A maior intervenção no livre mercado da história
A SEC, que monitora o mercado de capitais nos EUA, proibiu a short sale de 799 ações diferentes de empresas financeiras*.
O Tesouro garantiu os fundos de mercado conservadores em até 50 bilhões de dólares. Dinheiro de muita gente na classe média está nisso e estes são investimentos considerados seguros. A iniciativa tem por objetivo impedir que pareçam ameaçados para conter uma corrida aos bancos lá na frente.
O governo está discutindo como criar uma instituição que forneça capital para instituições financeiras em risco.
Segundo o senador democrata Cristopher Dodd, o pacote de ajuda pode chegar a 1 trilhão de dólares. Certamente será de pelo menos meio trilhão, já que por menos do que isso não dá para conter a derrama, informa a Economist.
O governo republicano de George W. Bush produzirá a maior intervenção no livre mercado da história.
(E os liberais estão quietinhos, fingem que não é com eles. Livre mercado só é bonito quando o sistema não está entrando em colapso por inteiro.)
* Atualização – Credum Fas corrige nos comentários, e bem, a versão anterior deste post. Short sales é o processo pelo qual um investidor pega emprestado ações de outro, vende (preferencialmente na alta) e compra algumas horas depois (na baixa), pagando um percentual do lucro àquele de quem pegou emprestado. Como estava no post original, ficava parecendo que a iniciativa tirava agilidade do mercado. Não é isso. Ela coíbe especulação com o papel de empresas do setor financeiro permitindo que só se possa vender aquilo que de fato se possui.
Atualização 2 – Outro que questiona os conhecimentos econômicos cá deste blogueiro é o leitor Boo, também nos comentários. É importante lê-lo. Não entra, aqui, nenhuma pretensão de compreender economia profundamente. Bem o contrário, que fique claro a todos os leitores. Recomendo o blog do mestre José Paulo Kupfer. No entanto, quem está chamando esta de a maior intervenção no mercado da história é toda a imprensa norte-americana. Os liberais argumentam que o desastre que tornou a intervenção necessária nasceu quando o FED intercedeu nos juros anos atrás. Outros economistas dizem que o desastre teve início quando o governo começou a podar as várias regulamentações que punham o mercado nos trilhos. Ficarão batendo boca, certos de suas razões, até o fim da história. Enquanto isso, o governo republicano acaba de promover, pois é, a maior intervenção no livre mercado da história.
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Só digo uma coisa. Leiam Thomas Sowell, o negão anti-Obama. E grande economista.
negativo, PD, esse crash só ocorreu porque o governo bancava créditos podres, e até obrigou bancos a emprestarem dinheiro para maus pagadores. Deu aval para essas operações de risco e agora ou honra o aval ou o mundo quebra.
ah, é claro que os liberais (direita free market) entraram na jogada e ganharam dinheiro, sem pruridos, aí a crítica é válida, pois moralmente estão em cima do muro.
Humm.. nada demais… o Bush imitou o PROER do FHC!
E o neoliberalismo vai por água abaixo…
Chafurdou e precisou de trator de esteira pra tirar a “vaca” do brejo.
Quando o FED baixou os juros, para compensar a baixa de consumo pós 9/11 interviu na economia.
(Essa conversa de livre mercado é só conversa mesmo).
Depois da retomada de crescimento, o FED se deu o luxo de aumentar os juros novamente, e fodeo com tudo. A inadimplência imperou.
Será que os liberais aprovaram a interferência do FED no início da lambança?
Esse negócio de estado mínimo sempre foi balela. A verdade é que existe é uma luta pelo controle do estado.
Teoria da Conspiração XVII
a) Digamos que você é um tubarão do mercado de ações. Desses que tem dinheiro de sobra pra pagar jornalistas que ficam dando matérias catastrofistas nos maiores jornais.
b) Aí você vende toda sua posição com o IBOVESPA em 80 mil pontos e compra dolar.
c) O dolar sobe 25% em poucos dias. Aí você se desfaz da sua posição em dólares. Já levou 25% de lucro.
d) Aí você compra mais umas matérias e informações e compra ações no mercado com o Ibovespa na casa dos 47 mil pontos.
e) E o IBOVESPA volta ao patamar de 80 mil pontos. Aliás, é meio histórico, em finais de ano há altas expressivas. Nem sempre, sei lá, quem entende disso é o Ray.
Será que tubarão ganha dinheiro com isso?
Mamãe eu quero, mamãe eu quero, MAMÃE eu quero mamá. Dá a chupeta, dá a chupeta, dá a chupeta pro bebê não chorá mais.
Calados estão os banqueiros, os financistas e todo mundo que entrou nessa para ganhar dinheiro- afinal, sempre tem um governo pra roubar os “contribuintes” e socializar as perdas.
E, Diogo, óbvio que liberal mesmo não apóia essa intervenção do FED. Nem falo dos libertários, mas até Friedman era contra a existência de um FED.
Mandou bem, Doria. É sempre bom lembrar aos arautos lobotomizados do Deus-Mercado.
Pax descobriu o jogo: dólar-ações. Olho vivo que cavalo não sobre escada.
Quando FHC fez o PROER, era o neoliberalismo em ação, segundo os esquerdistas de plantão.
Quando os EUA fazem o PROER deles, é o fim do neoliberalismo, segundo o mesmo pessoal.
Ou é um coisa ou é a outra, não dá pra ser as duas.
Questão de lógica.
“nuncantesnahitóriadaquelepaís…”
Neoliberalismo não era o Proer, mas a abertura indiscriminada do mercado, o sucateamento do Estado e as privatarias. O Proer foi para ajudar o banco da família do FHC, como viemos a saber em mais um escândalo. É um aloprado bestial mesmo!
A bíblia do Deus-Mercado falhou!
Jaca, escândalo é o enriquecimento do Lulinha, de monitor de zoológico a empresário milionário em dois tempos.
Quanto à filha de FHC, ela passou de herdeira de um banco a herdeira de nada, tornou-se uma sem-banco.
Pedro,
A SEC, que monitora o mercado de capitais nos EUA, proibiu a short sale de 799 ações diferentes de empresas financeiras. Em essência, tira agilidade e rapidez de compra e venda do papéis (ninguém pode vender um papel pelo qual ainda não pagou), numa tentativa de bloquear o rápido deslize abaixo do mercado.
Vou comentar apenas essa parte pois acabei de chegar de dois dias de road trip por Israel, com direito a caminhadas em trincheiras Sírias conquistadas em Golan…
Por conta disso só li esse pedaço da matéria e ainda não li outras fontes para entender o que ocorreu
Todo mercado de ações possui regras contra especulação. A proibição de short-sell, também conhecida como venda à descoberto é antes de mais nada uma medida de combate à especulação predatória.
Você fala em agilidade mas no fundo short sell não tem absolutamente nada a ver com agilidade e sim o fato de que você pode vender um ativo o qual não possui, apostando que ele se torne mais barato no futuro.
[]s
ops. falto uma frase no último parágrafo.
“A agilidade é conseqüência.”
Bom…falemos em heranças…..no porto de Santos e no do Rio…..terminais de containers Libra e Porto de Santos tem participação acionária do filho do FHC!
Milionária!
Quer mais?
A filha do FHC e nora dos Magalhães não está “pobrinha não”!
O proer deixou a coisa boa par os incompetentes do Nacioal….
Cuidado com os duendes camaradas!
Dória mais uma vez falando sobre o que não sabe e nunca estudou, só pra variar um pouco.
“Os liberais estão quietinhos agora, fingem que não é com eles”. Bom, e não é mesmo, né? Tu nunca lestes a respeito de Milton Friedman e suas idéias sobre a crise de 29? Não se inteirou sobre a discussão Keynes versus Friedman quanto às razões da crise?
Pois é, Dória. Os liberais acreditam em boa parte das idéias do Friedman, meu caro. E se você tivesse lido Friedman direito, não estaria com essa graça toda, já que, mais uma vez, o governo se meteu onde não devia e agora está tendo que voltar atrás com esse socorro todo.
Como não leu, fica nessa postura jornalística leviana. Inteire-se, ou vai começar a ficar feio. (entretanto, creio que você não leu sequer Keynes…)
Cuidado PD
Os liberais estão quietinhos, mas os cachorros loucos dos liberais estão aqui babando e rosnando…kkkk
Quieto! PASSA! Vai pra casinha!
KKKK.
namber uam não tem argumentos. para disfarçar a falta de argumentos, xinga. típico de certos vermelhinhos.
É verdade Booo! Concordo plenamente! Esse namber uam deveria seguir o exemplo de finesse e compostura do Chesterton, por exemplo. Ah, e o seu também claro, bem demonstrado no #19.
Então o Deus-Mercado uniu-se ao Governo Janus-Bifronte e criou a Deusa-Bolha e viu que era boa. O dinheiro começou a chover do Céu e brotar das árvores e todos dançavam nas ruas, banhando-se em fontes de Veuve-Cliquot. E veio a manhã e veio a tardinha, quinto dia.
Elevou-se então a voz dos arautos da Prosperidade e em seu nome os cavaleiros saíram a guerrear em todas as terras conhecidas. E foram consumidas a terça parte das reservas de petróleo e houve escassez e assombro perante os preços, sexto dia.
Então, houve o Grande Cataclisma e a Grande Dama, a Prostituta das Nações, bebeu de seu cálice de veneno e ao invés de morrer, socializou os prejuízos, foi manhã, foi tardinha, e Deus foi descansar, rindo à beça.
“Esses humanos foram a minha invenção mais divertida mesmo!”
Quero saber de onde os EUA vão tirar dinheiro p/ isso? É só imprimir moeda?
Cesar,
essa até eu que sou estúpido sei: é só criar mais impostos kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Por falar em falta de argumentos, já que não os tenho devido ao meu apedeutismo, responda-me quem for mais bem informado:
Se o estado fosse mínimo, teria rolado ajuda dada pelo FED?
