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Enquanto o Irã testa mísseis

July 10th, 2008 · · 65 Comentários

Ontem, o Irã testou mísseis de longo alcance, provando que consegue atingir Israel se o desejar. Nos EUA, o secretário de Defesa Robert Gates de presto se adiantou, dizendo que um conflito é de todo improvável. Na seqüência, a secretária de Estado Condoleezza Rice interceptou a mensagem informando que, não importa o que diga Gates, os EUA intervirão se considerarem necessário.

Esquizofrenia? Nada. Good cop, bad cop – policial bonzinho e o malvado. É tática.

Karim Sajdadpour especialista em Irã entrevistada pela Foreign Policy explica o lado de Teerã nesta história:

Na semana passada, o Irã soava conciliador, o ministro das Relações Exteriores Manouchehr Mottaki falava de uma ‘nova tendência’ nas negociações nucleares. Esta semana, o governo do Irã fala de atacar os EUA ou Israel em resposta a uma ofensiva e testam mísseis que podem chegar a Tel Aviv. O que explica a mudança?

As últimas duas semanas mostram a maneira de o líder supremo aiatolá Ali Khamenei enxergar o mundo e seu método de operação que não prevê nem confronto, nem acomodação, com o ocidente. Semana passada, os sinais vindos de Teerã diziam ‘nós somos capazes de praticar diplomacia’. Esta semana, o Irã informa a Israel e aos EUA, ’se vocês partirem para uma escalada, seremos recíprocos’. Khamenei quer enviar um sinal claro: ‘não achem que pressão vai moderar nosso comportamento’. Ele acredita que quem cede a pressão acaba convidando mais pressão.

O presidente Mahmoud Ahmadinejad se referiu à possibilidade de um ataque ao Irã como uma piada. O que o senhor acha que ele está tentando fazer?

Ele sempre acreditou que a possibilidade de um ataque ao Irã é muito pequena. Ele interpreta a vitória parlamentar dos democratas, nas eleições de 2006, como um indício de que a população norte-americana não deseja mais aventuras no Oriente Médio. Assim, ele acha que os políticos dos EUA têm as mãos atadas. Isto posto, um ataque militar norte-americano contra o Irã seria ótimo para Ahmadinejad. Só há duas coisas que poderiam reabilita-lo perante a opinião pública do Irã. Uma é esse ataque. Outra é uma ofensiva diplomática violenta dos EUA contra seu país. Na minha opinião, os EUA não deviam fazer nenhum dos dois.

Tags: EUA · Irã · Israel e Palestina

65 Comentários até agora ↓




  • 1 pinto cheney // 10/July/2008 às 17:56

    “real men go to teheran”

  • 2 r // 10/July/2008 às 18:03

    enquanto isso a Jordânia anuncia o início de seus planos nucleares, via Angry Arab
    http://www.jpost.com/servlet/Satellite?cid=1215330929389&pagename=JPost%2FJPArticle%2FShowFull

    alguem tem notícia de chiadeira por causa disso?

  • 3 Renato // 10/July/2008 às 18:24

    Eu tenho a mesma opinião do Sr. Sajdadpour.
    Mantenham a pressão atual e deixem que o próprio Irã se encarregue de seu (in)competente presidente sem mais distrações.

    Aposto que se o Obama for eleito o Ahmenajad cai na próxima eleição ou renuncia.

  • 4 Renato // 10/July/2008 às 18:25

    Inclusive ninguem reparou na foto alterada dos testes de mísseis?

    Parece que um dos mísseis foi duplicado.

  • 5 Mr X // 10/July/2008 às 18:27

    PD,

    Faltou dizer que ao menos um dos míseis foi claramente Photoshopado:

    http://blogdomrx.blogspot.com/2008/07/o-photoshop-do-ir.html

    Não sei exatamente o que significa, mas enfim.

  • 6 Mr X // 10/July/2008 às 18:28

    Aposto que se o Obama for eleito o Ahmenajad cai na próxima eleição ou renuncia.

    Hahaha! O que não faz o wishful thinking… Uma coisa nada tem a ver com a outra. Dica, não use drogas.

  • 7 faraó // 10/July/2008 às 19:24

    O Irã já avisou que seus misseis estão apontados para Tel-Aviv, bastando um peido para dispará-los.
    Continuo achando que já está mais do que na hora de Israel justificar o seu investimento na área nuclear e lançar uma bomba atomica no deserto iraniano como um aviso claro de que a próxima bomba poderá cair em Teerã.

  • 8 Radical Livre // 10/July/2008 às 19:40

    Faraó,

    mano, você está muito errado. Na verdade, neste momento, Israel inteira está se cagando de medo do Irã, pois este provou que tem capacidade de retaliação e pode provocar estragos consideráveis em solo Israelense.

    Bom para os Iranianos, bom para o mundo todo, que agora pelo menos pode ter esperança numa paz do tipo detente, como nos tempos da guerra fria.

    tempos interessantes…

  • 9 bitt // 10/July/2008 às 19:43

    “É tudo, naturalmente, parte da guerra psicológica entre EUA, Israel e Irã. No outro dia, por exemplo, Israel fez um exercício aéreo na Grécia com dezenas de aviões. A operação chamou-se “Gloriosa Sparta”, em referência aos espartanos que resistiram ao ataque da antiga Pérsia…

    Manobra de propaganda também, e sinal claro de que o ataque contra as instalações nucleares contra o Irã, se ocorrer, ocorrerá de outro modo.”

    Mr X, vc está bem??? A saúde está em cima???
    Ou se tornou sensato. Raios me partam se não tive prazer em ler a nota postada em seu blog. :c)

    É exatamente isso - inclusive, acrescento outra informação: Mísseis de médio alcance (2000 km, mais ou mns) não decolam em trajetória tangencial (inclinada) - teriam de subir até pelo mns uns 2000 metros de altura em linha reta, para depois iniciar a trajetória balística. Naquele ângulo de decolagem, aquelas coisas, fotoxopadas ou não, vão cair uns 50 a 100 km de distância. Dependendo da velocidade durante o vôo (nesse tipo de vetor, de uns 4500 km/h), esse iria demorar 3-5 minutos (se tanto). Não daria para calibrar a telemetria.

    Outro “notícia” (essa hilariante): segundo o vibrante órgão de imprensa nacional a FSP, o míssil foi “testado” durante “manobras da Guarda Revolucionária”. Essa é demais. O idiota q escreveu isso não sabe o q é uma “manobra militar”. Só pra comparar, é o mesmo que dizer que que o último implante de silicone q Juliana Paes fez na bunda será testado numa clínica de cegos.

    E a FSP tem alguns analistas de assuntos militares ótimos, inclusive o Ricardo Bonalume Neto, o melhor em atividade no Brasil…

  • 10 bitt // 10/July/2008 às 19:55

    Ah, antes q eu esqueça:

    o “faraó” quer tomar a camisa-de-força do chesterton-dracul-irado-sei-lá-mais-o-quê.

