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Turismo sexual negro para o Brasil

July 11th, 2008 · · 43 Comentários

Faz algum sucesso, entre os negros nos EUA, o livro Don’t blame it on Rio. Ele descreve uma crescente onda de turismo sexual. Homens negros dos EUA procuram principalmente o Brasil (Rio em particular) e a República Dominicana, lugares onde encontrarão farta oferta de prostitutas negras.

É livro de sociólogo. Lá segue uma lista de reclamações do homens em relação às negras dos EUA. Mas também afirmam de que não há desejo de se misturar. Buscam a mesma cor de pele. Um dos motivos de sucesso do livro é que ele termina por ser um manual involuntário para a aventura.

(O título é uma piada; se refere à comédia Blame it on Rio, com Michael Caine, José Lewgoy e uma jovem Demi Moore, passado nos anos 80.)

Tags: Brasil · EUA · Sexualidade

43 Comentários até agora ↓




  • 1 Zictor // 11/July/2008 às 6:00

    Sei lá, esse assunto é muito bizarro.

    Negros e negras americanas, negras brasileiras.
    Sinto-me muito distante (literalmente) disso tudo.
    Acho que vou esperar mais comentários.

  • 2 Testarudez // 11/July/2008 às 7:26

    consultando minha infalivel bola de cristal ja posso prever a enxurrada de queixas sobre como o livro “denigre a imagem do Brasil no exterior”..antes, no tempo de dita dura, era engraçado..hoje nem isso.

  • 3 Nhé! // 11/July/2008 às 8:07

    Ué? Cadê as negras norte americanas??? Nos clipes de rap tem dezenas de milhares de mulheres disponíveis! Pq tem que vir até aqui para ter mulher?!?!?

  • 4 Pandora // 11/July/2008 às 8:15

    Dúvidas:
    As reclamações dos homens são em relação às negras dos EUA? Ou em relação às prostitutas negras dos EUA?
    Eles reclamam do que?

    A imagem que alguns gringos tem das brasileiras é impressionante. Só para inserir no contexto, sou branca.
    Já fui abordada por dois americanos, na saida de um congresso, dentro de um hotel. Depois que eu gentilmente expliquei que não era prostituta (o que parecia óbvio pela minha roupa, meu crachá, minha pasta…), um deles se “desculpou” dizendo que gostou de mim e achava que TODAS as brasileiras estavam dispostas a sexo casual…

    Vocês podem imaginar como esta história serve de gozação comigo lá no trabalho até hoje =)

  • 5 Virginia Langley // 11/July/2008 às 8:25

    Pandora, Pandora…
    que vc vai fazer hoje depois da happy hour..heinn??? heinnn????

  • 6 Justo Verissimo // 11/July/2008 às 8:27

    Sexismo, racismo, xenofobia, síndrome do vira lata, complexo de inferioridade..PD achou de novo o caminho da polemica..sem duvida

  • 7 Chesterix-Dracul- El Cid, o irado // 11/July/2008 às 9:09

    a culpa é das feministas que deixam seus machos broxas com explicações freudianas sobre a “relação”.

  • 8 Pandora // 11/July/2008 às 9:12

    Virginia Langley

    Sabe aquela caixa de Pandora… Pois é.
    :)

  • 9 Chesterix-Dracul- El Cid, o irado // 11/July/2008 às 9:25

    Estado laico, pero no mucho

    Já vi que esse negócio de Estado Laico só serve para justifcar a matança bebês no útero da mãe. Para todo o resto, o Estado aceita ter suas leis adaptadas ao contexto de qualquer seita.

    ROMA - Segundo a Suprema Corte de Justiça italiana, os juízes devem reservar um tratamento diferenciado aos seguidores da religião rastafári encontrados carregando grande quantidade de maconha, considerando que, para os adeptos desta religião, fumar maconha favorece a contemplação e a reza, o que se baseia “na crença de que a erva santa tenha crescido sobre a tumba do Rei Salomão”.

