Eleições EUA: Sobrevivendo à crise
♦ Se as eleições fossem hoje, John McCain receberia a maioria dos votos no país mas Barack Obama seria eleito presidente dos EUA com maioria no Colégio Eleitoral. Ou, ao menos, este seria o cenário mais provável, segundo os cenários traçados pelo estatístico Nate Silver, do blog FiveThirtyEight.com.
♦ Segundo as simulações traçadas por Nate, o cenário mais tenebroso – e que cresce em chances – é o de um empate de 269 contra 269 votos no Colégio. Acaso essa possibilidade ocorra, é o Congresso – que deverá ter maioria democrata – que decidirá quem é o próximo presidente do país. Hoje, há 3,2% de chances de este empate ocorrer.
♦ Num desvio rápido dos estudos estatísticos: está tudo como dantes. Ou quase tudo. Dizem as pesquisas de opinião que Barack Obama voltou à sua ligeira vantagem sobre John McCain, assim como estavam antes das duas convenções. Há uma única diferença. Segundo um estudo do Instituto Pew, os eleitores têm uma opinião mais favorável do Partido Republicano do que tinham um mês atrás. Dentre os eleitores, 50% têm uma boa opinião sobre o partido de Bush e McCain. E 55% têm uma boa opinião dos democratas. Os eleitores que se dizem entusiasmados com o Partido Republicano – eram 17% – subiram para 25%. Ainda é cedo para dizer se estes números são permanentes, mas embora Obama tenha voltado à liderança das pesquisas, ainda está ali aparente um resultado positivo e relevante da escolha de Sarah Palin para vice.
♦ José Luis Zapatero manda informar que McCain demonstra a cautela necessária antes de decidir se deve se encontrar ou não com qualquer chefe-de-Estado.
♦ McCain, por sua vez, ou não lida bem com sotaques; ou não está ouvindo muito bem; ou não tem a mais vaga idéia de quem é Zapatero.
♦ A campanha Obama está com o seguinte anúncio no ar a partir de hoje:
♦ Pega em alguns pontos chave. O primeiro, para o norte-americano médio, é a raiva latente pelos altos salários de altos executivos no mercado atual, justamente uma época de crise econômica e muitas demissões. O segundo, que McCain – ao menos até há poucos dias – se mostrava contra qualquer tipo de intervenção no mercado.
♦ Um problema, aliás, que ambos os candidatos passaram a ter a partir de hoje: com a quantidade de dinheiro que o governo federal está derramando para segurar a crise, ninguém pode com sinceridade prometer cortes de impostos. No fim, o total da arrecadação federal terá de subir.
∞ ‘Tenho dificuldade de me preparar para o debate porque não sei o que ela pensa.’ De Joe Biden, candidato a vice de Obama, sobre o debate com sua adversária republicana. Será no dia 2 de outubro.
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Acho que biden não devia temer nada…afinal, ela não vai poder usar arma no debate, né?
Em caso de empate (na verdade, se nenhum candidato receber pelo menos a metade +1 dos votos do colégio eleitoral, cenário matematicamente possível apenas em caso de empate com dois concorrentes. Um terceiro candidato a conquistar votos no colégio elevaria muito esta chance) é mesmo o Congresso que define a eleição. Entretanto, a maioria democrata na Câmara não significa maioria nesta eleição. A eleição no congresso acontece num sistema em que cada estado tem direito a apenas um voto. Sendo assim, tem maioria quem tem o mair número de maiorias por bancada estadual. Caberia ao Senado (em sua totalidade) eleger o vice-presidente.
Melhorando o texto acima, que ficou muito truncado. O sistema é o seguinte: O Colégio Eleitoral elege o presidente e o vice-presidente. Em cédulas separadas. É eleito o candidato que obtiver, pelo menos, metade mais um dos votos do colégio. Caso esta maioria não seja atingida, a eleição do presidente passa à Câmara, e a do vice-presidente ao Senado. Entretanto, para avotação na Câmara, cada estado terá direito a apenas um voto. Sendo assim, o que determina a maioria não é o número total de deputados, mas o número de maiorias em bancadas estaduais na Câmara. Caso nenhum candidato obtenha a maioria na Câmara, realiza-se outro escrutínio, e assim sucessivamente até que se tenha um eleito. Numa eleição em que apenas dois candidatos têm chances de conquistas delegados no Colégio Eleitoral, o cenário de nenhum candidato atingir 50% mais um só é possível matematicamente em caso de empate.
Na última vez que a Câmara foi chamada a decidir uma eleição presidencial, em 1824, 4 candidatos conquistaram votos no Colégio Eleitoral. O mais votado foi Andrew Jackson, com 41% dos votos. Entretanto, na votação da Câmara, o eleito foi John Quincy Adams, filho do segundo presidente, John Andams. Quincy Adams recebeu 13 votos, dos 24 estados da união de então. Jackson recebeu 7. Em tempo, todos os 4 candidatos pertenciam ao mesmo partido: o Democrata-Republicano. A disputada eleição marcou a ruptura do partido, que dominava os EUA desde 1800, de suas cinzas surgiram o atual Partido Democrata e o Partido Whig, de vida curta (os Republicanos só surgiriam quase 30 anos depois). Nas eleições seguintes, em 1828, Andrew Jackson deu o troco e derrotou John Quincy Adams. Governou de 1829 a 1837, tendo sido reeleito em 1832.
