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Os filmes que aprendi com minha mãe

April 22nd, 2008 · · 46 Comentários

O poderoso chefão

Tags: Cinema

46 Comentários até agora ↓




  • 1 Nhé! // 22/April/2008 às 16:01

    Filmaço. =-)

  • 2 Darwinista // 22/April/2008 às 16:04

    Filmaço ao cubo!!!

  • 3 Jåµë§ ßønd™ // 22/April/2008 às 16:28

    -= Excelente filme, trilha sonora original… e até jogo de Playstation… quase tudo para guiar a vida de um homem está neste filme… e em suas continuações.

  • 4 anrafel // 22/April/2008 às 17:00

    Na minha opinião, esse é um dos três melhores filmes já feitos, com sérias desconfianças de que seja o primeiro colocado.

  • 5 confetti // 22/April/2008 às 17:30

    marlon brando again !! ganhou o oscar de melhor ator em 1972 ( os outros atores indicados eram al pacino e james caan, do mesmo filme) que recusou por solidariedade aos indios, pela forma como eram tratados no cinema americano !
    no começo do projeto, a paramount queria sergio leone na direçao e laurence olivier no papel de dom vito corleone…dificil de imaginar né ? quem além de ff coppola podia ter contado uma historia de mafia ( as palavras “mafia” e “cosa nostra” nao foram pronunciadas no filme nenhuma vez) durante 3 horas, com a gente colado na tela, adorando, curtindo, decorando os dialogos ? obra prima, objet de estudo em todas as escolas de cinema ! liçoes de luz, de fotografia, de direçao, de interpretaçao !
    a paramount nao queria marlon brando, impos testes, exigiu mil garantias com medo da fama de estrela…nao queria al pacino, jovem, baixinho, desconhecido…coppola teve que ameaçar abandonar tudo para poder impor seu casting….
    vi a trilogia em dvd, nunca num cinema…alias continuo fazendo “noite godfather” aqui em casa de vez em quando…))

  • 6 nada será como antes // 22/April/2008 às 17:31

    Produção impecável, narrativa perfeita, diálogos econômicos e exatos, atores inesquecíveis.

    Em São Paulo, o lançamento foi em 1972, no Cine Marabá. Vendiam ingressos com uma semana de antecedência, sem garantia de poltrona. Assisti na primeira quinzena de exibição. Ficou um ano em cartaz, com filas diárias em todas as sessões.

    Quem não viu tem idéia incompleta de cinema.

  • 7 confetti // 22/April/2008 às 17:36

    foi a primeira apariçao de sofia coppola ( diretora de virgin suicides, lost in translation e marie antoinette ) no cinema…ela era o bb naquela cena de batismo do fim do primeiro filme…ela teve pequenos papeis nos 2 seguintes também…

  • 8 confetti // 22/April/2008 às 17:38

    unanimidade né, nada…))

  • 9 confetti // 22/April/2008 às 17:41

    aqui um “behind the scenes” delicioso !

    http://www.youtube.com/watch?v=MmejaHqqgOw

  • 10 nada será como antes // 22/April/2008 às 17:42

    confetti,

    Nunca ouvi alguém dizer algo contra esse filme.

  • 11 nada será como antes // 22/April/2008 às 17:49

    Tem mais, um dos temas centrais desse filme é o da construção moral dos USA.

    É uma saga que percorre, por elipse narrativa, o caráter do ambiente político.

    Mais tarde, Sergio Leone, mencionado por confetti, dirigiu outra saga (Era uma vez na América) com sinais trocados : judeus no lugar de italianos.

    Os dois filmes, com temática e narrativa semelhantes são, na minha opinião, essenciais do cinema e da temática da sociedade americana.

  • 12 confetti // 22/April/2008 às 17:53

    isso nada ! era uma vez na america , de niro no papel de noodles !! james woods, joe pesci, uma saga maravilhosa !! outro dia descrevi pela milésima vez aqui, a cena do fim, com de niro fumando opium, sorrindo de olhinhos quase fechados, com a musica amapola …putz que prazer !

  • 13 confetti // 22/April/2008 às 17:56

    mario puzzo, um spot na imigraçao italiana da américa….no livro, o drama familiar é atenuado..

  • 14 Pirata // 22/April/2008 às 17:59

    A cena da cabeça do cavalo é uma das mais fortes, originais e belíssimas do Cinema.

    Tinha 12 anos quando a vi, em um VHS empoeirado, e a partir dali a saga da família Corleone mudava a minha concepção sobre a arquitetura dos filmes…Hoje estudo e faço Cinema

    No IMDB (www.imdb.com) o filme que ocupa o topo da votação é o próprio…E olha que são 274.256 votos….

  • 15 anrafel // 22/April/2008 às 18:00

    Cena do batismo: em meio ao espargir de água-benta no bebê, dos sinais da cruz, das orações aconteciam esfaqueamentos, execuções a metralhadoras, assassinatos de chefes de famílias rivais. Um dos grandes momentos do cinema.

