Ontem mais uma bomba explodiu em GAZA. E foi disparada pelos próprios palestinos.
Aliás, se voce é cristão e defende fervorosamente os palestinos à despeito de tudo e de todos, faça-o daqui mesmo, pois se voce for prá lá é capaz de seu corpo também ficar fervorosamente explodido.
Mas nem tudo está perdido, pois afinal de contas, para igualar o numero de mortos na guerra entre policia e traficantes daqui do Rio ainda falta pra caraia.
Menos mal.
Obama vai ser a pior desilusão para seus fãs, e possivelmente para o mundo inteiro. Me espanta que até pessoas aparentemente instruídas como o Pedro Doria estejam indo atrás desse cara.
Acho que os Democratas ainda vão se arrepender muito de não terem escolhido a Hillary.
Faraó, essa bomba periga ter sido explodida por alguém do Mossad.
Sabe como é, pegou mal pacas aquele tiro a queima-roupa num cara amarrado e vendado.
A imprensa mundial caiu de pau e não irá esquecer tão fácil.
Como dizem por aí, essa bomba tá mais pra “factóide”.
No mais, a terra aí é santa, ninguém mata ninguém, só ajuda o cara a encontrar os antepassados.
Achar que os isralenses têm culpa de o mundo já ter sido quadrado e hoje ser redondo faz parte da tradição, a mesma coisa achar que um israelense se disfarçou de camelo, entrou em Gaza e fez explodir essa bomba que voce citou.
Bem, proftel, factóides é que não faltam, só não vê quem não quer e aquele palestino vendado. (que aliás levou um tiro com bala de borracha no pé, o que não deixa de ser uma sacanagem)
Mas enquanto isso, xiitas e sunitas estão se pegando lá no Libano; ontem foram 8 mortos.
Companheiros de esquerda, maoístas e bolivarianos
Eu, josef mario, devo dizer que, enquanto judeu xiita e filho da puta, descendente da companheira raabe que só poderia ser mesmo uma puta e, consequentemente, do companheiro rei davi e do companheiro jesus cristo, sou a favor do extermínio destes companheiros palestinos que insistem em ocupar a terra prometida a nós reservada pelo companheiro javé. Este companheiro javé, aliás, para muitos é um impostor, já que o seu nome verdadeiro seria jeová. Na dúvida, eu, josef mario, prefiro utilizar a nomenclatura “jáfui” que está mais de acordo com o passado remoto deste personagem da mitologia hebráica.
Muito obrigado
Faraó, olha, essa região é um barril de pólvora e, tão cedo não há solução.
Talvez depois d’umas duas ou três gerações esse belicismo proveniente do solo e da crença diminua mas, não é o que está nas escrituras.
Continuarão se matando, infelizmente.
Mas é verdade, cadê o choro por esses palestinos que se explodiram uns aos outros? (Parece que não foi acidente não, mas violência intra-palestina mesmo).
Se tivesse sido Israel, já iam estar os usual suspects chorando aqui pela “injustiça”… Mas se árabe mata árabe, tudo bem…
Ah não, mas o outro lá levou uma bala de borracha de um soldado, isso sim é que é uma barbaridade.
Tudo está em quem faz.
E o Obama é o reflexo desta era de pessoas ignorantes, sem qualquer conhecimento de História.
Acabo de criar um novo estado para o Estado brasileiro. A sociedade náo gosta dos políticos, dos criminosos e começa a perceber que as milícias não dará certo.
Crio, então um projeto Brasil:
Partido do Esquadrão Le Cocq.
O problema é que posso virar deus. E aí ninguém me segura. Posso achar que Pedro Doria não me interessa mais e mandar sumir com o problema. Posso achar que você também não me interessa mais. E aí? Vai encarar?
Sim, tô no Rio, não conseguirei encontrar com tanta gente que gostaria, infelizmente, mas acordei e li o Globo. Algumas curiosas manchetes:
- “Candidato da Rocinha responde a 14 ações penais” - coisa pouca, furto, roubo, violência doméstica, homicídio, coisa realmente pouca. Os outros candidatos parecem proibidos de fazer concorrência por lá.
- “Crivella diz que não é bem assim, que a ata da reunião do tráfico apreendida pode não ser verdade”. Acho que deve pedir prisão do delegado que invadiu a favela.
Acabou, não há mais democracia.
Votem em mim, o mais novo partido brasileiro, a esperança está de volta:
Partido do Esquadrão Le Cocq !!!
ps.: James Bond existe. E é um grande cara muito legal. Ele e a patroa.
Desamigo Surf, pegue suas armas, darei uma volta na lagoa vestido de bombachas, camisa do Fogão, boné com estrela vermelha, com chimarrão à mão, e na outra o facão.
A Mama está aqui faz tres dias….Então Alex pode ser que vá com ela na sexta para passar dois dias com a turma de Santos…..já na Bertioga só quando acabarem o telhado……estava com muito problema.
Pô Proftel, não verei a Nat, na verdade preciso dormir um pouco. Ontem acordei as 4 pra chegar no Campo de Marte com o alvorecer. Voar não é brincadeira. Check do avião, metereologia, registrar plano de vôo. Check list de partida (pra ligar o motor), check list de taxiamento, check list de cabeceira, cara, são uns 5 ao todo.
Cheguei e fui direto na empresa do meu amigo, dono do avião. Negócios e saudades, trabalhei pra ele, abri a filial SP, fui seu segundão durante anos e hoje quero lhe dar uma consultoria (morrerei pobre), é uma retribuição à um cara que adoro, que é um dos meus grandes amigos. De lá fui almoçar no centrào do Rio com meu irmão caçula que não via quase 2 anos. Foi o que deu, ele fazendo consultoria e voltando pra POA no voo das 15h:00. De tarde mais trabalho, de noite mais trabalho, um pouco de diversão sim, mas terminei a noite na ‘ultima reuniáo até as 02h:00. E acordei no meu horário de roça, as 06h:00. Preciso dormir um pouco, tanta coisa pra fazer. O Rio, das duas ‘ultimas vezes que vim, tem me recativado. Houve um período que náo gostava mais de vir pra cá, porém tenho refeito essa opinião, apesar do Cesar Maia ter destruído ainda mais muita coisa das sua cidade. Sua NAO, nossa ! O Centro afunda em esgoto, por exemplo. A violência é a conversa com os taxistas e com meus amigos, a desesperança é enorme. Aqui perto do meu irmão metralharam e mataram dois policiais dormindo dentro da viatura, semana passada. Ontem passei em frente ao prédio, as marcas de balas no portão da garagem. Na Lagoa !!! Mas é o Rio de Janeiro. E sim, continua a cidade mais linda do Mundo.
Uma hora a gente vai acordar, uma hora os brasileiros tomarão de assalto nosso Brasil dos usurpadores do que é nosso, de Dantas ao chefe do tráfico de drogas, armas, e meninas menores da prostituição infantil. Eles náo moram nos morros. Estão na Vierira Souto, nas Super Quadras e Lago Sul em BSB, estão em todo lugar.
A mentalidade revolucionária é essencialmente a inversão do sentido do tempo, a arrogância psicótica de interpretar o presente e o passado à luz das virtudes imaginárias de um futuro hipotético.
Declarou-se o ministro Mangabeira Unger “envergonhado” com o montante recebido da Brasil Telecon e de Daniel Dantas pelos serviços que durante sete anos prestou à empresa e ao banqueiro como procurador de seus interesses, nos Estados Unidos.
Com todo o respeito,, mas vai ter vergonha assim no inferno! Pelo relatório do delegado Protógenes Queiroz, o atual ministro do Futuro recebeu dois milhões de dólares. Mangabeira admite apenas um milhão, que mesmo nesses tempos de desvalorização da moeda americana fariam a felicidade de qualquer brasileiro.
O grave na história é que fica tudo por isso mesmo, quer dizer, um ministro encarregado de planejar o futuro confirma um passado obscuro, empregado de um dos mais controvertidos banqueiros nacionais, acusado de lavagem e evasão de dinheiro, gestão fraudulenta, formação de quadrilha, lesão ao fisco e quanta coisa a mais?
O presidente Lula pode ter perdoado Mangabeira Unger de haver defendido, não faz muito, o seu impeachment como chefe de um dos mais corruptos governos nacionais. Ao escrever o referido artigo, estaria o futuro ministro seguindo instruções de Daniel Dantas?
Bom, Pax, que sua estadia seja amena por aí, sem violência.
De minha parte sempre achei que a população precisa tomar a frente, reagir (eu fiz isso, me dei mal, tomei um tiro na barriga e você sabe minha opinião).
Reagiria de novo?
Creio que sim, tá no sangue que, não é de barata.
Companheiro chesterton
Eu, josef mario, devo dizer que o companheiro não deveria cagar enquanto escreve e não deveria escrever enquanto caga, se não a quantidade de merda sai em dobro.
Muito obrigado
Dizem por aí que existe um “outro mundo possível”, um além do capitalismo, uma segunda via (Stalin, Pol Pot, Castro, FARC) ou uma terceira via (Mussolini, Hitler, Franco) ou, sei lá, uma via fantasiosa (Yellow Submarine, Donald Duck, Morales) que nos tiraria do terrível mundo capitalista na qual a propaganda é malvada, feia, planejada por gente coadunada com o “complexo militar industrial ‘estadunidense’” e que nos induz a fazer tudo o que eles querem (possivelmente os que dizem isto escaparam da “Matrix”…). Claro, todas as vias levam ao sacrifício de algum ser humano em algum altar (ou seria Roma de Nero?).
Em todos os casos, eis a propaganda neste mundo. Alguém é capaz de entender do que se trata?
Esse Mangabeira nunca se me pareceu um cara sério.
Ficou na arquibancada dando palpite e nunca botou a mão na massa, posição cômoda essa né?
Está mais pra “ishperto” que pra intelectual.
há ‘acordo’ entre Farc e ETA
A Procuradoria Geral da Colômbia confirmou hoje a existência de um “acordo terrorista” entre as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e o grupo separatista basco ETA para cometer atentados e sequestros. A informação foi anunciada pelo procurador Mario Iguarán que disse que as ligações foram estabelecidas depois de análise do material encontrado em computadores de um acampamento que as Farc bombardearam, em território equatoriano, no dia 1º de março, em que foi morto o número dois das Forças Armadas, Raúl Reyes. Foram encontradas 1.400 correspondências com servidores na Espanha. Autoridades espanholas também confirmaram sobre o pacto terrorista.
O Jabor e o Mangabeira são caras que moraram muito tempo nos EUA, voltaram e falam “disso e aquilo”, que “temos que fazer” assim e assado com a visão de lá.
Tomara que o Pedro Doria não volte assim.
Bombacheiro Pax, estou na Mantiqueira, prestes a voltar para a urbe. Quer dizer que falhou o calçadão da help com o Joseph Mario e o James? Não faz mal, temos a opção do frangote anauê embebido em Dimple. Só marcar consulta para exame de fezes.
Um abraço pampeiro.
Proftel, nunca gostei desse pé de mangaba. O cara não entende de porra alcune e dá palpite sobre tudo. O Doria vai fazer um transplante de cérebro, vai voltar pior do que o Jabor. Brasileiro fica logo deslumbrado pelo primeiro mundo e esquece da divisão internacional do trabalho. Ele já está se esforçando, deixando de comentar o imperialismo ianque.
Surf, não é de hoje que observo isso.
Um amigo de infância, fez até sétima série comigo, foi prôs EUA e nos reencontramos na faculdade de Direito, o cara parecia o Jabor, vivia dizendo “o Brasil precisa fazer isso, precisa fazer aquilo, nos EUA é assim e assado”.
Várias vezes dei canelada no cara e o botei no lugar.
Esses deslumbrados macaquitos….
companheiro Proftel,
agora o mangaba dantesco é norte-americano e vive no Maine. Nem sabe o que que a baiana (confetti) tem, só em filme da Carmem Miranda.
Proftel, é inevitável depois de viajar até uma sociedade funcional como a norte-americana, ter-se a vontade de transformar uma sociedade disfuncional como a brasileira em algo que faça algum sentido. /
Mas nãoa cuse o Jabor de fazer isso, pois o que ele mais faz é tentar desbancar o american way of liffe.
O Jabor crítico do american way of life? Não me faça rir, que tenho um acesso de asma. Tá vendo! Um direitoba vendido (pleonasmo) que se preze não considera a distribuição internacional do trabalho e sofre de disfunção histórica cerebral. Frangote anauê, procura aquela analista judia do Pax, por favor!
Virou moda agora pessoas endinheiradas dizerem que não fazem o que fazem pelo dinheiro.
Sempre que leio essas coisas lembro de uma das melhores passagens do filme O Aviador, que foi a visita que Howard Hughes fez à família Hepburn:
Mrs. Hepburn: We don’t care about money here, Mr. Hughes.
Howard: That’s because you have it.
Mrs. Hepburn: Would you repeat that?
Howard: You don’t care about money because you have it. And you’ve always had it. My father was dirt poor when I was born…. I care about money, because I know what it takes out of a man to make it.
An international spat has developed over disparaging comments about Israel allegedly made by the French ambassador to London at a private dinner party.
He has no intention of apologising - he doesn’t feel there is any need for him to do so
Yves Charpentier
French embassy
During a conversation about the Middle East crisis with the owner of the Daily Telegraph newspaper, Conrad Black, ambassador Daniel Bernard is reported to have spoken about “that shitty little country Israel”.
Frangão louco para ganhar dinheiro. Jabor é um fracassado, hoje vive de vociferar por aí. Nunca ouvi fazer criticas ao modo de vida ianque na atualidade. Oportunistazinho. Prefiro o Olavão, que recebe da CIA e estampa articulistas norte-americanos bushits na sua página virtual. Assumidão!