O cara do REM disse outro dia:
“- Se Mccain ganhar, eu saio dos EUA.”
É bacana ver que alguns artistas se mobilizaram por uma guinada na politicagem norte-americana.
Espero que esta virada política não gere o que gerou-se aqui anos atrás.
Esses panacas (roqueiros, atores, etc.) vivem ameaçando sair dos EUA, e nunca saem. Ô raça!
Teve uns vinte que ameaçaram sair se o Bush se reelegesse… E ficaram… Aliás, quem se importa se eles saem ou não? Narcisismo é phoda…
Assim como os direitobas, torço por MacCain para enterrar de vez o imperio.Portanto, por motivos diferntes. MacCain me lembra Brejnev que com sua incompetencia destruiu a URSS. Leonid Brejnev teve que equilibrar a estagnação econômica com o crescimento das despesas militares para equiparar a URSS aos EUA. A produção de armamentos e a manutenção das tropas na União Soviética e nos países aliados são comumente considerados hoje como os responsáveis pelos grandes gastos do orçamento de então.
Por falar em debates e eleições, lembro da nossa, a do Brasil.
E declaro meu voto. Gabeira.
Declaro também que tinha decidido anular meu voto. Pular fora desse jogo imundo em que foi transformada a democracia em nosso país.
Até que escutei Gabeira dizer com todas as letras, alto e bom som, que a politica carioca estava sendo dominada por matadores.
Vou repetir, matadores.
Ora, não se pode abandonar a coragem.
É isso aí.
abs a todos,
ma
.
Joe Biden versus Sarah Pailin.
Será um debate interessante.
Biden até agora invisível vai se materializar pela primeira vez na campanha.
Aguardem mais um livro de blogueiro:
“Manual de estilo para um jornalismo de aluguel”. O autor é um experiente editor de press releases e blogueiro chapa branca bem sucedido.
Em Mossoró (RN), o Presidente Lula disse:”Se os adversários estão preocupados porque as coisas estão dando certo esperem para ver o que vai acontecer nesse pais até 2010, depois do pré-sal, do trem-bala, depois das obras do PAC estarem todas concluídas.”
Vamos fazer uma vaquinha para mandar Mr. X , frangão e et caverna para o USA.
Bom….o Lula sonha pacas….eu prefiro ver as pessoas não passarem fome e com esperança de conseguir emprego e moradia…e conseguindo!
Lula fez isso…mas “menas” tio lula na fanfarronice!
até porque instiga essa direita magra e choramingona!
Epicuro,
Faço idéia de quem é esse manual. É daquele que espalha notícia sem checar e ao ser desmentido diz, com uma cara de pau única, que a sua denúncia evitou que a notícia acontecesse. É o rei da farsa!
Eleições aonde? EUA? onde diabos fica essa cidade?
Eu por aqui tenho mais é que me preocupar com os 3.925 eleitores do meu sertão e re-eleger a Prefeita.
Desculpem se eu não posso perder tempo com assuntos menores tipo este tal de Macain e o tal de Obama ( aliás, nomezinho lazarento de feio este “obama”. Tá mais prá nome de pai de santo…)
Cheguei e já vou. Tô moídaço.
Queria que os Obamistas se posicionassem a respeito da Igreja queimada no Quênia pelos seguidores do primo do Obama. É bom lembrar que Obama foi até o Quênia apoiar a candidatura de Raila Odinga, o homem que justificou o massacre de Eldoret , onde mais de 50 pessoas, entre elas mulheres e crianças foram queimadas vivas…
(http://kenyangenocide.blogspot.com/2008/01/raila-odinga-defends-eldoret-massacre.html)
Depois, gostaria tb da opinião dos Obamistas brasileiros sobre o vigarista sírio Tony Rezko, o mais ativo coletor de fundos das suas campanhas e hoje condenado por 16 crimes.
http://abcnews.go.com/Blotter/Story?id=4111483
Depois, tb gostaria da opinião de vcs sobre o processo que um membro do partido democrata moveu contra Obama, de falsidade ideológica, por ter apresentado uma certidão de nascimento obviamente forjada.
http://www.obamacrimes.com
Por fim, já não custa opinar também sobre a amizade de Barak Hussein com o maluco-proto-terrorista Louis Farrakhan, aquele segundo o qual “o judaísmo é a religião do esgoto”.
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/01/14/AR2008011402083.html
Vejam que as fontes não são de links conservadores. Tem Washington Post. ABC News e um blog com um vídeo do programa Hard Talk da BBC, sobre o massacre à Igreja de Elmert.
Tantas denúncias sérias sobre Obama, e vcs acham mais legal falar da filha de Sarah Palin, ou da sua inexperiência; ou de McCain e a sua aproximação com George Bush, ou ainda da lista falsa de livros banidos da biblioteca por Sarah Palin.
É nojento o que vocês fazem por uma idolatria absurda por um candidato a uma eleição que não é da nossa conta.
Interessante: no Intrade (mercado de apostas ou prediction market), as ações de Obama estão caindo e as de McCain subindo:
http://www.intrade.com/
Pelos comentários acima do colega de palpites Ronald, acho que o sobrenome dele é Reagan. Desencarna, fantasma!
