A Amazônia é nossa?
No Brasil, onde fica 60% da floresta Amazônica, o debate a respeito da propriedade da mata é dado em termos recorrentes. Há uma suspeita antiga, por parte dos militares e dos segmentos conservadores, de que o real objetivo dos estrangeiros é tomar posse deste pedaço selvagem e tropical do país e de suas riquezas.
A importância global da Amazônia é bem conhecida. Ela atua como um regulador de clima, afetando diretamente os padrões de chuva no Brasil e na Argentina. Seus ventos, sugerem alguns estudos, talvez afetem chuvas na Europa e América do Norte. A queima e decomposição de árvores cortadas pelo desenvolvimento do Brasil é responsável por 50% das emissões de carbono oriundas do desflorestamento, diz Meg Symington, diretora para Amazônia do World Wildlife Fund, nos EUA. [...]
Há poucos casos concretos daquilo que os brasileiros chamam de biopirataria. A companhia farmacêutica Bristol-Myers Squibb, por exemplo, descobriu que o veneno das cobras jararacas pode ajudar no controle de pressão alta e o usou para lançar o remédio Captopril. Mas em geral, diz Thomas Lovejoy, presidente da ong Heinz Center, ‘a biopirataria é uma lenda’.
O assunto mais badalado dos últimos dias, nas redações do Brasil, é a reportagem dominical do novo correspondente do New York Times, Alexei Barrionuevo, com o sugestivo título ‘A Amazônia pertence ao Brasil – ou ao mundo todo?‘. Na caserna, já estão lá uns generais e coronéis de pijama todos ouriçados.
Quem lê o texto sem preconceitos ou pré-concepções, no entanto, descobre outra coisa: é honesto. É a típica pauta que só um repórter estrangeiro recém-chegado ao Brasil perceberia. Trata da paranóia sempre presente por aqui de que alguém, em algum lugar, nos quer roubar a Amazônia. Não fala de uma ameaça real. Quem conhece o Brasil há muito não se surpreende com esta discussão; aqueles que chegam de fora ficam surpresos com a idéia que ronda as teorias conspiratórias da direita.
Num segundo nível, no entanto, a reportagem levanta uma questão importante. Quando um país não cumpre com suas responsabilidades, o que a comunidade internacional deve fazer?
Veja-se o caso do Sudão e de seu genocídio em curso na região de Darfur. Às vezes está mais em evidência na imprensa, noutras tantas, menos. A China sustenta economicamente o país e ninguém achou que cabe uma invasão, mesmo que para salvar gente. Em princípios dos anos 90, a Otan, sob o comando do então presidente dos EUA, Bill Clinton, interveio no Kosovo para impedir outro genocídio.
Noutros casos, a questão não são vidas humanas em risco. A China polui – e polui sem culpas. Está prestes a se tornar o maior emissor de carbono do mundo. Enquanto isso, o atual maior emissor, os EUA, elegerá um presidente – seja Obama, seja McCain – que agirá como Bush se recusou a agir e partirá para diminuir a dependência do petróleo, coisa que fará bem ao planeta, pela geopolítica, pelo aquecimento. Mas ninguém cogita intervenção na China. Mal há pressão.
Ecologicamente, o Brasil tem uma atuação dúbia. Nosso governo é totalmente irresponsável no que tange a preservação da Amazônia. Por outro lado, nossa energia vem em primeiro lugar do etanol, em segundo das hidrelétricas – combustíveis fósseis em terceiro. Nesse sentido, não tem país grande como este. Se há críticas ao etanol brasileiro – e há –, elas são injustas. O etanol de cana – e não o de cereais – é a alternativa mais barata e mais eficiente que há hoje para o petróleo-combustível. Não que a grande indústria petroleira goste disso.
Daí que a questão amazônica é surpreendente. Embora seja um exemplo de substituição do combustível fóssil, o país é o quinto maior emissor de carbono do mundo. São as queimadas. E a responsabilidade é de Brasília. Qual responsabilidade? O Brasil não tem uma política para a Amazônia. Cada ministério tem suas preocupações, cada setor do governo faz o que quer e, evidentemente, os interesses entram em conflito.
O Brasil é assim: quando quer, o governo sabe fomentar um setor, investir em pesquisas, se relacionar com empresas privadas e nos tornamos líderes mundiais em algo inovador ou inventamos soluções próprias e competitivas. O governo sabe ser competente. Assim como nossas empresas privadas também sabem. É o Brasil do etanol, da Vale, da Petrobras, da Natura, da Embraer. Noutras vezes, deixamos os problemas para lá na esperança de que alguma solução apareça pela inércia. Jamais aparece.
Os militares tinham uma política para a Amazônia: a de ocupá-la. Sua política foi desastrada. Mandou gente para lá que não acaba mais e não legalizou a situação de ninguém, não distribuiu os títulos de terra que prometera, tampouco construiu a infra-estrutura que devia. Na falta de legalização, a lei passou a ser a da arma e da força. É uma vida dura, difícil. Mas ao menos tinham um objetivo para aquele mundo de terra e de mata. Os governos civis não têm. No fundo, e já há muitos governos, o que falta para a Amazônia é um objetivo claro.
O Brasil tem, sim, uma responsabilidade perante o mundo de preservar sua floresta. É uma responsabilidade também perante nós mesmos. Sem Amazônia, não há chuva do centro-oeste ao sul para irrigar as plantações que sustentam o crescimento ou encher as hidrelétricas que acendem São Paulo e o Rio. Então, do ponto de vista pragmático, não há dúvidas de que preservar é bom negócio.
Como preservar? Fechar tudo e não deixar ninguém mais entrar? Como distribuir os títulos de terra para quem já está por lá? Como instituir a lei numa terra em que deputados-policiais matam gente com serra elétrica? Como erguer centros de pesquisa brasileiros com cientistas de ponta transferidos ou nascidos na região?
Ninguém vai tomar a Amazônia – a política internacional não comporta esse tipo de ação.
Mas, por trás do pedido de demissão da ministra Marina Silva, está um fato simples que só. O Brasil ainda não sabe o que quer fazer com sua maior floresta. E, enquanto não soubermos o que fazer com a mata, ela seguirá sendo destruída e uns tantos entre nós, por puro sentimento de culpa, continuarão achando que alguém lá fora vai tomá-la na força. Talvez porque, no fundo, bem lá no fundo, saibam que temos culpa no cartório.
Ainda sobre o assunto:
- Alvaro Uribe, Hugo Chávez e os EUA na Amazônia O presidente colombiano Alvaro Uribe saiu em tour pela América do Sul para colher apoio a seu plano para permitir...
- A CNN e os ecologistas do Brasil Sérgio Dávila analisa a série Planet in Peril da CNN. Trecho: Mas é a passagem pela Amazônia brasileira a que...



Confetti,
Tereré é o mate gelado.
Parecido com o chimarrão, mas este é bebido quente, numa cuia de cabaça. O tereré é bebido gelado, numa guampa de chifre.. É paraguaio.
148
é o mesmo que “maconha”
Guilherme, v. não é um democrata, apenas não conhece o assunto.
O carlos Chagas não concorda com o PD ( e é de esquerda como o PD)
Amazônia: nova campanha para internacionalização
BRASÍLIA - A demissão da ministra Marina Silva reacendeu a disputa travada faz décadas ou até séculos pela soberania na Amazônia. Aproveitam-se os eternos abutres do Hemisfério Norte para voltar à velha cantilena de constituir-se a região em patrimônio da humanidade, devendo ser administrado por um poder internacional, sobreposto aos governos dos países amazônicos. Editorial do “New York Times’, no fim de semana, funciona como uma espécie de toque de corneta capaz de arregimentar as variadas tropas de assalto.
Vinte anos atrás se incrementou a blitz institucionalizada por governos dos países ricos, de Al Gore, nos Estados Unidos, para quem o Brasil não detinha a soberania da floresta, a François Mitterrand, da França, Felipe Gonzales, da Espanha, Mikhail Gorbachev, da então União Soviética, Margaret Thatcher e John Major, da Inglaterra, entre outros.
Quando de sua primeira campanha, George W. Bush chegou a sugerir que os países com grandes dívidas externas viessem a saldá-las com florestas, coisa equivalente a perdoar os países do Norte da África e do Oriente Médio, que só têm desertos.
Naqueles idos a campanha beirava os limites entre o ridículo e o hilariante, porque para fazer a cabeça da infância e da juventude, preparando-as para integrar as forças invasoras, até o Batman, o Super-Homem, a Mulher Maravilha e outros cretinos fantasiados levavam suas aventuras à Amazônia, onde se tornavam defensores de índios e de cientistas lourinhos, combatendo fazendeiros e policiais brasileiras desenhados como se fossem bandidos mexicanos, de vastos bigodes e barrigas avantajadas.
Depois, nos anos noventa, a estratégia mudou. Deixou-se de falar, ainda que não de preparar, corpos de exército americanos especializados em guerra na selva. Preferiram mandar batalhões precursores formados por montes de ONGs com cientistas, religiosos e universitários empenhados em transformar tribos indígenas brasileiras em nações independentes, iniciativa que vem de vento em popa até hoje.
Devemos preparar-nos para uma nova etapa, estimulada pela renúncia de Marina Silva, que entra de gaiata na história, pois jamais defendeu a internacionalização da floresta.
Aliados à quinta-coluna brasileira composta por ingênuos e por malandros, são a impressão de não apenas recrudescer na tentativa de afastar o governo brasileiro da questão. Terá sido por mera coincidência que os Estados Unidos anunciaram, dias atrás, a criação da Quarta Esquadra de sua Marinha de Guerra, destinada a patrulhar o Atlântico Sul, reunindo até porta-aviões nucleares?
Do nosso lado, bem que fazemos o possível, aparentemente pouco. Não faz muito que uma comissão de coronéis do Exército Nacional, chefiados por dois generais, passaram meses no Vietnã, buscando receber lições de como um país pobre pode vencer a superpotência mais bem armada do planeta, quando a guerra se trava na floresta. Do general Andrada Serpa, no passado, ao ex-ministro Zenildo Lucena, aos generais Lessa, Santa Rosa e Cláudio Figueiredo, até o general Augusto Heleno e o coronel Gélio Fregapani, agora, a filosofia tem sido coerente.