Se o mercado deve se regular por sí próprio, por que quando se está caindo das pernas pede “pinico” pro estado?
No caso da AIG, a compra das ações pelo FED, se não é estatização, do que podemos chamar este ato?
E ultima pergunta: por que os discípulo do Reinaldo de Azevedo, Mainard e Olavão são tão destemperados e com pouco senso de humor?
Será que a auto-flagelação e a abstinência sexual imposta pela OPUS-DEI tem algo a ver?KKKK
Eu gosto é desse frescura do pessoal em citar pequenas coisicas com termos em inglês para tentar justificar o injustificável. Não existe de fato e nem vai existir regras que coíbam a especulação financeira, pois é dela que se nutre a jogatina de mercado. Sim, existem pequenos constrangimentos ao 171 mais descarado, mas o grosso passa ao léu. Portanto, Sr. Doria Doriana não derreta frente aos seus opressores virtuais quando vc. tem a força da verdade ao seu lado. Não precisa se desculpar aos trogloditas retóricos que avançam de borduna mercadológica sobre seu post. Parabéns e siga em frente, pois é a verdade mais descarada que estamos assistindo: o Deus-Mercado pedindo arrego para o estado regulador, que nunca deixou e nem deixará de existir na realidade. O fanatismo religioso dos fundamentalistas do Deus-Mercado é que precisam te pedir desculpas.
Abs desse blogchevique
dessa frescurinha de paca (corrigindo)
Com os 85 bilhões da viuva USA jogado em MEGA CONGLOMERADO que fornece seguros, so nos resta dizer juntamente com os direitobas : Viva a REPUBLICA DOS ESTADOS UNIDOS SOVIETICOS DA AMERICA!
A VIUVA (ESTADO) FOI CHAMADA PARA COBRIR O ROMBO DA FARRA. O CAPITAL CORREU PARA DEBAIXO DAS SAIAS DA MAMAE.ESTÁ AOS BERROS E TODO BORRADO!
No Blog do Idelber http://www.idelberavelar.com/: “Convenhamos, é um choque e tanto para o receituário religioso da crença na potestade do mercado: a nação do livre mercado conclui oito anos de governo do partido do “governo pequeno” com o seu Banco Central fazendo a maior intervenção da história nos negócios privados, salvando com US $ 85 bilhões um mega-conglomerado cujo negócio é fornecer ….. seguros! Você pagou para (não) ser assegurado duas vezes.”
So mais esta eu tenho que postar do Ildeber: ” Na REPUBLICA DOS ESTADOS UNIDOS SOVIETICOS DA AMERICAvocê tem o melhor dos dois mundos: todas as garantias de lucro são do oligopólio, todos os riscos são seus. Não é uma coisa de gênio? Por um capitalismo genuinamente socialista para todos os ricos! “
Caro Dória,
muito obrigado pela citação. Sim, a questão é que Friedman argumentava que a emissão de moeda não deveria ser decidida politicamente (daí sua sugestão do fim do FED). Ele viu a crise de 29 não como a “falência do liberalismo”, mas como intervenção inadequada do governo. É o que parece ter sido feito novamente.
É a maior intervenção nos mercados? Sim, é a maior intervenção, mas é impossível comparar o mundo de hoje com o mundo de vinte anos atrás (a crise de 87) e muito menos com o mundo de 80 anos atrás (1929). Qualquer intervenção governamental de peso, hoje, dado o tamanho da economia mundial comparado ao tamanho dela nessas outras crises, seria a maior da história.
A dramaticidade dos acontecimentos não consiste em ser “a maior da história”, mas principalmente na falência de instituições seculares, como os bancos de investimento, levando a rodo e a contento tantos outros.
É claro que o valor dela importa, mas “ser a maior da história” só significa que o capitalismo não regrediu nos últimos 20 anos.
Nós, liberais, vamos continuar falando para as paredes? Por um tempo, provavelmente sim. Mas não se engane: se vier uma fase minimamente mais estatal agora, a próxima será liberal novamente. O capitalismo é inábil para lidar com estruturas rígidas, não importa o que os vermelhinhos digam. Pode funcionar por um tempo, até que as taxas de lucro apresentem queda.
(Kondratieff, a meu ver, estava correto. Mas ele não tinha uma explicação convincente para o que se observou - quem explicou corretamente a engrenagem foi Schumpeter, não por acaso o maior economista da história).
Abraços
Boooo, “não leu fulano” não é argumento.
Se você tivesse lido Aristóteles saberia isso.
Nesse caso Bush tem razão.
Existe o tempo de discutir o sexo dos anjos e existe a hora da ação.
Um trilhão de dólares.
Essa é a ação. A proposta dele para combater a crise que se espalha mundo afora.
A simples notícia já provocou um certo otimismo no meio da crise do fim do mundo.
Bush é besta negra da maioria dos que comentam nesse espaço. Tudo bem, vivemos em uma democracia, cada qual tem direito a opinar etc…etc…
Mas, em vez de discutir bizantinas teorias econômicas, ele, com a força de representante do povo dos EUA, age.
Em nome da tranquilidade de seu país, em primeiro lugar, e do mundo, já que sua administração compreende a ( desculpem a palavra ) capilaridade, extrema da economia do planeta.
Deus mercado, liberalismo, neo liberalismo, pós liberalismo, são figuras piscológicas.
Existem, a liberdade econômica e, a não existência da mesma.
Com variantes.
Graduações.
Os países com mais liberdade são mais prósperos, do que os com menos liberdade.
O Governo é a divisória entre a civilização, viver juntos, em harmonia, e o barbarismo, sem lei, onde quem tem o tacape mais pesado e mais sangrento, manda.
Os totalitários entendem a frase acima do Governo, no caso O Deus Governo, como desculpa para a ditadura.
A cada crise, a cada fim do mundo, lá estão eles, prontos para instaurar a tirania em em meio ao caos, ao desespero, a aflição, a fome, o desemprego, a miséria. Ás vezes, a guerra.
No momento, estão salivando de satisfação a cada banco que quebra, a cada milhão de pessoas que perderam tudo.
Quando Bush, sim, ele mesmo, o supremo nojo, despeja 1 trilhão para que a crise tenha um fim, é criticado ….por ter feito isso!
E os neos sei lá o que ? como é que ficam? bradam os insanos sacerdotes ajoelhados diante do altar do Desastre Final.
No caso específico da eleição americana, atos falhos do - Oba! agora a coisa fica melhor para nosso lado ! - escorrem sem pudor das entrelinhas dos jornalistas e alguns comentários.
Pode ser que sim, pode ser que não.
No importante quesito - quem você acha que tem mais experiência para governar o país, MacCain ganha.
Aliás, é o único quesito aonde ganha.
Em todos os outros, Obama vence.
Na hora da insegurança pode-se correr para a fantasia da Grande Esperança que tudo irá redimir, ou- para a fantasia do Pai Experiente que em tudo irá dar um jeito.
A conferir.
Quanto a Bush ele agiu como o presidente que compreendeu o momento da ação.
O resto é, literalmente, especulaçâo .
Joseph Peter: “O capitalismo é inábil para lidar com estruturas rígidas, não importa o que os vermelhinhos digam. Pode funcionar por um tempo, até que as taxas de lucro apresentem queda”.
Não sou economista, portanto não posso argumentar com precisão. Mas permitam-me uma observação.
O argumento exposto pelo camarada Joseph Peter dá a entender que o capitalismo é uma espécie de ente com vida própria — que ele, o capitalismo, não é produto direto da ação humana.
Pois uma coisa é dizer que o capitalismo não prospera com dirigismo estatal absoluto, como demonstrou a experiência soviética. Outra, totalmente diferente, é dizer que “o capitalismo é inábil para lidar com estruturas rígidas”.
Mas e o que dizer da experiência chinesa? O capitalismo, lá, não tem o seu funcionamento em alguma medida controlado e fiscalizado pelo Estado?
Posso estar falando bobagem, mas me parece que este papo de que “o capitalismo é inábil para lidar com estruturas rígidas” na verdade significa uma coisa: que o mercado financeiro não gosta de muita regulamentação porque isso é um empecilho para os lucros exorbitantes.
ACT
O que me espanta é a bestialidade de algumas pessoas dessa caixa de comentário. Parece gente que nunca leu nada e que tem apenas uma expressão na ponta da língua: “Deus Mercado”.
Não se trata de defender INCONTESTAVELMENTE o liberalismo. Vivo brigando com micro empresários que reclamam de ter que pagar impostos e argumentam que sem o governo viveríamos melhor. Bobagem, das grossas.
Como é bobagem também o que quase todos os vermelhinhos aqui escreveram. A esquerda é mais inteligente do que isso, amigos. Caprichem, não é possível que vocês tenham tão pouco a dizer.
Marco,
Então foi Bush que salvou o mercado do caos?
Ora, faça o favor…
A equipe econômica do Banco Central de lá é que tomou as rédeas da situação, e fez o que precisava ser feito.
Abs,
ACT
“Mas e o que dizer da experiência chinesa?”
A China está longe de ser um país no qual não existam possibilidades de investimentos. Eles têm todo um país ainda a construir, é bem diferente do caso americano. Eu quero saber o que você faz quando os investimentos que podem ser feitos não apresentam retornos superiores aos que você já fez (em outras palavras, o que significa uma taxa de lucro decrescente). Desregulamentação é, evidentemente, uma saída.
Basta olhar para as taxas de crescimento do país - quem tem a economia mais forte, EUA ou China? A meu ver, EUA, evidentemente. Mas a China cresce mais. É que crescer mais sobre uma economia em formação é bem mais fácil. Quando os americanos crescem 4,5% dão pulos de alegria.
