Dois minutos de silêncio pelo Shoah
Israel parou hoje em memória às vítimas do Holocausto. (Fotos.)
As sirentes anti-aéreas soaram, como é de praxe no 1o de maio, quem estava de carro parou, quem estava nas ruas voltou os olhos para o chão. Por dois minutos. Ao fim deles, no Knesset, teve início o ritual da leitura dos nomes de cada uma das seis milhões de vítimas.
Ainda sobre o assunto:
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Elias, Mr X e Gabriel, obrigado pelas respostas.
Tomara que o Pedro Doria também tenha lido. A estranheza que tive rendeu boas informações sobre tristezas da história.
Bem, até aqui houve fornecimento para os campos. Olga Belinário é um exemplo. Alguém sabe mais sobre?
E volto minha inquietação: em 29 houve fome, depois houve os nacionalismos malucos e o nazismo. Em 2008 aparece nova fome e novos nacionalismos. Não dá pra dormir tranquilo não.
Na Alemanha há um movimento neonazista muito preocupante. E não é só lá.
E….ao contrário de alguns aí acima, que se declaram saturados deste debate, acho este um debate útil, necessário, apropriado, educativo e revelador.
Espero que o Pedro Doria continuará a produzir artigos sobre Israel, Palestina, judeus e palestinos aqui neste blog. Quem nao quiser participar que nao participe. E nem é obrigado a ler os comentários. Apesar de saber que a maioria dos que se declaram saturados lêem tudinho, ou quase tudo.
Outra, ao contrário do que foi escrito aí acima: O povo iraniano como entidade nao nega o Holocausto. ALGUNS tarados por lá, incluindo o atual presidente, tentam negá-lo e influenciar as massas. Nao devemos esquecer que o atual presidente nao fala por todo o povo iraniano e tampouco fala por todo o govêrno e líderes iranianos. E nao tardará a ser substituído. O Iran, como país e através de sua história, nunca adotou o discurso inflamatório contra judeus e Israel como política de estado.
Companheiro Elias!
Me espanta ver a Dinamarca como país que participou do extermínio de judeus!
Ao que sei a comunidade de judeus da Dinamarca é considerada como “referência” de resistência ao nazismo visto que exceto 51 judeus, todos os demais deportados para a Alemanha sobreviveram ao Holocausto e grande parte fugiu para a Suécia ajudados por Dinamarqueses.
Coisa semelhante ocorreu na Bulgária.
Exijo que o senhor se explique!
Jesus…..como pode haver rancor aonde não existe mágoa ou mácula…..nenhum judeu ,jamais, fez algo contra mim ou os meus…..em matéria de religião ,entaõ, sou o mais permissivo possivel….por que todo aquele que ora para seu bem ou dos outros ,ora a Deus….Judeus, cristãos e quem mais vier….
Mas essa choradeira israelense parece ser por uma ferida diferente das dos outros povos….e não é…..mães em todo mundo choram seus filhos nas mais diversas formas de perde-los….mas são todas mães e todas sofredoras……genocidios mil houve……então respeito…..mas não desculpo…..não perdoo….por enquanto…….esperando que os judeus,hoje, por ao que parece mais evoluidos intelectualmente como povo, possam evoluir moralmente e entender que a lei de talião é o caminho para a estagnação espiritual…….
Scorpio….voce parece temer a busca da fraternidade, da pratica da caridade…..sua revolta é comum naqueles que não tem ainda, como eu admito, a plena conciencia de que só dando amor se pode montar um mundo melhor…..é dificil mas é necessário mudar…….porque ficar com bronca do que diz a verdade e põe dedo na ferida……palestinos mil são mal intencionados…..e judeus mil idem……nos obrigando a ver semanalmente esses banhos de sangue incomcebiveis!
Marcos Araujo
#150
Que eu saiba em Gaza nunca houve oliveiras (Andre ou Gabriel, me corrijam por favor). O que havia sim eram “greenhouses” (estufas?) dos colonos israelenses, as quais foram imediatamente destruidas pelos palestinos quando os colonos foram retirados pelo Sharon.
