Obama 338 x 156 McCain
A corrida até 270
(Barack Obama é o novo presidente dos EUA)
3h17. Obama: Hello Chicago! Há alguém ainda duvida que a América é um lugar no qual tudo é possível? Que os sonhos de nossos fundadores ainda estão vivos? A resposta está nas filas em escolas, em igrejas, hoje, com pessoas que acreditaram que poderiam udar. Americanos brancos e negros, republicanos e democratas, gays e straights, estes são os Estados UNIDOS da América. Esta noite, por causa do que fizemos nesta eleição, a mudança veio à América. Recebi hoje uma ligação muito gentil do senador John McCain. Somos um país melhor pelos serviços prestados por este herói. Ele lutou pelo que considerava o melhor pelo seu país. Quero agradecer pelo meu companheiros nesta jornada, o vice-presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden. E eu não estaria aqui sem minha melhor amiga nos últimos 16 anos, o amor de minha vida, a próxima primeira- dama, Michelle Obama. Sacha e Malia eu amo vocês mais do que imaginam, e vocês merecem o cachorrinho que ganharão. Sinto falta de minha avó tanto, essa noite. Agradeço a minhas irmãs e irmãos. À melhor equipe de campanha jamais feita nos EUA liderada por David Axelrod. (PD: É verdade.) Principalmente, nunca esquecerei a quem esta vitória cabe: a vocês. Esta campanha pertence àqueles que doaram 5 dólares, 10 dólares. Aos jovens que não acreditaram nas ‘verdades’ que sempre lhes disseram. Àqueles que acreditaram que o governo do povo, pelo povo e para o povo não desapareceu desta Terra. (Cita Lincoln.) Há grandes americanos, hoje, morrendo nos desertos do Iraque ou no Afeganistão. Nossa subida será difícil. Não vai ser resolvida em um ano, dois ou em um mandato. Mas, americanos, eu lhes prometo: teremos um futuro melhor. O governo não pode resolver todo problema. Mas eu serei honesto com vocês em cada momento. Constuiremos este futuro tijolo por tijolo. A mudança não virá sem vocês, sem um espírito de sacrifício vindo de todos, no qual cada um de nós decidirá que trabalhará mais para que o melhor venha. O Partido Democrata venceu uma grande vitória esta noite, mas é uma vitória da humildade. Como disse Lincoln, não somos inimigos, somos amigos. Para os americanos cujo apoio não tive, posso não ter tido seu voto, mas quero conquistar sua confiança. Sou seu presidente. Estou ouvindo vocês. Um novo amanhecer da liderança americana vem hoje. Vocês que buscam paz e segurança no mundo, nós estamos do seu lado. O grande mérito desta nação não é a força, são nossas idéias: democracia, oportunidade, liberdade. Esta é a América verdadeira. (Ele cita a história de uma eleitora de 106 anos que nasceu filha de pais ex-escravos e votou nele. Cita as mudanças em sua história, na história de sua vida.) Ela sabe o quanto este país pode mudar. Nós podemos. Yes we can. Se nossas crianças verão o próximo século, que mudanças elas verão? Que progresso verão? É isto que temos que construir. Yes we can. (PD: Não é um grande discurso. Mas não é seu discurso importante. O discurso pelo qual será lembrado é o da posse, dia 20 de janeiro. O Weblog estará lá.)
2h57. Em Chicago, anunciam a presença no palco do próximo presidente dos Estados Unidos.
2h35. George W. Bush ligou para Barack Obama e o congratulou.
2h28. McCain: O povo americano falou, e falou com clareza. Liguei para o senador Obama e o congratulei. (Vaias, McCain interrompe e censura.) Ele inspirou as esperanças de milhões na América e isso é algo que admiro nele. Reconheço o significado que esta eleição tem para os negros na América. Sempre acreditei que a América oferece chances para todos. E o senador Obama concorda com isso. Lamento que sua avó não tenha tido a oportunidade de ver o grande homem que ela criou. Nosso país enfrenta muitas dificuldades e, quando liguei para o senador Obama, me pus a sua disposição para ajudá-lo no que for preciso para sua liderança. Não importa nossas diferenças, somos todos americanos. É natural que alguns de nós estejamos desapontados, hoje à noite. Lutamos tanto quanto pudemos. Embora não tenha sido possível uma vitória, a falta é minha, não de vocês. Sou muito grato a seu apoio. Gostaria de um resultado diferente. Uma campanha é difícil para a família do candidato. Só posso prometer tempos mais tranqüilos a eles a partir de agora. E só posso agradecer à governadora Sarah Palin. Ela prestará muitos serviços ao Alaska no futuro. Não vou gastar um segundo pensando no que poderia ter sido. Se cometi erros, se foram. Esta foi a maior honra de minha vida. (Mais vaias, ele corrige severo: Please.) Sou grato ao povo do Arizona. Esta noite, mais do que em qualquer outra noite, o que tenho é amor por este país e por todos seus cidadãos. Tenho, agora, o desejo de o melhor das sortes pelo homem que foi meu adversário e agora é meu presidente. Nós, americanos, não nos escondemos do futuro, nós fazemos o futuro. (PD: Belo – e corajoso – discurso, um discurso do McCain de verdade que apareceu pouco durante a campanha.)
2h15. McCain ligou para Obama congratulando-o pela eleição.
2h09. Alguns comentaristas estão chorando na bancada da CNN. A festa em Chicago está uma beleza. Este é o final de uma revolução iniciada por John Kennedy e Lyndon Johnson, quando ousaram enfrentar o establishment do sul e terminar com a segregação racial. É o resultado da luta do reverendo Martin Luther King – e este é o sonho dele. Obama não apenas se elegeu, mas se elegeu inclusive em estados onde a KKK foi muito forte, como a Virgínia.
2h. Barack Hussein Obama, um homem negro, filho de imigrante, é o novo presidente dos Estados Unidos da América.
1h58. Virgínia, um estado conservador até a medula, vai de Obama.
1h55. Enquanto isso, no ComedyCentral, um ator negro que fala como rapper está polindo a bancada do programa Colbert Report. Se prepara para substituí-lo pelos próximos 4 anos. E Colbert está desesperado. =)
1h50. São 19h50 aqui na Califórnia e, às 20h, as urnas fecham. A expectativa geral é de que as redes dêem a eleição para Barack Obama em 11 minutos.
1h21. Texas vai para McCain.
1h16. Colbert: ‘Esta eleição não terminou enquanto a Suprema Corte não se manifestar’. (Ela definiu a vitória de Bush, em 2000.)
1h12. A melhor cobertura na tevê norte-americana, neste momento, é do Comedy Central. Na bancada, John Stewart e Steven Colbert. Colbert (que faz o personagem de um comentarista reacionário) fala de tudo menos de eleições. John Stewart se vira e diz: Steven, você tem que enfrentar a realidade. ‘Mas hoje mais duas velhinhas fizeram 100 anos! Isso é notícia!’ Daí Stewart olha duro. ‘Notícias do mundo animal, olha que bichinhos fantásticos trouxemos…’
0h50. Louisiana para McCain (pô, Idelber!), Novo México para Obama.
0h45. Para estragar a surpresa: Califórnia, 55 votos. Washington, 7. Oregon, 11. 73 votos no Colégio. Obama vencerá estes estados. Some 200 que todas as redes dão: 273. Ninguém está falando mas todo mundo já sabe: Barack Obama é o novo presidente dos Estados Unidos.
0h42. A ABC dá 200 a 90. A MSNBC: 200 a 85. A CNN, que dá o placar do título, é a mais conservadora na hora de estabelecersuas projeções de vitórias.
0h32. Obama vence em Ohio!
0h28. Aliás… já é meu aniversário no Brasil. E do Luiz.
0h18. 4 de novembro, 2008? dica do Vinhal
0h13. McCain leva a Geórgia. Havia esperança de que, por conta da população negra, Obama pudesse levar.
23h31. New Hampshire cai na conta de Obama: +4
23h10. MSNBC e ABC cantam Pensilvânia para Obama. Mais 15 eleitores no Colégio.
23h02. Urnas fecharam em vários estados. Destes, as projeções consideradas seguras tanto por CNN quanto MSNBC: Massachussetts, Illinois, Connecticut, Nova Jersey, Maine, Delaware, Maryland e Washington, a capital, vão para a conta de Obama. No Maine, os membros do colégio eleitoral são divididos proporcionalmente – 3 ficam com Obama, um com McCain. Oklahoma e Tennesse ficam com McCain.
22h57. A CNN cantou a Carolina do Sul para McCain.
22h25. Nate Silver, o estatístico que acertou mais do que as pesquisas durante as primárias, faz sua previsão final: Obama 349 x 189 McCain. Enquanto isso, em Chicago, uma multidão começa a se reunir no Grant Park, onde Obama pretende falar de madrugada.
22h05. John McCain leva Kentucky; Barack Obama, Vermont. McCain, 8 votos no Colégio Eleitoral, Obama com 3.
Indiana, Virgínia, Carolina do Sul, Geórgia também encerraram suas eleições. Mas as pesquisas não dão pista de quem venceu.
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E a questão da raça no pleito Edição 20 | segunda-feira, 13 – A Pensilvânia já era. A última pesquisa do jornal local Morning Call põe... - McCain passa Obama. Mesmo. Aqui e ali, várias pesquisas mostravam John McCain à frente de Obama. Nas contas do estatístico Nate Silver – o...