Como se não bastassem, já há vários economistas chineses prevendo desaceleração e inflação. Sobre isso, ver a capa do Valor de hoje.
Abraços
Caro marco,
vc fala de Bush como se ele fosse uma espécie de “herói” dessa crise toda. Tipo, veja, ele tem coragem de agir enquanto os outros só falam mal, torcem contra… Mas voce se esquece( ou finge esquecer) que ele foi o líder político dos EUA nos últimos 8 anos. Ele tem grande responsabilidade nessa crise sim. E ele näo é um anti-cristo como alguns pintam. É só um incompetente. Se agora ele está fazendo alguma coisa para tentar corrigir a incompetência do seu próprio governo em regular a economia, é porque ele TEM que fazer alguma coisa. Qualquer coisa. É questäo de sobrevivência.
Agora, querer coloca-lo como herói, grande líder em hora de apuros, francamente…
Eu li lá o mestre josef kupfer. Claro que li.
A única coisa que não entendi é por que cargas d’água deixaram o Lehman Brothers afundar.
O banco era Obamista?
ps.: lambada nas esquerdas e nas direitas do mestre não é pouca coisa não. É pra correr pra baixo do cobertor e reler O Capital de um lado e Capitalismo e Liberdade do Friedman do outro.
Corram meninos, corram para a leitura e já pra debaixo das cobertas.
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Agora vou arrumar briga feia repetindo uma máxima minha mesmo:
“Aponte-me um economista que acerta e dir-te-ei que mentes”.
Fui!
“Aponte-me um economista que acerta e dir-te-ei que mentes”.
O populacho é livre para expressar qualquer opinião retumbante.
Ou seja, potência é potência.
Até tu, Brutus?
Mas, Brutus, a dúvida continua: E o Lehman?
Foi pra mostrar o bigulinho em cima da mesa?
Pode ser, Antonio.
Mas Bush é o cara que aprova ou não.
Logo…
abração,
ma
em 2003, Bush quis reformar o sistema e o congresso americano não deixou. Sim, o congresso liderado pelos democratas e a famosa Pelosi.
Esta crise foi provocada pelos politicos, não pelo mercado.
Uli Weinbrecht, ” porque ele TEM que fazer alguma coisa. Qualquer coisa. É questäo de sobrevivência”
Caríssimo, concordo 100% com o acima.
Herói, eu não disse isso.
Falei que ele agiu.
E bem
abraços,
ma
Digamos que a bolsa de valores tá pulando mais que viúva a perigo quando encontra garoto novo e coloca o moleque por cima.
Se segura peão.
Chávez, quem diria, entra na eleição americana.
“McCain critica possível reunião de Obama e Chávez
A campanha do candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, John McCain divulgou nesta sexta-feira na Flórida um novo anúncio televisivo, que tem como protagonista o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e no qual critica a decisão do democrata Barack Obama de se reunir com líderes estrangeiros “sem condições”.
O anúncio, chamado, “Com quem Obama quer falar?”, começa com a mais recente frase do presidente venezuelano “Vão para o c… ianques de m…”, enquanto o narrador ressalta que Obama disse que se reuniria com ele “em seu primeiro ano de governo”.
E insiste em Chávez: “Os Estados Unidos, que andam por trás de todas as conspirações contra nossos povos (…) Nós, ianques de m…, estamos resolvidos a ser livres, haja o que houver, e custe o que custar”.
O narrador questiona: “Você acha que devemos falar com Chávez?” e, antes da frase “Sou John McCain e aprovo esta mensagem”, termina: “Em novembro, você decide”. “
Peter, entendo e concordo quanto ao argumento da China. Obrigado.
Mas vá, o Pax tem alguma razão… A economia pode ser tudo, menos uma ciência exata.
E marco, meu caro e bom companheiro de debates, essa sua defesa do Bush não convence.
Ok, ele é o cara que assina. Mas, convenhamos, não prima pela inteligência. Não é difícil imaginar como se deu a cena: uma reunião com a equipe econômica, os picões do Banco Central explicando o que precisava ser feito, os assessores aconselhando… “Mr. president, this is what have to be done in order do stop this massive bleeding…”.
E o caubói respondendo: “Ok gentleman, if you say so, then let’s do it”.
Imaginar que o Bush tenha pedido um tempo para examinar os relatórios a fim de, com base em seus sólidos conhecimentos de economia, emitir um veredicto é uma piada, vc há de concordar.
Abraço,
ACT
Joseph Peter,
Quando você fala de taxa de retorno decrescente x desregulamentação, parece ter em mente exclusivamente os lucros dos agentes financeiros. Se esse for o caso, não há muito o que fazer, apenas alguns ajustes pontuais para dar mais liberdade de manobra a estas instituições, sob pena de se incorrer no que acontece agora.
Os bancos (lato sensu) obtêm baixas taxas de retorno nas economias “maduras”, mas a base sobre a qual elas recaem é bem mais ampla que nos mercados emergentes. Então, se seus lucros são decrescentes, paciência, que se metam a investir na economia de bens e serviço de consumo ou de capital. Não acho que esse seja um álibi para a desregulamentação excessiva do mercado financeiro.
E esta propaganda do MacCain é totalmente equivocada.
Como bem lembrou o Elias recentemente (num outro post), negociação se faz com inimigos — com amigos, ela não é necessária.
Tem que conversar sim, tem que dialogar sim, tem que negociar sim.
Se não resolver, bem, aí estuda-se o passo seguinte.
Abs,
ACT
correção: “in order to stop”
Acima o sistema financeiro mundial,respirando por aparelhos,mas com esperança de sobreviver.
Tivemos nessa sexta um pregão histórico.
Por pouco o circuit breaker não foi acionado.
É bem verdade que a palavra histórica está sendo usada quase todos os dias no mercado.
Todo dia tem uma História,com H,nova.
O mercado ficou convencido que o governo americano não vai deixar o sistema quebrar.
Depois de sinais contraditórios como deixar falir o LEHMAN BROTHERS,e salvar a AIG,o governo saiu da letargía e partiu para o ataque.
O mercado desde ontem comprou a idéia e entrou em fase de euforía.
Foi escrito aqui que não salvar o LEHMAN BROTHERS era a maior aposta POLÍTICA de um governo americano em décadas.
Aposta maior que ir a guerra contra o Iraque.
Eles apostaram.
Perderam.
Viram que o sistema iria colapsar,e ainda bem,tiveram tempo de corrigir.
Vão injetar a quantia que for necessária.
E estão certos.
A criação de uma agencia especifica para tratar da crise é uma idéia brilhante,embora precise ser melhor explicada, a forma como irá funcionar.
CENTENAS DE BILHÕES DE DÓLARES.
Alguns já falam em TRILHÕES.
Mas vamos colocar os pés no chão.
A situação é grave e não mudou.
Usando uma analogía, é como se um paciente tivesse um cancêr inoperável,em fase terminal,e um médico tivesse inventado uma cirurgía factível,quando o paciente estava à beira da morte.
O paciente agora tem chances de sobreviver.
Mas terá que passar por uma intervenção seríssima,que tambem pode mata-lo.
E mesmo sendo a operação bem sucedida ela trará sequelas que podem demorar anos para serem curadas.
Quando a situação chega num ponto tão crítico,sempre ficam as marcas.
Mas o importante é sobreviver.
E na situação que nosso paciente,o sistema financeiro global se encontrava,ele caminhava para a morte certa.
Caso a cirurgia dê certo a recuperação será lenta e dolorosa.
Mas,repetindo,o importante é sobreviver.
Falando do mercado especificamente.
A cara melhorou depois das fortes subidas de ontem e hoje.
Mas ainda é repique.
Correção dentro da tendencia de BAIXA.
Tivemos aqui na bovespa a maior alta dos últimos 9 anos.
É Histórico sim.
Cuidado com euforias sardinianas infantilóides.
Cautela.
Se operar e tiver lucro,os realize rapidamente.
Acredito que teremos mais volátilidade pela frente.
mais lá no blog
http://entouragetrading.blogspot.com/
Antonio,
Não brigue com o corporativismo. Se eu disser que numa pesquisa que foi feita no melhor hospital do Brasil, mais de 73% dos diagnósticos foram considerados errados, o velho e bom Chesterton subirá nas tamancas.
Em economia é parecido. Causa e efeito é:
causa: sabe-se lá
efeito: pode ser que dê
Mas mantenha a pose de dotô. Veja o Booo acima, peidou cheiroso que até o blogueiro ficou emocionado e assustado. Agora pergunta pra ele o versículo 8 do capítulo 17 do livro citado, parágrafo 3, alínea 9. Verás que a teoria e o peido são diferentes das compras no supermercado.
Mas, Ray, bom Ray, agora a pergunta de um leigo total:
Partindo da boa premissa do bom Brutus Kupfer acima:
“as taxas nas economias estabelecidas não apresentam mais atratividade”.
Além dessa verdade, outra mais lógica e límpida que as águas do Tietê: emprestar pra quem não pode pagar é tão desonesto como tia mariquinha que pulava a cerca meia noite pra namorar o zé do açougue. Lançavam em ativo quando deveriam lançar direto em P&L. E pagavam as bonificações para os executivos como se todo aquel lucro fosse real.
Dado a e b, não dá pra levantar o tamanho do rombo dos devedores duvidosos e aportar com a divisão Seal do contingenciamento e todos voltarem ao normal? Ou seja, canário belga, não dá pra medir?
Uma máxima gerencial: começa a medir que já melhora. Então? Qual o tamanho do P&L? E o aporte (o porquinho da poupança do tio Sã, Satã) é suficiente pra cobrir?