Mr. X, apesar da memória privilegiada, esqueceu de falar do batalhão de grandes empresários brasileiros que afirmaram que teriam de deixar o país caso Lula fosse eleito, tal o desastre que se seguiria. A economia do Brasil vai muito bem, obrigado, e os empresários, docemente constrangidos, continuam no Brasil e cada vez mais ricos.
Quanto às pesquisas emboladas lá nos EUA, isto demonstra apenas o óbvio que eu repito aqui de foram, reconheço, cansativa. Não há maiores diferenças entre Obama e McCain.
Se Obama vencer, os EUA não vão sair do Iraque, pela simples razão de que eles foram lá para ficar. Eles invadiram o Iraque pelo petróleo e vão ficar lá pelo petróleo. Nem o presidente nem os congressistas estadunidense têm independência suficiente para contrariar os interesses das grandes empresas que os elegem. Sairão só quando forem vencidos, como no Vietnã. Quando e se isso vai acontecer eu não tenho a menor idéia, mas nada vai mudar no Iraque por vontade de Obama ou McCain. Nem no Afeganistão.
Quanto à economia estadunidense, é óbvio que a lambança decorre de terem liberado geral a roubalheira. Apenas não devemos confundir o socorro às financeiras falidas com socialismo. Nem mesmo com o New Deal do velho Roosevelt. Roosevelt fez o New Deal para gerar empregos, ou seja, para o povo. A “intervenção” atual salva apenas as empresas financeiras, com dinheiro do povo estadunidense. As conseqüências ruins que advêm da crise cairão apenas sobe o povo, os executivos e os grandes investidores que geraram a crise saem satisfeitos e com a conta bancária intacta. Qualquer semelhança com o Proer do iluminado Fernando Henrique Vaidoso não é mera coincidência. O povo, mesmo sendo o estadunidense, perde dos dois lados.
Ronald, li os links que vc colocou.
Como entusiasta do senador democrata, faço meus comentários.
1. A campanha de Obama recebeu dinheiro de um escroque? Parece bastante claro que sim. O que obviamente não é algo do que se orgulhar. Contudo, a justiça americana não condenou Obama em função disso. Não há crime algum nisso.
2. A fonte que vc linkou não é parcial. É um site feito por republicanos que tem claramente o objetivo de torpedear a campanha de Obama. Mas, para além disso, fica a pergunta: o país com a maior tradição democrática do mundo não possui uma imprensa e uma justiça atuante? O ônus da prova, vc sabe, cabe a quem acusa. Se Obama não é mesmo cidadão americano, como é que até agora não se conseguiu uma prova irrefutável disso? Como é que até agora as suspeitas não levaram a abertura de um processo investigativo OFICIAL? Parece-me o seguinte: que se até agora tal processo não foi instaurado é porque as autoridades competentes não reconhecem motivo suficiente para fazê-lo. Se este episódio cheirasse mais a denúncia séria do que a conspiração mirabolante (e baixa), você não acha que a justiça americana já teria se levantado e agido com rigor? A possibilidade de um presidente não-americano governando o país é séria demais para ser encarada com desleixo.
3. No link que vc colocou não há nada que mostre a “amizade” de Obama com o louco do Farrakhan. Há uma conexão entre o reverendo Jeremiah e o Farrakhan — mas amizade de Obama com este último, não vi escrito em lugar nenhum.
De minha parte, não vai nenhuma idolatria absurda em relação a Obama. Sou um pouco cético, aliás. Mas acho que ele, apesar da relativa inexperiencia, pode ser um bom presidente para os EUA.
Saudações democrat(ic)as,
ACT
Ah, sim: não consegui vizualizar o link sobre o massacre no Quênia. Vc não teria nenhuma notícia de jornal sobre o assunto?
abs,
ACT
Um barato o tio sam agora com a ruína financeira…
http://backspace.com/notes/images/uncle_sam.jpg
12…porque me ufano de meu pais…..
Mas aqui cabe um parentesis, pois ao contrario dos esquerdistas, que torcem para o pais ir a bancarrota para apressar a “revolução”, eu torço por meu país APESAR do Lula, o que quer dizer que eu torço para que o paraolimpico do planalto acerte e aprenda. Só alienado para não saber que o discurso dele mudou desde que asumiu, desde que passou a perna no PT.
Para mim a economia saudavel é mil vezes mais importante que o presidente eleito.
Se o lula acertar, bato palmas, mas temo que ele enveredará para o bolivarismo chavista.
Antônio, você leu mesmo?
“A fonte que vc linkou não é parcial.” Não? Quer dizer que um membro do PARTIDO DEMOCRATA processa o Obama, coloca a cópia da petição na internet e a fonte não é parcial? É coisa de um republicano disfarsado? A defesa de Obama tem até o dia 24 para se manifestar sobre o caso na Justiça.
Nos EUA ninguém é obrigado a nostrar o RG, como é aqui no Brasil. É uma coisa sério de quem pretende analisar os EUA: sempre ver as coisas da ótica Brasileira.
O interessante é que surgiu o rumor que Obama Não teria nascido nos estados unidos, o que o impediria à candidatar-se à presidente. O site oficial da campanha, postou uma cópia da certidão de nascimento afim de acabar com o boato. Eis que um especialista forense analisou o arquivo e garantiu que era falsa. Por isso teve a casa apedrejada:
(http://atlasshrugs2000.typepad.com/atlas_shrugs/2008/07/atlas-exclusive.html)
Ah, esqueci, a fonte não é confiável, né? Mas me diga, então, porque a certidão fake foi retirada do site oficial da campanha de Obama? Porque uma coisa tão elementar que poderia facilmente ser desmentida com a certidão ORIGINAL? Cadê a certidão ORIGINAL do Obama?
