A paz entre Síria e Israel é possível?
Algo de muito importante pode estar para acontecer no Oriente Médio. Segundo o colunista de política externa do Washington Post, David Ignatius, o ditador sírio Bashar al-Assad está disposto a iniciar conversas de paz com Israel. Sua condição é de que EUA e França façam a intermediação. Os franceses confirmam a notícia – Nicolas Sarkozy vai a Damasco na semana que vem. Os EUA ainda não se posicionaram.
A importância dos EUA é que Washington garante a palavra de Israel. Os sírios querem que seu vizinho deixe as Colinas de Golã e torne às fronteiras de 1967. Segundo os turcos, que fazem a intermediação desta conversa há anos, há vontade política para isso em Israel.
Os sírios estão se mexendo. Querem ampliar sua rede de diálogo internacional para além das boas relações com o Irã. Se os EUA impuserem o fim do contato com Teerã como pré-condição, as conversas acabam antes de acontecerem. A diplomacia francesa segue cautelosa. Acredita que aumentando sua base de apoios no mundo, rapidamente a Síria perceberá que não precisa do Irã. Conseqüentemente, além de o terrorismo em Israel perder um aliado poderoso, o Irã ficaria mais isolado.
É o tipo do avanço surpreendente que pode mudar de todo a geopolítica da região.
Ainda sobre o assunto:
- Palestina, Israel e Bush:
a paz é possível? Preparem-se: George W. Bush está para sair de cena. Ele apareceu no plano nacional norte-americano prometendo união e um ‘conservadorismo... - Entre Likud e Kadima, Trabalhistas lá atrás,
esquentam as eleições em Israel As eleições em Israel, programadas para 10 de fevereiro, estão começando a entrar na reta final. O que parecia, até... - Um mundo sem armas nucleares é possível? Duas décadas após Ronald Reagan e Mikhail Gorbachov combinarem o início de uma política de desarmamento nuclear, um grupo...
- Um governo mundial é possível?
(E o que a direita tacanha acha) A União Européia tem moeda própria e Banco Central, tem leis próprias, servidores públicos, uma Suprema Corte. É, literalmente, um... - Israel, Palestina, Irã e a surpresa de novembro Alguns neoconservadores aqui nos EUA e um bocado de gente na imprensa e na política de Israel vem falando muito...



Terra por papo furado.
Achei que é uma boa notícia.
é um bom começo. a Síria não quer que os EUA
façam com ela o que fizeram com Iraque.
Pedro Doria,
Eu tentei postar um comentário lá no open e o Wordpress não publicava, mas também não aparecia justificativa. Então fui tentando algumas variações, e agora estão todos aguardando moderação.
Lime todos eles, por favor, e só mantenha o que já foi publicado. Obrigado.
Hmmm…
Sera que ess historia dos russos estarem querendo colocar seus misseis em territorio sirio e seus navios nos portos sirios tem a ver com isto ?
http://www.russiatoday.com/news/news/29318
Quem já esteve nas colinas de Golan sabe que Israel só as devolverá com garantias substanciais, da parte da Siria, e dos países que intermediariam essa negociação. Pastéis de vento não serão servidos á mesa.
Ao contrário da liberação de prisioneiros, um aceno político perfeitamente possível, as colinas de Golan têm um valor estratégico militar inequívoco.
Se o sul do Líbano é na prática governado pelo Hezbollah, o que garante que algo semelhante não possa acontecer na Síria, e especificamente no Golan?
Tomara que dê certo.
A paz entre Geórgia e Rússia é possível?
E entre Índia e Paquistão?
Eu vou esperar essa paz entre Síria e Israel sentado, porque em pé vai cansar muito.
E você, Pedro, acredita nessa possibilidade?
mas o problema é que os Sirios não estão mais com muita vontade de continuar alinhados com seus antigos aliados. Vem chumbo grosso por aí.
apaga aí que deu tilt no contrl C
O que está acontecendo na república da Geórgia é muito semelhante ao que aconteceu em 1956, quando tanques russos se deslocaram para a Hungria – e o Ocidente não fez nada.
Um argumento que poderia ser apresentado é o de que, realisticamente, não havia nada que o Ocidente pudesse ter feito, naquela época e agora, para expulsar os russos.
Mas houve amargura, agora e naquela época, por causa de o Ocidente ter encorajado o povo a arriscar suas vidas, confiando em nós, quando sabíamos, desde o início, que não estávamos decididos a arriscar um conflito armado com uma superpotência nuclear pela Hungria, naquela época, e pela Geórgia, agora.