    Israel só tem bombas sujas, meu filho, com núcleos de urânio. Se detonam uma “no deserto”, vão espalhar radiação pra todo lado. Além do mais, ninguém faz bombas atômicas “para detonar”. Elas servem como fator de dissuasão. As bombas de Israel, segundo a Jane´s, são uns traques, bombas de uso tático, com 2 kilotons de potência. Foram pensadas para explodir em cima de concentrações de tropas. Ou por acaso vc acha q o Tio deles iria deixar que controlassem armamento estratégico?

    Que cara bobo… Ainda bem pros israelis q vc não é analista de contingência do ministério da defesa deles…

  • 11 Uli Weinbrecht // 10/July/2008 às 19:57

    Cada dia acho mais provável que aconteca o que Herr Fischer previa: Um ataque de Israel ao Irä…
    Alguns iräo me declarar equivocado.
    Espero estar realmente enganado…

  • 12 nao quero meu nick abituaL // 10/July/2008 às 20:12

    ISRAEL TEM OBRIGACAO DE ATACAR O IRA

    e cortar o mau pela raiz…
    custe oque custar…
    se os anos passarem e os aiatolas tiverem armas atomicas..eles nao hesitarao em usa las..
    alguem duvida

    e o momento e esse…antes do proximo presidente americano tomar posse..depois fica muito mais complicado..
    o sr bush nao tem mais nada a perder…

    TEM QUE SER AGORA

  • 13 Radical Livre // 10/July/2008 às 20:59

    atenção ao tal que não quer usar o nick abitual(sic):

    O Irã, ao contrário de Israel, há mais de trezentos anos não ataca ninguém. Pelo que sei de história, quer mais é ficar quieto no cantinho dele.

    mas uma pessoa com o tipo de argumentação e português como o seu não conseguiria mesmo ver o problema como um todo. Não é uma coisa a que esteja Habituado.

  • 14 Darwinista // 10/July/2008 às 21:03

    bitt,

    Deixei uma pergunta pra você lá no open.
    Abraço.

  • 15 Chesterix-Dracul- El Cid, o irado // 10/July/2008 às 21:09

    Israel só tem bombas sujas (bItt)

    chest- eu acho que nem isso, coitadinho de Israel.

  • 16 faraó // 10/July/2008 às 21:24

    Não acredito que Israel tenha passado esses anos todos sem se preparar para a eventualidade de enfrentar o Irã.
    Eles devem estar preocupados e chateados com a possibilidade das perdas provocadas por uma guerra; mas dizer que estão se cagando é coisa de quem não conhece bem o israelense.

  • 17 Chesterix-Dracul- El Cid, o irado // 10/July/2008 às 21:37

    faraó, deixe -os no wishfull thinking de sempre.

  • 18 Zé Bush // 10/July/2008 às 21:58

    well…quer dizer que o Irã tem esses mísseis de merda só pra fazer mêdo e “equilibrar” as forças? Que garantia disso um governo teocrático pode dar? Um governo que volta e meia ameaça “varrer os infiéis do mapa” e exterminar inimigos tem alguma credibilidade? E se o próximo aiatolá (Ahmadinejad é um presidente pau mandado) entender de colocar o Corão em prática?

    Caso Obama ganhe, vamos ver como o rapaz vai enfrentar sua primeira crise nuclear. Ahmadinejad bem que gostaria de se fazer de vítima e ganhar a simpatia do povão.

  • 19 marco // 10/July/2008 às 22:16

    AP

    Os EUA deslocaram um porta aviões nuclear para atuar mais vigorosamente no Afganistão. EUA enviam porta-aviões para apoiar operações no Afeganistão

    Um porta-aviões americano foi deslocado para o Mar da Arábia para apoiar as operações militares no Afeganistão, deixando o Golfo Pérsico sem porta-aviões, revelou nesta terça-feira um oficial dos EUA.

    A transferência do USS Abraham Lincoln, no final de semana passado, ocorre no momento em que cresce a violência rebelde no Afeganistão, com o aumento do número de baixas entre as tropas americanas, ao contrário do que ocorre no Iraque.

    O secretário americano da Defesa, Robert Gates, informou que o deslocamento foi decidido pelo general Martin Dempsey, chefe do comando central americano.

    MA - A notícia acima foi destaque no Figaro e Le Monde, com um importante acréscimo: ” altas fontes militares dos EUA negam que esse deslocamento tenha algo a ver com uma suposta concentração de forças visando um ataque ao Irã.”

    Pode ser que sim, pode ser que não.
    Quem arrisca um palpite?

    ma

  • 20 Caramujo // 10/July/2008 às 22:21

    Besteirol. Posturing. Empáfia. Mais nada. Dos 3 lados. Ninguém irá atacar ninguém sem que seja atacado primeiro. Todos esses urros de nacionalismo e murros na peito nao passam de preparaçao para a mesa de negociaçao. É lá que todos irao sentar e bater um bom papo. Já afirmei e repito: Nao existe soluçao militar. O bom da negociaçao é que ninguém morre, nenhum pai, mae, filho, parente, amigo. Isto deve pesar na balança, nao?

    Nao acredito que Israel, hoje, seja capaz de vencer militarmente o Iran, Hamas, Hezbolah, Síria juntos. Pode destruir um bocado, mas também sofrerá grande destruiçao. Tampouco os yankees serao capazes de aguentar o tranco com petróleo a 300-500 dólares o barril, ou sem o petróleo que passa pelo Estreito de Ormuz. Uma longa recessao mundial, e mesmo uma depressao, nao é bom pra ninguém.

    Mió negociá. Chega do espetáculo histérico dos bufoes em fim de carreira.

  • 21 marco // 10/July/2008 às 22:24

    Quanto aos mísseis photochopados só faz piorar as coisas para o Irã.

    Ninguém está preocupado com mísseis que podem levar uma tn de explosivos.
    Em caso de disparo causariam danos leves e seriam alvo de uma represália arrasadora.

    O que preocupa a todos, até a raiz dos cabelos, é um photomíssil desses equipado com uma arma nuclear.

    É isso que está em jogo.

    ma

  • 22 Chesterix-Dracul- El Cid, o irado // 10/July/2008 às 22:24

    We Won!

    That large yellow tie is a bit dubious, though!

    America, its allies and the Iraqi people have won the war against terror in Iraq. How do we know? Simple. Just follow the money. European and Asian investment companies are beating a path to Iraq, money in hand. Iraqi Airlines is flying high thanks to a colossal $5.5 billion contract with Boeing and the United Arab Emirates just canceled billions of dollars of Iraqi debt as they moved to restore a diplomatic mission in Baghdad.

    When foreign countries start investing billions of dollars in a country, its a safe bet they are aware of the risks involved. And, unlike the old news media and our elected Democrat officials, they see a relatively stable country ripe for investment.

    The influx of foreign investment is largely due to the improved security in Iraq, which continues to improve even after the withdrawal of nearly 25% of U.S. combat brigades. The Joint Chiefs of Staff recently acknowledged cautiously that security ‘is on its way to becoming sustainable.’