O envolvimento com o Farrakhan, procure saber quem é Michael Pfleger e quantos mil dólares o Obama conseguiu destinar a sua Igreja, onde Farrakhan é o principal orador e apoiador da campanha de Obama.
Depois aproveite e faça uma pesquisa sobre as arrecadações da campanha de Obama. Principalmente a maioria, que vem da internet sem apontar a origem. Não custa lembrar que Obama devolveu o dinheiro que o Hamas mandou para a sua campanha. O Hamas vota em Obama…rs
Agora, a quem recebe dinheiro pela internet sem revelar a origem, pq não pegar um dinheiro de um escroque? Afinal, não é crime, não é mesmo? Só porque o cara foi condenado por 16 crimes, não poderia ter dinanciado as campanhas do Obama ao Senado quando ainda não havia sido preso? Talvez crime de verdade seja ter uma filha mãe-solteira, não é mesmo?
O caso do Quênia é só colocar Riila Odinga no google ou no youtube para conhecer o cidadão que Obama apoiou no Quênia.
http://chicagoagainstobama.files.wordpress.com/2008/06/obamaodinga.jpg
Agora uma coisa eu concordo, Antonio. Como um país como os EUA permite que coisas absurdas dessas aconteça ? A que ponto chegou a obama mania.
Como eu sei que vcs são preguiçosos:
BBC: Odinga e o caso da igreja queimada com gente dentro pelo seu pessoal: ele tem a cara de pau de dizer: não sabíamos que havia mulheres e crianças lá dentro, queríamos pegar os dissidentes, por isso queimamos a igreja…, PQP!
http://news.bbc.co.uk/2/hi/programmes/hardtalk/7193658.stm
Após massacre em igreja, mortos no Quênia já chegam a 250
http://www.estadao.com.br/geral/not_ger103196,0.htm
Cinqüenta são queimados vivos dentro de igreja no Quênia
http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI2191241-EI294,00.html
Este é o primo de Obama. Este é o homem que ele apoiou para ser presidente.
O meio-irmão de Obama, vcs já sabem, né? É favelado no Quênia… e tem gente que ainda acredita que um cara que sequer ajuda o meio-irmão a sair da favela, está muito preocupado com o trabalhador, com os “pobres” americanos.
guerra para roubar petróleo,
genocídio,
tortura,
neoliberalismo desvairado e ruína financeira…
…tudo para satisfazer uma diminuta minoria inescrupulosa.
fala a verdade tio sam… valeu a pena?
http://www.inkymess.com/imgs/inkings/UncleSam.gif
simancol geral!
Sabe, Ronald, eu tenho uma certa versão a teorias conspiratórias. De qualquer espectro ideológico.
1. Pode ter sido um democrata a fazer a denúncia? Sim. Mas está num site contra Obama. Mas isso, sinceramente, não importa. O que importa é que, segundo vc falou, Obama tem até o dia 24 para apresentar sua defesa na justiça. Aí veremos. Se a justiça dos EUA entender que Obama não é cidadão americao, você terá razão, e eu te agradecerei por haver me chamado a atenção sobre isso (e Obama não poderá ser eleito presidente). Caso contrário, vc terá que reconhecer que trata-se apenas de mais uma das tantas mentiras baixas que os republicanos vêm contando sobre Obama. Ou então vc poderá aproveitar para iniciar outra teoria da conspiração maluca: a de que o poder judiciário dos EUA é obamista desde nascença…
2. A campanha de MacCain também não arrecada pela internet?
3. Vc é quem acusa. Portanto, o ônus da prova cabe a você. É assim que funciona em um sistema democrático, caso vc não saiba — não tem nada a ver com preguiça. Digo isso porque vc me mandou pesquisar quem é Michael Plfeger, a fim de saber como é a tal “amizade” de Obama com Farrakhan. Não, meu caro, cabe a você fazer isso. Repito, pois: me mostre artigos de jornal que demonstrem esta amizade entre Obama e Farrakhan. Não é pedir demais, dado que vc parece saber tudo sobre o assunto. Tenho certeza de que, como vc já leu inúmeros artigos na imprensa sobre este escândalo, não terá dificuldades em linkar duas ou três matérias.
4. Pela mesma razão, mostre-me algo que tenha saído na imprensa que mostre que Obama apoiou o tal do Raila Odinga. Não interessa aqui as atrocidades que este sujeito cometeu. O que interessa, na sua acusação, é a relação entre Obama e ele. Você acusa — você fornece as provas que sustentem sua acusação. Por favor, não vale um link de um site “chicago contra Obama” que mostra uma foto (ainda mais em tempos de photoshop…) Conteúdo de imprensa, meu caro, é o mínimo que se pede.
5. O argumento sobre o meio-irmão de Obama é tão tacanho e pequeno que, em respeito aos demais leitores deste espaço e pelo bem da conversa, ignoro-o e sigo em frente.
