Live Blogging: O Debate Presidencial
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EUA · 26/09/2008 - 21h48 - 289 Comentários

23h47 Boa noite, pessoal! Obrigado pela companhia =)

23h47 Ambos tiveram seus bons momentos, Obama começou bem, McCain estava um pouco melhor no final. Mas as impressões iniciais não são importante. Vamos aguardar, amanhã, para ver o que as pesquisas indicarão.

23h39 Jim Lehrer encerra o debate.

23h39 Obama: Nos anos 60, a idéia era que em nenhum outro país do mundo todos tinham as mesmas chances de vencer. A mesma impressão não existe mais.

23h37 McCain: estou envolvido com esse tipo de negociação internacional há muitos anos. Barack Obama não tem a experiência necessária. Ele tem pouca flexibilidade e toma decisões erradas e atrasadas.

23h35 Quando McCain fala, só republicanos gostam, sugere a reação do público da CNN. Quando Obama fala, levanta a linha de independentes, democratas e, às vezes, republicanos.

23h32 Obama: Precisamos levar o foco para a al-Qaeda e devemos nos preocupar com a Coréia do Norte. A maneira pela qual somos percebidos no mundo faz diferença. McCain merece crédito por ser contra tortura.

23h28 McCain: As chances de haver um novo Onze de Setembro são muito menores, hoje. Eu e Joe Libberman queríamos uma comissão para investigar os ataques, o governo era contra. Mais um caso em que me diferencio do atual governo. Fala também contra tortura.

23h25 Obama: todos estes problemas são relacionados ao petróleo. Os EUA consomem 25% do petróleo do mundo. Precisamos reduzir este uso para atacar muitos dos problemas do mundo.

23h22 McCain: Eu olhei nos olhos de Mr. Putin e vi três letras, K-G-B. Ele sabe pronunciar o nome do presidente da Geórgia, Mikheil Saakashvili.

23h20 Obama: devemos ser solidários com os vizinhos da Rússia, mas não podemos voltar ao clima da Guerra Fria. Temos interesses comuns como impedir a proliferação de armas nucleares.

23h18 McCain: deixa eu entender uma coisa, sentamos com Ahmadinejad, ele diz vou destruir Israel, e nós dizemos Não, não vai? É ridículo. Público ri. Bom momento de McCain.

23h15 McCain: Obama não entende que, ao sentar com alguém como Ahmadinejad, ele está legitimando seus comentários. O governo Clinton sentou-se com o ditador da Coréia do Norte, e o que eles fizeram? Formaram seu arsenal.

23h14 Obama: McCain diz que não tem certeza sequer se vai se encontrar com o premiê da Espanha.


23h13 Obama: Ahmadinejad não é a pessoa mais importante no Irã. E me reservo o direito de me encontrar com quem quiser, sob minhas condições, se for importante. E um assessor de McCain, Henry Kissinger, defende que devemos conversar com o Irã.

23h10 McCain não sabe pronunciar Perestroika.

23h09 McCain não sabe pronunciar Ahmadinejad.

23h09 Obama: O que fortalece o Irã e amplia sua influência é o caos no Iraque. Nossa política nos últimos oito anos não tem funcionado. Sem Rússia e China, não conseguiremos pressionar o Irã. Precisamos de diplomacia dura. Essa idéia de que ao não conversar estamos punindo esses países não funciona.

23h07 McCain: O Irã pode disparar uma corrida armamentista na região. ‘Não podemos correr o risco de um novo Holocausto.’ Devemos, com outras democracias, pressionar o Irã e mudar sua política.

23h04 McCain: Se está tão preocupado, imaginaríamos, o senador Obama teria visitado o Afeganistão. Eu conheço esses lugares.

23h03 McCain conta uma história de um bracelete que ele carrega dado pela mãe de um soldado que morreu. Obama: ‘Eu tenho um bracelete também’, e conta outra história. Retórica política norte-americana: sempre um exemplo de alguém que contou uma história triste.

23h00 ‘Fomos com essa mentalidade de ele é ditador mas é o nosso ditador e o Paquistão não fez nada’, reclama Obama. ‘Meu adversário não entende que havia um Estado falido lá antes de Musharraf’, diz McCain. (Não é verdade.)

22h59 ‘Não estou preparado a ameaçar o Paquistão nesse momento’, diz McCain. Não basta enviar mais tropas, é preciso uma nova estratégia. Precisamos da cooperação do povo local.

22h55 Precisamos de mais duas ou três brigadas no Afeganistão. Temos quatro vezes mais soldados no Iraque, segue Obama. A maior ameaça aos EUA é a al-Qaeda. É preciso lidar com o Paquistão, onde a al-Qaeda e o Talibã tem proteção.