  • 23 Proftel // 10/July/2008 às 22:28

    Bom, se a coisa esquentar, no primeiro peido pirotécnico (como esse do Irã) voa bomba nuclear, seja de que lado for.
    Bitt, de boa, os caras não aparentam ter nada de mais mas, melhor cuidar.

    :-)

  • 24 Chesterix-Dracul- El Cid, o irado // 10/July/2008 às 22:49

    El diplomático suizo Jean Paul Gontard habría efectuado diversas entregas más de dinero a las FARC y estaría actuando como contratado por el Gobierno de Francia. Esta escandalosa revelación la hace

  • 25 marco // 10/July/2008 às 22:54

    Para os que acreditam que as armas nucleares de Israel são apenas ” traques presenteados pelo Titio ” segue a lista de judeus que ganharam o Nobel.

    Somente uma santa inocência poderia supor que um povo com tal grau de competência cientifica - a maior delas em física - guarda pums infantis em seus silos.

    Judeus com Nobel:

    Literatura:
    1910 - Paul Heyse,
    1927 - Henri Bérgson,
    1958 - Boris Pasternak,
    1966 - Shmuel Yosef Agnon,
    1966 - Nelly Sachs,
    1976 - Saul Bellow,
    1978 - Isaac Bashevis Singer,
    1981 - Elias Canetti,
    1987 -Joseph Brodsky,
    1991 - Nadine Gordimer,
    2002 – Imre Kertesz
    2004 - Elfriede Jelinek.

    Paz:
    1911 - Alfred Fried,
    1911 - Tobias Michael Carel Asser,
    1968 - Rene Cassin,
    1973 - Henry Kissinger,
    1978 - Menachem Begin,
    1986 - Elie Wiesel ,
    1994 - Shimon Peres e Yitzhak Rabin
    1995 – Joseph Rotblat.

    Química:
    1905 - Adolph Von Baeyer,
    1906 - Henri Moissan,
    1910 - Otto Wallach,
    1915 - Richard Willstaetter,
    1918 - Fritz Haber,
    1943 - George Charles de Hevesy,
    1961 - Melvin Calvin,
    1962 - Max Ferdinand Perutz,
    1972 - William Howard Stein,
    1977 - Ilya Prigogine
    1979 - Herbert Charles Brown,
    1980 - Paul Berg e Walter Gilbert,
    1981 - Roald Hoffmann,
    1982 - Aaron Klug,
    1985 - Albert A. Hauptman e Jerome Karle, 1986 - Dudley R. Herschbach,
    1988 - Robert Huber,
    1989 - Sidney Altman,
    1992 - Rudolph Marcus,
    1998 – Walter Kohn,
    2000 - Alan J. Heeger,
    2004 - Avram Hershko e Aaron Ciechanover.

    Economia:
    1970 - Paul Anthony Samuelson,
    1971 - Simon Kuznets,
    1972 - Kenneth Joseph Arrow,
    1975 - Leonid Kantorovich,
    1976 - Milton Friedman,
    1978 - Herbert A. Simon,
    1980 - Lawrence Robert Klein,
    1985 - Franco Modigliani,
    1987 - Robert M. Solow
    1990 - Harry Markowitz e Merton Miller,
    1992 - Gary Becker,
    1993 - Rober Fogel,
    1994 – John C. Harsanyi
    2002 – Daniel Kahneman.

    Medicina:
    1908 - Elie Metchnikoff,
    1908 - Paul Erlich,
    1914 - Robert Barany,
    1922 - Otto Meyerhof,
    1930 - Karl Landsteiner,
    1931 - Otto Warburg,
    1936 - Otto Loewi,
    1944 - Joseph Erlanger e Herbert Spencer Gasser,
    1945 - Ernst Boris Chain,
    1946 - Hermann Joseph Muller,
    1950 - Tadeus Reichstein,
    1952 - Selman Abraham Waksman,
    1953 - Hans Krebs e Fritz Albert Lipmann,
    1958 - Joshua Lederberg,
    1959 - Arthur Kornberg,
    1964 - Konrad Bloch,
    1965 - Francois Jacob e Andre Lwoff,
    1967 - George Wald,
    1968 - Marshall W. Nirenberg,
    1969 - Salvador Luria,
    1970 - Julius Axelrod,
    1970 - Sir Bernard Katz,
    1972 - Gerald Maurice Edelman,
    1975 - David Baltimore e Howard Martin Temin, 1976 - Baruch S. Blumberg,
    1977 - Rosalyn Sussman Yalow e Andrew V. Schally,
    1978 - Daniel Nathans,
    1980 - Baruj Benacerraf,
    1984 - Cesar Milstein,
    1985 - Michael Stuart Brown e Joseph L. Goldstein,
    1986 - Stanley Cohen e Rita Levi-Montalcini, 1988 - Gertrude Elion,
    1989 - Harold Varmus,
    1991 - Erwin Neher e Bert Sakmann,
    1993 - Richard J. Roberts ePhillip Sharp,
    1994 - Alfred Gilman e Martin Rodbell,
    1995 - Edward B. Lewis,
    1997 - Stanley B. Prusiner,
    2000 - Eric R. Kandel
    2002 - H. Robert Horvitz.

    Física:
    1907 - Albert Abraham Michelson,
    1908 - Gabriel Lippmann,
    1921 - Albert Einstein
    1922 - Niels Bohr,
    1925 - James Franck,
    1925 - Gustav Hertz,
    1943 - Gustav Stern, 1944 -
    Isidor Issac Rabi,
    1952 - Felix Bloch,
    1954 - Max Born,
    1958 - Igor Tamm,
    1959 - Emilio Segre,
    1960 - Donald A. Glaser,
    1961 - Robert Hofstadter,
    1962 - Lev Davidovich Landau
    1965 - Richard Phillips Feynman e Julian Schwinger,
    1969 - Murray Gell-Mann,
    1971 - Dennis Gabor,
    1973 - Brian David Josephson,
    1975 - Benjamin Mottleson,
    1976 - Burton Richter,
    1978 - Arno Allan Penzias e Peter L Kapitza, 1979 - Stephen Weinberg e Sheldon Glashow, 1988 - Leon Lederman, Melvin Schwartz e Jack Steinberger,
    1990 - Jerome Friedman,
    1992 - Georges Charpak,
    1995 - Martin Perl, 1995 - Frederik Reines,
    1996 - Douglas D. Osheroff e David M. Lee, 1997 - Claude Cohen-Tannoudji,
    1999 - Martinus J. Godefriedus Veltman,
    2002 - Raymond Davis,
    2003 - Vitaly Ginzburg,
    2004 - David J. Gross e David Politzer.

