Se alguém perguntar por mim
diz que eu fui por aí,
levando o violão debaixo do braço,
e em qualquer esquina eu paro,
em qualquer botequim eu entro,
e se houver motivo,
é mais um samba que eu faço,
e se quiserem saber se eu volto
diga que sim, mas só depois
que a saudade se afastar de mim
Open thread da semana que começa
June 30th, 2008 · · 321 Comentários
Tags: Open thread
321 Comentários até agora ↓
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-= Were You Expecting Someone Else?
You can still depend on one man… ØØ7 -
Focus Fusion: The Fastest Route to Cheap, Clean Energy
http://video.google.com/videoplay?docid=-1518007279479871760&q=Google+tech+talks+lerner&pr=goog-sl
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E a (não tão) nova política de inteligência proposta por McCain, PD? Não vai comentar nada?
http://www.theonion.com/content/video/mccain_vows_to_replace_secret
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Bom dia!
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Conheci esse samba na voz de Jair Rodrigues, cantando junto a Elis Regina (Dois na Bossa).
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Surf,
Sobre seu comentário 190 no Open anterior, quero dizer que desde que cheguei ao Pará não vi sequer uma nesga da Floresta Amazônica. Disseram-me que aqui no sul já não tem nada. Só no norte do Estado. Aqui tem muito é fazenda de boi.
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Bons dias,
Guilherme, espere para ver a divulgação dos dados oficiais. -
Se é que haverá divulgação né?
Sei não, do jeito que anda a coisa….
Ô Surf, seria um “furo” prô Pedro Doria essa informação né?hehe
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Semana passada a dignissima senadora Kátia Abreu começou a cair do cavalo ,por suspeita bem evidente de haver recebido doações irregulares pa a sua campanha….agora chegou-se ao montante :
650 mil reais….da sua querida Conederação de Agropecuaria e Agricultura do Brasil……do amiguinho Caiado! -
HRP, essa quantia é troco.
kkkkkkkk rsrsrsrrrsrsrs
:-)))))))
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Pois é Alex…….mas essa menina era uma daquelas moralistas lá no senado , agora……….
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Ih HRP, você não viu o “carapintata” que também foi pego com a mão na cumbuca?
Parece que no Brasil quem vira político por tabela começa a fazer coisa errada.:-/
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Bom dia a todos.
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Oi Nada!
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Um sismo forte no oceano, sudeste da Argentina, Ilhas Sandwich.
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Sandwich. É um nome legal.
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É Nhé, também me deu fome.
:-)
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Hum… um sanduba de queijo branco, peito de peru, cenoura e maionese….
Hum… de queijo prato e salame… hum… cai bem!! -
A “lei seca” já começou a pegar “graúdo”, um promotor de Sampa rodou nesse fim-de-semana.
Quero só ver até onde esse troço irá. -
Oi, Nhé!
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Humm… um sanduba com hamburguer de calabresa, ovos, toicinho, um pouco de maionese e catchup picante….
Tudo bem natural….kkkkkk rsrsrsrsrsrsrs
:-)))))
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Proftel,
Onde está essa notícia do promotor ?
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Sem querer ser chata… e se quizerem (?) saber se eu volto
Dá não… Mesmo que a letra original tenha sido assim…
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Ah, estou empapuçada de carne. Acho que não vou comer isso por uns dias. Ontem fiz a famosa “comer até cair” na churrascaria. rsrsrsrsrs
Guarda: Que bafo é esse aí?
Eu: Da lingüiça apimentada, moço!
Guarda: Tá brincando comigo? Bafômetro já!
Eu: Não! Me recuso a fornecer provas contra mim. Quero ir para o IML fazer exame de sangue. E ver o quanto meu colesterol subiu neste almoço.
Guarda: Vai pro IML sim. Na condição de presunto!
Eu: É presunto parma???? -
Ô Nat! Deicha u peçoal herrar!
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Nat, não entendi esse #24.
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Eu deixo, Nhé, mas eu comento… ;- )
PD não é disso!
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Prof, é da letra da música do Open.
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-= Bom dia novamente, ladies and gentlemen… o último dia do mês mão deixa saudades, pois Julho será um GRANDE mês, eu garanto.
–X–
Alguém escutou o “link” de ontem?
Quem diria que esses caboclos estava tão por dentro do circuito da música, hein? Até baixei o “American Boy” da Estelle.–X–
O meu grande conselho para todos hoje é:
“Se for comer bombom de licor, não dirija. Se dirijir, não coma bombom de licor”.–X–
listening [+] American Boy | Estelle feat. Kanye West
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Ah, Nat, na maioria das vezes letra de música passa batido, nem boto reparo.
:-)
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James, se bobear até frentista de posto e funcionário de usina de álcool não passam no bafômetro.
E, aquele ditado “não existe mulher feia, existe pouca cachaça” pelo jeito com essa lei deixará de ser usado.kkkkkkkkkk rsrsrsrsrsrsrsrs
:-)))))))
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Prof acabou de descobrir as maiores vítimas da nova lei de trânsito: não, não são os coitados donos de bar e nem as inocentes multinacionais de bebidas! São as mulheres feias!!!!
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E os homens feios também né, porque esse ditado é unisex.
Tem muito homem que só dá pra engolir (sem trocadilhos) depois de outras coisas terem descido…
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unissex
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Ih Nhé, pior, já pensou se houver revolta?
Aquele monte de feinha na Av. Paulista fazendo manifestação, exigindo cota e lei contra discriminação?kkkkkkkkk rsrsrsrsrsrsrsrs
:-))))))
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Rsrsrsrsrs!!
Pelo direito de ser baranga!!! -
-= Tem razão, Proftel… eu não tinha pensado nisso.
Mulheres feias do mundo inteiro devem estar rejeitando a nova lei e passarão a contrabandear bebida em conluio com o tráfico de entorpecentes. Prevejo o início de uma nova era da criminalidade.
Acho que o nome mais adequado para elas sseria… As Intocáveis?!
–X–
Ou pelo menos, com a nova lei, voltarão a ser…. :-)
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-= Felizmente… eu só tomo um mojito (ou um bellini) por noite. Ainda consigo discernir um tipo da outra.
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Mas não é proibido beber.
Só não pode beber e dirigir depois. Aliás, combinação demente.
Não sei pq tanta comoção com essa nova lei (nem sei, é lei?) -
Já pensou?
