Norman Finkelstein em Israel
Recebi três cobranças diferentes para falar a respeito da expulsão de Norman Finkelstein, autor de A indústria do Holocausto, de Israel. O Idelber Avelar conta a história no Biscoito fino.
Finkelstein, crítico antigo da política israelense, foi deportado logo após chegar ao país. Pretendia participar de protestos na Palestina.
Evidentemente, há uma boa turma pulando para cima e para baixo dizendo que é um absurdo, que é uma censura, e tudo mais.
Há muitos anos, após ser demitido de um jornal carioca, servi por um ano como assessor de imprensa de uma certa Câmara Municipal. Foi um treinamento excelente. Câmaras Municipais raramente têm boas imagens. O trabalho do responsável pela comunicação é, constantemente, o de prever danos à imagem da instituição e tentar evitar estragos. Na maioria das vezes, isso quer dizer optar pelo menos pior.
Foi um treinamento fascinante na arte do cinismo.
Que ninguém tenha dúvidas: Israel tem o direito de impedir a entrada de qualquer estrangeiro. No caso de Finkelstein, deviam ter aberto a mão do direito por dois motivos.
O primeiro é que seu protesto na Palestina teria publicidade mediana. Os suspeitos de sempre tratariam dele e nisto ficaria. A partir do momento em que alguém achou adequado botar o peso do Estado numa tentativa de impedir seu acesso à Palestina, a publicidade do protesto ganhou cara de matéria para a grande imprensa. A mensagem de Finkelstein ganhou mais ouvidos. Foi uma decisão incompetente.
O segundo motivo é mais sutil: é uma traição ao ideal sionista. O motivo da existência de Israel é criar uma nação na qual todos os judeus do mundo são bem-vindos, não importa em que acreditam. No momento em que Israel recusa entrada a um judeu porque ele quer mudar as políticas do Estado judaico, Israel trai o ideal sionista. Ao trair o que há de mais nobre no sionismo original, Israel dá mostra de que está perdendo sua identidade. É sua própria identidade que vai lhe garantir uma existência no futuro. É exatamente isto que deveria resguardar.
Ainda sobre o assunto:
- Oswaldo Aranha e a criação de Israel Em 29 de novembro de 1947, a partilha da Palestina foi aprovada na 49ª Sessão da 2ª Assembléia-Geral da...
- Israel, 2040 Yehezkel Dror, cientista político israelense, traça dois cenários para Israel em 2040: No primeiro, houve um aumento populacional de 50%,...
- ‘A Alemanha se curva perante Israel’ Estar perante vocês é uma grande honra. O Holocausto enche a nós, alemães, de vergonha. Me curvo perante as...
- O que Israel oferece à Palestina A Al-Jazeera tem nas mãos um documento que, acredita, representa a proposta final que Israel está disposta a fazer aos...
- Israel e Palestina: a vitória da insensatez A atual política de Israel é um desastre. A promoção de uma carnificina na Palestina – sem esquecer a do...



“Eu, apenas pelo meu nome e etnia, seria barrada em vários países muçulmanos, alguns dos quais tenho genuína curiosidade de conhecer, como o Irã.”
Clara sua ignorância é tocante, a comunidade judaica iraniana, que inclui cerca de 30 mil membros, é a mais importante do Oriente Médio - fora do Estado hebraico. Com mais de 2.700 anos de existência, ela é também a mais antiga diáspora judaica viva do mundo. Assim como acontece na maior parte dos países muçulmanos, ela compartilha com a comunidade cristã o estatuto de minoria protegida (”dhimmis”), reservado aos fiéis que acreditam no Livro sagrado. Esta comunidade, goza da liberdade de culto é até mesmo representada no Parlamento - por um único deputado. “Nós praticamos a nossa religião em toda serenidade e nada nos falta”, declara Farhad Aframian, o jovem redator-chefe da revista judaica “Ofogh-Bina”. “Nós temos cerca de vinte sinagogas em Teerã, além de escolas judaicas, de creches para as nossas crianças mais novas, de alguns açougues kosher (em conformidade com os preceitos judaicos), do nosso próprio hospital, etc. No interior das nossas sinagogas, as pessoas fazem o que querem. O governo não nos incomoda. Nós temos até mesmo o direito de consumir álcool para as necessidades das nossas cerimônias!”. “Não existem guetos ou bairros exclusivamente judeus no Irã. Nós estamos integrados e não sentimos hostilidade alguma por parte dos nossos compatriotas”, prossegue. “É importante saber também que nós, judeus do Irã, nos definimos em primeiro lugar e acima de tudo como iranianos”.
Contudo, é difícil imaginar, ainda assim, que as declarações negacionistas e as múltiplas provocações do presidente Ahmadinejad possam ter deixado os judeus iranianos indiferentes. Por intermédio do porta-voz Moris Motamed, o seu único representante no Parlamento, a comunidade judaica condenou oficialmente essas afirmações. Quando Mahmoud Ahmadinejad questionou a existência do Holocausto, dois anos atrás, o deputado organizou uma coletiva de imprensa para protestar publicamente contra essas declarações.
Ué! E não foi expulso? Esses iranianos sempre me surpreendendo… Como já não bastasse permitirem pesquisas com células-tronco…
X, não sabia que, além de relativista, vc também é histérico… :-P
Calma lá, meu chapa, desse jeito vc acaba ficando igualzinho ao Chesterton.
Abraço,
ACT
George da Floresta, 128 politica, não policia…quem é que não sabe ler? Você é analfabeto orgânico.
George of the Jungle, achar que a ciência deve determinar o que as pessoas fazem da vida (inclusivve usar drogas) se chama politicismo , é uma das bases do subjetivismo epistemológico.
Sim, é o que você diz quando alega que não há “raciocínio científica na hora de proibir drogas e liberar outras”….
Não sei porque vocês implicam tanto com o Mainardi, primeiro porque ele é canalha, não por escolha própria, deve muito, a hereditariedade do Enio e segundo porque ele ao ver que não ia dar em merda nenhuma na vida, foi bater na porta do bem afamado Ivan Lessa, que o ensinou a defecar em grande estilo em rajadas generosas…Com isso ele ganha a vida falando o que os babacas querem ouvir e irritando os contrários que se dão ao trabalho de lê-lo. Com tantos desencaminhamentos o que era de esperar do pobre rapaz? Já viram ele falar mal do sistema de saúde italiano, que através de um parto mal feito condenou o filho dele a paralisia cerebral? Passarinho que come pedrinha sabe o c* que tem…
André,
a ênfase no fato do filkenstein ser judeu vem da questão do direito de entrada e pelo fato, raro, de uma voz judia dissidente. Marx era judeu, espinosa era judeu, Einstein era judeu etc. Nenhum deles, ao que me parece, religioso, Marx e Espinosa com certeza ateus. e daí? e o ú com as alças no seu argumento?
a sua ênfase no ateu é que eu estranhei e, por isso, volto a perguntar - porque a ênfase?
Dino, não vou ficar te chamando de isso ou aquilo como você fez comigo.
Vou apenas dizer, e o Pedro poderá confirmar, que, ainda no tempo de NoMínimo dei um link de uma exposição super interessante sobre os poucos judeus remanescente nos países árabes.
Sei perfeitamente e sempre soube, que existem judeus no Irã(30.00, nas estatísticas), que aliás, não é um país árabe. Como você sabe eles tem outra etnia e outra língua. Mas se eu, brasileira e judia, quiser visitar o Irã, não vou poder.
Dfender as cotas raciais no Brasil não implica em atacar o Brasil ou se entregar aos argentinos, por exemplo. É uma coisa muito diferente de querer dar cidadania à arabes - muçulmanos m em Israel, país pequeno, muito menor que o Brasil, onde os muçulmanos descaracterizariam o estado de Israel DEMOCRATICAMENTE.
Logo se vê aí que a democracia não é um valor em si, como adoram os brasleiros dizer, mas é uma maneira de escolher seus representantes. A democracia só é boa se vem acompanhada de liberdades, e respeitar os direitos dos individuos.
Volto a dizer, Israel, o estado judeu, é uma exceção no mundo e principalmente no Oriente Medio, cercado de muçulmanos que adoram um autoritarismo. Se vacilar, ou cair em armadilhas ditas
” democráticas”, terá um fim macabro em curto espaço de tempo.
De novo, Israel é uma exceção, principalmente no Oriente Médio, cercado de autoritarismo por todos os lados. Logo, ao ser criticado, deve analisar em primeiro lugar quem está criticando, que valores defende tal crítico. É islamico? Já se sabe que nem se deve levar em consideração suas ideias.
De que mesmo te chamei Clara?
Dino, tem ideia da quantidade de judeus expulsos de paises arabes-muçulmanos até hoje? Foram indenizados?
Clara,
é verdade mesmo isso que vc disse? Que não pode ir ao irã se quiser por ser brasileira e judia?
e como é que eles vão saber que vc é judia?
tem isso no seu passaporte?
não entendi…
Se minha Teoria da Relatividade estiver correta, a Alemanha dirá que sou alemão e a França me declarará um cidadão do mundo. Mas, se não estiver, a França dirá que sou alemão e os alemães dirão que sou judeu.
Albert Einstein
È disso que voces estão falando?
George
Esquenta, não, frugívero é assim mesmo.
Frugívero
Beijo na careca
gostei dessa Fred.
náo é apenas o fato de eles serem economicamente bem sucedidos, mas o fato de serm bem sucedidos como sociedade, como povo, que justifica a defesa de Israel. principalmente por estar na fronteira entre o ocidente e o oriente. E prova disso é a inveja que causa nos demais países da regiáo, disfuncionais, dependentes do extrativismo mineral, sem futuro.