Damm, no BLOG do NASSIF, dossiê da VEJA, capitulo a CARA DA VEJA, vc encontra. É obvio que o colunista da VEJA retirou. Pega mal para a VEJA e para ele em epoca de ELEIÇÃO DO PRESIDENTE NEGRO. O post foi escrito no inicio quando OBAMA apareceu e não tinha chances de ganhar.
PD, parabéns — pelo aniversário e pela ótima cobertura da eleição americana.
Obrigado, mais uma vez.
Grande abraço,
ACT
E aproveitando o ensejo…
Entreouvido no discurso da vitória:
“E ninguém cala
Esse chororô
Chora o racista
Chora o belicoso
Chora o conservador”
[Hoje tomarei uma boa cerveja, e farei um brinde a este país louco e maravilhosamente paradoxal que é os EUA.]
ACT
Antonio, esse vai o hino dos reaças por um bom tempo. O chororô vai longe.
Por acaso alguém me dá uma dica de onde a Confetti comentou, aí por cima, ou por baixo?!
afonsolcelso, obrigado pela dica!
Parabéns, PD, pelo aniversário. Vou tomar uma Bohemia à sua saúde, ok? Não pude participar de todos os momentos da cobertura das eleições americanas que você fez. No entanto, por tudo o que eu li, parabéns!
Luiz, um abraço a você tb. Feliz aniversário!
Agora é rezar para Obama dar certo. Com ele, não sei se estou sendo otimista, espero um governo de diálogo e paz com o mundo, de melhoria de vida para as classes baixas americanas. Enfim, um governo que priorize o homem, a Terra e as relações fraternais.
Milagre não, o homem não é santo. rs
“As mentiras de Bush têm até carta falsa
Elio Gaspari
Faltam 76 dias para George Bush deixar a Casa Branca, levando para a História seu legado de mediocridade, mentiras e mandraquices. Seus oito anos de governo serão material para estudo dos fracassos. Uma coisa triste como visita a mina abandonada.
A campanha eleitoral e a crise financeira abafaram as revelações de um livro devastador, capaz de surpreender até os conspiromaníacos do antiamericanismo. É “The way of the world” (”O mundo como ele é”), de Ron Suskind, ex-repórter do “The Wall Street Journal”.
Suskind conta que em março de 2003, quando os Estados Unidos invadiram o Iraque, a Casa Branca recebera de duas fontes a informação de que Saddam Hussein não tinha armas de destruição em massa. A primeira viera de um ex-chanceler iraquiano que estava na folha de pagamento da Central Intelligence Agency. A segunda foi levada a Washington em fevereiro pelo chefe do Serviço Secreto inglês, Sir Richard Dearlove.
Essa informação era conhecida, mas não se sabiam as circunstâncias em que ela fora obtida. Suskind revelou que a fonte de Dearlove fora Michael Shipster, um dos melhores agentes do Serviço britânico, mistura de Peter O’Toole na estampa e de Lawrence da Arabia no gosto por motocicletas. Ele a obtivera de Tahir Habbush, chefe do serviço de segurança de Saddam.
Dearlove contou a Suskind que Bush poderia ter parado a máquina da guerra, mas, até aí, por que alguém deve confiar numa história contada pelo chefe da polícia de Saddam?
Habbush entrou na lista dos criminosos de guerra procurados pelo governo americano. Era o valete de ouros no baralho com que Bush gostava de brincar. Cadê ele? Teria morrido. De qualquer forma, o Departamento de Estado informa que paga uma recompensa de US$1 milhão a quem souber o seu paradeiro.
O meganha voltou a ser notícia em dezembro de 2003, nove meses depois da ocupação do Iraque. Apareceu uma carta, datada de julho de 2001, na qual Habbush contou a Saddam que o terrorista Mohammed Atta, da al-Qaeda, treinara num aparelho de Bagdá para “atacar alvos que desejamos destruir”. De fato, em setembro, Atta comandou o ataque às torres gêmeas do World Trade Center.
Sempre se suspeitou que essa carta fosse uma fraude. Suskind revela que ela foi fabricada em 2003 com a ajuda da CIA, a partir de uma sugestão escrita em papel timbrado da Casa Branca. Pode ter sido escrita por Habbush, pois ele não morreu, assim como os americanos não o estão procurando. Pelo contrário, mora em Aman, meio recluso, depois de ter embolsado US$5 milhões pagos pelo governo americano, por serviços prestados.
Mohammed Atta não esteve no Iraque no início de 2001. Quem esteve em Washington pouco tempo antes do aparecimento da carta num jornal inglês foi Ayad Allawi, um político iraquiano que comia no cocho da CIA. É provável que ele tenha sido o propagador da patranha.
Numa visão benevolente, a fraude destinava-se a influenciar a opinião pública iraquiana, mas ela acabou intoxicando os contribuintes americanos, e isso é crime.
Faltam 76 dias para que George Bush tenha que prestar contas, pelo mundo afora, às pessoas que, por acreditar na palavra do presidente dos Estados Unidos, e de seu dispositivo de propaganda, botaram suas reputações no pano verde de um jogo trapaceado.”
Texto de Elio Gaspari publicado no Globo de hoje.
Vixe, o pessoal está comovido mesmo, hein?
Por mais “bonito” e “inspirador” que seja ver um negro na presidência dos EUA, não consigo compartilhar a mesma euforia…
Tem gente achando que o governo do Obama vai ser de esquerda, vai decretar a paz mundial, etc… Calma lá!
Não se esqueçam da Baía dos Porcos (Kennedy). E se o Bush fez essa lambança no Iraque, Clinton também jogou suas bombinhas por lá…
O Obama vai dar mais atenção pra AL, oba! Oba coisa nenhuma, quero ver o que o povo vai achar quando ele começar a interferir aqui do lado…
Sobre ele representar a esquerda, bem… A cobertura da mídia americana ontem deixava claro que os eleitos para o senado, por exemplo, são democratas “moderados”. Bom, o conceito de democrata moderado nos EUA passa longe do que nós classificamos de esquerda por aqui. Se bobear nem o Serra conseguiria ser classificado como moderado no Partido Democrata…
Tudo isso é certo Veritas. O problema é que nós não temos armas para enfrentar os interesses americanos. Vamos fazer o quê? Mandar a Xuxa fazer programa nos EUA? O Luciano Huk, ou como ele se chame? Exportar a Ana Maria Braga e a Regina Duarte? São as coisas mais próximas de uma bomba de neutrons que conheço.
Chávez, Correa, Morales, Lula-Dilma podem fazer o que quiserem. No final quem manda a gente sabe que é o dono da maior bota e do maior stick.
Não acho que você ache que Salvador Allende era um homem covarde e indigno… Ou acha? Pois é, quando se trata de defender interesses americanos os presidentes de lá não vêem limites.
E acho que é importante não perder de vista que Obama é presidente dos EUA, não da Federação de Planetas. Que sua eleição representa uma transformação gigantesca no eleitorado americano (seria muito interessante ter acesso a dados estatísticos sobre esse eleitorado PD). Que ele foi eleito na rabeira de um profundo descontentamento com Bush, um pouco como Lula foi no primeiro mandato. Muita gente votou em Lula como sinônimo do anti-FHC. Muita gente deve ter votado em Obama como o Anti-Bush.
Agora o que ele vai fazer com toda essa expectativa em torno dele, francamente… Se fosse eu, estaria embaixo da cama, morrendo de medo de ser devorado pelos meus eleitores.
Ah, e alguém perguntou sobre quais seriam os setores que financiaram a campanha de Obama.
Destaca-se principalmente o setor financeiro, com Goldman Sachs, JP Morgan, Citi e Morgan Stanley entre os maiores doadores.
UBS também.
Marcelo P., quando Bush foi reeleito acreditei que fosse o começo do fim do império americano. Ele quase conseguiu. O tempo foi curto (Imagino se tivesse a oportunidade dos 15 anos de Getúlio Vargas).
Considero a eleição do Obama um avanço. Não por causa da cor da pele e sim, por ter vindo de uma família multirracial, por ter vivido em outro país, por aparentemente ter absorvido tudo isto, transformando-se em um humanista. No entanto, não se derrubam estruturas bem montadas de uma hora para outra, com todas as instituições funcionando e em plena democracia (não tenho dúvida que dentro do país exista democracia. Lamentável a “democracia” levada aos outros países). Só no golpe, o que considero impossível.
Se Bush foi desastroso na política de ataques preventivos, espero de Obama um governo inteligente, até mesmo para a sobrevivência do povo americano. Se continuasse no mesmo ritmo de Bush, nem imagino o fundo do buraco em que iam se meter os americanos e, o pior, levando o mundo junto.
Certeza que PD encheu a cara ontem. Sob Obama, até as ressacas ficam menos tenebrosas.
‘magina, Danilo, 7 da matina na Califórnia e estou aqui, de pé, lendo. =)
Parabens pela cobertura. Mas o pai do Obama nao era imigrante. Ate onde eu sei ele foi pros EUA estudar e voltou para a Africa.
Não sou especialista em Obama. No entanto, a mãe branca e americana separou do pai dele e casou com outro estrangeiro. Barak então viveu mais de 10 anos em outro país que eu não sei qual.
Como o PD está aí de butuca, poderá esclarecer, Baxt # 166.
Tim-tim, PD! Espumante hj, né?
A Confetti apareceu mesmo?
O capital financeiro, o que está fechado com a globalização. Da globalização, eu quero distância, porque sou internacionalista, o que não é o mesmo, nem se parece. Esse mesmo capital financeiro que provoca falência de países. Vide George Soros né? Os prepostos dessa gente nós conhecemos bem demais aqui no Brasil. O Shakeaspeare Fraga e o Vlad Meirelles.