Ah, e antes que eu me esqueca, a fronteira Sul de Gaza (Rafah) e’ “fechada” pelos egipcios, que nao deixam os palestinos sairem - foi la’ onde foi derrubada a “cerca” ha coisa de uns 3 meses. Com “irmaos arabes” assim, quem necessita de inimigos ?
A Sua Senhoria o Senhor
Sufixo acorrentado,
Atendendo às suas exigências, explico-me:
1 - Em meu comentário # 149 pensei ter dado a entender que as exigências nazistas foram mais moderadas na Holanda, na Dinamarca e na Noruega.
2 - A Suécia deixou claro que, se não fosse invadida, continuaria a fornecer seus produtos à Alemanha. Por outro lado, qualquer tentativa de invasão teria como resposta a destruição de todo o parque produtivo do país. Hitler houve por bem não se expor a esse risco.
3 - A Dinamarca disse mais ou menos a mesma coisa. Mesmo assim foi invadida. É só dar uma olhadinha no mapa pra entender o porquê.
4 - Também a Holanda foi invadida.
5 - Como boa parte da população Holandesa e Dinamarquesa simpatizava com o nazismo, tendo fornecido consideráveis contingentes para as tropas da SS, esses dois países — e também a Noruega — receberam tratamento diferenciado.
6 - A Dinamarca, aliás, proporcionou ao nazismo muitos oficiais generais, por sinal muito competentes. As tropas dinamarquesas a serviço do nazismo são facilmente indentificáveis, porque usavam a designação de deuses nórdicos (tipo Thor e outras baboseiras).
7 - Estou citando de memória — e, por isso, posso estar ligeiramente enganado — mas Holanda, Dinamarca e Noruega, juntas, proporcionaram bem mais de 10% do contingente das W-SS, o que não é pouco. Só a Holanda forneceu mais de 40 mil homens! Posso checar os números exatos logo mais, quando chegar em casa.
8 - É verdade que parte da população dinamarquesa deplorava os métodos e propósitos nazistas e, na medida de suas possibilidades, ajudou os judeus.
9 - Mas também é verdade que os nazistas não usaram, na Dinamarca, na Holanda e na Noruega, do mesmo rigor que caracterizou sua ação em outros países, pelas razões já expostas.
Na expectativa de haver atendido satisfatoriamente suas exigências, despeço-me consignando expressões de alto apreço.
Cordialmente,
Elias
indentificáveis = identificáveis.
Porque sempre há os canalhas e os bons numa sociedade…….
E você está no primeiro time, Mané HRP…
Pode ser Mr….!!!!!EEEEEEEE….vindo de voce é elogio……voce entende do tema como ninguém……
Companheiro Elias,
Sempre suspeitei que havia algo de podre na Dinamarca!
Sufixo,
Eis a questão.
RW em Miami:
1. Oliveirais existem na Cisjordânia (o que sobrou da fúria do exército israelense) e acho que também em algumas partes de Gaza.
2. Na fronteira de Gaza, os egípcios nao tratam os palestinos como os nazistas tratavam os judeus.
Poderia também responder aos meus outros argumentos e ser menos superfiacialmente seletivo? Aí reside o problema, também chamado de “visao bitolada”, de certos comentaristas sionistas por aqui…
RW: Ademais, e o sinhô deve ou deveria saber, o govêrno egípcio - e nao povo egípcio - faz o joguinho sujo de Titio Sam e Israel…
Muito bem, Elias!
Aquela cambada européia que você mencionou colaborou, e de boa vontade, com o regime nazista. E fizeram uma dinheirama no processo. Hoje, querem se passar de santinhos. Foram tao longe e bonzinhos na colaboraçao que chegaram a enviar centenas de milhares de seus soldatos para engordar as tropas nazistas, como você bem demonstrou. Precisava? Nao foram obrigados, né? O fato é que a maioria dessa turma idolatrava Hitler e aprovava seus métodos sanguinários, especialmente no que se refere ao cruel tratamento dado aos judeus.