6. No final do seu comentário, vc toca no ponto principal, e que sugere uma situação curiosa. Normalmente, os conservadores, e acho que vc se encaixa neste perfil, são os primeiros a exaltar as virtudes da América: que é o país da democracia, o país da igualdade, o país da liberdade, o país onde as instituições que garantem o bom funcionamento de tudo isso operam com eficiência e vigor: a justiça, a imprensa, as associações políticas e civis. (Diagnóstico, aliás, com o qual eu concordo, em grande parte.) Mas repare: as denúncias que você levanta, as acusações que você coloca, pressupõem exatamente o contrário disso. Pressupõem uma imprensa cega e comprometida ideologicamente. Pressupõem uma justiça que não vigia, que não trabalha, que não faz o seu dever. Pressupõem, em suma, que as instituições que servem de sustentação ao regime democrático tenham perdido a eficácia. Ou seja, a “Obama mania” as teria colocado numa espécie de torpor, de sono paralisante.
7. E porque isto é uma situação curiosa? Porque eu, que simpatizo com os democratas, critico Bush e o apetite imperialista da América, simplesmente não consigo ver as coisas deste modo. Em meus olhos, as instituições que garantem o bom funcionamento da democracia norte-americana continuam sendo motivo de inveja para nós, brasileiros.
Abraço,
ACT
Antonio, aí vão os links que vc me pediu… quer dizer, exigiu (todos de sites de jornais):
Sobre o meio-irmão favelado de Obama que você fala que não passa de um argumento tacanho e pequeno:
Barack Obama lost brother found in Kenya
(Daily Telegraph - Inglaterra, por isso não é jornal republicana):
http://www.telegraph.co.uk/news/newstopics/uselection2008/barackobama/2590614/Barack-Obamas-lost-brother-found-in-Kenya.html
Sobre o apoio de Obama a Obinda:
Senator Obama rebukes Kenya’s corruption
Chigago Sun Times
http://www.suntimes.com/special_sections/obama/37952,CST-NWS-sweet29.article
Depois de chamar o adversário de Odinga de corrupto, preste atenção no último parágrafo: “Appears with candidate
Obama appeared with opposition leader Raila Odinga — a Luo running for president — at stops on Saturday in his father’s native district.”
The Kenya Connection - NY Sun
http://www.nysun.com/opinion/kenya-connection/69273/
(detalhes da ligação com o Orange Party do Odinga)
Raila Factor in Obama Contest
http://allafrica.com/stories/200805190607.html
(Dizendo que há uma conspiração conservadora para fazer Odinga parecer um genocida e atrapalhar Obama, que tem boas relações com ele)
Depois, o processo em relação à certidão de nascimento do Obama, corre como crime de o que aqui nos EUA é “forgery”, aí no Brasil seria falsificação e documento.
A questão é: ele apresentou documento falso no site oficial da campanha (sabe-se lá o porquê). Mas, é bom considerar que havia rumores dele não ter nascido nos EUA e mesmo recorrendo à cidadania (afinal a mãe é americana e dá a ele este direito), para concorrer à presidência ele teria que ter vivido no país há um tempo mínimo que agora não lembro qual é, e depois de perder tempo buscando links para provar que vc é preguiçoso, vai me dar um desconto nessa falha.
Já aviso que aguardo suas desculpas pelas bobagens da sua última postagem.
OK, esqueci do Farrakhan. Mas vale lembrar que a acusação de Obama ter como apoiador da campanha os malucos Farrakhan e Jeremiah Wright, foi briga democrática. Quem jogou tudo isso no ventilador foi a campanha da Hillary. Aí Hussein Obama titubeou mas no final acabou recriminando os pastores que fizeram parte da sua vida espiritual durante 20 anos:
Mais links de “jornais”… afinal, é o mínimo que se pede, não é mesmo?
Here it goes…
Obama’s Farrakhan Test
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/01/14/AR2008011402083.html?hpid=opinionsbox1
(Washington Post)
Why Obama ‘denounced’ Farrakhan
http://www.suntimes.com/news/mitchell/821131,CST-NWS-mitch02.article
(Chigado Sun Times)
Obama Decries Farrakhan Statements
http://blog.washingtonpost.com/the-trail/2008/01/15/obama_decries_farrakhan_statem_1.html
(Washington Post)
Já que meus pés estão na lama:
Rev. Michael Pfleger, the Latest of Barack Obama’s Scary Friends
http://www.associatedcontent.com/article/794481/rev_michael_pfleger_the_latest_of_barack.html
Obama ‘Disappointed’ by Pastor’s Remarks That Were Critical of Clinton
http://thecaucus.blogs.nytimes.com/2008/05/29/obama-apologizes-for-another-pastor-critical-of-clinton/
(New York Times)
Min. Louis Farrakhan visits Father Michael Pfleger
http://dallassouthblog.com/2007/05/30/min-louis-farrakhan-visits-father-michael-pfleger-and-st-sabina/
Engraçado que o Obama só ficou decepcionado ou se deu conta que não compartilha das mesmas idéias que seus guias espirituais há mais de 20 anos, quando a coisa passou a ser um empecilho a sua candidatura. Vale lembrar que a Igreja do sr. Pfleger recebeu umas verbinhas governamentais trazidas pelo Senator Obama.
Calma que ainda tem mais:
Donald Warden, que agora se chama Khalid Abdullah Tariq al-Mansour, financiou os estudos de Obama em Harvard. Depois que islamizou fundou o grupo terrorista Panteras Negras e prega que o governo americano planeja matar todos os negros no livro Betrayal by Any Other Name
http://www.investors.com/editorial/editorialcontent.asp?status=article&id=305508174916939&secid=1501
Por fim, temos o senhor Tony Rezko, condenado por dezesseis crimes, e o coletor de recursos para as campanhas Obamistas
http://abcnews.go.com/Blotter/Story?id=4111483
Obama só tem amigo gente fina!