Linda:
“Considero a eleição do Obama um avanço. Não por causa da cor da pele e sim, por ter vindo de uma família multirracial, por ter vivido em outro país, por aparentemente ter absorvido tudo isto…”
Avanço pra eles? Com certeza.
Isso é automaticamente bompara nós? Claro que não. Depende de vários fatores… Não estou fazendo um discurso anti-Obama, só acho que tem gente depositando esperanças irracionais no sujeito.
Para os americanos ele sem dúvida era uma opção melhor que o Mc Cain.
Mas está longe de ser esse salvador do mundo que fez todo mundo chorar.
Por sinal, quem chorou ontem chorou quando um índio ganhou na Bolívia? Ou só vale quando a cobertura é hollywoodiana?
PD, madrugou ? Parabens pelo dia de hoje !!!!!
So’ estou com pena que a ammendment 2 (http://www.cnn.com/ELECTION/2008/results/individual/#FLI01) aqui na FL foi aprovada…
Chorou quando uma mulher assumiu a Grã-Bretanha (há quase 30 anos)?
Linda, o pai do Obama de fato voltou para o Quênia. E o segundo marido da mãe dele era da Indonésia, onde Obama morou criança.
Será mesmo que ele vai ter olhos de bom samaritano para a AL?
E será mesmo que ele pretende tirar o tacão do Iraque?
E será mesmo que ele vai secar a fonte de grana para os “amigos israelenses”?
Estou esperando sentado pra ver!
[...] nas Alturas Notícias Sociedade 5/11/2008André Pacheco Obama ganhou! Se ele será um bom presidente ou não, eu tenho minhas dúvidas e somente o tempo [...]
Não chorei pelo Obama, também não chorei pelo Evo, e quase chorei pela Thatcher, mas acho que pelas razões corretas, aquela bisca nunca escondeu que era uma bisca… Só não chorei porque era problema lá dos beefs e eu não me meto na burrice alheia.
Marcelo, acho que muita gente que freqüenta esse blog mora nos EUA. Para eles a eleição do Obama significa algo mais do que para nós que estamos aqui. Acho que nem precisa que Obama “faça” alguma coisa, o fato dele ter sido eleito já é tão portador de esperança que eles ficam comovidos.
Seguindo minhas reflexões sobre o tema, talvez essa eleição seja mesmo portadora de esperança para o mundo em geral. O fato de tantos americanos terem votado em um candidato que fazia cruzinha em vários dos monstrinhos que assombram o imaginário estadunidense WASP.
Isso talvez indique que os americanos estão começando a evoluir em direção a uma forma superior de pensamento político, mais democrático, menos truculento e primário. Com o arsenal que eles têm, melhor assim.
E a eleição de Obama é também a escolha de um padrão político mais “civilizado”, mais culto, menos brucutu. As burrices de Bush devem ter constrangido muito cidadão norte-americano. E se eles ficaram constrangidos com a ignorância vaidosa e convertida em estandarte político, então eles estão mesmo evoluindo politicamente. Talvez estejam começando a compreender o que são os EUA dentro do quadro mundial. O que vão fazer com isso, só o tempo dirá.
“aquela bisca nunca escondeu que era uma bisca”
Waal…
Como se vê, o maior obstáculo à ascensão das mulheres não está no machismo, mas nas próprias mulheres.
Doña Margareth era isso mesmo….bisca e das boas.
Para mim não deixou saudades……
Há muitas maneiras de se combater uma doença…..os metodos e remédios dela foram muito convenientes para uma parcela da população inglesa……a daqueles que sempre se dão bem com a desgraça alheia!
Vai ter muito o que explicar nas colonias!”
EEEEEEE…..
Marcelo P., Obama vai, como qualquer nacionalista e mais ainda por ser democrata, defender os interesses dos conterrâneos dele, assim como o Lula defende os do Brasil. Com Obama espero que os EUA diminua pelo menos a apropriação que fazem do mundo, como apropriaram do Iraque, Afeganistão, Colômbia, Oriente Médio, etc.
Não chorei por Obama, nem por Chávez, nem por Morales, Correa ou mesmo Lugo mas os saúdos como novas esperanças.
Comentário #100 do Danilo:
A eleição foi muito disputada, sim: no voto popular, está 51.6 x 47.2.
Bom… Agora com os resultados da costa oeste, que ainda não tinham sido contabilizados, ficamos com 52% a 46%, exatamente os 6% previstos pelo fivethirtyeight.com, como dito nesse parágrafo:
“We also project Obama to win the popular vote by 6.1 points; his lead is slightly larger than that in the polls now, but our model accounts for the fact that candidates with large leads in the polls typically underperform their numbers by a small margin on Election Day.”
http://www.fivethirtyeight.com/2008/11/todays-polls-and-final-election.html
E também acertou quase na mosca a projeção dos delegados. Se o Mccain vencer a Carolina do Norte, vai ser na mosca, se não ele terá errado por muito pouco.
Eu queria agora é saber como fica aquele papo de “as pesquisas não funcionam” e blá blá blá que ouvimos da ala mais radical da direita aqui no blog nos últimos meses.
Grande reportagem P.D. , congratulations !
Oi Pedro, parabéns pelo aniversário!
bjs
Luiz,
Tudo de bom pelo seu aniversário e aos demais escorpianos dorianos dessa confraria radiosa e iluminada pelo sol da esquerda fulgurante e vermelho-brilhante.
Prezados, Confetti é apenas mais uma lenda urbana.
Direitobas de todos os matizes, mandem-me fotos das lágrimas debulhadas nesse naufrágio interplanetário do neoliberalismo. Soube por companheiros comuno-posadistas, em macarronadas extra-galáticas, que até em outros sistemas planetários o Deus Mercado é considerado coisa de troglodita e seres primitivos.
PD, parabens!
Conffeti #108, um abraço!
Nada a declarar for while…Porém, que bela ducha de agua fria de conservadorismo na California,né não? Desta vez, o voto catolico e conservador mostrou que este estado, tão famoso pela sua pretensa liberalidade de costumes, tb tem sua cota de atraso…Eita direita religiosa escrota! (PS: ser religioso nao é defeito; deixar-se instrumentalizar por estes lideres catolicos e protestantes é imperdoável).
Que as mulheres fiquem loucas, histéricas, chorem e deem gritinhos por Obama, eu até entendo, afinal o negão é charmoso, bonitão.
Mas o que faz os homens, PD e outros, babarem por Obama?
O problema dos conservadores é que eles são incapazes de guardar a religião deles para si mesmo.
“keep your religion for yourself!”
Obama já começou a tremer de medo. Chamou Paul Volker.
Mesmo sabendo que o Obama não fará nada demais, é engraçado ver a reaçada babando de raiva. Do sítio da National Review: L. Brent Bozell
The election of Barak Obama will go down as one of the greatest political sleights of hands of all time. Obama campaigned on the empty rhetoric of change and hope and will instead deliver socialism, something too many of his supporters never saw coming. The leftist so-called “news” media was complicit in this charade, refusing to tell the truth about this man’s agenda. Their reputation is finished.
Prezada Dona Maria de Pipocas Pereira,
a mim, o negão pode representar uma mudança de respeito à liberdade de autodeterminação dos povos, enfim, coisa que já descrevi acima. Bem verdade que o nosso aniversariante parece estar colonizado até a medula, e sequer deu atenção para debater o que nos afetará tal eleição. Coisa dorianas da vida. Entretanto, sem entrar no mérito de seu orgasmo ou rejeição virtual pelo Obama, como hetero convictíssimo de anos de tradição espadística, encontro prazer na lamúria desses fricoteiros da direita nacional. Um perversão? Talvez…
Agora, lhe envio a pergunta: que coceirinha vcs. direitobas sentem com o Caim bufando nas telinhas? Para as mulheres, seria um incesto paterno ou avôlístico (não sei como adjetivar). E para a reaçada afrescalhada? O herói do Vietnan? Nada como uma fardinha, dizem…
Ah, surfista, aonde foi que você viu multidões com ar apalermado, boquiabertas, em transe, adorando o candidato republicano?
Depois a Sarah Palin é que a fanática fundamentalista.
Senhora Dona Maria,
nada entendo da boiolística internacional mambembe ianque. Porém , confesso que fiquei boquiaberto diante da facilidade com que o Caim falou em invadir outros países e mandar bala no Irã. Não venha daí qualquer ilação boiolística de sua parte para com minha impoluta pessoa macha. Sei lá, vc. está parecendo a Palinha incendiada, de fogo insatisfeito.
A América foi-se, para sempre.
A América se reinventa, sempre.
Entre as duas opções a última é a verdadeira.
O próprio nascimento dessa nação já foi uma reinvenção: o novo mundo se desgarrando do velho, deixado longe, do outro lado do oceano, com seus reis e sua falta da liberdade religiosa. .
Contra o inverno, a Fé.
Contra a tirania, a revolução.
Contra a ditadura, nós o povo…
Contra a escravidão, a guerra civil.
Contra a segregação, leis.
Contra o nazismo, a guerra.
Contra o comunismo, a liberdade econômica.
Contra a descrença, a Lua.
Contra o terrorismo, o contra ataque.
Contra a crise, trilhões de dólares.
Contra o petróleo sujo, a tecnologia de ponta.
Contra o desgaste de oito anos de governo republicano, um democrata.
