Quando me mudei para São Paulo, ganhei de meu pai uma medalhinha. O desenho é um art déco elegante. Na frente, uma Atena com asas e muitas bandeiras, a inscrição ‘Tudo por um S. Paulo forte no Brasil unido’; no verso, ‘9 de julho de 1932: Aos heróicos soldados da lei, defensores da mais alta aspiração nacional, homenagem do povo de S. Paulo’.
A medalhinha pertencia a minha avó que serviu como enfermeira no fronte.
A Revolução de 1932 faz 76 anos, hoje. O objetivo era derrubar o governo de Getúlio Vargas e reinstituir a Constituição. Ou era uma maneira de reinstituir a política do Café com Leite e a Velha República. Depende de quem conta.
Foi a última vez que um estado se levantou contra o governo central, no Brasil. Difícil imaginar algo do tipo acontecendo novamente.
Atualização - Nos comentários, Carlos Alberto Lemes de Andrade lembra que o governador Magalhães Pinto declarou Minas sublevada e independente às vésperas do Golpe de 1964. Foram estranhíssimos dias, aqueles.







110 Comentários até agora ↓
1 Ricardo Cabral // 9/July/2008 às 8:57
Curioso, como há uma visão de que “o brasileiro”, seja lá o que essa generalização signifique, é pacífico, (ainda um pouco) cordial, além de ignorante e alienado demais para ensaiar revoluções. Basta olhar um pouco mais para trás no tempo e encontramos exemplos que contradizem isso.
Mas vc tem razão, PD, é difícil imaginar uma sublevação como essa na atual conjuntura, diria que não só no Brasil, como na maior parte da América Latina. Tempos outros, estes.
2 aiaiai // 9/July/2008 às 9:05
E, felizmente, não conseguiram nada…
3 aiaiai // 9/July/2008 às 9:06
Nada é exagero meu…afinal, é feriado em sampa, né? bom descanso rapaziada!
4 Alba Clarablanca // 9/July/2008 às 9:21
ããããããããããããnnnnnnhhhhhhhhhhhhhhhhh?????tem algum estado ou região do Brasil querendo se separar? tem separatismo na pauta?? guerra civil? ou nao acordei direito ainda?
ou precisamos desviar de temas, digamos, mais quentes?
5 Doida de Pedra // 9/July/2008 às 9:22
Ricardo Cabral,
Mas, infelizmente, é verdade. Hoje em dia se não for show de graça ou futebol (segunda divisão, brasileiro ou Copa do Mundo) o povo não se mobiliza mais pra nada e, não é por pacifismo, porque na hora de descer o morro pra queimar ônibus, muitas vezes à mando do “dono do morro”, todo mundo vai. A impressão que eu tenho é que reina a famosa “preguiça” do Macunaíma, de tentar fazer algo sério por si mesmo e por este país. Desde o golpe de 64 parece que ficou feio ser patriota.
6 Doutor Papanatas // 9/July/2008 às 9:42
ou nao seria justo o contrario? temos mobilização por todo lado, todos mobilizados contra todos (50 mil mortos por ano no transito e mais outro tanto por arma de fogo nao quer dizer nada?) o que nao temos é mobilização oraganizada, politizada porque isso exigiria capacidade organizativa, projeto de mudança, base ideologica..ou o que acontece no morro não é uma revolta de senzala contra a casa grande? (ha quase 30 anos atrás essa possibilidade ja era discutida na imprensa alternativa - Pasquim, Opinião - e a expressão era “quando o morro descer” siginificando que em algum momento previsivel no horizonte o apartheid socio economico brasileiro ia dar merda, pois não?. Nada se fez então como nada se faz agora. Para os brasileiros so existem dois tipos de problema: O que se resolve sozinho e o que nao tem solução. Agora como então.
Ah sim…ainda sobre apartheid: na Africa do Sul, na epoca do verdadeiro apartheid tinha mais negors na universidade do que no Brasil…hoje e sempre..se isso nao quer dizer nada..
7 Ricardo Cabral // 9/July/2008 às 9:43
Cara Doida de Pedra (#5), considero reducionista associar esses exemplos que vc deu a qualquer espécie de “índole” do brasileiro. Há toda uma complexa conjuntura que passa pela redemocratização, pela transformação do país (e do mundo) em majoritariamente urbano, pelas transformações oriundas dos avanços tecnológicos, pela consolidação do individualismo e do consumismo como referências a serem perseguidas, entre tantas outras que não me ocorrem no momento.
Acreditar que haveria uma espécie de “passividade atávica” nos brasileiros seria simplificar demais o cenário, não?
8 Ricardo Cabral // 9/July/2008 às 9:47
Doutor Papanatas, boas as suas considerações.
9 Virginia Langley // 9/July/2008 às 9:48
é isso mesmo doutor: basta ler o que dizem os leitores cariocas nos blogs ligados ao jornal O Globo: são muitas as referencias aos problemas da cidade como resultado do inchaço das favelas por habitantes expulsos do campo pelo latifundio e o agro negocio. E os que dizem isso são os mesmos que querem por querem o exterminio do MST por todos o meios…por ser o MST a unica entidade que busca solução para o problema que eles identificam. O conservadorismo brasileiro deve ser o mais burro do univeros inteiro…
10 Bronco Dinossauro // 9/July/2008 às 9:52
sempre fomos doidos mansos..agora deixamos de ser mansos e estamos cada vez mais doidos.
11 Doutor Papanatas // 9/July/2008 às 9:53
obrigado Ricardo Amaral, vou dar uma passada no seu blog…
12 Leave a Comment // 9/July/2008 às 9:57
Lembrando que foram muitas as motivações que levaram a diversas revoluções nacionais: militar, messianica, burguesas, abolicionistas, inconfidentes, comerciantes, contra o império, etc..
Mas uma revolução marcou a história da humanidade por ser exclusivamente popular: a cabanagem.
Os cabanos eram um povo nômade, que carregavam “cabanas” nos ombros, por isso “cabanagem”.
As cabanas eram compostas por folhagens de babaçu.
O império já preocupado com a alta do preço do petróleo, proibiu o uso da folha do babaçu para uso nas cabanas, sendo o uso autorizado apenas para a produção dos biocombustíveis que alimentavam os calhambeques e a incipiente industria.
Revoltados os cabanos declararam independencia do imperio e quebraram tudo o que viam pela frente.
O império levou a melhor dessa vez. Mas a guerra ainda não acabou.
13 Nhé! // 9/July/2008 às 9:59
Já vi essa medalha. Não me lembo onde. Vou ficar com essa dúvida na cabeça!
14 Leave a Comment // 9/July/2008 às 10:01
13
Voce ja viu porque era do seu tempo né?
15 Mario Moreno // 9/July/2008 às 10:04
boa a referncia a questão da reforma agraria sem duvida Virginia..o que os terratenientes temem de fato se o povo pobre tiver terra para plantar e viver é que obviamente não vai sobrar mão de obra escrava e semi escrava pra eles continuarem vivendo como vivem a 5 seculos não é? do mesmissimo modo como a aclasse media urbana excomunga a “exploração sexual ” e prostituição das meninas pobres??
o que esses porqueras, arrotando moralismo infecto, tem a oferecer a essas meninas senão o lugar de mucamas - escravas domesticas - em suas casas? (e servir de iniciação sexual a suas crias igualmente abjetas) se, eventualmente, ganhassem a vida num tipo de prostituição legalizada esses escrotos muquiranas iam ter pagar salario a elas não? e nada os horroriza mais que ter de pagar o “exorbitante” salario minimo a quem limpa sua sujeira
16 Leave a Comment // 9/July/2008 às 10:07
15
É isso ai Mario MOreno.