Bom, por aqui a velha rotina.
Lixo fora, geral nas coisas que precisavam ajeitar, falta comprar o material prô telhado, quero aproveitar o período de seca.
O relógio está OK, parou uns dias porque estava viajando e não há ninguém pra dar corda, o que fiz na segunda passada, mais tarde ajeito isso.
E aí Surf, criou coragem pra consertar o seu relógio de parede?
Proftel,
o Jabor foi expulso da Folha. Saiu esse comentário da Renata Le Prete, da Folha sobre o plágio do Jabor:
Os dois textos tratavam de uma sigla ainda pouco conhecida de quem não acompanha com assiduidade os cadernos de economia: MAI, “Multilateral Agreement on Investment”, ou Acordo Multilateral de Investimento.
Negociado desde 1995 na OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), o MAI é alvo de resistências em diversos países (tantas que foi oficialmente colocado para hibernar).
Se aprovado, ele diminuiria drasticamente a capacidade dos governos para regular os movimentos do capital externo e impor limites aos interesses das grandes corporações.
Sobre esse e outros riscos representados pelo acordo falavam Jabor na Folha e Lori M. Wallach no “LMD” (o leitor recebeu o suplemento encartado no “The Guardian Weekly”, do qual é assinante).
Comparei os textos. A primeira coisa a ser dita é que Jabor citou a fonte, com todas as letras, a certa altura de sua coluna: “muitas denúncias estão saindo na imprensa européia, como a de Lori M. Wallach no ‘Manchester Guardian’, que eu cito”.
É um ponto importante, que descarta a caracterização de plágio e demonstra, da parte do articulista, atitude mais franca do que a detectada por uma leitora há alguns meses, quando Jabor publicou, com poucas alterações, um texto seu que já havia saído no jornal.
Mas não é o único ponto. “Jabor não apenas cita o artigo, como transcreve várias partes dele”, apontou o leitor.
É verdade. A coluna tem introdução e conclusão próprias, sem correspondência no artigo de Wallach.
O “miolo”, no entanto, é essencialmente um resumo não assumido do “LMD”.
Cotejando os dois textos, concluí que 59% do material apresentado na Folha (os trechos sombreados no quadro ao lado), antes e depois da citação, é tradução literal ou aproximada da publicação estrangeira.
Até mesmo comparações usadas no original são repetidas sem indicação de autoria: “Isso não é ficção científica” (”This is not the plot of a science fiction novel”).
Estava aqui pensando no “sociedade funcional” que o Chest colocou.
Sim, funcional, obesa, sanguessuga dos recursos naturais do mundo dada a facilidade com que descartam bens e, que tem a oferecer muito lixo tecnológico, filmes, muitas armas e fármacos por vezes suspeitos.
Chest, a gente mora sempre que possível onde gosta, sou exemplo disso, creio que o Pax e o Monsores também.
Mude-se prôs EUA e seja feliz (leve o RA, o Jabor e o Mangabeira junto por favor, de troco vai o Mainardi).
Prof, o relógio me olha da parede e eu finjo que não vejo os ponteiros parados, sempre às nove horas do dia ou da noite, dos anos.
comecei a ficar poético, vou dar uma saída.
Surf, eu lembrava do primeiro, aquela reclamação da leitora, esse eu acompanhei na época, até a resposta dele à leitora.
O segundo caso, esse da utilização de texto alheio eu ouvi dizer, agora com esse seu excelente achado me inteirei.
Caramba, isso faz tempo, ainda morava em Catalão ou Cubatão quando rolou.
Tavam roubando madeira lá no 27 (km).
Juntei uns peões, enchêmo as cartucheira (mais dois pentes), subimos no Toyotão e na L200 e cheguêmo assim na corrida, as quatro da matina, dando uns tiro prá cima e gritando que tava tudo mundo preso.
Até aqui tudo normal, coisa quase da rotina.
Vai que daí dão uns revide nos tiros e toca a jogar o Toyotão e a L200 pro meio do mato prá escapar dos balázios…
Cerca daqui, rodeia por lá (lembrando os tempos de exército), uns pipôco mais, a gente com mais poder de fogo (2 38, 3 cartucheiras , uma Walter e uma Remington 22) e já do outro lado bradam que chega…
Pois entre a peonada paga prá roubar descobre-se que os “seguranças” que revidaram são “gambés” ( Policiais Militares) do Batalhão de Guarda…
Aí não sei se fico indignado por tarem os polícia dando cobertura prôs ladrão de madeira ou se fico preocupado por ter visto os caras errarem tudo os tiro, deixarem os peão ladrão na mão e sumirem no mato…
Os cara não tem moral prá ser polícia nem competência prá ser ladrão…
“Amor em Cristo, o primeiro passo é orar , o segundo é procurar”
Não tem como ser mais seletivo com o espaço publicitário dos banners, Pedro Doria? Outro programa de propaganda, sei lá… quase não dá vontade de comentar…
Alguém está acompanhando as notícias sobre a “Rodada de Doha”?
Gente, faz tempo que não vejo tanta empulhação na imprensa, ninguém explica o que está rolando por lá, que produtos, que alíquotas, quais as conseqüências… nada de nada.
Só falam em “pacotes”, “divergências”, “subsídios”, “acordos” e por aí vai.
Putz, que cobertura mais fuleira essa.
O que mais me preocupa, Prof, é que se levantar um dedo pra PM agora, se “desacatar a otoridade” vamos levar pimenta na cara… Vão usar granadas de borracha até pra tirar gatinho da árvore. E vão arrumar um jeito de matar com balas de borracha, atirando nas têmporas dos cidadãos, nas bolas… Eles são bons nisso, gostam de machucar, matar…
Vão se sentir à vontade para descarregar um pente de balas de borracha na bunda do povo, já que não mata…
Arpex, vi na TV essa borrachada.
Certa vez coloquei aqui um jeito de acabar com isso, catar a renca toda.
Como é um método nada ortodoxo e, com esse monte de “politicamente correto” que há por aí, a coisa continua.
Tem jeito não.
Frangão tá deprimido com a gente. Melhor falar da vitória dos EUA no vôlei contra o Brasil. Convém não contrariar. Pô, Proftel, o companheiro Cristo não merece isso.
Arpex, circulando…Não tem nada p’ra ver…circulando…
Mataram cinco em dois dias de tiroteio no norte do Líbano.
Pô, qualquer “subida” de favela no Rio dá mais que isso, nem precisa ser o dia todo, só um período já rola mais que isso em vítimas.
Guerra Civil é aqui, não lá.
” Aqueles a quem os deuses querem destruir, primeiro dotam de amnésia cultural.”
Sérgio Augusto, Estadão de hoje.
As canções que amenizaram as dores de uma guerra
Uma das vozes mais distintas da campanha contra o Eixo, Jo Stafford morreu este mês aos 90 anos
Sérgio Augusto
Foi assim: música & lágrimas; cartas & baladas; tanques & big bands; bazucas & Betty Grable; granadas & boogie woogie; jipes & Coca-Cola; Pablum & bônus de guerra; Spitfires & Capitão América; RAF & Repórter Esso; Your Hit Parade & Cassino da Urca.
Bem-vindos à 2ª Guerra Mundial! Aos lenços lacrimejados pelos dramas de Desde que Partiste, A Ponte de Waterloo, Ver-te-ei Outra Vez e Mulheres de Ninguém. Aos G.I.s e pracinhas que se foram e voltaram - e aos que não voltaram. Ao som de Glenn Miller, Bing Crosby, Frank Sinatra, Dinah Shore, The Andrew Sisters, Alice Faye, Dick Haymes, Jean Sablon, Dorothy Lamour, Gino Bechi, The Ink Spots, Helen Forrest (ao fundo, o trompete de Harry James).
Quem mais? De Adolfito Mata-Mouros (sátira carnavalesca de João de Barro) ninguém mais se lembra. Nem de The Führer Git the Jitters (zombaria jazzística de Cab Calloway). Para todo sempre, a trilha musical dos quatro ou cinco primeiros anos da década de 1940 ficou marcada por Lili Marlene e I”ll Walk Alone, I”ll Be Seeing You e Sleepy Lagoon, La Mer e White Christmas, Amapola e Rum and Coca-Cola, Solamente Una Vez e Frenesi, Besame Mucho e O Vôo do Besouro.
Falta aí o principal: as duas vozes mais distintas ou representativas da gloriosa campanha contra o Eixo. Uma delas, a londrina Vera Lynn, ”a namoradinha das Forças Armadas” (britânicas), continua viva, com 91 anos. A outra, a maior de todas, a californiana Jo Stafford, morreu na quarta-feira da semana passada, aos 90. Nossos jornais dormiram no ponto. Aqueles a quem os deuses querem destruir, primeiro dotam de amnésia cultural.
Vera Lynn foi um fenômeno em sua época, a Jo Stafford do outro lado do Atlântico. De crooner da banda de Bert Ambrose, a mais aristocrátrica do Reino Unido, projetou-se como estrela de rádio nos anos 30. De seu programa enviava mensagens de conforto moral às tropas estacionadas por todo o império britânico, visitando-as e entretendo-as em suas turnês pelo Egito, Índia e Birmânia. Em 1940, gravou uma canção de Ross Parker-Hughie Charles, We”ll Meet Again, que se transformaria numa espécie de emblema musical dos soldados ingleses, numa réplica involuntária a Lili Marlene. Também consagrou outro tema nostálgico de provocar lágrimas de esguicho nos soldados da rainha, The White Cliffs of Dover, que, no entanto, nunca foi páreo para We”ll Meet Again e suas promessas de eterna fidelidade: ”Nós nos encontraremos de novo/não sei onde, nem quando/mas tenho certeza de que nos reencontraremos um dia.” Um dia, além do mais, ensolarado.
Mesmo para quem não vivenciou, de perto ou longe, a guerra, é uma canção emocionante, interpretada com majestosa simplicidade. Clique seu título no YouTube, ouça Vera Lynn, e entenda por que Len Deighton a citou num romance, vários roqueiros a veneram (Pink Floyd compôs Vera, no álbum The Wall, em sua homenagem), Stanley Kubrick fechou com ela a explosiva e irônica cena final de Doutor Fantástico, e Carlos Heitor Cony se arrepia ao ouvi-la.
Não apelidaram Jo Stafford de ”G.I. Jo” para apenas fazer um trocadilho com a expressão G.I. Joe, alcunha dos ”pracinhas” norte-americanos derivado do ferro galvanizado (galvanized iron) com que seus utensílios eram, e creio que ainda sejam, fabricados. Nenhum cantor popular tocou mais fundo o coração dos soldados que Franklin Delano Roosevelt enviou para combater na Europa e no Pacífico depois do bombardeio de Pearl Harbor. Foi um caso de devoção instantânea. Com duas ou três gravações, Jo pareceu-lhes a encarnação vocal de todas as garotas que haviam deixado na América, esperando as novidades do front, remoendo-se de saudade e aflição.
Voz pura, cálida, delicada, quase sem vibrato, entonação perfeita, graves e agudos imaculados, cantava como uma mulher madura que parecia entender o que é necessário entender. A química emocional que suas interpretações produziram nos ouvidos de quem foi para os campos de batalha e para quem ficou na América permanece incomparável. Poucas vozes cantaram com igual intimidade as dores da solidão e da distância. Hospitais das forças armadas dos EUA na Europa acalentavam seus pacientes com os últimos sucessos de Jo. No afã de ouvir até o fim o programa de rádio da cantora, transmitido em ondas curtas para a frente de guerra, dois pilotos da força aérea norte-americana quase foram pousar atrás das linhas inimigas.
”É fácil entender porque milhares de soldados iam dormir todas as noites convictos de que estavam lutando por um mundo melhor, acima de tudo, para Jo Stafford”, comentou o crítico de jazz Gary Giddins. Outro, cujo nome não me ocorre, comparou o prazer de ouvi-la à degustação de uma mousse de chocolate. Também confere.
Admirada, sem restrições, por seus colegas de profissão (ouvi-la, na opinião de Sinatra, ”era êxtase garantido”; Mel Tormé a considerava ”a cantora mais afinada do planeta”), Jo aposentou-se, há uns 30 anos, com um dossiê crítico irretocável. Jamais ouvi ou li qualquer restrição ao seu trabalho. Will Friedwall qualificou-a de ”a Mona Lisa da música popular”, dada a impossibilidade de medir seu appeal pelos parâmetros disponíveis nos anos 40. ”Ela é simplesmente um paradoxo”, escreveu Friedwald, ”a um só tempo íntima e distante, claramente emocional e absolutamente controlada”.
Há de tudo - de canções românticas, seu forte, a baladas folk - em seu robusto repertório de cerca de 800 títulos. Pena que, dos quase 100 singles por ela alçados ao Hit Parade, o campeão de vendagem tenha sido uma satírica versão caipira de Temptation, que ela gravou, com o pseudônimo de Cinderella G. Stump, acompanhada de Red Ingle e seus Natural Seven, em 1947. Há quem aprecie, gente séria, inclusive.
Jo tinha um lado cômico diametralmente oposto ao seu repertório romântico. Ali pelo final dos anos 50, ela e o segundo (e definitivo) marido, o maestro e arranjador Paul Weston, inventaram uma dupla fictícia, Jonathan e Darlene Edwards: ele, pianista aloprado, que parecia tocar com duas mãos direitas; ela, um abuso de sustenidos mal colocados. Pura gozação paródica, que ao casal rendeu uma penca de LPs, um dos quais, ”Jonathan e Darlene Edwards in Paris”, rendeu a Jo, em 1961, o único Grammy de sua carreira. Mas não foi por suas paródias que a revista Down Beat a elegeu ”a melhor cantora do ano”, em 1943 e 1945.