Antes de mais nada gostaria de discordar do Pedro quanto a “tal nobreza” do movimento sionista. Um movimento que apregoou mentiras como o dito “Uma terra sem povo, para um povo sem terra”; que expulsou toda população nativa da Palestina, queimando suas aldeias, massacrando, e destruindo suas plantações, para dar lugar à colonos vindos de toda parte do mundo; um movimento que prega que aquelas terras são exclusivas para os fiéis de religião judaica; pra mim não tem nada de nobre.
Quanto ao tratamento dispensado a Normam Finkelstein, só daria para esperar isso das autoridades fascistóides de Israel. Sem dúvida que, politicamente, foi uma grande pisada, já que toda a mídia, agora, vai dar destaque ao fato, como deu, no caso da visita de Carter.
Rodrigo // 28/May/2008 às 11:56 53
“Israel deve ser o único pais “democrático” em que cada cidadão tem que colocar sua religião na carteira de identidade…”
Rodrigo, ISSO É VERDADE ????
Querida faraó, quer dizer que Lula expulsou o jornalista americano que o chamou de pinguço? kkkkkkkkkkkkkkkkk Conta outra piada!
farao 90
No fundo os arabes=palestinos=judeus e vice-versa. E se merecem na ânsia de querer destruir uns aos outros.
Finkelstein e sua mão amarela.
Norman Finkelstein, judeu-americano, filho de sobreviventes do holocausto e um dos grandes críticos do estado judeu, acusa Israel de usar o terror nazista em seu favor. Até ai tudo bem, já ouvimos falar de judeus que nem reconhecem o estado de Israel e mesmo assim não sabemos de casos que foram detidos ao chegar lá.
Então qual será o problema de Israel com este Norman Finkelstein, a ponto de abdicar de um dos valores fundamentais do sionismo - aceitar qualquer judeu em Israel - e deter este judeu e classificá-lo como Persona non-grata? Seria talvez, por ele ter se encontrado com líderes do Hizballah, movimento que escancaradamente declara sua vontade de eliminar Israel?
Segundo a imprensa israelense (ynet e haaretz) ele foi detido por suspeitas de “auxilio ao inimigo no Líbano”. Ele ficou detido 6 horas e decidiu não ficar em Israel. O advogado dele relatou que ele poderia apelar a suprema corte, o que provavelmente obrigaria o serviço secreto israelense de apresentar suas evidências.
Finkelstein preferiu não lutar pelo seu direito democrático de ir e vir dentro de Israel (um modelo exemplar de democracia) talvez porque sabe que poderia no final do processo ser preso por espionagem: ou em outras palavras: “auxílio ao inimigo”.
A conta é fácil: 10 anos fora de Israel ou 10 anos na prisão de Israel…
Se estivéssemos falando de um inglês, alemão (não judeus) ou mesmo de um árabe, seria mais fácil entender. Mas por incrível que pareça aos céticos, a lei em Israel é igual para todos: judeus ou não.
Sim, todo judeu é bem vindo em Israel. Não existe democracia que coloque os valores do Estado antes de sua própria sobrevivência, assim sendo, nenhum Estado democrático tem tendências suicidas. Se o nosso colega Finkelstein tivesse algum peixe na manga, teria lutado pelo que acredita, mas ele preferiu sair antes, já que fazer barulho na mídia dá o efeito desejado a sua causa.
Estou ainda esperando uma opinião contraria por parte de um judeu. PD, cadê aquele pessoal cheio de opiniões diversas que você sempre diz? O que vejo é um uníssono… Israel está sempre certo, Israel está sempre certo, Israel está sempre certo…
Neocid, sabe a quantidade de judeus expulsos de países ocidentais e cristãos até hoje? Foram indenizados?
Dino, as favas a nobreza, agora é a sobrevivencia.
172, foram todos indenizados.
Cala a boca que você não é judeu, não passa de um baba-ovo…
como cristáo minha obrigação é defender Israel, danem-se os que não gostam.
Aos que acham que Israel tem obrigação disso ou daquilo, Israel tá cagando e andando pro que voces pensam.
Israel não se importa a mínima com o pensam os habitantes de países do terceiro mundo como o nosso.
E tá cagando e andando pro que EU penso também.
Apesar de eu achar que se Israel fosse um país bacana como o Brasil, Cuba, Russia, Venezuela, o Irã, ou qualquer país árabe, já teria desaparecido com esse e outros sujeitos há muito tempo.
Dino, esse negócio de “Israel está sempre certo…” isso é chifre (sionista) que colocaram na sua cabeça. Deixa de ser infantil.
ZOLV-ELZ, COPIASTE ESSES ARGUMENTOS DOS MANUAIS DE HITLER?
Neocid estou pouco interessado em suas obrigações de cristão, estou querendo ver a pluralidade de opiniões que caracteriza os judeus conforme me afirmou o PD certa vez, quando condenava os islâmicos pela mesma falta de pluralidade. Mas até com o carro alegórico foi à mesma coisa, não teve nenhuma entidade judaica que se manifestasse contra a proibição…
lá vem a Mila brincando de nazi….
a pluralidade dos judeus começa pelo fato que não tem como objetivo destruir o mundo islamico, e poder fazê-lo, enquanto o mundo islamico pretende destruir Israel…e só toma no toba….
Faraó, você é um imbecil e nem sei como chegou a se formar psicólogo. Israel é um país que tem um PIB semelhante ao do CHILE, e faz pouco tempo era igual ao do Marrocos, não tem nem cacoete de país desenvolvido. Se for cortado a ajuda dos EUA e as remessas dos judeus do resto do mundo sequer seria um país viável.
Dino,
Aqui você não verá diversidade alguma por parte dos comentaristas judeus. Aliás, essa é a norma para a maioria dos judeus brasileiros (existem exceções louváveis). Israel está sempre certo.
Entende porque o Finkelstein é perigoso? Acabando com a industria do vitimismo crônico e do perigo eminente, fica ameaçada a existência de Israel.
George, 140
Errado. Chamei o Finkelstein de inimigo de Israel e dos judeus e amigo de quem é inimigo de israel e dos judeus. Ele e mais ninguém, que fique claro.
Assim disse Zov-Elz:
“Finkelstein preferiu não lutar pelo seu direito democrático de ir e vir dentro de Israel (um modelo exemplar de democracia)…”
Esquece-se, o sr. Zov, que esse direito não vale para os Palestinos, proibidos de transitar livremente na sua própria terra. Eu não quero esse modelo de democracia, nem em sonho.
aiaiai, claro que é verdade! Não está escrito na meu querido verdinho, claro, nem poderia, mas eles barram, antes mesmo, no consulado. Ou você acha que eles não reconhecem um sobrenome judeu e um rosto ashkenazi?
http://www.abe.mre.gov.br/mundo/oriente-medio/republica-islamica-do-ira/teera/avisos/nao-viaje-antes-de-obter-visto-junto-a-embaixada-do-ira
Recomendação expressa do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.
Para viajar para Israel, sequer é necessário visto.
E, não, nem sempre Israel está certo, mas Finkelstein é inimigo não só de Israel, como de qualquer judeu que conhece História, que tenha perdido parte da família no Holocausto- e para ser bem clara, nunca recebeu indenização alguma. Não existe indústria do Holocausto, o Holocausto é que foi uma indústria de extermínio.
Estou surpresa. Essa foi uma boa discussão, até agora, pelo menos o que meu tempo permitiu ler.
Acho, realmente, que a posição do Elias é a que combina coma minha até certo ponto. Não sei se Finkelstein é um pé no saco porque até agora não li ” A Indústria do Holocausto”, coisa que pretendo remediar muito brevemente. Pelo mesmo motivo, não sei julgar da sua isenção intelectual, que é bem controversa.
Porém, o que salta aos olhos é o tiro no pé que este governo israelense desferiu, justo num momento de fragilidade do governo Bush, seu maior aliado se mostra mais e mais aparente.
Nesse sentido, e claro, sabendo que os próximos governos serão tão próximos ou mais, de Israel, qual a finalidade, friamente, de impedir um pesquisador (sem antecedentes criminais), de comparecer a um evento, só porque crítico a algumas políticas do Estado de Israel?
Desculpem-me, é a mesma miopia do Lula querendo expulsar o Larry Rohter, por chamá-lo de bêbado.
Em termos puramente de razões de Estado, não há como justificá-lo, embora argumentos diversos e secundários e desculpem, diversionistas, tenham sido brandidos aqui.
Ainda acho que Israel, como se costuma dizer em relação a pessoas, perdeu boa oportunidade de ficar calado.
Clara,
O que há de mais no aviso? É muito diferente de outros países, como os EUA, por exemplo? E Israel? Permite a entrada de árabes em seu território? Por acaso, os palestinos dos territórios ocupados podem trafegar por estradas israelenses?
Para com isso, Clara!!! Israel manda e desmanda na população palestina e você tem a coragem de falar do Irã, onde existe uma das comunidades judaicas mais antigas do mundo, que, diga-se de passagem, nem pensa em migrar para Israel!!!
Para com essa choradeira, com esse vitimismo.
Dino, em 151, você disse que a minha “ignorância é tocante”.
Moisés, Israel é um país com muitos inimigos. Isso está cabalmente demonstrado pela quantidade de guerras que teve de enfrentar para defender o seu direito de existir.
Isso não é vitimização, é a verdade. Proibir a entrada de Finkelstein é um ato soberano, legal e legítimo.
Clara, eu xinguei claramente quando chamei o faraó de imbecil, posso parecer grosseiro, mas pode observar que só me refiro grosseiramente a uma pessoa após ela me interpelar desta forma primeiro.Ignorância em um tema, não é xingamento, se você desconhece sobre uma realidade, você ignora tal fato, sequer te chamei de ignorante, pois é generalizante e pejorativo. A diferença e que a cambada direitoba costuma ser agressiva e a turma de esquerda costuma fazer o tipo bom-moço-cordial, não é meu caso, o que me mandar, mando em dobro de volta, é característica real, nada a ver com internet, você se referiu respeitosamente, não tinha por que xinga-la. De qualquer maneira se te ofendi minhas desculpas.