    Foi essa a posição apresentada pela Suprema Corte ao decidir sobre o recurso de Giuseppe G., um jovem que havia sido condenado em 2004 a um ano e quatro meses de prisão e quatro mil euros de multa por porte ilegal de entorpecentes com finalidade de tráfico, após ser encontrado pela polícia com quase cem gramas de maconha. Na Suprema Corte, o jovem afirmou ser um praticante da religião rastafári e disse fumar maconha com base nos preceitos de sua religião.

    A Suprema Corte afirmou ter aceitado o recurso de Giuseppe G. porque os juízes que condenaram o jovem não teriam considerado “a religião da qual o acusado se declarou praticante”, excluindo que ele pudesse deter tal quantidade de droga para uso pessoal.

    Vai ser um tal de nego dizendo que é rastafári na Itália…

  • 10 Chesterix-Dracul- El Cid, o irado // 11/July/2008 às 9:27

    Estado laico, pero no mucho

    Já vi que esse negócio de Estado Laico só serve para justifcar a matança bebês no útero da mãe. Para todo o resto, o Estado aceita ter suas leis adaptadas ao contexto de qualquer seita.

    http://c-avolio.com/2008/07/estado-laico-pero-no-mucho.html

  • 11 Guilherme // 11/July/2008 às 9:44

    Às vezes o Chester diz algo aproveitável, como no # 7. Sou obrigado a concordar.

  • 12 Te // 11/July/2008 às 9:46

    É mesmo Nhé. Reclamação logo da terra da Beyoncé?

  • 13 Darwinista // 11/July/2008 às 9:47

    Beyoncé… Ah, Beyoncé…

  • 14 HRP Reloaded Again // 11/July/2008 às 9:52

    Fala sério….concordo lá com o numero 01!

  • 15 Memento Morti // 11/July/2008 às 10:07

    Andei, há muitos anos atrás, fazendo experiências com o público que utilizava programas como o icq, se não me engano esse era o nome do dito programa.
    Passei uma semana como brasileira. Foi um furor. Recebia mensagens de todos os cantos do mundo. Fui pedida em casamento por um dentista magrebino, por um caminhoneiro italiano e por um tunisiano que queria migrar para o Brasil. Um francês queria saber se eu não era a mesma pessoa com quem ele tinha feito um programa muito legal alguns anos atrás. Dois argentinos não largavam do meu pé. Um outro italiano pedia fotos para a coleção que ele tinha de mulheres do mundo todo. Vários canadenses (prêmio internacional de cortesia e civilidade na net vai para os canadenses) conversaram comigo e alguns passaram mesmo à categoria de amigos. Na semana seguinte passei a ser portuguesa. O único contato que foi feito foi de um lusitano que começou a conversação com uma bela frase: Tens macho? Em trocadilho só compreensível por conhecedores de corte e costura, respondi: Tens pregas? A coisa azedou mais rápido que de hábito.
    Com alguns desses homens foi possível entabular conversa e quando eu perguntava porque essa fixação em mulheres brasileiras as respostas eram muito parecidas. São bonitas. Os magrebinos viam jogos de futebol do campeonato paulista e viam as moçoilas que se sacudiam nos intervalos. O caminhoneiro italiano, tendo constatado que eu era casada, como dizia o tal perfil, me perguntou se eu não tinha nenhuma amiga casadoira. Explicou que um seu amigo era casado com uma brasileira e que ele tinha a maior admiração pela moça. Era bonita, carinhosa, meiga e doce com o marido e filhos. Os canadenses, todos, declararam que era muito complicado ter relações harmoniosas com suas patrícias. Nem passar cantada nelas era bem aceito. Até limpar a neve da soleira de uma vizinha podia ser interpretado como um ato de assédio sexual e que o melhor era esperar que elas assediassem os homens. Melhor procurar estrangeiras, principalmente sulamericanas, conhecidas pela beleza e doçura, para esposas.
    Assim a mulher brasileira também tem reputação de mulher doce, gentil, meiga. Arriscaria que essas palavras podem ser traduzidas no popular como: submissas e dóceis. Raridade nos chamados países desenvolvidos. O mulherio por lá é realmente do balacobaco.
    Melhor talvez ainda seja o velho conselho dado pela minha avó. As mulheres devem fazer crer aos homens que eles é que mandam. Assim preserva-se a vaidade masculina e o bom senso e sabedoria femininas. rerere…
    Com relação ao turismo sexual propriamente dito, nada me surpreeende. Alguém já viu cartaz da embratur sem bunda feminina de fora? Só os do Cristo Redentor, e assim mesmo os que mmostram exclusivamente a estátua. Do chão, sempre são tomados na praia, com o invariável leque de nádegas expostas. A culpa não é dos gringos não. É do governo mesmo…