E dentro deste contexto a figura do PROXENETA atua sem ser incomodado pelo poder publico, explorando, destruindo e corrompendo a familia brasileira.
Eu sou a favor de pena de morte para o RUFIÃO, aquele que mente e empurra mulheres para uma vida de doenças, humilhações e vício.
SE voce conhece um GIGOLO, que agencia mulheres, DENUNCIE.
17 surfando che que jaca // 9/July/2008 às 10:21
A cabanagem no Pará não foi exclusivamente popular e passou por várias fases. A mais popular das revoltas da regência foi a balaiada, na segunda fase, quando liderada por vaqueiros e elementos populares. Mas, e daí? Bom que se diga que na república velha, os estados tinham forças militares próprias e a de São Paulo era melhor armada que a da federação. Mas Getúlio colocou São Paulo no bolso, mais tarde cooptando lideranças de 32. Esse baixinho foi o bicho. Ainda existe um sentimento separatista, especialmente no Sul, felizmente minoritário, mas que ainda serve de motivo para homicídio de nordestinos em Sampa.
Um bom dia a todos.
18 HRP Fast Simple // 9/July/2008 às 10:28
Mario Moreno…..lembrando de coisas que não queremos lembrar…..iiiii
19 Leave a Comment // 9/July/2008 às 10:31
17
O texto sobre a cabanagem foi um absurdo…uma ironia.
Onde ja se viu carregar cabanas nos ombros…
20 Juliano // 9/July/2008 às 10:33
Concordo com as colocações de vários aqui. Sim, é uma questão conjuntural essa. Estamos em plena pós-modernidade, tempos de poucas referências sólidas, poucos ideais coletivos, etc, etc, etc. E, sim, ainda existem alguns focos separatistas no Brasil. Sou do Rio Grande do Sul, estado que tem isso há duzentos anos. Volta e meia surge algum político por aqui falando nisso, e não é muito difícil se ouvir nos meios de comunicação alguns babacas falando nessa bobagem. Obviamente, isso nunca será possível, e cada vez menos. Só sustenta essa bobajada quem não consegue perceber que o Rio Grande do Sul, de uns anos para cá, só vem decaindo em relação à federação. A economia não anda boa, o estado perdeu muito do seu prestígio, etc. Mas continuamos pensando que somos os mais valentes do Brasil, os mais heróicos, etc. Temos muitas qualidades, claro, não há dúvida, e contribuímos significativamente com o restante do país, mas esse discurso elaborado ao longo dos anos por aqui é terrível. Quanto ao Brasil em geral, não, não somos um povo pacífico e cordial, como queriam os intelectuais clássicos (Gilberto Freyre, Sérgio Buarque, etc). Essa visão é muito confortável. Somos uma sociedade cheia de conflitos, mas não gostamos de expressá-los. Preferimos destacar nosso carnaval, nosso futebol. Os conflitos ficam lá, escondidinhos, mas prontos para serem protagonistas das mais diversas situações do nosso dia-a-dia. Em vez de colocarmos em pauta os conflitos, para tentar resolvê-los, preferimos a cordialidade e a doçura das nossas manifestações mais amenas e expansivas. E assim vamos indo. Um abraço!
21 Mario Moreno // 9/July/2008 às 10:39
é impressionante a facilidade com que neguinho vesta a carapuça…ou por mais que procuremos ser claros entendem justamente o contrario do que dissemos..tentar um debate racional é como querer empurrar morro acima uma carroça de pedra com rodas quadradas…
22 HRP Fast Simple // 9/July/2008 às 10:42
Há um movimento bem grande nas escolas norte americanas à favor do desmembramento da amazonia do nosso território….será que vinga?
23 Leave a Comment // 9/July/2008 às 10:43
21. Mas mário moreno?
Mas eu fui a favor do seu discurso.
Eu apenas sou radical contra RUFIÕES.
Eu estaria cometendo um crime ao dizer a frase:
“FAÇA UMA BOA AÇÃO: MATE UM RUFIÃO!”
???
24 Nostromo // 9/July/2008 às 10:49
outra coisa que me arrepia em termos de recursos a frases feitas e clichês são os muitos (quase todos) que enchem a boca para falar da “educação” como solução de todos os males..
o proprio Sergio Buarque de Hollanda retro citado ja ridicularizava essa mania nacional no Raizes do Brasil..nao tem coisa mais inócua e ridicula..que educação????? ninguem sabe pra que isso serve por aqui e - autoridades, politicos e donos de faculdades caça niqueis - so falam nisso da boca pra fora..a carreira do ensino basico ainda é uma alternativa - pouquissimo atrente, por sinal - a condição de empregada domestica.. para a mulheres pobres, e um tipo de “terapia ocupacional” para esposa entediadas de pequenos burgueses supostamente bem sucedidos. Entre na casa de qualquer dessas “professoras”: se vc achar um livro que seja (fora os didaticos) ganha um ingressos para um desses programas de soletrar que tem na TV.
25 Mario Moreno // 9/July/2008 às 10:50
Leave a Comment….nao falava de vc parceiro.
era outra viagem..desculpe
26 HRP Fast Simple // 9/July/2008 às 10:54
Mario….se foi por conta de minha frasezinha, escusas mil….até porque estou de acordo com tudo que escrevestes…….criança maltratada e abusada é coisa inadmissivel…..e olhamos as imagens na tv e damos de ombro.
27 Ted Tarantula // 9/July/2008 às 11:00
so para dar um pitaco na msg sobre a amazonia:
que importancia tem se um consorcio internacional resolver se apossar da amazonia, coisa que ja vem sendo orquestrada via disseminação do conceito de “soberania limitada”, que busca policiar nações deliquentes que dilapidam recursos naturais que seriam do interesse de toda humanidade?
Se a amazonia ficar sob o controle do Brasil nao será rapidamente transformada em um enorme deserto ou terreno baldio cheio de lixo e entulho??
28 cmd. Jåµë§ ßønd™ // 9/July/2008 às 11:03
-= Bom dia, ladies and gentlemen…
–X–
“Foi a última vez que um estado se levantou contra o governo central, no Brasil. Difícil imaginar algo do tipo acontecendo novamente.”
Dê uma chance a alguns sulistas, e você verá de novo. Como eu sempre digo, nos acostumamos com a idéia de alguns eventos serem improváveis nos dias de hoje só porque nenhum de nós os viveu. Uma presunção perigosa.
–X–
Dejanos Uno Comentario … nunca te ensinaram que é indelicado discutir sobre a idade de uma dama?
–X–
listening [+] Blame It on The Rain | Milli Vanilli
“blame it on the rain,
blame it on the stars.
Whatever you do,
don’t put the blame on you
’cause the rain don’t mind
’cause the rain don’t care
You got to blame it on something”
29 13.GuE // 9/July/2008 às 11:06
Alguém já viu o excelente documentário do Michael Moore intitulado “Sicko”?