Nossos guerreiros transformam-se em guerrilheiros. Poderão não sustentar por quinze minutos um conflito convencional, com toda a parafernália eletrônica do adversário concentrada nas cidades, mas estarão em condições de repetir a máxima do hoje venerando general Giap: “Entrar, eles entram, mas sair, só derrotados”.
Em suma, pode vir coisa por aí, para a qual deveremos estar preparados, claro que não através da pueril sugestão do quase novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, de transformar soldados em guarda-caças ou guardas florestais. Os povos da Amazônia rejeitaram, na década de setenta, colaborar com a guerrilha estabelecida em Xambioá, mas, desta vez, numa só voz, formarão o coro capaz de fornecer base para a ação militar nacional.
Para aqueles que julgam estes comentários meros devaneios paranóicos, é bom alertar: por muito menos transformaram o Afeganistão e o Iraque em campo de batalha, onde, aliás, estão longe de sair vitoriosos, apesar de enfrentarem o deserto e não a selva, mil vezes mais complicada…
“prefiro arrendar a Amazonia por 100 anos”
rs
que burro! Dá zero pra ele!
Terere é chimarr”ao de gay, é fresquinho e vem adoçado com açucar ou adoçante, dependendo até com chantilly.
#153
Excelente texto. Muito pertinente.
Ninguém adoça tereré com porra nenhuma. No máximo, coloca-se limão na água, ou misturam-se ao mate outras ervas aromáticas como hortelã.
E se tereré fosse chimarrão de viado, a má fama não seria dos que tomam chimarrão.
“prefiro arrendar a Amazonia por 100 anos” (fara ó)
rs
Esse cara toma tereré, com ervas aromáticas e chantilly!
Chester,
Aí é que está. Você analisa a importância do cerrado não pela ótica da ecologia, mas pela do mercado. Se é assim, por quê não consumir logo com o restinho de Mata Atlântica que ainda temos? Como bem disse o Pax num de seus comentários: Terra com mata (no caso, a Atlântica) não vale nada. O que tem valor de mercado é terra nua.
Por isso não dá pra discutir com você. Você é como o gato caolho da Confetti: só tem um ponto de vista. Analisa tudo sob um único prisma.
Aliás, por que foi que você postou aquela história comprida aí em cima? Não tem nada a ver com sua afirmação de que o cerrado não serve pra nada.
[...] A Amazônia é nossa? - Pedro Doria Meus dedinhos, onde estão? - Verdade Absoluta Luta armada - Blog do Cejunior ANAC: Liberdade Tarifária Nas Rotas Para EUA e Europa Ainda Este Ano - Aquela Passagem Só para liberar um pouco o veneninho - Letícia Coelho Deixando tudo pronto para a eleição - Incautos do Ontem Notícias de uma Guerra Particular - EFME Locupletemo-nos - Jus Indignatus por Ricardo Rayol] O SUS É PARADOXAL - Blog do João Bosco Ministro café-com-leite - Guilherme Fiuza Ambiente Insustentável - S.O.B.R.E.T.U.D.O Sacanagem - Escrevinhações A saída de Marina Silva do governo, segundo o Greenpeace - Mundo em Movimentos No Rio, nada é tão ruim que…bom, você já sabem - Serjão comenta do céu O brasileiro não liga para o seu futuro? - Dinheirama Ideologia S/A - Pensar Enlouquece, Pense Nisso [...]
PD Texto
“O Brasil ainda não sabe o que quer fazer com sua maior floresta. E, enquanto não soubermos o que fazer com a mata, ela seguirá sendo destruída e uns tantos entre nós, por puro sentimento de culpa, continuarão achando que alguém lá fora vai tomá-la na força. Talvez porque, no fundo, bem lá no fundo, saibam que temos culpa no cartório.”
Sabe sim.
O que o Brasil não tem é vontade política para tal.
Ou, que é a mesma coisa, o governo acha ainda que dá para desmatar mais um pouco.
Leave
Perderia o valor traduzir.
É uma carta endereçada a muitas pessoas por uma organização americana de luta pela conservação da natureza, falando dos grandes problemas lá, dos USA, cujo governo critica os outros, para atender os próprios interesses e continua a devastar a natureza em seu próprio país.
Além do mais, hoje em dia o inglês é a língua universal.
Todo mundo que quer realmente se instruir tem que sabê-lo.
guillerme, calma tche…kkk**
quero provar terere, seja la o que for isso !
guillerme meu chien aveugle agradece a lembrança ! ele ta descansando…cansou do nick…))
gato nao guillerme, cao !! tou viajando ou vc ta falando mesmo so dele ?
Leave a Comment (102),
É óbvio que o minério de ferro serve para construções e que parte da indústria chinesa obtém insumos minerais paraenses (outra parte é australiana).
Você questiona a necessidade de usá-lo na infraestrutura nacional.
Por acaso o aço brasileiro é produzido com minério de ferro haitiano ?
Não existe racionamento para as necessidades brasileiras. A economia consome produtos na proporção de seu crescimento.
O minério brasileiro que vai para a China e o Japão é excedente que não seria utilizado aqui. Isso, em si, não é problema, mas vantagem.
Não é possível entender seu questionamento.
Quanto à “degradação ambiental”, constitui um conceito relativamente recente que, a rigor, não tem definição objetiva e, especificamente, não implica em ônus diretos.
“prefiro arrendar a Amazonia por 100 anos” (fara ó)
rs
E eu prefiro arrendar o seu cérebro para um macaco, ou seja, 6 por meia dúzia.
PARANÓIA É?
Reportagem publicada no “The New York Times” relata que a preservação da Amazônia envolve uma disputa internacional. “De quem é esta Floresta Amazônica, afinal?”, pergunta a reportagem do correspondente do jornal no Rio, Alexei Barrionuevo . O “NYT” afirma que “um coro de líderes internacionais declara mais abertamente a Amazônia como parte de um patrimônio maior do que apenas das nações que dividem seu território”.
O jornal lembra que o ex-vice-presidente americano Al Gore, em 1989, disse que, “ao contrário do que os brasileiros acreditam, a Amazônia não é propriedade deles, pertence a todos nós”. “Esses comentários não são bem-aceitos no Brasil e reacenderam velhas atitudes de protecionismo territorial e observação de invasores estrangeiros escondidos”, diz o jornal. O “NYT” afirma que o governo Lula tenta aprovar lei para restringir o acesso à floresta, exigindo licenças para estrangeiros e brasileiros. Para declarar “a Amazônia é nossa” e defender a soberania, ele escalou Romeu Tuma Jr. E fechou seu texto acusando o temor brasileiro de “paranóico .
Dias antes de “NYT” e “Independent” questionarem a soberania, a BBC já o fazia na cobertura intitulada “O Paradoxo da Amazônia”. O “paradoxo”, na explicação da própria estatal britânica: “Quem deve ter mais voz na gestão da Amazônia? O governo brasileiro? A comunidade internacional?”. Na BBC Brasil, sintomaticamente, o nome da série foi mudado para “Desafio Amazônico”, sem qualquer questionamento da “gestão da Amazônia”.
A biopirataria é uma lenda? Paaaaara! Até amostras de sangue de índio já foram parar no exterior para pesquisa. Acreditar que todo pesquisador estrangeiro que entra aqui está interessado só em preservação e humanitarismo é no mínimo ingenuidade.E não são apenas alguns casos não , pode ate ser que até o momento existam poucos resultados práticos divulgados. Mas todos podem tem certeza de que muita amostra já saiu do brasil malocada nas malas dos bonzinhos pesquisadores.
Aderir ao discurso de “preservação” da Amazônia, na forma cínica e mentirosa como é divulgado pela mídia internacional, significa apoiar subsídios aos agricultores europeus e dos USA.
Significa, também, obstar o desenvolvimento da economia nacional.
A compettitividade da produção agrária brasileira tende a aumentar, de modo que a gritaria supostamente ambientalista busca a proteção dos atuais parâmetros produtivos, ditados pelos outros países.
#165
“Quanto à “degradação ambiental”, constitui um conceito relativamente recente que, a rigor, não tem definição objetiva e, especificamente, não implica em ônus diretos.”
Resp:
Alguns exemplos no Brasil e no mundo do termo “degradação ambiental” e seu ônus financeiro e ambiental:
1) Chernobyl (Ex-URSS), acidente mundialmente famoso causou uma tragédia de consequencias irreparáveis para o meio ambiente e população local, milhares morreram, milhares contraíram cancêr, etc e tal.
2) Bacia de Minamata (Japão): “a contaminação da cadeia alimentar e a ingestão de peixes contaminados pelo mercúrio liberado por uma indústria papeleira, provocou a intoxicação e morte de inúmeros pescadores, na tragédia da Bacia de Minamata, em 1953 no Japão”
3) Eu podia ficar pesquisando no google e jogar aqui milhares de exemplos tipo: “césio 137″ (Goiás), “Cubatão” (SP), Navios petroleiros, efeito estufa, aquecimento global, desertificação, etc etc, mas convenhamos, é um “conceito recente” não é não?
E outra:
Se a industria farmacêutica norte-americana acha certo testar clandestinamente medicamentos em crianças miseraveis da África , por que não encheriam a burra de uma meia dúzia de pesquisadores para cuidar das espécies em extinção da amazônia, e nas horas vagas, deixar cair por descuido lá no fundo da mala um cipozinho usado pelos índios em algum chá-medicinal.
mila – pára, lê.
Percebeu que o post começa justamente com a reportagem do NYT?
COMENTÁRIO # 170 ,
Os exemplos que você cita são de poluição ocasionada por fatores exógenos.
Este post não discute poluição ambiental, mas degradação ambiental. Especificamente, a suposta devastação vegetal.
As ocorrências em Chernobyl e Minamata, não custa lembrar, não se devem à derrubada de florestas.
Parece que você confunde os sentidos amplo e estrito do termo. Tente reavaliar a questão e, tenho quase certeza, entenderá meu comentário # 165.