  • 16 HRP Reloaded Again // 11/July/2008 às 10:27

    Deprimente o assunto….mas a Memento consegiu tirar leite de pedra e escreveu algo decente sobre o texto…….parabens.

  • 17 Pandora // 11/July/2008 às 10:42

    http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL643189-5602,00-EXDIPLOMATA+AMERICANO+NO+BRASIL+DIZ+QUE+SEXO+COM+CRIANCAS+E+NORMAL.html

  • 18 Caramujo // 11/July/2008 às 10:46

    Para que todo mundo aqui saiba que nao tenho absolutamento nada contra o Dracul toubib, concordo inteiramente com o comentário # 7 :o))

    Memento no # 15:

    1) Muito engraçado seu relato sobre os canadenses. Aquele coitado vai esperar a vida toda. Mulher canadense assediando homens?!?! Elas nem se interessam por homens. No Canadá, dizer a uma mulher que ela é bela pode dar cana…

    2) Mulheres sul-americanas: Tem muita mulher feia na AL. A bonitas sao poucas, como em todo lugar do mundo. Estre comentário se aplica aos homens também.

    3) As duas últimas frases do seu muito interessante comentários estao absolutamente corretas. Eu acrescentaria a imprensa, além do govêrno. E mesmo a Internete. A pornografia e a prostituiçao em geral - e a infantil em particular - sao sutilmente utilisadas por vários níveis de govêrno para atrair turistas e pedófilos estrangeiros a Pindorama. Sem falar no Carnaval do Rio, que virou praticamente um campo de nudistas abarrotado de muié pelada.

    Olhe que nao tenho nada contra muié pelada, mas no quarto, a media luz…

  • 19 Memento Morti // 11/July/2008 às 10:48

    Essas experiências com programas de chat me divertiam muito. Conheci muita gente interessante assim. Havia um engenheiro argelino engraçadíssimo, era Ramadan e eles ficavam acordados de noite, que gostava de papear sobre cachorros, nós dois tínhamos poodles de bolso e pássavamos horas conversando sobre as gracinhas dos bichinhos. Um dia, quando perguntei para ele quantas esposas ele tinha, ele riu e disse que uma só, porque se já era trabalhoso administrar uma esposa, imagine várias. Outro papeador internet que eu adorava era um outro magrebino, bérbere, que conhecia profundamente literatura e me recomendou não poucos livros maravilhosos. Um animador canadense, que estava com as costelas quebradas depois de uma queda na escada da casa (um clássico no Quebec) que gostava de explicar processos de animação de imagens.