Contra preconceitos racistas anti americanos, a eleição de um negro.
Contra ditaduras várias, a força moral de uma eleição plena.
Contra os que desejam o danar da América, o doce pássaro da democracia .
Contra os que desejam a derrota cruel e sangrenta da América, a humilhação e escravização de seu povo, a certeza inabalável que apesar de todos ataques, de todas traições, de todos os ódios, de todas as bombas, a bandeira estrelada estará lá.
E ela estará lá, no vento frio de novembro, orgulhosa testemunha da troca de comando de uma imensa nação de trezentos milhões de habitantes, sem mortes nem fuzilamentos, sem massacres ou prisões, apenas com um aperto de mãos de quem sai e um juramento de quem entra.
A mais pura das belezas americanas.
Putz, um cara mais colonizado do que o Doria!
Chora, Marco bushista do sétimo dia.
o pior é que esses caras malucos, fora da realidade, que acham que o Obama fará o socialismo nos Estados Unidos, estão em parte no governo. Comandando o Império. Só podia dar no que deu.
Michael Dukakis, candidato democrata derrotado pelo Bush pai em 1988 disse por esses dias: “Eu devo desculpas ao povo americano. Se eu tivesse derrotado o velho, nunca teríamos ouvido falar do garoto. E não estaríamos nessa bagunça.”
Paul Volker na área!!!
Socialismo?
kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Seria o Volker o Meireles do Obama?
Pedro, feliz aniversário! E q dia histórico p/ celebrar, hem? :)
Parabéns tbm pela cobertura. Vc e Idelber são insuperáveis na arte do liveblogging político.
Beijos.
Socialismo obanístico?????? kkkkkkkk
Certamente o Obama ee um cara preparado. Um bom discurso, ao enfatizar q vai governar p/ todos os americanos. Ele tem uma retorica muito, muito boa. Ao contrario do Lula, cujo primeiro discurso jaa dizia q ia privilegiar uma parte.
Surf,
Acho que vc é apaixonado pelo Marco. Tudo que ele escreve vc não gosta, e o que ele escreveu hoje, é lindíssimo. Louva a América! Sei la… acho que é paixão sua por ele mesmo!
Ihhh, agora é a personalidade feminina do Marco…
Sai fora!
O Marco é americano? Se for, desculpo-lhe a patriotada, Caso contrário, é viadice colonizada e não se fala mais nisso.
Parabéns e mil felicidades, PD e Luiz!
Claro, fico feliz em ver que um negro tenha conseguido se eleger presidente. Neste sentido, esta eleição foi mesmo histórica. Mas não compartilho do entusiasmo de vários colegas sobre o desempenho de tal figura. Mesmo porque ele terá uma tarefa imensamente difícil. :((
Fala-se sim, ta vendo é paixão mesmo!!!!
Esse jornalista, Antonio Ribeiro, deu antes a vitória! E vale ver a foto, maravilhosa de Obama.http://veja.abril.com.br/colunista/de-paris/125966_comentarios.shtml#comentarios
http://veja.abril.com.br/colunista/de-paris/ ai vai o link…
[...] uma das coisas que mais nos chamou a atenção nas notícias hoje foi o discurso de McCain (veja a transcrição no Weblog, do Pedro [...]
marco #194
… traz o balde e pano de chão pra limpar a baba na bota do tio Sam…
porque a página está lenta…..????
veritas // 5/November/2008 às 10:35
E sou de ESQUERDA e ESTOU FELIZ IMENSAMENTE de saber que o povo americano tem SALVAÇÃO. A ESPERANÇA venceu o MEDO. Aqui, com LULA, e no USA, com OBAMA. DILMA, 2010!!!
chest- isso é petismo!
Parabéns Pedro, tudo de bom aí!
Haha, na boa… fico a pensar laa nas primarias do partido democrata, se vc tirar os eleitores negros, quem sobra no eleitorado do Obama? jovens, classe media, intelectuais e artistas, havia sindicatos, porem muitos eram de profissionais liberais. E qual era o eleitorado da Hillary Clinton, a maioria eram mulheres e muitos “blue collar’s” e tinha o apoio de muitos sindicatos. Alias, os tais “blue collar’s” achavam (ou acham) o Obama meio elitista. Entao nao ee dificil argumentar q o Obama estaa mais para um tucaninho…
Gostaria de entender melhor como é visto Barack Obama pelas comunidades islâmicas internacionais e os riscos do fato ter “abandonado sua fé” serem piores para suas relações com essas comunidades e países do que se fosse apenas um cristão multiracial que houvesse viajado pelo mundo e entrado em contato com outras culturas. Ou seja, é bom ou mal que ele tenha Hussein em seu nome?
Só para ilustrar ver este texto:
http://pt.danielpipes.org/article/5852
Desculpe pelo “mal”. É mau.
namber uam, vc tb é apaixonado pelo marco igual ao surf, impressionante!! tudo que ele escreve vcs criticam, quem desdenha quer comprar, enh!! e que comentario mais ridículo o seu!! e pode me chingar bastante que é isso que vc gosta de fazer…. to nem ai para os seus chingamentos.. mas que é amor o q vc e o surf sentem por ele , ha isso é!
Fora os simbolismos, é preciso dizer aos espectadores que, infelizmente, a escolha entre Obama e McCain não é uma bifurcação do futuro do planeta. Quando os americanos querem metralhar mais gente, botam lá um Bush; quando querem metralhar menos, botam um Clinton. Mesmo assim, um Kennedy mata vietcongues à beça.
fiuza, matando a pau.
Ora, vivemos o que só posso definir como uma espécie de regressão infantil, de pensamento mágico, ou ainda de “paulocoelhização” do mundo. Palavras vagas como “esperança” e “mudança” servem como bálsamo redentor. Obama é rei da neurolingüística. É o Lair Ribeiro americano. Yes you can.
mr X, matando a pau.
Bem de leve, com todo respeito, como quem pisa em solo sagrado neste que está sendo vendido como o primeiro dia do resto de nossas vidas, como a quarta-feira inaugural de uma nova era (aguardem um novo livro de Hobsbawm), observem o que aconteceu com os mercados mundiais: despencaram de novo. O noticiário a respeito não deixa de ter a sua graça: “Mesmo com a eleição de Obama, mercados…”
Que coisa, não? Quer dizer que a simples eleição de Obama não basta para resolver a crise? “Oh, não seja simplista, Reinaldo; você sabe que essas coisas não são assim, não é?” Ora, claro que eu sei. Eu sei. Um monte de gente sabe. Quantos sabiam?
reinaldão, matando a pau.
Não acredito que ele “mude o mundo”, e desconfio mesmo das mudanças que poderá trazer à América. Seu principal legado já passou: é o primeiro presidente negro a ser eleito nos EUA. (Aguardemos agora a primeira presidente mulher, o primeiro presidente travesti, o primeiro presidente hare-krishna, o primeiro presidente cego, e assim por diante.)
Mr X, inspiradíssimo.
ana #218
marco, esqueça o balde e os panos de chão.
deixa que a ana vai leva-los e executar a faxina nas botas do tio Sam e nas suas…
Frangão, não adianta PERDEU PLAYBOY, PERDEU…rsss
ih!!!! náo falei
A reaçada ainda está com a cabeça inchada.
Se vai ser bom ou ruim, pouco importa.
O mais importante é ver as Reinaldetes com cara de ( Y ) tentando desdenhar a vitória do negão… rsss
( Y ) = derrié…
Esses reaças são hilários. Como são bobinhos.
E ninguém segura o chororô da reaçada.
Aliás, não muda nada.
Obama foi eleito presidente dos E.U.A. e não do mundo.
Os intere$$e$ americanos acima de tudo.
Se tiver que mandar bomba, em nome da “democracia” americana, pode ter certeza que mandará.
E aqui, os mesmos lambe-botas de sempre aplaudirão.
derrié = bunda
Daqui a pouco, algum reaça coloca algum texto cômico do Olavão.
224, perdi, reconheço a vitória do adversário, achava melhor que ele sumisse do mapa.|Paciência, life goes on. Já dei os parabens e sinceramente que ele faça um bom governo. (já falei aqui que é assim que penso porque não sou petista).
namber uam, seus comentários são tão previsíveis que ja são passado! não falei! só sabe agredir! como se eu não estivesse aqui morrendo de dar risada!
E aí Namber Uam, Obama já te resgatou dessa vida miserável e sem sentido?
Já caminhamos para o segundo dia da graça alcançada.
229, Namberuan, acertou em cheio.
namber uam,
é melhor escrever em portugues! pq em frances é derrièrre…
Barack Obama Visto Pelos Olhos dos Muçulmanos
por Daniel Pipes
FrontPageMagazine.com
25 de Agosto de 2008
Original em inglês: Barack Obama through Muslim Eyes
Tradução: Joseph Skilnik
De que forma os muçulmanos vêem Barack Hussein Obama? Eles têm três opções: ou da maneira como ele se apresenta – alguém que “nunca foi muçulmano” e que “sempre foi cristão”; ou como um companheiro muçulmano; ou como um apóstata do Islã.
As informações indicam que, à medida que os americanos em geral, vêem o candidato democrático como alguém que não tinha nenhuma religião antes da sua conversão aos 27 anos pelas das mãos do Reverendo Jeremiah Wrights, os muçulmanos do mundo inteiro raramente o vêem como cristão, mas via de regra como muçulmano ou ex-muçulmano.