A Jo que minha memória conserva é, sobretudo, a de You Belong to Me e, por motivos extramusicais, Jambalaya (muito executada nos alto-falantes do Maracanã, no início dos anos 50). Se só tivesse gravado You Belong to Me, já estaria imortalizada.
O disco, que chegou às lojas em agosto de 1952, também foi um ‘’sucesso de guerra”, a da Coréia (1950-1953). Vendeu 2 milhões de cópias e ficou 12 semanas no topo do Hit Parade. Só dois outros discos venderam mais na primeira metade dos anos 50. Composição da dupla Pee Wee King-Chilton Price, já tivera duas intérpretes, Sue Thompson e Patti Page, quando Jo imortalizou-a com uma interpretação definitiva. Comprovem ouvindo os 55 demais intérpretes que a canção acumulou nas seis últimas décadas. Crosby, Judy Garland, Paul Anka, até Bob Dylan, Jerry Lee Lewis, e a atual Primeira-Dama da França se arriscaram a concorrer com maravilhosa Jo. Será preciso acrescentar que todos perderam?
”Não importa onde você esteja, em que lugares exóticos se encontre, você é só meu.” Em essência é isso o que diz a letra de Chilton Price: ”See the pyramids along the Nile/Watch the sun rise on a tropic isle/Just remember, darling, all the while/You belong to me.” Irresistível. E o que dizer do sutil tremolo das marimbas pontuando cada verso da abertura? Na gravação de Jo, claro.
A melhor introdução ao culto a Jo Stafford é o CD G.I. Jo, produzido pela Corinthian Records, gravadora particular da cantora e Weston. Sua coletânea de sucessos na Capitol, com 26 faixas, é outro must. Para ouvir You Belong to Me, procure outros CDs ou visite o YouTube. G.I. Jo só cobre os hits da 2ª Guerra, com arranjos primorosos de Weston, que conheceu a cantora quando ela ainda integrava o octeto vocal The Pied Pipers, peça de apoio da orquestra de Tommy Dorsey, cujo crooner, durante algum tempo, foi um rapaz magrinho vindo da banda de Harry James, chamado Frank Sinatra. A guerra se aproximava, mas a música era (e continuou sendo) de primeira na América.
G.I. Jo é a quintessência do jeito Stafford de arrebatar militares e civis. Ao todo, 10 canções, do período 1938-1944, que falam da solidão compensada pela certeza de que nada pode separar duas pessoas que se amam (I”ll Walk Alone, para muitos, a mais completa tradução dos sofrimentos impostos pela guerra), da solidariedade em torno dos G.I.s (I Left My Heart at the Stage Door Canteen), de promessas de amor eterno (No Love, No Nothin”, We Mustn”t Say Goodbye, You”ll Never Know), de lembranças inesquecíveis (I”ll Remember April), das possibilidades de um casamento para toda a vida (It Could Happen to You), de saudades e fidelidades inquebrantáveis (I Don”t Want to Walk Without You), de paixões inesperadas (I Fall in Love Too Easily), e de madeleines amorosas condensadas em pequenos cafés, carrosséis, árvores e noites enluaradas (I”ll Be Seeing You).
E agora, todos ao YouTube, para ver as pirâmides ao longo do Nilo e o sol caindo atrás de uma ilha tropical - e nunca esquecer que Jo Stafford foi a cantora mais afetuosa da América, na paz e na guerra.
Eu digo que a Terra está estranha, hoje um sismo leve, bem leve, 4.6 na Richter (10Km de profundidade).
O problema é que foi na Mauritânia em região onde não há registro sismológico.
Isso vem ocorrendo com certa regularidade d’um tempo pra cá (terremotos onde nunca houve registro antes, ao menos recente).
“Eu ontem tive a impressão
que Deus quis falar comigo.
Não lhe dei ouvidos.
Quem sou eu pra falar com Deus?
Ele que cuide dos seus assuntos.
Eu cuido dos meus”.
Do herege Leminski, em homenagem ao teu encontro com o herege do Pax.
Realzito, seu degenerado,
Melhor você mudar de vida.
Me passa aí a lista com o nome de todas as cervejas pretas brasileiras, por favor (mais ou menos a partir da década de 50/60).
+ Proftel… hehe… só o Pax. O Chest nunca sai de casa porque está sempre com frio no Rio de Janeiro.
Aliás, eu diria que seu medo pode até ser jusfiticado. Uma menina que eu sigo no Twitter está apavorada porque onde ela mora se registra tremores quase todo dia. Ela sente a maioria, durante a madrugada. Não sei se isso é uma coincidência.
+ Bia… eu ADORO Leminski e receio que se Deus existe, o inferno também é uma possibilidade. Então, é melhor eu pelo menos garantir um bom lugar na hierarquia.
Realzito, atualmente, atende por “Brancaleone” - um nick estrombótico tendo em vista seus infames ideais políticos. Nao há explicação razoável pra isso.
Bond, JB:
É uma possibilidade. Mas infelizmente não acredito por total falta de imaginação. Segundo pesquisadores, crentes e casados vivem mais.
Uma menina de 6 anos palestina morta, e nem um pio do pessoal aqui. Por quê?
Porque acaba com o mito dos palestinos bonzinhos, sofredores por causa da ocupação.
São uma gangue, isso sim. Ou melhor, várias. Em luta.
Já no Brasil… Bem, a guerra do Rio há muito superou as vítimas do conflito na Palestina, superou até as vítimas do Iraque.
Mr X, desde o comment 5 e 11 eu falo isso e agora que estamos no final do sábado, NINGUÉM lamentou os palestinos mortos em Gaza pelas suas gangues e milicias armadas. Coitados. Se fosssem vitimados por armas israelenses não ia faltar indignados e moralistas protestando aqui no pedaço.
E sem falar dos que morrem aqui no Rio, que por enquanto ainda não se enquadram nos discursos esquerdistas.
Enquanto esse esquema tribal/familiar não entrar numas de democracia a Palestina continuará assim, o povo desses territórios parece que ainda não sacou o que é um Estado, infelizmente.
NO TCM canal 91 da net Brasil um filme sobre o problema nuclear e a falencia dos computadores, da tecnologia infalivel de hoje!
O mundo pode acabar sem que a maioria possa siquer pensar no que está acontecendo……
Faraó…..as familias e sues amigos lamentariam sua morte….asssim passa com aqueles dos palestinos mortos…..voce sempre tras seu pensamento razo aqui…..para explicar a monstruosidade Israelense para com os palestinos……creia….voce e tantos outros israelenses que insistem em continuar com essa farsa dantesca de que algo ou alguém, pode ser descartado, via serem incivilizados e torpes como o são os dirigentes palestinos ,é pura balela sofista……não estamos preocupados com os monstros palestinos ,radicais islamicos, ……estamos preocupados com suas familas, com suas crianças e as pessoas que sofrem nas terras que sobraram aos palestinos e que não querem ser parceiros da causa terrorista palestina…..
Terroristas israelenses como vós que pregai a exterminação de pessoas são monstros iguais aos radicais palestinos e de todo o mundo!
Voces tem que ser julgados e presos pelo tribunal de HAIA!
Bioa noite.
HRP
vc deve estar de fumo ou com sono. Ou os 2. O que prego aqui ou acolá não faz a menor diferença.
O que faz diferença é o seu silencio quando palestinos são mortos por eles mesmos, seja em Gaza, na Cisjordania ou no Libano.
Sobre o tribunal de Haia, coloque-nos na fila depois dos portugueses, dos espanhóis, dos alemães, dos árabes, dos brasileiros, dos japoneses, de alguns cristãos e outros espíritas.
Romeu, bela resposta a esse bacalhau embalsamado. Sujeitinho sem escrúpulos e desarranjado dos sentimentos.
Uma boa noite a todos e que um cemitério de mortos palestinos consigam invadir a consciência dessa múmia pelancuda.
Eu respondi a tua pergunta, médico carioca…….eu lamento a morte de qualquer humano(não matarás!)…..e espiritas de coração não fazem coisas assim…….espiritas de coração só “ele” pode avaliar….está muito longe dos teus sentidos avaliá-los……pense grande ……..e com muita visão periférica.
PD, acho q os videos que a rainha Rania da Jordania está colocando no YouTube dariam um assunto legal para um post.
Ela tem comentado sobre os estereótipos que existem sobre o mundo árabe, procurando responder os comentários dos vídos.
Caso você não tenha ainda visto, aqui vai um exemplo: http://www.youtube.com/watch?v=TFf897bUW2Y
Cometeu-se o crime — e quantos textos escrevi a respeito e quantas vezes fui tachado de reacionário!!! — de imaginar que os morros cariocas formavam mesmo uma outra civilização, que tinha direito a valores próprios, a uma cultura própria, a uma visão de mundo própria. Durante muito tempo, a imprensa politicamente correta chamou as incursões policiais nas favelas de “invasão” — como se um estado imperialista resolvesse ocupar um outro. Deu nisso que estamos vendo: o narcotráfico agora reivindica uma “fala”. Ainda não o faz de modo explícito: está procurando eleger os seus “candidatos” para tanto.
Neste futuro hipotético o princípio que move a sociedade americana é “All men are not created equal. It is the purpose of the Government to make them so.”
Chest, tô vendo seu filme, ficção interessante.
Diz a verdade, você gostou por conta do “Mapa Mundi” que aparece na sala de aula né?
Nele, o Brasil e EUA são uma coisa só.
Grupo de índios ticuna, a etnia mais populosa da Amazônia, assumiu homossexualidade e sofre preconceito dentro de aldeia no AmazonasMaisKátia Brasil/Folha Imagem
Um país sem irmãos
Poucos e bons
Com a taxa de fecundidade em 1,8 filho por mulher,
a população brasileira cresce mais devagar. Isso
melhora a renda e o padrão de vida no país
Bons para quem, meu camarada?
Pode até ser bom para o país como a reportagem da última edição da revista Veja diz, mas eu duvido que seja bom para as famílias. A redução da taxa de natalidade - que não é uniforme entre as várias faixas de renda, o que a matéria estranhamente não ressalta - para menos de 2 filhos por mulher no Brasil está prestes a criar um triste país de filhos únicos como a China ditatorial.
Como eu disse, pode até ser (será?) uma boa notícia em termos demográfico-econômicos neste momento - mas sem dúvida é uma bomba econômico-demográfica que explodirá em algum momento no futuro e, muitíssimo pior do que isso no meu entender, é um fenômeno que priva as crianças de algo muito especial: a maravilhosa experiência que é ter irmãos.
É um mais um chute na Família.
Há quem não goste de crianças e, portanto, ache que um filho só já é demais. Tudo bem, cada um sabe o que quer da vida. Eu, porém, que cresci com irmãos sensacionais, não consigo deixar de achar muito triste a glorificação que a reportagem da Veja faz do filho único. Quem escreveu a matéria, coitado, não deve ter tido irmãos. Por isso, não sabe o que as novas gerações vão perder.
Enquanto Mussolini mourejava por longas horas em sua mesa de trabalho, Hitler continuava a se permitir o diletantismo indolente e boêmio de seus tempos de estudante de arte. Quando seus auxiliares tentavam atrair sua atenção para assuntos urgentes, Hitler freqüentemente se mostrava inacessível. Passava muito tempo em seu refúgio na Bavária e, mesmo quando em Berlim, negligenciava questões da maior urgência. Submetia seus convidados a jantares com monólogos que iam até a meia-noite, acordava ao meio-dia e dedicava suas tardes a paixões pessoais (…). Após fevereiro de 1938, o gabinete deixou de se reunir. Alguns ministros jamais conseguiam ver o Führer.
Qualquer semelhança com qualquer líder de qualquer país latino-americano é mera coincidência.
Olha HRP, o nome do filme, deduzo ser “Harrison Bergeron”, ao menos é o que se destaca depois dos créditos iniciais.
O filme é uma ficção, ano 2053 ambientada como se fosse década de 50 onde o Estado controla as pessoas através dum implante ou aparelho na cabeça, vou parar por aqui, veja que vale a pena.
Chest, nessa você acertou, parabéns.
Ah, consegui salvar o filme, quero ver se dá pra gravar num CD, deu 256Mega.
Olha Chest, esse negócio de controle da população pelo Estado não me faz a cabeça, que o filme é perturbador é.
Um mundo sem idéias, todo formatado e igualzinho se me parece um formigueiro.
Assistirei novamente, demora pra digerir um troço assim, sem contar os diálogos que até “pegar” tudo demora, não é legendado, por isso salvei aqui.
Mas que eu gostei, gostei, muito bom, recomendo.
Fez lembrar um pouco outra ficção onde os humanos são divididos em A, A+, B, B+…
Dá pra salvar, deixe rodar o filme até o fim, vá à pasta:C:\Users\Administrador\AppData\Local\Microsoft\Windows\Temporary Internet Files (no Vista), ordene por tamanho, o arquivo maior com extenção .flv é o filme, copie, cole em outro lugar e renomeie o arquivo.
Rodada de Doha tá emperrada, sei não, parece que o Brasil fará merda por lá, pelo que entendi sairemos com a pecha de “vendidos”.
A China já voltou atrás e armou um fuzuê, continuo achando que a cobertura desse evento (que atinge todos nós) deixa a desejar.
Barack Obama’s recent global tour may have been a media sensation abroad, but back home it was a punch line. “There was a huge reception for Barack Obama in the Middle East this past weekend,” quipped Jay Leno. “People were screaming, chasing him, hanging on his every word — and that was just the U.S. press corps.”
Chest, quando você abre a geladeira sente o frio né?
Intão, se deixar aberta o gêlo derrete, é mais ou menos o que está acontecendo, primeiro o gelo se espalha, depois, vira água e fica tudo numa temperatura só.
Aí véio, lascou, tâmo frito.
Monsores, a imagem de satélite mostra uma frente fria avançando e, não é fraca, é compacta.