    Mais Eisnstein, Freud…e tutti quanti…

    ma

  • 26 marco // 10/July/2008 às 22:58

    Somente uma santa inocência poderia supor que o povo que deu quarenta e tantos premios Nobel de Física ao mundo guarda traques em seu silos.
    E ainda por cima dados pelo Tio….

    ma

  • 27 Brancaleone // 10/July/2008 às 23:04

    Mas que saco!!!
    Tem sempre que ter uns espíritos de porco ( perdoem-me porcos) para inventar moda. Agora os iranianos desenvolveram uns busca-pés só para ” se acharem” diante dos EUA e Israel.
    Não demora nada e Israel manda uns bombardeios atacarem as fabriquetas destes traques voadores e daí a turminha cai matando.
    O Almedinejá só faltou escrever “Tel Aviv or bust” na ponta dos foguetinhos e depois de levar mais uma sova dos israelenses, vai sair por aí ganindo, latindo contra os Estado Judeu.
    Claro que vai ter um côro de ganidos dos que são anti-eua, acusando Israel dum monte de coisas. Aliás, esta turminha anti-eua acaba sendo anti israel só para parecer “rebelde” nas mesas de buteco. Alguns acham ( e se acham) charmoso ser anti eua. Ficam parecendo que são contra porque sabem de coisas que os mortais comuns não sabem, fazem parecer que leram livros secretos e que tem “informações privilegiadas” que lhes possibilitam ser o que dizem ser.
    Uma cambada de chatos. Seja o almedinejá seja o resto que se “alia” a ele…

  • 28 Brancaleone // 10/July/2008 às 23:06

    Já ouvi dizer que a precisão dos mísseis iranianos é tamanha que se apontados para Israle vão acertar as pirâmides lá no Egito…

  • 29 faraó // 10/July/2008 às 23:12

    Marco
    o Bitt leu isso no Jane’s #10.
    Se ele acredita, então deve ser verdade, né? Afinal, o cara sabe tudo…

  • 30 marco // 10/July/2008 às 23:18

    Para não deixar dúvidas …

    Jewish Laureates of Nobel Prize in Physics
    Year Nobel Laureate Country of birth
    2005 Glauber, Roy J.
    “for his contribution to the quantum theory of optical coherence” USA
    2004 Gross, David J.
    “for the discovery of asymptotic freedom in the theory of the strong interaction” USA
    2004 Politzer, H. David
    “for the discovery of asymptotic freedom in the theory of the strong interaction” USA
    2003 Abrikosov, Alexei A.
    “for pioneering contributions to the theory of superconductors and superfluids” Russia
    2003 Ginzburg, Vitaly L.
    “for pioneering contributions to the theory of superconductors and superfluids” Russia
    2000 Alferov, Zhores I.
    “for basic work on information and communication technology” Russia
    1997 Cohen-Tannoudji, Claude
    “for development of methods to cool and trap atoms with laser light” Algeria
    1996 Lee, David M.
    “for their discovery of superfluidity in helium-3″ USA
    1995 Perl, Martin L.
    “for the discovery of the tau lepton ” Russia
    1995 Reines, Frederick
    “for the detection of the neutrino” USA
    1992 Charpak, Georges
    “for his invention and development of particle detectors, in particular the multiwire proportional chamber” Poland
    1990 Friedman, Jerome I.
    “for their pioneering investigations concerning deep inelastic scattering of electrons on protons and bound neutrons, which have been of essential importance for the development of the quark model in particle physics” USA
    1988 Lederman, Leon M.
    “for the neutrino beam method and the demonstration of the doublet structure of the leptons through the discovery of the muon neutrino” USA
    1988 Schwartz, Melvin
    “for the neutrino beam method and the demonstration of the doublet structure of the leptons through the discovery of the muon neutrino” USA
    1988 Steinberger, Jack
    “for the neutrino beam method and the demonstration of the doublet structure of the leptons through the discovery of the muon neutrino” Germany
    1979 Glashow, Sheldon L.
    “for their contributions to the theory of the unified weak and electromagnetic interaction between elementary particles, including inter alia the prediction of the weak neutral current” USA
    1979 Weinberg, Steven
    “for their contributions to the theory of the unified weak and electromagnetic interaction between elementary particles, including inter alia the prediction of the weak neutral current” USA
    1978 Penzias, Arno A.
    “for their discovery of cosmic microwave background radiation” Germany
    1976 Richter, Burton
    “for their pioneering work in the discovery of a heavy elementary particle of a new kind” USA
    1975 Mottelson, Ben Roy
    “for the discovery of the connection between collective motion and particle motion in atomic nuclei and the development of the theory of the structure of the atomic nucleus based on this connection” USA
    1973 Josephson, Brian D.
    “for his theoretical predictions of the properties of a supercurrent through a tunnel barrier, in particular those phenomena which are generally known as the Josephson effects” UK
    1972 Cooper, Leon N.
    “for their jointly developed theory of superconductivity, usually called the BCS-theory” USA
    1971 Gabor, Dennis
    “for his invention and development of the holographic method” Hungary
    1969 Gell-Mann, Murray
    “for his contributions and discoveries concerning the classification of elementary particles and their interactions” USA
    1967 Bethe, Hans A.
    “for his contributions to the theory of nuclear reactions, especially his discoveries concerning the energy production in stars” Germany
    1965 Feynman, Richard P.
    “for their fundamental work in quantum electrodynamics, with deep-ploughing consequences for the physics of elementary particles” USA
    1965 Schwinger, Julian
    “for their fundamental work in quantum electrodynamics, with deep-ploughing consequences for the physics of elementary particles” USA
    1963 Wigner, Eugene P.
    “for his contributions to the theory of the atomic nucleus and the elementary particles, particularly through the discovery and application of fundamental symmetry principles” Hungary
    1962 Landau, Lev D.
    “for his pioneering theories for condensed matter, especially liquid helium” Azerbaijan
    1961 Hofstadter, Robert
    “for his pioneering studies of electron scattering in atomic nuclei and for his thereby achieved discoveries concerning the structure of the nucleons” USA
    1960 Glaser, Donald A.
    “for the invention of the bubble chamber” USA
    1959 Segre, Emilio Gino
    “for their discovery of the antiproton” Italy
    1958 Frank, Il’ja M.
    “for the discovery and the interpretation of the Cherenkov effect” Russia
    1958 Tamm, Igor Y.
    “for the discovery and the interpretation of the Cherenkov effect” Russia
    1954 Born, Max
    “for his fundamental research in quantum mechanics, especially for his statistical interpretation of the wavefunction” Germany
    1952 Bloch, Felix
    “for their development of new methods for nuclear magnetic precision measurements and discoveries in connection therewith” Switzerland
    1945 Pauli, Wolfgang
    “for the discovery of the Exclusion Principle, also called the Pauli Principle” Austria
    1944 Rabi, Isidor Isaac
    “for his resonance method for recording the magnetic properties of atomic nuclei” Austria
    1943 Stern, Otto
    “for his contribution to the development of the molecular ray method and his discovery of the magnetic moment of the proton” Germany
    1925 Franck, James
    “for their discovery of the laws governing the impact of an electron upon an atom” Germany
    1922 Bohr, Niels
    “for his services in the investigation of the structure of atoms and of the radiation emanating from them” Denmark
    1921 Einstein, Albert
    “for his services to Theoretical Physics, and especially for his discovery of the law of the photoelectric effect” Germany
    1908 Lippmann, Gabriel
    “for his method of reproducing colors photographically based on the phenomenon of interference” Luxembourg
    1907 Michelson, Albert A.
    “for his optical precision instruments and the spectroscopic and metrological investigations carried out with their aid” Poland

    Total number of Jewish Laureates: 44

  • 31 faraó // 10/July/2008 às 23:20

    De repente o Irã, sem querer, iria piorar a situação dos palestinos, fazendo um missil cair em Gaza e outro em Ramallah.