Nova Lei: “Está isento do bafômetro quem estiver acompanhado de baranga”.kkkkkkkkkkk rsrsrsrsrsrsrsrsrs
:-)))))))))))
Putz. Baranga de salvo-conduto é dose.
kkkkkk rsrsrsrsrsrs
:-)))))
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-= ahhh… eu definitivamente não bebo e ando de bike depois.
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-= Proftel …. hahaha…. #41 … você está impossível hoje….
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Nhé, é Lei e tá valendo.
Quero ver no verão, todo mundo pianinho na praia, já pensou?
Outra coisa que até agora não vi na mídia, como ficam aqueles argentinos que fazem barbaridade nas estradas quando vêm para o Brasil?
Faltará cadeia, podem crer. -
Proftel,
Fui ler o link do promotor.
1. Não tem o nome do rapaz.
2. Estava com 0,35 ml de álcool (acima de 0,30 é crime).
3. Reagiu e o policial precisou aplicar gás de pimenta para “contê-lo”.Se fosse eu, você ou qualquer outro, teríamos os nomes estampados na mídia, talvez com fotos e prisão em flagrante.
Mas, aqui em SP promotores matam, são flagrados com travestis na rua (há alguns anos, 2 deles, com dois travestis, foram flagrados “em atos” nos fundos do cemitério da Consolação) e, como “defensores da lei”, são liberados e ganham promoções.
Promotores e alguns jornalistas são isentos de cumprir a lei. Depois de uns dias, a mídia “esquece”.
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O outro Open foi pautado pela Educação, esse aqui periga ser a lei do goró.
Ô Pedro Doria, você não falou nada sobre esses argentinos, taí o mote “internacional” pra sair um post sobre a tal Lei.kkkkkkkkkkk rsrsrsrsrsrsrsrsrs
:-)))))))))
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Prof, seguindo seu raciocínio #41 (ótimo, aliás), os argentinos estão livres para encher a cara para se agüentarem. Ser argentino é dose. De cara limpa, então… !
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NASCA, se fosse eu ou você em primeiro lugar estaríamos com a mão do PM estampada na orelha.
kkkkkkkkkk rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs
:-)))))))))))))))
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Para mim, o problema não é a nova lei. O problema é que já existia uma lei, e já era severa. (menos de 1ml de álcool) e ninguém nada fazia.
Os policiais estão atiçados pra ganhar uma grana, com o pretexto que precisam cuidar para que a nova lei não seja daquelas que não pegam…
A outra perdurou por anos sem que nada fosse feito. Também não concordo em beber e dirigir, o problema é que proibir TODO o álcool (vejam bem 0,30 ml é um copo americano de cerveja) é que se eu saio no Domingo, tomo um porre, volto de táxi, na segunda eu vou ter mais do que essa quantidade de álcool no sangue. Na terça ainda vou ter mais do que isso, e sem ter cometido crime nenhum…
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Putz Nhé, é mesmo, deixa os argentinos beberem, há outros dois motivos, se não se esborracharem nas estradas aparecerão boiando depois de três dias né?.
Pô, essa foi macabra.
hehe
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Nat, corre pro hospital que seu fígado parou.
Como assim, vc acumula álcool no sangue? Ou fica na bebida quase non-stop? -
Nat, isso já não é um porre, é injetar na veia.
Que eu saiba o alcool sai da corrente sanguínea em 48h. -
Hehehehehe, Prof, temos que escolher: ou sacrificamos algumas pessoas nas estradas ou sacrificamos a fauna e flora marinha.
Acho que temos que fechar a fronteira! -
Menores, índios e promotores são inimputáveis.
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Nat,
Oi, doçura .
Álcool no sangue, um dia depois, não é detectável pelo bafômetro.
O bafômetro (palavra grotesca) detecta partículas de álcool nos pulmões.
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Rsrsrsrsrs X acertou na veia.
Acrescente policiais, políticos apadrinhados. -
Políticos e apadrinhados.
Mas sem o “e” também tem sentido. -
Mr. X, e juíz? E delegado? E Oficial da PM/Forças Armadas? E investigadores? E políticos? E ….
?????????
:-)
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Prof, estamos antenados!
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Prof, não sei se vc vai aparecer de tarde, então caso eu não te veja mais, desejo boas férias para vc.
Agora vou almoçar. -
-= it’s absurd… i have a licence to kill, but not to drink.
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Nhé, é sério. No dia seguinte se você fizer o testo do bafômetro, você ainda vai superar a marca.
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James,
Então, arrume um padrinho e entre para o ministério público.
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É Nhé, vi tanto isso na TV quanto nos jornais na net, só falam quantos foram presos/multados, ninguém está falando como ficam “as exceções” nessa história, talvez essa leva de jornalistas que aí está tenha tomado chá de pena de papagaio.
Só repetem/reportam e estão com o cérebro atrofiado.kkkkkkkkkkk rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs
:-))))))))))
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-= Acho que vou fazer a prova da ABIN este ano, Nasca… :-j
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Nasca, acho estranha essa sua afirmação, mesmo sendo partículas e tal, no dia seguinte ainda vai sair no resultado. Um amigo médico e eu testamos. Enfim, devo estar errada.
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|| pause para alimentação… hm, nada trufas ao marasquino para mim hoje, se eu pretendo pedalar para casa…
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Nhé, minha casa parece uma lanhouse, há computador pra tudo quanto é lado.
Creio que nas férias fico até mais tempo por aqui (a exceção é durante a viagem), até na casa da minha mãe em Sampa também fico plugado.:-)
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James,
O pessoal da ABIN, atualmente é, na maioria, apenas arquivista e coletador de dados publicados.
________________
Nat,
Se você e o médico testara, talvez eu esteja errado. Mas a informação que tenho é a de que as partículas nos pulmões se dissolvem no prazo de 12 a 24 horas.
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testara = testaram
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Pessoal, hora do almoço.
Talvez hoje só à noite.:-)
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Proftel,
Boas férias.
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Nasca, por coincidência eu vou encontrar com ele amanhã, e vou confirmar. Pode ser que os aparelhos para medição tenham mudado. Mas eu mesma fiz o teste. As festas de medicina são homéricas, e na residência meu amigo tem que fazer o teste todo plantão, por isso ele me disse que tinha que esperar de 24 a 48 horas, dependendo do limite do teste.