Hoje de manhã a impressão é que iria direto praí, agora parece que está desviando prô Oceaono:
Bom, por conta dumas contas pendentes no âmbito do roubo de toras de pinus, estive fora uns tempos posto que era imperativo achar e nominar os seguranças da ladrãozada. Devidamente seguidos e finalmente presos (por policiais decentes desta vez), os sujeitos foram conduzidos para a prisão da Polícia Militar.
Emboramente tenham proferido impropérios e veladas ameaças a mim e meus peões, nada alem disso. Como diz o Pedro Gaitêro ( ex dono de açougue, ex gerente de puteiro e ex pastor evangélico e atualmente um dos meus melhores seguranças…): Nóis se garante e garante ocê Galêgo ( galego sou eu) - Pulicia é tudo assim. Só tão latindo. Se nóis pagá, eles afrôxam…
Nada como ter bons funcionários…
E Bia minha querida: Adoro a vida que levo. Estes entrevêros são meio raros e fazem parte.
O engraçado é que das vezes é terno, gravata e lap top com os figurões em Curitiba e Itajaí e outras é jeans, camisão e “assessórios letais”…
137, proftel, vamos esclarecer, aquecimento = calor, certo? Se está frio, é resfriamento, certo? Se esses 2 pontos não ficarem bem claros não existe discussão racional possível….
“Alckmin passa mal e está em observação no Incor de SP
Candidato tucano não cumpriu agenda de campanha.
Alckmin voltou de Bogotá, na Colômbia, na manhã de sábado”
Chest, se você não entendeu o que escrevi no #137, 138 e 139, fica meio difícil, só desenhando, coisa que não tô com saco de fazer agora.
Há uma exposição de carros antigos na praça aqui perto (a cidade está comemorando o centenário e é semana cheia de eventos), a patroa já se aprontou, vou nessa.
“Por meio da censura prévia – de que foi obrigado a recuar – e da limitação à publicidade de vários produtos, pretende-se atingir o caixa das empresas de comunicação, que fazem do que faturam no mercado a fonte de sua independência editorial”
Dizem que sou arrogante, que nunca assumo um erro. A segunda parte, ao menos, é falsa. Errei na única vez em que apoiei, ainda que parcialmente, uma proposta do petismo. Fui enganado pelo ministro da Saúde, o peemedebista José Gomes Temporão. Como sabem, o governo limitou o horário da propaganda de cerveja na TV – Temporão invocava com a “Zeca-Feira”. Segundo ele, a publicidade glamouriza o consumo do produto. No programa Roda Viva, eu lhe disse que era favorável à limitação de horário, mas contrário a que o governo se metesse no conteúdo publicitário. Seria censura. É claro que a limitação acarretaria uma diminuição de receita das emissoras de TV. “Fazer o quê?”, pensei. “Aconteceu isso quando se proibiu a propaganda de cigarro; que procurem novos nichos, novos produtos, novas fontes.” Eu, o liberal tolo diante de um governo petista. Como numa canção antiga, proclamo: “Errei, sim!”. E digo por quê.
Nova pretensão anunciada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deixa evidente que a limitação da propaganda de cerveja tem mais a ver com a saúde do governo Lula do que com a saúde dos brasileiros. Percebi que ela era parte de uma estratégia para asfixiar as emissoras que dependem do mercado para viver – e não da bufunfa de estatais, do governo ou de seitas religiosas. Fui um idiota. Penitencio-me.
A Anvisa, órgão subordinado ao Ministério da Saúde, agora quer limitar ao período das 21 às 6 horas a propaganda de alimentos considerados pouco saudáveis, “com taxas elevadas de açúcar
204 Comentários até agora ↓
1 Cláudio Melo // 26/July/2008 às 0:34
Cadê os donos do open?
2 Marco Aurélio // 26/July/2008 às 0:38
Pedro
Ainda vai ocorrer aquele debate entre você e o Idelber ?
3 Nat - Ritmo, é ritmo de festa!!!! // 26/July/2008 às 0:50
Surf, #247 do Open antigo…
Quem dera, meu querido, quem dera…
4 cmd. Jåµë§ ßønd™ | Covert Ops. // 26/July/2008 às 2:06
+ Bom dia, ladies and gentlemen… só passando para dar o meu alô.
Agora Eu e Pax temos certeza absoluta de que existimos de verdade. Por um momento, cheguei a duvidar eu existisse, mas eu estava errado, pelo visto.
–X–
Os Opens de sábado não valem na contagem?
Este é o 33º, pelo visto.
Os normais estão em 96. E agora?
5 faraó // 26/July/2008 às 7:31
Ontem mais uma bomba explodiu em GAZA. E foi disparada pelos próprios palestinos.
Aliás, se voce é cristão e defende fervorosamente os palestinos à despeito de tudo e de todos, faça-o daqui mesmo, pois se voce for prá lá é capaz de seu corpo também ficar fervorosamente explodido.
Mas nem tudo está perdido, pois afinal de contas, para igualar o numero de mortos na guerra entre policia e traficantes daqui do Rio ainda falta pra caraia.
Menos mal.
6 Mr X // 26/July/2008 às 8:43
Pois é faraó, por esses palestinos ninguém chorou… Que estranho…
7 Mr X // 26/July/2008 às 8:46
Artigo sobre o speechwriter de Obama, um garoto de 26 anos:
http://www.newsweek.com/id/84756/page/1
Muita coisa está explicada.
Obama vai ser a pior desilusão para seus fãs, e possivelmente para o mundo inteiro. Me espanta que até pessoas aparentemente instruídas como o Pedro Doria estejam indo atrás desse cara.
Acho que os Democratas ainda vão se arrepender muito de não terem escolhido a Hillary.
8 HRP MANÉ Reloaded // 26/July/2008 às 8:51
Mr……..patético.
9 Proftel // 26/July/2008 às 9:35
Tô na área.
:-)
10 Proftel // 26/July/2008 às 9:39
Faraó, essa bomba periga ter sido explodida por alguém do Mossad.
Sabe como é, pegou mal pacas aquele tiro a queima-roupa num cara amarrado e vendado.
A imprensa mundial caiu de pau e não irá esquecer tão fácil.
Como dizem por aí, essa bomba tá mais pra “factóide”.
No mais, a terra aí é santa, ninguém mata ninguém, só ajuda o cara a encontrar os antepassados.
hehe.
11 faraó // 26/July/2008 às 9:49
Achar que os isralenses têm culpa de o mundo já ter sido quadrado e hoje ser redondo faz parte da tradição, a mesma coisa achar que um israelense se disfarçou de camelo, entrou em Gaza e fez explodir essa bomba que voce citou.
Bem, proftel, factóides é que não faltam, só não vê quem não quer e aquele palestino vendado. (que aliás levou um tiro com bala de borracha no pé, o que não deixa de ser uma sacanagem)
Mas enquanto isso, xiitas e sunitas estão se pegando lá no Libano; ontem foram 8 mortos.
12 josef mario // 26/July/2008 às 10:11
Companheiros de esquerda, maoístas e bolivarianos
Eu, josef mario, devo dizer que, enquanto judeu xiita e filho da puta, descendente da companheira raabe que só poderia ser mesmo uma puta e, consequentemente, do companheiro rei davi e do companheiro jesus cristo, sou a favor do extermínio destes companheiros palestinos que insistem em ocupar a terra prometida a nós reservada pelo companheiro javé. Este companheiro javé, aliás, para muitos é um impostor, já que o seu nome verdadeiro seria jeová. Na dúvida, eu, josef mario, prefiro utilizar a nomenclatura “jáfui” que está mais de acordo com o passado remoto deste personagem da mitologia hebráica.
Muito obrigado
13 HRP MANÉ Reloaded // 26/July/2008 às 10:12
Pois é Alex…….se o cara quer continuar a ser cego …problema dele!
14 Proftel // 26/July/2008 às 10:14
Faraó, olha, essa região é um barril de pólvora e, tão cedo não há solução.
Talvez depois d’umas duas ou três gerações esse belicismo proveniente do solo e da crença diminua mas, não é o que está nas escrituras.
Continuarão se matando, infelizmente.
:-/
15 Mr X // 26/July/2008 às 10:21
Mas é verdade, cadê o choro por esses palestinos que se explodiram uns aos outros? (Parece que não foi acidente não, mas violência intra-palestina mesmo).
Se tivesse sido Israel, já iam estar os usual suspects chorando aqui pela “injustiça”… Mas se árabe mata árabe, tudo bem…
Ah não, mas o outro lá levou uma bala de borracha de um soldado, isso sim é que é uma barbaridade.
Tudo está em quem faz.
E o Obama é o reflexo desta era de pessoas ignorantes, sem qualquer conhecimento de História.
16 Proftel // 26/July/2008 às 10:29
Mr.X, não confio no Obama, pra mim é o “Collor” americano.
hehe
17 Pax em trânsito // 26/July/2008 às 10:30
Partido do Esquadrão Le Cocq
Acabo de criar um novo estado para o Estado brasileiro. A sociedade náo gosta dos políticos, dos criminosos e começa a perceber que as milícias não dará certo.
Crio, então um projeto Brasil:
Partido do Esquadrão Le Cocq.
O problema é que posso virar deus. E aí ninguém me segura. Posso achar que Pedro Doria não me interessa mais e mandar sumir com o problema. Posso achar que você também não me interessa mais. E aí? Vai encarar?
Sim, tô no Rio, não conseguirei encontrar com tanta gente que gostaria, infelizmente, mas acordei e li o Globo. Algumas curiosas manchetes:
- “Candidato da Rocinha responde a 14 ações penais” - coisa pouca, furto, roubo, violência doméstica, homicídio, coisa realmente pouca. Os outros candidatos parecem proibidos de fazer concorrência por lá.
- “Crivella diz que não é bem assim, que a ata da reunião do tráfico apreendida pode não ser verdade”. Acho que deve pedir prisão do delegado que invadiu a favela.
Acabou, não há mais democracia.
Votem em mim, o mais novo partido brasileiro, a esperança está de volta:
Partido do Esquadrão Le Cocq !!!
ps.: James Bond existe. E é um grande cara muito legal. Ele e a patroa.
Desamigo Surf, pegue suas armas, darei uma volta na lagoa vestido de bombachas, camisa do Fogão, boné com estrela vermelha, com chimarrão à mão, e na outra o facão.
18 Pax em trânsito // 26/July/2008 às 10:30
darão certo, claro, idiota Pax
19 Proftel // 26/July/2008 às 10:41
E aí Pax, viu a Nat também?
E o Chest?
Periga encontrar o Surf por aí.
Uma excelente viagem prôce, o tempo está ótimo, ceu de brigadeiro, divirta-se.
:-)
20 Proftel // 26/July/2008 às 10:45
HRP, e a Baixada?
Vai pra lá quando?
:-)
21 HRP MANÉ Reloaded // 26/July/2008 às 10:55
A Mama está aqui faz tres dias….Então Alex pode ser que vá com ela na sexta para passar dois dias com a turma de Santos…..já na Bertioga só quando acabarem o telhado……estava com muito problema.
22 HRP MANÉ Reloaded // 26/July/2008 às 11:03
Liguei a tv e dou de cara com o Brasil apanhando dos EUAs…..hummmmm……acho que a casa vai cair…..saudades do Ricardinho!
23 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 11:04
aí, Pax, vou estar de tocaia, com meu rifle de sniper atirando em todo pilchado que passar.
vocês tem que ver a resposta do Reinaldão ao Jabor, muito boa, no blog dele.
24 Pax em trânsito // 26/July/2008 às 11:11
Pô Proftel, não verei a Nat, na verdade preciso dormir um pouco. Ontem acordei as 4 pra chegar no Campo de Marte com o alvorecer. Voar não é brincadeira. Check do avião, metereologia, registrar plano de vôo. Check list de partida (pra ligar o motor), check list de taxiamento, check list de cabeceira, cara, são uns 5 ao todo.
Cheguei e fui direto na empresa do meu amigo, dono do avião. Negócios e saudades, trabalhei pra ele, abri a filial SP, fui seu segundão durante anos e hoje quero lhe dar uma consultoria (morrerei pobre), é uma retribuição à um cara que adoro, que é um dos meus grandes amigos. De lá fui almoçar no centrào do Rio com meu irmão caçula que não via quase 2 anos. Foi o que deu, ele fazendo consultoria e voltando pra POA no voo das 15h:00. De tarde mais trabalho, de noite mais trabalho, um pouco de diversão sim, mas terminei a noite na ‘ultima reuniáo até as 02h:00. E acordei no meu horário de roça, as 06h:00. Preciso dormir um pouco, tanta coisa pra fazer. O Rio, das duas ‘ultimas vezes que vim, tem me recativado. Houve um período que náo gostava mais de vir pra cá, porém tenho refeito essa opinião, apesar do Cesar Maia ter destruído ainda mais muita coisa das sua cidade. Sua NAO, nossa ! O Centro afunda em esgoto, por exemplo. A violência é a conversa com os taxistas e com meus amigos, a desesperança é enorme. Aqui perto do meu irmão metralharam e mataram dois policiais dormindo dentro da viatura, semana passada. Ontem passei em frente ao prédio, as marcas de balas no portão da garagem. Na Lagoa !!! Mas é o Rio de Janeiro. E sim, continua a cidade mais linda do Mundo.
Uma hora a gente vai acordar, uma hora os brasileiros tomarão de assalto nosso Brasil dos usurpadores do que é nosso, de Dantas ao chefe do tráfico de drogas, armas, e meninas menores da prostituição infantil. Eles náo moram nos morros. Estão na Vierira Souto, nas Super Quadras e Lago Sul em BSB, estão em todo lugar.
Mas a gente chega lá.