Há um momento célebre no filme onde o cineasta pergunta a um político francês:
Porque aqui é diferente dos estados unidos? (referindo-se a grande diferença dos custos com saúde entre um europeu e um americano, que gasta horrores). ele responde:
“Porque se mexermos em um direito do cidadão milhões irão a rua no mesmo dia”.
Achei que era exagero, mas na seqüência mostrou várias ações do povo por diferentes motivos, previdência, política etc. E em muitas delas em questão de dias 100 mil, 300 mil pessoas lutando por seus direitos. Complementando o que disse o Doido da Pedra, aqui no Brasil quem protesta é visto como baderneiro, folgado, ou “isso é coisa de pobre”.
“Sem protesto não há progresso”, estou nesta comunidade do Orkut (sábio orkut) hahaha.
30 Pax // 9/July/2008 às 11:08
É um post pra se pensar. Algumas considerações esparsas, descompromissadas, mal pensadas:
1 - Melhor a Democracia que a Dita, a Dura.
2 – Hoje a nossa Democracia tá mais pra Demo - o poder está corrompido demais. A impunidade reina. E essa situação é longe da declaração maior, a dos Direitos do Homem, onde todos seriam iguais. Aqui não é assim. Roubar um pote de margarina dá muito mais cadeia que roubar 2 bilhões. Dantas, Nahas e trupe não passarão o fim de semana em cana.
3 - O povo, ignorante, sem escola, perpetua esse poder canalha. As soluções todos sabem. É óbvio que ulula. Quer dizer, meu Lula talvez não goste do óbvio. Começa pagando 10 mil pra professor primário e 5 mil pra policial que talvez melhore. É só tirar da gatunagem oficial que sobra dinheiro pra isso tudo. Dois exemplos simplinhos que dá até pena do comentarista. Mas, vejam, pensem no que está por trás desses 10 e 5 mil….
4 - A classe média é, como já foi, uma peça chave. Ela, por ter um pouco mais de consciência, e também por pagar as contas, reclama. Ouvir o que a classe média fala é sempre um bom termômetro. As classes C, D e E, infelizmente, mal sabem ler e escrever, precisam correr todo dia atrás do arroz com feijão na panela dos filhos. Pensar em política? Não dá. E alguém canalha desgosta disso?
5 - O Brasil está melhor, mas falta tanto. Às vezes dá certo desânimo, mas não dá pra ter. Há que se pensar maior, mais lá na frente. Aos poucos, no processo democrático, a gente vai limpando a casa. No momento a faxina necessária é grande. Há movimentos interessantes no ar. O CQC, com ironia, é bem interessante. Tá incomodando um bocado de político. É só olhar o Genuíno e seu desconforto. O povão assiste. Uma hora passa a entender. Os estudantes tirando o reitor da UnB é outro exemplo de movimento interessante. Uma hora pega e o bicho fica solto. Tomara que sim. Dentro do processo democrático isso é legal. O povo tem direito de gritar. Ou não é Democracia?
6 - O coronelismo tá longe de acabar. E todos canalhas adoram esse coronelismo. Os partidos de hoje são coronelistas. Todos.
7 - A decepção com a corrupção do meu Lula e seu PT é maior que a satisfação com o bom momento da economia Brasileira. Uma pena. Aí a gente olha pro outro lado e vê Yeda, Alckmin etc e fica ainda mais incomodado. Mas é bom. O incômodo gera a mudança.
8 – Não acho que estamos no ponto de virar a mesa. Mas que a canalhada geral tá dando uma força, tá sim.
9 – Separatismo pra mim, é sinal de idiotismo. E sim, lá no meu RS há muito.
Tá bom, chega, aos poucos vou descarregando més pensés.
31 Guilherme // 9/July/2008 às 11:34
Acho que existe uma interpretação ERRADA desse “cordial” do Sérgio Buarque. Esse “cordial” não significa pacífico, agradável, sangue de barata. Significa “esquentado”, impulsivo. Aquele que age “com o o coração”.
32 Guilherme // 9/July/2008 às 11:42
Quanto à Revolução de 32, essa dúvida “se era para reinstituir a Constituição ou manter a política do Café com Leite”, é dúvida que não tenho. Basta ver quem estava à frente do movimento que a plítica do Café com Leite salta aos olhos.
33 Leave a Comment // 9/July/2008 às 11:45
(“Porque se mexermos em um direito do cidadão milhões irão a rua no mesmo dia”.
“Sem protesto não há progresso”, estou nesta comunidade do Orkut (sábio orkut) hahaha. —– comentario 29)
Veja bem, até concordo com a mobilização dos franceses na luta por seus direitos.
Mas apenas pertencer a uma comunidade virtual é muito pouco.
Temos que ter a mesma audácia dos canalhas!
Aqui na empresa tem um canalha proxeneta. E eu sou contra o proxenetismo. Portanto enquanto o proxeneta não for preso ou sair do trabalho, todos somos culpados e CUMPLICES.
O pensamento é o mesmo para a rua. Se houver tráfico de drogas na sua rua e voce não fizer nada, voce é cúmplice.
Entendeu? Não basta dizer que é contra. Tem que agir. Brigar.
O Proxeneta me ameaça de morte, mas a minha honra vale muito mais que a própria vida e por isso não aceitei conviver com um criminoso dentro do meu sagrado meio de vida.
Então para que vivamos em uma sociedade perfeita, busquemos então o cidadão perfeito.
DENUNCIE, brigue, lute contra o que está errado.
É obvio que qualquer denuncia tem que ser baseada em provas. Cabe ao acusador o ônus da prova.
34 Ricardo Cabral // 9/July/2008 às 11:46
Cordial, cordes, coração, emocional, impulsivo… Mas não necessariamente esquentado, Guilherme.
35 Brancaleone // 9/July/2008 às 11:48
Dias atrás um jornalista destes famosões disse que a internet é a revolução que vai mudar o mundo dado seu caráter anárquico ( que alguns incautos consideram como liberdade).
O aparente anonimato internético assegura o livre pensar ( se bem que alguns só pensam cretinices) e que estes pensamentos livres expostos pelos teclados serão como as barricadas de Paris em 68, se bem que aquelas barricadas não deram em muita coisa de útil.
Fico cá imaginando que o máximo da revolução hoje é gente do “sou da paz” ( camisetas compradas em boutiques famosas) ou um imbecil tipo o tal de Bové depredando Mc Donalds ou o pior do pior, os otários do MST seguindo os criminosos como o Stédile. Tem tambem o pessoal do PCC, mas se concluirmos que estas são as “revoluções” possíveis, temos que temer pelos resultados.
Eu cá com meus botões ( mais um zipper e dois velcros) acho que uns sujeitos chafurdando no you tube, no google e em páginas pornôs não conseguirão mudar muita coisa…
36 Ukyo-br // 9/July/2008 às 11:48
30
Quanto ao seu comentário 4, pegando o gancho da ‘mobilização’: a classe média só tem alguma relevância como classe porque ela é, historicamente, ligada aos grupos mais mobilizados - sindicatos, associações de classe.
