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Duas teorias explicam as origens do ponto de interrogação.
Uma é a simplificação do latim Qo, abreviatura para questão. O Q era desenhado acima, o O embaixo.
Outra sugere que é um ponto e vírgula de cabeça para baixo. Em grego, o ponto e vírgula é usado para indicar que a frase é uma pergunta.
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Esse negócio de interrogação e ponto-e-vírgula é coisa de ateu comunista.
As Farc usam muito o ponto-e-vírgula nos seus sequestros. Estudei no colegial com o ponto-e-vírgula, cuja alcunha se devia ao andar claudicante. Tinha uma perna mais curta que a outra, o infeliz. Não me lembro se era ateu, mas naquela época todo mundo era comunista, então…
Será?
wow! que massa! =]
Este post está no blog errado. ele pertence ao blogue do Sergio Rodrigues.
//pega ladrão!
Companheiros de esquerda, maoístas e bolivarianos
Eu, josef mario, devo dizer que no meu tempo de ginásio estudei latim em profundidade, por esta razão este tipo de questão para mim, josef mario, é elementar. Como todos não sabem, no latim tradicional ao final da frase era colocada a palavra “questio” quando se desejava indicar uma pergunta. Esta palavra abreviada se transformou em “qo” que posteriormente passou a ser representado com o “q” em cima e o “o” em baixo, o que acabou por dar origem ao nosso atual e conhecido ponto de interrogação “?”.
Muito obrigado
Fico com uma terceira teoria: o ponto de interrogação teria sido inventado pelos egípcios, que se inspiraram no desenho que faz o rabo do gato, quando o doce animal, que para eles era um deus (concordo), parecia estar interrogando o mundo.
Seja como for, o certo é que os espanhóis foram mais inteligentes: colocam um ponto de interrogação de cabeça para baixo no início da frase. Aí você logo sabe que se trata de uma pergunta.
Isso é uma mão na roda e tanto. Principalmente em textos acadêmicos, onde muitas vezes os períodos são loooongos — e, quando você vai ver, era uma pergunta, não uma afirmação. Quando isso acontece, vc fica embatucado, seu ritmo de leitura e compreensão da frase vai pro espaço. E vc é obrigado a ler tudo novamente.
ACT
gostei da teoria do Josef
Fora do tema — PD
Fora do tema — PD
PQoP!!!
E pensar que eu vivi até os 47 anos sem jamais ter pensado na origem do “?”!!!
Como eu pude viver, trabalhar e respirar sem ter jamais me preocupado com uma coisa tão absurdamente importante para o universo!!!!!!!!!!!!!
Agora tudo será diferente!!!
Todos os grandes enigmas do universo são nada diante da origem do ????
êta farta de assunto sô!!!
Fora do tema — PD
E pensar que Einstein perdeu um tempão com aquela besteira da Relatividade quando poderia ter se dedicado a explicar a origem do “?” e quem sabe até do “!”. Inimaginaveis seriam as possibilidades da Humanidade se mistérios como o “?” tivessem sido elucidados antes!!!!
Talvez Colombo jamais tivesse saido da Espanha.
Hitler jamais teria nascido.
Talvez Jesus tivesse nascido menina…
Talvez nem o big bang tivesse acontecido…
Fora do tema — PD
Fora do tema — PD
well….então o primeiro ser vivente a usar o ponto de interrogação foi a Eva, of course.
Fora do tema — PD
Lancei aí um link para o obituário de Soljenitsin no NYT de hoje. Não entrou; talvez haja algum filtro, sei lá. É um endereço extenso, mas quem se interessar pode (ou podia até há pouco) acessar com facilidade no site do jornal.
Fora do tema — PD
Fora do tema — PD
Fora do tema — PD
Talvez ele indique que alguem está examinando algo detidamente, inclinando-se para olhar de perto. Por isso se curva. Ou talvez em sinal de humildade, quem pergunta quer saber algo. O ponto de exclamação tem a postura ereta e altiva de quem afirma e sabe o que diz!
O ponto comum indica um local fixo. Uma parada. Já a vírgula, sentadinha, só parou pra descansar e vai continuar.
Fora do tema — PD
? tá, depois vem
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E o teclado fica todo explicado no Weblog.
:-))))
Apesar das explicações bastante plausíveis para o ponto de interrogação práticamente como o conhecemos, não é possível que línguas arcaicas não tivessem uma tipografia para explicitar desconhecimento, curiosidade, perguntas ou simplesmente essas dúvidas cruéis que não deixam a humanidade em paz, felizmente.
Simplificando bastante, Shakespeare não pode ter sido o primeiro a formular numa simples pergunta, a fundamental questão(dúvida, pergunta) “ser ou não ser”.
A questão tipográfica pode até estar resolvida, mas as dúvidas expressas claramente, as perguntas, essas devem estar muito mais remotamente presentes na história da humanidade. Deixo minha curiosidade sincera. Abraços a todos.
Fora do tema — PD
Nem preciso mencionar- ou preciso- que estou me referindo a períodos arcaicos, pré-socráticos, daí para trás.
Chesterton, o que um senador brasieliro tem a ver com a origem do ponto de interrogação?
Pára de fazer off-topic, que coisa mais cansativa…
E apenas por curiosidade, Clara: a pontuação no grego é tardia à beça, coisa já do período helenístico, pelo menos. Corrija-me a comunidade brasileira de leitores de Aristófanes no original, que freqüenta em peso este blog. Com certeza, mesmo no século de Platão, a escrita (subsistem vários exemplos) não contemplava nem sequer a familiar separação entre palavras.
http://www. fundathos. org. br
E já que o tópico escorregou pra fora da pergunta (mas será?) Athos Bulcão despediu-se também há poucos dias. Endereço aí em cima: Fundação Athos Bulcão.
Clara, #29, só li depois da #31. Boas perguntas as suas.
Em inglês não seria necessário o ponto de interrogação, a posição do verbo na frase indica ser uma questão.
E esses dois, grego e latino, vinham antes ou depois das frases? Em japonês, se coloca travessão antes e depois do parágrafo, como a interrogação no espanhol.
pd, esqueceu do 17, tb é fora do tema?????????????????????????????????????????????????????????????????????
Se é pra brincar a sério: “Nasce per quello, a guisa di rampollo, a piè del vero il dubbio; ed è natura ch’al sommo pinge noi di collo in collo.” “Ao pé do vero a dúvida latente,/como na planta o broto, põe Natura;/e assim de grau em grau nos leva à frente.” (Dante, Paraíso, IV, 130-133; a tradução é a do Cristiano Martins). Em outro registro, artigo no Estadão sobre a “dramaticidade de uma contínua e irremissível perguntação” de Drummond, que, como “relutasse em responder” a “alguém sobre a montanha”, “seguia vagaroso, de mãos pensas” (”A Máquina do Mundo”). Bom, Dante também famosamente não gostava de pressa.
Tanto no grego quanto no latim, Cortez, quando aparecem (no tempo e nos textos) vêm depois das frases. No grego, um ponto em cima ao final de determinada palavra vale por dois (ie, dois pontos, :) nas neolatinas.
http://www.jornaldepoesia.jor.br/jmj.html
Ah sim, o artigo no Estadão.
Vou poupar trabalho prô P.D.
Fora do tema - PD
Pronto.
Auto censura é foda!!!
E daí que é fora do tema?
+ Não sei quantos de vocês sabem, mas isto aqui já foi oficial e tentaram fazer pegar… mas não rolou:
http://img160.imageshack.us/img160/8862/interrobang5gv.jpg
Um bafejo de cultura em nossos áridos dias.