25 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 11:12
A mentalidade revolucionária é essencialmente a inversão do sentido do tempo, a arrogância psicótica de interpretar o presente e o passado à luz das virtudes imaginárias de um futuro hipotético.
26 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 11:15
belo manifesto, pax, chegou a hora do belix….
27 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 11:21
Declarou-se o ministro Mangabeira Unger “envergonhado” com o montante recebido da Brasil Telecon e de Daniel Dantas pelos serviços que durante sete anos prestou à empresa e ao banqueiro como procurador de seus interesses, nos Estados Unidos.
Com todo o respeito,, mas vai ter vergonha assim no inferno! Pelo relatório do delegado Protógenes Queiroz, o atual ministro do Futuro recebeu dois milhões de dólares. Mangabeira admite apenas um milhão, que mesmo nesses tempos de desvalorização da moeda americana fariam a felicidade de qualquer brasileiro.
O grave na história é que fica tudo por isso mesmo, quer dizer, um ministro encarregado de planejar o futuro confirma um passado obscuro, empregado de um dos mais controvertidos banqueiros nacionais, acusado de lavagem e evasão de dinheiro, gestão fraudulenta, formação de quadrilha, lesão ao fisco e quanta coisa a mais?
O presidente Lula pode ter perdoado Mangabeira Unger de haver defendido, não faz muito, o seu impeachment como chefe de um dos mais corruptos governos nacionais. Ao escrever o referido artigo, estaria o futuro ministro seguindo instruções de Daniel Dantas?
Leia o Carlos Chagas
28 Proftel // 26/July/2008 às 11:22
Bom, Pax, que sua estadia seja amena por aí, sem violência.
De minha parte sempre achei que a população precisa tomar a frente, reagir (eu fiz isso, me dei mal, tomei um tiro na barriga e você sabe minha opinião).
Reagiria de novo?
Creio que sim, tá no sangue que, não é de barata.
:-)
29 josef mario // 26/July/2008 às 11:23
Companheiro chesterton
Eu, josef mario, devo dizer que o companheiro não deveria cagar enquanto escreve e não deveria escrever enquanto caga, se não a quantidade de merda sai em dobro.
Muito obrigado
30 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 11:23
Dizem por aí que existe um “outro mundo possível”, um além do capitalismo, uma segunda via (Stalin, Pol Pot, Castro, FARC) ou uma terceira via (Mussolini, Hitler, Franco) ou, sei lá, uma via fantasiosa (Yellow Submarine, Donald Duck, Morales) que nos tiraria do terrível mundo capitalista na qual a propaganda é malvada, feia, planejada por gente coadunada com o “complexo militar industrial ‘estadunidense’” e que nos induz a fazer tudo o que eles querem (possivelmente os que dizem isto escaparam da “Matrix”…). Claro, todas as vias levam ao sacrifício de algum ser humano em algum altar (ou seria Roma de Nero?).
Em todos os casos, eis a propaganda neste mundo. Alguém é capaz de entender do que se trata?
31 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 11:24
o link
http://www.boingboing.net/2008/07/25/sovietera-estonian-m.html
32 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 11:25
descobri uma foto do Josef, aquele que tem o maior pinto do mundo
http://www.zebisteca.com.br/etc/imagens/34.jpg
33 Proftel // 26/July/2008 às 11:26
Esse Mangabeira nunca se me pareceu um cara sério.
Ficou na arquibancada dando palpite e nunca botou a mão na massa, posição cômoda essa né?
Está mais pra “ishperto” que pra intelectual.
hehe
34 Proftel // 26/July/2008 às 11:28
Chest, não é você não?
kkkkkkkkkkk rsrsrsrsrsrsrsr
:-))))))
35 Proftel // 26/July/2008 às 11:30
Li o texto do RA sobre o Jabor, desmonta a partir da visão dele a argumentação do global.
Continuo com a impressão de que o Obama será um tiro n’água.
hehe
36 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 11:32
Lulavoisier
http://www.kibeloco.globolog.com.br/Lulavoisier.jpg
37 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 11:33
O Jabor tem um parafuso solto…..
38 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 11:39
Não temos mais o que cortar de gastos….
Presidente Lula , que deve ter se esquecido dos 40 mil cargos comissionados no governo
39 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 11:40
há ‘acordo’ entre Farc e ETA
A Procuradoria Geral da Colômbia confirmou hoje a existência de um “acordo terrorista” entre as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e o grupo separatista basco ETA para cometer atentados e sequestros. A informação foi anunciada pelo procurador Mario Iguarán que disse que as ligações foram estabelecidas depois de análise do material encontrado em computadores de um acampamento que as Farc bombardearam, em território equatoriano, no dia 1º de março, em que foi morto o número dois das Forças Armadas, Raúl Reyes. Foram encontradas 1.400 correspondências com servidores na Espanha. Autoridades espanholas também confirmaram sobre o pacto terrorista.
40 Proftel // 26/July/2008 às 11:44
O Jabor e o Mangabeira são caras que moraram muito tempo nos EUA, voltaram e falam “disso e aquilo”, que “temos que fazer” assim e assado com a visão de lá.
Tomara que o Pedro Doria não volte assim.
41 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 11:53
essa não, colocar a culpa da malice deles nos EUA é dose.
42 Proftel // 26/July/2008 às 12:09
Não a “malice” Chest, é essa impressão de que são donos da verdade e, o que eles falam deve ser ouvido e aplicado só porque fizeram “estágio” lá.
43 surfando na jaca // 26/July/2008 às 12:21
Bombacheiro Pax, estou na Mantiqueira, prestes a voltar para a urbe. Quer dizer que falhou o calçadão da help com o Joseph Mario e o James? Não faz mal, temos a opção do frangote anauê embebido em Dimple. Só marcar consulta para exame de fezes.
Um abraço pampeiro.
Proftel, nunca gostei desse pé de mangaba. O cara não entende de porra alcune e dá palpite sobre tudo. O Doria vai fazer um transplante de cérebro, vai voltar pior do que o Jabor. Brasileiro fica logo deslumbrado pelo primeiro mundo e esquece da divisão internacional do trabalho. Ele já está se esforçando, deixando de comentar o imperialismo ianque.
44 surfando na jaca // 26/July/2008 às 12:49
Proftel, perfeita a sua observação sobre a malice do Jabor e dos cérebros transplantados.
45 Proftel // 26/July/2008 às 13:10
Surf, não é de hoje que observo isso.
Um amigo de infância, fez até sétima série comigo, foi prôs EUA e nos reencontramos na faculdade de Direito, o cara parecia o Jabor, vivia dizendo “o Brasil precisa fazer isso, precisa fazer aquilo, nos EUA é assim e assado”.
Várias vezes dei canelada no cara e o botei no lugar.
Esses deslumbrados macaquitos….
hehe
46 Proftel // 26/July/2008 às 13:13
Ah, e essa de que “já que é pra copiar, comecemos por passar fogo na indiarada” ou “precisamos passar fogo em alguns presidentes” é daquele tempo.
kkkkkkk rsrsrsrsrsrsrsrs
:-)))))))
47 surfando na jaca // 26/July/2008 às 13:26
companheiro Proftel,
agora o mangaba dantesco é norte-americano e vive no Maine. Nem sabe o que que a baiana (confetti) tem, só em filme da Carmem Miranda.
48 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 13:29
Proftel, é inevitável depois de viajar até uma sociedade funcional como a norte-americana, ter-se a vontade de transformar uma sociedade disfuncional como a brasileira em algo que faça algum sentido. /
Mas nãoa cuse o Jabor de fazer isso, pois o que ele mais faz é tentar desbancar o american way of liffe.
49 surfando na jaca // 26/July/2008 às 13:37
O Jabor crítico do american way of life? Não me faça rir, que tenho um acesso de asma. Tá vendo! Um direitoba vendido (pleonasmo) que se preze não considera a distribuição internacional do trabalho e sofre de disfunção histórica cerebral. Frangote anauê, procura aquela analista judia do Pax, por favor!
50 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 13:40
você tem certeza que conhece o Jabor, jaca gado?
51 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 13:42
Virou moda agora pessoas endinheiradas dizerem que não fazem o que fazem pelo dinheiro.
Sempre que leio essas coisas lembro de uma das melhores passagens do filme O Aviador, que foi a visita que Howard Hughes fez à família Hepburn:
Mrs. Hepburn: We don’t care about money here, Mr. Hughes.
Howard: That’s because you have it.
Mrs. Hepburn: Would you repeat that?
Howard: You don’t care about money because you have it. And you’ve always had it. My father was dirt poor when I was born…. I care about money, because I know what it takes out of a man to make it.
Perfeito, Howard. Perfeito.
52 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 13:48
An international spat has developed over disparaging comments about Israel allegedly made by the French ambassador to London at a private dinner party.
He has no intention of apologising - he doesn’t feel there is any need for him to do so
Yves Charpentier
French embassy
During a conversation about the Middle East crisis with the owner of the Daily Telegraph newspaper, Conrad Black, ambassador Daniel Bernard is reported to have spoken about “that shitty little country Israel”.
53 Proftel // 26/July/2008 às 13:52
Bom, “vendido” é o primeiro adjetivo que me vem à cabeça quando penso no Jabor.
kkkkkkk rsrsrsrrsrsrsrs
:-))))))
Chest, mude-se pra Miami, vai lá, divirta-se com seu consultório, quem sabe você até faz um programa como aquele do “Dr. Hollywood”.
kkkkkk rsrsrsrsrsrsrs
:-))))))
54 surfando na jaca // 26/July/2008 às 13:53
Frangão louco para ganhar dinheiro. Jabor é um fracassado, hoje vive de vociferar por aí. Nunca ouvi fazer criticas ao modo de vida ianque na atualidade. Oportunistazinho. Prefiro o Olavão, que recebe da CIA e estampa articulistas norte-americanos bushits na sua página virtual. Assumidão!
55 surfando na jaca // 26/July/2008 às 13:54
críticas
56 surfando na jaca // 26/July/2008 às 13:55
Zinho não condiz com a altura do Jabor. Oportunistazão.
57 Proftel // 26/July/2008 às 13:56
Se não me engano o Jabor até levou uma piaba por preguiça, catava texto antigo, mexia aqui e ali e republicava.
Alguém lembra desse quiprocó?
58 HRP MANÉ Reloaded // 26/July/2008 às 13:59
Arnaldo Jabor , profissão : porta voz da globo.
59 Proftel // 26/July/2008 às 14:26
Bom, por aqui a velha rotina.
Lixo fora, geral nas coisas que precisavam ajeitar, falta comprar o material prô telhado, quero aproveitar o período de seca.
O relógio está OK, parou uns dias porque estava viajando e não há ninguém pra dar corda, o que fiz na segunda passada, mais tarde ajeito isso.
E aí Surf, criou coragem pra consertar o seu relógio de parede?
:-)
60 surfando na jaca // 26/July/2008 às 14:35
Proftel,
o Jabor foi expulso da Folha. Saiu esse comentário da Renata Le Prete, da Folha sobre o plágio do Jabor:
Os dois textos tratavam de uma sigla ainda pouco conhecida de quem não acompanha com assiduidade os cadernos de economia: MAI, “Multilateral Agreement on Investment”, ou Acordo Multilateral de Investimento.
Negociado desde 1995 na OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), o MAI é alvo de resistências em diversos países (tantas que foi oficialmente colocado para hibernar).
Se aprovado, ele diminuiria drasticamente a capacidade dos governos para regular os movimentos do capital externo e impor limites aos interesses das grandes corporações.
Sobre esse e outros riscos representados pelo acordo falavam Jabor na Folha e Lori M. Wallach no “LMD” (o leitor recebeu o suplemento encartado no “The Guardian Weekly”, do qual é assinante).
Comparei os textos. A primeira coisa a ser dita é que Jabor citou a fonte, com todas as letras, a certa altura de sua coluna: “muitas denúncias estão saindo na imprensa européia, como a de Lori M. Wallach no ‘Manchester Guardian’, que eu cito”.
É um ponto importante, que descarta a caracterização de plágio e demonstra, da parte do articulista, atitude mais franca do que a detectada por uma leitora há alguns meses, quando Jabor publicou, com poucas alterações, um texto seu que já havia saído no jornal.
Mas não é o único ponto. “Jabor não apenas cita o artigo, como transcreve várias partes dele”, apontou o leitor.
É verdade. A coluna tem introdução e conclusão próprias, sem correspondência no artigo de Wallach.
O “miolo”, no entanto, é essencialmente um resumo não assumido do “LMD”.
Cotejando os dois textos, concluí que 59% do material apresentado na Folha (os trechos sombreados no quadro ao lado), antes e depois da citação, é tradução literal ou aproximada da publicação estrangeira.
Até mesmo comparações usadas no original são repetidas sem indicação de autoria: “Isso não é ficção científica” (”This is not the plot of a science fiction novel”).
61 Proftel // 26/July/2008 às 14:37
Estava aqui pensando no “sociedade funcional” que o Chest colocou.
Sim, funcional, obesa, sanguessuga dos recursos naturais do mundo dada a facilidade com que descartam bens e, que tem a oferecer muito lixo tecnológico, filmes, muitas armas e fármacos por vezes suspeitos.
Chest, a gente mora sempre que possível onde gosta, sou exemplo disso, creio que o Pax e o Monsores também.
Mude-se prôs EUA e seja feliz (leve o RA, o Jabor e o Mangabeira junto por favor, de troco vai o Mainardi).
kkkkkkkkkkk rsrrssrsrrsrsrsrs
:-))))))))))
62 surfando na jaca // 26/July/2008 às 14:41
Prof, o relógio me olha da parede e eu finjo que não vejo os ponteiros parados, sempre às nove horas do dia ou da noite, dos anos.
comecei a ficar poético, vou dar uma saída.
