Há um elefante no meio da sala geopolítica. O sempre excelente Gideon Rachman, editor de internacional do Financial Times, o apresenta.
É tudo muito desconfortável. China e Índia estão enriquecendo. E, ao que parece, a nova classe média de lá quer todas as coisas que queremos: carros, máquinas de lavar, até mesmo carne. Aqui no ocidente, temos de nos controlar para não dizer: ‘Parem! Vocês não podem viver como nós. O planeta não agüenta. Nossas carteiras não agüentam. Vocês viram o preço do petróleo?
Igualdade global é a questão desconfortável por trás da crise mundial de alimentos. Também será o problema fundamental nas discussões de energia e aquecimento global.
Não é uma questão de ser contra ou a favor. São os fatos como eles são. O planeta não agüenta. E ninguém tem realmente o direito de dizer que eles não podem.







125 Comentários até agora ↓
1 confetti e a ilusao* // 4/June/2008 às 11:55
eu !!
2 *aiaiai não apoia mais nada* // 4/June/2008 às 12:01
Pois é…a m tá feita. O estilo de vida criado pelo capitalismo norte-americano - todo mundo gastando tudo o que tem para ter coisas sem nem mesmo saber porque as queremos - não pode ser democrático. Só um pequeno grupo poderia ter tudo.
Como não sou pessimista, prefiro achar que é uma ótima oportunidade de rever esse estilo de vida, criar novos, adequados a realidade de cada lugar e mais intercambiáveis (ou seja que podem ser usados globalmente, de acordo com a vontade do individuo) mas que respeitem a dinâmica do planeta.
Atingimos um grau muito elevado de tecnologia e produção…agora temos que nos esforçar para atingir um grau elevado de qualidade de vida. E entender que qualidade de vida não significa consumir como desvairados!
3 Monsores // 4/June/2008 às 12:05
E esse elefante está tumultuando bastante meus clientes. As siderúrgicas brasileiras aumentaram significativamente o preço do aço. Quando as fundições, usinagens e afins vão repassar o preço para as montadoras, elas não aceitam.
4 Renato // 4/June/2008 às 12:06
E apesar da violência e outros problemas estamos indo no mesmo caminho. Tanto que agora estão voltando a olhar torto para a amazônia.
5 Monsores // 4/June/2008 às 12:06
*aiaiai não apoia mais nada* (gosto dos seus adornos no nick),
E como eu concordo com seu comentário…
6 Rodrigo // 4/June/2008 às 12:11
Não é uma questão de ser contra ou a favor. São os fatos como eles são. O planeta não agüenta. E ninguém tem realmente o direito de dizer que eles não podem.
Isto é o que o Pedro Dória pensa. Não é, reaçada de plantão?
7 RW in Miami // 4/June/2008 às 12:11
Pois e’…. classico catch-22. Se eles consumirem como os europeus (nem precisa ser como os americanos) o mundo nao aguenta…. e o padrao de vida de todos nos vai cair. Por outro lado, levar os bilhoes da China e India para a classe media e’ melhorar o nivel de vida deles… e ai, o que fazer ?
8 Chesterton // 4/June/2008 às 12:12
comer carne é estilo de vida norte -americano? Que nada, a China provou o contrario, comer carne é um desejo humano.
9 Pax // 4/June/2008 às 12:13
“Todos nós estamos percebendo que nosso veloz progresso tecnológico colocou em risco a própria sobrevivência da humanidade no planeta Terra. Nossa espécie entrou em uma rota suicida. A população aumenta a cada dia enquanto os recursos do planeta vão sendo sistematicamente destruídos. Em que tipo de mundo viveremos daqui a dez, vinte anos?”
Propaganda de um livro que recomendo (aliás, já falei dele várias vezes por aqui).
Macrotransição - Ervin Lazlo.
10 Mr X // 4/June/2008 às 12:14
Não se preocupe meu caro PD, o Obama vai curar o planeta, com suas mãos mágicas… Fará o nível do mar descer, o preço do petróleo baixar e o alimento dar pra todos.
11 confetti e a ilusao* // 4/June/2008 às 12:15
é essa a realidade :
a china atualmente é o pais mais poderoso ! eles podem desequilibrar a economia do planeta inteiro ! gostem ou nao, concordem ou nao….
12 Pax // 4/June/2008 às 12:21
E a Índia não tá com essa bola toda não. A China sim.
13 Mr X // 4/June/2008 às 12:21
Acho que devemos preservar, mas não desesperar, são as leis da evolução, não é que há milhões de pessoas e o planeta não agüenta: há milhões de pessoas justamente porque o planeta agüenta. Quando não agüentar mais, iremos pra Marte… Ou colonizaremos o fundo do mar:
http://en.wikipedia.org/wiki/Ocean_colonization
Ou morreremos todos numa guerra nuclear seguida de epidemias, o que vier antes.
14 Chesterton // 4/June/2008 às 12:21
como os desejos do mundo são infinitamente maiores que os bens disponiveis, o mercado solucionará o problema. Todos vão ter que trabalhar mais para consumir e os produtores receberão mais pelo que produzem. Quem Não está satisfeito que crie galinhas em casa, como 100 anos atrás as pessoas faziam.
Claro que há o risco de recaída autoritária anti-mercado, e aí morre uma pá de gente. Não deixa de ser uma solução…..morre gente, diminui a demanda por comida e o preço cai.
De qualquer modo, é uma excelente chance de viabilizar agricultura familiar.
15 Travis Bickle // 4/June/2008 às 12:21
Quer dizer: o americano pode, o resto do mundo não? AH AH AH
O planeta já era. Em 50 anos os recursos estarão tão exíguos que Mad Max será conto infantil. E melhor: eu já estarei morto.
16 Chesterton // 4/June/2008 às 12:22
Pax, esse Ervin é neo-maltusiano.
17 Chesterton // 4/June/2008 às 12:23
Ao contrario Merle, , o mundo se organizara espontaneamente para aumentar a produtividade. Estamos muito preguiçosos. Viva a vaquinha Mimosa.
18 Linda // 4/June/2008 às 12:31
E pq o Gideon Rachmanm e mais o Ocidente vão dizer para a Índia e China parar de consumir? Primeiro dêem o exemplo. Que o ocidente seja reeducado e realmente queira viver bem e deixar bem os descendentes.
Pax, pode ser que a Índia não esteja com esta bola toda. Mas não devemos subestimá-los. Com uma população de mais de 1bi100, qualquer aumento no consumo é grande.
19 Marcus // 4/June/2008 às 12:34
Bem, a atual alta inflacionária em escala mundial é apenas o primeiro sinal da insustentabilidade do nível de consumo das nações ricas. Depois haverá sinais ainda piores.
A tropa de choque reaça da sua caixa de comentários só tem cinismo pra oferecer. São uns putos, não valem nada.
20 Chesterton // 4/June/2008 às 12:37
deixe de ser burro (putos no sentido de Portugal= garotos, ou o ofensivo, de prostituidos?)
21 Mr X // 4/June/2008 às 12:39
Well… Bom saber que o Marcus, ao contrário, não é cínico nem agressivo e tem muito a nos oferecer. Bem como uma agradável e otimista previsão de futuro…
22 Dino // 4/June/2008 às 12:39
· De qualquer modo, é uma excelente chance de viabilizar agricultura familiar.
Olha o chest a favor da reforma agrária…
23 Nhé! // 4/June/2008 às 12:42
Vamos lá, pessoal, tô passando a sacolinha para ajudar o pessoal poder comer novilho precoce…
24 Chesterton // 4/June/2008 às 13:12
Dino, é a mesma coisa que dar subsidio. Inflação dos preços agricolas é o subsidio do agricultor. Se o pessaol das cidades quer comida barata, tem que produzi-la em escala, se está disposto a pagar caro pelo que come, pequenas propriedades começam a ter lucro.