  • 16 anrafel // 22/April/2008 às 18:03

    Exatamene, Pirata. Outra cena extraordinária.

  • 17 nada será como antes // 22/April/2008 às 18:09

    confetti,

    As cenas finais de “Era uma vez….” são inesquecíveis para mim.

    Tenho a imagem mental, incluida a trilha sonora.

    Em alguns aspectos, no lirismo, por exemplo, o filme de Leone é superior ao de Coppola.

  • 18 confetti // 22/April/2008 às 18:15

    nada, acho que coppola nao faz “lirismo”….sua cultura de direçao é oposta a de sergio leone…a musica de godfather é de nino rota, dramatica e sobria,quase classica….amapola ( nao tenho certeza) mas acho que vem direto do folclore judeu, é uma beleza aquela cena final….noodles pensando na namorada…como era mesmo seu nome ?

  • 19 anrafel // 22/April/2008 às 18:20

    O papo sobre cinema tá tão bão que nem dá vontade de ir comentar sobre aqueles dois patetas democratas, que estão se esforçando para entregar a eleição ao chupa-cabra republicano.

  • 20 confetti // 22/April/2008 às 18:23

    é mesmo anrafa ! esses post sobre cine sao um barato !!

  • 21 confetti // 22/April/2008 às 18:26

    pirata# 14, o ranking é :

    citizen kane, casablanca e godfather ! da agua na boca né…))

  • 22 confetti // 22/April/2008 às 18:29

    olha o ranking do afi…data de 1998

    http://fr.wikipedia.org/wiki/Le_top_100_de_l%27American_Film_Institute

  • 23 anrafel // 22/April/2008 às 18:44

    Eu gosto mais d’ “A marca da maldade” do que de Cidadão Kane.

  • 24 confetti // 22/April/2008 às 18:55

    eu prefiro citizen k, anrafa ! na época, todo hollywood incensava o “sonho americano”, k o destruia ! e temos que admitir que em 1941, se opor ao presidente, como k, era ….muito original ! nao acha ?))

  • 25 confetti // 22/April/2008 às 18:58

    o post nao trata de citizen k, mas vale dizer que orson welles era outro genio ! ele se dirigindo e usando e abusando do “plongée” e “contre-plongée” com sua camera era um barato ! pra mim, esse filme nao envelheceu ! gostaria de reve-lo em 2030…

  • 26 Comilão // 22/April/2008 às 18:59

    Além de tudo isso que já foi dito, Godfather traz uma tremenda receita de molho de tomate.

  • 27 confetti // 22/April/2008 às 19:02

    comilao kkk

    http://query.nytimes.com/gst/fullpage.html?res=9C0CEED91F3AF935A15751C1A966958260

  • 28 confetti // 22/April/2008 às 19:03

    “leave the gun, take the cannolis” ))))

  • 29 Cecilia // 22/April/2008 às 19:05

    Também aprendi esse filme com a minha mãe!

    E foi uma das melhores coisas que ela me ensinou!

  • 30 Brancaleone // 22/April/2008 às 19:13

    Taí. Isso é filme, isso é diretor. Colocaria este, Apocalipse Now e O Iluminado mais ou menos embolados em terceiro lugar. O primeiro e o segundo lugar eu ainda não sei qual seria. Acho que ainda não assisti e no fundo acho que ainda nem fizeram…

  • 31 confetti // 22/April/2008 às 19:15

    apocalipse é de ff coppola tbm, josua….eta cara bom ….))

  • 32 confetti // 22/April/2008 às 19:16

    par contre, vc, eta carinha dificil hein….)

  • 33 Barba Negra // 22/April/2008 às 20:02

    I’m going to make him an offer he can’t refuse.

  • 34 Cleopatra // 22/April/2008 às 20:41

    filmaço!!! sem comentários…

  • 35 Comilão // 22/April/2008 às 20:45

    @ confetti

    Genial a matéria dos arquivos NYT. Grazie tante, cara.

  • 36 Prøftël // 22/April/2008 às 20:49

    Desse eu gosto.

    :-)