Esse negócio de anti-semitismo é uma balela tão grande, não passa de anti-americanismo disfarçado, que se os palestinos tivessem o apoio dos americanos, e esses se virassem contra Israel (e Obama esta aí para isso), todos esquerdalhas brasileiros iriam defender Israel.
Faraó Jud querido….Eu aceito suas duvidosas e pobres provocações….voce é pobre e seus colegas são tão sistematicos e pouco imaginativos….é sempre a mesma ladainha…..
Ô chorororÔOOOOOO!!!!!!!!!!!!
E o mundo é de todos nós…..de todos nós! cara pálida……..de uma vez por todas!
Dino, tudo bem, aceito suas desculpas. Apenas eu não ignorava o fato de haver judeus no Irã. Depois que esse regime teocrático dos aiatolás implodir, vamos saber melhor como vivem os judeus no Irã.
Israel… hoje = regime segregacionista
Israel… hoje = Apartheid
Sionistas… hoje = anti-semitas, que o digam os milhões de semitas palestinos aprisionados em Gaza.
“O SIONISMO foi uma revolução em muitos campos, mas a revolução mental nunca foi completa. Sua ideologia converteu a comunidade dos judeus em povo judeu, e converteu o povo judeu em nação judaica – mas jamais definiu claramente qualquer diferença. Para conquistar as massas de judeus com inclinação religiosa no Leste europeu, o sionismo tornou-se também religioso e misturou tudo num coquetel complexo – a religião é também nação; e a nação é também religião. Mais tarde, acrescentou-se a idéia de que Israel é um “Estado judeu” que pertence a seus cidadãos (judeus?), mas pertence também ao “povo judeu” espalhado pelo mundo. Para a doutrina oficial israelense, Israel é o “Estado-nação judeu”; mas, para o Direito israelense, “judeu” é quem pratica a religião judaica.”
Uri Avnery
Alba….embora o Larry seja alguém a considerarrrrrrr…..creia!
Há momentos em que a história e os comportamentos fazem as pessoas seguirem planos defensivos ,anti comportamentos sistematicos……a imprensa norte americana sempre nos tratou como ETS!…..e/ ou macacos!!!!!
Não eramos pais…eramos algo não condizente com o American way of countries/friends!!
iiiiiiiiiii…..essa pÔ de tema !….PD para com esses temas!
Desmond Tutu - Prêmio nobel da paz:
“Vi a humilhação dos palestinos nos postos de controle das estradas… Sofrem como nós sofríamos quandos os jovens policiais brancos nos impediam de nos locomvermos de um lugar para outro”
“E eu me pergunto: Por que a memória é tão fraca? Os nossos irmãos e irmãs judeus já se esqueceram das humilhações que sofreram? Esqueceram os castigos coletivos e a derrubada de casas que sofreram em sua própria história?”
Moises!
falar a verdade e ser claro em suas idéias sempre tras a punição da execraçãO!
é UMA MEDALHA DOURADA……LINDA E QUE TRAS A SOLIDÃO…….O PREMIO PELA VERDADE.
E Desmond Tutu continua…
“Vocês sabem como eu que, de certa forma, o governo israelense se apóia num pedestal (Estados Unidos) e quem o critica é imediatamente tachado de anti-semita, como se os palestinos também não fossem semitas”
“As pessoas nos Estados Unidos têm medo de criticar essa postura porque os grupos de pressão judaicos são poderosos, muito poderosos. Mas “e daí?”
“O governo do Apartheid era muito poderoso, e hoje ele não existe mais. Hitler, Mussolini, Stalin, Pinochet, Milosevic e Iidi Amin Dada eran igualmente poderosos, mas no final das contas todos caíram. A injustiça e a opressão não vão vencer jamais”.
George Pedrosa,
Muito obrigado por citar fontes, isso nos dias de hoje é coisa rara. Ainda assim solicitaria que antes de você mandar um link, dê-se ao trabalho de ler, afinal picaretagem intelectual tem limite… No link que você enviou:
1. Every Jew has the right to come to this country as an oleh**.
Oleh’s visa 2. (a) Aliyah shall be by oleh’s visa.
(b) An oleh’s visa shall be granted to every Jew who has expressed his desire to settle in Israel, unless the Minister of Immigration is satisfied that the applicant
(1) is engaged in an activity directed against the Jewish people; or
(2) is likely to endanger public health or the security of the State.
Trata-se da lei original, portanto pelo visto é desnecessários mencionar os adendos.
Como disse anteriormente:
“Um sujeito pode ser judeu e ter sua imigração recusada. Recomendo a leitura acerca do caso do irmão Daniel anteriormente citado…”
Jerome Slater…
“The revised history holds that the Palestinian-Israeli conflict is rooted not in mindless Arab anti-Semitism but in Zionism’s insistence that a Jewish state must be created in Palestine, despite the fact that for over 1,300 years it had been overwhelmingly inhabited by Arabs, who in the 20th century sought political independence in and sovereignty over their homeland.”
Moisés,
E Israel? Permite a entrada de árabes em seu território? Por acaso, os palestinos dos territórios ocupados podem trafegar por estradas israelenses?
Sem entrar no mérito do argumento da clara, devo observar que como de costume você propaga inverdades.
Primeiro observer que um país não tem obrigação de receber cidadãos de Estados com os quais não possuem relações bilaterais.
Observo ainda que a Indonésia, país de maioria muçulmana ainda que não árabe, não reconhece passaportes israelenses. Ainda assim anualmente indonésios visitam Israel em peregrinações.
Dito isso, qualquer árabe portador de passaporte de outro país tem o direito de visitar Israel. Eu mesmo recebi em minha casa um com 3 visitas à arábia saudita, além de visitas à líbia, egito, siria, libano, tunisia, paquistão, jordania e outros. Tudo no mesmo passaporte.
Jimmy Carter: Paz, sim. Apartheid, não.
“A alternativa à paz é o apartheid, não dentro de Israel, repito, mas na Cisjordânia, em Gaza e em Jerusalém Oriental, territórios palestinos. É nesta zona que o apartheid existe sob sua forma mais desprezível, os palestinos são privados de seus direitos humanos mais fundamentais”
“…o apartheid existe sob sua forma mais desprezível…”
Bem contundente.
Mais de Jimmy Carter…
“a colonização e o controle contínuos das terras palestinas por parte de Israel foram os principais obstáculos para a obtenção de um amplo acordo de paz na Terra Santa”
Israel promove Apartheid?
“Há poucos lugares no mundo onde os governos constroem uma série de leis sobre as nacionalidades e as residências, concebidas para serem utilizadas por uma parte da população contra a outra.A África do Sul do apartheid foi um deles. Israel é outro”
Chris McGreal, correspondente do jornal britânico The Guardian em Israel.
“O sonho sionista tornou-se um pesadelo”
“Por um lado porque não há lugar mais perigoso para os israelenses do que Israel, e, por outro, em razão do ‘pecado original’, de ter desprovido os palestinos de sua terra”
Jerome Slater
Alba 191
Perfeito, e que elegância.
Dino, Moisés, HRP, Fabio Passos, Dino, Mula, Finkelstein…
os cães ladram e a caravana passa ….
au, au, au !!!
aiaiai !!!
au, au, au !!!
tudo modismo esquerdista…
aiaiai se vc me permiti dizer . Vc é meio tosca em suas afirmações pois Israel esta situada em lugar que é dele por direito ddesde sempre. Deixa depois explico melhor estou sem tempo.
E não eu não quero mais me casar com voce .
A confeti é mais enteguesante he he he.
HRP FAST Reloaded e ae cumpanhero de guerra ta mais filosofico agora . Tentando decifrar os posts do PD ?
Acho que o PD é Judeu . Como explicar o entusiasmo dele em sempre bater na mesma tecla ( Israel Israel bla bla bla bla Israel e + Israel) ? rsrssrsrsr palhaçada PD só pra implicar mesmo .
Chestertona eu to aki hem.
Seu direitista é tudo culpa de vcs da direita .
Mila: Ou você nao leu/entendeu o que eu escrevi, ou desconhce os textos de Hitler.
Moises: Antes de responder sobre o direito do palestinos de ir e vir, primeiro você tem que definir o que são as terras dos plaestinos? Você se refere à faixa de Gaza e a Cijordânia? por que se isso pra você é Palestina, eles tem pleno direito de ir e vir por lá, o que eles não tem direito é entrar em Israel sem passarem por Checkpoints, não muito diferente do processo que você passa quando se viaja de avião (sim são revistados, e é uma fronteira como qualquer outra) o problema é que muitos explosivos passaram nessas fronteiras, e com prova estão os atentados suicidas. Os “checkpoints” foram reforçados para proteger os soldados, e infelizmente isso não filma bem nas cameras de TV.
Outra coisa, se você ainda não sabe, os palestinos tem proprio governo, nos proprios territórios, culpar Israel é sempre a saída mais fácil e a que dá menos trabalho de pesquisa.
Não alimente suas ideias apenas do que você lê/vê na mídia…
Alba,
Os judeus do Irã são cidadãos iranianos. Tem os mesmos direitos que os demais iranianos. O Islã sempre respeitou o povo judeu.
Muito legais os comentários de todos, aprendi um bocado nesta caixinha de hoje… e de grátis.
Só acho que ficou vago no que diz respeito à avaliação de um governo, tirando as características particulares do Estado em questão, acho que ninguém se aprofundou na estratégia por trás do tema, da competência politica e diplomática. Entre shafrirs e katyushas esqueceram dos engravatados, como é de praxe.