O Ocidente tem uma longa história de não fazer nada, utilizando as Nações Unidas, e antes a Liga das Nações, para criar ilusões de que estão fazendo alguma coisa por meio de discursos e resoluções.
Nem discursos, nem resoluções farão qualquer diferença para os russos, para os iranianos ou para qualquer outra nação beligerante. Sabemos disso, eles sabem e o mundo todo sabe.
Aparentemente, Barack Obama ainda não sabe disso, julgando pela sua resposta inicial às notícias da invasão da Geórgia pelos russos, que foi conclamar “ambos os lados” a um cessar fogo e, depois, a irem à ONU.
thomas sowell
Sem alguém do Hezbollota nessa mesa, a conversa não faz sentido. Damasco não tem controle daquela área alí… Inclusive admitem isso.
Mas peraí, se colocar alguém do Hezbollinha, estariam oficializando o extra-oficial. Seria ruim pra Damasco…
…e agora José????
Amplexos
Agora é a vez da música…
Pois é, não satisfeito em tornar o ensino de filosofia OBRIGATÓRIO nas escolas, agora o governo decidiu tornar o ensino de música obrigatório… a única coisa que não é obrigatória nas escolas brasileiras é o ensino de matemática, ciências e português.
Vou repetir o que já disse antes: escola tem que ensinar português, matemática e ciências. O resto é matéria opcional, eletiva. Esse não é o sistema ideal, mas é o sistema que é possível para nossa realidade atual. Do jeito que está hoje, o aluno não aprende nada, exceto que Marx está sempre certo, que Che Guevara era um pacifista, que os empresários são pessoas más e que o socialismo é o sistema que promove a bondade e prosperidade entre os povos.
…e que “música” vão ensinar? Funk?
Duvido que seja música clássica…
Aliás as escolas cariocas já tem aula de “educação sexual através do funk”:
http://perspectivabr.wordpress.com/2008/08/25/escolas-cariocas-terao-aula-de-educacao-sexual-com-funk/
E aula de educação sexual, será que agora é obrigatória também? E quem rodar, leva p… no c…?
Aviso aos navegantes,
o Darw tem um arquivo onde ele guarda todas as informações que ele julga importantes. Ou pelo menos das pessoas que ele julga importantes. De modo que, ao digitarem essas teclas, saibam que isso não são meras palavras levianas ao vento da blogosfera, isso são provas escrituradas em cartório que um dia, daqui há 1, 2, 5 anos, poderão ser usadas (e provavelmente o serão) contra voces mesmos.
.
Não sei qual a vantagem, para Israel, fazer a paz com a Síria.
A Síria é um país que não fede nem cheira, é um país fraco, pobre, leviano, fácil de ser controlado em caso de necessidade, e que não tem nenhuma garantia a oferecer a Israel.
Não vejo nenhuma vantagem se Israel abrir mão do controle da nascente do rio Jordão e dos lagos nortes.
Ow, paz entre Síria e Israel?
Quem solta a bomba primeiro?
Sim, creio que paz por lá só depois d’uns pipocos nucleares, fica tudo numa pazzzz, cêis nem imaginam…
Putz.
A paz não interessa -e não virá nunca- enquanto a mesada americana rolar solta para a segurança, segurança, segurança, segurança, segurança, e mais segurança, esse midas que enche o cofrinho dos sabujos do complexo industrial-militar. A guerra dá dinheiro. No mais, o que sobra é um sono danado pra quem acorda cedo.
faraó, faraó…
Quanta encanação com minha saúde mental, não?
Você é assim tão distraído que nunca percebeu a existência de um sistema de busca no Weblog? E que uma memória minimamente funcional mais uma ferramenta como essas pode achar em menos de um minuto as coisas que você escreve?
Precisa ficar mais atento ao seu redor amigão, pra não confundir raciocínio básico com distúrbio mental…
falam tão mal do complexo industrial militar, mas eu acho ele tão bunitim…….
e ninguem nota a diferenç
1. os EUA constroem escudos (muros)
2. A Russia constroi misseis (lanças)
e os abestalhados da midia no mundo inteiro acham que são moralmente iguais.
os russos ficaram bonzinhos, não são mais soviéticos…
http://www.city-journal.org/2008/eon0813td.html
Esse negócio de “paz e amor” é pura desinformação dos inimigos.
É óbvio que o inimigo sempre quer que você se desarme, e querer ter mais armas do que você.
Se tem menos armas, vai pedir “paz”. Enquanto se arma.