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Ah, agora eu sei pq os médicos vivem faltando aos plantões… não é a ressaca da bebedeira de anteontem que pega, e sim as malditas partículas que demoram para sair do pulmão…
Recomendo, então, o uso de crack, para acabar logo com o pulmão! É o pulmão que tá errado! rsrsrsrsrsrsrsrs -
O samba também ficou lindo na voz de Fernanda Takai.
Boa escolha. -
Nat,
Se você confirmar, ficaremos esclarecidos. Um motivo a mais para abolir o carro e andar de metrô, que é mais rápido, melhor e não dá cadeia. :-)
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Intervalo alimentar.
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Nasca, vamos lá, falei com ele. O bafômetro mede realmente as partículas de álcool no pulmão, bem, é um processo químico complicado. Normalmente o tempo para eliminar o álcool varia de acordo com o peso e a quantidade de gordura da pessoa. Uma pessoa normal, que não tenha muita resistência é capaz de eliminar o álcool em apenas 4 horas. Para o resto dos bebedores, em média 15 ml por hora. Considerando uma pessoa que toma umas três garrafas de cerveja por noite realmente vai demorar bem mais de 24 horas para deixar de ser detectado pelo bafômetro.
-
Agora a questão é: quando os efeitos do álcool deixam de ter efeito de alguma significância no organismo, mais especificamente no quesito coordenação motora e outros fatores que impedem da pessoa dirigir com segurança?
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|> play … coletador de dados publicados, hein?… meu sonho é terminar meus dias neste tédio e sossêgo.
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Nossa, ficou muito mal escrito!
Vamos lá: sabemos que o álccol demora para sair do organismo. E isso o teste de bafômetro detecta.
Mas minha pergunta é: qualquer quantidade de álcool, por mínima que seja, afeta o organismo a ponto de deixar a pessoa incapacitada para dirigir? -
Ah, acho que troquei seis por meia dúzia… rsrsrsrs. Isso que dá ser burra! Não consigo me expressar! rsrsrsrs
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-= ok…. vou me dar ao trabalho de falar sério… (escreverei e postarei em alguns minutos)
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Eu quero beber para esquecer… Mas não lembro mais o quê.
:´-(
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Pelo tempo que passou, James está preparando uma tese de doutorado… rsrsrs!
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Vc bebe para esquecer que vc não é “di menor”, nem índio e nem promotor, X…
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-= sorry, Nhé… o dever me chamou… terei que ser curto e grosso*:
O resultado sobre o corpo humano é variado, assim como são variados as condições para se criar dependência de várias outras drogas. Então, a eficácia de medição é questionável.
Este tipo de medida, que eu não vou elogiar nem criticar explicitamente, serve apenas a uma ideolgia:
“Incomodamos TODOS, salvamos ALGUNS, fazemos ALGO”.
Para muitos, é melhor do que não fazer nada.
Para outros, melhor seria se nada fizessem.Há ua terceira opção, mundo real e não o ideal?
Responda quem quiser…–X–
*o importante é o prazer que proporciona
-
Nhé, quando a gente bebe, a bebida vai para o tubo digestivo e depois para o sangue. Alguns minutos depois, o álcool afeta o sistema nervoso, causando tonteira e diminuindo a coordenação no volante. Depois disso ele é processado pelo fígado e eliminado, o que leva umas quatro horas. Só depois disso é que se deve dirigir, pois os efeitos no sistema nervoso só cessam depois que o álcool é processado pelo fígado.
-
James, concordo em número, genero e grau com seu comentário #87.
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Nat, isso eu já sabia. O que estava questionando era a quantidade exata de álcool que altera uma pessoa, incapacitando-a de dirigir.
Concordo com o que o James escreveu: cada pessoa reaje de uma maneira e, na dúvida, o melhor mesmo é incomodar todos os bebuns para o bem de poucos que sofreriam pela falta de bom senso de alguns. -
Ois!?
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Nhé, essa lei é baseada num estudo que prova que qualquer quantidade de álcool altera a percepção e o controle. Se for homem, menos. Se for mulher, mais. Isso por conta de umas enzimas que as mulheres não têm. como eu disse antes, o peso e a gordura modificam, porque o álcool se dissolve em gordura. A média da taxa para dirigir, segundo pesquisas (que a lei segue) fica em 0,30 ml de álcool por litro. Esse tipo de medição já considera as diferenças corporais.
Isso significa que uma pessoa mais gordinha ou mais alta, vai poder beber mais do que uma mulher ou um homem magro, pois o álcool será absorvido com maior facilidade pela gordura e pelas enzimas do sangue e terá menor concentração no exame. -
Weblogueiros e weblogueiras,
O problema não é a quantidade de álcool que se ingere. O problema não é o que se faz depois que se bebe. O problema é impunidade!
Como bem observou a Nat, a lei anterior já éra suficientemente boa. Mas ninguém que cometesse a infração era devidamente punido. Assim como não serão agora também.
Essa nova lei pune verdadeiramente apenas donos de estabelecimentos comerciais e cidadãos responsáveis. Os cretinos continuarão a ingerir álcool e fazer barbaridades, porque estão certos que nada irá lhes acontecer.
Pra variar, essa é mais uma demonstração de que aqui é o país da inversão de valores.
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Perdão pelo negrito em excesso.
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Resumindo, o teste é justo, porque considera as diferenças de metabolismo. Essa concentração que o exame pede vai depender de como a pessoa absorve a bebida. Se a pessoa for “fraca” pra bebida, ela não vai poder beber praticamente nem um gole de álcool. Se a pessoa for mais resistente, ela tende a poder beber um pouco mais…
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E eu concordo com o Darw aí no #93. Como eu disse antes, a lei anterior já era boa, e permitia uma taça de vinho ou duas latinhas de cerveja.
Quem toma todas e sai por aí matando todo mundo, vai continuar fazendo… -
Eu acho, no entanto, que como a lei antiga não era aplicada, eles mudaram a lei para passar a ter um maior rigor, porque “tá na moda!”.
Se eles não usarem isso para ganhar uma graninha extra, ótimo. Senão, vai dar no mesmo. Aliás, o Sérgio Léo, que o PD de vez em quando cita por aqui, publicou dois ótimos posts sobre isso.
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Nat, não sabia que a lei estava baseada em algum estudo. Se então foi feita assim, não tenho mais nada a comentar sobre isso. Cumpra-se a lei, oras!