Zov,
Antes de mais nada, minhas idéias são alimentadas pelo que leio, vejo, reflito, pondero. Minhas idéias não são verdades absolutas. Se a minha experiência, minhas leituras refutarem as minhas idéias eu as abandono, sem nenhum problema.
É público e notório que a Cisjordânia está cada vez mais fragmentada pela ocupação criminosa de Israel. Portanto, meu caro, o direito de ir e vir dos Palestinos em suas próprias terras vem sendo cerceado pelas autoridades israelenses faz tempo. O próprio território onde se encontra Israel era terra Palestina, que foi dividida sem o aval do seu povo nativo, expulso (mais de 700 mil pessoas) em 1948, o ano da nakba. Apenas para ilustrar leia o post que saiu no site do Idelber:
http://www.idelberavelar.com/archives/2008/05/desafiando_a_ocupacao_militar_israelense_festival_literario_foi_um_sucesso.php#comments
Ao trair o que há de mais nobre no sionismo original, Israel dá mostra de que está perdendo sua identidade. É sua própria identidade que vai lhe garantir uma existência no futuro
chest- isso aqui é o maior papo de vendedor misturado com chantagem…corrompa-se, senão , quem sabe, no futuro , você não terá amigos….foda-se, nunca Israel teve amigos, teve que se defender sozinho 6 vezes, isto é que forja uma identidade. PD caindo no wishfull thinking again, and again….
Meu caro Moisés,
No blog que você menciona, o mesmo comentário que coloquei aqui foi apagado por “ofender” Finkelstein. Não acredito que mencionar que uma pessoa é suspeita de espionagem é ofensa, até por ter sido esse o motivo oficial dele ter sido deportado. Por não estar aberto a opiniões alheias, não o reconheço como fonte para discussão.
O dia do Nakba se refere ao dia em que o território chamado Palestina, que incluía antigamente a Jordânia, a Síria e o Líbano de hoje. No inicio do conflito (1948) os hoje chamados palestinos se viam como parte do Sul da Síria.
O território foi dividido pelas nações unidas após uma investigação que foi feita por representantes de 11 nações neutras (inclusive Irã), o comitê AD HOC de 1947-48. Oswaldo Aranha, representante do Brasil na ONU, presidiu o debate e a eventual votação que resultou a divisão do território (com o voto do Brasil a favor e com uma maioria de mais de 2/3). Como brasileiros, temos uma responsabilidade histórica com essa resolução (181 da ONU), já que somos um país democrático e acreditamos na democracia.
O problema dos refugiados palestinos é uma conseqüência da política externa de países como Egito, Síria, Líbano, Jordânia e Iraque. Não absorvendo os palestinos, em suas terras (quando tinham o controle tanto da faixa de Gaza e da Cisjordânia 1948-1967), nem sequer dando a eles autonomia que tem sob o regime israelense. E já que você mencionou números: 800.000 judeus, refugiados, foram expulsos dos países árabes após o dia do Nakba e foram absorvidos em Israel…
Há sempre uma maneira de resolver as coisas sem violência, se os palestinos não tivessem escolhido o terrorismo como meio para conquistas políticas, já teriam um Estado independente.
É zov…
se os judeus não tivessem escolhido expulsar as pessoas de onde elas estavam para instalar um estado artificial, baseado na chantagem do holocausto, também os palestinos não seriam violentos.
Quem é contra semitas(palestinos) é o que?
Zov,
Deus me livre ler alguma coisa de Hitler. Sei que o cara era um facínora, louco de carteirinha, capaz de eliminar àqueles que tinha animosidade, como homossexuais, poloneses, ciganos, judeus, etc. Mania de eliminar (genocidio) o diferente. Quanta semelhança com o oriente medio atual.
Desculpem-me os judeus, até entendo o comportamento do Estado de Israel. Para viver na selva tem que ser duro. Mas não venham com a balela de defensores da democracia e de Estado civilizado no meio dos barbarie. Não é. Israel é igual ao Irã e demais países barbaros do oriente médio.
Bem cheguei a uma conclusão sobre a presença do povo judeu na Palestina, pelo menos por enquanto, porque devido a falta de isenção e acúmulo de paixões de todos os lados que discutem o problema, descobrir a verdade é quase que impossível.
1 - Os judeus tem um problema básico de convivência com o resto da humanidade, que atrai toda uma carga negativa.
É um grupo racial que procura não se micigenar. Em outras palavras é racista.
A origem, se me parece, que seria o povo escolhido.
Quem quiser me esclarecer sobre isto ficarei grato.
2 - Em função disto e de sua eficiência em sobreviver e dominar setores fundamentais de todas as atividades, chama para si mais carga negativa, principalmente quando privilegia membros de sua comunidade em cargos abaixo da chefia que já conquistou, independente de capacidades.
———————-
Basicamente estes 2 problemas acima se tornam na realidade um. Prioridade racial.
————————
3 - Em função da animosidade atraída pelos procedimentos acima, chega-se a um ponto que a única válvula de escape, ou seja o plano B, teria que ser um Estado independente, que teve seu início com o movimento sionista. Inevitavelmente os judeus teriam que partir para este plano. Israel seria formado independente de qualquer resolução da ONU. Mais cedo ou mais tarde.
4 - O grande problema são os palestinos que estão lá desde há muito, após o exodo, também conhecido como diáspora, causado pelos romanos.
Naturalmente os palestinos não querem Israel lá. Se acham no direito do uso da terra.
5 - Parece-me que os que comandam Israel, tem certeza de sua força, e não é para menos, para cada israelense morto morre 46 palestinos e isso nessa fervura. Num embate militar o genocídio será mais rápido, ele está apenas devagar. É o genocídio mais lento da História. Em funçao disto não resta muita coisa a não ser os palestinos se explodirem.
No entanto me parece, que grande parte do povo judeu e do povo palestino querem a paz e acham que é possível uma vida em conjunto.
No entanto os governantes judeus temem por uma exessiva proliferação de palestinos o que poderia, num futuro, trazer uma instabilidade e caso retornasse os rancores, a própria exclusão dos judeus, de novo.
Somado a estes fatos temos os interesses das grandes indústrias americanas no Oriente Médio que querem um Estado de Israel forte, para ser usado a seu favor na conquista do petróleo árabe.
6 - Não vejo muito futuro para os palestinos. mas milagres acontecem.
Sei que virão, talvez, recriminações, no entanto gostaria de avisar que quem não expor sua idéias de forma razoável não darei a mínima atenção.
Estou cansado de agressões gratuitas, que não levam a nada, a não ser rancor e desentendimento.
Se alguém quiser discutir e acrescentar, posso até modificar sim minhas idéias e com o máximo prazer, num exercício filosófico que me atrai muito, pois sei que nada sei. Apenas acho.
Muito bom, fred, acho que valeu o tempo que vc passou lendo sobre o assunto. Só acrescentaria que eu não vejo muito futuro para os judeus também. Afinal, eles também sofrem devido a esse autoritarismo do governo deles, dos líderes deles. Conheço muitos judeus e descendentes de judeus e sei há uma grande maioria contra tudo isso.
Existe uma saída, mas levará tempo: o entendimento de que essa coisa de povo escolhido é uma bobagem…de que deus não existe, somos nós aqui, vivendo e tentando fazer o melhor enquanto não viramos pó.
Mas isso é coisa para décadas ou séculos, nem sei se a terra nos abrigará por tanto tempo…
querida aiaiaiai
Discordo em relação a Deus.
Acho que existe.
O grande problema para mim é o velho testamento.
Muito mexido, na época até veio trazer algum benefício aos judeus, mas se transformou numa carga pesada para o mundo.
O fato de ser racista é um contra todos.
Naturalmente isto transforma numa coisa terrivelmente pior.
Todos contra um.
Jesus, filho de Deus, se aceito por eles teria quebrado este galho, uma vez que acabaria a idéia de povo escolhido.
Mas, não foi aceito. a turma esperava um messias guerreiro, que acabasse com todos os inimigos, isto é, quem não fosse judeu.
Ora se Deus negou a David a graça de fazer um templo porque ele era o rei da guerra, mas permitiria a Salomão fazê-lo, porque seria o rei da Paz, da sabedoria, porque Deus enviaria um messias guerreiro.
Coerente mandou um messias que deu a face.
Que na cruz, ao morrer, pediu perdão para os algozes, porque eles não sabiam o que faziam, e parece que não sabem até hoje.
HAHAHAHAHAHAHA Agora descobri o X da questão rsrssr > A maioria 99,9 % é ou ja foi estudioso em filosofia ou história rsrssrs é por isso .
Bom agora que ja descobri o pq da esquisofrenia vou deixar este lugar .
Francamente alguns filosofos , ateus, doidos e outros mais com deficiencias mentais deveriam sair de casa um pouco, sei la ir ver de perto como é a vida, ver como é trocar tiros com bandido correr risco de vida ir num hospital publico daqueles bem caidos mesmo e pensar sobre isso .
Para falar de uma coisa a pessoa deve conhecer . AIAIAI // 29/May/2008 às 6:36 Como vc pode falar de Deus , do povo judeu e da biblia se vc nada conhece nada das tres coisas ? Principalmente da biblia .
É me faz lembrar o que sempre digo . Pessoas cultas com os pés no chão , com cultura , independe de raça ou classe social com certeza .
Obviamente, uma pessoa que entende o que realmente foi o holocausto não pode concordar com o a repetição desse exterminio agora praticado pod judeus contras seus vizinhos pobres.
aiaiai:
Os jdeus não expulsaram ninguem de nenhum lugar, tanto que os árabes que não fugiram em 1948, e não são nada diferentes etnicamente dos palestinos, vivem dentro de Israel e usufruem de direitos iguas e se consideram e são considerados israelenses - 20% da população total de Israel.