PD, libera o comentário, por favor…
abs,
ACT
Ronald,
Acomode-se bem na cadeira. Este post vai ser longo.
1. Sobre a falsificação do documento
Ok, desculpo sua preguiça em pesquisar artigos na imprensa que falem sobre isso. Não tem problema. Até porque, como vc mesmo falou, Obama tem até o dia 24 para se defender da acusação. Veremos o que a justiça americana dirá.
2. Sobre o “apoio” de Obama a Odinga
O primeiro link é um artigo de 29 de agosto de 2006, escrito pela colunista Lynn Sweet, no Chicago Sun Times. A colunista informa que Obama havia criticado o governo. E que, na sequência, Obama teria aparecido com o líder da oposição, Odinga. Eis o trecho final:
“Obama appeared with opposition leader Raila Odinga — a Luo running for president — at stops on Saturday in his father’s native district. Mutua, in the CBS2 interview, said Obama may have been caught up in ethnic politics with Odinga “using Sen. Obama as his stooge, as his puppet.”
Repare: a colunista informa que o porta-voz do governo, Alfred Mutua, afirmou que Odinga estaria usando Obama como seu “stooge”. Como não sabia o que era “stooge”, fui procurar no dicionário:
Stooge: [informal] Someone who is used by someone else to do something unpleaseant, disonest or illegal – used to show disapproval.
O que quero destacar é que, apenas com base neste artigo, não ficamos sabendo qual a natureza da relação entre Obama e Odinga, para além de um parentesco distante. Aliás, o próprio porta-voz do governo do Quênia afirma que Obama poderia estar sendo “usado”, de uma maneira desonesta.
O segundo link é um artigo assinado por Daniel Johnson, colunista do New York Sun. Johnson expõe todos os podres de Odinga: que é um ex-comunista, que fez um pacto com uma organização islâmica no qual se comprometeu a decretar uma sharia, caso fosse eleito. Ou seja, o diabo em pessoa.
Você afirma que o massacre da igreja foi perpetrado pelo pessoal de Odinga, o que aliás parece bastante plausível. Mas daí a inferir que o próprio Odinga teria ordenado o ataque vai uma distância. É o próprio Daniel Johnson quem diz: “Whether Mr. Odinga has ordered his men to commit murder and arson is unclear.”
Mas eu gostaria de destacar 3 passagens do artigo do Johnson:
“If He [Obama] has been putting tribal or family considerations above America’s national interest by supporting Mr. Odinga’s anti-Western candidacy, it raises serious questions about his judgement.”
“Even more serious are the doubts raised by Mr. Obama’s attitude toward Islam, which has so far received much less scrutiny than might be expected in a post-September 11 presidential election.”
“If Mr. Obama did not know about Mr. Odinga’s electoral deal with the Kenyan Islamists when he offered his support, then he should have known. If he did know, then he is guilty of lending the prestige of his office to America’s enemies in the global war on terror. We need to know exactly what Mr. Obama knew about Mr. Odinga, and precisely when he knew it.”
Veja: a primeira passagem começa com um “se” – se de fato Obama apoiou um regime que é contra o Ocidente, então seu discernimento deve ser questionado. A segunda passagem fala em “dúvidas sobre a atitude de Obama em relação ao islamismo”. A terceira passagem também levanta dúvidas: o colunista se pergunta se Obama sabia ou não das alianças islâmicas de Odinga. E termina dizendo que “nós precisamos saber exatamente o quê Obama sabia sobre Odinga, e precisamente quando ele soube disso”.
Tenho dois comentários a fazer.
O primeiro é que, obviamente, trata-se de material veiculado na imprensa – mas escrito por colunistas. E, como vc certamente sabe, colunistas têm uma margem de manobra muito maior naquilo que escrevem dentro de um jornal ou de uma revista. Um americano que decida conhecer mais sobre a política brasileira chegará a conclusões completamente distintas se ler Reinaldo Azevedo ou Mino Carta. Desnecessário me alongar mais aqui: como vc é um sujeito inteligente, deve ter entendido o ponto.
Mas o que eu acho realmente espantoso é que, sob a sua ótica, aquilo que é apenas uma dúvida, uma suspeita, um questionamento, se transforma automaticamente num fato irrefutável – “Obama sabia de todas as canalhices de Odinga, mas apoiou ele mesmo assim”.
E quais as provas irrefutáveis (do fato irrefutável) que vc apresenta? Artigos de colunistas que não fazem mais do que levantar dúvidas, suspeitas e questionamentos!
É um modus operandi muito peculiar, este seu.
3. Sobre o reverendo Jeremiah e Farrakhan
O primeiro artigo, que vc já havia linkado anteriormente, é do colunista Richard Cohen, do Washington post. Nele, como eu já havia indicado anteriormente, não ficamos sabendo de nada que indique a “amizade” que vc afirma haver entre Obama e Farrakhan. Aliás, o Cohen até chega a dizer o seguinte: “I don’t for a moment think that Obama shares Wright’s views on Farrakhan”.