A guerra é entre o campo e a cidade. Não entre a economia de escala e o minifundio. O Stedile quer acabar com o empreendimento em grande escala na amrra. Nunca vai conseguir.
25 Chesterton // 4/June/2008 às 13:32
Aí, Dino, ta mais calminho?
26 Carlos Magno // 4/June/2008 às 13:47
Concordo com o # 24 do Chesterton. E acho mesmo que agora é a vez do campo, dos produtores.
No entanto, a cambada que move os meios da produção e finanças mundiais, está trabalhando para o aumento dos alimentos.
Segundo analistas, no momento não há motivos para esse aumento nos preços dos alimentos. Sei não!
Mas logo, logo, vai ser de verdade : governos terão dinheiro, tecnologias de ponta e doutores pra discursar sabiamente, mas sem ter onde comprar comida!
Buscarão soluções com guerras!
27 Chesterton // 4/June/2008 às 13:52
mais facil usar dinheiro e tecnologia para term lucros com alimentos. Lucro é a saída do mundo, prejuizo dá muito….prejuizo.
28 Eduardo Fahl // 4/June/2008 às 14:02
Certa vez, fazendo um trabalho fotográfico na favela do Moinho - centro de São Paulo - um morador de lá disse o seguinte: “antes de discutir os limites da miséria, temos que discutir os limites da ganância”. É bem isso. Para nós, tudo. Para os outros, contentem-se com pouco.
29 Guilherme // 4/June/2008 às 14:15
É o capitalismo fazendo água. O American Way of Life tentando se replicar em países superpovoados. Um carro para cada família de indianos e chineses? Dois carros para cada família? E quantos andares terão as estradas de lá? De onde irá o combustível pra eles? Um bife por dia pra cada um? Dois bifes? E quantos celulares? Quantos PCs ligados na internet? Quinze pares de sapatos para cada um? Cinco calças jeans? Vinte camisetas?
Segundo a filosofia capitalista selvagem americana, é direito deles. E pronto. O planeta que se foda!
30 Chesterton // 4/June/2008 às 14:17
a ganancia é livre, desde que não saia da lei. Lei contra a ganancia é coisa de politico esperto para cima de eleitor estúpido.
31 Guilevy // 4/June/2008 às 14:22
Carlos Magno,
até que enfim mais um para concordar com o Chesterton, fora o X. Vai nesse rumo que faltam ainda muitas bobagens a serem ditas.
Agora, neste post aqui o X conseguiu superar o boss. Pelo menos até ele sacar o Olavão.
32 Carlos Magno // 4/June/2008 às 14:32
Guilevy:
Legal mesmo é a democracia, ainda a veremos um dia, não sei quando!
Concordei com o Chest num ponto, mas expus meu pensamentos noutros.
Acho que você está de marcação com o Chest. Ele até fala bobagens de vez em quando, como todos aqui, mas é pesquisador, está sempre citando as fontes.
Gostou da defesa patrãozinho?
33 Darwinista // 4/June/2008 às 14:43
está sempre citando as fontes.
Correção: está sempre copiando e colando as fontes.
34 Chesterton // 4/June/2008 às 14:54
Caça ao gordo
Pobres gordos. Numa cultura que elevou a saúde, a juventude e a beleza a patamares verdadeiramente insanos, a espécie já não tinha vida fácil. Mas uma coisa é a estética; outra, bem mais grave, são os imperativos da ética. Agora, a ciência resolveu dar uma ajuda para empurrar os gordos rumo ao abismo moral.
Segundo leio na imprensa do dia, a London School of Hygiene and Tropical Medicine estabeleceu uma ligação séria, e alarmante, entre os gordos e o inevitável aquecimento global. Dizem os cientistas que os primeiros são diretamente responsáveis pelo segundo. Como?
Para começar, porque comem. Muito. Demais. Diariamente, um gordo consome 1.680 calorias só para sair da cama (sem grua); e mais 1.280 só para efetuar as tarefas mais banais. É incomparavelmente mais do que uma pessoa decente, ou seja, com peso “normal”. Resultado: a energia dispendida para produzir cada vez mais comida contribui decisivamente para o efeito de estufa (uns 20% do problema global). No mundo, existem 400 milhões de gordos. Mas a Organização Mundial de Saúde afirma que em 2015 existirão 700 milhões. Como será possível alimentar a gula dessa gente toda sem arruinar definitivamente o planeta?
O apocalipse não termina aqui. Porque os gordos não se limitam a comer. Eles também andam por aí, transportados em carros ou aviões. E o peso dos gordos exige quantidades crescentes de combustível.
Por outras palavras: os gordos arruinam o ambiente e põem a perigo a sobrevivência da Humanidade. Mas não apenas o ambiente. Ao comerem como não devem e ao pesarem o que não podem, os gordos contribuem para outros problemas “menores”, como a falta de alimentos no mundo e a insuportável subida dos preços do barril de petróleo. Soluções?
Por enquanto, a ciência fala. Como falou no passado contra outras classes de viciosos (os fumantes, por exemplo), que foram progressivamente desumanizadas pelas sociedades higiênicas do Ocidente.
Depois da ciência falar, e de estar criado o clima ideal para a intolerância e para o preconceito, os políticos terão uma palavra sobre o assunto, criminalizando certos comportamentos tidos por “desviantes” ou “anti-sociais”. Já está a suceder na Europa, onde se discute seriamente se os hospitais públicos devem tratar pessoas que fumam, comem em excesso ou não praticam exercício físico com masoquismo diário. O raciocínio é exemplar: por que motivo os meus impostos devem ser usados para tratar um fumante, um gordo ou um sedentário?
Curiosamente, não parece passar pela cabeça dos zelotes que os fumantes, os gordos e os sedentários também pagam impostos e, como é lógico, esperam ser tratados pelas instituições que sustentam. Essa evidência não passa pela cabeça dos zelotes porque os fumantes, os gordos e os sedentários já perderam há muito o estatuto de cidadania plena, habitando as catacumbas clandestinas da sociedade civilizada.
Eu, se fosse gordo, começava a temer pelo meu generoso corpinho. E, entre a dieta ou a fuga, optava sensatamente pela dieta. Dá menos trabalho e, francamente, a Terra agradece. João Pereira Coutinho
35 Chesterton // 4/June/2008 às 14:54
http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/joaopereiracoutinho/
grande fonte de sabedoria
36 Chesterton // 4/June/2008 às 14:55
www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/joaopereiracoutinho/
37 Chesterton // 4/June/2008 às 14:59
Sou amigo de negros. Sou amigo de homossexuais. Sou amigo de lésbicas. Não sou amigo de negros politicamente corretos, homossexuais politicamente corretos, lésbicas politicamente corretas. Pessoas que se deixam infantilizar pela cartilha das patrulhas não entram na minha lista pessoal.
38 confetti e a ilusao* // 4/June/2008 às 15:00
c magno e o bom humor ! )))
39 Índio Peri // 4/June/2008 às 15:06
Chest,
Ainda bem que não me vejo nessa estatística funesta dos gordos.
Tenho 1,81m, 74 kgs e sou vegetariano. Portanto, se faltar comida tenho muito capim por aí!
Fumar, eu fumo, mas somente cachimbo quando Pai Joaquim me pede, e de vez em quando!
A, sim, charutos! Pra o Caboclo e pro Tranca-Ruas!
Mas contribuo pouco para a farsa do aquecimento global!