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Pessoal, estou aqui no trampo da tarde, não apareceu ninguém ainda, está um cemitério isso aqui.
Quanto ao goró, olha, se o dedo duro é o pulmão, logo logo sairá cerveja injetável aí, o cara toma uma daquelas Kronen-qualquer-coisa com gosto de batata que só faz espuma e tá tudo blz.
:-)
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-= Se o teste do bafômetro acusa o consumo de dois bombons de licor, eu não o consideraria exatamente funcional.
-
-= Aliás, vou reeditar o que eu disse a respeito da eficácia dessas medidas abaixo….
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Darw, explica melhor como donos de estabelecimentos comerciais e cidadãos responsáveis vão ser os únicos punidos.
-
-= Reproduzo meu comment do post anterior:
–X–
Infelizmente, apenas em minha opinião, o comportamento e a opinião pública sobre deteminados assuntos só muda se o público se interessa pelo “hype” da proposta.
Explico.
A boa redução do número de fumantes só foi possível não apenas pela simples campanha do governo ou pelo bom senso…e, sim, porque (dentre outros motivos_ o hábito de fumar começou a se “mal visto”… sim, isso mesmo… mal visto como palitar os dentes em público.
Outra força-motriz foi a sensação coletiva de um ar de despojo, de mal cuidado, de desleixado ou mesmo de “doente” que o fumante inveterado aparenta. Não que isso seja um fato - não é , digo apenas que esta é a percepção da realidade.
Há os que devem lembrar que o fumo em décadas passadas tinha vínculo com glamour da boa vida e dos bons costumes.
Enquanto o hábito de beber estiver associado à socialização e “beber, cair, levantar” for um objetivo a se alcançar para se sentir “curtindo a vida”… o problema continua.
É triste, mas não mudamos nosso comportamento por bom senso e respeito ao próximo, mas apenas para nos encaixarmos em uma visão de mundo que consideramos descolada, moderna ou mesmo “normal”.
-
James, o que muda é que a lei anterior acusava 3 bombons de licor, não dois, só que a lei anterior nunca pegou, então ninguém reclamava. Mas, os estudos da USP provaram que bem menos do que isso afeta a direção. Eu não acho a lei errada. O que acho é que tem pessoas que são mais atentas, dirigem melhor, e que costumam ignorar e/ou se adaptar aos efeitos do álcool melhor do que os outros, e ainda deram sorte, muita sorte!
Mas que afeta, afeta, já foi provado. -
Nat,
Acho que entendi, mas a resolução do Contran não considera essas variáveis e, para manter os costumes burocráticos, nivela a todos pela média, sem distinções de peso, gênero, etc.
-
Aaaaah # 92
É por isso que mulher quando bebe tende a dar mais?
E haverá leis também restringindo a propriedade do tal do c. de bêbado?
Ou isso se encaixa (com trocadilho, please) na tal “função social” da propriedade, estabelecida pela cretina constituição de 88?
-
E, sim, mexer com o cigarro pra não fumantes é tranquilo, pros fumantes é péssimo. Mas a cervejinha e a cachacinha são hábitos históricos do brasileiro. Por isso tem muito mais gente pra reclamar. Porque é legal sair pra comemorar com os amigos tomando cerveja, porque é hábito, porque é usual. Neste ponto concordo integralmente com o James.
Enfim, o papo está ótimo, mas tenho que ir. Bjs
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Nasca, a média já considera as distinções de peso e sexo. Vide comentário 92.
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X, vide a Lei Baranga que o Prof fez no #41.
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Tchau, Nat! Até mais!
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É simples, o bafômetro pega a taxa de concentração de álcool, e esta taxa varia de acordo com o metabolismo/peso/taxa de gordura e sexo do bebedor em questão.
O que acontece é que a taxa é bemmmmmmmmm baixa, mesmo os melhores “absorventes de álcool” vão poder beber muitíssimo pouco.
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Nat,
Ciao e beijos.
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Nhé! #102,
Já saiu na imprensa, o movimento dos bares em SP caiu 20% nesse fim-de-semana. Menor movimento, menor entrada de grana. Diminuição dos lucros, desemprego.
Eu sou um cidadão responsável. Quando saio com meu carro, sei exatamente até onde posso ir no consumo de álcool. Eu estou sendo punido no meu direito de sair de casa com meu carro pra tomar uma cerveja.
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Nat (111),
Então, essa média é injusta, por não considerar as diferenças.
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Gente, tô com medo desse papo: parece que todo brasileiro bebe. Pior: que todo brasileiro bebe e dirije.
Vcs não acham que a parcela que bebe e dirige é pequena e que não é exagero essa comoção toda, não?
(Acho que terei que me moldar ao padrão e começar a beber tb, já que tenho carro e dirijo. E tô fudida! Sou mulher e sou magra… =-P ) -
No fundo eu acho que a lei vai ser boa. Tenho uma amiga que morou na Alemanha um ano. Lá o povo sai em bando, sempre, e uma pessoa é sempre designada para dirigir. Esta pessoa não bebe a noite inteira, e traz os outros pra casa. No dia seguinte, ou na semana seguinte, um que bebeu da vez passada fica sem beber. É simples, prático, e não dói nada…
Lá na Alemanha a concentração permitida de álcool por quem dirige é 0. Nem meio bombom com licor pode.
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Um dos problemas da aplicação dessa norma é que, quando o indivíduo bebe além da conta, “perde” certas noções, dentre elas a de que não deve dirigir.))))))))))))))
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Nat (116),
Essa é a razão que me faz beber mais em casa e no escritório.
Começo às 16:00 h e não preciso ir a boteco nenhum. E ainda sai mais barato.
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Darw,
Pobres comerciantes, não? Se faz frio, se chove, se tem o PCC aterrorizando a cidade eles fazem esse escarcéu todo.E sim, pessoas muito responsáveis assim como vc, que acham que conhecem muito bem seus limites, estão sendo punidos por dirigir depois de beber. Então escolhe: ou bebe, ou dirije.
-
Eu conheço poucas pessoas que não bebem. Conheço poucas pessoas que não dirigem. Conheço poucas pessoas que não estão aptas a dirigir após duas latinhas de cerveja. E as que não estão, não dirigem depois de beber.
Por meia dúzia de cretinos muitas dúzias tem sua liberdade diminuída.