Contudo, qualquer pessoa com bom senso irá reconhecer que a história do reverendo Jeremiah é esquisita. Vc tem um ponto quando diz que Obama só foi se afastar do Jeremiah quando isto se revelou um incômodo para sua candidatura. Eu apenas discordo do passo seguinte que vc dá: o famoso “diga-me com quem tu andas e eu direi quem tu és”. Não creio que Obama compartilhe das visões do reverendo quanto às questões raciais.
4. Sobre Khalid Abdullah Tariq al-Mansour e Obama
Vc afirma que “Khalid Abdullah Tariq al-Mansour financiou os estudos de Obama em Harvard” e, como prova disso, linka um site de investidores (???!!!!). Mas tudo bem. Releia o seguinte trecho do artigo:
“What did this radical extremist see in young Barack Obama that he would seek to sponsor and perhaps finance Obama’s education? Obama says he paid his way solely through student loans. How did they meet? Where did the money he raised come from? Now that we know who the father of Bristol Palin’s baby is, maybe the mainstream media will have time to find out.”
Ora, a passagem fala “perhaps finance Obama’s education”. Perhaps, em inglês, significa “talvez”. Expressa, no caso, um sentimento de dúvida. Dúvida esta que é reafirmada na última frase – “talvez a mídia mainstream tenha tempo para descobrir…”.
Ou seja, vc repete mais uma vez o modus operandi que eu identifiquei: 1) lê um artigo que levanta uma dúvida; 2) transforma automaticamente esta dúvida numa certeza, e, consequentemente, numa acusação; e 3) quando questionado sobre a sua certeza, usa o artigo que levantou a dúvida como uma suposta “confirmação” daquilo que está acusando.
Eu realmente não entendo como vc pretende entrar num debate inteligente utilizando esta lógica.
Grande abraço,
ACT
Ronald,
Acabo de ver o debate entre Obama e MacCain.
E não consigo deixar de pensar numa coisa: se estas suspeitas cabeludas que pesam sobre Obama são realmente dignas de crédito, então porque MacCain não mencionou umazinha sequer?
Porque MacCain perdeu a oportunidade de bombardear seu adversário com questões relacionadas à política externa (a relação com Odinga)?
Isto não faz sentido algum para mim.
ACT
Antonio, fico me perguntando o mesmo quando Alckmin enfretava Lula e sequer toca no assunto Foro de São Paulo. Ah, sim, assunto proibido aqui porque o Doria acha que o Foro não é importante. Chefes de estado se encontram, definem estratégias, mas não é importante. Vejamos o que dá essa investida de Chavéz com os Russos… mas é outra história.
Enfim, qualquer imbecil sabe que se eu mantenho relações durante vinte anos com alguém, ainda mais este alguém sendo o meu pastor na Igreja e ter além de me casado, ter batizado minhas duas filhas, é totalmente inválido o argumento de que “eu não conhecia as opiniões do meu pastor sobre este assunto”. Em vinte anos, eu nunca o ví dizer isso e além disso eu nem estava na Igreja naquele dia. Aï, pipocam testemunhas que dizem, ele estava e tem mais: não foi a primeira vez que o pastor disse aquelas coisas.
PORÉM, O MAIS IMPORTNTE É LEMBRAR QUE TODAS ESSAS DENÚNCIAS FORAM LEVANTADAS PELOS DEMOCRATAS PARTIDÁRIOS DA HILLARY. TODAS DENÚNCIAS DA ÉPOCA DAS PRÉVIAS. Aliás, nas prévias, Obama perdeu todos os debates, mesmo assim, conseguiu a indicação. Um mau presságio!
Enfim, acredite no que quiser, é teu direito.
Agora, quanto às denúncias, é OBVIO que são suspeitas, porca miséria! Não sou policial, não sou da CIA, nem da ABIN e não sou tribunal, tampouco americano. Quem deve apurar essas coisas são eles, não eu.
O mais engraçado é que primeiro questiona a veracidade das informações dos sites conservadores (todos rumores DEMOCRATAS, suspeitas que não tiveram provas conclusivas). Depois, que os jornais têm “colunistas”. Ora, então em quem você acredita piamente? No New York times que negou a publicação de um artigo do McCain sobre o Iraque, justificando que ele falava mal do Obama, quando Obama o esculhambava em artigo anterior?
Sinceramente não sei o que você quer? A você todas as denúncias são coisas dos republicanos (inclusive um processo aberto por um membro do PARTIDO DEMOCRATA). Claro que no meio do caminho tem alguns excesso, mas vamos comparar: o probema da Sarah Palin é ter uma filha mãe solteira. E o McCain? Ter votado projetos propostos por Bush?
Do outro lado temos Obama com todos os escândalos antiamericanos, religiosos, fraudulentos, amigos corruptos, antisemitas, terroristas (não custa lembrar o caso Ayers). Enfim, nada disso explicado devidamente e todos CONFIRMADOS como relações íntimas com Barack Hussein Obama.
E tudo isso é uma besteirinha que ninguém leva a sério, só pessoas assim como eu, que vêem teorias da conspiração por todos os lados.
A coisa é assim: não se pode falar mal do Obama, tadinho. Ele anda pra lá e pra cá com toda essa gente legal e acaba com Odinga, xingango o seu opositor de corrupto e tal. No final, em defesa de Obama apegam-se numa palavrinha: “stooge”.