40 Renato // 4/June/2008 às 15:07
Não sei se será algo tão apocalíptico.
Os países ricos tem condições de fazer investimentos em pesquisa e tecnologia e tem banha para cortar. A primeira crise do petróleo também parecia uma hecatombe, mas o mundo se adaptou e os carros são mais econômicos que antes.
A sacanagem da coisa que pode ocorrer é algo parecido com o Brasil no racionamento. Mandam todo mundo cortar X % do consumo. Os ricos desligam a geladeira da churrasqueira e as luzes da piscina enquanto os pobres ficam com velas. No cenário global isso pode significar ricos fazendo regime e pobres morrendo de fome.
Por outro lado, a tendência dos países, a medida que enriquecem, é baixar suas taxas de natalidade. Vide Europa e WASP americanos.
Não que o problema não exista, pelo contrário, mas acho que há soluções possíveis e não fáceis.
41 Chesterton // 4/June/2008 às 15:14
pobre é um saco…..
42 Guilevy // 4/June/2008 às 15:16
“Por enquanto, a ciência fala. Como falou no passado contra outras classes de viciosos (os fumantes, por exemplo), que foram progressivamente desumanizadas pelas sociedades higiênicas do Ocidente.
Depois da ciência falar, e de estar criado o clima ideal para a intolerância e para o preconceito…”
Estou louco ou esse Coutinho está a culpar a ciência? Ou pior, o médico pela doença?
Não que eu discorde da idéia final, mas o caminho à ela é tortuoso, para dizer o mínimo.
E a frase: “progressivamente desumanizadas pelas sociedades higiênicas do Ocidente”? Ele propõe o que, o fim da higiene? Todos sujos e contaminados já?!
43 Carlos Magno // 4/June/2008 às 15:21
Confetti,
Sa va bien? Je suis hereux qui vous etes ici!
44 Darwinista // 4/June/2008 às 15:22
Guilevy,
O mentecapto do Coutinho é chegado numa poluição. Adora poluir rios com celulares e as páginas de jornal com suas idiotices.
45 Dino // 4/June/2008 às 15:22
Sou amigo de negros. Sou amigo de homossexuais. Sou amigo de lésbicas. Não sou amigo de negros politicamente corretos, homossexuais politicamente corretos, lésbicas politicamente corretas. Pessoas que se deixam infantilizar pela cartilha das patrulhas não entram na minha lista pessoal.
Até que hoje está falando algo que preste!
46 Gerson B // 4/June/2008 às 15:31
Esse João Pereira Coutinho é bem dvertido.
Embora eu geralmente concorde com as teses do Chesterton e Mr X no que diz respeito à esquerda e ao govêno Lula, discordo deles ai. Não acredito em soluções tecnológicas miraculosas para a crise ecológica. O mundo realmente não vai aguentar uma população que cresce e consome cada vez mais. E não acho que o mercado seja solução.
Mas como não vejo ninguem disposto a reduzir voluntariamente seu consumo não sou nada otimista. Acho que teremos tempos tumultuados e sangrentos.
47 Chesterton // 4/June/2008 às 15:41
mas vocês querem diminuir a humanidade? Nós ainda vamos as estrelas!
48 Mr X // 4/June/2008 às 15:41
Nota-se que nem Guilevy nem Darwinista entendem a ironia do Coutinho… Pena.
Quanto ao apocalipse ecológico, não acho que vá acontecer. No máximo, nossos filhos não poderão ter casa com piscina, dois SUVs e três cachorros.
Acho que a inveja explica muita coisa.
49 Chesterton // 4/June/2008 às 15:48
ta mais calminho, Dino?
50 Chesterton // 4/June/2008 às 15:49
e o Gerson B tem algum plano autoritario para diminuir o consumo.
51 Carlos Magno // 4/June/2008 às 15:50
Mr X,
Se a comida racionar, você acha que os poderosos vão aceitar numa boa?
Nessa hipótese, creio que a América do Sul será a primeira na lista dos contribuintes à força.
Homens são só bonzinhos e humanitários em tempos de fartura e paz. E a população mundial assombra com tantos bilhões de bocas famintas!
52 Gunnar // 4/June/2008 às 15:56
Não tem pra todo mundo, temos que lidar com esse fato de algum jeito.
Em qual variável mexeremos?
53 Chesterton // 4/June/2008 às 15:56
Carlos Magno, não viaja. Os americanos tem a frota naval para essa eventualidade.
54 Carlos Magno // 4/June/2008 às 15:59
Chest,
Eles farão o quê? Pilhagens?
55 Guilevy // 4/June/2008 às 15:59
Gerson,
para de relativizar que o Chesterton não gosta disso…ou você está totalmente do lado dele ou então é um petralha de um comunista safado.
Darwinista,
esse Coutinho é um aspirante a Tio Rei que leu muita “filosofia” do olavismo. Como aspirante, no varejo ele ainda acerta algumas, mas um dia chega lá…
MrX,
você que não entendeu o que escrevi. Não critiquei o “pensamento” do texto do Coutinho, só não vejo lógica alguma no caminho. E vi ironia sim, até onde ele não deveria ter dela usado.
56 Chesterton // 4/June/2008 às 16:01
Gunnar, 52…o preço.
57 Chesterton // 4/June/2008 às 16:01
54 protegerão o comercio livre, como hoje.
58 Carlos Magno // 4/June/2008 às 16:07
Chest # 57
Digamos que sim.
Mas por seguidas catástrofes, ou guerras, ou outros fatores que se aventam hoje em dia, a comida for insuficiente para a população global?
Pelo que se calcula, se não morrer gente às pencas, haverá uma progressão inversa na relação habitantes x alimentos.
Adiantaria um patrulhamento naval?
59 Chesterton // 4/June/2008 às 16:07
vocês pensam com base em premissas falsas. A comida no mundo está faltando porque estava barata demais, e os produtores não tinham para quem vender. Se repentinamente 1 ovo custar 5 reais, até eu vou abrir um galinheiro (cuidado com piadas, que hoje eu estou afiado).
60 Chesterton // 4/June/2008 às 16:17
Mas por seguidas catástrofes, ou guerras, ou outros fatores que se aventam hoje em dia, a comida for insuficiente para a população global?
chest- bem se cairem 4 cometas , depois mais 4 terremotos, e depois mais 4 tsunamis, e logo em seguida mais 4 furacões , aí mrealmente vai morrer muita gente….e o problema da fome estará resolvido pois haverá um monte de lugares para cultivo (já que morreu todo mundo…).
Mas peraí, e se morreu todo mundo, quem vai cultivar?
Falso problema, por falsas premissas, o maior patrimonio da terra é o homem (e a mulher), enquanto ele for livre e não ficar esperando que o governo mande bolsas familias, sua inventividade, criatividade , sua destreza criará a riqueza e a abundancia.
61 Chesterton // 4/June/2008 às 16:18
criarão.
62 Carlos Magno // 4/June/2008 às 16:19
Desculpe, Chest, guerras, terremotos, vendavais, enchentes, tsunamis, etc, não são premissas falsas.
Muitos dizem que essas coisas sempre ocorreram, o que concordo, porém não com essa freqüência hodierna e velocidade, que nos remetem a admitirmos, - pelo menos admitirmos, - que os dias apocalipticos são esses.
Fugiria muito ao racionalismo? Veja que lá no Polo Norte, os suecos se não me engano, construiram um abrigo para as espécies vegetais na eventualidade de catátrofes planetárias.