Além disso, pouco se importaram com o genocídio dos Tutsis (e Hutus pacíficos) em Ruanda e Burundi, mesmo diante das imagens de famílias inteiras sendo massacradas a golpes de facao. Até o último minuto nao interferiram na Bósnia-Herzegovia e arredores. Nao fosse o Clinton, acho que hoje nao restaria um só bosníaco pra contar a história….E o vai-nao-vai no Darfur?
A verdade é que na Bósnia, a grande maioria é muçulmana e no Darfur sao negros, gentinha inferior, sacumé? Carne para abate…
Antes de mais nada, jamais deixar de lembrar que mais de 10.000.000 de pessoas foram mortas em escala industrial (judeus, mas tb ciganos, eslavos + russos, homossexuais, deficientes e outros “indesejados”).
O Holocausto não foi só judeu. Que o diga Matan Vilnai …
Aí vão os números das Waffen SS:
Contingente total: 1.076.500
Alemães nacionais, incluindo austríacos: 410.000 (38,1%)
Alemães raciais (sudetos, alsacianos, boêmios, luxemburgueses, etc.): 300.000 (27,8%)
Estrangeiros: 366.500 (34,1%)
Destaques entre os estrangeiros:
Holandeses: 40.000
Húngaros: 40.000
Cossacos: 30.000
Ucranianos, galicianos e rutenos: 30.000
Letões: 25.000
Russos: 18.000
Bósnios: 15.000
Caucasianos: 15.000
Estonianos: 15.000
Turcos: 15.000
Croatas: 10.000
Flamengos: 10.000
Franceses: 10.000
Italianos: 10.000
Tártaros: 10.000
Noruegueses: 8.000
Valões: 8.000
Dinamarqueses: 6.000
Eslovenos: 6.000
Outras nacionalidades, como albaneses, bósnios, britânicos, búlgaros, espanhóis, finlandeses, georgianos, gregos, indianos, lituanos, quirguizes, romenos, russos, sérvios, suecos, tchecos e usbeques, participaram com 5 mil homens ou menos.
Juntando holandeses, dinamarqueses e noruegueses, dá 54 mil homens. Corresponde a 14,5% dos estrangeiros e 5,0% do contingente total (e não mais de 10% como eu disse aqui).
Os dinamarqueses mobilizaram, principalmente, parte de suas forças armadas, depois que o país abriu as perninhas pro Hitler. Além de servir na W-SS, também atuaram no Leibstandarte Adolf Hitler. Para aí foram aproximadamente 15.000 dinamarqueses.
A adesão de dinamarqueses, noruegueses, holandeses, suecos & afins recebia o mimoso título de “Aliança Nórdica”.
A Dinamarca, rendeu muitos oficiais competentes, mas a soldadesca era da pior qualidade. Aliás, o comando nazista considerava a tal “Aliança Nórdica” um completo fracasso. Na frente russa os nórdicos amarelaram. Mais à frente, as tropas nórdicas foram dissolvidas e seus integrantes distribuídos na Totenkopf.
Do pessoal nórdico, bons de porrada só mesmo os filandeses. O resto era bucha da pior qualidade.
HRP
Beleza.
Outra coisa importante para a fraternidade é saber não insultar e acolher o insulto ,contestando com a razão .
Pode parecer difícil mas não é.
Mr X
Que que é isso irmão?
Beijos na careca
Boa, Elias! Isso é que é pesquisa de qualidade!
Essa “mistura fina”, verdadeira babel de nacionalidades e línguas, só podia dar bagunça. Incrível como uma certa turma européia gostava do Hitler. Na Alemanha e Polônia, vizinhos imediatos dos campos de concentraçao testemunharam “nao saber de nada do que se passava alí”. Eram trens e mais trens que chegavam abarrotados de “passageiros para o além” e os safados nao sabiam de nada. Sem falar no cheiro nauseabundo de carne queimada…
NÃO HÁ O QUE COMEMORAR
Semana que vem,
comemorar-se-ão os 60 anos
da independência de Israel,
com pomposo desperdício.