“A compettitividade da produção agrária brasileira tende a aumentar… …” (#169)
Quando falamos de agricultura, não podemos associar a região amazônica, de clima (muita chuva) e solo pobre, impróprios para o cultivo.
Quando a floresta é derrubada na região, o solo pobre é “varrido” pela chuva, em um processo conhecido como “lixiviação”, causando desertificação a medio prazo.
O que mantém a floresta em pé, é a própria floresta e a matéria orgânica por ela sustentada.
Solo bom para o cultivo ocorre em áreas no centro oeste, nordeste e sudeste.
Vamos fazer o princípio do Um Brasil!!!!
“Nada” (173)
Degradação ambiental é um termo que envolve desde a embalagem “pet” que o senhor joga pela janela do carro e leva “x” décadas para se decompor, até a construção de hidrelétricas que inundam milhares de hectares de florestas e riquezas incalculveis.
“prefiro arrendar a Amazonia por 100 anos” (fara ó)
rs
Quem garante que em 100 anos ainda estaremos aqui?
Marco Auelio, me cite cinco casos de biopirataria estrangeira na Amazônia. Se você citar os cinco retiro o que disse sobre ser lenda.
Mas não vale boato, não, esse papo de ’sangue de índio’ ou sabe-se lá o quê. Diga que produto foi pirateado, em que remédio ou produto foi transformado e se o Brasil perdeu a patente.
Mas, se vc não conseguir providenciar cinco exemplos, aí ceda e concorde que biopirataria é lenda.
chesterton, na boa, Tribuna da Imprensa é entretenimento para quem gosta de teoria da conspiração. Um dia a gente senta numa mesa de bar e eu te conto umas histórias sobre como se faz jornalismo na Tribuna da Imprensa…
Comentário # 174,
Se você insiste em retalhar meu texto , respondo de maneira objetiva :
Não tenho hábito de escrever asneiras.
Tente ler e entender, antes de objetar.
Aprenda economia e seus fundamentos.
Eu não disse que a produtividade da agricultura brasileira aumentará na Amazônia, mas como um todo.
Fora a Nhé , com seu comentário sintomatico sobre o niobio, o resto da turma está mesmo atras de respostas…..e soluções……alguns ,direitões tradicionais, são pelo arrazo!
Mas a turma em geral quer aquela coisa do equilibrio…..
Chamar a Embrapa, a USP, as federais do RS, a Unicamp, a Federal do Rio….algumas universidades nordestinas e suas soluções a la Israel….e fazer um conglomerado de estudiosos e cientistas( por que não a MONSANTO?,iiiiiiEEEEE) pra resolver como poderemos deter a turma do “descampado!” que habita ,hoje, a Amazonia……..não só de ONGs vive a defesa do meio ambiente…..e convenhamos…deixar na mão de nossos mestres e cientistas é muito melhor do que na mão do PFL/DEM,PT e PSDB e asseclas…..
O Brasil é do povo e não de associações de classe!
Pedro Doria, pra quem viu o Bush invadir o Iraque, as torres gêmeas afundarem e o Ronaldinho pegar traveco, a discussão sobre o pertencimento da Amazônia é muito mais que uma pista sobre o que poderia acontecer. Nada é impossível.
A Amazônia não tem controle de acesso e já tem gente demais lá dentro, uma região valiosa que não tem controle de acesso não precisa ser invadida ou internacionalizada. Já é.
O próprio Altino, que você mencionou antes, seguiu bem em seu blog os relatos sobre o que acontece na região fronteiriça com o Peru.
Não tem ninguém tomando conta, o trânsito de toras protegidas e o tráfico de drogas é impressionante. O faroeste tinha o Clint Eastwood, nós não temos nem vontade, como você bem disse.
Outra coisa, se você não viu, também falando sobre a matéria, o Mario Marona lembrou bem uma resposta do Cristovam Buarque quando perguntado sobre a internacionalização. São os melhores argumentos. Vale a pena:
“Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.”
http://blogdomarona.blogspot.com/2008/05/cristvo-melhor-defesa-da-amaznia.html
Que venham aqui los gringos!…pode sim, biopirataria…..e o que interessa é a floresta em pé .
Comentário # 176,
Não é preciso explicar o sentido do termo. Sou alfabetizado.
Mas você, ao que parece, não compreende o significado de “sentidos amplo e estrito”.
#180
“deixar na mão de nossos mestres e cientistas é muito melhor do que na mão do PFL/DEM,PT e PSDB e asseclas…”
Muito bem. Lembre-se também do fomento a iniciativa privada e apoio governamental, bem como execução de obras de infraestrutura que possibilitem a geração de CONHECIMENTO e produtos para uso e gozo da sociedade brasileira (usufruto e desenvolvimento) e mundial (como consumidora)
“nada”,
não te falei, que eras analfabeto. Ora!
Com a Amazonia é necessario carinho…..
Eu vejo a Amazônia como um ótimo negócio, e acho que é essa a solução que deveria ser adotada.
É simples, quem preservar e mais, fazer a Amazônia voltar ao tamanho original, ganha 40% dos $ em créditos do protocolo de Kyoto.
Há de se trabalhar em forma de cooperativa, mas partindo de grandes instituições brasileiras, sempre fiscalizadas pelo governo federal e por outras entidades internacionais.
É mais do que óbvio que o ser humano se preocupa primeiro com o dinheiro. Transforme preservação em um negócio criativo que em pouquissimo tempo teremos a velha e boa Amazônia de volta e muito mais segura.
“em um negócio lucrativo…”
Ahh, desculpem os erros de português acima. Acabo de almoçar e estou com sono.
Vai lá acariciar o pau, Mané!! rsrsrsrs!
Monsores já não roubaram sua idéia e fizeram o bolsa-mato?
Ok, eu me incomodo. Vou reescrever o comentário:
Eu vejo a Amazônia como um ótimo negócio, e acho que é essa a solução que deveria ser adotada.
É simples, quem preservar e mais, fizer a Amazônia voltar ao tamanho original, ganha 40% dos $ em créditos do protocolo de Kyoto. O restante (para quem tem problema com números, 60%), fica com o Governo Federal, que deverá empregar essa verba em, sei lá, qualquer coisa que não o bolso dos governantes.
Há de se trabalhar em forma de cooperativa, mas partindo de grandes instituições brasileiras, (isso não significa que vai estar na mão delas, isso significa que elas serão as grandes financiadoras. Vão poder usar isso como lobby, como marketing, como forma de dizer para as pessoas: “Compre nosso produto. Nós fazemos você respirar melhor), sempre fiscalizadas pelo governo federal e por outras entidades internacionais (repare que eu disse “Entidades”. Isso significa que teria que ser a ONU, por exemplo. Eu não estou falando que tem que ser os Estados Unidos. Ah, escalemos o Turcomenistão como fiscal para não da briga. O Ryff vai gostar).
É mais do que óbvio que o ser humano se preocupa primeiro com o dinheiro. Transforme preservação em um negócio lucrativo que em pouquissimo tempo teremos a velha e boa Amazônia de volta e muito mais segura.
Nhé, não sei meu bem. Espero que não.
Acho que vou investir nesse negócio. É pra fazer pé -de-meia e pagar a faculdade dos nossos filhos.
Confetti (#164),
É cão. Falaram tanto em gato aquiúltimamente, que acabei me confundindo.
Nossos filhos, Monsores, serão disputados a tapa pelas melhores universidades do mundo.
Guarde o dinheiro para comprar nosso veleiro. rsrsrsrsr
Para que servem afinal as nossas forças armadas? Para fazerem exercícios físicos nos quartéis durante o dia ou jogarem bola? Os caras estão sempre tirando o corpo fora.
Recusam-se a colaborar e guardar as nossas florestas. Recusam-se em ocupar as favelas dominadas pelo tráfico, isso aqui em nosso próprio país, porque no Haiti eles fazem exatamente isso.
Ah eles já têm uma missão constitucional, vigiar as fronteiras e defender o país no caso de uma agressão externa. Hum! Então, eles vigiam as fronteiras, estamos a salvos! Mas se for assim como é que drogas e armas pesadas entram no país por terra, ar e mar, até chegarem às comunidades? E os carros roubados, as pedras preciosas, animais silvestres, pepitas de ouro como saem do país?
Bom, sobrou a invasão externa, quem sabe os yankees ou uma federação formada por venezuelanos, equatorianos, bolivianos, paraguaios, e argentinos não resolvam se apossar de nossas riquezas e de nossa Petrobras na marra aqui dentro?
Até que isto aconteça dá tempo de jogar mais uma pelada?
119.
Então o Elias é parente do PD!
“…ronda as teorias conspiratórias da direita. …”
Já falaram isso para a militância por aqui?!
Pois estão falando a mesma coisa sobre o nossas 200 milhas marítimas mas, já devidamente desmentido pelas declarações dos comandantes da 4ª frota e da MB então, onde estão os conspiradores?
Só faltava dizer que Hugo Chaves é outra teoria conspiratória da direita …..
Nhé..sem ataques de nervos…….voce é mais que previsivel……EEEEEE
EEEEEEE….. e vc é mais que sintomático!!!
Pax,
O que você acha da minha idéia ali no 192?
Nhé,
Nesse caso vou comprar um iate. Aí colocamos no modo automático enquanto descemos pra cabine…
Nassau,
A missão constitucional das FFAA não inclui fiscalizar favelas e florestas.
O trabalho no Haiti é diferente, pois trata-se de força de paz e inclui a vigilância territorial.
Sobre fronteiras , drogas e saidas ilegais de produtos, vale lembrar que vigiar fronteiras é diferente de fiscalizar aduanas, estas últimas de responsabilidade da Polícia Federal.
Querida nhé……a amazonia precisa ser preservada…..quanto a nhé !….aperte o botão da privada!
Vamos trabalhar no campo…..chega de laboratório………e de nhé….co… nhéco!
Vou parar de dar o meu pé para vc pegar, Mané, o pessoal fica me comparando com a Confetti x Surf.
Olha, o Mané fez uma poesia! Que tosco!