As classes mais baixas tendem a ser pouco mobilizadas porque há muito pouco estímulo prático para isso: juntar 100 pessoas não dá resultado algum, ou quase nenhum; é necessário juntar algumas milhares. Isso do ponto de vista político, no tocante à eleição de representantes. Como exemplo, me atendo apenas às eleições para vereadores, considerando que no Brasil as eleições para cargos proporcionais é geral( Por exemplo, em Salvador um candidato busca votos em todo território municipal, e não apenas em sua área de origem ou maior influência), além de existir o famigerado sistema de listas, a energia utilizada para mobilizar, digamos, 1000 pessoas simplesmente tende a resultar em um grande fracasso. Se houvesse uma subdivisão dentro dos municípios, por exemplo, 1 representante por bairro, aí sim poderiamos possibilitar a mobilização de pessoas que estão mais interessadas em melhorar a vida da própria comunidade do que a de defender a ‘causa operária’ a ‘causa dos gays’, a ‘causa verde’, a ‘causa dos bancos’ etc.
Por fim, indo pros segmentos mais elevados, do ponto de vista econômico, não há necessidade de muita organização. Quando é possível unir uma associação que tenha os maiores bancos do Brasil, juntando uma dúzia de dirigentes, fica muito mais fácil fazer uma composição de interesses e determinar-se um vetor político específico.
37 Doida de Pedra // 9/July/2008 às 11:50
Continuo achando que o brasileiro tem é preguiça de fazer as mudanças, tem consciência de que elas são necessárias mas, sempre espera que os outros as façam. E tem vergonha de ser patriota sim, só tem amor à Pátria quando isso envolve futebol ou artistas.
38 MaGioZal // 9/July/2008 às 11:52
E é por isso que até hoje não existe nenhum lugar público na cidade de São Paulo com o nome de Getúlio Vargas.
Curioso é que, ouvindo hoje uma entrevista na CBN, um historiador disse que o número de mortos na Revolução de 32 foi umas 3 vezes maior do que o número de soldados brasileiros mortos durante a ação do Brasil na Itália durante a II Guerra Mundial. Então por que não se poderia chamar a Revolução de 32 de guerra civil de 32?
39 Brancaleone // 9/July/2008 às 12:04
Reza a história da minha família que nos anos 30 meu avô Estefano mandou uns 30 “cabôcro chucro” armados de Winchesters e Smith Wensons - todos cal. 44 de Guarapuava para São Paulo atendendendo o chamado dum coronel famoso. Naquela época, meu avô era Getulista graças aos milhares de alqueires de pinheirais que ele, meu Avô, invadiu com a silenciosa conivência “do pessoal do govêrno”…
Mas quando o Getúlio promulgou as leis trabalhistas, o Polaco Estefano queria matar o sujeito a “górpe de rabo de tatu porque bala é prá gente que merece respeito”… Conta-se que naquela época Seu Estefano tinha mais de 300 “agregados” devastando pinheirais na região de Laranjeiras do Sul, Guarapuava e Pato Branco. As leis trabalhistas foram uma punhalada nos lucros da família…
Em 1974, quando meu Avô faleceu aos 94 anos, (depois de 4 derrames) no sotão da casa amontoavam-se as winchesters, os smiths, as lugers e uniformes carcomidos. Não descobriu-se nenhuma medalha, mas o falecido tio Miguel conta que aí por volta de 1950 acompanhou o meu Avô até o Rio ( na época, de Guarapuava ao Rio era uma Odisséia) para receber “uns dinheiros” e falaram com um general sobre “uns cumunistas”…
40 surfando che que jaca // 9/July/2008 às 12:04
Guilherme, perfeitamente. Iria fazer esse reparo. O homem cordial do Sérgio é ser emotivo, mas que pode agir com violência. Entende que as relações interpessoais são mais importantes que a lei, é o homem do jeitinho.
Prezados, separatismo é uma aberração contra a nação forjada com perda de vidas, como nas guerras da independência e da regência. Uma construção conservadora, mas consolidada. Lutemos pela amazônia brasileira. Não capitulemos diante do imperialismo.
41 surfando che que jaca // 9/July/2008 às 12:06
Magiogongzaratrusta etc,
Mesmo que não morresse ninguém, é e será uma guerra civil.
42 anrafel // 9/July/2008 às 12:22
O golpe militar de 64 também foi apelidad0 de Revolução. A turma que dá nomes a esses movimentos mistura ridicularia com senso de marketing.
O conflito de 32, por exemplo. Um dos pilares daquela situação que mantinha São Paulo e Minas Gerais cercado roças por todos os lados, a política do café-com-leite, os líderes paulistas se viram batidos por Getúlio e sua aliança.
Que fizeram, então? Passaram a arrotar convicções democráticas que nunca tiveram, beneficiários que eram de uma sociedade horrível de tão desigual, onde escolhiam até quem podiam votar.
E para dar o devido brilho a um movimento que pretendia fazer voltar uma situação que começava a ser superada escolheram o lindo nome de Revolução Constituicionalista.
43 C. Barbosa - subversivo // 9/July/2008 às 12:28
Hoje fica difícil mobilizar o coletivo pra ir em praça pública principalmente, quanto mais pegar em armas. Já que tudo é sinal dos tempos, da evolução, acredito que uma solução a ser exercitada e difundida é justamente o que estamos fazendo aqui. Debatendo, com consciência (#21 – dá desanimo, concordo plenamente) e na Internet.
Um post do dia 07, sobre a legislação da Internet, tem uma ligação fortíssima com esse assunto de revolução. Se considerarmos todos os movimentos virtuais baseados em troca de informação, difusão de idéias, pesquisas, divulgação, comentários e debates teremos então as manifestações. Já participei de algumas, esse ambiente onde estamos digitando é uma forma de manifestação, e o manifesto é uma das maiores armas de uma revolução.
Daí vem o que já disseram claramente (não sei como tem gente que não entende), quanto menor o raciocínio maior a alienação. Acredito porém que um governo honesto (inexistente mundialmente)não teria dificuldades em atender à uma população inteligente. E em termos de benefícios para um povo nem é preciso ser tão inteligente, ao menos nas necessidades mais básicas. E eu não podia deixar passar batido que a total mudança da agenda dos veículos de comunicação deveria mudar, diminuindo a carga de novelas e bobagens e construindo uma nova consciência.
Sobre separatismo quero apenas arriscar, entendo que isso é inerente à natureza humana. Olhe pra este blog e veja o quanto estão nítidas as diferenças entre seus debatedores. Estaria sendo hipócrita se não aceita-se à idéia, pois no âmbito nacional sou patriota e gostaria que o Brasil fosse único. Aí vem a política pra dar um jeito nisso, apaziguar.
Então pergunto: Quem nasceu primeiro? As fronteiras ou a política?
E só pra ilustrar: Se o nordestino apanha por tentar trabalhar sudeste, a recíproca deveria funcionar e somente o nordestino poderia usufruir das suas belas prais e demais belezas naturais.
44 Elias // 9/July/2008 às 12:28
Anos depois, uma parte da população de São Paulo foi às ruas com cartazes que diziam:
32 + 32 = 64
45 anrafel // 9/July/2008 às 12:39
# 44
A conta ficou certinha assim porque não deu pra fazer em 54, em 61 …
46 Suzana // 9/July/2008 às 12:54
Bravos avós: o meu voava por dentro de túneis.