Esta semana, Israel mostrou-se cruel, obcecado.
Israel não soube aceitar
uma proposta de cessar-fogo.
E mandou soldados para Gaza,
– mais um ataque brutal e sem sentido.
Israel recusa-se a assumir a responsabilidade
pelo assassinado de uma mãe
e seus quatro filhos.
Os que amem Israel
e preocupem-se com a imagem
e com o futuro de nosso país
nada têm o que comemorar, nem têm do que se orgulhar.
Mas muitos ainda não perdemos a esperança
de viver num país
que não nos envergonhe.
(publicado no jornal Haaretz, 2/5/2008)
GUSH SHALOM P.O.Box 3322,
Tel-Aviv 61033.www.gush-shalom.org
info@gush-shalom.org
Marcos Araújo
acho que pra conversar com voce, só depois de voce tomar umas 2 garrafas de JW e fumar uns 4 baseados. Aí, florescendo outra pessoa do seu ser, pode ser que a gente se entenda. Assim, careta como voce está, fica difícil.
CDevani
O Hamas propos um período de tréguas. Isso tem um nome (Hudna, se não me engano) que para eles significa um tempo para recuperar forças. Não é essa paz que voce tá pensando não. Se voce mora em Eretz e não sabe disso, ou voce é tendencioso, ou burro mesmo.
Falando me maneira ENVERGONHADA, mas de forma realista (deixando claro, envergonhada):
a tática de guerra palestina visa essencialmente alvos civis, atirando mísseis contra cidades, explodindo homens-bombas contra onibus, pizzarias e restaurantes. Disparando a ermo e escola religiosa. Se os palestinos atacam civis israelenses de forma preferencial e fica tudo por isso mesmo, por que a hipocrisia de se escandalizar quando morrem civis palestinos em ataques israelenses?
Onde estão concentrados os soldados palestinos? Como é o uniforme do soldado palestino? Onde ficam as trincheiras dos palestinos?
Os palestinos se concentram dentro das cidades e aldeias, junto a população civil. O uniforme do valoroso soldado palestino é roupa igual a de um civil. Voce vê um soldado jordaniano, um soldado egípcio, um soldado sírio ou libanes, mas não vê um soldado palestino. As trincheiras dos palestinos são as saias de suas mulheres (sob as quais se escondem) e os berços das suas crianças (a mesma coisa).
Faraó,
estou apenas reproduzindo vozes de israelenses com opinião direfente da sua. São judeus como você. Converse com eles. Israel, essa terra em transe, merece um pouco mais de interlocutores.
Passe bem.
Intolerância, intolerância e mais intolerância.
O post aqui é um microcosmo que representa o mundo lá fora.
A incapacidade de conviver com o diferente é brutal e as torcidas fervorosas beiram à insanidade dos estádios brasileiros.
Tudo em nome do racismo, do nacionalismo, da cegueira religiosa, da ideologia e da imbecilidade.
Até quando teremos que conviver com estes “seres evoluídos”?
Acompanho Israel em seus dois minutos de silêncio pela SHOAH e acrescento mais dois minutos para todo o resto que morreu na IIGM, sejam os bons ou os maus, mas todos vítimas da imbecilidade humana.
VIXE!…a todos os que se foram…..por toda anossa história…..meninas e meninos……pais,if filhos, mães, parentes….israelenses….e comuns como nós!
Gente…..qunando vamos parar de matar?
Quando vamos parar de truncar vidas?????
Quando PD??????
Fucs????
Mr.X?????
HRP//////???????
Nada?????
Jesus??????
Deus????????
Estou aguardando moderação de Deus!
Meu único possivel conselheiro!
HRP
pra quem se emociona tanto com as mortes,
voce esta dando muito valor às poucas mortes do OM e pouco valor às milhares de mortes que ocorrem todos os dias na África, p.ex.