“Por outro lado, nossa energia vem em primeiro lugar do etanol, em segundo das hidrelétricas – combustíveis fósseis em terceiro. ”
Pedro, verifique estes dados. Combustíveis fósseis estão em primeiro e bem lá na frente, algo como o dobro do segundo lugar.
Em minha modestíssima opinião, o desmatamento predatório só vai parar quando o comércio da madeira deixar de ser um negócio muito lucrativo. Nos anos 80, dizia-se que 70% dos prédios norte-americanos tinham estrutura de aço, e 30%, de concreto. E que no Brasil, 10% era em concreto, e só 10% em aço. E que o preço do aço er (e ainda é!) inviável para os bolsos dos brasileiros. A abundância de madeira e a mão de obra barata, desestimulavam o uso do aço no Brasil.
O grosso da madeira é usado em construção civil, mas quase toda ela pode ser substituída por outros materiais cuja exploração causem menos danos ao meio ambiente. Corte seletivo de árvores, se um dia houver, será em pequena escala, e só para o mobiliário.
Torno a lembrar algo que já comentei: Os “coureiros”, que nos anos 80 mataram milhões de jacarés no Pantanal, só desapareceram porque o mercado internacional parou de comprar pele não certificada, de criatórios, para bolsas e sapatos.
O contrabando de soja “paraguaia” só acabou porque o Plano Real o tornou econômicamente inviável.
Criaram polícia florestal pra combater coureiros. A Polícia federal gastava a maior parte de suas energias com contrabando de soja. Mas nenhuma dessas polícias acabou com qualquer um desses problemas.
Poder de polícia não vai acabar com desmatamentos.
Guilherme,
Legal. Aprendi contigo. Obrigado.
Agora veja meu comentário lá em cima, o #192 e me diga se não dá jogo….
Pessoal, por favor vamo ler o comentario 192 que o cara ta pedidno, vamo lá pessoal!
Obrigado, xx. Obrigado.
Aproveite e teça comentários sobre a minha idéia tão genial você também. Mas tem que ser agora, senão perde a sua vez e tem que voltar para o fim da fila.
sublime! genial! incrivel! estrambolico!
desmatante! cocumbinático! ostrogodo!
fenomenal o cometario de numero 192.
Essa ideia do comentario 192 é primordial.
Não podemos nos privar de ler o comentario 192
guillerme, o trafico de madeira preciosa com certeza estimula o desmatamento ilegal ! acontece o mesmo com o teck de myanmar ! e a frança é um dos maiores clientes…vergonhoso e paradoxal, em relaçao à tudo q se diz aqui sobre a proteçao da floresta…((
Rio purus,
Eu só não sei o que é cocumbinático e ostrogodo. Pode me explicar e, a todos os meus leitores?
Obrigado, obrigado!
Nada,
Obrigado pelas informações.
Então podem formar o time para a próxima pelada.
abs.
tipo assim: se a gente cobrar 1 dolar americano por visita a um parque ambiental la na amazonia, nos tamo rico
hallow monsa ! ))
Guilherme,
Pois a tecnologia ajuda a resolver o problema do uso das madeiras. As “madeiras sintéticas” são opções muito interessantes pra quem quer usar em acabamento, por exemplo, e alguns casos até estrutura, mas se preocupa com o meio ambiente.
Nunca entendi o porquê de não se aplicar a lei e o combate de forma mais ferrenha em relação ao desmatamento. Não é simples descaso, com certeza. É interesse político, claro. Por isso a solução parece tão distante…
confetti, chérie, ;*
Rio Puru, gostei mais da sua idéia do que da minha.
claro q é interesse politico ! no caso de myanmar, p.e., se o comercio do teck parar, a junta ta fu
Companheiros de esquerda, maoístas e bolivarianos
Eu, josef mario, devo dizer que, apesar de não ser ecologista viado, tenho uma grande experiência em assuntos relacionados a mato. Como todos sabem, na minha juventude não existiam moteis e nem, ao menos, banheiros nas casas. Portanto nossas necessidades fisiológicas (cagar e mijar) e sexuais (meter) eram feitas no mato mesmo. Certa ocasião quando dava uma cagadinha atrás de uma moita, uma companheira jararaca, carente e no maior atraso, se aproximou e vendo a minha jeja majestosa de 31 cm, de imediato, pensando tratar-se de um jararaco, se apaixonou perdidamente. Obrigada pelas circunstâncias, a minha jeba foi obrigada a manter relações sexuais com a dita jararaca. Apesar daquele momento de grande tensão emocional a minha jeba, mais uma vez, não me decepcionou e se manteve firme e erecta, o que, inclusive, me salvou a própria vida. O pior veio depois: a minha jeba adquiriu uma fama inesperada de garanhão junto à comunidade das jararacas e os companheiros jararacos com ciúmes, inveja e despeito invadiram o centro urbano da cidade do rio de janeiro a procura de minha jeba, fato este fartamente noticiado nos jornais ao início dos anos 30. Mas isto já é outra história.
Muito obrigado
Substituição da madeira por aço na construção civil também enfrenta a resistências dos engenheiros e trabalhadores que ainda não estão familiarizados com o material.
Dizem que em edifícios, a utilização de fôrmas de aço é muito mais econômica comparada às de madeira.
Monsores,
Não entendi direito sua proposta no #192.
Mesmo não entendendo, concordo com você e com o Guilherme, o que realmente pode mudar o quadro é a questão econômica. Dinheiro precisa chegar e ser mais interessante que derrubar o mato, seja pro que for, desde carvão até pastagens ou hectares pra lavoura.
Mas isso é mais lógico que homem mijar pra frente.
Quando se repete muitas vezes os elementos estruturais, as formas de aço são muito mais econômicas do que as de madeira. E esse uso se intensificou no Brasil a partir do final dos anos 80. O surgimento de lajes treliçadas, creio que da mesma época, também reduziu muito o uso de madeira para escoramento. Aliás, nos grandes centros, onde a demanda predial é maior, os escoramentos de aço também já são muito utilizados desde os anos 80.
Mas quando se trata de construção de residências térreas, singulares, não compensa mandar fazer formas de aço, pois são caras e precisam de vários usos para se pagarem. Também as estruturas dos telhados continuam sendo feitas , na maioria dos prédios, em madeira. Tesouras e terças metálicas ainda ficam mais caras que as de madeira. E dá-lhe madeira também em andaimes e tapumes.
Nhé,
Você tocou no assunto das formas de aço, e eu discorri um pouco sobre a matéria. Mas acho que o interessante será atingirmos um nível que ainda estamos muito longe de alcançar, que seria a montagem de todas as estruturas com perfis de aço.Parece-me que o esqueleto de um edifício fica pronto num tempo 7 vezes menor do que em concreto armado.
Outra coisa que seria muito menos predatória, e que praticamente não deixa resíduos, seria a industrialização da construção, principalmente das casa.
Mas isso se choca diretamente com a nossa cultura ibérica - queremos casas de tijolos, paredes com reboco, massa corrida e tinta, por questão de segurança. E queremos dependurar mil coisas nas paredes. Também queremos telhados cerâmicos. E as nossas casas têm que ser únicas. Não queremos projetos existentes.
Guilherme, em casas de pequeno e até médio porte basicamente não há tesouras. Nunca vi.
O pessoal costuma apoiar as terças/cumeeiras em vigas de concreto.
Mas no resto das obras civis vai muita madeira e com muito desperdício. Na infra-estrutura também.
O uso de fôrmas metálicas ainda tem muita resistência aqui no interior. Todas as obras que fico namorando não utilizam (ou utilizaram) fôrmas metálicas.
Guilherme,
Pelo que sei falta muita mão de obra qualificada para dar conta das estruturas metálicas. Tanto para projetar como para construir. Mas é fato que elas vão ser popularizar cada vez mais, a resistência um dia será vencida.
Porém nas casas não vejo um futuro muito animador para as estruturas metálicas. Não sei se é a cultura ibérica, mas todo mundo quer mesmo casas de tijolos e concreto armado na estrutura.
Só discordo da exclusividade dos projetos. Me parecem todos iguais hoje em dia. Há bairros relativamentes novos aqui em São José dos Campos, Jacareí, Taubaté (bairros com menos de 7 anos) e todas as casas são monótonamentes parecidas: muitas águas, bay-window (que coisa horrorosa!!), arquitetura pseudo-clássica com frontões e colunas… afff!
comentario 220
Então isso faz de mim um genio!
Nhe, por quanto a senhora faz um projeto de “expansão” de uma casa? Projeto no autocad, com cálculo inclusive dos materiais?
Ps. isso nao é brincadeira!
Leave, não tenho interesse em fazer bicos. Melhor contratar alguém da sua cidade que também possa fazer a regularização do projeto.
231,
Poxa eu nem ia pagar mesmo :((((
Mas fica aí a pergunta:
“A Amazônia é nossa?”
PD, conheço o HF desde quando v. usava fraldas…mas, as vezes ele acerta.
Chesterton, às vezes acertar é que nem relógio parado… como erra quase sempre, não é confiável.
Aí é que está. Você analisa a importância do cerrado não pela ótica da ecologia, mas pela do mercado.
Guilherme disse.
Chest- bem ,não sou só eu. É o mundo todo que tem fome que analisa assim, só que está com a vida ganha pode se dar ao luxo de admirar bichos e grilos.
Então está bem, o valor ecológico é muito alto? Vale quanto? Se a Amazonia é io pulmão do mundo, quanto é que o resto do mundo está querendo pagar para que a deixemos intocada? Sim, porque o sangue do mundo , o petróleo, é bem caro……
e nem é esse o problema, mas um mais grave. Na verdade , em termos mgerais, é uma boa olhada no que passa pelas cabeças esquerdistas em geral, A Tribuna da Imprensa e o Obervatorio da Imprensa…só tem doido. E viva a teoria da respiração (Amazonia, o pulmão do Mundo).
Pax, 224, isto é lógico para vocë, para mim, mas para as pessoas que se acham “in”, muderrnas, não é não.
Muitos disseram que a Amazônia não é o pulmão do mundo.