Se sim, digamos que sem ler o Capital nem o Friedman, a liquidez geral ainda tem muito pra colocar em economia real, China tem muito prédio pra construir (GGBR4), os porquinhos da Europa tem muito que comer (dá-lhe soja brasileira), os fusquinhas dos EUA tem muito que beber (dá-lhe álcool e pré-sal) e sem esquecer o quanto tem de demanda na velha e boa África, fica fria, África, fica fria.
Há muito pra acontecer ainda. Não me venham com equações nas inequações. Quero só saber o tamanho do rombo e o tamanho do porquinho da poupança pra saber se dá pra pagar. Se sim, tô comprado geral. Se não, fico com minhas barrinhas de ouro e vou tomar uma pinguinha até o vinho baixar de preço.
Diga-me bom Ray? O porquinho é gordinho o suficiente pra cobrir o P&L?
Ao Joseph Peter, se ainda estiver por aqui.
De um amigo que trabalhava no setor de seguros do Opportunity, que já está em outro banco há tempos, eu ouvia esse papo de que os próprios chineses iriam refrear seu crescimento para uns 6% em 2006. Isso ele falou no início daquele ano, ou em 2005, não lembro.
O que ocorreu? Por que eu, um representante da massa ignara em economia, devo acreditar nisso? E qual a relação disso com a crise de Wall Street.
Agradeço desde já pela atenção.
“Livre mercado só é bonito quando o sistema não está entrando em colapso por inteiro” é uma frase bem infeliz, perdoe a sinceridade.
Livre mercado é o melhor que temos, assim como a democracia. Nem por isso acho que elegemos sempre com precisão e razão.
O “sistema” não está em colapso por inteiro. Faz parte do “sistema” perder. Capitalismo é risco, empreendimento, sem garantias. A intervenção por certo é um anseio da sociedade por uma resposta do seu Governo para uma crise e com o objetivo de salvar economias familiares, investimentos de muitos, a estabilidade e o conforto dos americanos. Não pra salvar o “capitalismo”, o “sistema” financeiro ou uma tese de candidato de campanha.
E, quem diria?, o medíocre Bush vai ter um monte de “o maior” e “a maior” pra ser lembrado na História. Ironias da também imperfeita, mas não em colapso!, democracia.
bush será lembrado como o maior imbecil da história…
O Brasil precisa se antecipar diante da ruína do mercado financeiro…
O capital, para superar sua crise, como sempre vai roubar… adivinhem de quem?
Seguindo ações em ordem cronológica…
- Estatiza o BC – de fato - e não só isso… todo o sistema financeiro. Impede o livre trânsito de capital especulativo e a remessa de lucros.
Se deixar o Estado nas mãos dos capitalistas, vai acontecer o que sempre aconteceu… o capital moribundo vai tungar a sociedade.
Tem de tomar o Estado deles!
- Democracia direta: Agenda de plebiscitos para legitimar a estatização do sistema financeiro e garantir implementação de medidas institucionais.
- Despeja dinheiro barato e abundante para os pequenos negócios fomentando crescimento.
PD,
Dizer que quem faz short-selling está especulando é correto. No entanto, deixe-me comentar:
São os especuladores que dão liquidez ao mercado. Imagine uma bolsa formada só por investidores de longo prazo.
Nas últimas quedas, quando o mercado estava paralizado, quem entrava comprando as ações que caíam 30, 40% eram justamente os short-sellers, zerando suas operações e realizando lucros. Com isso, seguravam os mercados.
Sem eles, na queda vai faltar comprador…
E tem outra: veja o que ocorreu no Paquistão quando foi tomada medida semeklhante, em junho deste ano:
No primeiro dia, as açoes subiram 8%, depois cairam por 15 dias consecutivos…
Oba, o mercado livre, o liberalismo morreram, vamos:
Restatizar as telefônicas!
Congelar preços e câmbio!
Aumentar as tarifas de importação até ser impossível comprar qualquer coisa eletrônica e forçar o brasileiro a comprar o produto nacional!
Aumentar impostos para mais programas de governo!
Mesmo com o aumento, gastar mais do que se arrecada! Sempre é bom!
O grande silêncio nesses dois mandatos do Lula é que ele nunca admitiu que ele está surfando na onda do FHC. Não vamos misturar: capitalismo tem que ser regulado com inteligência, o que é diferente dos sonhos estatais e estruturais da esquerda brasileira.
Lula foi esperto em incorporar o bom senso: não fez loucuras na economia nem liderou uma mudança na constituição para lhe dar o terceiro mandato. Ainda bem que ele não ouve os economistas da Unicamp nem o zumbido da base petista.
O capital é incapaz de oferecer solução, neste momento de crise, que não seja roubar da sociedade para salvar sua pele…
tem de impedir que este capital irresponsável e inútil se reproduza…
- Aumentar rapidamente a participação dos salários em relação ao PIB, com aumento do salário mínimo (não uma curvinha… um degrau!) e tributação progressiva…
…cobrar dos ricos mesmo. Prá valer. Pesado. Como nunca antes foi cobrado!
- Estado como motor do crescimento em investimentos vultosos em infra-estrutura (estradas- portos - aeroportos - ferrovias - saneamento), tecnologia, saúde, educação e urbanização.
Como reagir contra a garfada do capital na sociedade?
Livre-se dele… oras.
e tem de avançar também em direção a uma sociedade mais democrática…
- Estatização das grandes companhias e latifúndios, sem o qual não será possível controle dos preços fundamentais.
- Nova constituinte para o período de transição do capitalismo moribundo para o novo modelo.
- Submissão das decisões do board das grandes cias ainda não estatizadas ao controle do Estado
Jospeh Peter,
irmão do Joseph Mário,
Ok, simpatizei com vossa senhoria. Mas esse negócio de maior economista é simplificação de populacho. Outra coisa, reclamar dos comentaristas é uma coisa chatéssima sem sentido. A direita pode fazer melhor? Se vc. for de direita, o que está esperando? A esquerda pode escrever com mais profundidade? Isso é uma autocrítica? Uma ou outra! Se é coluna do meio, isso também não o impede de aprofundar seus comentários.
Ainda assim, gostei de sua participação. Tem gente que acha que economista é obrigado a prever o futuro, quando nenhuma ciência é capaz disso, só para experimentos controlados em laboratório. Desdenhar de um conhecimento que é capaz de oferecer explicações plausíveis a fenômenos complexos, como a economia, é assinar atestado de burrice e obscurantismo.
Saudações.
Basta um tiquinho de argúcia para perceber que o capital é incapaz de produzir uma sociedade sadia…
Tem de inverter o jogo.
Tem de tomar o Estado do controle deles!
- Redução da jornada de trabalho servindo ao capital, implementação de jornada de trabalho voluntário remunerada… pelo capital.
- Criação de comitês democráticos para tomada de decisão em nível municipal diretamente por participação popular
Sim, escrevo com pressa, sem tempo para corrigir meus erros de português e de consultar meus livros. Mas dá para o gasto.
economia não é ciência exata… assim como a política… é também uma arte.
os modelos furados destes desvairados neoliberais deve ser um simancol suficiente para entender.
Surfando,
Tem de tomar o Estado deles!
Já não passou da hora de distribuir?
- Definir teto para patrimônio individual, familiar e de quaisquer tipos de associação e organização privada. Expropriação do patrimônio excedente.
Fabio Passo, de uma coisa não posso te acusar…incoerência.
claro que o teto seria tão baixo que ninguem poderia comprar carros e todas motadoras fechariam as portas e seus funcionarios parariam no olho da rua, pois o governo não teria como manter as fábricas abertas (por exemplo)
Fabio, esse negócio é tão antigo e cafona, que nem as esquerdas mais pensam nisso.
Alias, Fabio, tão baixo seria o teto que até você perderia grana e ou posses…tá disposto?
Fabio Passos, não dirija hoje, pelo bem dos transeuntes.
Peraí, gente. Estado regulador é diferente de Estado arrecadador, empregador e gastador, não?
Bancos ganham dinheiro em 3 momentos:
Quando são bem administrados;
Quando são mais ou menos bem administrado e
Quando são mal administrados.
abrs,
Ok, marco.
Voce näo disse que o Bush era herói. Mas deu a entender isso. Ainda bem que desmentiu.
Eu entendo que voce seja partidário do partido republicano dos EUA, que esteja mais de acordo com eles, etc.
Mas näo consigo entender essa sua defesa cega da atual política do governo de George W. Bush, quando nem os liberais norte-americanos fazem uma defesa täo incondicional assim.
É promessa?
Uli, até o Cain quer distância do Bushit. Leva ele para vc., Marco.
É a política do foro de São Paulo infiltrada em Washington! Esse Bush quer desmoralizar o livre mercado! Agora entendi porque ele veio ao Brasil se encontrar com Lula.
Uli Weinbrecht, caro, vou responder com um ping pong…você é o ping eu sou o pong…
ping - Voce näo disse que o Bush era herói. Mas deu a entender isso. Ainda bem que desmentiu.
pong - Continuo achando que ele agiu como se esperava de um presidente cujo país corria o perigo de produzir novas fotos, iguais áquelas da Grande Depressão.
A única diferença é de que as atuais seriam digitais.
O desespero dos fotografados é que seria igual.
Não acho que esteja exagerando.
O perigo ainda não passou.
Você conhece aquela coisa das guerras, que se sabe como começam, jamais como irão terminar.
Assim é essa crise.
Melhor agir logo e com um trilhão de dólares.
Se possível, dois.
Matar a serpente e os ovos, tudo de uma vez.
ping- Eu entendo que voce seja partidário do partido republicano dos EUA, que esteja mais de acordo com eles, etc.
pong- Partido Republicano, não estou de acordo com eles não, Uli.
Tampouco com o Partido Democrata.
Estou falando em termos da democracia americana, claro.
Ganhe quem ganhar a democracia continua.