Hoje mesmo aqui no Brasil onde voce mora, morreu mais gente de tiro, do que no OM ou na sua querida Palestina. E voce se lamenta por isso? Aonde que eu não vi?
Voce tá fim de aparecer?
Tá a fim de fazer demagogia?
Vai conversar com Deus agora, é?
Cara, voce é patético mesmo.
Se voce mora em Eretz e não sabe disso
Muito significativo, sem dúvida, d´alma sionista …
A propósito, dia 9 de junho está chegando …
Fizeram a lição de casa ??? Ou só leram o Alan Dershowitz ???
athalyba,
Boa pergunta, você já leu Dershowitz
só assim como quem não quer nada…
Athalyba,
significativo Eretz não é, tem razão.
Em compensação ver uma foto da sua namorada transando com voce no Mundo Mundano do dia 29-04 da sua Idéia Forte, isso sim, é significativo pra caraia, sem dúvida, d’alma equina…
Um bolaço pra vc.
HRP
deixa de ser bobo e não me mete nas suas meldas.
André,
Só pra constar: comprei o “Case for Israel” do Dershowitz e aproveitei e comprei tb o “Beyond Chutzpah” do Finkelstein.
Confesso que joguei dinheiro fora: começei pelo Finkelstein e agora estou na maior preguiça de ler o Dershowitz até o fim. Lí o comecinho, mas o livro do Finkenstein fica me atrapalhando a leitura (rs)
Qqer coisa, me escreve em PVT, se quiser a minha resenha.
Daqui para diante, corto; há limite para o mau gosto — PD
(pensar com o fígado dá m*rda)
athalyba,
OOOO leitura seletiva não vale! :-)
Veja só, eu embalado por ter lido o agradável Eastward to Tartary do “realista” Robert Kaplan resolvi comprar e ler o The Tribes Triumphant do esquerdista Charles Glass.
Confesso que achei o do Kaplan mais refinado. O livro do Glass é por demais tendencioso, tendo um bias brabo na escolha dos entrevistados.
Coloca a resenha aqui mesmo acho que eh melhor ler o que você achou do que os slogans de sempre.
Abraços cordiais
PS-das 9 candidatas à “Miss Libano na Austrália”, 6 foram maquiadas por uma israelense e não sabem. :-) Já eu, aproveitei para comer um hummus e lebanne de razoável qualidade. (melhor do que os lixos que vendem no mercados perto de casa)
Athalyba
“Faraó: tenho uma câmara de gás reservada pra vc, fofo, pode vir. Assim, ano que vem, no Knesset vão ter de ler 6.000.001 nomes …”
achei que pudéssemos manter o jogo sem deixar a bola cair, mas essa de dizer que tem uma camara de gás para mim, considero ofensivo, racista, imoral, uma agressão gratuita e sem propósito e se pudesse te denunciava aos órgãos competentes.
A voce não me dirijo mais.
André,
Eu aprendí (com alguma dificuldade, confesso) a achar o Robert Kaplan mais equilibrado do que a média dos reporteres “embeded” nas fileiras das Forças Armadas Americanas. O livro que vc cita eu ainda não lí, mas tenho simpatia por repórteres que saem à campo ou que tem forte trabalho de pesquisa (com em “Arabists”).
Sobre o Charles Glass, conheço pouco. De relevante mesmo, só o fato dele ter entrevistado a tripulação do vôo da TWA em 1986 e ter sido sequestrado um ano depois pelo Hezbola (ach0 que foram 60 dias de cativeiro).
Qto à leitura seletiva, pô, não me desmascara (rs) Mas realmente, tá punk ler o Dershowitz … O cara é advogado criminal, as sentenças são muito complicadas pra uma cara com inglês mediano como o meu … Mas vou perseverar, prometo :-)
E essa história da maquiadora israeli me faz lembrar de alguns manés que faziam grandes diatribes para convencer a gente a boicotar produtos de Israel, mas usavam o ICQ (+rs) Ou eram acometidos de memória seletiva e faziam questão de esquecer que pesquisadores do Instituto Weizmann de Ciências de Israel identificaram vários genes que intervêm no processo que impede a divisão das células, o que ocasionou a fabricação de uma porrada de tratamentos eficazes pra um monte de tipos de câncer.