63 Proftel // 26/July/2008 às 14:41
Surf, eu lembrava do primeiro, aquela reclamação da leitora, esse eu acompanhei na época, até a resposta dele à leitora.
O segundo caso, esse da utilização de texto alheio eu ouvi dizer, agora com esse seu excelente achado me inteirei.
Caramba, isso faz tempo, ainda morava em Catalão ou Cubatão quando rolou.
:-)
64 Proftel // 26/July/2008 às 14:43
Vou dormir um pouco, soninho da tarde, resto de férias que pretendo bem aproveitada.
:-)
65 HRP MANÉ Reloaded // 26/July/2008 às 14:49
Comentário 59….destruidor, e por que não?
Definitivo!
EEEEEEE……
66 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 26/July/2008 às 15:18
my God, onde me meti…..voltem para o mato.
67 Brancaleone // 26/July/2008 às 15:24
Leiam essa:
Aconteceu esta madrugada.
Tavam roubando madeira lá no 27 (km).
Juntei uns peões, enchêmo as cartucheira (mais dois pentes), subimos no Toyotão e na L200 e cheguêmo assim na corrida, as quatro da matina, dando uns tiro prá cima e gritando que tava tudo mundo preso.
Até aqui tudo normal, coisa quase da rotina.
Vai que daí dão uns revide nos tiros e toca a jogar o Toyotão e a L200 pro meio do mato prá escapar dos balázios…
Cerca daqui, rodeia por lá (lembrando os tempos de exército), uns pipôco mais, a gente com mais poder de fogo (2 38, 3 cartucheiras , uma Walter e uma Remington 22) e já do outro lado bradam que chega…
Pois entre a peonada paga prá roubar descobre-se que os “seguranças” que revidaram são “gambés” ( Policiais Militares) do Batalhão de Guarda…
Aí não sei se fico indignado por tarem os polícia dando cobertura prôs ladrão de madeira ou se fico preocupado por ter visto os caras errarem tudo os tiro, deixarem os peão ladrão na mão e sumirem no mato…
Os cara não tem moral prá ser polícia nem competência prá ser ladrão…
68 Arpex // 26/July/2008 às 15:41
Se a polícia militar nunca foi de economizar chumbo, imaginem agora com balas de borracha.
69 Arpex // 26/July/2008 às 15:46
Todo mundo sabe que jornal sem defunto não vende… a decisão de armar a PM com material não letal é um atentado contra a Imprensa!
70 Proftel // 26/July/2008 às 15:59
Compadre Brancaleone, fez BO?
Pegou o nome dos “seguranças” e entregou prôs superiores?
Com uns caras assim é melhor se precaver…
:-/
71 Arpex // 26/July/2008 às 16:03
“Amor em Cristo, o primeiro passo é orar , o segundo é procurar”
Não tem como ser mais seletivo com o espaço publicitário dos banners, Pedro Doria? Outro programa de propaganda, sei lá… quase não dá vontade de comentar…
72 Proftel // 26/July/2008 às 16:04
Arpex, vi as reportagens, achei um absurdo, bandido armado até os dentes e policial com traque e “Caramurú-cinco-tiros” nas mãos.
Putz.
(pra quem não sabe, “Caramurú” é um dos fabricantes de fogos de artifício, aqueles rojões que a gente solta em festa)
73 Proftel // 26/July/2008 às 16:05
“Amor em Cristo, o primeiro passo é orar , o segundo é procurar o banco e pagar o dízimo”
kkkkkkkkkkkk rsrsrsrsrsrsrsrs
:-))))))
74 Proftel // 26/July/2008 às 16:14
Alguém está acompanhando as notícias sobre a “Rodada de Doha”?
Gente, faz tempo que não vejo tanta empulhação na imprensa, ninguém explica o que está rolando por lá, que produtos, que alíquotas, quais as conseqüências… nada de nada.
Só falam em “pacotes”, “divergências”, “subsídios”, “acordos” e por aí vai.
Putz, que cobertura mais fuleira essa.
:-/
75 Arpex // 26/July/2008 às 16:40
O que mais me preocupa, Prof, é que se levantar um dedo pra PM agora, se “desacatar a otoridade” vamos levar pimenta na cara… Vão usar granadas de borracha até pra tirar gatinho da árvore. E vão arrumar um jeito de matar com balas de borracha, atirando nas têmporas dos cidadãos, nas bolas… Eles são bons nisso, gostam de machucar, matar…
Vão se sentir à vontade para descarregar um pente de balas de borracha na bunda do povo, já que não mata…
E por falar nisso, até os soldados israelenses curtem uma borrachada: http://observers.france24.com/en/content/20080721-video-israeli-army-shoot-detained-palestinian
76 Proftel // 26/July/2008 às 17:17
Arpex, vi na TV essa borrachada.
Certa vez coloquei aqui um jeito de acabar com isso, catar a renca toda.
Como é um método nada ortodoxo e, com esse monte de “politicamente correto” que há por aí, a coisa continua.
Tem jeito não.
77 surfando na jaca // 26/July/2008 às 17:24
Frangão tá deprimido com a gente. Melhor falar da vitória dos EUA no vôlei contra o Brasil. Convém não contrariar. Pô, Proftel, o companheiro Cristo não merece isso.
Arpex, circulando…Não tem nada p’ra ver…circulando…
78 Proftel // 26/July/2008 às 17:25
Mataram cinco em dois dias de tiroteio no norte do Líbano.
Pô, qualquer “subida” de favela no Rio dá mais que isso, nem precisa ser o dia todo, só um período já rola mais que isso em vítimas.
Guerra Civil é aqui, não lá.
79 Proftel // 26/July/2008 às 17:26
Surf, é que na hora lembrei d’um discurso do Edir, acho que foi por aqui que colocaram, sobre o dízimo e coisa e tal.
hehe
80 Proftel // 26/July/2008 às 17:28
“Ahmadinejad diz que Irã tem 6 mil centrífugas de enriquecimento de urânio”
Sei não, acho que fecharam todas as lavanderias de lá.
kkkkkkk rsrsrsrsrsrsrs
:-))))))
81 Proftel // 26/July/2008 às 18:24
Sabadão, todo mundo passeando….
Eu em fim-de-férias.
:-)
82 surfando na jaca // 26/July/2008 às 18:29
Proftel, só tem agente aqui.
83 marco // 26/July/2008 às 18:34
” Aqueles a quem os deuses querem destruir, primeiro dotam de amnésia cultural.”
Sérgio Augusto, Estadão de hoje.
As canções que amenizaram as dores de uma guerra
Uma das vozes mais distintas da campanha contra o Eixo, Jo Stafford morreu este mês aos 90 anos
Sérgio Augusto
Foi assim: música & lágrimas; cartas & baladas; tanques & big bands; bazucas & Betty Grable; granadas & boogie woogie; jipes & Coca-Cola; Pablum & bônus de guerra; Spitfires & Capitão América; RAF & Repórter Esso; Your Hit Parade & Cassino da Urca.
Bem-vindos à 2ª Guerra Mundial! Aos lenços lacrimejados pelos dramas de Desde que Partiste, A Ponte de Waterloo, Ver-te-ei Outra Vez e Mulheres de Ninguém. Aos G.I.s e pracinhas que se foram e voltaram - e aos que não voltaram. Ao som de Glenn Miller, Bing Crosby, Frank Sinatra, Dinah Shore, The Andrew Sisters, Alice Faye, Dick Haymes, Jean Sablon, Dorothy Lamour, Gino Bechi, The Ink Spots, Helen Forrest (ao fundo, o trompete de Harry James).
Quem mais? De Adolfito Mata-Mouros (sátira carnavalesca de João de Barro) ninguém mais se lembra. Nem de The Führer Git the Jitters (zombaria jazzística de Cab Calloway). Para todo sempre, a trilha musical dos quatro ou cinco primeiros anos da década de 1940 ficou marcada por Lili Marlene e I”ll Walk Alone, I”ll Be Seeing You e Sleepy Lagoon, La Mer e White Christmas, Amapola e Rum and Coca-Cola, Solamente Una Vez e Frenesi, Besame Mucho e O Vôo do Besouro.
Falta aí o principal: as duas vozes mais distintas ou representativas da gloriosa campanha contra o Eixo. Uma delas, a londrina Vera Lynn, ”a namoradinha das Forças Armadas” (britânicas), continua viva, com 91 anos. A outra, a maior de todas, a californiana Jo Stafford, morreu na quarta-feira da semana passada, aos 90. Nossos jornais dormiram no ponto. Aqueles a quem os deuses querem destruir, primeiro dotam de amnésia cultural.
Vera Lynn foi um fenômeno em sua época, a Jo Stafford do outro lado do Atlântico. De crooner da banda de Bert Ambrose, a mais aristocrátrica do Reino Unido, projetou-se como estrela de rádio nos anos 30. De seu programa enviava mensagens de conforto moral às tropas estacionadas por todo o império britânico, visitando-as e entretendo-as em suas turnês pelo Egito, Índia e Birmânia. Em 1940, gravou uma canção de Ross Parker-Hughie Charles, We”ll Meet Again, que se transformaria numa espécie de emblema musical dos soldados ingleses, numa réplica involuntária a Lili Marlene. Também consagrou outro tema nostálgico de provocar lágrimas de esguicho nos soldados da rainha, The White Cliffs of Dover, que, no entanto, nunca foi páreo para We”ll Meet Again e suas promessas de eterna fidelidade: ”Nós nos encontraremos de novo/não sei onde, nem quando/mas tenho certeza de que nos reencontraremos um dia.” Um dia, além do mais, ensolarado.
Mesmo para quem não vivenciou, de perto ou longe, a guerra, é uma canção emocionante, interpretada com majestosa simplicidade. Clique seu título no YouTube, ouça Vera Lynn, e entenda por que Len Deighton a citou num romance, vários roqueiros a veneram (Pink Floyd compôs Vera, no álbum The Wall, em sua homenagem), Stanley Kubrick fechou com ela a explosiva e irônica cena final de Doutor Fantástico, e Carlos Heitor Cony se arrepia ao ouvi-la.
Não apelidaram Jo Stafford de ”G.I. Jo” para apenas fazer um trocadilho com a expressão G.I. Joe, alcunha dos ”pracinhas” norte-americanos derivado do ferro galvanizado (galvanized iron) com que seus utensílios eram, e creio que ainda sejam, fabricados. Nenhum cantor popular tocou mais fundo o coração dos soldados que Franklin Delano Roosevelt enviou para combater na Europa e no Pacífico depois do bombardeio de Pearl Harbor. Foi um caso de devoção instantânea. Com duas ou três gravações, Jo pareceu-lhes a encarnação vocal de todas as garotas que haviam deixado na América, esperando as novidades do front, remoendo-se de saudade e aflição.
Voz pura, cálida, delicada, quase sem vibrato, entonação perfeita, graves e agudos imaculados, cantava como uma mulher madura que parecia entender o que é necessário entender. A química emocional que suas interpretações produziram nos ouvidos de quem foi para os campos de batalha e para quem ficou na América permanece incomparável. Poucas vozes cantaram com igual intimidade as dores da solidão e da distância. Hospitais das forças armadas dos EUA na Europa acalentavam seus pacientes com os últimos sucessos de Jo. No afã de ouvir até o fim o programa de rádio da cantora, transmitido em ondas curtas para a frente de guerra, dois pilotos da força aérea norte-americana quase foram pousar atrás das linhas inimigas.
”É fácil entender porque milhares de soldados iam dormir todas as noites convictos de que estavam lutando por um mundo melhor, acima de tudo, para Jo Stafford”, comentou o crítico de jazz Gary Giddins. Outro, cujo nome não me ocorre, comparou o prazer de ouvi-la à degustação de uma mousse de chocolate. Também confere.
Admirada, sem restrições, por seus colegas de profissão (ouvi-la, na opinião de Sinatra, ”era êxtase garantido”; Mel Tormé a considerava ”a cantora mais afinada do planeta”), Jo aposentou-se, há uns 30 anos, com um dossiê crítico irretocável. Jamais ouvi ou li qualquer restrição ao seu trabalho. Will Friedwall qualificou-a de ”a Mona Lisa da música popular”, dada a impossibilidade de medir seu appeal pelos parâmetros disponíveis nos anos 40. ”Ela é simplesmente um paradoxo”, escreveu Friedwald, ”a um só tempo íntima e distante, claramente emocional e absolutamente controlada”.
Há de tudo - de canções românticas, seu forte, a baladas folk - em seu robusto repertório de cerca de 800 títulos. Pena que, dos quase 100 singles por ela alçados ao Hit Parade, o campeão de vendagem tenha sido uma satírica versão caipira de Temptation, que ela gravou, com o pseudônimo de Cinderella G. Stump, acompanhada de Red Ingle e seus Natural Seven, em 1947. Há quem aprecie, gente séria, inclusive.
Jo tinha um lado cômico diametralmente oposto ao seu repertório romântico. Ali pelo final dos anos 50, ela e o segundo (e definitivo) marido, o maestro e arranjador Paul Weston, inventaram uma dupla fictícia, Jonathan e Darlene Edwards: ele, pianista aloprado, que parecia tocar com duas mãos direitas; ela, um abuso de sustenidos mal colocados. Pura gozação paródica, que ao casal rendeu uma penca de LPs, um dos quais, ”Jonathan e Darlene Edwards in Paris”, rendeu a Jo, em 1961, o único Grammy de sua carreira. Mas não foi por suas paródias que a revista Down Beat a elegeu ”a melhor cantora do ano”, em 1943 e 1945.
A Jo que minha memória conserva é, sobretudo, a de You Belong to Me e, por motivos extramusicais, Jambalaya (muito executada nos alto-falantes do Maracanã, no início dos anos 50). Se só tivesse gravado You Belong to Me, já estaria imortalizada.