Quando minha mãe contou, não acreditei, até que ela me mostrou num livro a passagem que contava como ele dava rasantes dentro de túneis.
Doidão. :o)
47 surfando che que jaca // 9/July/2008 às 12:54
Revolução é conceito de ruptura estrutural, assim compreendo pelo viés marxista. Mas pode ser aplicado com outro sentido, de revolta política. Revolução de 30, por exemplo, não trouxe qualquer mudança estrutural,nem sequer um estado industrializante de imediato (via prussiana, por alto - gramscianamente falando), mas é chamada de revolução etc. Revolução foi a francesa, a bolchevique, a cubana… Dr. Elias, bom lê-lo outra vez.
48 anrafel // 9/July/2008 às 12:57
O fato da Independência e da Proclamação da República serem percebidos como acordo entre as elites pode levar a uma idéia de total passividade e aversão à luta por parte da sociedade brasileira na colônia e no império.
Não é bem assim e a moderna historiografia brasileira (recomendo, entre outros, Evaldo Cabral de Melo) tem bons textos sobre revoltas ocorridas nos dois períodos.
Alguns desses movimentos poderiam ser reputados como mais importantes que, por exemplo, a Inconfidência Mineira, mas a historiografia preferiu sacramentar esta.
Não se tem notícias de preparativos militares sérios a embasar o movimento de Tiradentes, tanto que caiu pela língua solta de um salafrário.
Já no século 17 (1684), Manoel Beckman liderou no Maranhão uma revolta de índios e brancos livres contra a metrópole; no Pará, negros , índios e gente das camadas médias chegaram a tomar o poder.
Na Bahia, tivemos em 1798 a Revolta dos Alfaiates, também chamada de Conjuração Baiana. Importante: os líderes defendiam a libertação dos escravos, o que não ocorrera na Inconfidência Mineira.
Na Bahia também, em 1835, deu-se a Revolta dos Malês, o maior movimento de contestação à escravidão partido dos negros no Brasil. Sobre esse tema há um ótimo livro de João José Reis.
49 surfando che que jaca // 9/July/2008 às 12:57
64 será sempre uma contra-revolução, jamais revolução em qualquer sentido do termo. Um golpe civil-militar.
50 surfando che que jaca // 9/July/2008 às 13:09
anrafaelelel,
Independência não foi sem mobilização de tropas e enfrentamento pelas armas e derramamento de sangue na Bahia, Maranhão e Pará. Agora a proclamação da república foi uma quartelada, só rolou o Barão de Ladário que se meteu a besta, apesar da discussão mal conhecida, sobre a participação popular. O monarquista rural mineiro e imortal de fardão, ZéMurilo, despreza a simpatia popular pela república, mas não explica porque ninguém mexeu uma palha pelo regime caduco e já corrupto. Prefiro ler a Emília Viotti, que situa a república como um processo de crise do regime monárquico. Ela é marxista e jamais será lembrada para vestir um fardão reluzente e elitista.
51 anrafel // 9/July/2008 às 13:24
surfando,
No ano seguinte à Independência, os portugueses tentaram estabelecer uma cabeça-de-ponte e talvez uma secessão aqui na Bahia. Foi briga feia.
Nos levantes que citei houve enfrentamentos militares, tomadas temporárias do poder e, claro, mortes.
Pouco antes da Independência e logo depois dela, Pernambuco foi palco da Revolução Pernambucana e da Confederação do Equador, onde despontou a grande figura do Frei Caneca.
São episódios que vão contra essa interpretação de apatia e de “o povo bestificado”.
52 surfando che que jaca // 9/July/2008 às 13:42
Sem duvida, nobre companheiro Anrafel.
Anariê. Tenho ciência de tais fatos e sempre é bom lembrar de nossa história, que sempre estudei com afinco. Um economista precisa entender a História para não virar um cabeça oca, um “babaquinha”, um cabeça de planilha.
Para
53 surfando che que jaca // 9/July/2008 às 13:42
Parabéns, camarada.
54 Alba // 9/July/2008 às 13:51
Surf e anrafel,
Acho que está talvez, havendo uma falsa discussão. Por um lado, ninguém minimamente informado, (viuge, ando com tendência a perpetrar rimas cretinas involuntariamente - perdoem) ignora que nossa História está cheia de episódios sangrentos em que a população, de uma forma ou de outra, manifestou-se contra as condições em que vivia. Mesmo com a brutal repressão do Brasil Colônia e a não menos brutal repressão que se seguiu no Império e na República Velha. É só lembrar a revolta do Contestado, pra não citar Canudos, claro.
E o surf tem absoluta razão em atribuir os nomes corretos às coisas. “Revolução” foi uma palavrinha abusada demais entre nós, gerando muito mais confusão do que esclarecimento sobre a que circunstância ou acontecimento queriam nomear.
55 surfando che que jaca // 9/July/2008 às 13:51
Será que alguém já se perguntou por que grandes intelectuais brasileiros nunca foram sequer lembrados para a ABL, enquanto gente pífia envergou/a o fardão? Caio Prado, Celso Furtado, Sérgio Buarque, Florestan, Drummond, João Cabral de Mello…
56 Jåµë§ ßønd™ // 9/July/2008 às 13:57
-= E como au aprendi assistindo Mandrake, 6 de julho será “eternizado” como feriado da Revolução Acreana.
Quer dizer, para os que acreditam que o Acre existe de verdade.
57 Jåµë§ ßønd™ // 9/July/2008 às 13:59
-= Ops… 6 de Agosto, quero dizer.
58 Alba // 9/July/2008 às 14:06
Surf,
O João Cabral não era acadêmico? Pensei que era, sinceramente. :)
Agora, o Zé Murilo escreve bem, não se pode negar. Nem sempre concordo com tudo que ele escreve, mas ele é bem preciso e elegante. Dele, o meu livro predileto é “A Formação das Almas”, em que descreve o esforço da nascente república para se legitimar, passando pela adoção de nova bandeira e o concurso para escolher um novo hino nacional, que foi rechaçado pela maioria, segundo ele diz, por razões sentimentais ou de hábito. Curioso é que até hoje, pouquissimos sabem decifrar a letra do hino nacional, escrita de forma invertida e empolada, o que não acho casual.
Da mesma forma, gosto bastante da descrição que ele faz da campanha pela transformação de Tiradentes em herói (republicano) nacional, aproximando-o visualmente da figura de Cristo.
59 Rodrigo // 9/July/2008 às 14:09
Se alguém diz que “O objetivo (dos revolucionários) era derrubar o governo de Getúlio Vargas e reinstituir a Constituição” e outro diz “Ou era uma maneira de reinstituir a política do Café com Leite e a Velha República”, então posso concluir que ambos falam a verdade. Ah, essas aulas de lógica…
60 Juliano // 9/July/2008 às 14:24
É verdade, os critérios da academia são muito estranhos. Aquilo lá me parece muito mais um clube de compadres que gostam de tomar chá, quando deveria ser uma instituição representativa da cultura nacional.
61 Hugo Albuquerque // 9/July/2008 às 14:26
anrafel # 42
Perfeita analíse sobre 09 de Julho de 32, nada a acrescentar.