Em outros casos, partidos podem ser iguais a tirania. Não preciso dar exemplos, você os conhece todos.
ping - Mas näo consigo entender essa sua defesa cega da atual política do governo de George W. Bush, quando nem os liberais norte-americanos fazem uma defesa täo incondicional assim.
É promessa?
pong- Bush tem um imenso telhado de vidro.
Para a História isso conta pouco.
Ele é o cara que estava lá quando os EUA foram atacados.
Não foi fácil decidir o que fazer.
As sugestões iam desde um pedido de desculpas aos terroristas pelo mal que os EUA fizeram, fazem e certamente fariam ao mundo, caso não tivessem levado um corretivo sangrento, cheio de fogo, ódio e fúria, - até transformar de uma vez aquela perte do mundo pleno de turbantes e cavernas num imenso buraco radiotivo.
Agora, ele é o cara que via a economia derreter e o medo ir tomando conta de seu país e o mundo.
O problema é que BUSH, - assim mesmo, com a pronúncia de uma cuspida - virou um cão danado sem direito a defesa.
Está tão desgastado que a simples presença de sua pessoa na convenção de seu pertido tiraria votos de MacCain & Sarah Palin.
Então, quando alguém fala qualquer coisa, por menor que seja, que possa parecer, quem sabe, um tiquinho favorável ao XXXX, causa espanto.
è isso aí, amigo.
um abração,
ma
Memento, Uli, até o Cain quer distância do Bushit. Leva ele para vc., Marco.
Memento, cara, o XXXX fez a coisa certa.
( viu, consegui não ofender a sensibilidade de ninguém por aqui ao não pronunciar o nome da Besta. )
abraços,
ma
Como evitar que o atual regime desvairado pró-capital continue sistematicamente mentindo e manipulando em favor de uma diminuta casta de espertalhões inescrupulosos?
- Democratização da mídia.
Como é: Algumas famílias de oligarcas controlam toda a mídia brasileira e produzem apenas propaganda para manutenção do status quo.
Como fica: Concessões públicas revogadas para grupos golpistas (the globe…).
Nenhuma família ou organização poderá exercer monopólio sobre a divulgação de informação. Divisão de todas as corporações que exercem monopólio da informação.
Opa, fui eu que escrevi. A minha esposa não tem nada haver com isso.
Mas vc. é um caso perdido, bicho Marco. Vc. acredita em duendes? Canta musiquinha do boto cor-de-rosa?
My God…
Do que tem medo os ricos?
De perder seus privilégios indevidos!
Como garantir direitos e oportunidades iguais para todos?
Fim dos privilégios de direitos fundamentais comprados com dinheiro…
- Eliminação dos planos particulares de saúde.
O mais rico e o mais pobre com as mesmas condições de atendimento de saúde
- Eliminação do ensino particular.
Educação de qualidade não pode ser privilégio de uma pequena casta de abonados.
- Eliminação da segurança privada
O resultado prático será a melhora da qualidade média do ensino e do atendimento de saúde e da segurança, pois serão setores mais exigentes e cientes de seus direitos que serão incorporados como usuários.
Hum, deixa ver se entendi marco,
Bush näo é herói nem nada disso. Mas ele agiu como se espera que um presidente aja( Prontamente, heroicamente? )
Voce näo é favorável aos republicanos, é favorável a democracia. Desde que a democracia siga a cartilha do partido republicano…
Bush tem telhado de vidro. Mas ele foi atacado( isso obviamente o redime de qualquer culpa).
Além disso, ele decidiu agir e näo se acorvadou, ao contrário dos que queriam pedir desculpas aos terroristas (agiu prontamente, heroicamente?)
A política de Bush resultou ser desastrosa.
Mas esse näo é o problema essencial. O problema mesmo é que o pobre do Bush virou um cäo danado sem direito a defesa( exceto de entusiastas como voce próprio, marco)
Donde se conclui que:
Bush é um estadista e um herói. Qualquer problema que exista ou tenha existido na sua administracäo, näo está nela. Está nas críticas, é claro.
Obrigado por me iluminar com sua visäo privilegiada dos fatos, marco
Ninguém deve se preocupar com toda essa tempestade financeira. Quando ela passar, e o sol sair, veremos um belo arco-íris. E no final do arco-íris, a gente encontra um pote de ouro.
(Agora não interessa mais saber que a tchurma da não-regulação, como Mr. McCain, é a culpada. Quem vai pagar a conta serão os mesmos de sempre)
O correto é eliminar os ganhos pornográficos de uma minoria diminuta e inescrupulosa de usurpadores…
… que se apropriam indevidamente da renda:
http://bp3.blogger.com/_KMJlfU5vYb4/RzI3WM1X7DI/AAAAAAAABhs/3hYTHKzszLg/s1600-h/Capitali%24t+(Ben+Heine).jpg
Ben Heine!
O correto é dignificar e garantir liberdade e prosperidade para a imensa maioria de excluídos que efetivamente…
…produz a riqueza!
http://ia311220.us.archive.org/3/items/GregorioBezerraHeroOfTheBrazilianPeople/GregorioBezerra.gif
Latuff!
É tolice mesmo dizer que a crise se deve, sobretudo, ao mercado desregulado. Nos EUA, bancos de investimentos e seguradoras estão sujeitos a regulação bem mais pesada do que outras empresas financeiras, como os hedge funds, que até agora parecem estar imunes à crise. O problema é que a regulação não consegue acompanhar a velocidade e a complexidade das inovações financeiras. Com o avanço espantoso das novas tecnologias de informação, a regulação do sistema financeiro é um desafio e tanto para os BCs do mundo todo.
Mas por que os bancos se lançaram loucamente atrás de inovações financeiras de alto risco? O Federal Reserve tem sua parcela de nisso, e não tem nada a ver com regulação frouxa. Desde 2003, o FED vem baixando a taxa de juros de forma irresponsável, para níveis abaixo do equilíbrio, em escancarado populismo monetário. A conseqüência disso foi uma fuga dos agentes de ativos de baixo risco, que passaram a pagar juros baixíssimos, para ativos de risco cada vez maior, cuja remuneração era mais atraente. Com muita liquidez no mercado e muita gente querendo remuneração para sua grana, o resultado foi uma proliferação de títulos mobiliários derivativos para lá de heterodoxos, que ninguém entende direito e muito menos sabe quanto valem. O fato de a maioria desses títulos se originar em operações com imóveis apenas reforça a tese de populismo monetário. Por um tempo, todo mundo nos EUA pensou que podia comprar uma casa, mesmo sem ganhar um tostão por mês.
As inovações financeiras desreguladas (porque muito velozes e complexas) são, portanto, apenas corolário da crise financeira de 2008. A verdadeira causa está na política monetária do sr. Alan Greespan, cuja reputação espero já estar na lata de lixo. Em 1929 ocorreu exatamente a mesma coisa, e a crise se agravou porque o governo se recusou a prover liquidez aos mercados. Neste ano, o governo percebeu a gravidade do problema e já começou a garantir a liquidez para tentar domar o monstro que ele mesmo alimentou. Não faz nada mais do que a obrigação.
Friedman neles!
friedman pro inferno… é deste anão, apologista piegas do modelo escravagista, que se alimenta a pequena fração de usurpadores para justificar a acumulação ilimitada…
… ou a falta de escrúpulos ilimitada.
Aqui o MARCIN BONDAROWICZ mostra o engodo que escraviza o ser humano…
http://foto3.m.onet.pl/_m/5d09c65931ba9247daa2aff27aeae7f7,10,19,0.jpg
Guilherme,
Entendo nada de economia não. Apenas vou tentar usar a lógica. Vejamos:
“Com muita liquidez no mercado e muita gente querendo remuneração para sua grana, o resultado foi uma proliferação de títulos mobiliários derivativos para lá de heterodoxos, que ninguém entende direito e muito menos sabe quanto valem. ”
Não seria o caso, então, de regular estes mercado específico? Neste caso, mesmo com juros baixos, haveria quebradeira?
Outra pergunta: por que na Europa não ocorreu nada parecido, a não ser na Inglaterra, outro local de bolsas mais livres, digamos assim.
Um abraço.
Mercados se acalmam e românticos de Cuba ficam tristes
O mundo não acabou. A crise nos mercados financeiros amainou. Os governos ricos inundaram o sistema com dinheiro. As bolsas terminaram a semana em alta.
Prepare-se agora para o fim de semana. Milhares de análises na mídia sobre a “estatização” (sic) nos EUA. Ou sobre como os norte-americanos provam de seu próprio veneno ao terem de intervir nos mercados, logo eles que “não regulam nada”. A impressão é que essa bobagem vai frutificar para sempre.
Quando se considera as regras e as leis que valem, de verdade, não há país mais regulado no mundo do que os EUA. O Brasil certamente tem muitas leis, mas quase nenhuma é levada a sério. Nem a Constituição.
Sobre a tal “estatização”, besteira. O governo dos EUA deseja manter o sistema de livre mercado. Em toda a sua história, o Estado de lá sempre fez intervenções na economia. Alguém já ouviu falar do “New Deal”?
A diferença é que as ações são, de fato, momentâneas e com o objetivo de fazer a livre iniciativa se fixar na sociedade. Ou alguém acredita na hipótese de Barack Obama ou John McCain (um dos dois será presidente) manter a Fannie Mae e a Freddy Mac sob a égide do governo para sempre? Impossível.
Sobre dinheiro do contribuinte usado nas operações, essa é a parte mais complicada. De fato, o dinheiro do contribuinte será torrado pesado nesse processo. Quanto será gasto, entretanto, é outra história. Os tais US$ 200 bilhões para a Fannie e Freddy serão usados se forem necessários. E, em tese, o governo recupera parte na hora de passar as empresas para frente.