Na realidade o pulmão tem como função final, aspirar oxigênio e soltar CO2.
As árvores absorvem o CO2 e expelem o oxigênio e também CO2.
Agora produzir mesmo Oxigênio em grande quantidade, que é o que precisamos para a sobrevivência quem faz é…..?
infelizmente, as algas marinhas…não são nossas.
Fred,
Entre outras coisas, que eu saiba, os raios produzem muito oxigênio. Quebram as moléculas de água, e os átomos de oxigênio logo se ligam entre si, acabam formando o O2.
Sendo as árvores um ótimo absorvedor de CO2, existirá uma planta mais eficiente para absorver o CO2 do quie uma áevore?
A maior produção de oxigênio do planeta são os mares rios etc..
Oxigênio produzido principalmente pelas algas.
Eu li uma vez que uma plantação de cana absorve muito mais CO@ do que uma floresta, com mesma área. Tô pesquisando.
Se isso for verdade, vai dar um nó desgraçado nesta conversa.
“prefiro arrendar a Amazonia por 100 anos”
rs
como é que eu ainda não pensei nisso antes?
Sim por que o propalado pulmão do mundo, vira conversa de empresário americano, francês, inglês, para tomar a Amazônia.
Qualquer plantação de ciclo relativamente curto, produzindo muita folhagem e seiva, como a cana de açucart deve absorver muito CO2.
Tô pesquisando.
Já se sabe, por exemplo, como o jatobá – uma espécie nativa do Brasil – se comporta num ambiente saturado de gás carbônico. Mudas de jatobá foram colocadas numa câmara que reproduz a atmosfera que o planeta deverá ter daqui a 50 anos, com o dobro de carbono. A reação da planta chamou a atenção dos pesquisadores. Ao mesmo tempo em que o número de estômatos – as “bocas” da planta situadas do lado de baixo das folhas – caiu de 70 mil para 50 mil, a capacidade de reter carbono aumentou em 30%. O coordenador da pesquisa, Dr. Marcos Buckeridge, se referiu assim à experiência: “Nós últimos 400 mil anos as plantas não viram uma concentração de gás carbônico tão alta. Então elas estão tão surpresas quanto nós ao ver essas mudanças na atmosfera”.
Em outras espécies, o acúmulo de carbono provocou queda de folhas. Para os cientistas, é bastante provável que a razão pela qual as folhas caem seja o aumento da produção de radicais livres, que reduzem a longevidade dos seres vivos. Se nos seres humanos o excesso de alimento faz mal, nas plantas não seria diferente.
Uma das linhas de pesquisa mais interessantes é a que vai investigar a matéria-prima do açúcar e do álcool. “Nós estamos estudando intensamente a cana-de-açúcar. Nós vamos fazer agora um experimento de um ano e meio para ver se a produtividade da cana aumenta quando há mais gás carbônico na atmosfera”, explica Marcos Buckeridge. Segundo ele, o fato de o Brasil ter sido pioneiro da descoberta do código genético da cana-de-açúcar estimula a realização de pesquisas de melhoramento da espécie.
“Nós podemos usar esse conhecimento para melhorar a cana e produzir variedades que possam seqüestrar mais carbono da atmosfera”, diz o cientista. Um dos desdobramentos possíveis dessa pesquisa seria o de replicar em diferentes espécies vegetais o potencial de absorver mais carbono. As mesmas plantas, modificadas pelos cientistas, reteriam muito mais carbono da atmosfera.
Tudo isso ainda é muito novo e as pesquisas estão apenas começando. Mas na guerra contra o aquecimento global, não há dúvida de que as espécies vegetais têm um papel estratégico importante. Num país do tamanho do Brasil, onde metade do território é ocupado pela Amazônia, não desmatar de forma criminosa e inconseqüente já seria um bom começo.
André Trigueiro é jornalista com pós-graduação em Gestão Ambiental pela COPPE/UFRJ, professor de Jornalismo Ambiental da PUC/RJ, coordenador editorial e um dos autores do livro “Meio Ambiente no século XXI” (Editora Sextante, 2003). Desde 1996, é repórter e apresentador do “Jornal das Dez”, na Globonews, canal de TV a cabo onde também produziu, roteirizou e apresentou programas especiais ligados à temática socioambiental. Pela série “Água: o desafio do século 21″ (2003), recebeu os prêmios Imprensa Embratel de Televisão e Ethos - Responsabilidade Social, na categoria Televisão. É voluntário da Rádio Viva Rio (AM 1180 kwz), onde apresenta o “Conexão Verde” (segundas, quartas e sextas-feiras, entre 8h40 e 8h50), e comentarista da Rádio CBN (860 kwz), no quadro “Mundo Sustentável” (sábados e domingos, às 13h50).
Um estudo conduzido por uma equipe de cientistas de vários países mostrou que as árvores estão absorvendo menos gás carbônico no Hemisfério Norte à medida que as temperaturas aumentam.
Os cientistas explicam que com o aquecimento global, nas últimas duas décadas a primavera tem chegado mais cedo e o inverno começado mais tarde no Hemisfério Norte, aumentando o tempo em que as árvores retêm suas folhas.
Em tese, afirmam os especialistas, isso favoreceria a absorção de CO2 e a liberação de oxigênio na atmosfera. Mas o estudo, publicado na revista Nature, mostrou que, na prática, isso não está ocorrendo.
Os cientistas analisaram imagens de satélites armazenadas durante 20 anos em estações de monitoramento na Sibéria, Alasca, Canadá e Europa. Eles observaram que a respiração das plantas, durante a qual emitem gás carbônico, aumentou mais do que a fotossíntese, processo em que os vegetais capturam CO2 da atmosfera para transformar em oxigênio.
Equilíbrio - O estudo conclui que se o aumento das temperaturas - que nessas regiões foi de até 1,1°C em duas décadas - significa uma menor absorção de CO2 pelas plantas, então a maior emissão de gás carbônico pode contribuir para elevar ainda mais os termômetros.
“A informação que tínhamos dos satélites, de que a área verde estava se mantendo por mais tempo, era um sinal positivo”, disse Anders Lindroth, da Universidade de Lund, na Suécia, um dos pesquisadores envolvidos no estudo.
“Era a esperança de que isso ajudaria a diminuir os efeitos provocados pelas crescentes emissões de carbono. Mas mesmo com a área verde, isso não significou um efeito positivo no equilíbrio da quantidade de carbono”, afirmou.
Para o coordenador da pesquisa, Timo Vesala, da Universidade de Helsinque, na Finlândia, “de fato isso representa um grande potencial para que o aquecimento continue aumentando”.
Na avaliação dos cientistas, os resultados são cruciais porque sugerem que as altas emissões de gases provocadas pelo homem vão acabar afetando o clima da atmosfera em vez de serem absorvidas de forma segura pelas árvores e pelo solo.
“Nós atualmente estamos tendo um desconto de 50% no impacto climático provocado pelas emissões de gases”, disse o cientista climático John Miller num comentário à pesquisa, esclarecendo que metade das emissões de carbono são capturadas pelos oceanos e ecossistemas terrestres.
“Mas infelizmente não temos garantia de que esses 50% de desconto vão continuar, e se isso acontecer, vamos sentir os efeitos que as emissões de CO2 vão provocar no clima”.
Bem, então os pa?es que estão criticando o Brasil e que não assinaram o tratado de Kioto tem uma grande responsabilidade neste negócio.
Álcool de cana polui menos que o de milho
Etanol de cana emite 80% menos gases do aquecimento estufa do que combustível à base de petróleo; com grão, redução é de 30%
Crédito: INMETRO/ Divulgação
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SARAH FERNANDES
da PrimaPagina
A produção de etanol a partir da cana-de-açúcar é não só mais rentável economicamente que a feita com base no milho, mas também menos agressiva para o meio ambiente. Dados da Agência Internacional de Energia a serem apresentados durante a conferência Iniciativa Global sobre Commodities, que acontece até sexta-feira, em Brasília, mostram que um veículo movido a álcool de cana gera 80% menos gases do efeito estufa do que um movido a derivado de petróleo. Com álcool de milho, a redução não é tão intensa (30%).
“A cana-de-açúcar produz sacarose, um carboidrato simples. Já o milho produz amido, que apresenta uma estrutura química mais complexa. No processo de fabricação do etanol a partir desses açúcares, a sacarose mostra-se menos poluente, pois, por ser mais simples, dispensa algumas fases industriais”, afirma o chefe da Embrapa Energia, Frederico Durães, um dos conferencistas do evento. “Todo processo industrial com queimas libera resíduos na atmosfera, mas a cana faz isso em escala menor”.
Além disso, a cana absorve mais gás carbônico da atmosfera, segundo o agrônomo: ela apresenta mais matéria vegetal que o milho e, por isso, pode fazer mais fotossíntese — procedimento no qual a planta retira gás carbônico da atmosfera e devolve oxigênio. A cana possibilita, ainda, maior produção em menor espaço. “Cada hectare cultivado com milho produz cerca de oito toneladas de grãos. A mesma área cultivada com cana-de-açúcar produz 85 toneladas do produto”, afirma Durães. “Um terço dessa produção vira caldo de cana, com o qual se faz etanol”.
Ele ressalva, porém, que, para não empobrecer o solo em que se planta cana, é preciso fazer rotação de culturas e adubação. “Os resíduos podem ajudar nessa etapa, pois, a partir deles, é possível produzir adubo para o solo”, afirma Durães. “Posteriormente, esses resíduos também podem ser usados para geração de energia para a propriedade produtora”. Além disso, segundo o agrônomo, é necessário atentar para as questões trabalhistas e para o desenvolvimento de políticas sociais nas regiões produtoras.
A conferência, que tem apoio do PNUD, também vai discutir os impactos dos biocombustíveis na segurança alimentar. “O milho é matéria-prima para vários alimentos e é nutricionalmente mais sofisticado que o açúcar. Por isso, é importante privilegiar a utilização do grão como alimento”, defende Hairdi Vieira, economista de desenvolvimento do Common Fund for Commodities, um dos organizadores do evento.