Os próprios americanos têm abrigos subterrâneos, para guerras nucleares ou não. Então, são fatores previsíveis e não aleatórios
63 Chesterton // 4/June/2008 às 16:39
Carlos Magno, que catastrofismo! De qualquer modo, se vocë está correto em suas previsões, o problema está resolvido, o mundo vai acabar e não adianta nem se preocupar. Carpe Diem!
64 pingafogo // 4/June/2008 às 16:53
Pra existir um equilíbrio entre barriga vazia e prato cheio, a educação (de uma forma geral e não aquela do banco escolar) vai ter de melhorar muito, muito mesmo, antes que alguma coisa mude. Como ninguém faz nada por isso (desculpem a generalização válida), continuamos, ladeira abaixo. Atualmente apenas uma mudança-de-consciência-global-violenta pra mudar algo. Enquanto ela não vem, o termômetro e a água vão subindo. Continuar consumindo desse jeito não dá. Nós teríamos de consumir como chineses e indianos, não eles igual a nós. E agora não dá mesmo pra dizer que eles não podem. Essa inversão, bota na conta da publicidade. Aliás, a maior contribuição americana pra gente chegar onde está. Marqueteiros comandam aquele país. Marqueteiros não entendem de nada (desculpem por nova generalização… tah, tah bem…) não entendem quase nada. Eles sabem muito bem como encher bolsos. Eu gostaria que eles entendessem de encher barrigas (pra quem gosta de piadinhas, leia-se: matar a fome). Basicamente é isso. Quem vai pagar a conta não somos nós, mas talvez os filhos ou netos de vocês.
65 César // 4/June/2008 às 16:53
O mercado seria a solução se estivéssemos no século XIX. Mas com o advento do mercado financeiro, ele pode até ser um fator de desestabilização no que tange aos alimentos. Saibam que especuladores já compraram as 2 safras anuais inteiras de um determinado tipo de trigo na Bolsa de Futuros de Chicago (contrato sobre bens futuros) e, é claro, esperam ansiosamente que o preço suba para auferirem vultosos lucros.
A Humanidade sempre se superou quando as necessidades eram maiores que os meios para alcançá-las. Não acho que a solução seja um ajuste no consumo; talvez este nosso momento pressione positivamente os investimentos em P&D sobre novas formas de produzir mais alimentos com o mesmo recurso, fontes de energia menos poluentes etc.
Ou talvez a solução seja consumir menos… acho que ninguém tem uma resposta pronta p/ o que vivemos atualmente.
66 Darwinista // 4/June/2008 às 17:02
Mr. X, gosto de ironias finas e inteligentes. Ironia safada e rastaquera, passo longe.
O César mata a charada em parte. O desenvolvimento de variedades de plantas que ofereçam maior produtividade e ocupem menos espaço, e a diminuição do consumo, mesmo que causada pelo alta nos preços (e não vejo outra maneira de isso ocorrer) são elementos fundamentais para tentar minorar o problema.
Mas a verdadeira chave para resolver a questão é o controle populacional. Quanto a isso, deveríamos todos ser chineses.
67 Zé Bush // 4/June/2008 às 17:08
well….a agricultura familiar é uma alternativa viável para regiões sub-desenvolvidas. No Brazil,talvez seja a única solução para o semi-árido nordestino, devido suas características climáticas e geográficas.
Mas enganam-se os que consideram a agricultura familiar o apanágio da civilização. Não dá prá alimentar todo mundo na base da agricultura familiar. Tá certo que fixa o homem no campo, estabelece novos procedimentos e manejos agrícolas, é fonte de renda rural e tudo mais. Mas , repito, não dá pra alimentar grandes populações só na base da agricultura familiar. Quando muito, garante a subsistencia e a comercialização do eventual excesso. Tudo regionalizado.
O agronegócio é válido para a produção em massa, escala industrial mesmo. Comida para milhões. A humanidade come grãos e frutas, consome leite, carnes e seus derivados. A demanda está crescendo dia a dia. A distribuição de tanto alimento é o maior desafio atual. Sai caro transportar alimentos prá tanta gente.
Dá prá alimentar milhões (ou bilhões) plantando horta no quintal e tirando leite da vaquinha?
68 confetti e a ilusao* // 4/June/2008 às 17:12
cara, meu coment #11 nao tem nada a ver com o tema do post ! falei antes de ler….desculpem caros colegas !
boiei no tema, como diria dracula ! )))
69 Mr X // 4/June/2008 às 17:16
“Quanto a isso, deveríamos todos ser chineses.”
Discordo. Sabia que as famílias chinesas que perderam o filho no terremoto têm que pedir autorização ao Estado pra poder ter um novo filho? Bah.
70 Chesterton // 4/June/2008 às 17:25
Cesar, esses especuladores deram o dinheiro antecipadamente para os produtores plantarem a safra de 2 anos para a frente…não é magnifico? Tomara que tenham lucro e peguem gosto pela coisa, pois a[i o financiamento de safras estará garantido….
(é muita ignoräncia por aqui, my god)
71 Darwinista // 4/June/2008 às 17:28
Bem, ok X, nesse caso eles estão errados. Mas a política de controle populacional é necessária, e eles saíram na frente.
72 Chesterton // 4/June/2008 às 17:28
O desenvolvimento de variedades de plantas que ofereçam maior produtividade e ocupem menos espaço
chest- Darw, isto é transgenicos. Porque a esquerda era contra os transgenicos 2 anos atrás? Mudou de idiea?
73 Chesterton // 4/June/2008 às 17:33
67, concordo plenamente.
74 Chesterton // 4/June/2008 às 17:39
darwinista, onde eles sairam na frente foi em fazer filhos…
75 César // 4/June/2008 às 17:41
Chest, você deve se achar muito inteligente e, os outros, muito burros - essa é a única explicação que encontro.
É claro que o mercado de futuros não é o vilão per se. Ele existe desde há muito e possibilita o financiamento não só das produções agrícolas, como de minério e produtos semi-manufaturados. O fato é que isso está fugindo de controle. Um único fundo comprar 2, 3 até 7 safras anuais inteiras num momento em que sabidamente há uma crise de oferta não pode ser considerado normal. Há que se regular de alguma maneira esse mercado.
76 Darwinista // 4/June/2008 às 17:42
Chest, estou pasmo que precise rebater isso, mas vamos lá:
1. De onde você tirou que eu sou de esquerda? Já disse, isso sim, que sou mais inclinado às idéias de esquerda. Mas você já me leu criticando várias vezes as idéias, digamos assim, esquerdistas por aqui.
2. Quando foi que eu afirmei ser contra os transgênicos?
77 Carlos Magno // 4/June/2008 às 17:42
Não descarto nenhuma possibilidade, desde a uma mega-catástrofe, a pequenos e médios sucessórios acontecimentos por longo tempo ainda.
Um rompimento súbito e violento nos meios produtores romperia também com a cadeia mundial de fornecimento e trocas. Quer fosse por motivo de guerra ou não.
Se muitos países começarem a ter seus solos inundados e os meios de produção interrompidos, - o que não é tão difícil de imaginar ou acontecer - é claro e lógico que faltará o abastecimento, a fome se alastrará e haverá drásticas contenções de tudo.
Não é de um dia para o outro que se repõem as perdas, mormente na produção agrícola. E os estoques mundiais não são suficientes para matar a fome de uma geração inteira, quanto mais manter-se até nossos netos. Mesmo que a população mundial se reduza a 2 bilhões de famintos!
Além do mais, há a falta de água potável que se agrava a cada ano, sem considerarmos as eventuais catástrofes; a falta de H2O é real, aqui e agora!
Se a balança mundial está descontrolada e desregulada e os continentes asiático e africano são os que mais sofrem com a fome, isso não é problema que envolva cataclismos. É falta de vergonha e crueldade humanas desse capitalismo cruel e selvagem dominado e mandado por 8 ou 10 monopólios oligárquicos.