Lee Smith do Instituto de Hudson explica a razão: O pai de “Barack Obama era muçulmano, portanto, de acordo com a lei islâmica, o candidato também o é. Apesar dos versos alcorânicos explicarem que não há compulsão na religião, um filho ou uma filha de um muçulmano adota a religião do seu pai.… por conseguinte, os muçulmanos ao redor do mundo, muçulmanos não-americanos poder-se-ia dizer, só podem ver Barack Hussein Obama como muçulmano”. Além disso seus registros escolares na Indonésia listam-no como sendo muçulmano.
Assim sendo, o jornal egípcio, Al-Masri al-Youm, se refere às suas “origens muçulmanas”. O governante líbio Mu‘ammar al-Qaddafi referiu-se a Obama como “um muçulmano” e uma pessoa com uma “identidade africana e islâmica”. Uma análise da Al-Jazeera o cita como “um homem não-cristão”, outra se refere ao seu pai queniano muçulmano e uma terceira, de Naseem Jamali, observa que ” Obama pode não querer ser considerado muçulmano, porém os muçulmanos estão muito desejosos para considerá-lo como sendo um dos seus”.
Uma conversa em Beirute, mencionada no Christian Science Monitor, capta a confusão. “Ele tem que ser bom para árabes porque ele é muçulmano” observou um merceeiro. “Ele não é muçulmano, ele é cristão” respondeu um cliente. Replicou então o merceeiro: “Ele não pode ser cristão. Seu nome do meio é Hussein”. Discussões árabes sobre Obama às vezes mencionam seu nome do meio como código, sem necessidade de comentários adicionais.
“O simbolismo de um importante candidato presidencial americano com o nome do meio de Hussein, que freqüentou a escola primária na Indonésia” informa Tamara Cofman Wittes da Instituição Brookings sobre uma conferência americano-muçulmana no Qatar, “isto certamente fala aos muçulmanos no exterior”. Thomas L. Friedman do New York Times acha que os egípcios “realmente não entendem a árvore genealógica de Obama, mas o que eles sabem é que se a América — apesar de ter sido atacada por militantes muçulmanos no 11 de setembro — elegesse seu presidente um sujeito com o nome do meio “Hussein”, marcaria uma enorme transformação nas relações mundiais americano-muçulmanas”.
Alguns líderes muçulmanos americanos também identificam Obama como muçulmano. O presidente da Sociedade Islâmica da América do Norte, Sayyid M. Syeed, informou a muçulmanos numa conferência em Houston que independente do fato de Obama ganhar ou perder, sua candidatura reforçará, que crianças muçulmanas podem se tornar presidentes deste país”. Louis Farrakhan da Nação do Islã qualificou Obama como sendo “a esperança do mundo inteiro” e o comparou ao fundador da sua religião, Fard Muhammad.
Mas este entusiasmo também tem seu lado negro – suspeitas de que Obama é um traidor à sua religião de nascimento, um apóstata (murtadd) do Islã. A Al-Qaida tem caracterizado de forma destacada que Obama vem declarando “eu não sou muçulmano” e a analista, Shireen K. Burki da Universidade de Mary Washington vê Obama como “o candidato dos sonhos de Bin Laden. Se ele se tornar o Comandante em Chefe dos Estados Unidos, acredita ela, a Al-Qaida “exploraria seu background para arguir que um apóstata está liderando a guerra global ao terror … galvanizando simpatizantes a agirem”.
A propensão da maioria dos muçulmanos tende a pisar em ovos, contornando este tópico. Um partidário egípcio de Obama, Yasser Khalil, relata que muitos muçulmanos reagem “com incompreensão e curiosidade” quando Obama é descrito como apóstata muçulmano; Josie Delap e Robert Lane Greene do Economist chegam até mesmo a alegar que o tema “Obama-como-apóstata esteve ausente de forma notável” entre os colunistas e editores de língua árabe.
Esta última alegação está incorreta, visto que o tópico realmente está sendo discutido. Pelo menos um jornal de língua árabe publicou o artigo de Burki. O Al-Watan do Kuwait refere-se a Obama como “um muçulmano de nascimento, um apóstata, um convertido ao cristianismo”. O liberalista sírio Nidal Na‘isa do Arab Times, descreve repetidamente Obama como “muçulmano apóstata”.
Em suma, os muçulmanos estão confusos a respeito do presente status religioso de Obama. Eles rejeitam a sua auto-identificação como cristão, assumem que um bebê nascido de um pai muçulmano e nomeado “Hussein” iniciou sua vida como sendo muçulmano. Caso Obama se torne presidente, diferenças de visões de muçulmanos e de americanos a respeito de afiliação religiosa irão criar problemas.
229 namber uam,
nisso concordo com vc!
Frangão, ganhe quem ganhar, nós estaremos perdendo sempre, a não ser que você seja cidadão americano.
Eu não sou e pode ter certeza que não me beneficiarei disso.
Nós continuaremos a ser fornecedores de commodities a preços módicos para eles.
Não me empolgo não. A única parte “legal” desta história, é poder pentelhar a reaçada aqui do blog. rsss
Só petista fica inconsolável quando seu candidato perde. Não é fácil ficar sem as boquinhas.
derrié, em caipirês é bunda;
derrièrre em francês, também é bunda. :o)
239, sorry #1, você perde, eu não. Eu ganho de um modo ou de outro. É só deixar a inveja de lado e ir a luta.
Não me empolgo não. A única parte “legal” desta história, é poder pentelhar a reaçada aqui do blog. rsss
chest- o mais provavel é que o proletariado perca o emprego.
Inveja Frangão?
Quer dizer que não existe nenhuma pressãozinha pra manter o Brasil em estado latente de desenvolvimento?
Quer dizer que quando resolvemos desenvolver energia nuclear, armamentos, lançadores de satélites, industria de semicondutores, biotecnologia e outras coisas mais, não somos sutilmente pressionados a desistir?
E você vem me falar em inveja?
Tsc, tsc…
Não há pressão nenhuma. Tentativas não faltam. O Brasil não desenvolve essas altas tecnologias por falta de capital e capacidade técnica. Essas coisas não brotam da terra.
Perguntinhas idiotas:
Porque será que o sujeito metido a patriota utiliza nick “americanizado”?
Quando veremos o primeiro presidente negro ser eleito democraticamente em Cuba?
Você crê sinceramente, Frangão, que o Tio Sam vai querer alguém do outro lado do muro, forte e poderoso o bastante para confronta-lo?
- Porque será que o sujeito metido a patriota utiliza nick “americanizado”?
Pra ver a reaçada do blog “indiguinada” com a ousadia do petralha. kkkk
- Quando veremos o primeiro presidente negro ser eleito democraticamente em Cuba?
Uai, quando Cuba tiver eleição direta. Afinal, tem negão pra cacete lá em Cuba, ou não? :o))
Colegial, sempre existiram países fortes e poderosos a confrontar os EUA. Hoje a China está aí. Se o Brasil perdeu o bonde da História inúmeras vezes, o problema é só nosso.
Quer dizer que quando resolvemos desenvolver energia nuclear, armamentos, lançadores de satélites, industria de semicondutores, biotecnologia e outras coisas mais, não somos sutilmente pressionados a desistir?
chest- uso da palavra sutilmente mostra que isso é coisa de viado. O que existe é concorrencia comercial. Os americanso usam aviões da Embraer como entram num Boing.
Os aviões da Embraer usam tecnologia Americana, ou já produzimos aviônicos e turbinas nas fundições Tupi Ltda?
Veja o projeto FX2, compra de caças de quarta geração com transferência de tecnologia, o Brasil foi pressionado a descartar os Sukhoi e corre o risco de adquirir os “pangarés” dos caças Gripen com “tecnicologia” (kkk) estadunidense, ou, se tiver um pouquinho de autonomia, adquirirá os Rafales franceses, sem transferência da ditacuja.
Isso não é pressão?
Indignado? Porque eu estaria?
Bebeu?
Cheirou?
Fumou?
Deve ser idiotice mesmo.
Quanto a Cuba, entendi…..democracia é coisa de reaça.
Você crê sinceramente, Frangão, que o Tio Sam vai querer alguém do outro lado do muro, forte e poderoso o bastante para confronta-lo?
chest- a pergunta está errada. Será que VOCÊ quer isso? Cuidado com seus desejos, vai que um dia eles se realizam…..
Democracia? Não é coisa de reaça não.
Coisa de reaça é golpe nas instituições.
Coisa de reaça é derrubar presidente eleito pelo voto popular (derrubar politicamente ou com um tiro nos cornos).
Coisa de reaça é achar tudo o que vem da gringolândia é divino e maravilhoso e o que têm aqui é fruto da “incompetência natural” do povo brasileiro.
Coisa de reaça é idolatrar quem explora e oprime o nosso povo.
Como você vê, reaça é complexo pra cacete nénão?
chest- a pergunta está errada. Será que VOCÊ quer isso? Cuidado com seus desejos, vai que um dia eles se realizam…..
AhAA! existe ou não existe pressão?
você quer que os americanos vendam sua tecnologia miliatr a seus inimigos? Só se for tapado e comunista.
One really has to ask the obvious question: If Obama’s economic policies work so well, why isn’t Detroit a paradise? In 1950, America produced 51% of the GNP for the entire world. Of that production, roughly 70% took place in the eight states surrounding the Great Lakes: Minnesota, Wisconsin, Illinois, Indiana, Michigan, Ohio, Pennsylvania, and New York.
Namber One, você tem “pobrema”? Quer dar tiro no próprio pé, dê. Mas não cobre essa atitude de gente sã.
tecnologia militar sensivel é uma corrida, pegue-me se puder. Não tem nada de viadamente sutil nisso, é fogo no rabo.