62 Carlos Alberto Lemes de Andrade // 9/July/2008 às 14:37
Meu caro Pedro: Sem qualquer demérito ao seu texto, primoroso como sempre, permito-me apenas uma pequena observação: a última vez que uma unidade da federação brasileira manifestou-se pelo desligamento da União foi no dia 28 de março de 1964 quando o governador das Minas Gerais, José de Magalhães Pinto declarou Minas sublevada, desligada da Federação e nomeou Milton Campos seu “ministro” de Relações Extreiores, no mais burlesco episódio que antecedeu o golpe de 64. Magalhães, dono do então Banco Nacional estava à garra com seu banco praticamente quebrado com a elevação do depósito compulsório que Jango havia determinado à SUMOC (Superintendencia da Moeda e do Crédito) antecessor do Banco Central fizesse a partir de fevereiro daquele ano. Magalhães deslocou tropas da PM mineira para as divisas do Estado (as cidades ficaram entregues a milícias chamadas “bate-pau”) e forçou Luiz Carlos Guedes e Mourão Filho a sair de Juiz de Fora para combater o I Exército no Rio. Foram os desvarios mineiros do Golpe e a última vez que se tomou alguma decisão sobre separatismo no Brasil
63 aiaiai // 9/July/2008 às 14:41
Muito bom anrafel (42)! Me admira o pd, chamando aquilo de revolução e ainda falando de uma medalhinha que o pai dele deu…alias, me decepcionei com o pai do PD também depois dessa.
O pior é que os caras mandaram para a frente de batalha jovens pobres que morreram aos borbotões…os senhores do café ficaram no bem bom e depois ainda fizeram acordo com o “ditador”.
temazinho ridículo, feriado ridículo…se fosse na bahia iam dizer que era porque o povo é preguiçoso e gosta de feriado.
vão trabalhar seus paulistas folgados!
64 Darwinista // 9/July/2008 às 14:42
Será que eu senti um certo bairrismo anti-paulista nos comentários #2 e #3 ou só estou lendo demais nas entrelinhas?
65 Darwinista // 9/July/2008 às 14:43
Bom, o #63 me fez ter plena certeza agora. Pena, aiaiai, gostava de você.
66 SPORT CAMPEÃO // 9/July/2008 às 15:27
aiaiaia,
voce feriu os sentimentozinhos do Darwin.
67 aiaiai // 9/July/2008 às 15:37
Darw,
Se vc acha que meus comentários foram expressão de bairrismo, eu é que lamento que vc esteja se mostrando tão idiota. Não digo que gostava de vc, mas também já achei alguns comentarios seus bem pertinentes.
Bairrismo é achar que aquilo foi revolução só porque foi em sao paulo…aquilo era movimento de escravocrata da pior laia que, até hoje, é comemorado pelo estado quando devia ser renegado.
Meus comentários foram apenas irônicos, só isso. Não tenho absolutamente nada de bairrista. Já morei em vários estados e gosto de gente que vive em todos eles, assim como gosto de pessoas de todas as partes do mundo que já tive oportunidade de visitar.
68 marco // 9/July/2008 às 16:13
MMDC
Martins, Miragaia, Drausio e Camargo.
Jovens mortos pelas balas da ditadura.
Tombaram pela civilização do estado de direito. Foram massacrados pelo caudilhismo relinchante de Vargas.
De 9 de julho de 1032 até outubro do mesmo ano, quando foi derrotado militarmente, São Paulo respirou a liberdade.
A luta de ‘32 continua, mais atual que nunca.
Entre os que lutam pela vitória do Direito - contra as animálias que buscam o ” Puder” a qualquer preço.
ma
69 anrafel // 9/July/2008 às 16:33
Carlos Alberto Lemos de Andrade, #62,
Grandes adendos.
E sobre os “dias estranhíssimos” da atualização, mais uma:
Ranieri Mazilli, presidente da Câmara, declarou vaga a Presidência da República quando Jango ainda se encontrava no país.
70 Doida de Pedra // 9/July/2008 às 16:51
Mas eu não quero separatismo o que eu quero é que o brasileiro saia desta apatia que se encontra, pagando fortuans em impostos, preços exorbitantes por 1kg de arroz e, sem poder mais comer carne porque agora tá tudo pela hora da morte. quanto mais carga colocam no nosso lombo mais a gente se abaixa…
71 Jåµë§ ßønd™ // 9/July/2008 às 17:02
-= ai … aiaiai… essa doeu.
72 surfando na jaca aberta // 9/July/2008 às 17:11
Albita, obrigado pela correção. O João Cabral foi eleito para ABL, e corretamente, em 1968 na vaga de Assis Chateaubriand (????). Mas os outros citados, necas de pitibiriba e mudaram a forma de ver o país. O monarquista fazendeiro-mineiroZé Murilo tem seus méritos. Na Formação das Almas pode-se ler a barbáridade dos altos índices de moralidade pública do Império, quando ele era acusado de corrupção, havendo caído um gabinete ministerial antes do de Ouro Preto exatamente por essa acusação. Trata-se de uma construção edílica da monarquia popular da cabeça do monarquista cientista político. O livro é cópia do trabalho de um historiador francês que me foge da memória, que trabalha com o conceito de sociabilidades em história política e que estudou os monumentos de Paris. Isso não invalida o trabalho do Zé, mas tira sua genialidade. É um bom livro, afora as loucuras do mineiro.
73 HRP Fast Simple // 9/July/2008 às 17:14
São Paulo aquela época era uma mistura de jovens constitucionalistas, velhos homens do café com leite e a turba a ser manipulada……combateu-se bem…..mas só 05 anos após conseguiu-se a constituição……e Getúlio só largou o osso 18 anos depois…….um mal necessário?
Getulio era amado na minha familia em Santos:
Detalhe….toda a turma vinha de familias pobres morando nas beiras de praia!….O povo pobre adorava Getulio………
74 surfando na jaca constitucionalista // 9/July/2008 às 17:20
São Paulo das oligarquias insatisfeitas e que bancaram o movimento de 32 contra os interventores de Vargas. Nem a república velha dominada pelos paulistas era uma democracia de fato. E a constituinte veio em 34. Depois, a ditadura de Vargas. Vcs. não se envergonham da república velha?
75 surfando na jaca constitucionalista // 9/July/2008 às 17:20
É isso, Romeu.
76 HRP Fast Simple // 9/July/2008 às 17:49
A republica velha caiu de podre….e quase concordando com o bom e velho Antonio M….os militares só entregaram o bastão depois de muita teimosia…….E Getulio foi uma passagem……
O agora é o que importa…….uma boa mudança de ares em Sampa ajudaria a nação, como também um novo presidente depois de lula e alguns desses Dantas e Nahas perdendo o dinheiro e ficando presos……..essas coisa maturam a democracia……os tres poderes funcionando.
77 Brancaleone // 9/July/2008 às 18:13
O problema (ou o objetivo) das revoluções é sempre o mesmo, não importa qual a causa: Um grupo quer o poder e decide tomá-lo. Quase sempre usam o povaréu, às vezes a milicada, mas sempre e toda a vida manipulam a maioria. Tal e qual as revoluções anteriores e as que a sucederam, a de 32 foi apenas isso: Troca de chefia.