E sua fome não nos serve como parâmetro para nos consolar e aliviar porque continuam a viver, e por que nós não?
É um quadro negro, oxalá jamais aconteça, mas não é uma possibilidade nem remota e nem pequena.
Entretanto, se as catástrofes geológicas não continuarem a açoitar o planeta, o que absolutamente não acredito nessa benção para a humanidade, o oriente médio, nessa falta, já está mostrando com cátedras como acabarmos uns com os outros numa terceira guerra mundial que nos afetará a todos!
78 Bender // 4/June/2008 às 17:45
E o Brasil, de quebra, também não pode comer churrasco e ir todo o final de semana para a praia. Droga.
79 César // 4/June/2008 às 17:57
Ademais, logo os produtores rurais vão se estruturar, o financiamento a eles terá condições mais favoráveis, as novas tecnologias vão proporcionar maiores ganhos por m2. plantado. Talvez aqui no Brasil a agricultura familiar se solidifique. Todos esses fatores juntos serão suficientes p/ dar conta a essa crise de oferta, que culminou de um silencioso aumento da renda dos emergentes, p/ o qual não nos previnimos.
80 Guilevy // 4/June/2008 às 18:11
Tem um porém.
Quem falou que o maior problema é a alimentação?
As médias por habitante dos EUA de : automóveis, tvs, computadores, máquinas de lavar, secar, passar, aquecer, esfriar, cozinhar, fritar, assar, bater, mexer, triturar…ufa!, são impraticáveis pelo total da população mundial. Fora os supérfluos, que não são poucos.
E a matriz energética para produção, distribuição e utilização disso tudo é responsável por 25% do consumo de energia mundial, além do mesmo tanto de geração de poluentes e lixo.
Não é preciso ser PHD em Matemática para ver que a conta de multiplicação para o resto do mundo extrapola o possível. E muito..
81 Carlos Magno // 4/June/2008 às 18:46
A política de controle de natalidade dos chineses se provou há algum tempo inadequada e cruel.
As famílias ficam à beira da extinção quando não têm um herdeiro masculino que cuide dos velhos e gere novos membros. O problema desse controle afeta a sobrevivência familiar porque não há política social.
O governo chinês prioriza os meios de produção e consumo em detrimento do social, sem prover à imensa população de uma estrutura sólida médico-hospitalar ou de amparo da velhice com pensão ou aposentadoria.
Nesses quesitos de enredo e alegorias, eles ainda estão vivendo nos atavismos dos tempos do mandarinato, onde quem podia mais chorava menos.
82 Pax // 4/June/2008 às 19:37
Ôpa, transgênicos não quer dizer mais produtividade em menor espaço. Essa é a conversa pra boi dormir ou pra inglês ver.
Transgênicos suportam pesticidas, economiza na lavoura. Ao invés de roçar e carpir, joga o pesticida que a soja e o milho aguentam e as ervas daninhas morrem. A poluição da terra, do ar e dos lençóis freáticos que se danem segundo os que defendem. O que interessa é o resultado de curto prazo e a grana envolvida.
Mais além, Zé Bush, dá uma sacada no “case” da Native que produz álcool e açúcar orgânicos. Eles têm mais produtividade que na lavoura tradicional com adubos químicos e pesticidas tóxicos.
Mas é claro que a indústria dos adubos e pesticidas não deixa isso vazar, é um modelo desenvolvido por eles que deixa os agricultores totalmente dependentes e gera uma grana absurda para as multi desse mercado.
Há soluções limpas que merecem maiores e que poderiam sustentar todo o planeta.
83 Carlos Magno // 4/June/2008 às 19:52
Alimentos tratados com agro-tóxicos desenvolvem tipos de bactéria que infestam o sangue e sobem ao cérebro, podendo causar doenças sérias e até a morte.
Por isso é sempre aconselhável deixar as folhas de legumes, verduras ou frutos, imersos em água filtrada com gotas de limão por algum tempo antes de ingerí-los, a fim de purificá-los.
Muitas doenças que afetam a humanidade, algumas fatais, vêm da agricultura devido a aplicação desses produtos químicos. Ou seja, salvam-se os alimentos e matam-se os consumidores!
É a ganância!
84 Pax // 4/June/2008 às 20:01
Fora a quimica…
85 Gerson B // 4/June/2008 às 20:06
Chsterton, seu comentário 50 é uma pergunta? Se é a resposta é não. Se é uma afirmação está errada. Mas acho que as soluções a vir não serão agradaveis. Serão, porem, menos desagradaveis que deixar a coisa pro mercado. Alguem terá que renunciar a hábitos de consumo.
Torço para que como foi sugerido a educação tenha papel predominante nisso, mas acho difícil que não seja necessária alguma coerção.
Guilevy (55), tambem tenho essa impressão.
86 Chesterix-Dracul- El Cid, o irado // 4/June/2008 às 21:50
cesar, 75, eu não me acho muito inteligente, mas acho que a burrice vem passear nesse blog demais da conta….
De onde você tirou que eu sou de esquerda? Já disse, isso sim, que sou mais inclinado às idéias de esquerda
chest- darx, assim você me deixa sem piadas…
Pax, 82, sou todo ouvidos….
Gerson, amazing, mas o mercado é o menos malvado dos mecanismos de controle.
87 Chesterix-Dracul- El Cid, o irado // 4/June/2008 às 22:05
Se já há distúrbios e revoltas por comida no Terceiro Mundo em função dos altos preços do petróleo, imaginem o que aconteceria se o Irã fechasse o Estreito de Ormuz amanhã. Esta é a realidade estratégica, gostemos dela ou não.
Imaginem oi Irã nuclear cobrando ” pedágio” do petroleo que passa por ali….
88 Gerson B // 4/June/2008 às 22:25
Chesterton (86), não acho que o mercado seja o mecanismo menos malvado. Às vezes o mercado é cruel, assim como a seleção natural. Mas acho que é o meio mais eficiente para grande número, provavelmente a maioria das relações econômicas. Só não acho que seja suficiente. Em certas questões ele não funciona bem.
89 Chesterix-Dracul- El Cid, o irado // 4/June/2008 às 22:49
eu estava falando com uns colegas mais velhos, metidos em sindicatos, coisas afins, conhecidos do tempo (deles) de escola de medicina do Temporão, e estavam reclamando que ele não os atendia, e não deixava que levassem suas “reinvindicações. Disseram que o temporão se saía com a seguinte desculpa:
- Medicina não é carrerira de estado, afastem-se de mim…
E não é que ele tem razão? Médico é apenas prestador de serviço.
90 Mario Nobre // 4/June/2008 às 23:09
Aí vai um comentário “masturbatório”… (já que é solitário, aqui no final… para a minha própria posteridade, quem sabe…)
Em 1996 estava terminando uma pós-graduação em Marketing de Produtos Alimentíceos na Espanha quando escreví (por conta do início da crise da vaca louca) um pequeno artigo sobre a inviabilidade da sustentabilidade do ser humano na face da Terra, caso grande parte da população mundial viesse a consumir “per capita” o mesmo que os países da OECD. Escreví e batí nessa tecla, e era chamado de louco… Vindo de um país onde a ‘modelagem social’ é enorme e de uma juventude passada sob um sistema que, digamos assim, nao privilegiava a discordância como parte da forma de ascender na pirâmide social logo me dei conta de que era melhor parar com aquelas idéias loucas, que só eu acreditava, e passar a compreender o mundo como grande parte do mundo o compreendía.