255, #1, você parece um sujeito traumatizado de infancia.
Alguns comentários pós eleições:
1- ” a boceta da Sarah Palin ” nas páginas do jornal O Globo - autoria de Arnaldo Jabor.
Para se ter noção da barbaridade cometida imaginem um artigo aonde Jabor citasse ” a boceta de Michelle Obama ”
O articulista estaria sendo processado por todas as ongs do Brasil. Além de levar um malho da imprensa sem precedentes. Como foi a boceta da Sarah …quem se importa, não é mesmo?
2- Pedro Bial, se esforçando para aparecer aos olhos do espectador da Globo como o mais fiel seguidor de Martin Luther King, ” libertando ” os pobres negros americanos na base de entrevistas e microfones.
Patético.
3- Willian Bonner, um bom apresentador de tele jornal, tentando parecer um experimentado jornalista internacional, falando platitudes com o capitólio ao fundo, sem conseguir disfarçar o ar de ” Mamãe.. olha eu aqui!”
Ele já tinha tentado algo parecido na morte do Papa, mas miseravelmente ficou preso no caótico trânsito de Roma, deixando Fátima Bernardes e gostossissima Ilze Scampari batendo cabeça no ar.
3- A cara da Hillary saindo da cabine eleitoral, mostrando claramente que ela NÃO votou no Obama.
4- O silêncio ensudercedor do vice eleito, Biden.
5- O ” esquecimento ” ( pedro dória está fora dessa ) de grande parte da imprensa brasileira do fato de que Obama foi eleito - também - com os votos de milhões de brancos - além dos negros, latinos. No máximo era destacado que ” jovens ” votaram em peso em Obama, o que é a mais pura verdade, mas sem jamais citar que entre essa juventude em extase existia uma maioria branca.
6 - O Apocalypse Now no blog do Reinaldo Azevedo.
tem mais….
Frangão - você quer que os americanos vendam sua tecnologia miliatr a seus inimigos? Só se for tapado e comunista.
Não querer vender a tecnologia, é um direito DELE.
Pressionar para que não possamos adquirir tecnologia de terceiros é sacanagem sim senhor. Tá vendo a sua incoerência?
Primeiro você diz que não há pressão, depois, diz que eles não querem vender tecnologia para o inimigo. decida-se Frangão: Não temos tecnologia por ser incompetentes ou por que não nos deixam?
Aliás, nós somos os inimígos?
Se somos, então eu tenho razão em combate-los, nénão?
Pressionar para que não possamos adquirir tecnologia de terceiros é sacanagem sim senhor. Tá vendo a sua incoerência?
chest- o Geisel comprou umas bostas de usinas nucleares dos alemães e cagou para a pressão da Westinghouse……
A pressão que eles fazem é a seguinte, quer comprar minhas turbinas, tudo bem, mas fazer avião de guerra para vender para os meus inimigos não pode. Contrato assinado com firma reconhecida em cartório.
A Embraer vai comprar tecnologia russa para vender para alguem? só se for louca.
Trauma? Eu Frangão?
Eu não fico imaginando comunistas dentro do açucareiro, na privada, debaixo da cama e nem acredito numa teoria da conspiração pra transformar o mundo em um imenso Gulag.
Quem tem trauma então?
Frangão - A Embraer vai comprar tecnologia russa para vender para alguem? só se for louca.
A Embraer já não é mais brasileira.
Não produzirá nenhum avião semelhante ao Bandeirantes que pode ser usado para fins militares ou civis.
Continuará produzindo o Tucano e o ALX (Super Tucano) para exportar para os “paises amigos” (do tio Sam).
Seu foco hoje é na aviação comercial regional.
O parceiro da Rosboronexport (Russian Defense Export State Corporation) SERIA A avibrás, no acordo haveria transferência de tecnologia e montagem de uma linha de produção aqui no Brasil, com vistas a exportar para outros países.
Se informe mais…
O máximo que a Embraer poderia fazer é executar manutenção nos Rafales (se dermos a sorte de compra-los) baseada na parceria com a Dassault que é acionista da mesma.
estou falando de aviação comercial.
Se o Brasil pretende concorrer no mercado bélico com os EUA, sofrerá todo tipo de sanção e pressão para que não o faça. Nada sutil. Imagine se os EUA vão querer que o brasil construa caças que concorrem com os americanos para vender para quem? A venezuela? Coreia do Norte? Irâ? Os caras estão quase em guerra com essa turma.
Tem reinaldão no Jo Soares de hoje
Frangão, qualquer tecnologia que almejarmos adquirir ou desenvolver, representa ameaça.
Uma coisa é a China lá na casa do canário tentando atacar o Tio Sam e outra coisa é a “maloqueirada” daqui jogando coisa (misseis) do outro lado do muro.
Até hoje, ninguém explicou o por que da explosão do VLS em Alcântara e por que havia navios Americanos nas proximidades.
Dizer que não tinhamos tecnologia é simplista demais. O Brasil desenvolveu tecnologia na família de foguetes Sonda e estava usando esta mesma tecnologia nos VLS. Se obtivesse exito, além de ter um lançador de Satélite de baixo custo, teria a tecnologia de um míssil intercontinental e é óbvio que isso incomodava “alguém”. O mais interessante é que o “incêndio” começou em um estágio intermediário onde seria o lugar mais improvável.
E as tais centrífugas de enriquecimento de urânio, que os “inspetores” insistiam em ver funcionando?
A tecnologia desenvolvida, consegue produzir combustivel para as usinas nucleares com um custo trinta por cento menor.
Não adianta Frangão. A pressão existe e você é que não quer enxergar ou não consegue. Não é só “incompetência” não.
#267 Obrigado por avisar Frangão.
Vou assistir o DR. House então…fazer o que né? :o)
Um cara negro e com o nome de “Obama” elege-se presidente dos E.U.A.!!!
Sou obrigado a concordar com alguns alucinados aqui do P.D.: Os EUA estão em absoluta decadência. Pode até ser uma decadência milhares de vezes superior ao “espetáculo do crescimento” cá do Brasil, mas é inegavelmente a decadência.
É o fim dos tempos. A Era dos EUA se vão como já se foram as épocas dos impérios Romano, Britânico, Macedônico e do III Reich.
Como se diz por aqui, “dá uns trêis ( assim mesmo “trêis”) tipo de medo na gente” ficar aguardando quem vai assumir o papel dos EUA…
Por favor né gente, nada contra o fato do Obama ser negro mas o fato duma nação reputadamente racista, belicista e intrometida eleger um sujeito com o perfil do Barack e com aqueles discursinhos “à Luther King” é sintomático…
270, Brancaleone, vai que o cara dá certo e “absorve”a oposição islamita? Temos que dar um voto de confiança, afinal foi eleito pelo povo norte-americano, o mais criativo da história da humanidade.
Quem sabe Obama civiliza o oriente em moldes ocidentais? Ou eu estou praticando o pensamento mágico? (Pode ser)
uma terra que tem blues em bottle neck, tem que ter voto de confiança
http://www.youtube.com/watch?v=weWVZHj1CSc&feature=related
enquanto isso, a PF dá uma batida na casa do delegado protógenes da própria PF!!!!!!!!!Caraca!
já?
http://www.claudiohumberto.com.br/img/src/charges/Perolas_Obrahma.jpg
ófetópique mas interessante. Tratores florestais sem rodas…
Vou pedir um deste prô Papai Noel…
http://www.guiaflorestal.com.br/?pg=ver_y&cod=35
Lula já pede a Obama o fim do embargo a Cuba. Obama deveria dizer sim, com a condição de que se realizem eleições livres na ilhota. Boa troca, não?
220 anos mais cedo do q Lobato esperava:
http://colunas.g1.com.br/maquinadeescrever/2008/11/05/o-presidente-negro/
http://www.thedailyshow.com/full-episodes/index.jhtml?episodeId=209493
Todo o episódio de ontem do Daily show, Colbert + John Stewart
Marco/Ana 260# Esse negócio de dividir computador é complicado mesmo.
Politicólogos acabaram de descobrir qual foi o maior trunfo da campanha de Obama. Seu slogan:
Yes! Weekend!!!!
Para Bonnet G e demases elementos da Fru-Fru:
http://es.youtube.com/watch?v=nhx8FHYBs7k
Podem cantar no original ou mudar uma letrinha para, com me explicou a insigne cirurgiã que me enviou o link, ter um avc.
Essa moderação de links é um saco…
Já segurou um comentário meu e me recuso a repetir.
Vão perder a piadinha, ótima.
Como o link era, para mudando uma letra, provocar a extinção da FRU, todos iam ter crises cardíacas, AVCs etc… suspeito que na realidade essa moderação seja uma artimanha da FRU, para combater a esquerda aqui do blog.
Será que o Obama acaba com Guantanamo rápido?
Ou ficará enrolando ,pedindo permissão aos falcões e Israel?
Biom dia ao Alex e Surf…..
Caros amigos ,fiquei muito tempo “sem tempo” para blog, mas enquanto isso quantos direitões se juntaram a comunidade ,né?
Esse Danilo com sua fixação com Cuba e Fidel parece com o Vira Louco e o Rosquentinho!
Cuba caro colega ,cheio de fixação, descobriu petroleo em sua área pré sal e deve receber tecnologia brasileira….o que a tornará auto suficiente em matéria de energia……
Os velhinhos facistas e escravagistas de Miami se ferraram mais uma vez>
Viva Cuba Libre!