O disco, que chegou às lojas em agosto de 1952, também foi um ‘’sucesso de guerra”, a da Coréia (1950-1953). Vendeu 2 milhões de cópias e ficou 12 semanas no topo do Hit Parade. Só dois outros discos venderam mais na primeira metade dos anos 50. Composição da dupla Pee Wee King-Chilton Price, já tivera duas intérpretes, Sue Thompson e Patti Page, quando Jo imortalizou-a com uma interpretação definitiva. Comprovem ouvindo os 55 demais intérpretes que a canção acumulou nas seis últimas décadas. Crosby, Judy Garland, Paul Anka, até Bob Dylan, Jerry Lee Lewis, e a atual Primeira-Dama da França se arriscaram a concorrer com maravilhosa Jo. Será preciso acrescentar que todos perderam?
”Não importa onde você esteja, em que lugares exóticos se encontre, você é só meu.” Em essência é isso o que diz a letra de Chilton Price: ”See the pyramids along the Nile/Watch the sun rise on a tropic isle/Just remember, darling, all the while/You belong to me.” Irresistível. E o que dizer do sutil tremolo das marimbas pontuando cada verso da abertura? Na gravação de Jo, claro.
A melhor introdução ao culto a Jo Stafford é o CD G.I. Jo, produzido pela Corinthian Records, gravadora particular da cantora e Weston. Sua coletânea de sucessos na Capitol, com 26 faixas, é outro must. Para ouvir You Belong to Me, procure outros CDs ou visite o YouTube. G.I. Jo só cobre os hits da 2ª Guerra, com arranjos primorosos de Weston, que conheceu a cantora quando ela ainda integrava o octeto vocal The Pied Pipers, peça de apoio da orquestra de Tommy Dorsey, cujo crooner, durante algum tempo, foi um rapaz magrinho vindo da banda de Harry James, chamado Frank Sinatra. A guerra se aproximava, mas a música era (e continuou sendo) de primeira na América.
G.I. Jo é a quintessência do jeito Stafford de arrebatar militares e civis. Ao todo, 10 canções, do período 1938-1944, que falam da solidão compensada pela certeza de que nada pode separar duas pessoas que se amam (I”ll Walk Alone, para muitos, a mais completa tradução dos sofrimentos impostos pela guerra), da solidariedade em torno dos G.I.s (I Left My Heart at the Stage Door Canteen), de promessas de amor eterno (No Love, No Nothin”, We Mustn”t Say Goodbye, You”ll Never Know), de lembranças inesquecíveis (I”ll Remember April), das possibilidades de um casamento para toda a vida (It Could Happen to You), de saudades e fidelidades inquebrantáveis (I Don”t Want to Walk Without You), de paixões inesperadas (I Fall in Love Too Easily), e de madeleines amorosas condensadas em pequenos cafés, carrosséis, árvores e noites enluaradas (I”ll Be Seeing You).
E agora, todos ao YouTube, para ver as pirâmides ao longo do Nilo e o sol caindo atrás de uma ilha tropical - e nunca esquecer que Jo Stafford foi a cantora mais afetuosa da América, na paz e na guerra.
84 cmd. Jåµë§ ßønd // 26/July/2008 às 18:37
+ Boa noite, ladies and gentlemen. Só passando aqui para ler o que se passa e deixar recados.
–X–
#80 … muito boa essa Proftel!
Também não se faz mais suco de laranja,né?
–X–
Essa é para os hereges (como eu) do blog:
Quando alguém me diz “Vai com Deus!”, eu adoro chocar dizendo “Que é isso… antes só do que mal acompanhado…”
–X–
Ah, sim, o jabá… Fim de Temporada da minha série pessoal:
In Treatment | Dia 10 | Capítulo Final.
http://jamesbond.blogger.com.br/
85 Proftel // 26/July/2008 às 18:40
Eu digo que a Terra está estranha, hoje um sismo leve, bem leve, 4.6 na Richter (10Km de profundidade).
O problema é que foi na Mauritânia em região onde não há registro sismológico.
Isso vem ocorrendo com certa regularidade d’um tempo pra cá (terremotos onde nunca houve registro antes, ao menos recente).
:-§
86 Proftel // 26/July/2008 às 18:41
E aí James, encontrou o Pax, o Chest também?
:-)
87 Proftel // 26/July/2008 às 18:42
É Surf, só estava a gente por aqui, agora passa o James.
Tô achando que você está meio pra baixo hoje.
Quê cá contece?
?
88 bia // 26/July/2008 às 19:06
Bond. James Bond,
“Eu ontem tive a impressão
que Deus quis falar comigo.
Não lhe dei ouvidos.
Quem sou eu pra falar com Deus?
Ele que cuide dos seus assuntos.
Eu cuido dos meus”.
Do herege Leminski, em homenagem ao teu encontro com o herege do Pax.
Realzito, seu degenerado,
Melhor você mudar de vida.
Me passa aí a lista com o nome de todas as cervejas pretas brasileiras, por favor (mais ou menos a partir da década de 50/60).
89 cmd. Jåµë§ ßønd // 26/July/2008 às 19:15
+ Proftel… hehe… só o Pax. O Chest nunca sai de casa porque está sempre com frio no Rio de Janeiro.
Aliás, eu diria que seu medo pode até ser jusfiticado. Uma menina que eu sigo no Twitter está apavorada porque onde ela mora se registra tremores quase todo dia. Ela sente a maioria, durante a madrugada. Não sei se isso é uma coincidência.
+ Bia… eu ADORO Leminski e receio que se Deus existe, o inferno também é uma possibilidade. Então, é melhor eu pelo menos garantir um bom lugar na hierarquia.
90 Proftel // 26/July/2008 às 19:16
Realzito?
Quem é?
Boiei nessa.
:-)
91 marco // 26/July/2008 às 19:18
Bom. O pessoal vai ler o Sérgio. Um grande cara.
ma
92 bia // 26/July/2008 às 19:31
Proftel,
Realzito, atualmente, atende por “Brancaleone” - um nick estrombótico tendo em vista seus infames ideais políticos. Nao há explicação razoável pra isso.
Bond, JB:
É uma possibilidade. Mas infelizmente não acredito por total falta de imaginação. Segundo pesquisadores, crentes e casados vivem mais.
93 Proftel // 26/July/2008 às 19:34
Bia, não o conhecia com esse nick.
:-)
94 cmd. Jåµë§ ßønd // 26/July/2008 às 19:49
+ Bia… seguindo esse raciocínio, é certo dizer que casados já estão no pré-vestibular do inferno?
95 Mr X // 26/July/2008 às 20:37
Tem mesmo é que dar tiro de borracha nesses palestinos safados. :-P Olha só:
http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/7526731.stm
Uma menina de 6 anos palestina morta, e nem um pio do pessoal aqui. Por quê?
Porque acaba com o mito dos palestinos bonzinhos, sofredores por causa da ocupação.
São uma gangue, isso sim. Ou melhor, várias. Em luta.
Já no Brasil… Bem, a guerra do Rio há muito superou as vítimas do conflito na Palestina, superou até as vítimas do Iraque.
96 faraó // 26/July/2008 às 21:14
Mr X, desde o comment 5 e 11 eu falo isso e agora que estamos no final do sábado, NINGUÉM lamentou os palestinos mortos em Gaza pelas suas gangues e milicias armadas. Coitados. Se fosssem vitimados por armas israelenses não ia faltar indignados e moralistas protestando aqui no pedaço.
E sem falar dos que morrem aqui no Rio, que por enquanto ainda não se enquadram nos discursos esquerdistas.
97 Proftel // 26/July/2008 às 21:24
Mr.X & Faraó.
Enquanto esse esquema tribal/familiar não entrar numas de democracia a Palestina continuará assim, o povo desses territórios parece que ainda não sacou o que é um Estado, infelizmente.
:-/
98 HRP MANÉ Reloaded // 26/July/2008 às 21:34
NO TCM canal 91 da net Brasil um filme sobre o problema nuclear e a falencia dos computadores, da tecnologia infalivel de hoje!
O mundo pode acabar sem que a maioria possa siquer pensar no que está acontecendo……
99 HRP MANÉ Reloaded // 26/July/2008 às 21:41
Faraó…..as familias e sues amigos lamentariam sua morte….asssim passa com aqueles dos palestinos mortos…..voce sempre tras seu pensamento razo aqui…..para explicar a monstruosidade Israelense para com os palestinos……creia….voce e tantos outros israelenses que insistem em continuar com essa farsa dantesca de que algo ou alguém, pode ser descartado, via serem incivilizados e torpes como o são os dirigentes palestinos ,é pura balela sofista……não estamos preocupados com os monstros palestinos ,radicais islamicos, ……estamos preocupados com suas familas, com suas crianças e as pessoas que sofrem nas terras que sobraram aos palestinos e que não querem ser parceiros da causa terrorista palestina…..
Terroristas israelenses como vós que pregai a exterminação de pessoas são monstros iguais aos radicais palestinos e de todo o mundo!
Voces tem que ser julgados e presos pelo tribunal de HAIA!
Bioa noite.
100 Nhé! // 26/July/2008 às 22:14
100!! =-)
101 bia // 26/July/2008 às 22:31
Bond. JB, #94
Acho que sim, e com grandes grandes chances… Só sei que tô duplamente ferrada - a crer nas estatísticas, devo ter uns bons anos de vida a menos.
Mr X,
Como “nunca se sábado o que pode acontecer”, não vou cair nessa provocação. Hoje, só discutiria com vossa senhoria os melhores do Sergio Leone.
102 faraó // 26/July/2008 às 22:39
HRP
vc deve estar de fumo ou com sono. Ou os 2. O que prego aqui ou acolá não faz a menor diferença.
O que faz diferença é o seu silencio quando palestinos são mortos por eles mesmos, seja em Gaza, na Cisjordania ou no Libano.
Sobre o tribunal de Haia, coloque-nos na fila depois dos portugueses, dos espanhóis, dos alemães, dos árabes, dos brasileiros, dos japoneses, de alguns cristãos e outros espíritas.
103 surfando na jaca // 26/July/2008 às 22:47
Romeu, bela resposta a esse bacalhau embalsamado. Sujeitinho sem escrúpulos e desarranjado dos sentimentos.
Uma boa noite a todos e que um cemitério de mortos palestinos consigam invadir a consciência dessa múmia pelancuda.
104 HRP MANÉ Reloaded // 26/July/2008 às 22:51
Eu respondi a tua pergunta, médico carioca…….eu lamento a morte de qualquer humano(não matarás!)…..e espiritas de coração não fazem coisas assim…….espiritas de coração só “ele” pode avaliar….está muito longe dos teus sentidos avaliá-los……pense grande ……..e com muita visão periférica.
105 Proftel // 26/July/2008 às 22:53
Faraó, lembra d’um tal Yitzhak Rabin, então, é por aí.
106 HRP MANÉ Reloaded // 26/July/2008 às 22:53
Surfão….eu e a minha querida vamos assitir um filminho……boa noite…..pro ces!
107 Proftel // 26/July/2008 às 22:54
Eu vou deitar que aqui tá frio pacas.
Uma boa noite a todos (as).
:-)
108 Tales // 26/July/2008 às 22:59
PD, acho q os videos que a rainha Rania da Jordania está colocando no YouTube dariam um assunto legal para um post.
Ela tem comentado sobre os estereótipos que existem sobre o mundo árabe, procurando responder os comentários dos vídos.
Caso você não tenha ainda visto, aqui vai um exemplo:
http://www.youtube.com/watch?v=TFf897bUW2Y
109 surfando na jaca // 26/July/2008 às 23:17
Pessoal foi cochilar. Faz frio nessas alterosas.
110 Guilherme // 26/July/2008 às 23:27
Duas semanas sem internet. Nada a dizer.
111 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 9:21
85, proftel, é o aquecimento global.
Cometeu-se o crime — e quantos textos escrevi a respeito e quantas vezes fui tachado de reacionário!!! — de imaginar que os morros cariocas formavam mesmo uma outra civilização, que tinha direito a valores próprios, a uma cultura própria, a uma visão de mundo própria. Durante muito tempo, a imprensa politicamente correta chamou as incursões policiais nas favelas de “invasão” — como se um estado imperialista resolvesse ocupar um outro. Deu nisso que estamos vendo: o narcotráfico agora reivindica uma “fala”. Ainda não o faz de modo explícito: está procurando eleger os seus “candidatos” para tanto.
chest- favela só tem uma solução…terraplanar.
112 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 9:26
Neste futuro hipotético o princípio que move a sociedade americana é “All men are not created equal. It is the purpose of the Government to make them so.”
113 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 9:29
filme de gratis, clique no meu link
114 Proftel // 27/July/2008 às 9:45
Tô na área II.
:-)
115 Proftel // 27/July/2008 às 10:03
Chest, tô vendo seu filme, ficção interessante.
Diz a verdade, você gostou por conta do “Mapa Mundi” que aparece na sala de aula né?
Nele, o Brasil e EUA são uma coisa só.
hehe
116 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 10:41
Obama fala de pontes para platéia que almeja muros
Obama fala de pontes para platéia que almeja muros
Rainer Jenses/EFE
Favorito na corrida à Casa Branca, Barack Obama produziu, na última quinta-feira, uma bela página da oratória política.
Falou em Berlim, para uma platéia notável –100 mil pessoas, informaram algumas publicações; 200 mil, noticiaram outras.
A certa altura, pôs-se a construir analogias em torno dos escombros do Muro de Berlim. Mencionou o fantasma dos muros da pós-modernidade.
Muros “entre raças e tribos, nativos e imigrantes, cristãos e muçulmanos e judeus.” São paredes que “não podem continuar de pé.”