Hoje me dou conta de que antigas idéias minhas começam a fazer sentido para tanta gente e não sei sinceramente se me sinto feliz por não ter sofrido muito, carregando um estandarte que ningúem lía ou, pelo contrário, fico triste por não ter conseguido num determinado momento na minha vida ter acreditado e seguido minhas idéias. Na verdade essa linha de pensamento me levou a postular uma vaga num mestrado em economia, mas achei aquilo tudo tão fora de propósito que decidí volver minhas costas àquelas idéias e tentar levar uma vida mais pragmática. me tornei trader, ajudei com certeza a criar essa mesma situação que hoje vemos aí, uma certa ’self made prophecy’.
O que mais me preocupa então, hoje, é perceber que todo o sistema econômico que aí está dá nítidos sinais de que simplesmente o mundo onde estamos “não nos comporta” e que um pode esperar um comportamento muito mais egoísta do que altruísta do ser humano, afinal de contas estamos no topo da pirâmide, somos o predador mais sofisticado que existe mas, no final, somos predadores.
Somos gente demais.
91 Chesterix-Dracul- El Cid, o irado // 4/June/2008 às 23:17
procura aquele telefone para deprimidos que eles te ajudam…
92 Hugo Albuquerque // 4/June/2008 às 23:26
Guilevy no comment # 80 matou a charada, o problema não são os alimentos, mas os bens de consumo.
Tanto a tecnologia atual quanto o próprio espaço fisíco onde é possível de se plantar são suficientes atender a demanda mundial, diga-se de passagem, a alta dos alimentos que se vê atualmente se deve muito mais a algumas sazonalidades e a especulação, portanto, não há espaço para catastrofismo.
Quanto a essa história de culpar China e Índia pelos problemas ligados ao consumo no mundo chega a ser uma imbecilidade, os dois países às custas de sua mão-de-obra barata exportam deflação pro mundo através dos seus superávits comerciais altos baseados na exportação de bens e serviços que sairiam muito mais caros de serem produzidos em outros países. Podem ser acusados de tirarem empregos, ou seja, desaquecerem outras economias, não do contrário.
Geram inflação aqui e acolá? Sim, mas no computo geral colaboram para manter a inflação internacional baixa.
Quem consome mais do que produz são os EUA que possuem déficits comerciais gigantescos e parecem incapazes de resolvê-los dentro da configuração atual da sua economia, isso é fato, tanto que estouram bolhas atrás de bolhas e a crise atual é uma constatação disso.
93 Caramujo // 5/June/2008 às 1:08
Nao existe qualidade de vida sem qualidade de planeta. O homem transforma o planeta uma lata de lixo, numa cloaca purulenta. Esta luta quem ganhara’ é o planeta; o homem se extingue, o que é perfeitamente normal.
Acabou de sair um livro sobre os crimes ambientais da Monsanto, a multinacional assassina que inventou o DDT, o agente laranja, o BPC dos transformadores. Toxinas praticamente indestrutiveis. E que se acapara do mercado mundial de sementes. Leitura de cabeceira.
Quando a populaçao asiatica dobrar, o planeta acaba. O pessoal comera’ farinha de pedra, ou Soylent Green (cadaveres transformados em biscoitos proteinicos). Parece que desce bem com uma Brahma…
94 Renato // 5/June/2008 às 1:38
Carlos Magno que eu saiba agrotóxicos matam e evenenam se eles criam alguma coisa no ser humano é câncer, nem precisa de bactérias.
Inclusive a Embrapa tem umas iniciativas interessantes em alternativas de controle de pragas. Vi uma pesquisa interessante uma vez que utilizava… som!
Bem lembrado Pax, um transgênico que funciona bem como você descreveu é o da simpática Mosanto com sua soja RR que é resistente ao agrotóxico da… Mosanto! Belíssimo acessório para vir com a sua plantinha não?
95 bitt // 5/June/2008 às 8:13
Pelo amor da mãe do guarda… O comentário do PD à essa patuscada desse fulano foi de-mais!!!
Olha, acho espetacular como, de tempos em tempo, a elite das economias centrais resolve constatar o óbvio. O problema não é a comida, a bebida, os carros… O problema é q o capitalismo, para os íntimos “modo de produção de mercadorias” tem um problema de origem: para se expandir, tem de se canibalizar. Hj em dia, embora existam setores da economia produtiva altamente dinâmicos, esses setores estão agora subordinados à “produção de dinheiro”.
Basta ver a questão da produção de alimentos - afinal, a tecnologia não dá conta disso? Claro q dá. O problema está dimensionado, mas quem é q quer fazer cair os preços? Suprir a “nova classe média” implicaria em uma expansão exponencial da produção industrial e tal. Mas onde fica a especulação, aí?
É totalmente possível uma expansão racional, sustentável. Mas teria de acontecer uma reorganização nas bases do sistema. Não acho q a culpa seja da classe média européia e n. americana. Eles, no fim, não têm poder político algum.
96 Chesterton Dracul // 5/June/2008 às 8:58
Bitt, para de estudar marxismo que só piora seu cérebro.
A classe media americana e europeia não tem poder politico algum (poderia dormir sem essa…)
97 pingafogo // 5/June/2008 às 9:04
O problema é q o capitalismo, para os íntimos “modo de produção de mercadorias” tem um problema de origem: para se expandir, tem de se canibalizar.
Literalmente.
98 Chesterton Dracul // 5/June/2008 às 9:48
é a destruição criativa?
99 Darwinista // 5/June/2008 às 10:52
Alimentos tratados com agro-tóxicos desenvolvem tipos de bactéria que infestam o sangue e sobem ao cérebro, podendo causar doenças sérias e até a morte.
Carlos Magno, você pode me indicar a referência para essa informação? Gostaria de ler mais a respeito, fiquei realmente intrigado…
100 Carlos Magno // 5/June/2008 às 11:19
Darwinista:
Infelizmente não posso, estou reproduzindo a fala de um amigo ligado às ciências e não tenho como prová-lo. Foi conversa mesmo, ele é cientista e investiga sobre isso.
Deveria, talvez, ter esclarecido que desconheço fontes oficiais que formulassem teses sobre o assunto. Tomara que já haja. Talvez meu amigo o faça em futuro.
101 Darwinista // 5/June/2008 às 11:22
Hmmmm… ok, então.
102 pingafogo // 5/June/2008 às 11:27
Criatividade até rima, mas não combina com mortalidade. Encaro apenas como destruição mesmo. Não vejo nada de criativo no fato de pessoas morrerem diariamente apenas por não terem acesso aos níveis básicos de vida. Por viverem excluídas, dentro de um sistema que vitimiza pessoas, simples e unicamente pelo fato delas terem nascido.
O capitalismo com sua concorrência e competitividade, até concordo que disponibilize alguma base para gerar igualdade social. Mas não se sustenta ecologicamente falando, pois essa base existe apenas dentro da sociedade como um todo e não dentro do indivíduo comum, que vê na concorrência e competitividade desculpas para o ato egoísta do acúmulo material. E ai, o céu é o limite.
103 Carlos Magno // 5/June/2008 às 12:02
Darwinista:
Já que o seu hummm, é de uma ironia clara, pondo dúvidas concretas sobre a veracidade de minha fonte, me dei ao trabalho de pesquisar em três sites. Anote, por favor. Talvez não seja exatamente o que você esperava, mas vai ao encontro de.
http://www.grupocultivar.com.br/arquivos/gc39_caderno.pdf
revistatrip.uol.com.br/acp/conteudo.php?i=25472 - 19k
expressaototal.blogspot.com/2007_01_01_archive.html - 95k
A mim me parece claro que bactérias desenvolvidas a partir de reações do maldito agro-tóxico, podem perfeitamente infectar a circulação sanguínea e destruir algo do sistema imunológico. E migrar para o cérebro, por que não? Até cocô de pombo infecta e destrói células cerebrais, causando doença seríssima e por vezes fatal!