  • 20 Memento Morti // 11/July/2008 às 10:57

    Caramujo,
    Tenho certeza que quem inventou o discutir a relação foram os humoristas estadunidenses. Não me lembro de jamais ter escutado essa frase antes da chegada dos enlatados americanos de humor.
    Não conheço nenhuma mulher que faça isso, “discutir a relação”. Menos ainda de noite e na cama. Hora e local adequados ao sono e não a discussões.
    Homens e mulheres brigam, discutem, isso é normal e saudável em qualquer relação. Chamar uma boa briga de casal de “discussão de relação” é ridículo. Marcar hora para a briga, só advogado americano de seriado, ou não, um amigo dizia que a esposa dele tinha que entrar em contato com clientes de 7 em 7 minutos, fazer o relatório, para poder marcar as horas de trabalho. Assim, ele era interrompido periodicamente, para a moça poder marcar seus minutos de trabalho. Surf fez alguns comentários jocosos na ocasião. Mas aqueles americanos são louco, como dizia Obelix dos Romanos…

  • 21 cmd. Jåµë§ ßønd™ // 11/July/2008 às 11:15

    -= Concordo com Memento Morti.

    Eu só ouvi falar disso depois que as revistas brasileiras adotaram o termo. Aliás, eu tive que aprender o que era DR pra poder dizer que nunca fui obrigado a fazer.

  • 22 Bruno // 11/July/2008 às 11:25

    Vi a discussão sobre o livro no slate (www.slate.com). Há dois artigos diferentes com discussões paralelas.

    Parece que linha do livro é que os caras vêm pra cá pq: (i) as mulheres de lá não atendem suas necessidades; e (ii) é um ritual de “male bonding” ir pra farofa num país exótico.

    Interessante para ver a opinião deles, mas até me desanimei de entrar no meio. Discussão muito chata, sempre um patrulhamento sobre sexismo e racimos. A verdade é que a repressão puritana deixa os caras esquisitos, êta dificuldade de lidar com sexo.

  • 23 Renato // 11/July/2008 às 11:30

    Se um macho fica broxa por causa de mulher dificíl recomendo terapia e tratamento médico. Talvez o problema dos caras seja com a gravidade.

    Ainda exijo mais da minha competência que da facilidade feminina. A qual funcionou com algumas feministas deliciosas.

    Já pratiquei algumas leves relações internacionais e admito que sofri barreiras culturais com o conceito de depilação por lá. No mais demanda jogo de cintura para contornar questões culturais.

    Mas no dia que eu tiver de sair de um país para conseguir sexo e ainda assim sexo pago vou começar a olhar com carinho para as janelas de lugares altos.

  • 24 Caramujo // 11/July/2008 às 11:44

    Memento: “Discutir a relaçao” nao é necessariamente brigar nao. Estas frescuras existem sim, e já ví mulheres discutindo sobre isto na TV, aqui no Canadá, onde moro. Sobretudo no Québec, onde virou moda. Lá chamam isto de “discuter notre couple”. Esse papo furado vem sobretudo de mulheres. E tem até homem que falando assim. “Vamos sentar e discutir nosso casal” - um saco! E é aí que dei razao ao Dracul no #7 acima.

    O que tem de mulher e homem solteiros neste país (além da taxa de divórcio superior a 50%) num tá nu gibí. Os homens nao querem saber de casar; o pessoal tá ficando disfuncional e infantilizado. As mulheres “titias”. Ficam baratinando em bares e discotecas, nao querem saber de responsabilidade, nem mesmo de se “encostar”. Um casal é muita responsabilidade, dizem. Adoradores do próprio umbigo…

    A taxa de natalidade aqui é uma das menores no mundo. O país, imenso mesmo na faixa habitável, só tem 36 milhoes de habitantes e precisa “importar” cerca de 250,000 imigrantes por ano, a fim de manter a economia rodando. O Québec recruta muito no Brasil, mas o pessoal chega e geralmente nao acha emprêgo.

    O canadense em geral pensa que o Brasil, sobretudo o Rio, é um prostíbulo.

  • 25 Frangotix, o incólume // 11/July/2008 às 12:54

    Chesterton e o resto do anaeróbicos não conseguem entender a diferença entre conceder o direito a uma religião de praticar seus ritos e de forçar a população a praticá-los como política de Estado.

  • 26 Leave a Comment // 11/July/2008 às 13:11

    Em verdade, semrpe existirá a demanda para a PROSTITUIÇÃO.