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Darw, deixa de besteira, pegue um táxi. Ou então arrume uns amigos pra fazer rodízio.
Não concordo que você está sendo punido em seu direito de sair de casa. Você até hoje deu sorte de nada te acontecer, nem você dirigindo, nem com os outros dirigindo.Uma das coisas que prova esse estudo é que todo mundo acha que sabe até quanto pode consumir pra dirigir. É porque até agora deu certo, mas a ciência diz o contrário. Ou eles estariam errados?
Nasca, não é questão de média. 0.30 ml de álcool por litro de sangue é o suficiente pra alterar a percepção. E ponto final. Independe do tamanho da criatura. Se a criatura for grande ele pode beber dois copos, se a criatura for pequena, dois goles.
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-= Não concordo com o medidor, se ele não sabe o quanto cada pessoa, de maneira individual, pode ou não ser afetada.
Pra mim, é simples assim.
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Ok, James, mas presumo que você concorde que beber e dirigir não é legal, então como seria avalidado o quanto cada pessoa, de maneira individual, pode ou não ser afetada? Teste do meio fio?
Bem, eu adoraria ficar, mas tenho que ir mesmo.
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-= Quem aqui já morreu por causa de álcool e direção, por favor, levante o braço.
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Nhé!,
Não entendi a ironia com os pobres comerciantes.
E eu não acho, eu conheço meus limites.
Escolher? É exatamente disso que se trata: eu não tenho mais escolha. Se quiser ir a um bar à noite beber uma cerveja, numa cidade do tamanho de São Paulo, vou ser obrigado a ir de táxi (provavelmente os únicos, além dos policiais, que estão felizes com esse recrudescimento).
-
Vantagens de beber em casa :
Os copos são limpos e confiáveis.
O banheiro é limpo, sem contaminações e sem filas.
As doses têm “chorinho” farto.
O custo/benefício é maior.
Não tem extorsão do manobrista.
Não tem multas e pontos.
Sai mais barato.
A cama está bem perto.
Escolhemos a música.
Nenhum chato por perto.
Ninguém oferece flores e livros de poesias .
Fecha na hora que decidimos.
Tem muitas outras vantagens.
-
Nasca, beber sozinho em casa não traz nenhuma vantagem, muito menos alguma interação/divertimento.
Levar os amigos pra beber em casa, sim, aí é muito legal… ;- )
-
-= #123 … eu não defendo nem acuso a lei, ou as leis neste caso, porque eu não tenho os dados técnicos ou mesmo já parei o tempo devido para pensar no assunto.
Eu estou pelo lado humano da questão que, pra mim, é fácil discorrer… por pura observação.
–X–
Para quem deixou o detector de ironia em casa, #124 é apenas uma delas, sem fins maiores do que apenas (me) fazer rir. Não adiante vir com história de parente desmembrado em acidente que não me comoverá.
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Nat #121,
Você me dá uma bolsa-táxi pra financiar todas as vezes que eu quiser sair pra beber?
Além disso, você tem insistido muito que 0.30 ml de álcool por litro de sangue é o suficiente pra alterar a percepção.
Bem, o que não falta por aí são coisas que alteram a percepção. Se eu tomar 3 espressos, minha percepção pode ser alterada. Se eu tomar calmante, minha percepção pode ser alterada. Vão inventar bafômetro pra cafeína e pasalix também?
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#125…. recrudescimento…. porra, eu nunca tive a oportunidade de usar essa palavra.
Vou por em prática ainda hoe com o primeiro transeunte que mencionar o assunto…
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Nat,
Mas eu digo beber em casa com aquela/aqueles que convidamos.))))))))))))
-
Pois é Nat, mas a pessoa que não bebe nada deve se entediar de montão, rodeada de bebuns…
Quanto ao teste, sugiro o universal teste do quatro.
-
Nat #121 concordo.
-
pô James, sua observação foi feita na hora que eu ia levantar a mão… Porque eu sou um espírito, claro ;- )
Depois desse papo vou é tomar uma cerveja. Eu nem tenho carro, e quando vou beber, bebo no bar da esquina. É muito bom levar 3 minutos pra chegar em casa. Do contrário, seria muito penoso vir me arrastando.
Quando eu morava no quarto andar, sem elevador, eu subia engatinhando. Triste.
Essa coisa de concentração de álcool me faz lembrar de uns meses atrás quando eu bebi tanto que acordei com o coro cabeludo dormente. Dois dias depois eu fui ao médico, porque já estava preocupada, ele disse: Calma, isso é álcool, se não passar em cinco dias você volta. Passou em quatro. Mais os dois anteriores, seis dias pra passar a dormência. Multiplicando pelos 15 ml de eliminação de álcool por hora, eu posso até imaginar o quanto eu bebi…
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#126…. Nasca… este é extamente o ponto… quem gosta de charutos, em geral, escolhe seu próprio ponto para o seu prazer, sozinho ou com amigos.
Quem GOSTA mesmo de beber, sente o prazer aonde for.
O problema está exatamente nos mais jovens que seguem a regra de “eu bebo é pra ficar mal, se fosse pra ficar bom eu tomava remédio”.
A idéia é que ficar bêbado com os amigos é “onda”.
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-= (estou precisando ler Ilíada de novo, porque meu vocabulário está pleonástico demais… vivo repetindo palavras)…que m#@$#…
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Bebo 1/2 garrafa das de Salinas, no mínimo, por dia.
Faço todas as atividades que preciso, inclusive palestras e ocasionais exposições.
No dia seguinte, invariavelmente, começo a trabalhar (muito) a partir de 6:30 h e não costumo errar.
Tenho resistência acima da média ?
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Darw #125, pegando carona no irônico e de mau-gosto comentário #124, peça para levantar a mão quem se fudeu num acidente de trânsito causado por uma pessoa de posse plena de seus limites etílicos, se pôde ou não fazer alguma escolha.
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O homem ético-moral e o homem legal — Ou: “Por que discordo de André Petry”
Eu sou contrário ao projeto de lei que está no Senado, já aprovado na Câmara, que, na sua explicação benigna, criminaliza a chamada homofobia. André Petry, editor especial e colunista de VEJA, é favorável. Eu considero que o projeto, sob o pretexto de proteger direitos, concorre para a incivilidade e a censura de opinião; ele, ao contrário, acredita que, aprovado o texto, teremos um mundo melhor. Assim como pretendo que creditem à boa-fé as minhas restrições ao projeto, faço o mesmo com Petry: aposto que a sua motivação para defendê-lo decorre de seu alinhamento com os princípios de justiça e igualdade.Melhor assim, não é? Uma divergência entre pessoas de boa-fé.