Acho que essa tendência à diminuir as conquistas dos israelenses é por causa do militarismo, mas aí é muita abstração pra maioria da galera. Repito: pensar com o fígado só dá m*rda …
No mais, vou aproveitar sua dica e dar um pulinho aqui no Jaber e conferir se o hummus deles continua campeão. Valeria uma open thread ???
abcs
Ps: manda uma foto da miss Líbano, pô !!!
Propaganda árabe… Os caras são mesmo bons, ou os esquerdistas ocidentais são muito otários?
Tivessem os cristãos perseguidos pelo mundo um quinto da publicidade que os palestinos têm… Publicidade gratuita, feita pelos athalybas e marujos da vida, papagaios, idiotas úteis.
p.s. O “anti-sionismo” (eufemismo de ódio aos judeus, basta ler o athalyba e o HRP) é o penúltimo refúgio do canalha (o último, claro, é o patriotismo, em especial o ufanismo lulista).
Mr…..obrigado pela parte que me toca….vindo de voce é ainda mais importante!
Tb agradeço o Mr. X pelo epíteto anti-sionista, pois eu sou mesmo.
Agora, que o coitado confunde (intencionalmente, claro) anti-sionismo com anti-semitismo, não é novidade. Se formos falar de refúgio de canalhas, essa comparação serve perfeitamente como morada para a calhordice sionista. E principalmente pra quem destila preconceitos ou quer pq quer enxergar os próprios preconceitos nos outros …
Obrigado, Mister X: sua diatribe é um prêmio pra mim :-)
Para não “oftocpizar” demais o post, releiam meu comentário #167.
E bola pra frente, que aqui o David Broza canta Yhiyeh Tov e enche meu coração de amor :-)
Segundo o Georges Bourdoukan, que tem um excelente blog, os sionistas são profundamente anti-semitas. O racismo sionista seria uma das razões da terrível crueldade com que Israel trata os semitas palestinos.
http://blogdobourdoukan.blogspot.com/
Bourdoukan tem o melhor blog do Brasil sobre a questão palestina e ótimas notícias/análises sobre o Oriente Médio e o mundo. Coisas que não se vê na grande mídia.
Faz pensar…
“Serão os semitas humanos?”
A julgar pelas declarações dos israelianos (governantes arianos de Israel). os semitas não são seres humanos e sim “gafanhotos”, como os denominava o polonês e ex-ministro das Relações Exteriores Itzhak Shamir ou “baratas”, de acordo com outro judeu europeu o general Raphael Eitan, ou então “piolhos”, como se referia a eles o atual ministro da Defesa Ben-Eliezer.
Por isso, quando o soldado judeu mira a cabeça de uma criança palestina e aperta o gatilho, no entendimento dele não está matando um ser humano mas uma “besta caminhando sobre dois pés”, como ensinava o também judeu polonês e ex-primeiro ministro Menahem Begin ou um “animal de duas patas”, como instruía a russa judia e também ex-primeira ministra Golda Meir.
Ben Gurion, Menahem Beguin e Golda Meir, para citar somente os mais conhecidos, foram considerados terroristas pelos ingleses durante a ocupação da Palestina, nem por isso os ingleses prendiam e arrebentavam, ou treinavam pontaria em crianças, ou destruíam sítios arqueológicos. Como ainda hoje o fazem os sionistas.”
http://terrornapalestina.home.sapo.pt/semitas.htm
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
Do mesmo modo que é errado quando alguém coloca que Israel pode tudo por conta do que houve no Holocausto, também é errado relativizar o Holocausto por conta da política do Estado de Israel em relação aos palestinos atualmente.
São dois momento históricos distintos que não podem ser confundidos.
O fato de terem acontecidos outros massacres na história da humanidade também não diminui o que foi o Holocausto, nem o fato de lamentarmos eles não exclui lamentarmos o Shoá e vice-versa.