    Em verdade penso que a prostituta tem o direito de vender o corpo.

    Em verdade eu ADMIRO e APROVO o comportamento das estrangeiras, que não admitem os gracejos e assedios dos homens, pelo simples fato de serem mulheres com ELEVADO nível educacional e profissional.

    Tenho nojo e raiva das propagandas (muitas vezes governamental ) e boatos que DESMERECEM a mulher brasileira.

    Bunda de mulher é bom, mas não para incentivar o turismo sexual.

    E para finalizar devo dizer que existe uma indústria PERIGOSA que explora a prostituição…

    Esta industria (da EXPLORAÇÃO SEXUAL):

    ENGANA, ESCRAVIZA, VICIA, CORROMPE, DESTROE a honra, a saúde e a vida das mulheres.

    Uma mulher pode e deve ser a mais importante figura do núcleo familiar.

    Uma mulher pode e deve ser uma profissional bem sucedida.

    Portanto CORROMPER uma mulher para esta vida de desgraças acaba por destruir FAMÍLIAS, e por consequencia a sociedade.

    Ainda assim aceito o fato de que uma pessoa possa fazer qualquer uso de seu corpo, mesmo para gerar lucro.

    O que não concordo é com a figura do:

    PROXENETA, RUFIÃO, GIGOLÔ

    Esta criatura demoníaca, engana, corrompe e destroe mulheres, levando-as a uma vida de EXPLORAÇÃO e VÍCIOS

    E esta industria poderosa, escraviza e tem conexões com diversos países, instituições e pessoas poderosas.

    Uma tristeza ver mulheres brasileiras serem usadas, descartadas e destruidas, muitas vezes em outros países.

  • 27 Memento Morti // 11/July/2008 às 13:54

    De uma maneira geral concordo com o que Leave a comment escreveu. Não sei se são demoníacos, mas que são uns cretinos safardanas isso são.
    Caramujo, tem um programinha hilário que passa na TV5 das aventuras e desventuras de um casal québecois. Ambos são um tormento. Mas a mulher é ligeiramente mais ridícula, desde a mania de orgânico/politicamente correto até a mania de discutir a relação.
    Existem explicações históricas para essas características específicas das mulheres da América do Norte anglo-saxã. Assim como existem explicações históricas para nossa docilidade latino-americana.
    Acho que nossas vizinhas do norte são incoerentes. Os homens não podem se aproximar, não querem responsabilidade, mas falam do Mr. Right, escrevem livros e assistem e dão cursos sobre como arrumar um marido, incluindo dicas sobre o número de encontros antes de ir para a cama.
    Achei o máximo da loucura o dia em que recebi um email de não-sei-que-departamento da embaixada canadense me convidando para migrar para lá. Tinha escrito para não-sei-que-outro-departamento-da embaixada, pedindo que ela tomasse providências no sentido de divulgar aqui em Pindorama a produção acadêmica e literatura canadenses, sobretudo québecoises que conheço melhor, subisidiando traduções, ou negociando preços de transporte mais razoáveis. É muito ruim depender da Amazon.fr para importar Tremblay e as publicações universitárias, além de ser um contra-senso. É mais simples atravessar os três continentes que atravessar o Atlântico duas vezes! Não me responderam o que perguntei, mas me convidaram para ir para lá. Logo eu que tenho horror a frio, à cerveja e outras bebidas alcoólicas em geral… Mas tenho um bom número de colegas virtuais de Montréal. Gente que parece ser muito legal, muito na deles. Como sempre digo, as mulheres canadenses adestram muito bem seus homens… rererere…

  • 28 Memento Morti // 11/July/2008 às 13:55

    subsidiando…

  • 29 João // 11/July/2008 às 14:32

    Sinceramente, o melhor do Brasil s ão os cartazes da Embratur com aquelas bundas. Imagino o quanto de punhetas aquilo não gerou pelo mundo afora. O Brasil cumpre seu destino na historia da humanidade.