“Sou obrigado a concordar com alguns alucinados aqui do P.D.: Os EUA estão em absoluta decadência. Pode até ser uma decadência milhares de vezes superior ao “espetáculo do crescimento” cá do Brasil, mas é inegavelmente a decadência.”
Branca, vc está inspirado, realmente, em termos de alucinação. Empata com o chest, no q diz respeito a viajar na maionese.
Namber Uam,
bons comentários sobre a Embraer e a parceria com a Dassault. De fato, teria sido melhor, em termos de economia de escala, a aquisição de aeronaves e equipamentos russos, visto q a linha Sukhoi já está consolidada, e a tecnologia deles (russos) de turbinas “frias” e vetoração de empuxo não tem igual em lugar nenhum. Só q o problema é q os russos não vendem pacote tecnológico. A associação c om a Avibrás seria (ainda está mantida) uma falácia, visto q certos aspectos de manutenção implicariam em enviar peças para a Rússia, ou trabalhar com técnicos russos no Brasil. A aleternativa seria incorporar certos pacotes (aviônicos, por exemplo) de origem israelense, o q é boa idéia, por um lado (os israelis tem boas associações com indústrias de ponta daqui) mas encareceria o pacote.
Acho q a aquisição do Rafale não é ideal, mas permitirá, a longo prazo, certa incorporação de tecnologia, e suponho q, dentro de uns 30 anos, teremos acumulado cultura científica e tecnológica para produzir uma aeronave avançada. Imagino q vc saiba q os “saltos”, nessa área, levam de 15 a 30 anos, e nem sempre se completam plenamente. Mas é interessante ver q a tecnologia de materiais leves e sistemas de controle, q a Embraer hj domina, só se tornaram possíveis por causa do investimento feito pelos milicos no ITA/INPE, nos anos 60/70 e pela associação da Embraer (na época estatal) com os italianos para a produção do AM-X.
Aos poucos, vamos indo. Acho q os próximos anos serão interessantes.
Bitt, diz que sou da maionese e em seguida concorda comigo…..
Alguém viu o Ralph Nader chamar o Obama de “Uncle Tom” (Pai Tomás)? Essa expressão é extremamente pejorativa por representar o negro subserviente aos brancos. Tomou o maior pito de um âncora da Fox News (pasmem)!
Lula faz mea-culpa por ter votado contra Constituição
Por João Domingos e Leonencio Nossa, no Estadão:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez ontem mais um mea-culpa a respeito do comportamento do PT na Assembléia Nacional Constituinte, durante cerimônia realizada no Congresso pelos 20 anos da Constituição de 1988. Lula lembrou que o PT, do qual era líder, votou contra a aprovação da Constituição (os petistas diziam que ela não resolveria nada) e só a muito custo a assinou. “Uma parte da bancada, radicalizada, achava que não deveria assinar e eu disse: ?Não tem sentido. A gente participou dois anos aqui, ganhamos salário, ganhamos assistentes para nos ajudar, como é que pode um filho nascer e a gente não registrar? Vamos assinar.?” Lula disse que nos seis anos em que está na Presidência compreendeu, como ninguém, que a Constituição, com todos os defeitos que tem, “é um garante da democracia, esta é a verdade nua e crua”. Lula citou sua própria carreira política para enaltecer a Constituição. “Imaginem vocês se, 20 anos atrás, era previsível um metalúrgico chegar à Presidência da República. E, quando se pensava em chegar, o contra-argumento era de que ?não vão deixar tomar posse?.”
O presidente prosseguiu nos elogios: “Vejam que coisa extraordinária: eu ganhei as eleições depois de disputar muitas, tomei posse, fui reeleito, tomei posse e, se Deus quiser, muitos outros ganharão, tomarão posse e este país nunca mais sofrerá a experiência de golpes ou que alguém que não seja o próprio Congresso Nacional, respeitando a Constituição, ou a sociedade, possa tirar um mandatário eleito democraticamente pelo povo brasileiro.” Lula foi eleito deputado constituinte em 1986.
chest- mas é um energúmeno, um……petista.
Depois de destituírem um Hussein no Iraque os amercianos redimiram-se e botaram um Hussein na Casa Branca.
Ô gente doida. Haja Freud!
Essas loucuras os chineses não fazem. Que venha a China!
Uncle Tom Obama: “I will not hesitate to use force to protect Israel”
Democrat Barack Obama spells out his foreign policy: “I will not hesitate to use force”
By Andre Damon
28 July 2007
http://www.wsws.org/articles/2007/jul2007/obam-j28_prn.shtml
This month’s issue of Foreign Affairs carries an essay by Democratic presidential nominee Barack Obama outlining his foreign policy. Obama gets to the point early on. Noting the catastrophe in Iraq, he writes: “After thousands of lives lost and billions of dollars spent, many Americans may be tempted to turn inward and cede our leadership in world affairs. But this is a mistake we must not make.”
The senator’s words must be seen in context. The foreign policy establishment that constitutes the key audience of Foreign Affairs generally recognizes that the debacle in Iraq represents a disaster for American military and geopolitical hegemony. In evaluating presidential candidates, these elements are looking for leaders who will not equivocate in the assertion of US primacy. Obama certainly gives them no cause for disappointment. To this end, he writes: “To see American power in terminal decline is to ignore America’s great promise and historic purpose in the world.”
How is this dominance to be preserved? Obama does not leave us in suspense: “We must use this moment both to rebuild our military and to prepare it for the missions of the future. We must retain the capacity to swiftly defeat any conventional threat to our country and our vital interests. But we must also become better prepared to put boots on the ground in order to take on foes that fight asymmetrical and highly adaptive campaigns on a global scale.” In concrete terms, Obama recommends adding 65,000 soldiers and 27,000 Marines to the standing military.
As demonstrated by the above passages, Obama’s quarrels with Bush administration foreign policy are of a tactical nature; both Obama and the current resident of the White House share the overall strategic goal of preserving American hegemony by force of arms.
The senator’s main dissatisfaction with the Bush administration, however, is the deleterious effect the occupation of Iraq has had on the United States’ ability to project force abroad. As Obama would have it, the United States “must harness American power to reinvigorate American diplomacy. Tough-minded diplomacy, backed by the whole range of instruments of American power—political, economic, and military—could bring success even when dealing with long-standing adversaries such as Iran and Syria.”
The principal obstacle to a “tough-minded” diplomatic strategy, however, is the fact that American troops are mired in a long-term counterinsurgency operation in Iraq. In this regard, Obama notes: “The Pentagon cannot certify a single army unit within the United States as fully ready to respond in the event of a new crisis or emergency beyond Iraq; 88 percent of the National Guard is not ready to deploy overseas.”
By this logic, the continuing occupation of Iraq not only subverts US ability to invade sovereign nations at will, but takes the teeth out of American diplomacy, which, as Obama makes clear, is to be based upon on the constant threat of violence.
Obama’s solution to the Iraq question constitutes a rehash of the Baker-Hamilton commission’s findings, combined with an attempt to shift the blame for the debacle onto the shoulders of the Iraqi government.
After calling for a removal of “all combat brigades from Iraq by March 31, 2008,” Obama goes on to write: “We must make clear that we seek no permanent bases in Iraq. We should leave behind only a minimal over-the-horizon military force in the region to protect American personnel and facilities, continue training Iraqi security forces, and root out Al Qaeda.”
At the very least, Obama’s policy would entail keeping tens of thousands of troops just across the border in Kuwait and Saudi Arabia, ready to engage in combat operations at short notice. This would imply letting the various factions in Iraq fight it out, while American troops defend only key US installations (such as oil refineries and pipelines). In practice, the policy means indefinite engagement in Iraq, despite a nominal “pullout.”
Obama justifies such a “withdrawal” not because the war is a moral abomination, or because the United States government has committed innumerable crimes against the people of Iraq. Rather, his essay implies that the Iraqi people have proven incapable of creating a viable, peaceful state and do not deserve the kindness bestowed upon them in the form of the US occupation.
Thus, he writes: “It is time for our civilian leaders to acknowledge a painful truth: we cannot impose a military solution on a civil war between Sunni and Shiite factions. The best chance we have to leave Iraq a better place is to pressure these warring parties to find a lasting political solution. And the only effective way to apply this pressure is to begin a phased withdrawal of US forces.”
The article continues: “This redeployment could be temporarily suspended if the Iraqi government meets the security, political, and economic benchmarks to which it has committed.”
The idea that the Iraqi people have proven unable to govern themselves has become something of the standard Democratic rationale for withdrawal from Iraq. Such an assertion is patently ridiculous; the Iraqi government is unable to function largely because it is despised as an instrument of the occupation, and the sectarian violence gripping the country—not to mention the insurgency—is a direct product of the American intervention in the country.
Obama goes on to recommend that the military capability economized in his “pullout” from Iraq be used elsewhere in the region, including in support of Israel: “Our starting point must always be a clear and strong commitment to the security of Israel, our strongest ally in the region and its only established democracy. That commitment is all the more important as we contend with growing threats in the region—a strengthened Iran, a chaotic Iraq, the resurgence of Al Qaeda, the reinvigoration of Hamas and Hezbollah. Now more than ever, we must strive to secure a lasting settlement of the conflict with two states living side by side in peace and security. To do so, we must help the Israelis identify and strengthen those partners who are truly committed to peace, while isolating those who seek conflict and instability.”