A hora, disse Obama, é de “construir pontes” ao redor do planeta. Nada mais sensato. Nada mais improvável, contudo.
Alvo das finas palavras de Obama, a Europa traz nas mãos a colher de pedreiro. Mas não a utiliza nas pontes. Constrói novos muros.
Só mudou a matéria-prima. Antes, a argamassa era ideológica. Agora, a mistura junta exclusão com burocracia.
O muro de Berlim e as barreiras ideológicas do passado destinavam-se a impedir que os reféns do comunismo fugissem para o Ocidente.
Os novos muros visam conter não a saída, mas a entrada. Uma “invasão” de refugiados do subdesenvolvimento.
Nisso, a Europa iguala-se aos EUA de Obama, às voltas com o muro da fronteira com o México.
117 Proftel // 27/July/2008 às 10:48
Chest, o filme é ótimo, ainda estou assistindo.
:-)
118 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 10:57
já colocou sua headband?
119 HRP MANÉ Reloaded // 27/July/2008 às 11:07
Como é o nome do filme Alex?
Para depois poder ver também……
Bom dia!
120 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 11:14
Grupo de índios ticuna, a etnia mais populosa da Amazônia, assumiu homossexualidade e sofre preconceito dentro de aldeia no AmazonasMaisKátia Brasil/Folha Imagem
121 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 11:22
esquerda=igualdade
direita= liberdade
122 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 11:25
Um país sem irmãos
Poucos e bons
Com a taxa de fecundidade em 1,8 filho por mulher,
a população brasileira cresce mais devagar. Isso
melhora a renda e o padrão de vida no país
Bons para quem, meu camarada?
Pode até ser bom para o país como a reportagem da última edição da revista Veja diz, mas eu duvido que seja bom para as famílias. A redução da taxa de natalidade - que não é uniforme entre as várias faixas de renda, o que a matéria estranhamente não ressalta - para menos de 2 filhos por mulher no Brasil está prestes a criar um triste país de filhos únicos como a China ditatorial.
Como eu disse, pode até ser (será?) uma boa notícia em termos demográfico-econômicos neste momento - mas sem dúvida é uma bomba econômico-demográfica que explodirá em algum momento no futuro e, muitíssimo pior do que isso no meu entender, é um fenômeno que priva as crianças de algo muito especial: a maravilhosa experiência que é ter irmãos.
É um mais um chute na Família.
Há quem não goste de crianças e, portanto, ache que um filho só já é demais. Tudo bem, cada um sabe o que quer da vida. Eu, porém, que cresci com irmãos sensacionais, não consigo deixar de achar muito triste a glorificação que a reportagem da Veja faz do filho único. Quem escreveu a matéria, coitado, não deve ter tido irmãos. Por isso, não sabe o que as novas gerações vão perder.
123 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 11:29
Enquanto Mussolini mourejava por longas horas em sua mesa de trabalho, Hitler continuava a se permitir o diletantismo indolente e boêmio de seus tempos de estudante de arte. Quando seus auxiliares tentavam atrair sua atenção para assuntos urgentes, Hitler freqüentemente se mostrava inacessível. Passava muito tempo em seu refúgio na Bavária e, mesmo quando em Berlim, negligenciava questões da maior urgência. Submetia seus convidados a jantares com monólogos que iam até a meia-noite, acordava ao meio-dia e dedicava suas tardes a paixões pessoais (…). Após fevereiro de 1938, o gabinete deixou de se reunir. Alguns ministros jamais conseguiam ver o Führer.
Qualquer semelhança com qualquer líder de qualquer país latino-americano é mera coincidência.
124 Proftel // 27/July/2008 às 11:38
Olha HRP, o nome do filme, deduzo ser “Harrison Bergeron”, ao menos é o que se destaca depois dos créditos iniciais.
O filme é uma ficção, ano 2053 ambientada como se fosse década de 50 onde o Estado controla as pessoas através dum implante ou aparelho na cabeça, vou parar por aqui, veja que vale a pena.
Chest, nessa você acertou, parabéns.
Ah, consegui salvar o filme, quero ver se dá pra gravar num CD, deu 256Mega.
:-)
125 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 11:47
sabia que você ia gostar, proftel, te deu ideias?
126 Proftel // 27/July/2008 às 12:07
Olha Chest, esse negócio de controle da população pelo Estado não me faz a cabeça, que o filme é perturbador é.
Um mundo sem idéias, todo formatado e igualzinho se me parece um formigueiro.
Assistirei novamente, demora pra digerir um troço assim, sem contar os diálogos que até “pegar” tudo demora, não é legendado, por isso salvei aqui.
Mas que eu gostei, gostei, muito bom, recomendo.
Fez lembrar um pouco outra ficção onde os humanos são divididos em A, A+, B, B+…
:-)
127 Proftel // 27/July/2008 às 12:15
HRP, o nome do filme é mesmo “Harrison Bergeron”, o atalho é esse aqui:
http://c-avolio.com/2008/07/todos-iguais.html
Dá pra salvar, deixe rodar o filme até o fim, vá à pasta:C:\Users\Administrador\AppData\Local\Microsoft\Windows\Temporary Internet Files (no Vista), ordene por tamanho, o arquivo maior com extenção .flv é o filme, copie, cole em outro lugar e renomeie o arquivo.
:-)
128 Proftel // 27/July/2008 às 12:21
Rodada de Doha tá emperrada, sei não, parece que o Brasil fará merda por lá, pelo que entendi sairemos com a pecha de “vendidos”.
A China já voltou atrás e armou um fuzuê, continuo achando que a cobertura desse evento (que atinge todos nós) deixa a desejar.
:-/
129 Proftel // 27/July/2008 às 12:55
Caramba, isso aqui é perigoso:
http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL701139-6091,00-FACA+QUE+EXPLODE+MELANCIA+ASSUSTA+POLICIA+BRITANICA.html
:-/
130 Proftel // 27/July/2008 às 13:00
Parece que está indo um pouco de frio e chuva prôs lados do Monsores.
131 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 13:02
Barack Obama’s recent global tour may have been a media sensation abroad, but back home it was a punch line. “There was a huge reception for Barack Obama in the Middle East this past weekend,” quipped Jay Leno. “People were screaming, chasing him, hanging on his every word — and that was just the U.S. press corps.”
132 Proftel // 27/July/2008 às 13:09
Chest, sinceramente, o que você acha do Obama?
Eu já disse várias vezes o que penso, muito barulho e espectativa pra pouca coisa.
133 Proftel // 27/July/2008 às 13:12
Pô!:
“Mais 47 pingüins são encontrados no litoral do RJ”
Esses bichos não param de chegar, parece que estão migrando prô litoral do Brasil, estranho essa quantidade, há alguma coisa errada aí.
Aqui ó:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080726/not_imp212254,0.php
134 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 13:13
para mim é o anti-cristo da profecia.
135 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 13:14
proftel, tão frio que está por aí, que até os pinguins estão atrás do famoso aquecimento global….
136 Proftel // 27/July/2008 às 13:16
Putz, pior, em algum lugar já li sobre isso.
Não acredito em profecia mas que é estranho é.
:-/
137 Proftel // 27/July/2008 às 13:19
Chest, quando você abre a geladeira sente o frio né?
Intão, se deixar aberta o gêlo derrete, é mais ou menos o que está acontecendo, primeiro o gelo se espalha, depois, vira água e fica tudo numa temperatura só.
Aí véio, lascou, tâmo frito.
138 Proftel // 27/July/2008 às 13:21
O equilíbro já foi prás cucuias, tem volta não.
Quem puder que se prepare e güente as pontas.
hehe
139 Proftel // 27/July/2008 às 13:31
Chest, veja isso:
http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid203163,0.htm
:-/
140 Monsores // 27/July/2008 às 14:26
ô Ale, pior que o dia tá bonito por aqui.
Ultimamente tem sido assim: um belo dia e uma noite de Alfred Hitchcock.
141 Proftel // 27/July/2008 às 14:48
Monsores, a imagem de satélite mostra uma frente fria avançando e, não é fraca, é compacta.
Hoje de manhã a impressão é que iria direto praí, agora parece que está desviando prô Oceaono:
http://satelite.cptec.inpe.br/home/imagem.jsp?idSubprod=5625
:-)
Almocei a agora vou deitar um pouco, té mais tarde.
:-)
142 Proftel // 27/July/2008 às 14:49
Oceaono = Oceano
143 Mr X // 27/July/2008 às 14:52
Atentado de muçulmanos na Índia mata dezenas, e temos todos aqui que fingir que o islamismo nada tem a ver com o terrorismo…
Vem cá, qual país a Índia está ocupando mesmo?
Ah é, a culpa é de Israel, que deixa os muçulmanos do mundo inteiro raivosos…
Humpf.
144 Brancaleone // 27/July/2008 às 15:07
Bom, por conta dumas contas pendentes no âmbito do roubo de toras de pinus, estive fora uns tempos posto que era imperativo achar e nominar os seguranças da ladrãozada. Devidamente seguidos e finalmente presos (por policiais decentes desta vez), os sujeitos foram conduzidos para a prisão da Polícia Militar.
Emboramente tenham proferido impropérios e veladas ameaças a mim e meus peões, nada alem disso. Como diz o Pedro Gaitêro ( ex dono de açougue, ex gerente de puteiro e ex pastor evangélico e atualmente um dos meus melhores seguranças…): Nóis se garante e garante ocê Galêgo ( galego sou eu) - Pulicia é tudo assim. Só tão latindo. Se nóis pagá, eles afrôxam…
Nada como ter bons funcionários…
E Bia minha querida: Adoro a vida que levo. Estes entrevêros são meio raros e fazem parte.
O engraçado é que das vezes é terno, gravata e lap top com os figurões em Curitiba e Itajaí e outras é jeans, camisão e “assessórios letais”…
Pode-se dizer que de tédio eu não padeço…
145 Mr X // 27/July/2008 às 15:31
Outra pergunta inútil: se os socialistas são tão democráticos, porque a primeira coisa que fazem é tentar mudar a constituição pra obter mais poder?
Agora é o Correa do Equador que tá aprontando.
146 Mr X // 27/July/2008 às 15:31
Bacana o filme sugerido pelo chest, tou assistindo também, yeah.
147 HRP Stop and Go! // 27/July/2008 às 16:55
HRP Histérico!
Santos 04 X Vasco 01….terminou o primeiro tempo!
148 Proftel // 27/July/2008 às 16:59
HRP, olha o coração…
Cê não tá mais na idade…
Vai devagar aí…
:-)
149 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 17:08
137, proftel, vamos esclarecer, aquecimento = calor, certo? Se está frio, é resfriamento, certo? Se esses 2 pontos não ficarem bem claros não existe discussão racional possível….
150 Proftel // 27/July/2008 às 17:08
Ih, falei que aquele chá de coca não cairia bem:
“Alckmin passa mal e está em observação no Incor de SP
Candidato tucano não cumpriu agenda de campanha.
Alckmin voltou de Bogotá, na Colômbia, na manhã de sábado”
kkkkkkkkk rsrsrrsrsrsrs
:-))))
151 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 17:10
139, Proftel, se cai muita neve em cima desses blocos de gelo, o peso extra provoca o que mesmo?
152 Proftel // 27/July/2008 às 17:13
Chest, se você não entendeu o que escrevi no #137, 138 e 139, fica meio difícil, só desenhando, coisa que não tô com saco de fazer agora.
Há uma exposição de carros antigos na praça aqui perto (a cidade está comemorando o centenário e é semana cheia de eventos), a patroa já se aprontou, vou nessa.
:-)
153 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 17:45
que cidade é essa?
154 Proftel // 27/July/2008 às 17:52
Vortei, os carros antigos já estavam indo embora, alguns interessantes.
Chest:
http://www.anapolis.go.gov.br/noticias.asp?cod=7619
155 HRP Stop and Go! // 27/July/2008 às 17:59
Santos 05 X 02 Vasco…….rumo a recuperação!
156 Chesterix-Darlymple (velho colega) // 27/July/2008 às 18:18
A bolacha na telinha
e a nossa liberdade
“Por meio da censura prévia – de que foi obrigado a recuar – e da limitação à publicidade de vários produtos, pretende-se atingir o caixa das empresas de comunicação, que fazem do que faturam no mercado a fonte de sua independência editorial”
Dizem que sou arrogante, que nunca assumo um erro. A segunda parte, ao menos, é falsa. Errei na única vez em que apoiei, ainda que parcialmente, uma proposta do petismo. Fui enganado pelo ministro da Saúde, o peemedebista José Gomes Temporão. Como sabem, o governo limitou o horário da propaganda de cerveja na TV – Temporão invocava com a “Zeca-Feira”. Segundo ele, a publicidade glamouriza o consumo do produto. No programa Roda Viva, eu lhe disse que era favorável à limitação de horário, mas contrário a que o governo se metesse no conteúdo publicitário. Seria censura. É claro que a limitação acarretaria uma diminuição de receita das emissoras de TV. “Fazer o quê?”, pensei. “Aconteceu isso quando se proibiu a propaganda de cigarro; que procurem novos nichos, novos produtos, novas fontes.” Eu, o liberal tolo diante de um governo petista. Como numa canção antiga, proclamo: “Errei, sim!”. E digo por quê.
Nova pretensão anunciada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deixa evidente que a limitação da propaganda de cerveja tem mais a ver com a saúde do governo Lula do que com a saúde dos brasileiros. Percebi que ela era parte de uma estratégia para asfixiar as emissoras que dependem do mercado para viver – e não da bufunfa de estatais, do governo ou de seitas religiosas. Fui um idiota. Penitencio-me.
A Anvisa, órgão subordinado ao Ministério da Saúde, agora quer limitar ao período das 21 às 6 horas a propaganda de alimentos considerados pouco saudáveis, “com taxas elevadas de açúcar