  • 30 Gerson B // 11/July/2008 às 15:34

    La vem o negão
    Cheio de paixão
    Te catá, te catá, te catá
    Querendo ganhar todas menininhas
    Nem corôa ele perdoa não
    Fungou no cangote
    da linda morena
    Te catá, te catá, te catá
    Loirinha com a fungada do negão
    É um problema
    Loirinha com a fungada do negão
    É um problema

    Se ninguém soube lhe amar
    Pode se preparar chegou a salvação
    Só alegria, pode se arrumar
    Que chegou o negão
    Am
    Mas se é compromissada

    É melhor não vacilar
    Basta um sorriso no olhar
    Para o negão te catar

    Vem negão, vem depressa
    É o mulherio a gritar
    Vem negão, a hora é essa
    Vamos deitar e rolar
    Na praia, na rua, no supermercado
    Na feira é a maior curtição
    As garotinhas já vem requebrando
    Pra ficar com esse negão

    Oh, yeah!!!!

  • 31 Caramujo // 11/July/2008 às 15:58

    Memento: Vejo que você conhece bem o que se passa por aqui. Literatura canadense-inglesa, québecoise, Michel Tremblay, etc. Morei e trabalhei em Montreal um tempao. O Québec carrega o Canadá nas costas quando se trata de cultura, artes, inovaçao social, novas idéias de governance, etc. Mas ainda existe aquela coisa mal resolvida da independência e a profunda intolerância do canadense inglês com o québecois, um cara mais relax, muito tolerante e que gosta da boa comida e de se divertir. Deve ser isto que enraiva os anglos!

    Sim, em geral as mulheres canadenses adestram bem seus homens, mesmo uns brasucas que conheço por aqui, bem adestradinhos. Eu tive sorte, casei-me com uma egípcia que nao procura castrar-me mas que nao tem nada de submissa. E ganha bem mais do que eu, o que me deixa bem feliz . É gostoso ter alguém que pague as contas no fim do mês :o))

    Tenho a impressao que você é professora de literatura comparada ou entao tradutora - acertei?

    Agora, que tem homem canadense que viaja ao Brasil - e à Argentina - à procura de sexo, hetero ou homo, isto tem. Conheço um gay no trabalho que sempre gosta de dar um pulo a Buenos Airessss…

    Ei Joao: Gostei dessa “O Brasil cumpre seu destino na historia da humanidade.” Bunda pra exportaçao tem de sobra, e de excelente qualidade. Trem bao, né?

  • 32 Caramujo // 11/July/2008 às 16:05

    Gerson B.: Cê tá falano dus negao americano, né? Negao brasileiro nao tem dólar, mermao.

    Ano passado aí no Rio ví um time deles num boteco, pegando uma comidinha brasuca boa e baratinha. Pareciam jogadores de basket, aqueles bundoes. Prestei atençao na conversa, “sem querer”, como diz o mineiro. Estavam à procura das carícias das doces carioquinhas…

  • 33 Alba // 11/July/2008 às 16:19

    Caramujo,

    Pensei que você tivesse voltado a morar em Minas, uai. Interessante a sua descrição do Canadá. Tenho uma prima que casou-se com um quebecois, mas no geral, só lamenta e muito, o frio. :))

  • 34 Caramujo // 11/July/2008 às 16:51

    Alba, vortei nao. Dicidí ficá puraqui mermo. O trem aqui é bao dimais, mesmo o inverno, uma delícia que dura 6 meses com 5 metros de neve e chuva gelada. Mió quiisso só a cachacinha de Salinas - êta trem gostoso!

    Esse capetalismo (dixit Mila) selvagem me atrai dimais; tô vivendo a decadência de camarote. A porca tá torcendo o rabinho e com um ataque maluco ao Iran aí é que a coisa ficará uma beleza!