Na VEJA desta semana, ele escreve uma coluna intitulada “A fé dos homofóbicos”. As experiências históricas que ele evoca para justificar a sua tese são, a meu ver, despropositadas. Mas não é um despropósito que me empurraria para explicitar aqui a divergência. O que me incomodou profundamente em seu texto foi uma frase que, parece-me, soa como um terrível norte ético, a saber:
“Matar é crime não porque seja imoral, mas porque a sociedade entendeu que a vida deve ser preservada. Dúvidas? Recorram ao Supremo Tribunal Federal. Na democracia, é assim. Lei não é bíblia de moralidade.”
Assim não, Petry. A sua frase abre as portas, conceitualmente ao menos, para a barbárie e para os assassinatos em massa praticados pelo estado.
Começo opondo uma indagação a sua afirmação: “Por que a sociedade entendeu que a vida deve ser preservada?” Teria havido em tal escolha — que, note-se, ainda não é universal — apenas o triunfo de alguma imposição econômica ou de outra base material qualquer?
Considero que a moral é de ordem privada, pessoal, e o que o colunista chama de “moral”, portanto, eu prefiro chamar “ética” — esta, sim, coletiva. Ora, não haverá uma ética — que não precisa ser religiosa — a nos convidar ao “Não matarás”? O valor que torna a vida do outro inviolável, tenha origem em algum princípio religioso ou na tradição humanista, não se sobrepõe, será, aos pactos de ocasião da sociedade?
A questão é tão importante que nos remete ao cerne das democracias representativas. Nem sempre as leis consolidadas refletem o pensamento da maioria. O estado democrático e de direito também disciplina as vontades da sociedade — e não é apenas disciplinado por suas vontades. Não é preciso ir longe: a maioria, no Brasil, é favorável à pena de morte, mas ela inexiste na lei. Não tenho pesquisa a respeito, mas temo que não seria impopular o linchamento de autores de crimes hediondos. E, no entanto, isso é ilegal porque moralmente inaceitável.
E assim é por causa dos valores que Petry, com certo desdém, chama “morais”. São eles que impedem que a “sociedade” faça o que, a uma maioria, poderia parecer tão simples e eficaz — embora a pratica nos empurrasse para a barbárie.
Ainda que a sociedade entendesse, Petry, que matar é legítimo, continuaria “imoral” (ou “aético”) segundo dogmas de várias religiões, sim, mas também segundo uma já longa tradição do “humanismo laico” — escrevo “humanismo laico” porque há humanismos religiosos, o que os ateus e agnósticos insistem em ignorar.
Talvez Petry pudesse ter escrito: “Matar é imoral, sim, mas também é crime porque a sociedade entendeu que a vida deve ser preservada (…)”. Aí, sim: o “crime” é um dado juridicamente determinado — já a moral e a ética são mais fluidas e comportam bem mais divergências. Ora, sociedades são mais ou menos civilizadas, mais ou menos humanistas, mais ou menos igualitárias, a depender do que permitem e do que proíbem, do que é e do que não é aceitável.
É inevitável apontar que a afirmação de Petry justificaria, sem reservas, os dois totalitarismos do século passado: comunismo e fascismo. A sociedade alemã, na década de 30, decidiu que os direitos então assegurados dos judeus não deveriam ser preservados. E deixou de ser crime expropriar seus bens, persegui-los e confiná-los — a “solução final” se fez ao arrepio até daquele, digamos, “estado totalitário de direito”. Mas estava, sem dúvida, adequada ao que era, ao menos, o silêncio cúmplice da maioria. Em nome também da maioria, num estado igualmente legal, impôs-se o terror soviético
Chego, então, a uma distinção importante, geralmente maltratada por aí. Costumamos usar, a torto e a direito, a expressão “estado democrático de direito”, como se fosse uma unidade. Não é. Falta sempre um “e” no conjunto: “estado democrático E de direito”. Este é o par desejável. Por parceiros complementares, devem sempre andar juntos. Porque não são uma coisa só, podem andar divorciados.
As ditaduras organizadas tendem a ser “estados de direito” — vale dizer: o autoritarismo (ou totalitarismo) está na lei. Isso não faz delas democracias, não é? Da mesma sorte, pode-se pensar, por hipótese ao menos, numa sociedade em que a vontade da maioria fosse sendo sempre aplicada caso a caso, sem gerar nem sequer jurisprudência — já que um Judiciário seria desnecessário. Apelar-se-ia sempre a tribunais populares. Sem dúvida, seria uma forma de poder do povo — que duraria pouco. Sem o “estado de direito” para auxiliá-la, avançaria para o terror, o banditismo, o gangsterismo.
Stálin e Hitler consideravam que, sob certas circunstâncias — e como eles as encontravam, não? —, matar não era nem imoral nem criminoso. A segunda questão, eles tiravam de letra porque eram os donos da lei. Já a primeira… Bem, eles eram caudatários de uma concepção de poder que concede “ao coletivo” a licença de definir o que é moral e o que é imoral. Eles não teriam problema nenhum em conviver com este norte conceitual: “Matar é crime não porque seja imoral, mas porque a sociedade entendeu que a vida deve ser preservada.”
Aí Petry nos remete ao STF caso hesitemos um pouco: “Dúvidas? Recorram ao Supremo Tribunal Federal. Na democracia, é assim. Lei não é bíblia de moralidade.” Pois é. Acho que ele faz a leitura perversa, que sempre temi que fosse feita, de reiteradas manifestações de alguns ministros quando foi votada a liberação das pesquisas com células-tronco embrionárias. A maioria deles — mas com especial ênfase o Robespierre da genética, Celso de Mello — fez questão de declarar o caráter laico do estado brasileiro (e é mesmo), como se a única restrição às tais pesquisas fosse de natureza religiosa. Mais: nas pegadas de Ayres Britto, a maioria dos togados considerou que só é vida o que está constitucionalmente protegido. Entendo. Há quem não acredite em Deus para definir o princípio da vida. Preferem Ayres Britto…
Ora, e se, sob certas circunstâncias, o Supremo passar a autorizar assassinatos, por exemplo? A prática passará a integrar, sem dúvida, o “estado de direito” — será legal. Deveríamos, então, por isso, deixar de considerar a dimensão moral ou ética de tal autorização? “Mate-se. Lei não é Bíblia de moralidade”.