Não entendo porque isso gera tanta polêmica.
athalyba ,
Acho que a questão da maquiadora é um pouco mais delicada visto que não é raro encontrar pessoas diretamente afetadas pelo conflito.
Algumas compreendem que há uma diferença entre indivíduos e até mesmo suas opiniões políticas mas ainda assim é delicado.
O mais divertido é constatar que Lebs (forma - pejorativa - como são rotulados os pit-boys libaneses em sydney) e Arsim (a versão sefaradi dos pitboys em Israel) são quase idênticos. Ainda assim ai de você se disser isso para qualquer um dos grupos! :-)
André,
A descrição que vcs fez dos Arsim é perfeita !!! Dá uma olhada nesse link para mais esteriótipos israelis :-)
http://www.roadjunky.com/cultureguide/1408/israeli-stereotypes
Gostaria de ler comentários sobre esta passagem:
Hanna Arendt persegue os sionistas, os responsabiliza por terem feito negócios com Hitler em 1933 (…) Se hoje parece indecente aproximar o nazismo do sionismo, é preciso, entretanto lembrar que Ben Gurion desejava que o nazismo provocasse uma imigração maciça para Palestina.
(Laura Adler. Nos passos de Hannah Arendt, pag. 224)
174!
Ave Maria gente!….nada disso!….nada desse horroroso teor!
O mundo precisa de outra forma de se entender…..
Aos nazistóides disfarçados, quero dizer que se voces estivessem no poder de alguma coisa algum dia, a merda seria a mesma ou até pior.
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entro nesse post com respeito, esperando sentir cheiro de incenso e sussuros….mas so gritos e rictus….gente….afe maria cruz credo misericordia !
muito sofrimento seja la de quem for, pede-se encarecidamente aos residentes que aproveitem a virtualidade pra tentar mais tolerancia que na realidade !
vou apertar o enter
Confetti, o ódio vem da esquerda… dos racistas que meteram os palestinos em um post em que nada tinha a ver.
Anti-sionismo É anti-semitismo. É só uma forma politicamente correta de dizer a mesma ladainha odiosa de sempre. Note que os mesmos que se dizem “apenas” anti-sionistas já falaram até em câmeras de gás… Goebbels estaria orgulhoso do athalyba e seus amigos. Aliás Mengele apoiava os palestinos, há registros.
Athalyba
Hitler gostaria de ter metido mais vezes na tua mãe pra fazer outros iguais a voce.
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Confetti….não perca tempo…olha só os 202/203………lastimavel…..
Queridos…..Israel foi instado por Russia,Alemanha,EUA e França a devolverem, esta semana que passou, as terras que tomou nos ultimos 05 anos…….e aí?
Quem é que aprontou?
Quem deveria dar exemple?
Goebbels apoiou muita gente que lhe pediu esse apoio:
http://bp0.blogger.com/_-VNRedG2wF4/SAr7JvJqntI/AAAAAAAAAoQ/WHYmY9WFB-o/s1600-h/ZioNazi.JPG
E chega, pq de piadas de (muito) mal gosto eu já esgotei minha cota pros próximos dois anos …
Athalyba
Hitler gostaria de ter metido mais vezes na tua mãe pra fazer outros iguais a voce. E pela frente, porque por trás faz uns HRP.
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AH!…. moçada de Haifa…….a verdade dói!
E aí voces apelam pro racismo……dói!
“Se hoje parece indecente aproximar o nazismo do sionismo, é preciso, entretanto lembrar que Ben Gurion desejava que o nazismo provocasse uma imigração maciça para Palestina.” (Ceci)
Ceci,
Como 20 em cada 10 judeus, Ben Gurion desejou fosse permitido que judeus europeus emigrassem para a Palestina durante o nazismo.
Mais do que desejou, Ben Gurion batalhou para que isso acontecesse. Ele conseguiu fretar velhos navios para retirar judeus franceses da Europa. Teve algum êxito na França, mas o governo do marechal Petain entrou no lance e o esquema foi pro ralo.