As is obvious from the above passages, Obama is not an “antiwar” candidate by any stretch of the word. What is most striking about the article is the degree of similarity between the theoretical, political and even rhetorical underpinnings of Obama’s foreign policy and that of the Bush administration.
While in some ways the continuation of trends that have been developing for decades, the Bush administration’s foreign policy is sharply delineated from previous precedents by a several key features. First, the Bush presidency saw fit to justify all military operations on the basis of a fabricated “global war on terror.” The chief strategy of this war was to be preemptive strike—that is, unilateral military action, illegal under international law—against any nation targeted by the president in his capacity as “commander in chief.”
Barack Obama accepts this formulation lock, stock and barrel. If we are to believe his essay, the entire foreign policy of the United States revolves around the goal of defending the American people against terrorism. In fact, “Al Qaeda” and “terrorist” are together mentioned in the essay more often than “Iraq.”
Within this framework, Obama explicitly affirms the doctrine of preemptive strike. He writes: “I will not hesitate to use force, unilaterally if necessary, to protect the American people or our vital interests whenever we are attacked or imminently threatened.” While Obama implicitly chides the Bush administration for failing to “objectively evaluate intelligence,” he categorically insists that the presidency should retain the right to attack a nation believed to “threaten” US interests. What such a doctrine implies in practice was demonstrated in the invasion of Iraq.
Obama even goes so far as to borrow the Bush administration’s thuggish terminology: in dealing with Iran, North Korea, and other countries whose interests conflict with those of the United States, Obama says unequivocally, “I will not take the military option off the table.”
In fact, the essay is remarkable only for its shallowness and complete lack of originality or insight. Obama cobbles together ideas from various sources with little concern for their truth or internal consistency. He starts with a watered-down version of the Bush administration’s lunatic Manichaeism, adds the conclusions of the Baker-Hamilton commission, blames the Iraqis for the daily slaughter in their country, and calls it a day.
In the final tally, Obama’s criticisms of the Bush administration are rooted not in any opposition to war and imperialism, but in the conclusion—compelled by obvious and unavoidable facts—that Bush’s methods undermine the ability of the United States to dominate the world.
But even from the perspective of preserving American hegemony, Obama’s proposals are scarcely less estranged from reality than the policies of the Bush administration. There is an objective reason for the United States’ loss of political clout; namely, the decline in its economic power relative to its strategic competitors (the “global economy” appears once in a nine-page essay on US foreign policy, “globalization” not at all). Obama seems oblivious to the consequences of this decline, calculating “leadership in world affairs” as the sum total of diplomatic bullying and military violence, differing with Bush only on the relative proportions of the two.
As George W. Bush has made clear repeatedly, Iraq must be understood within the framework of the global war on terror, a military conflict that will rage on foreseeably for decades. Obama wholly accepts the larger perspective, while offering an alternative policy in Iraq that would leave tens of thousands of troops in the country. Those troops withdrawn by a President Obama would be used to further escalate America’s drive to dominate the globe through violence.
He writes: “To renew American leadership in the world, we must first bring the Iraq war to a responsible end and refocus our attention on the broader Middle East. Iraq was a diversion from the fight against the terrorists who struck us on 9/11, and incompetent prosecution of the war by America’s civilian leaders compounded the strategic blunder of choosing to wage it in the first place.”
The words “responsible end” give the game away. To those genuinely appalled and horrified by the war in Iraq, a “responsible end” would be one in which those guilty of the mass murder of hundreds of thousands of Iraqis, and thousands of Americans, would be held accountable. This means war crimes trials for Bush, Cheney, Rumsfeld and their political, corporate and media accomplices.
For Obama, however, a “responsible end” means extricating the US from the Iraq quagmire with as little damage as possible to longer-term imperialist interests in the Persian Gulf and the Middle East as a whole. It means, in other words, avoiding any genuine accountability in order to continue the struggle for US hegemony, presumably under a more competent and cautious leader. In the final analysis, this is a formula for violence throughout the Middle East no less bloody than that seen in Iraq.
If the 2008 elections put Barack Obama in the White House, the American people will be saddled with a new president who continues the war in Iraq and whose foreign policy does not significantly differ from that of his reviled predecessor.
Estava lendo alguns comentários na imprensa sobre o significado da vitória do Obama. Meio messiânico, meio elegante (completamente narcisista) ele vai ter que ir em frente. Alguns acham que abre uma nova era, outros que vai revolucionar, outros que é arriscado demais persistir com essa “aura” de divindade que ele arrumou para si.
Mas imaginem na primeira segunda-feira depois da posse (parece que a CIA já se reune com ele) com os pepinos e abacaxis e casca-grossa que ele terá que enfrentar.
Nem todos eleitores são sofisticados, alias, nenhum é, e vão cobrar dele cada centavo prometido. Como as promessas custam dólares, qualquer suspeita de que ele vai partir para jogar dinheiro de helicóptero provocará mais abalos no combalido mercado de títulos. E isso, certamente, ele não deseja. Nem Lula deseja. Aliás, se for esperto imita o Lula e renega seu passado, seus amigos e suas promessas. Dirá: Deus não fez o mundo em um dia (levou sete dias, pelos registros ancestrais).
A única boa certeza a meu ver é que começa o fim do coitadismo racial. Porra, neguinho vai pedir privilégios baseado na cor, vai ouvir a seguinte resposta: Porra meu, o presidente dos EUA é negro! Vá a luta, raça e cor não é mais desculpa para preguiça e resultados insatisfatórios. Pouco a pouco o complexo de vítima vai desaparecer, mas desaparecerá para sempre. Faz parte do amadurecimento da esquerda mundial, que tanto mal provocou nos três séculos passados, ficou menos hemofágica no final do século 20 e tende a migrar para o centro no século 21.
Tomara.
287, é parece que existe um componente tribal no queniano Obama. Já pensaram se o homem se revela um warmonger?
O Obama ganhou e o blog acabou.
Uma diferença chama a atenção na comemoração das vitórias eleitorais nos EUA e no Brasil.
Anteontem em Chicago, a platéia empunhava somente bandeiras de seu país. Não vi nenhum símbolo partidário ou da própria campanha.
Aqui no Brasil é bem diferente.
Se lembrarmos, por exemplo, das posses de Lula, uma das coisa mais difícies de se encontrar no meio do mar de bandeiras do PT, era o “pavilhão da pátria”.
Algum significado isto deve ter.
CTRL+C, CTRL+V…
Ô falta de imaginação.
Coloca o link que é mais fácil.:o)
SergioSikeira #291
Eles empunharam as bandeiras de seu país porque não dispunham de bandeiras do PT… kkkk
#293
IMBECIL…
Editorial do New York Times sobre a rejeição do casamento gay na Califórnia:
“Apart from creating legal uncertainty about the thousands of same-sex marriages that have been performed in California and giving rise to lawsuits challenging whether the rules governing ballot measures were properly followed, the immediate impact of Tuesday’s rights-shredding exercise is to underscore the danger of allowing the ballot box to be used to take away people’s fundamental rights.”
Como assim? Então o voto é útil quando elege Obama, mas “perigoso” quando não bate com as idéias do jornal? Safados!
Companheiro chesterton dra-o-cul
Eu, josef mario, devo dizer que, ao contrário do que o companheiro escreveu, deus não criou o mundo em 7 dias. Segundo o gênesis (o 1º livro do antigo testamento) em 1.26-31, 2.4-7, 18-23, deus criou o mundo em 6 dias e no sétimo dia resolveu descansar. Por esta razão há um dia (domingo) que deus separou para descansarmos do trabalho e aproveitarmos as coisas boas que Ele nos deu. Eu, josef mario, enquanto cristão e temente a deus e a são judas tadeu, preventivamente e por medida de segurança, costumo descansar os 7 dias da semana.
Muito obrigado
Do blog da Fal:
Obama teve reunião com a CIA e ainda tá vivo, então por enquanto tudo bem.
Josef Mario, de acordo com as leis trabalhistas, o dia de descanso de direito também é utilizado para fins de cálculo da aposentadoria.
Cadê o Proftel?
A ficção tornou-se tangível, o país da maior economia mundial tem um presidente negro.
Presidente negro na Casa Branca vai dar muito o que falar, no mínimo dirão que o governo americano virou café com leite.
Se isso é bom, veremos, porque o negro lá nos USA não tem o direito de errar um única vez.
O interessante naquele modelo democrático é exatamente o país viver ao inverso.
Ao mesmo tempo em que prega e ensina direitos de liberdade ao mundo é o maior exemplo de intolerância racista e religiosa, além de forçar a economia mundial a exercer o capitalismo selvagem, e submeter às economias de nações menos favorecidas ao imperialismo dos seus grandes monopólios, doa a quem doer.
E, claro, de mandar a ONU lá para aquele lugar e fazer guerras à sua inteira vontade para mostrar quem manda no planeta.
Um presidente negro nos USA é algo apocalíptico, pois os próprios ficcionistas americanos que sempre criaram situações catastróficas para os USA e para o mundo, como invasões alienígenas, destruição do planeta por algum louco, queda fatal de um meteóro gigantesco na Terra, guerra nuclear, ou uma terrível e incontida Tsunami avançando em direção ao continente americano, por coincidência, mostravam um presidente negro.
Nessa linha ficcionista, talvez meio doida, se demonstrou-se uma profecia subliminar para tempos apocalípticos.
E poderíamos dizer que a recessão mundial jamais acontecida nesse volume e importância seria um sinal dos tempos ? Seria também coincidência o nome Obama parecer com Osama?
Bobagens ou realidades?