Não! O homem moral — a partir de um conjunto de valores éticos que incorporam os chamados “direitos humanos” — ainda é aquele que orienta o homem legal, Petry. É e será sempre o questionamento desse homem ético e moral que vai pressionar para mudar as leis, para torná-las mais adequadas aos desafios do mundo contemporâneo.
Fosse o contrário, fosse o “homem legal” o ponto máximo a que poderia chegar “o homem ético e moral”, estaríamos condenados a viver sob o tacão totalitário.
Se um dia a nossa sociedade entender que é legal matar, aconselho-os a não se transformar em homicidas. Ainda que fosse legal, seria imoral.
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Foi mal Darw, mas não acho que seus argumentos estejam sendo sensatos. Não sou eu que digo isso, são os caras que estudam os neurônios.
Os celulares alteram a percepção também, por isso são proibidos, pode ser que um dia cheguem nos cafés e calmantes, se for necessário.
A questão é que o controle do álcool e direção é necessário. Talvez você ache que tenha que pagar por isso, ok, talvez tenha mesmo, e talvez seja ótimo.Quanto à questão do Táxi, eu e os amigos aqui no Rio já decidimos que fica mais barato, inclusive. Pra ir à Lapa, por exemplo, programa de quase toda semana. 10,00 de gasolina, 7,00 de estacionamento. 15,00 de táxi, dividido por 3 ou 4 pessoas.
A conta é simples.
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Nada #137, depende: se vc bobear um segundo no seu trabalho pode matar e morrer por isso?
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Nhé!,
Basicamente, você não acredita que qualquer pessoa consiga determinar quais são seus limites etílicos. Associando isso ao fato de você não beber, fica fácil entender o porque de seu apoio a lei.
Aliás, talvez seja exatamente pelo fato de você beber que você não acredita no auto-controle.
E eu queria, muito mesmo, conhecer alguma estatística sobre quantos acidentes de trânsito foram causados por motoristas completamente embriagados por uma latinha de cerveja…
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Aliás, talvez seja exatamente pelo fato de você não beber…
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=- Estou curioso pra saber quando a Lei de Godwin vai surgir, já que na discussão sobre educação ela falhou.
Ninguém gritou “você quer ser como Hitler, que queimava livros”, o que foi uma lástima.
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Darw, seria ótimo se o mundo fosse assim como você, mas não é. Dê-me alguma outra sugestão, que não seja a “não intervenção do Estado” que eu encerro a questão.
Nasca, querido, você é conservado em álcool. hehehehe Deve ter corpinho de 30 ;- )
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Posso dirijir depois de ler as pérolas do Chester?
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-= Se eu clicar errado, pelo efeito do álcool, posso matar algum colega de trabalho por flood de spam acidentamente?!
Melhor não comer meus bombons de licor hoje.
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A questão é que o controle do álcool e direção é necessário
Mas é evidente que sim! E, pasme, já existia uma ótima lei pra isso!
Quanto à questão do táxi, e se eu não quiser companhia?
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#146… eu não ia falar nada, ia deixar passar batido, mas…………. :-)
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hahahaha James, #144. Você é que está inspiradíssimo hoje. Talvez se essa lei já existisse e Hitler não bebesse, não teriam tantos canhões disparados naquela época…
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Nhé!,
Estou longe de discoradar de que bebida não combina com direção de veículos. Acho que bêbados realmente devem ser afastados disso.
Sobre meu trabalho. Mexo com vidas e suas continuidades. Um êrro me pode ser “fatal” para meus clientes. Tomo muito cuidado com meu trabalho e , felizmente, nunca errei.
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Darw, a ótima lei aumentava o 0,30 pra 0,60.
Se voltasse para essa taxa você iria concordar com ela?
Em vez de uma latinha, duas, e encerrava o problema pra vc? Não me parece.
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Nat #145,
Mais uma vez: o Estado já realizava uma intervenção, já existia uma lei, com níveis muito mais sensatos. O que estão fazendo agora é sensacionalismo de ano eleitoral. Não há outra sugestão que não a sensatez por parte das autoridades.
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Darw, o que gostaria de ver mesmo é uma pesquisa que mostre o quanto de desatenção (provocado por qualquer fator) pode provocar um acidente de trânsito.
Já a questão de auto-controle, na minha opinião, é a mesma coisa do “eu vou tirar antes”. =-)
Mulher é calejada nesse quesito. -
Eu também acho que não tinham que inventar uma nova lei, bastava usar a velha, que permitia um pouco mais de álcool, que no meu entendimento, não prejudicava nada. Mas aí veio o tal estudo, a nova lei, e a pressão da necessidade da questão. Como eu disse, essa lei pode ajudar bastante . Mas não acho que a outra lei também lhe agradaria.
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Ok, Darw, seu comentário # 145 está correto, neste ponto concordamos. Só acho que se a lei anterior estivesse sendo aplicada agora, você ia usar os mesmos argumentos, só isso.
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Puta merda, acho que estou conjugando o verbo “dirgir” errado.
E nem posso alegar que estou bêbada e não me lembro de nada! =-( -
Nat,
Não é de 30. É de 28.))))))))
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Nat #152,
Eu sempre concordei com a lei antiga. Duas latinhas é mais que suficiente para bons momentos com os amigos. E, veja só que curioso, não havia blitz intensas por parte da polícia, não havia “espiões” infiltrados nos botecos… Porque será que não havia esse escarcéu todo antes? Não te parece nem um pouco estranho.
Por fim, não entendi o não me parece. Eu gosto de beber, não tenho problemas em admitir. E quando bebo, ajo responsavelmente, como quando eu e você tomamos todas em SP e eu voltei pra casa de metrô, lembra-se?
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Nhé! #154,
Boa comparação a que você fez. Vocês mulheres tem um azar incrível de normalmente se envolverem com caras cafajestes, e acaba sobrando pra quem é mais bem resolvido.
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Darw, claro que me lembro. Não tou levando pro lado pessoal, estou apenas discutindo a sua afirmação de que essa lei é uma proibição ao seu direito de sair de casa de carro pra tomar uma cerveja.