Depois de um certo tempo e pouquérrimas mudanças, as coisas às ficam como estavam ou então pioram bastante. Claro que fartas quantidades de sangue, expurgos, exílios, perseguições e assassinatos acontecem, mas do ponto de vista dos revolucionários estas coisas são “justiça popular” e os carrascos são chamados de heróis da revolução tal e qual Che. Claro que não vou citar os carrascos das revoluções de direita porque do meu ponto de vista, os carrascos da direita é que são os heróis…
78 Brancaleone // 9/July/2008 às 18:15
“O povo pobre adorava Getúlio”
Pobre tem a mania de adorar facínoras… e qualquer ditadorzinho que lhes dê uma esmolinha…
79 HRP Fast Simple // 9/July/2008 às 18:21
É o macaco tá certo né Bronco?….fica aí com teus heróis!
Fala sério……..
80 Linda // 9/July/2008 às 19:26
“Getúlio Vargas, pai dos pobres e mãe dos ricos.”
D.MJCB.
81 Linda // 9/July/2008 às 19:27
Quem lembrou do fechamento da “9 de Julho” pela milicada?
82 Alba // 9/July/2008 às 20:02
Surf,
Mille grazie (tô ficando ficando fresca) pelas informações de que havia um modelo francês pro Zé Murilo. Não me surpreende na verdade. Mas ainda assim, acho que o cara tem seus méritos. Numa corresponsdência com o nosso douto Elias, passei a ele um especial publicado na Folha de São Paulo, sobre a avaliação de alguns historiadores sobre a importância do 1808.
Não por acaso, a postura que parecia mais palatável pra mim e pro Elias (pobrezinha de moá), era a do Kenneth Maxwell, que dizia, resumidamente, que o Brasil não existiria sem o 1808, mesmo com discordâncias do Evaldo Cabral, historiador de respeito que o anrafel cita, com razão.
Mas aí, devo confessar só entre nós, que ninguém nos ouça, que com todo o respeito pelo trabalho do Evaldo Cabral, foi triste pra mim, anos atrás, ler que ele classificava FHC como nada menos que ESTADISTA. Viuuuuge!!!!
83 Alba // 9/July/2008 às 20:16
E já que estou saliente, parece-me que certas reações aqui são despropositadas. Não se trata de defender o “orgulho de São Paulo”, seja lá o que for isso.
A situação em 32, apesar do óbvio componente das elites frustradas por ter perdido o poder, comportava outros elementos, como o fato de que que GV escolheu um tenente (perdão, esqueci o nome) pra governar Sâo Paulo, que era abertamente hostil ao estado.
Mais. Houve casos flagrantes, que chegaram a ser dramatizados pela tv cultura, em que tenentes, antes apoiados por uma parte considerável do estado, simplesmente usavam a sua posição de poder pra achacar a população. Gravei em vídeo essa produção (que ficou verdinha com a maresia e tive que jogar fora), em que, num exemplo simples, um tenente entra numa barbearia, pede o serviço, o barbeiro o faz, só pra ouvir na hora de pagar a conta, que tudo ficava “pela revolução”. Pffui!
O que talvez explique parcialmente o engajamento dos paulistas na ação.
84 HRP Fast Simple // 9/July/2008 às 21:18
Cara Alba….as vezes o que me parece ser seu exilio no litoral sul tras dores paulistanas a sua alma…..
O Brasil hoje é um bloco só…..
Mas claro a bandidagem age em todos os confins do Brasil…….e o intelecto não é o X da questão…..a moralidade é a chave do problema……Daniel e 80% da população vacilam nese item…..
85 HRP Fast Simple // 9/July/2008 às 21:20
NESSE!
86 HRP Fast Simple // 9/July/2008 às 21:23
O caso dos governadores hostis a Sampa é patente e conhecido em vários livros sobre 32……a analise da questão é longa e de varios autores……
Qual é a população do estado mais industrializados e hurbano do país?
Senhores….Sampa é a máquina!
87 surfando na jaca constitucionalista // 9/July/2008 às 21:24
Falou, Alba. Vou fugir do debate de 1808, por preguiça e seria muita História nesse post. O historiador francês é Maurice Aguillon (espero não ter errado o sobrenome, estou longe de minha biblioteca gigantesca).
Apenas deixo o comentário provocativo sobre Vargas. Sem dúvida um ditador, não um fascista conceitual, e declarado opositor das liberdades democráticas em seu Estado Novo. Mas se não fosse Vargas, a modernização do país não teria andado de maneira decidida. É inegável que devemos ao Vargas a criação da infraestrutura (CSN, Petrobrás, Eletrobrás, FNM…) para a industrialização brasileira e a modernização do estado. Foi o nosso Napoleão, outro ditador modernizante. É o julgamento da História. Pai dos pobres e mãe dos ricos, dominador dos sindicatos, inspirado num modelo fascista brando, e perseguidor implacável de seus oponentes.
88 surfando na jaca constitucionalista // 9/July/2008 às 21:28
Alba o primeiro interventor de São Paulo era uma pessoa progressista, um tenente que desagradou as elites oligárquicas e indústriais por não perseguir grevistas. Estou falando de memória e sem Google. Espero não estar errado.
89 Alba // 9/July/2008 às 21:39
Surf,
Pra ser bem simplesinha, ainda mais com vinho, que decidimos fazer um fondue aqui em casa, adorei a informação sobre o francês.
Ora, sobre Vargas, é difícil negar-lhe o papel que teve. O cara, independente de qualquer interpretação sobre ele (e são várias) mudou realmente o Brasil, ainda que usando métodos que deixo pra discutir outro dia. Um estadista.
90 surfando na jaca constitucionalista // 9/July/2008 às 21:52
Beijocas, Alba. Pois na Mantiqueira está um gelo. Vou é de conhaque aquecido no café.
91 Alba // 9/July/2008 às 21:55
Beijo!
92 HRP Fast Simple // 9/July/2008 às 21:59
Surf e Alba….o interventor em Sampa seria sempre o cristo…..e não havia net…..era no boba a boca…….e Getulio fez algo…..o meu medo é que essas afirmações sirvam par a direitada me espancar em relação aos 20 e tantos anos dos militares…….Alba cuide bem do Alex….Surf…..o frances é como flor….tem que cultivar…feliz de voce que pode soltá-lo com a parceira……
93 HRP Fast Simple // 9/July/2008 às 22:02
Ditador sempre é alguém perigoso…..mas se for menos que o desgraçado do Bush …serve…..
94 Darwinista // 9/July/2008 às 23:56
se fosse na bahia iam dizer que era porque o povo é preguiçoso e gosta de feriado.
vão trabalhar seus paulistas folgados!
Se vc acha que meus comentários foram expressão de bairrismo, eu é que lamento que vc esteja se mostrando tão idiota.
aiaiai,
Seus comentários acima não comprovam apenas seu bairrismo. Mostram também o tipo de pessoa que você é. Daquelas que eu prefiro manter distância.
95 surfando na jaca constitucionalista // 10/July/2008 às 0:06
Vim dar uma boa noite depois do jogo com o Atlético Mineiro. Aliás, o Mengo jogou mal que dói no segundo tempo.