O mercado internacional de cana também será um dos temas do evento. Países produtores terão dificuldades de concorrer com o Brasil, líder mundial em etanol produzido a partir da cana-de-açúcar — 17,4 bilhões de litros no ano passado (os Estados Unidos produziram ainda mais — 18,5 bilhões —, mas a partir do milho). “O ideal é encaixá-los na cadeia produtiva do etanol”, avalia Vieira.
Economicamente, o etanol tem se mostrado mais rentável. Segundo dados da Agência Internacional de Energia, em 2004 cada litro de etanol produzido com cana custava entre US$ 0,22 e US$ 0,30, enquanto a mesma produção com milho tem valor entre US$ 0,40 e US$ 0,60.
Achei alguma coisa:
Cultura da cana é positiva, diz pesquisador
O pesquisador Evaristo Miranda, chefe da Embrapa Monitoramento por Satélite, acredita que o esforço dos municípios em adotar procedimentos não-poluentes é válido muito mais para a conscientização ambiental do que propriamente gerar algum impacto na redução das emissões de gases de efeito estufa. O que de fato pode dar resultado, disse, é a agricultura, especialmente pela expansão da cana-de-açúcar. “A cana imobiliza mais carbono da atmosfera do que qualquer outra. São cerca de 150 toneladas de carbono por hectare”, disse. A planta tira do ar o gás carbônico para poder fazer a fotossíntese.
Além desse fator, a cana produz etanol, substituto do petróleo e é usada também na co-geração de energia. Os críticos da expansão canavieira apontam riscos da monocultura. “Quem fala isso não sabe o que está falando. Nesse momento, um sexto da área plantada com cana está sendo reformada com plantio de soja, amendoim ou adubo verde. Ou seja, com alimentos, e com uma vegetação que também tira carbono da atmosfera”, comentou. Quem passa pela Rodovia D. Pedro, próximo ao Shopping Galleria, pode ver uma dessas áreas de cana atualmente plantada com crotalaria, de pequenas flores amarelas que chamam a atenção. Essa planta, além de fixar nitrogênio no solo, depois será usada como adubo, evitando o uso fertilizantes químicos que são produzidos a partir do petróleo (e portanto, geram gases de efeito estufa). A crotalaria ocupa cerca de 70 hectares. (MTC/AA
FRED - Uma árvore tira uma tonelada de CO2 em sua vida.
Não cheguei lá, mas a conversa tem que tomar outro rumo.
Esse papo de Amazônia pulmão do mundo é para incautos humanos de boa cepa ajudarem os empresários americanos, franceses e ingleses ficarem com o sub solo Amazônico.
Voce que emitiu alguns conceitos favoráveis a internaciomalização da Amazônia, estude mais.
ABRA O OLHO.
O negócio é obrigar e ajudar o Brasil a combater o devastação Amazônica, porque não é como pulmão que ela funciona.
É como biodiversidade, controladora de clima etc.
Para discutir as coisas vamos discutir com ciência e não com paixão.
Guilherme, no seu comentário 225 você afirma que “quando se trata de construção de residências térreas, singulares, não compensa mandar fazer formas de aço, pois são caras e precisam de vários usos para se pagarem”. Não seria o caso de se abrirem empresas ou mesmo que as lojas de material de construção aluguem estas formas de aço, o que daria lucro aos locadores e barateamento de custos de construção aos locatários?
Abs.
Em artigo publicado no número 5 da revista Imagens da Amazônia, em 1993, Molion colocava a seguinte questão: “Dos 6,7 bilhões de toneladas de carbono liberados pelas atividades humanas, estimava-se que cerca de 3.3 bilhões de TonC acumulavam-se na atmosfera e o restante era absorvido pelos oceanos. Porém, há três anos, uma equipe de Administração Nacional de Oceanos e da Atmosfera ( NOAA), dos EUA, demonstrou que a absorção de carbono pelos oceanos está sendo de apenas 1,5 bilhões de tonC, que somados aos 3,3 bi de tonC que ficam na atmosfera perfazem 4,8 bi tonC. Onde estaria perdidas as quase 2 bi tonC que faltam para fechar o balanço? Das duas uma: ou os novos dados oceânicos estão subestimando a absorção de carbono ou o carbono perdido está sendo absorvido pela vegetação terrestre, das quais fazem parte as florestas temperadas (que funcionam apenas parte do ano), e as florestas tropicais (que agem no ano inteiro por serem bem supridas de luz solar e água).”
No ano passado, em artigo publicado na revista Science, Oliver Phillips, da Universidade de Leeds (Reino Unido), concluiu que só as florestas da América do Sul, retém 0,62 bi tonC por ano, ou quase 40% das 1,9 bilhões de toneladas de carbono do qual não se sabia o destino. Sua equipe chegou a essa conclusão depois de realizar 600 mil medições do volume de madeira em árvores de florestas de 12 países . Em outro artigo na mesma revista, um grupo da Universidade de Princeton (EUA), utilizando modelos matemáticos, concluiu que as florestas do EUA e Canadá absorvem 1,7 bilhão de toneladas de carbono, ou 90% do carbono perdido. O curioso é que esse número é exatamente a quantidade de carbono emitida pelos 2 países com a queima de combustíveis. Como a conta não fecha, pois passa de 100%, conclui-se que um dos dois grupos está superestimando seus números. Fazendo pesquisas de campo no assunto há 19 anos, Niro Higuchi, do Instituto de Pesquisas da Amazônia (IMPA), chegou a conclusões mais modestas. Analisando somente a fixação de carbono na madeira (ou seja, o seqüestro do carbono da atmosfera e sua transformação em biomassa vegetal, realizado pelas árvores através da fotossíntese), Higuchi concluiu que a floresta de terra firme próxima de Manaus seqüestra anualmente uma tonelada de carbono por hectare. Experiências semelhantes realizadas no Peru, Colômbia, Venezuela e em florestas de Rondônia e do Pará apresentaram resultados semelhantes.
Partindo desses dados, a floresta Amazônica está seqüestrando anualmente 250 milhões de toneladas de gás carbônico. O trabalho do cientista brasileiro foi publicado na revista Science no 282, de outubro de 1998. Em uma simulação para constatar quanto, em valor monetário, o ser humano retira da natureza absolutamente de graça , alguns economistas chegaram à conclusão de que a regulação do ar pelas florestas está avaliada em $ 141 dólares por hectare por ano. Nesse caso, a dívida anual da humanidade apenas com a floresta Amazônica estaria estimada em mais de $ 35 bilhões de dólares.
FRED -
Bem se a selva Amazônica absorve uma tonelada por hetare de CO2 por ano e a cana 159 toneladas por hectare por ano e o problema é ser pulmão vamos derrubar a Amazônia e plantar cana.
Não confio nesses números.
É preciso pesquisar mais.
É muito impressionante. 150 vezes mais!
A cana sequestra 150 vezes mais CO2 do que a floresta.
Gostaria mesmo de saber, já que li há algum tempo, que empresas com selo verde são tão lucrativas que demandam comprar regularmente, mais áreas de floresta para expandir seus negócios, só que estão encontrando imensas dificuldades, sendo que a maior - disparado - é o domínio dos grileiros sobre o solo amazônico. Sem falar sobre as relações espúrias entre esses mesmos grileiros e o Legislativo e, principalmente, o Judiciário, como cansamos de observar no ranking da questão fundiária no Pará, incluindo a morte da missionária e a imoral absolvição do mandante.
Pedro, você devia publicar um post só com as seguintes informações:
A Amazônia NÃO é uma floresta dentro do estado do Amazonas.
A Amazônia é um bioma presente em 8 países americanos e 9 estados brasileiros.
A Amazônia NÃO é habitada apenas por índios. Só na Amazônia Legal brasileira vivem mais de 20 milhões de pessoas.
Seria da maior utilidade pública.
Pô, é impressionante! Povo adora falar, entrar no passional, mas tem gente aqui que não sabe o básico do mínimo do fundamental… É de doer o coração.
Alguns energumenos como a Nhé não percebem que os 200000 mortos de Miamar/Birmania são o que importa….gente precisando de ajuda,, grotesca!
Estude e sonhe4!”
E ame o próximo ,pata sem cérebro!
Boa noite queridos!
Nassau (#251),
Essa idéia de locação pode sim funcionar em grandes cidades. Até já existe alguma coisa. Mas as variedades de medidas são tantas, que essas locadoras teriam que ter um estomuito grande peças. Na maioria dos municípios brasileiros isso seria totalmente inviável.
Uma coisa fácil de se encontrar para alugar na maioria das cidades são os andaimes metálicos.
Estomuito=estoque muito
Chegando agora e tarde.
A Amazônia é nossa?
Então tá no hora de provarmos que é e isso só é possível se provarmos que podemos protegê-la:
No que diz respeito às fronteiras internacionais, evitando que traficantes disfarçados de guerrilheiros, garimpeiros, ladrões e traficantes zanzem de lá prá cá.
Que o meio ambiente ou um oitavo ou um décimo dele é devida e corretamente protegido, de forma decente, sem romantismos ou alucinações ecológicas.
Que a amazônia não será entregue a nenhum grupo em especial, sejam índios, madeireiros, garimpeiros ou mangabeiras ungerenses.
Enquanto ficarmos mostrando ao mundo que somo incompetentes, inúteis e ignorantes para proteger o que dizemos ser nosso, agiremos como os militares de Myanmar, que não querem ajuda ou intevenção internacional, mesmo que para isso deixemos tudo ser destruído.
Ficar aqui arrotando soberania, orgulho e “estrategismos” é fácil. uero ver é mostrar que se tem peito e competência.
É por isso que eu digo:
Vâmo vendê enquanto vale alguma coisa!!!
A Amazonia é nossa aonde, cara pálida ???????
Se nem ministro, nem presidente conseguem mandar naquilo que tá lá, a Amazonia é de quem?
DOS MADEREIROS, ora. Única e exclusivamente dos madereiros e de mais NINGUÉM.
A Amazonia tem 2 matérias primas em enormes quantidades: Madeira e chumbo.
E ái de quem se atrever a mudar o ritmo da devastação. O cemitério de Dorothy Stang ainda tem milhares de covas vazias.