Fred,
Não é todo dia que podemos asneiras de grande quilate, portanto antes de mais nada eu gostaria de lhe agradecer muito pelo post 227 cujo conteúdo há de deixar o HRP, Moisés e Dino com enorme inveja.
De fato os judeus não se misturam!!!
Verdade seja dita, os judeus negros da etiópia possui tal cor de pele por terem tomado muito sol na cabeça.
O mesmo se aplica ao judeus loiros, cuja cor deriva da falta de sol e de uma dieta fortemente baseada em batatas, arenque e frango. De fato há judeus do leste europeu que desenvolveram asas e voam, assim como há outros capazes de sobreviver debaixo de água.
Isso sem falar nos judeus indianos cuja cor da pele deriva do consumo de curry e tumérico e dos judeus da china cujos olhos são pequeninos pois não há oftamologistas por lá!
Portanto, considerando que apesar da ironia, todos os grupos judaicos citados de fato existem e não são os únicos, só posso afirmar que racista é o senhor mesmo, um b*sta que confessa não saber do assunto mas ainda assim destila um festival de estereótipos de pior categoria…
Volta pra biblioteca pois na situação atual você só ganharia um dez do próprio Goebbels…
Zov-Elz
Acho que voce está enganado.
Nem propriedade em seus nomes podem ter.
Andre Fucs
Em atenção ao que Confetti me falou sobre voce, que é lindo e maravilhoso, apesar de voce eu só receber palavras chulas e bofetadas, fico aguardando voce parar de babar na gravata, e trazer algum raciocínio razoavel que possa SOMAR.
Quem é Goebbels?
Fred,
Aonde está escrito que eles não possuem propriedades? Eles tem propriedades sim.
Existem cidades inteiras que são árabes em Israel: Nazaré, Mag’dl Krum, Rahat, Shfaram e ainda muitos árabes que moram e tem casas em Haifa, Jerusalem e Tel-Aviv…
Fred,
Aonde está escrito que eles não possuem propriedades? Eles tem propriedades sim.
Existem cidades inteiras que são árabes em Israel: Nazaré, Mag’dl Krum, Rahat, Shfaram e ainda muitos árabes que moram e tem casas em Haifa, Jerusalem e Tel-Aviv…
Os palestinos estão é bem na jogada, seu “sofrimento” é o mais supervalorizado do mundo.
Vejam esta reportagem sobre as norte-coreanas que tentam fugir da Coréia do Norte para a China:
http://news.bbc.co.uk/2/hi/asia-pacific/7423994.stm
Lá sim é que é um inferno, lá sim que se morre de fome, lá sim que vivem sob um Estado Ditatorial.
Leiam as estatísticas da própria ONU sobre os tais “palestinos”. Mesmo em Gaza vive-se melhor do que nas favelas dos países árabes (ah, alguém acha que não tem favela no mudo árabe, é?).
A mídia vende essa porcaria aí de “causa palestina” por motivos políticos que todos sabemos quais são.
“Se alguém quiser discutir e acrescentar, posso até modificar sim minhas idéias e com o máximo prazer, num exercício filosófico que me atrai muito, pois sei que nada sei. Apenas acho.”
Fred,
Não tenho tempo agora de “discutir ou acrescentar”, mas achei o seu exercício filosófico muito bom.
Quem é Goebbels? Como assim quem é Goebbels???
Zov-Elz
Eu li isso nestes dias que estava estudando mais um pouquinho o problema palestino.
Vou procurar a fonte e te passo. Talvez demore um pouquinho mas no máximo amanhão te dou.
Me lembro que era, se não me engano de uns palestinos que moram em Jerusalem e que la estão, estão inclusive sob uma decisão de ficarem lá ou não.
Me lembro também de ter lido sobre a impossibilidade de um não judeu ter propriedade em Israel.
Acho que se voce pudesse esclarecer este fato, seria bem interessante para todos, iria somar bastante.
Darw
Bom dia Darw - que que ta pegando?
Caro Fred….com seu comentário de visão número 227 voce acaba de ganhar o premio “IRA ETERNA dos SIONISTAS de PLANTÃO”!!!!!!
AHAHAHAHAHAHAHAH!!!!!!!!!!!!!!!!!
“Como assim quem é Goebbels???”
Darwinista,
é claro que o Fred sabe quem é essa sinistra figura, acho que o que ele quis dizer é que o tal sujeito não tem importância na formação do seu pensamento.
Fred ,Dino , e Moisés……eleitos pra o sacrificio anual do Clube Sionista!
Ando com uma angustia sem solução!!!!
Deve ser por que “sou um refen do holocausto!”
Fala sério ……….o passado de sofrimento dantesco não justifica essa barbaridade de hoje!!!!!
Não há “barbaridade” nenhuma, HRP! Vá pra Coréia do Norte pra ver o que é com… Seu comunista espiritista de araque!
caraaaaaleo!!!!!!!!
eis que surge mel gibson!!!!
“Que na cruz, ao morrer, pediu perdão para os algozes, porque eles não sabiam o que faziam, e parece que não sabem até hoje.
não é que o malandro acaba de implicitamente escrever que “judeus são os carrascos de cristo”????
a coisa aqui tá ficando cada vez pior.
Gostaria que alguém me esclarecesse o seguinte:
Outro dia li aqui se não me engano, que o casamento entre um judeu e um não judeu so traz o reconhecimento de cidadania para os filhos caso o homem seja judeu, ou a mulher.
O que eu entendia que só um dos casos tem permissão a cidadania, é isso?
Fred, aprecio a sua constante atitude de busca de entendimento entre as pessoas, e respeito profundamente a sua crença em Deus.
Feito esse intróito, quero dizer que o seu comentário 227 foi um total equívoco. Posso não compactuar com o estilo mais agressivo do André Fucs em relação ao que vc disse, mas não discordo do conteúdo, já que a questão é simples: se você admite que nada sabe sobre o tema, evite opinar de forma tão categórica sobre ele. Leia, informe-se em fontes bibliográficas razoavelmente respeitáveis, depois analise alguns números e só por último recorra às opiniões dos comentaristas daqui, que quase sempre restringem-se a isso, opiniões.
Por mais que tenha utilizado termos como “acho”, “me parece” e assemelhados, você também abusou dos “em função de… chega-se à conclusão que…”, ou “basicamente é…”, fora a frase lapidar, base de todo o raciocínio do seu comentário: “É um grupo racial que procura não se micigenar. Em outras palavras é racista.”
Por último, concluir o que quer que seja sobre os judeus a partir do conjunto de comentários expostos neste único post não é a atitude mais sensata ou próxima da veracidade dos fatos, algo que você costumeiramente diz buscar, e passa longe de ser um exercício que possa ser chamado de filosófico.
Abs.
Fred,
Conforme seu pedido aqui vai material para ler sobre os árabes-israelenses, que como mencionei, não são diferentes etnicamente dos palestinos, a única diferença é que não fugiram em 1948.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/05/080507_israel60arabesmg.shtml
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL427808-5602,00-UM+ARABE+CONCORRE+A+PREFEITURA+DE+HAIFA+PELA+VEZ+DESDE+A+CRIACAO+ISRAEL.html
http://unisib.blogspot.com/2008/02/cidade-rabe-vai-comemorar-os-60-anos-de.html
http://www.brasil.co.il/index.php?command=a%3A4%3A%7Bs%3A7%3A%22page_id%22%3Bs%3A1%3A%223%22%3Bs%3A9%3A%22lang_code%22%3BN%3Bs%3A9%3A%22block_id0%22%3Bi%3A118%3Bs%3A7%3A%22params0%22%3Bs%3A6%3A%22id%3D769%22%3B%7D
http://www.visaojudaica.com.br/Outubro2007/artigos/6.html
http://unisib.blogspot.com/2008/02/uma-questo-de-responsabilidade-histrica.html
Ricardo,
É sempre um alívio ler posts como o seu! :-)
André, o que eu disse pro Fred trato de aplicar em mim mesmo.
Sei muito pouco sobre a questão palestina, sobre Israel e mesmo sobre o judaísmo, bem menos do que acredito necessário para dar pitacos sobre o assunto. Mas costumo ler todos os comentários, independente da maior ou menor simpatia por quem os emite.
Simpatizo com o Fred por conta daquelas atitudes que listei, que considero louváveis. É por isso que resolvi criticar seu comentário 227, que desafina em relação a suas propaladas intenções.
Ricardo Cabral
Quando digo que nada sei, é porque sei que o que tudo sei, pode não ser o certo.
Esta é a minha abertura para a procura da verdade.
Sempre penso desta maneira, sempre estou aberto para a mudança de opinião, coisa que percebo, que para a maioria, mudar de opinião é perder o jogo.
Para mim, mudar de opinião é uma glória, é me levar, talvez, para mais perto da verdade.
Newton e toda a humanidade achava que suas leis eram totais e irreversíveis seriam imutáveis.
No entanto algum tempo mais tarde Einstein, um judeu, descobriu que as Leis de Newton funcionavam apenas dentro de determinadas condições, mas não funcionavam em outras.
Grande parte, devido ao incrível e maravilhoso Einstein, ele mesmo um comunista, sempre me pauto por essa verdade.
Estaremos certo apenas até, descobrirmos que estamos errados.
Quanto ao resto do seu comentário tiro a conglusão que me achas um ignorante, o que eu concordo em gênero, núnero e grau.
Pediria sómente que voce me ajudasse a me tornar um culto nos assuntos pertinentes a Israel.
E isto, conhecendo a minha maneira de ser, só pode ser feita por intermédio de argumentos e não simplesmente me mandando calar a boca por eu ser um ignorante, como de fato o sou.
beijão na careca
UFA……voltamos a ser refens do Holocausto!