É o tipo do avanço surpreendente que pode mudar de todo a geopolítica da região.
chest- e se for retrocesso?
a moçada chia um montão porque a soberania de Georgia isso, a fronteira da Rússia aquilo…
ALGUMA VEZ ISRAEL DECLAROU QUAIS SÃO SUAS FRONTEIRAS???
tem é que fazer as pazes com todo mundo ali, e rápido.. já encheu o saco tanto estresse pós-traumático
ah, é, outra pergunta: PORQUE ISRAEL FOI CRIADA NA PALESTINA E NÃO NA BAVÁRIA*?
*é, isso mesmo, com kibutz, mossad e bomba atômica e tudo que tem direito, mas ali, na Bavária, tirando terra dos verdadeiros culpados… o que, aliás, teria evitado a cultura neonazi que floresce atualmente na região
o inimigo sou eu/é você
aquele velho sou eu/é você
aquela mulher sou eu/é você
aquele chicano sou eu/é você
naquela vala comum, todos nós
r
PORQUE (POR QUE) ISRAEL FOI CRIADA NA PALESTINA E NÃO NA BAVÁRIA*?
Pelo mesmo motivo que você nasceu da sua mãe e não de uma outra mãe.
O pior não é isso, o pior é por que o Brasil foi colonizado pelos portugueses e não pelos holandeses ou ingleses?
Pedro Dória Pedro Dória…
você já foi melhor… :-)
Acordo de paz baseado em quem? Graças ao bom Allah, o Knesset está passando uma lei que obriga qualquer mudança de fronteiras a ser votada por 2/3 do Knesset ou ir a plebiscito… se tudo correr bem, sai antes do “acordo de paz”…
Olha, eu até tenho carinho pelos Palestinos, afinal eles VIVEM a situação… agora pelo Ditador Sírio…
amor pelo ditador sírio, não. E os dois milhões de sírios cristãos que serão os primeiros a morrer?
é claro que Israel não quer o acordo. Se faltar água ou alimentos, vão atacar quem?
pelo menos o ditador segura os muçuma.
faraó,
interessante vc recorrer ao método aleatório discutir geopolítica…
como era mesmo o nome daquele cientista que falou “deus não joga dados”?
Espero que ocorra a paz, mas duvido que Israel devolva o Golan.
Mas se a paz acontecer um dia, do que é que os radicais sunitas, xiitas, judeus, belicistas, neocons etc etc etc vão reclamar? Como é que eles vão justificar a sua identidade, sua existência, sua honra, e sua glória? Pra que eles vão servir? A quem?
E os fabricantes de armas, vão viver do quê? E sem o financiamento deles, como vão ficar as campanhas eleitorais dos EUA? E os salários dos empregados, a tradição texano-americana de ter um arsenal em casa, a noção de que pacifismo é coisa de viado? Como fica isso tudo?
E os governantes de Israel, da Síria, do Iraque, como vão fazer se não houver mais guerra? Como vão se perpetuar no poder? Vão ter que governar, agora, por acaso? E o Hezbollah, o Hamas, a Al-Qaeda, para que vão existir? Como vão chegar para seus fiéis seguidores e dizer que a paz é muito melhor do que a morte que eles pregam?
Não, não, isso tudo é muito complicado… Melhor deixar como está, que dá mais voto e muito mais dinheiro…
Em tempos de paz, a Síria faz guerra com Israel.
Em tempos de guerra, a Síria fica em paz com Israel.
Vale a pena mudar isso? Claro que não.
Estas discussões indiretas me parecem uma cortina de fumaça lançada pelos dois lados. O Olmert quer evitar a cadeia, e o Assad quer o Líbano. Os Israelenses não querem trocar o Golan por promessas; e os Baathistas sírios não querem perder o conveniente inimigo sionista, que é a eterna e inquestionável justificativa para o status quo na Síria e a suposta causa de todo e qualquer problema.
Assim, embora provavelmente não almejem levá-las a termo, ambos os lados buscam a legitimidade oriunda de longas e fractalmente complexas negociações (afinal, a tal comunidade internacional está disposta a quebrar todo tipo de galho, e oferecer uma infinidade de colheres de chá, para não atrapalhar o ‘processo de paz’).
Acho que tudo o que esta acontecendo,é poeque realmente tinha que acontecer.No final das contas o mundo todo se rebelara contra israel,mas não vamos nos esquecer de quem é o Deus de israel,e que jurou por si mesmo que se arrependeriam os que se rebelacem contra o seu povo.leiam a Biblia pra não dizer depois que ele não avisou.