22h51 Osama bin Laden e o general Petraeus concordam que o Iraque é o cenário principal desta guerra, diz McCain.

22h48 Obama: McCain disse que a guerra seria rápida, que não havia histórico de violência entre xiitas e sunitas, que havia armas de destruição em massa. Meus colegas que cobrem o Iraque vibram.

22h43 Quais as lições do Iraque? Não podemos ter uma estratégia ruim ao entrar em guerra, diz John McCain. Vamos vencer, teremos um aliado estável e uma democracia plena na região. Obama: a primeira pergunta é se deveríamos ter entrado nesta guerra. Deixamos de prestar atenção na al-Qaeda, que está voltando ao cenário. E gastamos dinheiro demais com o Iraque.

22h38 McCain defende congelamento de gastos quase geral. Obama: estamos gastando dezenas de bilhões no Iraque. McCain: enviamos 700 bilhões por ano para países que não gostam muito de nós. Defende energia nuclear. ‘Essa crise não vai afetar a maneira como vocês governam o país?’, reclama Lehrer. Claro que vai afetar, responde Obama: ‘A curto prazo, terei de fazer decisões difíceis. O importante é saber onde estão suas prioridades. Cortes para ricos enquanto gente não tem acesso a saúde.’ McCain: não podemos estatizar o sistema de saúde. Precisamos cortar gastos.

22h35 McCain propõe cortar subsídios ao etanol. Bate em Illinois, estado de Obama. Bom para o Brasil. Lehrer reclama: nenhum de vocês está falando de grandes mudanças.

22h33 Boa pergunta: você abrirá mão do que por causa do gasto com o pacote econômico? Obama estabelece como prioridades independência energética, saúde pública universal, educação voltada para ciências.

22h24 Numa discussão a respeito de cortes de impostos, McCain desafia: ‘muitos estarão interessados na definição de Obama de o que é ser rico’. 95% da população verá impostos caírem. Obama não define. Mas bate: ‘McCain tributará pela primeira vez na história seguro de saúde’.

22h22 McCain diz que é uma questão de princípio: o sistema de emendas ao orçamento distorce o processo de gastos.

22h19 McCain reclama de emendas ao orçamento. Obama rebate: representam, citando os números, quase nada perante os cortes aos impostos dos mais ricos.

22h16 ‘Nós republicanos fizemos o maior aumento do governo desde o governo Johnson’, diz John McCain.

22h13 Obama lembra que McCain falava dos bons fundamentos da economia. Lehrer cobra: fale direto para ele, referindo-se a McCain. Obama fala. McCain brinca: ’sentiu medo que eu não estivesse ouvindo?’

22h13 GloboNews transmitida pelo G1, ao vivo pela Internet. dica do Proftel

22h10 Falando sobre o pacote econômico, Obama cobra que exista um sistema para que o dinheiro seja devolvido, que executivos não faturem com ele. Dá uma pontada: os fundamentos da economia devem ser medidos pela capacidade da classe média viver bem. McCain inicia falando da saúde de Ted Kennedy. Fala do que tentou negociar em Washington. McCain está com botox e Obama passou algum produto no cabelo que o faz brilhar. Lehrer pressiona: mas vocês são a favor do plano? “Não vi o texto do pacote ainda, mas um acordo é possível.” Cobra a falta de regulamentação. McCain: “Claro que vou votar pelo plano.”

22h05 Barack Obama e John McCain entram no palco.

21h58 O moderador Jim Lehrer sobe ao palco. BBC World, CNN International transmitem ao vivo em inglês. Segundo informações nos comentários, a GloboNews e BandNews transmitem com tradução simultânea.

21h48 Na MSNBC, o comentarista pró-democrata Keith Olbermann faz graça de um anúncio que saiu hoje de manhã na edição digital do Wall Street Journal. McCain Wins Debate, McCain vence o debate, dizia o banner um quê adiantado. O senador republicano sequer havia anunciado que iria ao debate àquela hora. Ontem à noite, McCain gastou algumas horas ensaiando para o mesmo debate. Como um candidato responsável deve fazer. Seu discurso oficial, no entanto, era de que o tempo deveria ser todo gasto nas negociações para aprovação, no Congresso, do pacote econômico.

Pois bem, senhores leitores: são 17h48 minutos aqui no norte da Califórnia, faz 28 graus, o céu está azul que é uma beleza, não paira nuvem que se veja; aqui ao redor, uns quinze jornalistas entre norte-americanos e estrangeiros, televisão à frente. E são 21h48 em Brasília, hora oficial deste post. Atualizem o post vez por outra. A cobertura online cá do Weblog está começando.

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