Alba:
Temos sêlo verde (WWF) em nosso produtos de pinus e olha que estamos numa das áreas mais devastadas do Vale do Ribeira, mas isso nos custou muito tempo e dinheiro corrigindo danos sérios que nem o IAP nem o IBAMA jamais sequer souberam que um dia existiram.
O sêlo verde agrega aí uns 20% no nosso preço lá fora (europa essencialmente). Paga com sobra o que se investe. Sabe quantas vêzes somos inspecionados pelo IAP e IBAMA por ano? Nenhuma. E olha que estamos a uns 70Km. de Curitiba…
Na verdade a certificação ambiental é lucrativa sim. Melhor negócio que ser certificado, só tirando tora de áreas indígenas e sem fiscalização…
E dado assustador:
A extração de madeira para produção de biomassa - para abastecer caldeiras que geram eletricidade - já representa 8% do volume anual. Destes 8%, estima-se que 25% é mata nativa que tá virando Kw…
Tamo feio…
Pergunta:
Se o cara num dá “um trato legal” na espôsa de vez em quando, se deixa ela “na mão” e “vacila”, o Ricardão aparece…
Com a amazônia é a mesma coisa…
Corno não é corno por acaso. Por alguma razão ele merece…
Pois é, Josué,
Gostaria mesmo de saber, fora a corrupção de sempre e o clientelismo e coisa e tal (acho que já escrevi essas coisas por aqui) da possilidade REAL de preservação, pelo bem de todos.
O cahto é que há tantos interesses imediatos e “desenvolvimentistas” que fica DIFÍCIL.
Nessa, concordo com o PD - demora, é caro e etecéteraetal, mas há que que existir um projeto concreto pra Amazônia.
Fred 243, você viu a luz e agora entende o uso político dessa história, parabens.
Sou a favor de uma “área técnica”: separa um pedação de floresta, tipo meia Alemanha, e lá só entra pesquisador, sem distinção de passaporte. Tem que inscrever um projeto para entrar e apresentar resultados pra continuar tendo livre acesso. E sem propriedade intelectual, se descobrir a cura da AIDS e do câncer, da burrice e da preguiça num cocô de besouro, tem que contar pra todo mundo como é que funciona de graça.
Cortez,
Na Amazônia é assim: a área à margem esquerda do rio Amazonas é diferente da área à margem direita. Existem diferenças genéticas entre as espécies dos dois lados. Até a onça pintada de lá, é diferente da onça pintada de cá. Não bastaria separar uma área. Teriam que separar várias áreas.
Bem, resumo do post do PD até agora para mim:
1 - O Brasil tem pesquisa da boa sobre cana de açucar; Inclusive foi o primeiro a identificar o código genético da cana. Graças a isso está se fazendo experiências para desenvolver uma variedade que absorva mais CO2 da atmosfera.
2 - “As árvores estão absorvendo menos gás carbônico no Hemisfério Norte à medida que as temperaturas aumentam.
Os cientistas explicam que com o aquecimento global, nas últimas duas décadas a primavera tem chegado mais cedo e o inverno começado mais tarde no Hemisfério Norte, aumentando o tempo em que as árvores retêm suas folhas.
Em tese, afirmam os especialistas, isso favoreceria a absorção de CO2 e a liberação de oxigênio na atmosfera. Mas o estudo, publicado na revista Nature, mostrou que, na prática, isso não está ocorrendo. ”
“O estudo conclui que se o aumento das temperaturas - que nessas regiões foi de até 1,1°C em duas décadas - significa uma menor absorção de CO2 pelas plantas, então a maior emissão de gás carbônico pode contribuir para elevar ainda mais os termômetros.”
“Nós atualmente estamos tendo um desconto de 50% no impacto climático provocado pelas emissões de gases”, disse o cientista climático John Miller num comentário à pesquisa, esclarecendo que metade das emissões de carbono são capturadas pelos oceanos e ecossistemas terrestres.
“Mas infelizmente não temos garantia de que esses 50% de desconto vão continuar, e se isso acontecer, vamos sentir os efeitos que as emissões de CO2 vão provocar no clima”.
3 - Álcool de cana polui menos que o de milho.
Etanol de cana emite 80% menos gases do aquecimento estufa do que combustível à base de petróleo; com grão, redução é de 30%
“O mercado internacional de cana também será um dos temas do evento. Países produtores terão dificuldades de concorrer com o Brasil, líder mundial em etanol produzido a partir da cana-de-açúcar — 17,4 bilhões de litros no ano passado (os Estados Unidos produziram ainda mais — 18,5 bilhões —, mas a partir do milho). “O ideal é encaixá-los na cadeia produtiva do etanol”, avalia Vieira.
Economicamente, o etanol tem se mostrado mais rentável. Segundo dados da Agência Internacional de Energia, em 2004 cada litro de etanol produzido com cana custava entre US$ 0,22 e US$ 0,30, enquanto a mesma produção com milho tem valor entre US$ 0,40 e US$ 0,60.
4 - “A cana imobiliza mais carbono da atmosfera do que qualquer outra. São cerca de 150 toneladas de carbono por hectare”,
“Analisando somente a fixação de carbono na madeira (ou seja, o seqüestro do carbono da atmosfera e sua transformação em biomassa vegetal, realizado pelas árvores através da fotossíntese), Higuchi concluiu que a floresta de terra firme próxima de Manaus seqüestra anualmente uma tonelada de carbono por hectare. Experiências semelhantes realizadas no Peru, Colômbia, Venezuela e em florestas de Rondônia e do Pará apresentaram resultados semelhantes.”
5 - Cade a merda do Ministério do Meio Ambiente para dizer estas coisas para nós, para nós não ficarmos pensando que somos o cocô da mosca do cavalo do bandido?
6 - Cadê a dona Marina e seu IBAMA para explicar para os brasileiros a realidade?
Para explicar que o etanol polui 80% menos que a gasolina?
Para explicar que além de poluir 80% menos a cana sequestra 150 VEZES MAIS CO2 que UMA FLORESTA?
Para explicar que a falácia dos estrangeiros sobre a Amazônia ESTÀ PROPOSITALMENTE ERRADA com intuitos outros?
Para explicar aos brasileiros que a emissão de gás carbônico é consumido em 50% pelo mar?
Para explicar aos brasileiros que pulmão do mundo é a pqp?
Para explicar aos brasileiros que a importância da Amazônia é biodiversidade, fator de influência no clima etc.?
Para dizer que essa merda do IBAMA é uma merda?
Para dizer que os países que querem internacionalisar a Amazônia, na verdade, são os que causam mais CO2 na atmosfera, causando o aquecimento global, que faz essa confusão desgraçada na atmosfera, que de vez em quando vira o pinico e a merda cai toda em cima de nós?
Para dizer que é facil resolver o desmatamento se interrompermos o fluxo de madeira nas estradas?
Para dizer que temos sim que parar de fazer queimadas e explicar cientificamente esta questão?
Para dizer que deveria estar convocando cientistas gabaritados de todo o mundo para se fazer um estudo sério desta merda toda?
Cada vez que eu sou obrigado a pensar em Dona Marina fico meio revoltado.
Uma das principais funções do Estado, principalmente de um ministro de Estado é fazer o serviço de informação e contra informação.
Para o povo, como eu, deixar de achar e passar a falar sobre ciência, números, realidade!
Para explicar aos brasileiros que a emissão de gás carbônico é consumido em 50% pelo mar
Para explicar aos brasileiros que a emissão de gás carbônico emitido pelos humanos é consumido em 50% pelo mar e ecosistemas terrestres
Fred acordou da letargia…
A cidade de Jerusalem é de quem?
Pedro,
A maioria das críticas ao etanol brasileiro é injusta sim. Uma delas, muito comum, aliás, é justíssima: cana faz mal ao homem. Encarar o passivo ambiental pensando apenas em atmosfera e derrubada de matas é ver a questão por um ângulo limitado. A indústria canavieira é uma das que mais viola direitos trabalhistas e seus operários são submetidos a um regime de trabalho brutal e extenuante. Há 15 aos, bastava a um cortador produzir seis toneladas por dia. Hoje, ninguém que corte menos de 12 toneladas consegue emprego por mais que uma semana. Os casos de gente morrendo do coração, caimbras generalizadas e hipertermia são freqüentes no interior de São Paulo. E o grande problema é que, apesar das promessas das associações de produtores, a mecanização ainda é sonho distante. A coisa ainda se faz a suor e machete. E continuará sendo feita assim nos próximos dez anos. Energia melhor que o petróleo e o milho? Sim. Mas longe de “limpa”.
Douglas
É verdade!
Como exige o capitalismo selvagem.
20 anos de atraso DEVIDO AÇãO DE ESTRANGEIROS
INDIOS, “politizados”, que segundo a reportagem, sofreram por anos a fio processo de “conscientização” (aculturação?) de antropólogo americano,
Na data de hoje, 21/05, atacaram engenheiro da Eletrobrás, em plena palestra sobre a CONSTRUÇÃO DA USINA HIDRELÉTRICA DE BELO MONTE.
Coincidentemente, 20 anos atrás, uma mesma índia que “esfregou” um facão na cara do diretor da eletrobras na época, exibiu na mesma palestra, um facão para as câmeras de TV do mundo todo.
O fato ocorreu em XINGU no Pará.
Perceberam a “AÇÃO” dos estrangeiros no caso?
Perceberam a “AÇÃO” dos estrangeiros no caso?
Um claro interesse em atrasar o PROGRESSO da nossa nação, se pensarmos em um cenário bom… se admitirmos um cenário ruim, é teoria da conspiração.
1) Voce confia em grupos religiosos de estrangeiros como Dorothy Stang? Suas ações são em prol do povo ou tem outros interesses escusos?
2)Qual o real interesse das ONGs estrangeiras e brasileiras que dificultam a ação de obras de infraestrutura da região?
3)Neste caso específico, 20 anos de atraso, desde a primeira tentativa de implantação do projeto de construção da usina… o “trabalho” do antropólogo americano foi com que real interesse?
