro que sim. Acho que todo trabalho é criativo. É que no meu caso aqui, o grande diferencial competitivo é justamente essa criatividade. Diferente de uma montadora de automóveis, por exemplo - que tende a ser a força produtiva.
Então, Patrão, creio que vc está no caminho certo. Sua atitude me parece muito sensata.
=-)
Obrigado, patroa.
No open pra nós :)