Romeu, tem razão. O personalismo dos ditadores e a impunidade de seus desmandos bastam para que sejam lastimados.
Agora, Vargas não foi um ditadorzinho qualquer, foi um estadista. Marcou profundamente a organização do estado e nossa economia. Até hoje é difícil analisar seus governos, a mais interessante personalidade de nossa História. Alguém que ainda divide apaixonadamente as opiniões até nossos dias.
Uma boa noite a todos.
96 surfando na jaca constitucionalista // 10/July/2008 às 0:19
Darwin, que se passa? Tenho reparado que vc. anda brigão.
Aiaiaiai só quis dar o troco. Cutucar a paulicéia desvairada. Sempre achei engraçado esse feriado em homenagem a uma derrota e ao separatismo, a um sentimento anti-nacional. São Paulo contra o Brasil que aturou os desmandos da elite do café durante 30 anos, sangrando os cofres da federação com a valorização do café.
Os paulistas comemoram a luta sangrenta pela independência, onde morreu muito mais gente do que em 32. Essa comemoração eu consigo entender.
Bom, gosto de meu país, tenho nada contra os paulistas. Sou brasileiro e andei pelo Brasil.
97 surfando na jaca constitucionalista // 10/July/2008 às 0:20
Paulistas=baianos.
98 Darwinista // 10/July/2008 às 0:37
surf, é o seguinte:
Quem tem a paciência de ler as coisas que eu escrevo deve saber que preconceito é um negócio que me tira do sério. De qualquer espécie.
Eu não defendo paulistas e muito menos São Paulo. Aliás, por diversas vezes critiquei a cidade e seus habitantes.
Mas categorizar um grupo étnico ou uma população é errado e covarde. Ninguém escolhe onde vai nascer, de que raça vai nascer etc. Você pode criticar escolhas, como ideologias ou religiões. Criticar o cara por ser paulista, baiano, ou amazonense, é certo isso? Certamente que não é.
Eu não defendo a Revolução de 32, não tenho nenhum orgulho patriótico a respeito desse evento e muito menos pelo fato de ser paulista. Mas não admito ser criticado apenas por ser paulista.
E quanto a ser brigão, sinceramente só me lembro das seguintes situações: com o Mordechai-Leave a Comment, que ninguém vai me convencer que eu estava errado, com o Fred, onde já admiti que exagerei, mas acho que ele mereceu o esculacho, e com o Carlos Magno. E agora com a lamentadora. De resto, pra mim, foram apenas situações corriqueiras de um blog como esse.
Mas como você é um cara que eu respeito por aqui, gostaria de ler seus comentários sobre isso. Abraço.
99 Darwinista // 10/July/2008 às 0:43
Ah, isso tudo, meu caro surf, sem falar na agressão gratuita da parte dela.
100 surfando che que jaca // 10/July/2008 às 9:57
Darwin,
sem duvida é estúpido esse preconceito regional, como esse regionalismo separatista.
A rica aiaiaiai tava reclamando desse orgulho separatista e juntou um ressentimento baiano no meio da coisa. Só isso.
101 aiaiai // 10/July/2008 às 13:41
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
vocês são de matar de rir!!!! quer dizer que agora eu sou baiana porque não gosto de paulista!!!!
Eu tava brincando com o orgulho ridículo que os paulistas - principalmente os paulistas bairristas - sentem da derrota de 32, e também com o fato de que estes - paulistas bairristas - geralmente chamam baiano de preguiçoso. Morei muitos anos em sampa e conheço muitos assim. Da mesma forma que conheço muitos cariocas que se acham, baianos preguiçosos, pernambucanos melhores do mundo, gauchos viados, etc, etc etc…mas não generalizo, a não ser para fazer piada. Agora, quem não sabe ler, pode ser chamado de que???
102 joao claudio // 10/July/2008 às 15:35
Só um reparo. A primeira vez que um Estado se levantou contra o governo central foi em 1835 - Revolução Farroupilha. Também se pode citar a revolta de 1893.
103 surfando che que jaca // 10/July/2008 às 18:54
João Cláudio sua informação histórica é errada por alguns motivos:
1. não eram estados nessa época, mas províncias.
2. esqueceu a revolução pernambucana vitoriosa por tempo curtíssimo em 1817. Da cabanagem no Pará, 1835. Da Confederação do Equador, 1824. Bom, fora outras revoltas menores, sem sucesso.
104 surfando che que jaca // 10/July/2008 às 18:57
aaiaiaiaia, que te falta para ser assim tão agressiva com o Darwin. És rica, baiana enrustida ou paulista ressentida, só falta ser gostosa e arrasar com os corações do blog, poderosa.
105 Rolando // 10/July/2008 às 21:50
Aqui muito se comentou sobre se o termo Revolução seria o correto a se empregar ou não. Teve gente cretina que criticou o weblogger simplesmente porque seu pai tinha uma medalhinha de recordação…
Bem, algumas derrotas podem ter gosto de vitória e vice-versa. Veja o caso do golpe ou revolução ou tomada de poder de 1964. Os militares ficaram por mais de 20 anos, conseguiram aniquilar os grupos comunistas - intelectuais ou terroristas ou guerrilheiros. Quando do reestabelecimento da democracia, a esquerda só chegou à presidência em 2002 ao declarar-se democrata, mantenedora da economia de mercado e do direito à propriedade e patrimônio financeiros privados. Mas assim mesmo, pela forma como deixou o poder, os militares ficaram desmoralizados e hoje vemos muitos ex-guerrilheiros ou ex-militantes clandestinos afirmarem que foram eles que reconduziram o país à democracia. Existe desonestidade dos dois lados.
Mas voltando ao início do meu post, a despeito dos anti-paulistas deste debate, São Paulo foi um exemplo de reinvenção. A oligarquia do café perdeu poder mas o Estado não sucumbiu. Criou uma tremenda infra-estrutura - se comparada à restante no país -, diversificou a economia e investiu pesado no saber. Vide criação da USP após a fusão de algumas faculdades tradicionais.
Não sou paulista nem separatista, mas é inegável que São Paulo não se fez de derrotado nem entrou em decadência. Isso é uma dádiva de poucos.
106 Darwinista // 10/July/2008 às 22:38
surf #104,
o que falta? Fácil: educação.
107 surfando che que jaca // 10/July/2008 às 22:39
Parece que o Rolando Lero fugiu de algum programa antigo do Chico Anísio… Sum Paulo, o orgulho da nação, a locomotiva do trenzinho nacional caipira. Blarghhhh. Boa noite a todos brasileiros, paulistas ou não.
108 surfando che que jaca // 10/July/2008 às 22:40
Darwin, tudo bem, mas pode ser jeitosinha, limpinha e cheirosa.
109 Rolando // 11/July/2008 às 17:43
Surfando na jaca,
você realmente merece ser contemplado pelo Darwin Awards*.
*vide revista Piauí, edição de junho, seção Despedida.
PS: não sou do tempo do chico anysio, ou melhor, só lembro dele como professor Raymundo reclamando do salário. E se você reler o meu post, com mais calma, sem preconceitinho raivosinho, você não encontrará nada que diga aquilo que você afirmou.
Passar bem, débil mental
110 Memento // 11/July/2008 às 21:24
Ui, raivosa! Feioso! Dá a patinha.
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