A ciência todos os dias dá provas de sua ineficiência ao não encontrar as causas de tantas mortes e doenças associadas unicamente a agente desconhecido apelidado simplesmente de um vírus ou uma bactéria.
E haja antibióticos para destruir áreas saudáveis do organismo, criar imunizações contra a agressão antibiótica e minar a saúde de tantos milhões de vítimas.
104 bitt // 5/June/2008 às 12:03
A questãoda “destruição criativa” é interessante, visto q existe sim - é um conceito mto usado na área de preservação do patrimônio, por exemplo, e em certos ramos da biologia. Tem relação com idéias bem moderninhas, q não cabe mto aqui aprofundar.
A questão é q, nesse contexto “destruição” implica em “reconstrução”. As cidades, por exemplo, são perenemente destruídas e reconstruídas - e isso é criativo, pq implica no atendimento de demandas; hj em dia existem determinadas teorias q dizem serem os incêndios espontâneos em florestas elementos importantíssimos para o reequilíbrio do sistema como um todo; a arte exerce certo grau de “destruição criativa”, visto q força a transformação da matéria em uma velocidade q é estranha ao sistema. Essas coisas tem relação com aquelas idéias de “retro-alimentação informacional” e “busca de equilíbrio ideal”, q estiveram mto em voga nos anos 50 e 60 do sec passado.
O próprio capitalismo, em seus primórdios, exerceu certo grau de “destruição criativa”. O problema é q a destruição criativa implica numa possibilidade de re-equilíbrio, e a necessidade de expansão do capitalismo torna complicado esse reequilíbrio.
chest,
qual é o poder político q a classe média exerce, mesmo? O de ler jornais e bater cabeça? Ou o de “discordar”? Ou votar em candidatos q apareceram da estrutura interna do partido, articulados por uma elite q nunca mostra exatamente a cara? Na sua iluminada opinião, qual o papel da classe média do EUA no estabelecimento do real destino do país? Ir morrer no Vietnam (a última guerra onde, devido ao regime de draft da ápoca, a CM teve de tomar tiro, ou ser presa) foi decisão resoluta da CM? Perder o sistema universal de saúde e ver a qualidade de empregos e salários caírem das alturas foi decisão patriótica da CM inglesa, q Tatcher apenas avalizou, com lágrimas nos olhos?
105 Carlos Magno // 5/June/2008 às 13:21
Bitt:
Excelente seu comentário.
É nada mais do que o ciclo, nascimento-crescimento-maturidade-decreptude-morte, com inerentes subciclos.
Acho mesmo que o planeta como um macro-átomo para nós, está, sem dúvida, submetido a essa lei irrevogável e inexorável.
Motivo pelo qual defendo a ocorrência de uma transformação planetária, o que infelizmente não nos isenta de sofrermos todas as conseqüências catastróficas.
As pequenas transformações como você citou, destarte, continuarão a suceder no corpo planetário, ou nas obras humanas. É análogo ao que ocorre num organismo humano quando células cansadas ou esgotadas são expulsas do sistema para dar lugar a novas.
Esse processo, entretanto, à minha ótica esotérica, é trabalhado em esferas superiores, tanto assim que muitas ocorrências da vida humana se tornam insuportáveis para uma convivência harmoniosa e até decente, revelando um mundo carcomido pelo vírus corrosivo da intolerância e desamor em todas as nações. Assim os fatos acontecerão e já acontecem numa única e vertente.
Ou seja, somos ao mesmo tempo heróis e verdugos! Mas assim como está não pode efetivamente continuar.
Abs.
106 Darwinista // 5/June/2008 às 14:29
Carlos Magno,
Fico satisfeito que você tenha entendido minha ironia. Pena que ela não surtiu o efeito desejado.
É evidente que duvidei da veracidade de suas fontes, assim como duvido das fontes de qualquer um que escreva qualquer coisa minimamente séria sem qualquer embasamento técnico. No seu caso a coisa é mais preocupante ainda, já que suas fontes poderiam ser extraterrenas…
Mas o pior é que não adiantou nada! Os três links que você colou aqui não tem absolutamente nada a ver com a informação que eu questionei.
Senão vejamos. O primeiro link é de uma revista agrícola que discorre sobre a importância da flora microbiana e de certos nutrientes para o desenvolvimento das plantas, passando apenas de raspão pelo efeito dos defensivos agrícolas nesses organismos (que, diga-se de passagem, não foi o assunto que questionei).
O segundo é um texto colado em um blog, sobre e contra os transgênicos (que, diga-se de passagem, não foi o assunto que questionei) de autoria do… Greenpeace.
E o terceiro é o texto de uma coluna da revista Trip (da qual eu gosto muito, por sinal) a respeito da flora microbiana necessária ao corpo humano (que, diga-se de passagem, não foi o assunto que questionei) escrita por alguém cujo currículo é: Carlos Nader, 43, é um homem de mídia com uma visão microscópica da realidade.
Ora Carlos Magno, convenhamos, eu pergunto sobre suas fontes e você me vem com blogs e Trips? Onde estão as referências da Nature? Science? Revista Fapesp? Vá lá, Scientific American? Até uma Superinteressante era capaz de eu aceitar…
Agora, veja seu novo comentário:
A mim me parece claro que bactérias desenvolvidas a partir de reações do maldito agro-tóxico, podem perfeitamente infectar a circulação sanguínea e destruir algo do sistema imunológico. E migrar para o cérebro, por que não?
Carlos, isso não é ciência, isso é chute. Eu poderia dizer que a mim me parece claro que os computadores atingirão tal grau de processamento que um dia escravizarão os seres humanos e nos utilizarão como fonte de energia (é óbvio que não penso uma insanidade dessas).
Mas isso seria um chute, eu não tenho qualquer embasamento pra fazer uma afirmação dessas.
É isso, meu caro Carlos, que critico. Falar coisas, a respeito de assuntos sérios, sobre as quais não se entende nada.
Por exemplo, a frase E haja antibióticos para destruir áreas saudáveis do organismo demonstra que você não sabe absolutamente nada sobre o assunto.
107 Chesterix-Dracul- El Cid, o irado // 5/June/2008 às 15:47
99, 100, 101….que atitude racional, hein? kakakakaka
108 Darwinista // 5/June/2008 às 15:50
Chest, você ri de quem exatamente nessa história?
109 Chesterix-Dracul- El Cid, o irado // 5/June/2008 às 15:53
Bitt, de novo o papo da fabrica de velas que está furiosa com o Tomas eddison?
110 Chesterix-Dracul- El Cid, o irado // 5/June/2008 às 15:53
do seu amigo
111 Darwinista // 5/June/2008 às 15:55
Amigo? hahahahaha…
112 Guilherme // 5/June/2008 às 17:18
Guilevy (#80),
Logo, logo, cada família chinesa, cada família indiana, terá dois automóveis, tês TVs, três computadores, cinco celulares, uma máquina de lavar, duas geladeiras , máquina de secar, fritar, e outros ufas.
E o nosso mundinho táfu.
113 Carlos Magno // 5/June/2008 às 18:03
Darwinista:
Você é simplesmente um chato arrogante que arrota não sei o quê, talvez uma prosopopéia adquirida lá nos bancos escolares e que você acreditou que era tudo verdade. Bobinho. Estava querendo mesmo um pé para poder me contestar. Aluninho tolo.