  • 35 Alba // 11/July/2008 às 17:08

    Caramujo,

    Rindo com gosto. Só de imaginar 5 meses (ou serão 6?) de neve e o escambau, eu já estremeço, apesar de ODIAR com fé o calor “senegalesco”, como dizem, do verão daqui.

    E, bem, achei a Salinas aqui na província, viva! A de nome Salinas mesmo e a Boazinha. A família no Brasil manda pra você?

    Sobre o capitalismo decadente, mas ainda triunfante, você tá certinho. Camarote melhor, ainda que gelado, não há.

    Beijo!

  • 36 Caramujo // 11/July/2008 às 18:16

    Cara Alba, o que chamam de outono aqui já é frio pra caramba, e com muita neve. Ano passado nevou no 14 de outubro e a neve ficou no chao, nao derreteu. Os 4,3 metros que caíram só acabaram de derreter em meados de abril. Às vêzes neva em maio por aqui, assim de repente, sobretudo em Alberta. Ufa! Ainda bem que nao sou friorento.

    Intao conta aí: de meados de outubro a meados de abril sao quantos meses mesmo? 6. É muito frio e neve pro caminhaozinho de muita gente. Carioca passa mal por aquí; é por isso que tem pouco, uma raridade mesmo. Carioca aqui só vejo estudante universitário, e sao pouquíssimos. Cabô os estudos se mandam de volta pros 40°C e umidade de 200% .

    Qualquer cachaça de Salinas é boa, pode comprar e beber de olho vendado, sem susto. Boazinha, Seleta, Lua Cheia, Canarinha, etc. Melhor que qualquer uísque escocês. Cachaça brasuca começa a fazer sucesso aqui no norte e nas Ôropa. Amigos me trazem do Brasil e quando vou de férias volto carregado.

    O quebra-quebra apenas começou; vai ser um furdunço! O Bucho deixará um tremendo abacaxi nas maos do Obama ou do McCain…

  • 37 Alba // 11/July/2008 às 18:52

    Nem me fale, Caramujo!

    Difícil pensar em coisa mais desarranjada do que o mundo depois da passagem do George W. Fará história, embora talvez, não a história que quisera escrever (estou barroca).

    Mas voltando ao principal, você está em ALBERTA? Viuuuuuge!!!

  • 38 Caramujo // 12/July/2008 às 0:00

    Tô nao. Vivo em Ottawa, Ontário. Situada num vale cheio de umidade. Inverno aqui é fogo!

  • 39 Rolando // 12/July/2008 às 11:30

    Bom, conhecer uma dúzia de homens espalhada pelo mundo e a partir desse grupo definir o padrão comportamental de cada nacionalidade é no mínimo ingênuo, para não dizer falacioso.

    No estrangeiro quase ninguém sabe o que é Embratur. E perguntando a qualquer turista, dificilmente ele vai dizer que veio ao Brasil porque viu um pôster de bunda na praia. A fama das brasileiras advém muito mais do imaginário a respeito de país tropical e exótico, mulatas sambando no carnaval, brasileiras de origem humilde (mas não miserável) casadas com europeus mais velhos e barrigudos (geralmente da classe operária), e também por conta da boa oferta (e seguramente do bom serviço prestado) de garotas e transgêneros brasileiros nas grandes cidades européias e americanas.

  • 40 Gerson B // 13/July/2008 às 14:38

    Caramujo (32), por isso botei o Oh yeah no fim. Versão Sergio Mendes. Ou Tim Maia, sei lá…

  • 41 marco // 13/July/2008 às 19:03

    Ou seja, o Brasil virou a casa da mãe joana mesmo.

    Pombas, por que esses caras não vão para Las Vegas?

    ma

  • 42 Gunnar // 14/July/2008 às 13:34

    #39, é isso mesmo.

    Os responsáveis pela fama dos brasileiros são… os brasileiros.

  • 43 biano // 10/October/2008 às 10:29

    manda esses negros da america do norte tomar no cu la pras terras deles mesmo

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