  • 32 Brancaleone // 10/July/2008 às 23:35

    Faraó:
    ” “Sem querer”? Qualé!!??
    O Irã faz tempo anda querendo acabar com os palestinos. O Irã vive açulando a cachorrada terrorista contra Israel e depois ficar rindo às gargalhadas quando Israel reage.
    Eu já disse várias vêzes aqui: A Pior coisa que acontece com a Palestina é ela ter os “aliados” que tem. A Palestina estaria muito melhor se tivesse apenas Israel por inimigo e nenhum dos seus “amigos”…

  • 33 Rodrigo // 11/July/2008 às 2:01

    A reaçada tem tara por muçulmano, só pode ser.
    Devem sonhar toda noite com o Ahmadinejad pelado toda noite…

  • 34 Radical Livre // 11/July/2008 às 8:03

    marco,

    o que tem o cú com as calças? o que tem a ver o fato de vários laureados pelo nobel serem judeus com a realidade das armas israelenses? quantos deles (dentre os laureados nos últimos 30 anos, digamos) trabalhou para Israel? trabalhou no desenvolvimento de armas?

    ou você está querendo dizer que a ‘raça’ judia é mais inteligente, mais brilhante e com certeza se já ganhou isto tudo de prêmio nobel com certeza tem alguém lá que já melhorou as armas atômicas baseadas em material radioativo de segunda?

    santa vontade de acreditar, batman. deve ser isto que chamam de fé.

  • 35 Darwinista // 11/July/2008 às 8:09

    Radical

    ou você está querendo dizer que a ‘raça’ judia é mais inteligente, mais brilhante

    Sim, no fundo é isso que ele está querendo dizer. E não é o único por aqui que adora propalar essa idéia.

    deve ser isto que chamam de fé.

    Eu chamo isso de preconceito.

  • 36 Chesterix-Dracul- El Cid, o irado // 11/July/2008 às 9:07

    isso pode ser uma constatação estatística.

  • 37 bitt // 11/July/2008 às 9:07

    Antes de mais nada, gostaria de saber se alguém que associa remio Nobel, etnia e confunde arma tática com estratégica sabe do q está falando.

    Eu “li isso na Jane´s” sim. Algum de vcs dois tem idéia do q seja “isso”?

    Grandes saudações. Continuem falando tolices. É divertido e os desqualifica.

  • 38 inri // 11/July/2008 às 9:30

    Em verdade vos digo irmãos:

    Estes aiatolás são uns invejosos, fotoshoparam a imagem.
    Tudo para tentar o milagre da multiplicação dos mísseis. É um golpe mais vagabundo do que aqueles lançadores de plástico do Sadan.

    Vou acender uma vela pro armadinejá.

  • 39 Mr X // 11/July/2008 às 10:06

    bitt,

    1) acho que Israel vai agir contra o programa nuclear do Irã sim, mas de um modo diverso ao qual todo mundo espera. Não sei ainda qual, meus contatos no Mossad ainda não me disseram.

    2) os mísseis são cortina de fumaça. Se o Irã usar uma bomba nuclear, provavelmente o fará indiretamente, via Hezbollah ou algum outro grupo terrorista, e não com esses míseis de meia-pataca.

    3) o Irã não pode ter bombas nucleares, simplesmente porque isso significa a permanência eterna dos mulás no poder (para desgraça do povo iraniano), e a concretização dos planos imperialistas do Irã no Oriente Médio. Bem como o aumento da promoção do terrorismo, e uma corrida nuclear no mundo árabe (que aliás já começou).

    4) É engraçado ver esquerdistas supostamente liberais torcendo por uma teocracia islâmica e seu “direito” a ter armas nucleares. Eu morro de rir.

    5) os judeus não são necessariamente mais inteligentes, mas sua cultura valoriza o estudo, ao contrário (por exemplo) da muçulmana, que valoriza acima de tudo a jihad. Quantos prêmios Nobel muçulmanos existem mesmo? Além do Prêmio Nobel do Terrorismo pro Arafart, é claro…

  • 40 HRP Reloaded Again // 11/July/2008 às 10:18

    Abitual de Tel Aviv….cuidado com os “abitos” tipo escrever hábito sem H!

  • 41 HRP Reloaded Again // 11/July/2008 às 10:24

    Quanto a Nobels de Fisica …..fica claro(e vou por as minhas convicções espiritas no bonde) que os judeus tem o intelecto brilhante, mas são pouco preocupados com o que decide tudo…a moralidade do ser humano……daí a tratar os palestinos como os guardas de Sobibor tratavam as crianças indefesas e famintas presas lá…….
    Ferrou.

  • 42 André Monnerat // 11/July/2008 às 10:56

    Não sei se já se falou disso aqui, mas ninguém precisa se preocupar com os mísseis do Irã. É tudo Photoshop! :)

    http://www.gardenal.org/trabalhosujo/2008/07/misseis_de_photoshop.html

  • 43 C. Barbosa - subversivo // 11/July/2008 às 11:12

    Eu acho que tá demorando demais, jogo diplomático é um saco. Prefiro dizer não pra guerra, mas tem gente que vê solução na questão da inflação populacional, desimar grandes quantidades seria uma ótima solução pra diminuir o consumo. Então pergunto: qual seriam os pricipais alvos nesse sentido? Eu acho que tem mais gente nos EUA do que no Irã e em Israel. O mundo podia queimar os norte americanos com tudo o arsenal agrupado né não?

  • 44 bitt // 11/July/2008 às 11:12

    Mr X,
    tudo bem. O q o pessoal não parece levar em conta é o fato de q armas estratégicas não tem utilidade para terroristas: são difíceis de transportar, facilmente localizáveis e até para serem detonadas exigem uma infra-estrutura bastante complexa. Ao contrário do q supõe o imaginário popular alimentado pela imprensa ocidental e por Roliúdi, não existem bombas nucleares q caibam numa maleta. Elas exigem um míssil ou um avião para ser lançadas. E também ao contrário do q supõe o imaginário popular, mísseis não são coisas fáceis de fabricar. Um veículo a foguete é, mas um míssil é mais q isso.