Os românticos de Cuba vão bater o pé. Todo dólar gasto para segurar a onda das empresas financeiras sairá do bolso dos contribuintes. Ou seja, se o custo for US$ 1, está errado. Por esse raciocínio os EUA teriam de ser “coerentes” (sic) e deixar todos os bancos quebrados irem à falência.
As pessoas que acreditam nessa hipótese certamente são a favor do fim do sistema bancário e da invenção mais notória dos fenícios, o dinheiro. É um sentimento nobre. Viver num mundo sem banco, sem dinheiro, só na base do escambo. Tudo bem.
Mas enquanto os bancos existirem, enquanto houver dinheiro, o que fazer?
Quando alguém vai passar uns dias na praia e saca R$ 20 de um caixa automático, essa operação tem um custo. Nenhum brasileiro ficou com medo nesta semana de ir até o banco e não haver dinheiro em sua conta. Essa estabilidade tem um preço. A sociedade pode não querer mais esse modelo. OK. Mas enquanto ele existir haverá um preço.
No custo do capitalismo, historicamente, está o de ciclicamente ter de haver uma intervenção estatal para manter o equilíbrio das coisas.
A cada crise, o sistema vai se aperfeiçoando. Menos do que talvez fosse o ideal, mas certamente mais do que qualquer outro modelo disponível na praça.
É da natureza dos banqueiros tentar encontrar brechas no sistema. Querem sempre ganhar mais. Se não se comportarem assim, evaporam. Daí a razão de as regras de 20 anos atrás não servirem mais no sistema sofisticado de hoje. Assim como a regulamentação a ser traçada agora vai caducar daqui a uma ou duas décadas.
Sobre regulação, aliás, é importante tomar cuidado ao adotar certos caminhos. Em 1999, o governo democrata de Bill Clinton resolveu acabar com uma antiga regra. Quebrou o muro que separava bancos comerciais (os que pegam o dinheiro dos depósitos e fazem empréstimos para seus clientes) e os bancos de investimentos (uma cambada de certos bucaneiros que transforma US$ 1 em caixa em até US$ 35 voando por aí). Essa lei ficou conhecida com “Gramm-Leach-Bliley Act”.
Ao defender a lei, o então secretário do Tesouro (ministro da Fazenda), Larry Summers, disse ser um momento “histórico”. Era mesmo. E continuou: “Com essa lei, o sistema financeiro americano dá um grande passo, em direção ao século 21, uma lei que vai beneficiar os consumidores americanos, negócios e a economia nacional por muitos anos ainda”
O democrata Barack Obama hoje diz ser contra tal lei de 1999. Mas, curiosamente, importantes assessores seus na campanha patrocinaram a legislação. São eles Jim Leach (dá nome à lei), Larry Summers e Robert E. Rubin –para não mencionar o próprio Bill Clinton, rebocado por Obama para uma photo-op na semana passada.
Como se vê, o cenário político-econômico nos EUA é um pouco mais complexo do que parece.
Para terminar, algumas estatísticas e um pouco de ciência para os arautos do caos e do apocalipse no início da semana, rápidos no gatilho para classificar a crise atual como a mais grave de toda a história.
Na segunda-feira agora, dia 15.set.2008, a Bolsa de Nova York caiu 4,4%.
Na chamada “segunda-feira negra” de 19 de outubro de 1987, o índice Dow Jones caiu espetaculares 22,6% num único dia. Cerca de 500 bancos fecharam as portas naquele ano em solo norte-americano.
Hoje, a taxa de desemprego nos EUA é de 6,1%.
Em 1929, no crash que muitos dizem ser igual ao de hoje, a taxa de desemprego batia em 30%.
Por Fernando Rodrigues
Sobre regulação, aliás, é importante tomar cuidado ao adotar certos caminhos. Em 1999, o governo democrata de Bill Clinton resolveu acabar com uma antiga regra. Quebrou o muro que separava bancos comerciais (os que pegam o dinheiro dos depósitos e fazem empréstimos para seus clientes) e os bancos de investimentos (uma cambada de certos bucaneiros que transforma US$ 1 em caixa em até US$ 35 voando por aí). Essa lei ficou conhecida com “Gramm-Leach-Bliley Act”.
Ao defender a lei, o então secretário do Tesouro (ministro da Fazenda), Larry Summers, disse ser um momento “histórico”. Era mesmo. E continuou: “Com essa lei, o sistema financeiro americano dá um grande passo, em direção ao século 21, uma lei que vai beneficiar os consumidores americanos, negócios e a economia nacional por muitos anos ainda”
O democrata Barack Obama hoje diz ser contra tal lei de 1999. Mas, curiosamente, importantes assessores seus na campanha patrocinaram a legislação. São eles Jim Leach (dá nome à lei), Larry Summers e Robert E. Rubin –para não mencionar o próprio Bill Clinton, rebocado por Obama para uma photo-op na semana passada.
O professor Paulo Guedes recomenda (a eles e a todos nós) ler “O homem-bolha: Alan Greenspan e o desaparecimento de 7 trilhões de dólares”. Ou “A era da ignorância no Federal Reserve”, de William Fleckenstein.
No NYT, quem comenta não é nenhum especulador, mas o diretor da bolsa de Chicago:
“The need for the policy intervention notwithstanding, it is difficult to comprehend the merits of a draconian measure that will result in the sudden and severe removal of liquidity from the marketplace at the same time that the government is taking unprecedented steps to preserve it,”
Chester, o Gramm do “Gramm-Leach-Bliley Act” é um dos conselheiros econômicos do McCain e nome dado como certo em um governo do republicano.
A casa caiu no império-genocida…
Americanos pedem penico aos “commies”
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1760868-EI8212,00-Americanos+pedem+penico+aos+commies.html
Olha só que barato o esfacelamento deste império-corrupto…
”
…um alto funcionário do país mais rico e poderoso do mundo rasteja aos pés dos ignóbeis burocratas chineses (commies, como registram os documentos oficiais do Departamento de Estado), sofrendo as penas e dores até há pouco reservadas aos pedintes da periferia…
“
Tem de tomar o Estado das mãos irresponsáveis destes incompetentes.
Tem de estatizar - de fato - o BC… e todo o mercado financeiro.
Uli Weinbrecht // 19/September/2008 às 22:55
Hum, deixa ver se entendi marco,
Bush näo é herói nem nada disso. Mas ele agiu como se espera que um presidente aja( Prontamente, heroicamente? )
marco- agiu prontamente. com coragem.
Voce näo é favorável aos republicanos, é favorável a democracia. Desde que a democracia siga a cartilha do partido republicano…
marco- Democracia não tem adjetivos, caro. Nem cartilha. Nem é propriedade de um partido político.
Bush tem telhado de vidro. Mas ele foi atacado( isso obviamente o redime de qualquer culpa).
marco- Isso o redime de qualquer culpa de contra atacar. Outra opção seria ir até a delegacia do centro de NY e dar queixa de
” possível ato criminoso de autoria desconhecida.”
Além disso, ele decidiu agir e näo se acorvadou, ao contrário dos que queriam pedir desculpas aos terroristas (agiu prontamente, heroicamente?)
marco- Ainda com corpos esmagados pelos restos fumegantes dos prédios sendo penosamente procurados por bombeiros, um famoso articulista brasileiro escreveu que aí estava ” uma notável oportunidade de redenção para os EUA”
Um não mesmo notável comentarista aqui desse espaço escreveu que os EUA precisavam mesmo era de um, dois, mil atentados.
Bush agiu. Se não o fizesse os EUA não seriam mais uma potência, e sim pasto para perversos de quinta categoria.
A política de Bush resultou ser desastrosa.
Mas esse näo é o problema essencial. O problema mesmo é que o pobre do Bush virou um cäo danado sem direito a defesa( exceto de entusiastas como voce próprio, marco)
marco- a politica econômica atual permite que alguém alugue ações para vender na baixa,
Caso ela ocorra.
Insanidade é a palavra correta para essse estado de coisas. Bush é culpado sim.
Por que ele é o presidente.
Cabe a ele, pelo mesmo fato, ser considerado o autor da corajosa injeção de trilhões ( já se fala em 2…) no sistema financeiro.
Quanto ao cão danado sem direito a defesa, essa é a realidade. Se XXXX descobrisse a cura do cancer levaria cuspidas na cara e tomates na cabeça.
Donde se conclui que:
Bush é um estadista e um herói. Qualquer problema que exista ou tenha existido na sua administracäo, näo está nela. Está nas críticas, é claro.
marco- essa conclusão é toda sua, Uli.
Obrigado por me iluminar com sua visäo privilegiada dos fatos, marco
marco- Adoro ironia. Mesmo. Ironia é fina, e bem diferente do sarcasmo, coisa feia que menospreza o outro.
Assim……de nada Uli.
Disponha de minha iluminação, menos ás quintas, o dia que junto com Platão, Sócrates e outros do mesmo nível fazemos uma reuniãozinha na Agora para trocar dois dedo de prosa…devo mencionar que o vinho é servido por doces moças de seios nus e flores nos cabelos?
abraços,
ma
putz que papo furado…
Enquanto a pobreza nos EUA é impressionante… são quase 40 Milhões!!!
o Estado, nas mãos de uma trupe inconsequente e corrupta… gasta turras de dinheiro salvando capitalistas incompetentes.
Pobreza nos EUA:
14,0% em 1969
17,4% em 2006
Leiam Paul Krugman!
“… agora temos outra razão, ainda mais convincente, para se envergonhar do histórico dos EUA no fracasso da luta contra pobreza…”
http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2008/02/18/comentario_a_pobreza_e_um_veneno__1195215.html
É Fábio, o cara é dado a uma frescurinha e papo de cerca Lourenço. Grande medida presidencial bushista: atacar o Iraque para garantir o fornecimento de petróleo, ajudar a empresa de seu vice e a de armamentos. Um estadista marcola-marco-lino.