A Inglaterra também deu a sua parcela de contribuição, ao manter em vigor, durante toda a II GM, as normas do “Livro Branco”, que limitavam a emigração judaica para a Palestina em 70 mil pessoas, no prazo de 5 anos. Na prática, as limitações do “Livro Branco” continuaram em vigor por mais de 10 anos, até o fim da guerra.
Só bem depois de encerrado o conflito é que os limites do “Livro Branco” foram rompidos. E foram rompidos meio que na marra, pois, formalmente, esses limites nunca foram revogados.
O fato é que a Inglaterra não se sentia à vontade para reconhecer, diante do mundo, que, ao longo de toda a II GM, colaborara com o Holocausto, ao impedir que judeus europeus se refugiassem na Palestina (os que conseguiam chegar lá eram presos e devolvidos aos países de origem). Afinal, o Holocausto era apresentado, em altos brados, como um crime “nazista” (quando, na verdade, foi um crime alemão e europeu).
Daí porque discussões a esse respeito foram rapidamente abafadas. Nos momentos que antecederam a criação do Estado de Israel, a Inglaterra ainda tentou impedir a entrada de refugiados judeus (o episódio do navio “Exodus” é emblemático). Depois do célebre episódio do massacre de judeus por grupos árabes, com a colaboração de tropas inglesas, o governo britânico lavou as mãos.
Obrigada Elias.
Tenho muito interesse em tudo que se refere a II GM, em especial as relações obscuras que desencadearam todo o processo, mas confesso que por mais que leia a respeito, mais confuso tudo me parece.
Acho que é a questão do distanciamento histórico, talvez daqui uns cem anos possamos compreender melhor.
Sobre o sionismo…
“Há 102 anos, Theodor Herzl escreveu em seu livro-manifesto Der Judenstaat, do qual nasceu o movimento sionista, uma sentença carregada de significado: “Para a Europa, constituiremos lá [na Palestina] um setor do muro contra a Ásia, serviremos como linha de frente, uma vanguarda de cultura, contra a barbárie.”
Assim, em 22 palavras em alemão, foi postulada a visão de mundo do sionismo, e o lugar que Israel aí teria. Hoje, passadas já quatro gerações, o muro físico segue o traçado do muro mental.
A imagem é clara, ofuscante: Israel é parte da Europa (como a América do Norte), é parte da cultura, que é exclusivamente européia. Do lado de “lá”, a Ásia, continente bárbaro, sem cultura, e “lá” é o mundo árabe muçulmano.
Os sionistas…. Trouxeram com eles a visão de mundo de cabeça-de-ponte, de linha de frente da Europa. Esta visão de mundo impôs-se e erigiu o Muro, como símbolo nacional de Israel.
Isto tem de mudar.”
Uri Avnery,85 anos, é membro fundador do Gush Shalom (Bloco da Paz israelense).
http://blogdobourdoukan.blogspot.com/
Caro Fabio,
por acaso voce teria alguma receita de bolinhos de bacalhau da Noruega?
“O rabino pede para aniquilar os palestinos”
“Todos os palestinos devem ser aniquilados; homens, mulheres, crianças e até seus animais”.
Palavras do rabino Ysrael Rosen, diretor do Instituto Tsomet, publicadas na mídia religiosa israelense e, inclusive, no jornal liberal Haaretz em sua edição de 26 de março.
http://blogdobourdoukan.blogspot.com/
Show de bola, Fabio. Obrigado.
Agora manda uma de arenque.
O objetivo principal do sionismo era levar o maior número possível de judeus europeus (europa oriental, principalmente), para a terra dos palestinos. Não conseguiram, por vários motivos, entre os quais o fato desses judeus preferir migrar para a américa e, mesmo, para outros países da europa ocidental. Foi por isso que os sionistas, na última hora, foram buscar os judeus sefaradi e mizrahi do norte da áfrica e do oriente médio, para “povoar” a palestina.