  • 37 surfando na jaca // 22/April/2008 às 23:20

    Putz, como trabalho, perdi o resto da discussão sobre cinema nacional.
    Caramujo, não sou mitômano. O Lula é mais um presidente, não avalio o homem, mas a obra, que também não está acima do bem e do mal. Pode desabafar, Caramujo.
    O cinema nacional tem abordado temas épicos. Guerra dos Guararapes foi um coisa mal amarrada, Lamarca, nem o Paulo Betty, sumiu a dimensão humana. Lembro de Contestado do Silvio Back, razoável, mas poderia ser bem melhor. Acho que existe uma dificuldade entre ser fiel à História e encontrar um caminho interessante para a platéia. Lembro ao Broncão que bilheteria não pode ser critério de qualidade em cinema ou arte em geral. Caso fosse, teríamos no BBB uma obra prima e outras bestialidades que dão ibope e são bestiais, tipo Paulo Coelho. Quilombo é um filme razoável, não distorce a história e procura sintonizar a questão de Palmares com a época das diretas. Melhor executado foi Ganga Zumba.
    Macunaíma e Como era gostoso o meu francês , do Nelson Pereira são dois ótimos filmes, obras-primas.
    Agora imbatível e merecedor de todos os prêmios jamais ganhos é o Nelson Pereira dos Santos na adaptação do Memórias do Cárcere. Pode não ganhar Oscar, mas é infinitamente superior a qualquer diretor brasileiro indicado.
    Bom, para por aqui. Brasil, salve, salve! Nada como uma boa patriotada para terminar.

  • 38 Elias // 23/April/2008 às 9:34

    Num dado momento, a Paramount colocou um outro diretor pra acompanhar as filmagens d`O Chefão I.

    É que o Coppola poderia ser demitido a qualquer momento. O outro cara estava lá pra garantir que a retomada dos trabalhos não demorasse muito.

    Imagina a tensão, no estúdio…

    Os executivos diziam que o filme tava muito chato. Faltava violência.

    Aí o Coppola rodou a cena da execução do Sonny Corleone.

    Os executivos se acalmaram e a coisa melhorou um pouco.

    Acho que, no fim de tudo, o filme resultou de um sólido pacto de cumplicidade entre diretor e elenco.

  • 39 Dom Casmurro Patriarca // 23/April/2008 às 11:21

    De todos os comentários, posso concluir que o negócio do “olho por olho, dente por dente” ainda está muito presente na maioria das pessoas e o “não vou nivelar-me ao cão que me morde” ainda está muito longe de ser alcançado.
    Ou seja, o “cristianismo real” ainda não é o parâmetro de comportamento da maioria das pessos.

  • 40 confetti // 23/April/2008 às 11:35

    dom cp !! vc nao teria se enganado de post ? hahahah
    dom corleone era cristao sim, catolico pra caramba…))

  • 41 Dom Casmurro Patriarca // 23/April/2008 às 21:36

    Não confetti, não me enganei não.
    Na verdade, com bem demonstrou H.G. Wells, o catolicismo tem muito mais a ver com as antigas religiões que existiam na Itália, desde a época do Império romano, do que com os ensinamentos de Jesus.
    O mais fantástico, como também observa Wells, é que as palavras de Jesus sem mantêm nos Evangelhos, apesar da prátic religiosa ser bem diferente dos ensinamentos.

  • 42 Dom Casmurro Patriarca // 24/April/2008 às 8:19

    Testando

  • 43 Dom Casmurro Patriarca // 24/April/2008 às 8:21

    Finalmente o blog do Pedro Doria está recebendo comenários.
    Ontem à noite não consegui enviar nenhum.
    Não, confetti, não estou enganado não.
    Como bem ensinou H.G. Wells, o catolicismo tem mais a ver com as religiões que existiam na Itália desde o Império Romano do que com os ensinamentos de Jesus.
    O fantásticos disso tudo, é que as palavras de Jesus permanecem ne Evangelho, apesar de tudo.

  • 44 Flávio // 24/April/2008 às 11:39

    A cena do batismo, no final do filme, é mágica.
    Filme perfeito, atores perfeitos.

    Quem iria fazer o papel do Michael Corleonne era o Jack Nichiolson, não dá para imaginar Al Pacino fora desse papel, aliás, até esse filme, Pacino era um ator essencialmente de teatro.

    Não ganhou o Oscar em nenhuma das continuações, apenas em Perfume de Mulher, outro filme genial.

  • 45 Elias // 24/April/2008 às 13:10

    Flávio,

    Dezenas de atores foram testados pra interpretar o Michael Corleone. Inclusive o Robert De Niro e o próprio James Caan.

    Mas a maioria dos testes foi feita só pra amaciar os executivos da Paramount, que não queriam o Pacino de jeito nenhum. Diziam que ele era chato e inexpressivo.

    Na manha, o Coppola já havia se decidido pelo Pacino, com o apoio do elenco. Nos debates que ele fez a respeito, a palavra final ficou com Diane Keaton. Ela cravou no Al Pacino seco, sem papo.

    Tenho a caixa com os 3 filmes. Nos extras, há todo o relato da escolha dos atores, na visão do Coppola e dos próprio. Há, também, os testes com De Niro, James Caan, Pacino, etc.

    O melhor é o de Marlon Brando. Em poucos segundos ele corta uns pedaços de queijo, põe na boca — deformando as bochechas — e compõe a imagem básica com a qual Don Corleone seria eternizado. “É um buldogue”, disse ele.

  • 46 Elias // 24/April/2008 às 13:12

    “dos próprio”, é dose.

    Desculpem.

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