Interessante o link, Fábio.
Mas a dúvida continua. Devo vender tudo?
Mais interessante ainda é seu comentário jaca.
Do tipo que não resiste a duas linhas de argumentação.
1- Fica mais barato comprar petróleo do que fazer uma guerra do outro lado do mundo.
2- Quem invadiu um país por causa do petróleo foi o Iraque,de Saddan.
Esse sim , foi um estadista tipo surfando - a jaca -e mais tâmaras & armas quimicas.
Tem gente que quer um milhão de amigos.
O humanista, que se enfiou num buraco tentando esconder a miserável carcaça da justiça, sempre quis um milhão de cadáveres.
Conseguiu, na guerra contra o Irã.
Quanto ao papo furado, sugiro a ” Fábio Passos ” que vá para a praia, a mais longe possível, ajudar a bia alguma coisa a observar o ” porta aviões nuclear espião”, ( sem dúvida alguma deve ser o USS John Le Carre ) parado bem acima das jazidas da Petrobrás.
putz…
num sabe de nada…
a casa neoliberal ruiu…
… e o império-genocida, agora rouba dos seus pobres, para dar aos ricos-incompetentes…
imperdível análise do Nouriel Roubini:
“A MÃO INVISÍVEL DO MERCADO E O USSRA”
http://www.viomundo.com.br/opiniao/a-mao-invisivel-do-mercado-e-o-ussra/
palhinha…
”
Assim como inúmeros evangélicos e hipócritas e moralistas que cospem e elogiam os “valores da família” e pretendem ser mais santos que nós são regularmente pegos em adultério ou se vestindo como travestis ou são pervertidos, esses hipócritas do Bush — que durante anos cantaram a glória do capitalismo selvagem, do Velho Oeste, laissez faire (e nunca acreditaram em qualquer relugamentação e supervisão sensata e própria para os mercados financeiros) — permitiram que a maior bolha de dívida crescesse sem qualquer controle e causaram a maior crise financeira desde a Grande Depressão… ”
” … Agora são forçados a adotar a maior intervenção e nacionalização governamental na história recente da Humanidade, tudo em benefício dos ricos e bem conectados…”
Fábio, você não argumenta, grita.
Quando não grita você tenta convencer alguém com esses links - samba de uma nota só.
Chato pacas.
Na faculdade, cara, na boa, mesmo no mais radical dos gremios, você produziria o chamado efeito gangorra.
Ande você sentar, alguém levanta.
Qualquer post do Pedro que não se preste a comentários que exitem seu sambinha monótono e lá vem você - E as injustiças do império decadente e o apoio de todos para a Jandira, e sei lá mais o quê…
No meu tempo, a gente chamava pessoas como você de - linha cruzada-
Ou seja, em um telefone de linha cruzada por mais que você tente se comunicar a outra pessoa continua falando sem parar, como se não houvesse amanhã.
ps- o que mais acontece por aqui são xingamentos e desclassificações. quando alguém fala com alguém como o Uli fez comigo e eu com ele, mesmo discordando, isso é chamado de tudo.
O que acaba criando uma auto censura. O pior dos mundos.
Nunca imaginei que elogiar Bush por sua atuação na crise fosse passar em brancas nuvens, longe disso.
Aceito argumentos, ironias, silêncios, o que quiserem, mas definitivamente estou fora de xingamentos e desclassificações.
Na boa.
ma
excitem etc etc…
Por que a débâcle do império-genocida?
Porque não ouviram os alertas de J K Galbraith…
Repara só no que ele fala sobre o governo do idiota-bush… é um barato.
“Essa gente tem demonstrado não apenas uma insensibilidade em relação aos sofrimentos dos que estão na pobreza, como uma completa irresponsabilidade em relação ao destino do país…”
Minhas opiniões são claras.
Voto no Gabeira, aqui.
Não votaria no Obama, lá.
Aos críticos do trilhão de Bush acho que faria bem a publicaçao de algumas fotos da Grande Depressão e suas crianças americanas sem sapato, de pé no chão, pais e mães com olhar perdido, desesperados.
E, também, por que não, alguma leitura sobre o que aconteceu na Alemanha quando, os até então inabaláveis títulos do governo, a mais tradicional forma de poupança de gerações, virou pó.
O presidente do banco central americano avisou o congresso dos eua que o sistema inteiro iria entrar em colapso em 48 horas.
colapso lá, miséria democraticamente dividida pelo mundo inteiro. brasil inclusive.
e a coisa ainda inspira cuidados.
tem gente que supirou aliviada.
tem gente que achava e acha que os eua iriam afundar sozinhos…
ingenuidade tem limite.
repito, bush agiu certo.
E Galbraith não parava por aí…
sem meias palavras… na veia!
”
Ao contrário do que professam as teorias liberais, os excluídos não são um resíduo – segmento social que ficou para trás e ainda não foi atingido pelo nível de desenvolvimento alcançado pelos ‘bem de vida’. Esse tipo de formulação procura passar a idéia de que a pobreza desses contingentes da população constitui uma situação transitória, uma etapa que será naturalmente superada à medida que a riqueza dos ‘bem de vida’ transbordar para os mais pobres.
Não.
O mercado não vai integrar ‘naturalmente’ essa camada social.
Ao contrário, ela é parte integrante do sistema econômico montado no país, e sua pobreza serve ao conforto da maioria ‘bem posta’ na vida
”
Quanto a Fábio e a linha cruzada aí está a prova final…
Ih rapaz… o jujeito entrou em parafuso…
Olha só quem são os eleitores do Gabeira!
O cara me escreve isso, ao invés de explicar ao Bush, mas naqueles momentos em que ele não está lendo conto de fada para as criancinhas:
Do tipo que não resiste a duas linhas de argumentação.
1- Fica mais barato comprar petróleo do que fazer uma guerra do outro lado do mundo.
Mon Dieu, ele acredita no terrorismo iraquiano explodindo o Mundo, ele acredita em Papai Noel, na fada encantada do dente-de-leite, no duende da floresta e já comprou passagem para o final do arco-íris, onde ficará rico. Foi nisso que resultou expor as criancinhas diariamente ao programa da Xuxa.
Fábio, pau nesse goiaberense de cuca avariada.
Já imagino daqui a cena: O Marco, de bigodinho Chaplin, batendo os pezinhos e socando a mesa. Aos gritos: o Bush estava certo, o Bush estava certo, o Bush estava certo… Haja frescura!
Nenhuma lágrima para a população civil iraquiana e as crianças massacradas nessa ocupação imbecil e corrupta.
Esse é o nosso goiaberense Marco.
Olha que tem um clip do Chesterton recém postado.
Fabio Passos, felicidades no seu auto exílio da realidade.
surfando na jaca, mais felicidades ainda em suas tentativas de fazer carinha de pitt bull para esconder sua alminha de poodle.
Para os dois, adio final.
Quem invadiu um país por causa do petróleo foi o Iraque,de Saddan (segundo o lambe-botas, puxa-saco descarado).
Mas, isso não foi a anos atrás?
O cara já não estava controlado, com espaço aéreo reduzido e vendendo petróleo o suficiente pra comprar comida?
As armas de destruição em massa não eram pura lenda?
Então, qual a justificativa para a invasão se não tomar o petróleo na mão grande?
É cada paga-pau que me aparece aqui…
namber uam,
cuidado que ele faz beicinho quando contrariado.
O Nassif indicou o blog do Argemiro Ferreira.
Dei um cuido e é ótimo mesmo.
Saca só o que pesquei lá sobre a crise no império…
“Nossa crise financeira nacional pode ser perfeitamente compreendida por qualquer um que já tenha visto ganância e hipocrisia.
Mas a diferença é que agora estamos testemunhando ganância e hipocrisia numa escala profunda e monumental”
bom demais…
“Esta é uma nação de idiotas da aldeia”
James Moore - Jornalista e Escritor
http://argemiroferreira.wordpress.com/2008/09/19/guru-de-mccain-cria-a-doenca-nao-o-remedio/
namber one,
Saca só o tio sam…
http://www.artofmarkbryan.com/images/Uncle%20Sam_500.jpg
… tá todo mundo careca de saber.
Lá do Argemiro…
versão de capitalismo dos republicanos:
“Eles são socialistas. Desregulamentam tudo, mas quando chega o resultado do que fizeram, como agora, querem socializar as perdas: mandam a conta para o contribuinte”
James Moore
http://argemiroferreira.wordpress.com/2008/09/19/guru-de-mccain-cria-a-doenca-nao-o-remedio/
Só o lambe-bota é que não sabe.
O cara vive no país das MAGAVILHAS…kkk
Olha só o tio sam tomando pico na veia!
http://jcwinnie.biz/wordpress/imageSnag/UncleSamShootingUp.png
parece que o império já torrou, na guerra do Iraque, segundo Stglitz, mais de 4 trilhões de dólares…
Se os fatos desmentem a versão, pior para os fatos! Lembro que a coisa mais hilária que já vi foi a cara-de-pau de um adorador do liberalismo total, cujo nome, felizmente, eu não lembro, escrevendo que cada uma das medidas adotadas por Roosevelt e Keynes deu errado mas o conjunto deu certo!
#1, já que pau, saco, lambe-bota ( sado masô…) parecem estar muito presentes, bem no meio, mas bem no meio mesmo, de seu imaginário, faça bom proveito de seus fetiches.
Use e se lambuze com o kit completo.
Não se preocupe, #1, esse blog é muito liberal, respeita qualquer opção sexual por mais bizarra que seja…vale até um kkkkkk entre uma lambida na bota e outra lambida no restante do kit…
Vai fundo que a (s) bola (s) é tua rapaz….
Em Roma, como os romanos.
No buteco, como os pinguços, cuspindo no chão.