    Então, essa conversa de q o Iran quer uma bomba para “destruir Israel” é conversa fiada. Além do “ódio”, “ignorância”, “atraso” e quetais de fina racionalidade como esses, ninguém nunca me deu uma razão plausível para q o Iran queira “destruir” Israel. Pelo contrário, se formos avaliar, a existência de Israel é ótima para o regime xiita, por duas razões:
    1. encontra um espantalho externo q justifique a permanência do regime. Em uma situação mais estável, como a teocracia iria justificar os investimentos q faz em armamento, às custas de outros setores, q estão em clara deterioração?
    2. o Iran tem inimigos tamb mto perigosos entre os pps islâmicos. Qq um q saiba a diferença irreconciliável (visto q presente em ambas as teologias) entre sunis e xiitas, e que tenha uma informação mínima em torno das relações entre a teocracia iraniana e o regime saudita (por exemplo) pensaria duas vzs antes de dizer q os aiatolás querem “destruir Israel”. Ideologicamente, eles dizem querer, visto q a luta contra o sionismo é uma bandeira religiosa e legitima o regime; politicamente, a tal “interação negativa” com Israel é cuidadosamente administrada - basta ver como o presidente iraniano se comportou qdo esteve em Nova Iorque, no começo do ano.

    O Iran fomenta o terrorismo contra Israel? É lógico q fomenta. Faz campanha contra os judeus onde quer q for possível? Claro q sim. Adota uma política de confronto com o Ocidente? É preciso discutir isso? Quer ir à guerra? Não. Eles podem ser retrógrados, tapados, raivosos, etc, etc, mas não são idiotas. Sabem q não podem vencer. Se fosse mano à mano, haveria uma chance: tem forças armadas enormes, mto bem treinadas, uma certa autonomia em armamentos e uma grande população disposta psicologicamente. Mas é lógico q os EUA se meteriam, e, retórica à parte, eles sabem q não podem vencer.

    Assim, os disparos de mísseis são pirotecnia, até porq aperfeiçoar o sistema de guiagem até uma coisa dessas se tornar efetiva são outros quinhentos.

  • 45 bitt // 11/July/2008 às 11:44

    E continuando minha campanha para esclarecer a patuléia… :c)

    Israel não tem seus traques nucleares em silos. Provavelmente estão estocados em uma planta situada no norte do país, em depósitos subterrâneos.

    Silos só servem para armamento de pronto emprego, e qdo alguém fala nisso, está falando nos vetores, e não na carga de combate. O motivo é que silos são instalações fixas, e, na eventualidade de guerra, estariam entre os primeiros alvos. A maioria dos existentes nos EUA e na ex-URSS foi desativada ainda no início dos anos 80: o armamento atualmente é lançado de plataformas móveis, instaladas em trens ou tratores. Com o fim da Guerra Fria, a maior parte dos lançados de aviões e submarinos também foi desativada.

    A razão é simplésima: uma estrutura dessas é cara pra caramba, extremamente complexa e, como nunca foi usada, ninguém garante q funcionará como esperado. Claro - as bombas gigantescas explodirão, mas qual será exatamente o resultado, nem mesmo o cérebro mais privilegiado pode garantir (apesar do marco, mesmo q seja judeu).

    Nos anos posteriores à Segunda Guerra, os americanos fizeram experiências para ver como uma força militar seria afetada por uma detonação nuclear. O resultado é q quanto mais dispersa estivesse, menor seria o montante de danos. Esse estudo foi conduzido por Edward Teller, q passou a advogar o bombardeio estratégico, ou seja de cidades, como forma de negar ao inimigo o apoio de sua infra-estrutura nacional. Esse cara (q não era judeu) foi magistralmente caricaturado por Stanley Kubrik/Peter Sellers, na figura do doutor Strangelove.

    Os traques de Israel, calculados em um número não menor q 100 unidades e não maior q 200, são armas táticas, de potência relativamente baixa, algo entre 2 e 5 kilotons (2 a 5 mil toneladas de TNT) - bem mns potentes q a bombas de Hiroxima. São artefatos pensados para explodir sobre ou diante de concentrações de tropas, o q faz sentido: a vantagem de uma bomba termonuclear não é tanto a potência, mas o fato de que gera, na detonação, uma quantidade exponencial de calor (durante menos de um segundo, algo como 7 milhões de graus). Esse calor, e a energia luminosa gerada pela dispersão de energia provocam incêndios secundários num raio de vários quilômetros, em qse todos os materiais existentes. Visto que um corpo de exército (3 divisões, com um total de uns 30 mil efetivos e 5 mil veículos) avançando em massa abrange uma área de uns 4 quilômetros quadrados, duas armas nuclear táticas, uma na frente e outra explodindo no alto, conseguem, com um único tiro, anular o adversário.

    Os judeus nunca pensaram em explodir cidades árabes. Não são idiotas, e sabem q um ato desses os tornaria párias da comunidade internacional. Sempre tiveram competência para lidar com adversários q, além das aparências, eram tristemente fracos. A competência militar resolveria o páreo, e se não resolvesse (como na primeira fase da Guerra do Yom Kippur), o apoio dos EUA faria a diferença.

    As armas nucleares são recursos extremos. Nunca serão usadas. Ainda bem. Quem matuta em torno dessa possibilidade, mesmo q numa mera discussão de blog, como essa, não tem cultura alguma. E pior - não tem juízo.

  • 46 Mr X // 11/July/2008 às 11:54

    Bitt,
    Vamos dizer o seguinte, Israel é o saco de pancada predileto de todo país muçulmano (e do HRP, que pelo jeito um dia vai se converter ao islã).

    Então, curiosamente, em vez de lutar entre si, eles lutam… contra Israel. Tipo: Al-Qaeda e cia. (sunitas) e Hizballah (xiitas) no fundo se odeiam, mas sempre que podem não se atacam diretamente: lutam pra ver quem manda ver mais terrorismo em Israel… Então, na realidade, colaboram… Mas lutam pela hegemonia no mundo islâmico, pra ver quem vai derrocar Israel primeiro…

    O Irã também, sua rivalidade regional é com a Arábia Saudita… Mas, claro, atacam Israel. E, como o Mané aqui, têm sonhos eróticos com uma bombinha em Tel-Aviv…

    Enfim, o mundo islâmico é uma grande palhaçada… Estaremos melhores quando o petróleo de lá acabar e eles se sumirem na sua merecida irrelevância…

    Discordo de você sobre as “forças armadas enormes, mto bem treinadas” do Irã… Balela… Empataram com o Iraque de Saddam… Mas curiosamente, acho que querem a guerra sim… Tem a ver com economia, demografia e petróleo… Leia o “Spengler” do Asia Times para entender… Tchaus…

  • 47 Mr X // 11/July/2008 às 11:57

    > Nunca serão usadas.

    Quem dera, bitt, quem dera. Já eu penso que o que existe, será usado prima o poi.

    Mas saúdo seu pollyanesco otimismo.

  • 48 Caramujo // 11/July/2008 às 12:02

    Bitt: Apoiado!

    A negociaçao é a única saída. Tudo nao passa de posturing por parte de bufoes cuja carreira política pifou. Porém, sempre existe o imponderável, um Dr. Strangelove no meio da macacada, que pode causar a catástrofe.