Se você vai sair pra tomar duas latinhas de cerveja, você vai poder continuar saindo. É só tomar mais líquido e dar um tempo antes de voltar.
Ou então, voltar de metrô e passar das duas latinhas.
Não me parece estranha a lei, foi uma pressão da sociedade, e veio depois da proibição da bebida na estrada, que era uma lei em tramitação desde 2001 no Congresso.
É claro que estão dando muita importância a ela neste momento, porque não querem que ela seja mais uma lei que não pega, como eu disse antes. Se os espertinhos não se aproveitaram pra levar uma grana, como eu também já disse antes, essa lei vai ser boa. -
Nessas blitz a polícia só está com o bafômetro ou também aproveita para chacar documentos, revistar um ou outro carro?
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Enfim, a gente concorda que não deviam ter feito outra lei. Mas fizeram, e com aprovação de muita gente, então esta é capaz de vingar.
Não acho ruim… Agora eu vou dormir porque passei a madruga no hospital por causa de um maldito camarão que comi ontem…
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estou apenas discutindo a sua afirmação de que essa lei é uma proibição ao seu direito de sair de casa de carro pra tomar uma cerveja.
A lei me proíbe ou não de sair de casa e tomar uma cerveja?
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Darw #160, pô vc está se fazendo de vítima?
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Aliás, me ocorreu uma coisa: o cara vai lá no bar a pé e enche o caneco. Um exemplo, cidadão cumpridor da lei.
Na volta pra casa, resolve atravessar a rua sem prestar atenção (afinal, está bêbado). Um carro que seguia pela rua não consegue desviar a tempo, capota e um dos ocupantes morre.
Fatalidade? Irresponsabilidade do alcoolizado? Será que é melhor proibir de vez o consumo de bebida alcoólica?
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Darw,
Vou aproveitar o assunto de bebida para falar que lembrei de voce no final de semana passado…
The 6th Welland Valley Beer Festival is run in conjunction with several local pubs in the Welland Valley area in North Northamptonshire. A vintage bus service runs between all the pubs to allow drinkers to sample the beers on offer without worrying about the drive home.
11 pubs, 8 buses, one Beer Festival: Friday 20th - Sunday 22nd June.
Bus Timetable now available online: at the Rockingham Forest Cider Blog.
Participating Pubs:
* The George, Ashley
* The Talbot, Gretton
* The Blue Bell, Gretton
* The Red Lion, Middleton
* The Castle Inn, Caldecott
* The Hatton Arms, Gretton
* The Sondes Arms, Rockingham
* The Spread Eagle, Cottingham
* The Royal George, Cottingham
* The White Swan, Harringworth
* The George and Dragon, SeatonOver 130 Real Ales, plus:
* Special Festival Beer
* Real cider [ View list ]
* Traditional pub food
* Pig roast and BBQ
* Entertainment
* Accommodation
* Free heritage bus service from Market Harborough railway station and bus station
* Special programme including Beer List and bus timetable.
* Further details: wellandvalleybf@ntlworld.com -
Darw, a lei proíbe que vc dirija depois de beber!
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Ela não te proíbe de sair de casa. Ela te proíbe de beber e dirigir. Se o carro for um empecilho pra você, enfim, só posso lamentar, Darw.
Era esse o ponto. -
Nhé! #165,
Não estou me fazendo, eu sou. Já declarei lá em cima que me sinto penalizado por essa lei.
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Darw, o álcool no futuro será o cigarro de hoje, pode apostar…
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Ficamos assim . A norma vale para todos, com algumas exceções de praxe.
Se for promotor público, como aquele que , no ano passado, dirigindo, bêbado, matou um casal numa estrada do interior paulista, não acontece nada e ele é transferido de posto.
Se for jornalista, como aquele flagrado com 15 papelotes de cocaina, alega que está numa reportagem e teve de beber para dar fidedignidade aos bêbados investigados.
É esperar para ver.
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-= back in action…. o que eu perdi?!
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Darw, qual a probabilidade de um pedestre provocar um acidente, em comparação a um motorista?
Uns meses atrás, um ciclista bêbado invadiu uma pista da via Dutra, em Taubaté: sald0 de 01 motoqueiro morto, um carona num carro morto, o motorista do carro gravemente ferido e dois caminões batidos.
Quantos motoristas bêbados só no trecho de Taubaté provocaram acidentes? Atropelaram ciclistas? -
Eu, por exemplo, agora não posso fumar mais em lugar nenhum, só na rua. Mas eu não deixo de ir aos lugares por conta disso. Sou uma “vítima” da lei, digamos assim, mas não me vitimizo com isso, porque acho legal que as pessoas considerem fumar uma coisa ruim.
Mas da mesma maneira que o tabaco faz mal, o álcool também faz. 80 ml de álcool por dia era tudo que um ser humano poderia consumir sem que fizesse mal, e até fizesse bem, pois o álcool dilui o sangue. Isso daria uma meia dose de pinga, por exemplo.
Agora, se você prefere se sentir vítima da lei, é direito seu.
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gwyn,
Agora você me deixou babando de inveja de quem foi! :-)
Vou marcar minha viagem pro Reino Unido pra época da 7ª edição.
E os nomes dos pubs, sensacionais!
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eu estava no The Royal George no domingo, engracado que alguns participantes usavam uma camiseta feitas especialmente para o festival, tinha dez copos de cerveja e eles iam escevendo o teor alcolico e nome de cada ale que bebiam…
a grande maioria usando os onibus que circulavam especialmente entre os pubs participantes…ou indo a pe de casa…que foi o nosso caso.
Aqui o esquema que a Nat falou sobre um nao beber para dirigir tambem esta em vigor..
Entre os casais tambem, quando um bebe, o outro nao.. -
Darw, perguntei se vc era vítima das mulheres que se envolvem com os cafajestes… não da lei seca! ;-)
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E, vejam só, pra deixar bem claro, estou comparando sim!
Pra mim, todas as drogas deveriam ser liberadas, desde que seu uso só faça mal a quem usa. Ou seja, já foi provado que fumaça de cigarro faz mal a um fumante passivo. Ótimo, que se proíba de fumar em lugares fechados. Já foi provado que álcool depois de uma quantidade, interfere na capacidade de um motorista dirigir. Ótimo, que se proíba a direção alcoolizado.