Fred…….é isso aí……
Essa moçada jovem subestima tudo que não encontra em seus livros preferidos…….
Na essencia o que o Fred escreveu é o comportamento comum……em geral….que é compartilhado por chineses, japoneses, alemães e outros povos apegados a visão que são insubstituiveis e superiores…….tolices milenares…é verdade que há muitas excessões!…..os pilotos israelenses que se recusaram a bombardear residencias palestinas são um bom, e cheio de grandeza, exemplo!
paz na terra aos homens de boa vontade….e por que não ?
pra voces que se excitam vendo sangue jorrar!
EEEEEEEE
Ricardo,
Há inúmeras formas e formas de se emitir opiniões, trocar idéias e experiências. Longe de mim achar que há qualquer tipo de verdade absoluta…
ainda assim devo confessar que sempre tive a impressão que os “beatos” do pedaço estão mais para lobos em pele de carneiro. :-)
Alguém poderia me esclarecer sobre o 248?
Confetti minha doce Confetti
Lastimo te dizer que acho que estás redondamente enganada.
Alguém poderia me esclarecer sobre o 248?
naturalmente ninguém poderá esclarecer nada, afinal com mais de 20% da população de Israel sendo composta por “não judeus” há algo de absolutamente torto na sua pergunta…
Fred….o casamento de um judeu com uma não judia faz filhos humanos…..o verso idem……e é isso que vale…gente como a gente….embora eles não pensem assim….EEEEEEEEE
Bem estou começando a achar que Goebbels tem um substituto a altura.
Da mesma incopetência, usando os mesmos fundamentos errados, agredindo do mesmo modo, pervertendo tudo do mesmo modo, se comportando da mesma maneira.
Quão fraco e pobre é o ser humano.
ainda bem né HRP…
e diz aí… o casamento de uma judia com um judeu faz filhos o que????
HRP e seus deslizes…
HRP
Pois é companheiro.
Concordo.
Fred #259,
achei que você não conhecia o Goebbels…
HRP
Vamos para o open?
André….pessoas ditas judias fazem filhos humanos como eu e voce…….e por favor não seja desonesto, distorcendo as palavras….isso cansa……e é infantil…….
Certo Fred…….TÔ indo…..
Fred,
So pra colocar as coisas nos eixos: de acordo com a ortodoxia judaica, e’ considerado judeu o filho de uma mae judia, independente da origem do pai.
Ja Hitler pensava de maneira diferente…
RW in Miami #112,
Pois é camarada, o cara é dureza. Braço de pedra!
Quanto à seca a coisa continua complicada mas o verão foi de bastante chuva em Sydney, até onde sei os reservatórios voltaram aos níveis normais, ainda que NSW não seja o centro da indústria vinícola australiana. Confesso que de vinho pra mim tem que ser doce a la kidush! :P
Abraços
Fred, releia o seu comentário 227, releia o meu (249) e, se não for pedir demais, o adendo que fiz no 251. Aviso que passo longe de querer calar quem quer que seja, e que só critiquei o conteúdo do seu comentário, não negando-lhe o direito de comentar, pois não me cabe.
Eu costumo permanecer silencioso na maioria dos posts sobre Israel, Oriente Médio e assemelhados justamente por ter pouca base para opinar, e já deixei isso claro em outras ocasiões. Mas como você, sei ler, e tb tenho razoável capacidade de raciocínio. Critiquei as conclusões que vc desferiu no seu comentário sim, e ative-me a ele. Não tenho, porém, a menor idéia sobre o que você sabe ou ignora a respeito de qualquer outro tema, exceto quando anuncia que ignora, como foi o caso de agora, daí que não posso considerar você um ignorante em termos gerais, e muito menos usaria esse termo sem ratificar que não trato aqui de sua acepção negativa corrente, a do menosprezo pela inteligência do outro. O que me chamou a atenção foi que para quem diz ignorar um assunto, você dissertou longa e equivocadamente sobre ele, como assinalei.
Em vez de dizer que eu quis calar-lhe a boca, desmonte as minhas críticas. Estão todas lá, citando trechos do seu comentário.
Abs
RW in Miami
Companheiro, obrigado por esclarecer voce sempre é demais.
Bem então, chego a conclusão de que um judeu, homem, casado com uma mulher não judia e ela não aceitando se converter, é considerado não judeu.
É isso?
Não estou conseguindo postar todos o links, mas já que você mencionou os palestinos de Jerusalém, leia esse artigo:
http://www.brasil.co.il/index.php?command=a%3A4%3A%7Bs%3A7%3A%22page_id%22%3Bs%3A1%3A%223%22%3Bs%3A9%3A%22lang_code%22%3BN%3Bs%3A9%3A%22block_id0%22%3Bi%3A118%3Bs%3A7%3A%22params0%22%3Bs%3A6%3A%22id%3D769%22%3B%7D
Ricardo Cabral
OK companheiro, lerei e relerei.
Te aprecio muito e ao lê-lo ficou-me esta impressão, que peço para me desculpares.
Tornarei a lê-lo e voltarei.
Peço apenas um intervalo porque morto de fome estou.
E tenha certeza absoluta que usei sempre o termo ignorante na acepção original da palavra, nunca no sentido pejorativo, apesar de minha conclusão ter sido aquela.
Até já.
Zov-Elz
Companheiro, assim o farei após o almoço.
De qualquer modo obrigado pela dica e vou retornar.
Fred, cara, vc ta confundindo tudo… para a ortodoxia, uma vez judeu/judia (e Flamengo), sempre judeu, independente de ter casado com nao-judeu.
Acima eu me referi a um filho de um casamento mixto. Se a mae for judia, o filho sera considerado judeu. Se a mae nao for judia (e nao se converter), nao sera considerado judeu.
RW in Miami
Beleza. Era mais ou menos isso que eu li aqui outro dia.
Só queria confirmar.
Vou alo-moçar, que o bucho, além de me chutar as canelas, começa a atacar o cérebro.
Tenho umas conclusões para tirar, acho que são interessantes, até involvendo o aspcto da confusão.
Até já.
beijão na careca
Tem quem diga:
Com as pedras que atiras, construirei meu castelo.
Vai ver que é por isso que Israel é forte hoje.
Radical Livre #155
a ênfase no fato do Filkenstein ser judeu vem da questão do direito de entrada e pelo fato, raro, de uma voz judia dissidente. Marx era judeu, espinosa era judeu, Einstein era judeu etc. Nenhum deles, ao que me parece, religioso, Marx e Espinosa com certeza ateus. e daí? e o ú com as alças no seu argumento?
Se você não consegue ver a semelhança de algo tão simples a coisa fica beeem complicada…
Finkelstein, assim como Marx, é ateu, portanto , não é judeu a não ser que:
- Seja adotado um critério racial acerca do judaísmo;
- Seja adotado um critério religioso acerca do judaísmo, algo que conflita com a própria escolha do sujeito.
O uso do conceito de judaísmo como forma cultural é passível de enorme disputa; especialmente antes da formação do Estado de Israel, quando ao se comparar a bagagem cultural do judeus dos principais sub grupos, dificilmente era possível identificar qualquer similaridade totalmente desconexa de aspectos religiosos.
Judeus da polônia e outras regiões da europa falavam iídiche e comiam batata com frango e peixe (motivo de piada até hoje…), judeus iraquianos e yemenitas falavam árabe, comiam o mesmo rango que os outros residentes de Bagdá assim como os judeus da índia comiam curry, enquanto isso os judeus da etiópia eram negros e os judeus kaifeng da China falam mandarin.
Portanto, se você me permite opinar, Finkelstein é ateu e portanto não é judeu. Pode ser filho de judeus mas ele mesmo optou por não ser parte do grupo religioso que tanto critica, portanto nada mais previsível que ele seja uma voz tão dissonante, vide o Uri Avnery tão adorado pelo Fábio e que de fato é ex-membro de uma organização terrorista…
Ao meu ver, seria mais apropriado dizer que Finkelstein é askenazita.
Note que não estou dizendo que para ser judeu precisa ser ortodoxo saber ler a Torah de cabeça para baixo… mas é preciso um mínimo de coerência. Como disse, acho inadequado rotular judeus com base em grupo “étnico” e/ou “cultural”. Trata-se de um grupo religioso antes de mais nada, o resto é conseqüência.
Mas voltando ao assunto, acho curioso que toda menção ao sujeito inclua essa pausa para os comerciais, como se sua crítica dependesse da carteirada…
Finkelstein não é o único a emitir um tom crítico acerca da relação do governo de Israel para com assuntos relacionados ao Holocausto, havendo inclusive um razoável número de acadêmicos israelenses publicando artigos e livros a respeito, ainda assim, enquanto alguns autores preocupam-se em estudar o assunto, Finkelstein prefere os holofotes assim como o companheiro Chomsky.
Não obstante, muito me surpreende que com tanto comuna e psicanalista por esse espaço, poucos sejam capazes de observar que diversas idéias de Marx assim como de Freud, sejam oriundas de conceitos absolutamente religiosos.
Ainda assim, um discurso sobre Marx ou Freud, raramente aponta que muitas de suas idéias, consciente ou inconscientemente vêm do antigo testamento. Para lhe dizer a verdade, em geral apenas neo-nazistas costumam associar o nascimento do comunismo com o antigo testamento. (não me entenda mal, não estou insinuando nada contra você, apenas comentando)
Respeitosamente,
se antes não entendia patavina nenhuma agora piorou…
pra que lado do muro eu caio??
Não Fred, isso tudo é só na teoria, na pratica o que se propaga no meio judaico é o seguinte: “OS CASAMENTOS MISTOS FARÃO COM O POVO JUDEU O QUE HITLER NÃO CONSEGUIU”, é lógico que um judeu ou judia podem casar com quem bem entender, só não vá esperar grande receptividade da família. É um assunto em que os judeus costumam explicar como de ordem divina objetiva, para que não ganhe conotações racistas.