    Só existe um objetivo único do Ocidente (países ricos) nesta paródia: Botar a mao no petróleo e gás iranianos, como no tempo do Xá, e trazer a Savak de volta. Tao com saudade da mamata….

  • 49 Mr X // 11/July/2008 às 12:20

    Qual “negociação”, cara pálida?

    “Negociar” o quê, exatamente?

    Quantos mísseis nucleares o Irã pode ter?

    A porcentagem do Iraque que ele pode controlar?

    Alguém me explica?

    Estou tão cansado de idiotas…

  • 50 Mr X // 11/July/2008 às 12:28

    O que o Irã entende por “negociação” é “ganhar tempo” para terminar as armas nucleares.

    O que os esquerdistas entendem por “negociação” é dar mais chances ao inimigo (vide sua insistência para que se “negocie” com as FARC, quando depois foi visto que um resgate militar funcionou muito melhor…)

  • 51 Alba // 11/July/2008 às 14:29

    Salve, bitt!

    Adorei a explicação!

  • 52 Rodrigo // 11/July/2008 às 14:38

    Calma bitt, reaça de blog só é valente na frente do monitor, na hora do pau ele corre pra debaixo da cama e conversa com o comunista imaginário que o atormenta…

  • 53 Radical Livre // 11/July/2008 às 14:52

    Mr X,

    eu não sou um esquerdista torcendo pelos Mulás. mas com certeza não sou um direitista torcendo pelos Israelenses ou pelos EUA.

    Neste caso, sou um pacifista que acredita que só não haverá guerra se houver equilíbrio de forças.

    Mas se este tipo de posição que precisa de mais de dois argumentos está acima da sua capacidade de entendimento, não é mesmo?

    abs,

  • 54 Radical Livre // 11/July/2008 às 14:57

    e Bitt,

    muito obrigado. e sim, eu sei o que é a Jane’s.

  • 55 faraó // 11/July/2008 às 16:04

    Pô bitt,
    cortou o meu barato.
    E eu que esperava ver uma das 200 bombas israelenses voando sobre os céus iranianos carregando uma faixa pro Ahmadinejad: “Por que no te callas?”

  • 56 O Espezinhador // 11/July/2008 às 16:25

    Eu acho que uma chuva de misseis iranianos sobre Israel pode ser bastante benéfica. Israelenses mesmo vão morrer poucos, porque o país inteiro é preparado para a guerra, e cada quarteirão tem seu próprio bunker.
    Quem vai pagar o pato? Claro, os palestinos! Vai cair missel em Gaza, vai chover bomba na Cisjordânia e a arabaiada não vai ter pra onde correr do “fogo amigo”, como aconteceu várias vezes durante o conflito com os Hezboiollas.
    Periga até cair um missel iraniano em Al Aksa. Vai fazer um favorzão aos religiosos que querem ver a área limpa para a construção do Terceiro Templo, hahahahahahaha!!!

  • 57 Caramujo // 11/July/2008 às 16:58

    Ôpa, chegou o Espinha, o doidao do blog! Salve-se quem puder, haja bunker!

  • 58 marco // 11/July/2008 às 17:33

    Radical Livre // 11/July/2008 às 8:03

    marco,

    o que tem o cú com as calças?

    marco- Tudo, Radical.

    abs,
    ma

  • 59 marco // 11/July/2008 às 17:36

    Darwinista // 11/July/2008 às 8:09

    Radical

    ou você está querendo dizer que a ‘raça’ judia é mais inteligente, mais brilhante

    Sim, no fundo é isso que ele está querendo dizer. E não é o único por aqui que adora propalar essa idéia.

    deve ser isto que chamam de fé.

    Eu chamo isso de preconceito.

    marco - preconceito, Darwin, é fazer um pré conceito de algo que eu nunca disse.

    Fora isso mande uns abraços pro beagle….

    abs,
    ma

  • 60 marco // 11/July/2008 às 17:41

    bitt // 11/July/2008 às 9:07

    Antes de mais nada, gostaria de saber se alguém que associa remio Nobel, etnia e confunde arma tática com estratégica sabe do q está falando.

    marco - quem confunde todas essas coisas aí em cima não sabe o que está falando, bitt.

    bitt- Eu “li isso na Jane´s” sim. Algum de vcs dois tem idéia do q seja “isso”?

    marco - Claro, Jane é amante lésbica da Dama de Ferro.

    bitt- Grandes saudações.

    marco - Outras.

    bitt- Continuem falando tolices. É divertido e os desqualifica.

    marco - Essa palavra- desqualifica - tem tudo a ver com seus comentários aqui, bitt. Quando te convém você qualifica. Quando não, desqualifica ( tenta )

    abs,
    ma

  • 61 marco // 11/July/2008 às 18:25

    bitt // 11/July/2008 às 11:44

    E continuando minha campanha para esclarecer a patuléia… :c)

    marco- Nada mais sincero, bitt.

    bitt - Israel não tem seus traques nucleares em silos. Provavelmente estão estocados em uma planta situada no norte do país, em depósitos subterrâneos.

    marco - Jane´s iria adorar conversar mais demoradamente com você saber aonde os israelenses realmente guardam seu arsenal atomico.

    bitt - Silos só servem para armamento de pronto emprego, e qdo alguém fala nisso, está falando nos vetores, e não na carga de combate.

    marco - Silos servem também para guardar milho, bitt.

    bitt- O motivo é que silos são instalações fixas, e, na eventualidade de guerra, estariam entre os primeiros alvos. A maioria dos existentes nos EUA e na ex-URSS foi desativada ainda no início dos anos 80: o armamento atualmente é lançado de plataformas móveis, instaladas em trens ou tratores.

    marco - Essa informação é velha, bitt.
    Quando a guerra fria era quente gigantescos trens deslizavam em tuneis profundos para escapar de um primeiro ataque do inimigo.

    bitt- Com o fim da Guerra Fria, a maior parte dos lançados de aviões e submarinos também foi desativada. A razão é simplésima: uma estrutura dessas é cara pra caramba, extremamente complexa e, como nunca foi usada, ninguém garante q funcionará como esperado.

    marco - No Japão funcionou, bitt.

    bitt- Claro - as bombas gigantescas explodirão, mas qual será exatamente o resultado, nem mesmo o cérebro mais privilegiado pode garantir (apesar do marco, mesmo q seja judeu).

    marco - ?

    bitt- Nos anos posteriores à Segunda Guerra, os americanos fizeram experiências para ver como uma força militar seria afetada por uma detonação nuclear. O resultado é q quanto mais dispersa estivesse, menor seria o montante de danos.

    marco - Impressionante conclusão,bitt.
    Um garoto de ginásio poderia ter e economizado um montão de dólares para os americanos caso se dispusesse a pensar sobre o assunto.

    bitt- Esse estudo foi conduzido por Edward Teller, q passou a advogar o bombardeio estratégico, ou seja de cidades, como forma de negar ao inimigo o apoio de sua infra-estrutura nacional.