Ok, então isso apenas prova a teoria do McCain: Obama é muito ingênuo para ser presidente. É usado por um ditadorzinho africano, imagina o que o Putin faria com ele…
Depois, em entrevista à BBC (vá lá assistir, pasosu o link), Odinga não nega que o seu pessoal ateou fogo na Igreja, mas apenas lamenta por eles não saberem que haviam mulheres e crianças. O apresentador quase cai da cadeira quando Odinga não se põe contra e nem se arrepende do ato (queimar dissidentes), só lamente que isso tenha custado a vida de mulheres e crianças. O Ato em si é justificável, não é mesmo? Porca miséria!
Tudo isso para ser contra o Bush. Mas há de se admitir que com toda a propaganda contra, mesmo com todos os erros estratégios, a política exterior de Bush obteve sucesso. Manteve o EUA livre de ataques terroristas ao mesmo tempo que desmantelava as organizações, isto, McCain apontou, porque não é nada mais do que a verdade, enquanto Obama mentia sobre o poder da Al Quaeda estar maior do que na época do 11 de setembro, quanta bobagem.
Só mais uma coisa:
Lê-se artigo e levanta-se uma dúvida. Esta dúvida permanesse porque não há nada que a contradiga. ALiás, tal dúvida tranaforma-se em uma suspeita com alto grau de probabilidade.
Não trato tais suspeitas como certezas. A única certeza é que tais suspeitas estão de fora da mainstream media. Somente isso. Enquanto todos importam-sem com a filha da Palin e com a denúncia falsa dos livros que ela teria banido da biblioteca de Wasilla (que a campanha de Obama ajudou a difundir e nem pediu desculpas quando revelado que era uma mentira descarada). Ou então, com a demissão do chefe de polícia que fora seu conparente, mas a razão da demissão foi que ele usava armas não letais nos filhos. Isso tudo é importantíssimo, são suspeitas aceitas pelo mainstream media.
Agora, as ligações íntimas de Obama com esse pessoal da pesada, Wright, Farrahkan, Rezco, Odinga, Bill Ayers, sequer são discutidas.
Mas com internet, não faltam informações sobre os casos.
Enfim, é a prova de que os Estados Unidos abrasileirou.
Ou seja, vc repete mais uma vez o modus operandi que eu identifiquei: 1) lê um artigo que levanta uma dúvida; 2) transforma automaticamente esta dúvida numa certeza, e, consequentemente, numa acusação; e 3) quando questionado sobre a sua certeza, usa o artigo que levantou a dúvida como uma suposta “confirmação” daquilo que está acusando.
http://br.youtube.com/watch?v=PqS4KMltZ9w
http://www.youtube.com/watch?v=D1ECnQ5EOWg
Ronald,
Folgo em saber que nosso debate serviu para alguma coisa. Antes, vc AFIRMAVA o seguinte:
“amizade de Barak Hussein com o maluco-proto-terrorista Louis Farrakhan”
“Khalid Abdullah Tariq al-Mansour, financiou os estudos de Obama em Harvardser presidente.”
“… amizade de Obama com Odinga”.
“apresentado uma certidão de nascimento obviamente forjada”
Agora, vc coloca as coisas em termos diferentes, e mais sensatos:
“quanto às denúncias, é OBVIO que são suspeitas, porca miséria!”
É uma mudança e tanto, e alegro-me que vc pense assim. Contudo, leio na sequência que vc ainda acredita que tais suspeitas têm um “alto grau de probabilidade”.
E aí eu volto com a questão que vc deixou sem resposta: se as suspeitas têm realmente este “alto grau de probabilidade” de serem verdade, e se MacCain é este político experiente e tarimbado, então por que ele não torpedeou Obama durante o debate? Porque MacCain não lançou mão de uma — umazinha — suspeita sequer?
Já que vc não encontra explicação, eu sugiro uma.
MacCain não fez isso porque sabe que acusar sem ter provas é um crime, porque sabe que há um limite até para a mentira e a baixaria. Porque uma coisa eu te garanto: MacCain não hesitaria em usar uma arma de peso contra Obama. Pensar o contrário é pensar que MacCain é um trouxa despreparado, que não sabe como e aonde atacar um adversário.
Mas ao invés de reconhecr isto, vc prefere se ater às suas teorias da conspiração.
Prefere acreditar que os Estados Unidos “abrasileirou”.
Prefere crer que a mídia e a justiça do país mais democrático do mundo estão unidas numa conspiração vermelha-esquerdista.
Então, se é assim, eu só posso me despedir deste debate com um conselho.
Olhe debaixo da cama, dentro do armário. Pode haver um comunistão lá.
E se tiver filho pequeno em casa, cuidado!
Eles comem criancinhas.
ACT
Na minha opinião Barack Obama não é americano, sim um mulçumano, vide o certidão de nascimento falso. Sua inteligencia maligna é que está colocando a sub-classe americana aos seus pés. Logo ele irá mostrar o verdadeiro ser quando alcançar o poder. Ele prega o fim da nação mais poderosa do mundo. Colocará os piores inimigos num posto avançado de aliados e por si só se voltará contra Israel, nação de Deus, povo de Deus. Osama é amigo de terroristas islamicos e comunistas como o bandido Chavez e outros vermes vermelhos. Barack será o processo de morte dos EUA e de seus compatriotas imbecis. Acredito que ele seja o próprio anti-cristo.