A fonte primária sobre a qual se baseia a proibição de um judeu casar-se com não-judeu encontra-se na Torá (Devarim 7:3): “Não casarás com eles (os não-judeus, sobre quem a Torá fala nos versículos anteriores), não darás tua filha ao filho deles e não tomarás a filha deles para teu filho.”.
Quanto a ser considerado judeu, o filho de uma mulher judia, independente do pai, isso foi uma mudança providencial na “ortodoxia”. Leia na Bíblia e verás que eram como quase todas as sociedades antigas, patriarcal, só que com a diáspora, não dava para cantar de galo na terra dos outros, ainda mais há 2 mil anos atrás, daí essa “mudança”. Daí as mudanças no fenótipo dos judeus conforme a região onde se instalaram, conforme ironizou o Fucs. Mas eles insistem que são “semitas”… Já os palestinos supostamente descendentes de gregos, não são… Gostou do imbróglio?
Ei Dino ! Bem vindo de volta !! Ainda esta la analisando o Google Earth e vendo a estrada que liga Gaza a El-arish ? ;-)
Por sinel meu comentario #33 estava equivocado. O Finkelstein queria ir para Hebron, e nao para Gaza.
Viu, Dino ? Quando euerro eu reconheco….
Dino e as mentiras…
1 in 10 marriages in Israel is mixed
[Fonte: Chaim Levinson para o Ynetnews]
ou quem sabe:
Intermarriage by year marriage began.
Year marriage began // % intermarried
Before 1970 // 13
1970-1979 // 28
1980-1984 // 38
1985-1990 // 43
1991-1995 // 43
1996-2001 // 47
[Fonte: NATIONAL(USA) JEWISH POPULATION SURVEY 2000-01]
Pela teoria do Dino não deve mais haver harmonia em boa parte das casas judaicas mundo afora!
como tem sabido… pqp…
RW,
Isso sem falar que 1 em 10 casamentos em israel são mistos…
nos EUA o número encontra-se acime dos 25% desde 1970, tendo chegado à quase 50% em 96-2001… seguindo a teoria do Dino, os Seder de Pessach devem ser um verdadeiro vale tudo, com as velhas iídiche colocando pimenta nos gefilte fish no genros e noras goy, isso sem falar que os filhos que devem ter que comer na cozinha para não envergonhar os avós na frente do resto da família!
o comment está pendurado na moderação mas já já aparece
Fucs, você é especialista em diversionismo, está quase se transformando em perito, o que está em julgamento não é se o Finkelstein é ou não judeu, se ele pode ou não emigrar para Israel e virar cidadão israelense. O que está em julgamento é se as instituições Israelenses são, diferentemente dos paises árabes, tão criticados, verdadeiramente democráticas.
De minha parte, particularmente estou mais interessado em ver se aqui se manifestasse um judeu, contrario a atitude de Israel. Como sempre prega o PD sobre a pluralidade de opiniões dos judeus. Pelos vistos…
RW, da próxima vez que for a Israel vá pela estrada que liga o sinai a gaza…Boa sorte…
Dino,
Obrigado pelas gentis palavras, quem sabe um dia eu chego no seu patamar de diversionismo, como bem demonstra o companheiro RW em Miami…
Em todo caso eu deixei a minha opinião já no comentário #8… noto relendo que ficou truncado, portanto publico a errata:
Pedro,
Gostei da análise e sinceramente adorei o ocorrido. hehehehe. O Finkelstein é um péla saco de maior quilate.
e vou dormir pois minhas vírgulas estão cada vez piores!
Dino, pena que eu não seja judeu, para atender aos critérios que vc gostaria de ver. Só digo que tb não simpatizei com a atitude de Israel, por mais legítima que tenha sido. Faço meus os termos do PD, que acreditou ter sido um gesto no mínimo infeliz, por ter dado mais “bala ao inimigo”, por assim dizer.
André, fiquei confuso. Então se Finkelstein, Marx e Einstein, a rigor, não seriam judeus por serem ateus, o critério deve mesmo ser sobretudo religioso? Mas como fica a questão do ventre que foi explicada aqui, a do sujeito nascer judeu? Ele então nasce religioso e deixa de sê-lo só ao dizer-se ateu? Preciso dizer-me religioso para poder migrar para Israel? Dizer’se ao mesmo ateu e judeu seria mesmo uma contradição?
Ricardo Cabral 249 - 251
249 - segundo parágrafo:
” já que a questão é simples: se você admite que nada sabe sobre o tema, evite opinar de forma tão categórica sobre ele. Leia, informe-se em fontes bibliográficas razoavelmente respeitáveis, depois analise alguns números e só por último recorra às opiniões dos comentaristas daqui, que quase sempre restringem-se a isso, opiniões. ”
Acredito que isto se refira a 227 :
(Fred)
” Se alguém quiser discutir e acrescentar, posso até modificar sim minhas idéias e com o máximo prazer, num exercício filosófico que me atrai muito, pois sei que nada sei. Apenas acho. ”
Sendo assim posso tirar a conclusão que dando eu uma liberdade total a minha mente para receber novos fatos, entendê-los e eventualmente concordar, não devo me manifestar sobre coisa nada de nada, pois essa é a minha visão filosófica da verdade para todos os assuntos.
Em função desta minha visão não devo manifestar-me.
É isso?
249 terceiro parágrafo :
” Por mais que tenha utilizado termos como “acho”, “me parece” e assemelhados, você também abusou dos “em função de… chega-se à conclusão que…”, ou “basicamente é…”, fora a frase lapidar, base de todo o raciocínio do seu comentário: “É um grupo racial que procura não se micigenar. Em outras palavras é racista.” ”
ACHO - uma vez
ME PARECE e assemelhados - duas vezes
Acho ou parece-me são palavras lindas maravilhosas que permitem a oportunidade de se pensar em algo diferente.
Diferente das palavras que significam certeza, que por si só já é de uma burrice tenebrosa, como disse Nelson Ropdrigues: “A certeza é de uma burrice galopante”
Em função, chega-se a conclusão, são palavras de uso matemático, minha formação, e voce há de convir que ninguém é perfeito.
As minhas conclusões são essas mesmo por enquanto até que alguém tenha dados suficientes para que eu possa modificar.
Nem sei como não criticaram meu português, o que fazem constantemente.
249 - Quarto parágrafo
” Por último, concluir o que quer que seja sobre os judeus a partir do conjunto de comentários expostos neste único post não é a atitude mais sensata ou próxima da veracidade dos fatos, algo que você costumeiramente diz buscar, e passa longe de ser um exercício que possa ser chamado de filosófico. ”
Bem, eu tenho 60 anos, desde os 10 anos convivo pouco ou muito com judeus.
Tinha como vizinha aquela primeira ministro, que esqueci o nome, e conversei bastante com a filha dela , era bem mais velha que eu se não me engano, lá nos terrenos da Hebraica em Larangeiras, RJ.
Tive muitos colegas judeus, homens e mulheres, tendo inclusive namorado uma judia, nos tempos idos do Colégio Anglo Americano em Botafogo e sempre os admirei e admiro.
Ja trabalhei muitos anos com judeus.
Tiro minhas conclusões não só do fato de ler coisas aqui deste prestigioso blog.
Não entendi.
Eu não sei o tamanho, a medida de algo ser filosófico ou não.
O Jaspers dizia que a filosofia busca a verdade, é o que eu tento fazer.
Não entendo muito de filosofia. Desculpe.
Bem Ricardo Cabral, vou ler e comentar os outros, porém neste seu comentário, continuo pensando do mesmo jeito, vamos ver os outros.
Ricardo Cabral
Creio que o 251 virou 252.
Eu não consigo ver onde desafino no 227 em relação ás minhas posições.
Procuro ser elegante, cordial, positivo, e nunca omitir minha opinião por mais chocante que possa ser, veja o caso do Jesus era comunista, que quando falei isto aqui muitos me mandaram embora do blog.
Nem por isso modifiquei minhas idéias e até hoje ninguém as contestou com dados suficientes para que eu possa mudar este entendimento.
Eventualmente no fragor da batalha posso ter dado algum escorregão, quando me dou conta, peço desculpas e além do mais me ofende demais estas minhas atitudes, quando vejo que as tomei.
Gosto demais do X, como diz a Confetti, amo-o e odeio-o, bem como a Brancaleone e outros.
Não tenho queixa de ninguém, pois sei que existe sempre alguma coisa por tráz do comportamento de uma pessoa.
Não sei se te atendi, mas estarei sempre ao seu dispor, porque além de tudo ,voce é uma pessoa educada, coisa que respeito demais.
Imagem-ícone da Intifada é falsa, diz tribunal
Na Folha:
Um tribunal de recursos parisiense inocentou um francês acusado de difamação por ter qualificado como “falsa” e “encenada” uma das imagens mais emblemáticas da Segunda Intifada, a revolta palestina de 2000 que selou os rumos da atual situação na região.
Na prática, isso significa que a corte validou a acusação de manipulação feita por Philippe Karsenty, presidente de uma ONG de vigilância midiática pró-Israel, contra a TV estatal France 2.
Há oito anos, o mundo inteiro viu a imagem de um pai, agachado junto a um muro, tentando proteger o filho de 12 anos com o próprio corpo, em meio a um intenso tiroteio numa rua de Gaza. O pai grita e gesticula, num aparente apelo por clemência. Segundos depois, uma nuvem de fumaça cobre a imagem. O pai aparece em seguida debruçado sobre o filho, aparentemente morto.
e falando em democracia, ou falta de…
http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&cont_key=256743
Fred utópico - Jesus era comunista:
80% dos judeus que conheço são casados com não-judeus. Eu sou fruto de uma união deste tipo, diga-se. Então não fale besteira, quanto mais besteiras aberrantes como essa. Se não entende rigorosamente nada do assunto, não se manifeste.
