Open thread do maior
engarrafamento da história
…pois o sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão!
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kkkkkk
Alba, essa do sobrinho foi boa.
Fala pra sua mãe e pro seu pai que a gente não esqueceu deles não, julho tá aí. :-)
A Duda aqui não quer saber de dormir na casa da mãe nem a pau, ontem foi maior choradeira, acabou ficando.
Hoje durante o almoço eu perguntei “você não vai pra casa com sua mãe” e ela na lata “minha casa é aqui”.
Não tem jeito, tá muito apegada.
A mãe dela tá lá no computador da Dalva conversando no messenger com o namorado a vida continua né?
Olha, vê se o Catatau não envia essas músicas por e-mail, quem sabe…
:-)
Alba, creio que há uma relação muito forte entre clima, fim-de-semana e ausência aqui no Open.
kkkkk
HRP, Surf, Nat, o pessoal que sempre bate ponto a noite no buteco some…
hehe
Hoje o Rubinho Barichello comemorou 257 GPs disputados. Parabéns para ele.
Mas depois fiquei pensando se cada GP fossse uma saída pra night, em 257 saídas o cara teria faturado apenas 5 ou 6 mulheres a vida toda (que é o número de vitórias que ele tem na carreira). Isso seria equivalente uma faturada em cada 42 ou 51 saídas.
Isso é pra se comemorar??????????
Sei lá……..
Faraó, melhor que “faturar” como o Ronaldinho né?
kkkkk rsrsrsrsrs
:-)))
Sem dúvida, Proftel, sem dúvida.
Melhor ser um bunda do que tomar na dita.
Proftel,
Putz, é um problema esse da Duda, embora também seja uma alegria, némêss?
Mas no fim as coisas se resolvem. Ou pelo menos, gente torce pra isso. :)
Olha Alba, sinto falta quando ela não tá aqui…
:-)
Por falar nisso, a mãe quiz levar pra casa de novo e, imagina onde ela tá agora?
Ouvindo “historinha” da Dalva, já tá deitada, não foi com a mãe, disse que lá não tem o “Charlie”, a “Lola” (gatos), os brinquedos nem o “tivô” e a “tivó” (eu e a Dalva).
:-)
Alba, Faraó, vou nessa.
Aqui tá um frio gostoso, semana que vem trampo pesado.
Uma boa noite a todos (as).
:-)
Prezados,
Sou da madrugada, da insônia reciclada num quarto friorento e café na cômoda.
O que pode ser um dia das mães ou do pai quando não os temos mais ao nosso lado? É meu caso, do Doria e outros que aqui digitam incessantemente.
Uma mãe é um ser que nos habita, corre lenta na alma como parte de nossa existência. Ralha, berra e afaga nossas memórias. O que somos não são mais do que memórias, num passado infinitesimal recomposto. O seu corpo anda por mundos que desconheço, mas caminha comigo como ainda me levasse pelo braço ao colégio ou servisse meu café. Talvez more num país distante, sem comunicações, mas puxo a cadeira para que sente outra vez ao meu lado e a gente reinicie a mesma conversa sem tempo. Ontem mesmo te vi nitidamente, pensei em telefonar, mas era tarde nesse mundo agitado do meu passado. Amanhã te vejo.
Eu adoro engarrafamentos. Os carros ficam mais inofensivos e posso pedalar com um pouco mais de segurança. E rindo muito, mas muuuito mesmo.