Vai te catar cara.
aliás, #1, adios pra você também.
e vai te recatar…
O 11 de setembro deles…
Zardari promete lutar contra o ‘câncer’ do terrorismo
O Hotel Marriott era popular entre turistas estrangeiros, especialmente ocidentais
O novo presidente paquistanês, Asif Ali Zardari, prometeu combater o que chamou de “câncer” do terrorismo, depois do ataque que matou pelo menos 40 pessoas no Hotel Marriott, na capital Islamabad.
“O terrorismo é um câncer no Paquistão. Estamos determinados, se Deus quiser, vamos livrar o país desse câncer”, disse o presidente.
“Eu prometo que as ações desses covardes não vão minar nossa determinação.”
No discurso transmitido pela televisão, Zardari também pediu a ajuda de “todas as forças democráticas” para salvar o Paquistão.
O presidente americano, George W Bush, condenou o ataque e ofereceu auxílio ao Paquistão.
Ele disse que a explosão é “um lembrete da contínua ameaça enfrentada pelo Paquistão, pelos Estados Unidos, e por todos aqueles que enfrentam o extremismo violento”.
Figaro- o jornal mais esquerdista da França
Il pourrait y avoir une centaine de morts.
( mais de 100 mortos )
Un député n’hésite pas à qualifier de “11 septembre pakistanais” cet attentat qui menace de réduire en cendres l’un des deux plus grands hôtels de la capitale pakistanaise.
( deputado classifica de 11 de setembro paquistanês )
Il était environ vingt heures à Islamabad, lorsqu’un camion bourré d’explosifs (60 à 70 kilos selon certaines sources) a sauté à l’entrée principale de l’Hôtel Marriott, au coeur de la ville.
( em vez de Boings da AA, um caminhão com 70 kilos de explosivos )
Provoquant un incendie qui s’est propagé jusque dans les étages. Tard dans la soirée, de nombreuses personnes y étaient toujours prisonnières.
( pessoas no hotel em chamas prisioneiras do incêndio )
Le bâtiment risquait tout simplement de s’effondrer
( o prédio pode implodir)
Qualquer semelhança não é simples coincidência.
HomoOtarius: Isto está me parecendo com uma daquelas famosas “pirâmides” tão em moda nos anos recentes, com a diferença que esta é em escala planetária, e os últimos que entraram (e até aqueles que não entraram) nesta “fria” é que ficaram com o “prejú”.
Falando em executivos, “pesquei” na NET esta maravilha de piada: A fábula de um alto executivo que, estressado, foi ao médico. Relatou ao psiquiatra o seu caso. O médico, experiente, logo diagnosticou:
- O Sr. precisa se afastar por duas semanas da sua atividade profissional. O conveniente é que vá para o interior, se isole do dia-a-dia e busque algumas atividades que o relaxem. Então o nosso executivo procurou seguir as orientações.
Sem o celular, partiu para a fazenda de um amigo. Passados os dois primeiros dias, o nosso executivo já havia lido dois livros e ouvido muitos CDs. Continuava inquieto. Pensou então que alguma atividade física seria um bom antídoto para a ansiedade que ainda o dominava. Chamou o administrador da fazenda e pediu para fazer algo. O administrador ficou pensativo e viu uma montanha de esterco que havia acabado de chegar.
Disse ao nosso executivo:
- O Sr. pode ir espalhando aquele esterco em toda aquela área que será preparada para o cultivo - E pensou :- “Ele deverá gastar uma semana com essa tarefa”.
Ledo engano. No dia seguinte o nosso executivo já tinha distribuído o esterco por toda a área. Pediu logo uma nova tarefa.
O administrador então lhe disse:
- Estamos iniciando a colheita de laranjas. O Sr. vá ao laranjal levando três cestos para distribuir as laranjas por tamanho. Pequenas, médias e grandes.
No fim daquele primeiro dia o nosso executivo não retornou. Preocupado, o administrador se dirigiu ao laranjal. Viu o nosso executivo com uma laranja na mão, os cestos totalmente vazios, falando sozinho:
- Esta é grande. Não, é média. Ou será pequena? Esta é pequena. Não, é grande. Ou será média?
Moral da história:
Espalhar merda é fácil. O difícil é tomar decisões! Será?????????
Olha só uma lista de medidas para evitar a ruína financeira e tornar o Brasil um país mais próspero e justo…
- Estatiza o BC – de fato - e não só isso… todo o sistema financeiro. Impede o livre trânsito de capital especulativo e a remessa de lucros.
- Democracia direta: Agenda de plebiscitos para legitimar a estatização do sistema financeiro e garantir implementação de medidas institucionais.
- Aumentar rapidamente a participação dos salários em relação ao PIB, com aumento do salário mínimo (não uma curvinha… um degrau!) e tributação progressiva…
…cobrar dos ricos mesmo. Prá valer. Pesado. Como nunca antes foi cobrado!
- Estado como motor do crescimento em investimentos vultosos em infra-estrutura (estradas- portos - aeroportos - ferrovias - saneamento), tecnologia, saúde, educação e urbanização.
- Estatização das grandes companhias e latifúndios, sem o qual não será possível controle dos preços fundamentais.
- Nova constituinte para o período de transição do capitalismo-neoliberal moribundo para o novo modelo.
- Submissão das decisões do board das grandes cias ainda não estatizadas ao controle do Estado
- Despeja dinheiro barato e abundante para os pequenos negócios fomentando crescimento.
- Redução da jornada de trabalho servindo ao capital, implementação de jornada de trabalho voluntário remunerada… pelo capital.
- Criação de comitês democráticos para tomada de decisão em nível municipal diretamente por participação popular
- Definir teto para patrimônio individual, familiar e de quaisquer tipos de associação e organização privada. Expropriação do patrimônio excedente.
Tem de acabar com o Apartheid Social.
Esta ricaiada incompetente já fez muito mal ao país…
Marco, já que vc. considera isso aqui um buteco de péssima reputação, dá licença para te chamar de viadinho. É essa a sua proximidade com a candidatura do Gabeira? Fica dando tchauzinho para os outros com lencinho na mão. Bushista tem cada problema. Depois diz que o nível está baixo, só porque escreveu bobagem em forma séria e a gente levou na sacanagem. Poor boy…
jaca, não entendeu o adios?
O boteco de péssima reputação não é - isso aqui, ou seja, esse espaço do Pedro Dória.
O boteco fedorento são alguns frequentadores, tipo você, e o mau cheiro vem de dentro de sua cabeçinha de poodle sempre querendo parecer pitt bull, com absoluto fracasso, diga-se.
Não te dou licença para me chamar de viadinho,o que alias, você já fez.
O que me dá direito de te chamar de viadão decadente, daquele que tem de passar creme no rabo velho e seco para agradar os sobrinhos.
Como você vê, também sei xingar.
Agora, pela última vez, adios, e fica por ai, cara.
Junto com o fetichista sado maso Número Um da Internet, o adorador de sacos, paus, e lambidas em botas, vai te catar.
rapaz… a ruína estadunidense tá deixando os fã do bush cos nervo a flor da pele.
Não disfarça não Fabinho, o sobrinho é você.
Antes que eu me esqueça e só pra manter a coêrencia, vai te catar sobrinho.
fica nervosinho não rapaz…
sugiro o Paul Krugman prá cê começar a entender o mundo em que cê vive.
saca só…
”
Where will the money for the big bailout come from? I keep being asked that. In the long run, of course, it will come from you — the taxpayer.
”
http://krugman.blogs.nytimes.com/2008/09/20/follow-the-money/
” Figaro- o jornal mais esquerdista da França ”
putz, que delirio ! So falta dizer que o “Libération” é o jornal mais à direita…
The Fan, abra o dicionário na letra I.
Procure ironia.
Uma vez apreendido o significado dessa palavra estranha volte a ler o que escrevi.
Pode até esboçar um sorriso se quiser, Finalmente a piadinha pode ser compreendida sem espanto.
A ironia é um instrumento de literatura ou de retórica que consiste em dizer o contrário daquilo que se pensa, deixando entender uma distância intencional entre aquilo que dizemos e aquilo que realmente pensamos.
Na Literatura, a ironia é a arte de gozar com alguém ou de alguma coisa, com vista a obter uma reação do leitor, ouvinte ou interlocutor.
Ela pode ser utilizada, entre outras formas, com o objetivo de denunciar, de criticar ou de censurar algo.
capice, The Fan ?
EITA!
Quem tá com fixação em SADÔ-MASÔ não sou eu não.
O sujeito destemperado que sentiu o baque de WALL STREET é quem veio com essa história aí…não fui eu não.
Os termos usados anteriormente para rotular o sujeito destemperado, não são oriundos de tal prática sexual estranha (nada contra quem as pratica, afinal, cada um faz o que bem entende com o seu, desde que não queiram fazer no meu…kkkk), dizem somente que o sujeito serve de capacho de quem não está nem aí pra ele (ou será que o “capitalista” perdeu montanhas de dinheiro lá na rua do muro?).
Se acalme Ponto de Referência.
Minhas palavras não podem te ferir, afinal, tua “inteligência superior” pode muito bem ignorar meus comentários.:o))
Vai uma chicotada aí?
Adeusinho, venenosa querida sem S.
Desbocado esse cara e gosta de cachorro.
Definitivamente, não gosto de bushits. Vou te lanhar toda, feiosa.
sabe aquele touro lá de wall street?
pois é,
foi pro brejo…
“The free market for all intents and purposes is dead in America”
said Kentucky Sen. Jim Bunning
http://www.cnbc.com/id/26803296
olha o que sobrou do touro de wall street:
http://www.co.beaufort.sc.us/BFTLIB/Uncle_Sam_cow.jpg
… e que tal a fantasia de tio sam?
très ironique…presque trop…aqui não rola, seu Marcô, a gente somos basicos demais prô sinhô.