Judeus não procuram dominar os setores x, y ou z. Não dominam o setor bancário, já que a maioria dos banqueiros não são judeus. Não dominam a imprensa, já que a maioria dos jornais não pertencem a judeus. Certamente não dominam o petróleo. Judeus dominam o quê? Dominam Israel? É. Lá, me disseram, desde que o país foi fundado os principais políticos são judeus.
Seu discurso, companheiro, é anti-semita pacas. Usando suas palavras, é racista. Repete estereótipos às pencas, não tem um fato, mas servem para rejeitar um grupo étnico. Nenhum povo é culpado de nada. Nenhum povo tem por característica universal traços específicos de caráter. Nenhum povo é mais ou menos competente que outro para nada. Achar que um povo é tipicamente issou ou aquilo é ser racista.
Seu Jesus, diga-se, não era comunista. Era judeu. Comunista era Marx. Também judeu.
RW in Miami
Pois é RW, agente fica meio confuso mesmo com as nuances da questão judaica.
Conforme diz o Dino, os judeus evitaram ou evitam o casamento inter racial. Não sei se está na Tora, mas sei que é assim, ja tive razões próprias para saber isso.
Isso caracteriza o racismo.
Para mim não me abala em nada.
É uma escolha religiosa, aceito tranquilamente.
Mas, o mundo evoluiu científicamente muito, o comportamento humano também, isso causa mais confusão na medida que os próprios judeus vão modificando seu comportamento.
Sem falar que Israel foi massacrado duas vezes, por babilônios e romanos.
Quem me garante que existe um judeu genéticamente puro hoje em dia?
Em função deste desntendimento humano, quem pode garantir que não tem alguma ascendência judia?
Eu não me importaria, nem de nenhuma outra raça.
Estudos recentes mostram que quanto mais se estuda o gem humano, mais se chega a conclusão que sua formação vem de pouquíssimos indivíduos.
Eu pessoalmente acho que raça, religião, cor da pele, fronteiras, não tem a menor importância.
O importante é sermos felizes, fraternos.
Como bem disse Lennon em Imagine.
Então a questão judaica está contida em alguns limites:
1 - Religião
2- Novos conhecimentos sobre genética
3 - Novos comportamentos e aumento de cultura pela humanidade.
4 - Interesses comerciais.
Estes 4 elemntos se confundem na cabeça das pessoas, e o pior, quando se conversa sobre o assunto a intolerância, o preconceito só faz piorar o entendimento.
De um modo geral a minha análise em 227 é um pensamento mais ou menos comum entre os não judeus. Que é possível fazer?
Discutir com calma, esclarecer, apresentar dados etc, de forma mais racional.
beijão na careca
Pedro Doria, no primeiro round, por nocaute tysoniano!
Pedro Doria
Não sei se voce é o Pedro Doria.
Estranho sua fala.
Mas se for, a casa é sua, e respeito todas as casas.
” Então não fale besteira, quanto mais besteiras aberrantes como essa. Se não entende rigorosamente nada do assunto, não se manifeste. ”
Bem, eu venho aqui para me manifestar, se voce não quer, prefere perder a oportunidade de esclarecer, prefere, simplesmente dizer isso, me pedir para não me manifestar, tudo bem, então não virei mais aqui.
Se não for o Pedro Doria que imagino ter conhecido, ele saberá onde me procurar, se tiver esta intenção.
Beijão na careca
Porra eu chamo o Fred de idiota há séculos, e vocês me agridem, quando o PD faz o mesmo, vocês aplaudem…isso é racismo!!!!!!! ( rsrs )
Zov,
1. se você já leu “O Processo”, sabe que vários estados modernos, Israel entre eles, se enquadram na categoria descrita por Kafka. Processos absurdos, acusações inventadas, dificuldades de ser ouvido etc. Quanto tempo um processo de ‘espionagem’ levaria para ser liberado? Eu agora não estou lembrado, mas não tem um intelectual preso por dez anos em Israel por discordar/denunciar as políticas de Estado atuais? você sabe quem é este?
2. me corrija se estou errado, mas quantas aldeias palestinas foram atacadas e seus habitantes expulsos/mortos durante a década de 40 no atual território de Israel? zero? então não me venha falar em Palestinos que não perderam nada, processo pacífico, resolução da ONU e etc. Foi uma tomada de território clássica, ao estilo dos sérvios na Bósnia.
Às vezes esqueço o motivo pelo qual não participo de discussões sobre Israel e judaísmo. Foi o que aconteceu ontem. Para que?
Bem, o próprio Pedro e outros já responderam e saio fora.
Não sem antes dizer que se o Idelber apaga comentários por ofender Finkelstein(sic), deixo registrado que alguns comentários me ofendem pessoalmente, tanto aos meus antepassados, que chegaram fugidos ao Brasil, como aos meus filhos.
Finalizando, pego um trecho do comentário do Dino:
“Quanto a ser considerado judeu, o filho de uma mulher judia, independente do pai, isso foi uma mudança providencial na “ortodoxia”. Leia na Bíblia e verás que eram como quase todas as sociedades antigas, patriarcal, só que com a diáspora, não dava para cantar de galo na terra dos outros,ainda mais há 2 mil anos atrás, daí essa “mudança”.
Dino, é porque os judeus estavam na terra dos outros, e quase sempre perseguidos, que Israel existe e seguirá existindo.
PD #291,
quando alguém vem com este papo de “Judeu Banqueiro” etc etc, eu mando ler o Jacques Atali, “Os Judeus, O Dinheiro e o Mundo”.
Os caras eram agricultores, proibiram de possuir terras. Os caras eram comerciantes, artesãos, sábios, rabinos etc, foram obrigados a virar credores, já que a religião católica proibia a usura. Os caras eram credores e eram expulsos dos reinos, pois ninguém queria pagar suas dívidas - as primeiras campanhas contra judeus na Europa começaram por conta disso.
e aí vem gente falar este tipo de besteira…
Fred, vc disse que nada sabia sobre o tema em outra ocasião, desculpe se não lembro em que post. Mas mesmo assim, vamos lá:
“Bem cheguei a uma conclusão sobre a presença do povo judeu na Palestina, pelo menos por enquanto, porque devido a falta de isenção e acúmulo de paixões de todos os lados que discutem o problema, descobrir a verdade é quase que impossível.” (grifo meu)
Destaco que no seu discurso é muito freqüente o pedido antecipado de desculpas e a afirmação de uma certa humildade no trato dos temas. O uso das palavras “acho” e “me parece” seguem essa linha tb, nada a reparar. O problema (do post 227) é que esse pedido de desculpas foi seguido de afirmações categóricas que ficaram a anos-luz dessa linha cuidadosa e humilde. E para reafirmar o cerne da minha crítica, destaco parte de um trecho que escrevi e que vc mesmo pinçou, fazendo apenas um grifo:
“… se você admite que nada sabe sobre o tema, evite opinar de forma tão categórica sobre ele.” (grifo meu)
Exemplo de opinião categórica? A que destaquei no 249:
“É um grupo racial que procura não se micigenar. Em outras palavras é racista.” (grifos meus)
Ficou claro? Uma possível variação que eu não criticaria, mas que certamente seria objeto de discussão, poderia ser:
“A partir dos comentários que li até aqui, a impressão que me dá é a de que se trata de um grupo racial que procura não se miscigenar, o que pareceria ser uma atitude racista.”
Entenda o anterior como um mero exemplo, uma simples variação em relação ao que vc escreveu, mas que, entre outros aspectos, denotaria não só tratar-se de uma impressão, como tb apontaria a fonte da mesma — os demais comentaristas do post —, dando espaço para que eles se colocassem, incluindo o aparte do Fucs com os tais exemplos que contradizem essa impressão. Ah, não sei se fui claro, mas não estou corrigindo o seu português, certo?
Depois vc conta o número de vezes que usou as expressões que pincei do seu discurso — expressões a seu favor, diga-se de passagem —, mas não entendi bem com que intuito. Entretanto, posso dizer o seguinte: se esses “acho”, “me parece” ou mesmo um “a impressão que isso me dá é a de que…” fizessem parte das afirmações categóricas que vc fez, elas nunca teriam sido categóricas, o objeto da minha crítica, especialmente pela falta de fundamentação em relação às mesmas.
Sobre a sua experiência com judeus, bacana. Acontece que na leitura do seu comentário entendi que as suas conclusões basearam-se fortemente nos comentários que vc leu neste prestigioso blog, além de algumas leituras recentes. Foi o que critiquei, e talvez esse ponto da minha crítica deva merecer reparos. Entretanto, se vc tivesse apontado as fontes que te levaram a acentuar a questão racial (logo ela!) como “O” cerne da questão judaica/palestina, talvez a minha impressão fosse outra, já que o tal aspecto racial é o que há de mais polêmico nessa discussão, e não dá para invocá-lo sem um mínimo de fundamentação.
Por último, uma provocação, mas por favor, não caia nela. Sou amplamente favorável aos pedidos de desculpas. Costumam ser um exemplo de civilidade, creio eu. O problema é viver batendo e pedindo desculpas, batendo e pedindo desculpas…
Abs.
Fred,
Quanto ao comentário #291, é só esperar. Se for um clone do PD, ele deletará o comentário. De minha parte, acho que é autêntico.
E só agora vi seu #242. O que tá pegando é que, na minha opinião, é incompreensível que alguém se disponha a participar de um debate como esse sem saber quem foi Goebbels. Mas seus comentários seguintes deixaram claro que você sabe, sim, quem foi ele.