Você é mais um desses aprendizes de cientistas da internet, que diz:: eu falo em nome da ciência! Ciência? O que você acha que é ciência, aquele academismo que mistura 25% de provas materiais científicas, 25% de meias verdades (lengalenga) e 50% de lixo intelectual? E, pior, você é daqueles que misturam tudo, fazem uma salada dos diabos e não sabem onde começam as mentiras e onde se encontram as verdades. Diz que Darwin é o sabichão da antropologia, sim, da sua, porque da minha e de milhões não é!
Se o que está nos sites sobre agro-tóxicos não é verdade, somente porque não está corroborado (será?) nos “science magazines”, etc, então meu filho, mais uma vez se prova sua estreiteza e crendice somente nos acadêmicos de plantão. Aqueles que intoxicam as mentes dos estudantes com teorias que dizem provar com a metodologia e pragmatismo científico e que mais tarde vemos o estado lamentável que sua praticidade deixa milhões de pessoas.
E os antibióticos, as quimioterapias e um catatau de tratamentos absurdos que resolvem, quando resolvem, na hora, mas logo acabam com a saúde do usuário e que em outros países são contestados e até não mais usados? Para você está tudo certo, tudo perfeito, porque a ciência diz que é assim!
A ciência é boa, sim, quando é de fato boa, e com metodologia o mais próximo possível das leis da natureza e até de artifícios válidos, como próteses, etc. No mais, é uma fabrica de absurdos, de ladrões e gananciosos que não poupam ninguém para ganhar trilhões de dólares, como vemos fazer as grandes organizações até financiadas pela OMS. São covardes, ambiciosos, mentem e roubam países e o mundo.
Haveria por que a África sofrer tantas doenças, e a Ásia, e a América do Sul, se há tanto dinheiro nas mãos dessas organizações científicas criminosas que jamais conseguirão gastar tudo? Nem para a assistência à epidemia de AIDS na África eles quiseram enviar remédios. Quiseram vender, se recusaram fornecer. Foi preciso a ONU (os bons de lá, e não os diabólicos) interceder e negociar a preços de custo. Sim, de custo, e dinheiro que fora doado a eles para pesquisas. Mas acho mesmo que não funcionariam com esse pensamento mercantilista, pois os medicamentos verdadeiros de curas, as experiências válidas por pesquisadores não oficiais e que realmente serviriam à humanidade, ESTÃO ENGAVETADOS! Eles nos passam vícios, química nojenta que nos deixa dependentes, e enfraquece os organismos antes não viciados e propiciam a proliferação de novas patologias, sabe por que? Você sabe, sim: DINHEIRO SUJO!
E você me vem falar que acredito em extraterrestres, claro, seu iludido, não vai demorar você verá também.
Só pra encerrar essa chatura, as ciências que você se acha dela um arauto, é só um reflexo pálido, da verdadeira ciência: não é causa de nada é, efeito, reflexo, conseqüência comprovada para quem enxerga o subjetivo, não para quem sequer acredita em outras dimensões. Aliás, segmentos das ciências oficiais já acreditam em vidas simultâneas nos universos paralelos, e você não?
114 Darwinista // 5/June/2008 às 18:08
Carlos Magno,
Definitivamente você tem algum problema.
115 Carlos Magno // 5/June/2008 às 18:12
correção: a ciência que você se acha dela….
116 Carlos Magno // 5/June/2008 às 18:14
Meu problema é ainda dar atenção a pessoas como você!
117 Renato // 6/June/2008 às 11:57
Darwinista, até limitaria, bem pouco por sinal, seu disposição quando às fontes, afinal a Science e a Nature também erram. É raro, mas acontece. Deixe de ser malvado ;-) Mas de resto concordo contigo é tudo chute.
Carlos Magno você levantou um monte de críticas à ciência, creio até que algumas procedem.
Mas o problema além dos chutes foi que no momento em que lhe foi conveniente você não teve o menor pudor em escorar seus argumento em uma amigo cientista, como você mesmo definiu. Quando você gosta é ciência e quando não gosta é arrogância e enganação?
Se quer chutar fique à vontade é o que mais se faz por aqui, esporte no qual me incluo. Mas assumir o que é apenas opinião demanda uma humildade que não te fará mal algum.
118 Darwinista // 6/June/2008 às 15:59
Renato,
Você tem toda razão, as revistas científicas, mesmo as mais sérias, não são infalíveis. Mas é o melhor que a gente tem dentro do limite do racional.
E vou tentar deixar de ser malvado, mas às vezes é difícil… hehehe
119 Renato // 6/June/2008 às 17:04
Entendo, como falei concordo contigo em 99%. Mas vc foi tão malvado que até conferiu as fontes que ele apresentou. Havia um X em suas intenções, eu vi. :-)
E assoprando na torturada gramática entenda-se
“sua disposição quanto às fontes”.
Esse meu vício em aposto só me dá vergonha :-p
120 Renato // 6/June/2008 às 18:36
Até pq analisar as fontes foi um argumento tão impecável quanto demolidor.
Já nem precisava citar as revistas científicas.
121 Darwinista // 6/June/2008 às 22:41
Era o mínimo que eu podia fazer, até em respeito ao debate que estava travando com ele. Pedi as referências, ele mandou uns links, fui lá conferir. Mas não adiantou muita coisa, como você percebeu… :-)
122 Carlos Magno // 7/June/2008 às 13:25
Renato:
Entendo sua tentativa de moderação, mas não concordo.
Tenho argumentos práticos para provar o que digo porque não uso unicamente de teorias e nem possuo antolhos como muitos sabichões daqui. É óbvio que nada posso provar num blog e nem desejaria, logo tenho a consciência tranqüila e encerro essa discussão. Falta de humildade? Talvez, mas quem é humilde dessa penca de gente?
Darwinista: Por favor, não cite mais meu nome nos seus comentários. Se puder, nem faça referência a nada meu, dê uma zerada na memória sobre tudo. Ficarei eternamente grato. Sua ironia estúpida e seu risinho com o amiguinho Chest, # 107,108,110,111 só demonstram o tamanho mental de vocês.
Achei ótimo mesmo que não pudemos ser amigos! Aliás, amigo é um termo muito genérico, mal colocado pelos interesseiros e carentes de apoio. Posso até dizer que o significado amigo é de transposição para a prática quase impossível. Quase, porque ainda assim existem casos de sincera amizade. Conheço uns poucos e me incluo neles.
Chesterton: O mesmo para você em relação ao informado ao seu “amigo” Darwinista.
E se ambos lerem o que escrevi, leram, se não lerem também nenhum pouco me importará.
123 Carlos Magno // 7/June/2008 às 14:10
Renato,
Ia me esquecendo. Numa boa contigo, pois não estamos debatendo e se tivéssemos seria num bom nível.
Você sequer imaginaria a capacidade científica do amigo por mim citado.
Portanto, não fui de forma alguma unilateral nos meus parâmetros.
Abs.
124 Renato // 11/June/2008 às 10:26
Ah sim, considerando que não me conhece fico agradecido e comovido pela sua “confiança” em minhas capacidades mentais.
De fato nem estou discutindo isso, o que discordo é da sua seleção de argumentos que considera verdadeiros quando te interessam e a sustentação destes resumida a gosto pessoal, dissimulada em uma postura aparentemente aberta. Você é mais fechado em suas convicções do que gostaria de admitir. Mas deixe para lá, a vida é sua.
Como comentei ciência não é título, autoridade ou pessoa,muito menos o que eu gostaria que ela fosse. Ciência é caracterizada principalmente como um método.
125 Carlos Magno // 11/June/2008 às 14:43
!!! ???
Leave a Comment