    marco - Bombardeio da infra estrutura - e civis - era exatamente o que americanos e ingleses vinham fazendo na Europa, bitt.

    bitt- Esse cara (q não era judeu) foi magistralmente caricaturado por Stanley Kubrik/Peter Sellers, na figura do doutor Strangelove.

    marco - Vi o filme e gostei muito. Principalmente do braço de Sellers que teimava em fazer a saudação nazista no lugar errado. ( o auto estrangulamento, Sellers batendo no braço sem controle, enfim, uma comédia e tanto )

    bitt- Os traques de Israel, calculados em um número não menor q 100 unidades e não maior q 200,

    marco - Quem contou bitt? A tal da moça, a Jane ?

    bitt- são armas táticas, de potência relativamente baixa, algo entre 2 e 5 kilotons (2 a 5 mil toneladas de TNT) - bem mns potentes q a bombas de Hiroxima.

    marco - armas nucleares são chamadas de táticas apenas pelos militares. Para gente comum, a patuléia, se uma arma tática for jogada em cima de Hiroshima vira arma estatégica, ideal para efetuar bombardeios estratégicos - do tipo que aquele não judeu lá em cima recomendou fazer, bitt.

    bitt- São artefatos pensados para explodir sobre ou diante de concentrações de tropas, o q faz sentido: a vantagem de uma bomba termonuclear não é tanto a potência, mas o fato de que gera, na detonação, uma quantidade exponencial de calor (durante menos de um segundo, algo como 7 milhões de graus). Esse calor, e a energia luminosa gerada pela dispersão de energia provocam incêndios secundários num raio de vários quilômetros, em qse todos os materiais existentes. Visto que um corpo de exército (3 divisões, com um total de uns 30 mil efetivos e 5 mil veículos) avançando em massa abrange uma área de uns 4 quilômetros quadrados, duas armas nuclear táticas, uma na frente e outra explodindo no alto, conseguem, com um único tiro, anular o adversário.

    marco- bitt, não leve a mal, mas bombas nucleares explodem aonde seu dono quiser.
    No pátio de uma escola para crianças carentes, em cima de uma cidade, na frente, ou atrás de exercitos, no meio deles, no lugar aonde ficavam a torres gemeas de NY, fica tudo a critério de quem lança.
    Na guerra das Falklands, a namorada da Jane tinha em cima da mesa a opção de explodir uma delas na frente do porto de Buenos Aires, gerando ondas, barulho, e terror.
    Como os pilotos argentinos pararam de afundar as frágeis fragatas britânicas, a pasta com a opção nuclear foi para a gaveta.

    bitt- Os judeus nunca pensaram em explodir cidades árabes.

    marco - Há controvérsias, bitt.

    bitt- Não são idiotas, e sabem q um ato desses os tornaria párias da comunidade internacional.

    marco - melhor párias do que cadáveres radioativos, devem pensar alguns deles.
    Pelo menos os menos idiotas.

    bitt- Sempre tiveram competência para lidar com adversários q, além das aparências, eram tristemente fracos. A competência militar resolveria o páreo, e se não resolvesse (como na primeira fase da Guerra do Yom Kippur), o apoio dos EUA faria a diferença.

    marco - URSS. Convém não esquecer o inestimável apoio daquela beleza de liberté, fraternité, igualité, deu aos árabes, egipcios em especial. O Cairo só não foi tomado porque os russos falaram com os americanos e resolveram melar a coisa rapidinho.
    Já estava ficando perigoso demais.
    A União Soviética mobilizava paraquedistas de elite para entrar na fuzarca, enquanto os EUA já estavam entregando munições e suprimentos na linha de frente.
    A coisa ficou feia, bitt.

    bitt- As armas nucleares são recursos extremos.

    marco - bitt, caro, juro que não quero te encher, mas todos sabem disso. Até a patuléia desvairada.

    bitt- Nunca serão usadas.

    marco - Mãe Joana te contou, bitt?
    ” Sua bomba amada de volta em três dias ou seu dinheiro de volta?

    bitt- Ainda bem. Quem matuta em torno dessa possibilidade, mesmo q numa mera discussão de blog, como essa, não tem culturadiscussão de blog, como essa, não tem cultura alguma. E pior - não tem juízo.

    marco- É só o que fazem os Estados Maiores do planeta, bitt.
    Sabe, naquelas salas de guerra iguais a que você tem em sua casa de campo.

    Fora isso, tudo bem,

    abs,
    ma

  • 62 Caramujo // 11/July/2008 às 18:33

    Marcao: O Bitt é bem mais qualificado que você pra falar de estratégia militar. O Bitt apresenta fatos, você só ironiza. Ironia chula e barata. Aquelas sua listona bobinha de prêmio Nobel judeu serviu pra provar o quê? Pode explicar?

    Todos sabemos que os judeus sao craques em várias áreas, sobretudo em ciência. Mas em matéria de estratégia militar ainda estao longe do Nobel. A prova é a cagada que fizeram no Líbano, uma guerra perfeitamente inútil, para nao dizer idiota.

  • 63 marco // 11/July/2008 às 18:55

    Caramujo // 11/July/2008 às 18:33

    Aquelas sua listona bobinha de prêmio Nobel judeu serviu pra provar o quê? Pode explicar?

    marco - Posso.

    A lista de Marco Schindler serve para lembrar que Israel não é um monte de bestas dando tiros em tudo e quem aparece pela frente, tendo atrás um Titio que segura tudo.

    Tem gente competente, inteligente, naquele pedaço de deserto. Tentando sobreviver.
    Mas essa é apenas minha opinião.

    Alguém mais malicioso poderia argumentar a respeito de minha listinha - ” o marco está insinuando que todos esses judeus nobelizados estão passando informações vitais e secretas de seus países- EUA, Itália, canadá, Alemanha, França, - para Israel ?

    Enfim, ás vezes é necessário um choque de realidade para levantar o tênue véu de manipulação sobre a nudez crua da verdade.

    Caso contrário o mundo fica assim ( de acordo com as opiniões expressas aqui no blog )

    A Russia NÃO tem o poder de destruir o planeta.
    Israel NÃO tem capacidade científica para desenvolver seu arsenal nuclear.
    O Irã NÃO é uma ameça ao mundo caso consiga botar a mão na bomba.
    E por aí vai.
    Só que eu NÃO vou junto.
    Capice?

    Fora isso tudo bem,
    abs,
    ma

    Entendeu, caro?

    abs,
    ma

  • 64 faraó // 11/July/2008 às 19:36

    Onde há fumaça…
    Israel já estaria utilizando bases aéreas no Iraque!!!!

    http://www.estadao.com.br/internacional/not_int204473,0.htm

    Seria um bom lugar para reabastecer seus aviões depois depois de passear no Irã, antes de voltar para casa.

  • 65 Andrey // 17/August/2008 às 22:16

    contagem de misseis do ano de 2007

    RUSSIA 16,000

    EUA 10.800

    FRANÇA 380

    inglaterra 240

    CAPICE ? CARIOLO BURRO.

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