Area de cobertura florestal (1000 ha)
Exemplo negativo…
1999 2000 2005
Brasil 520,027 493,213 477,698
Exemplo positivo…
1999 2000 2005
China 157,141 177,001 197,290
No período em que o Brasil derrubou + de 40 milhões de ha, a China replantou 20 milhões…
Nossa exploração da riqueza florestal é burra.
Primeiro a madeira,
Depois gado,
Depois soja…
A verdadeira riqueza está na floresta em pé. Nossa incapacidade de aproveitar-se desta riqueza é a medida exata de nosso subdesenvolvimento.
É isso aí, queima tudo! Manda a 4ª Frota arrebentar o Maranhão, devolve o Acre pro Evo, fala pros franceses que eles podem alargar um pouquinho as Guianas, chama os Holandeses de volta. Tudo a preços “portugueses”, no estilo pano e vinho.
Agora, quando quiserem mijar no aquífero Guarani, nós - como bons paulistas cosmopolitanos, cultos, q nunca viram sequer um cavalo de perto - vamos pegar o facão de cortar cana e jogar no Brother Sam. E a “resistência” vai morar nos morros cariocas.
Ingenuidade pensar que “o Brasil não tem projeto para a Amazônia”.
Tem. E está em plena execução.
Para o Brasil, a Amazônia serve para exportar:
a - produtos básicos para os mercados externo e interno (minério, metais e pedras preciosas e semipreciosas, madeira em tora ou serrada, carne bovina e bubalina, grãos, etc);
b - energia para o mercado interno.
Para atender a esses objetivos, pouco importa o quanto de floresta tenha de ser cortada, queimada ou inundada.
Porralouquice essa história de um suposto interesse estrangeiro em “ocupar” a Amazônia.
Pra quê ocupar? Eles já tiram da Amazônia o que querem, quanto querem, como querem e quando querem…
O papo furado da “ocupação estrangeira” é o factóide recorrentemente usado por madeireiros e outros predadores, sempre que alguém ensaia refrear um pouco a devastação.
Por outro lado, o delírio de que “a Amazônia é de todos” só faz a cabeça de alguns professores universitários porraloucas, jornalistas idem e outros tipos de pirados.
Nenhum representante de governo estrangeiro — ainda que seja um sub do sub do sub — teria coragem de falar uma sandice dessa ordem. Seria desautorizado no ato (por que complicar um jogo que eles já estão ganhando de goleada, sem fazer esforço?).
Minimizar Janela,
Deploro o que aconteceu com o engenheiro da Eletronorte, mas ele plantou o que colheu.
Há alguns dias, respondendo ao Mr X nos comentários de um post do PD, cantei a pedra: Belo Monte já era.
O evento foi promovido pelos índios, pra jogar a pá de cal no cadáver da dita cuja.
A Eletronorte é detestada no Pará, e não apenas por índios. Um amigo meu costuma dizer: “Se você é diretor da Eletronorte, chegue pisando leve e falando fino.”
Ao passar o facão na cara do então diretor (depois presidente) da Eletronorte, há alguns anos, a índia Tuíra (nação Caiapó), estava apenas dizendo que ele é um cara de pau (tem a cara esculpida a terçado).
Muito esperto, o cara de pau, ficou na dele. Não demonstrou medo (os índios desprezam quem se acovarda) mas também não reagiu. Ficou impassível.
Saiu de lá sem um arranhão.
Esse outro um aí, foi pra lá ridicularizar os argumentos contrários a Belo Monte, quando Belo Monte já havia defuntado.
Pra quê? Só pra provocar.
Foi vaiado, xingado, etc. Deveria ter saído de lá.
Não saiu. Preferiu ficar, quando já estava mais do que claro que sua presença estava sendo entendida como uma provocação (o que ele fez questão de confirmar, com sua fala).
Deu no que deu.
Hoje, tá estabelecido que o lago junto à represa de Belo Monte poderia ser bem menor que o previsto originalmente.
Só que existe a suspeita de que, pra segurar uma potência firme minimamente compatível, seria necessário criar outros lagos à montante. Há quem fale em 7 lagos.
Disso resultaria uma área inundada várias vezes maior que a originalmente projetada.
A suspeita é essa. A Eletronorte nada fez para dissolvê-la, pondo mais lenha na fogueira. Ela teima em se portar como na época da ditadura, sem ter o poder que tinha, então.
A mim só espanta que apenas agora alguém da diretoria da Eletronorte tenha sido agredido aqui no Pará. Do jeito que essa empresa abusa da paciência alheia, é um milagre que não tenha ocorrido antes.
E, milagre ainda maior, se ficar só nessa.
[...] [...]
[...] Maybe because, deep inside, way deep inside, they know that we are indeed guilty for all that. The Amazon is Ours? - Pedro Dória [...]
Burocracia, interesses, irresponsabilidade.
Desde 1989 o Al (robô) Gore fala disso, antes desse bafafá de aquecimento global e politica ambiental recente, desculpe minha ignorancia, mas deixem a coisa andar do mesmo jeito em que chegou ate aqui. em 20 anos a gente vai voltar a falar disso
Hhahahh…Se eles querem ajudar, fiquem longe que ja ajuda muito…
Que moral tem eles pra falar em desmatamento e poluição…?
E tanbem nao me sinto na obriigaçao de salvar o mundo, o ultimo que tentou morreu crucificado…
Pô, não exagera!
enfim, axo q eu tava alienado demais, estava pensando em como rtealmente o responsavel pela falta de desenvolvimento e a irresponsabilidade é realmente nossa, em outra reportagem li q existe inumeras estaçoes e “ong’s” q tem acesso livre ao local pq pela lei não podem ser barradas, sem contar o numerosos estrangeiros q casam com brasileiros e ganham este conforto da lei…é o jeitinho brasileiro de enriquecer.
“3. e se a amazônia é um patrimônio mundial, por que não seguimos adiante e fazermos a mesma coisa com san francisco e paris? eu não acharia ruim ter um naco do quartier latin.”
sanfran e paris, que eu saiba, nao sao considerados pulmao do mundo !!
discordo de toda essa ironia, remarcavelmente bem escrita, btw ))
E desde quando a Amazônia é o pulmão do mundo?
eu quero saber tudo sobre a amazonia.
Tudo isso é um dever de todos, putz, não custa nada ajudar a salvar a amazônia, que 60% dela é patrimonio nosso.
Galera, deixem de ser ignorantes, e pensar que um só não faz a diferença, por favor..
Acorda pra o mundo!!!!!!!
devamos senpre olhar para o a amazônia como nosso futuro. Pois vamos depender dela !!sou Rubenita e tenho 12 anos estudo a 8ªseria
Achei muitas opiniões e depoimentos interessantes aqui, mas parece que até a desinformação é geral. Nossos governantes têm comprometido nossa segurança ao contratar estrangeiro pra fazer o levantamento de nossos recursos hídricos. Não cumpre Tratados Internacionais, vide a Convenção das Nações Unidas para o Direito do Mar e susto nos tirara a tal Amazônia Azul. Existe um Direito Internacional pra resolver isto e um Fórum na Alemanha para este fim. E outros paises signatários da mesma Convenção podem requere a guarda da plataforma marinha sim. Ficaremos Mar, sem a BR que ajuda neste processo já que apesar de tudo o que já fez agora se dedica a atacar pela derradeira vez a Baia da Guanabara e acabar com chance de recuperação da vida marinha: flora e fauna. Tudo isto esta declarado, discutido e acordado. A BR não apenas introspecta petróleo pelo planeta e faz o levantamento para os outros paises requerem seu mar territorial. Sem Amazônia Azul e sem a Amazônia Verde. E o aqüífero Guarani, ninguém vai querer, afinal é água e a BR não fabrica ar e nem água. Beberemos petróleo retirado numa costa que hoje é nossa, mas que estará em outras mãos. Quais??????????????
[...] Tal vez porque, muy adentro, muy muy adentro, saben que sin duda somos culpables por todo eso. ¿La Amazonía es Nuestra? - Pedro Dória - [...]
DE CERTO QUE SAN FRANCISCO E PARIS NÃO SÃO PULMÃO PARA A HUMANIDADE, MAS A FLORESTA DE CECÓIAS-EUA, DE PINHEIROS-CANADÁ, TUNDRA-URSS, FLORESTA NEGRA-ENGLAND E A FLORESTA EQUATORIAL QUE COBRE PARTE DA ÁSIA E ÁFRICA SÃO, NA MINHA OPNIÃO OS GRINGOS EM VEZ DE FICAR METENDO O BEDELHO NO QUE É NOSSO, DEVEM É PROCURAR RECUPERAR O QUE É SEU. E SE POR TRÁZ DE TODA ESSA CONSERVA NÃO TEM INTERESSE ECOÑÔMICO ESTRANGEIRO PORQUE ESSAS ONGS DE PLANTÃO NÃO VOLTAM SUAS PREOCUPAÇÕES PARA CRIAÇÃO DE RESERVAS BIOLOGICAS NOS CERRADOS E NO SERTÃO NORDESTINO, PORQUE NÃO LUTAM PELA PRESERVAÇÃO DO PLANCTON NOS MARES DE NOSSO PLANETA, DESTRUÍDOS POR TESTES NUCLEARES E DERRAMAMENTO DE PETRÓLEO. FINALIZANDO ” O BRASIL É DOS BRASILEIROS “, SE QUEREM AJUDAR, MANDEM DÓLARES E EUROS PARA OS PROJETOS DE SUSTENTABILIDADE, E NÃO LEVAR OS NOSSOS ESPÉCIMES E DEPOIS REGISTRAR PATENTE COMO SE DELES FOSSEM. SE QUEREM SALVAR ESTE PLANETA, TROQUEM O CARRO PELO BURRO E LARGUEM DE SER BURROS. TCHAU.
vai toma no cuuuuuuuuuuuuuuu
O amazonas é nosso dos brasdileiros! Devemos todos lutar pelo mesmo objetivo que é de termos ela só para nós. Não importa as circunstancias juntos somos fortes e precisamos dela para as futuras geraçoes desta nação e os outros países lutem pelo oque é deles! e fodahhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!!