O último tango em Paris
Os filmes que aprendi com minha mãe
April 18th, 2008 · · 19 Comentários
Tags: Cinema
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O último tango em Paris
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19 Comentários até agora ↓
1 aiaiai // 18/April/2008 às 16:10
Esse eu só pude ver muito tempo depois de lançado, no vídeo. Lembro da inveja que senti dos mais velhos de poderem ver o filme e eu não…
2 Pai do Pedro // 18/April/2008 às 16:25
Tínhamos uma listinha básica: Citizen Kane, An American in Paris, Le Dernier Tango à Paris. A partir daí a gente divergia. Mas ainda tinha filmes em comum, como o filme “italiano” de Bergman, A Hora do Lobo. (O filme “japonês” é A Fonte da Donzela.)
3 Monsores // 18/April/2008 às 17:17
Esse quando eu aluguei aqui na roça, o DVD estava riscado e não passou no meu aparelho.
Isso que dá morar no interior.
4 andrea // 18/April/2008 às 17:27
sua mãe deixou você ver esse filme?…
5 Pedro Doria // 18/April/2008 às 17:38
andrea, eu já era grandinho. E, convenhamos, só é forte com olhos de anos 70. Hoje é no máximo mediano.
6 Monsores // 18/April/2008 às 17:44
Pedro,
A cena da manteiga é bem forte para alguns até hoje. Eu disse alguns.
E veja, eu assisti recentemente alguns filmes tidos como clássicos antigos e acho que uns são muito fortes para hoje em dia.
Ou você já viu um filme não pornô mais pornô que Império dos Sentidos?
7 aiaiai // 18/April/2008 às 17:56
Monsores lembrou outro filme que tambem tive que esperar muito para assistir…mas este caso - do Império dos Sentidos - foi um pouco decepcionante. Só não é pornô porque não tem a cultura pornô, mulher fazendo caras e bocas, essas coisas, mas é pornô na essência.
Já último tango não tem nada de pornô…pra falar a verdade na época fiquei um pouco sem tesão, durante uns dias.
8 anrafel // 18/April/2008 às 18:32
Vi Maria Schneider também em “Passageiro: Profissão Repórter” e só. Onde anda ela, além de ter virado banda de jazz?
9 ioio // 18/April/2008 às 23:33
O melhor do filme é a sonora do Gato Barbiere.
Pois é, Paidopedro já li uma crítica que dizia que O último Tango… é Um americano em Paris (do Minelli) com a radicalidade crítica dos anos 70 à burguesia.
10 Dom Casmurro Patriarca // 18/April/2008 às 23:46
O profeta Ezequiel escreveu um livro que durante mutos anos foi proibido para menores de 30 anos.
Ainda hoje em dia é um livro bem forte.
E olha que ele escreveu seu livro apriximadamente mil anos antes de Cristo.
11 Pai do Pedro // 19/April/2008 às 6:02
O comentário da Mãe do Pedro é preciso e sumário: An American in Paris Twenry Years Later.
12 josef mario // 19/April/2008 às 9:17
Companheiro pedê
Eu, josef mario, devo dizer que, assim como todos os demais companheiros deste blog, já sabemos que o companheiro “aprendeu filmes” com a companheira margô sua saudosa mãe. Naturalmente o companheiro deve estar se referindo a “aprender a assistir filmes” mas, estes pequenos detalhes do idioma, ao que parece, não são relevantes para o companheiro. Enfim, isto não importa, mas o companheiro agora poderia nos mostrar outras coisas que tenha aprendido com a companheira margô. Sinceramente, eu, josef mario, espero que fazer esta cara de bobo-alegre, quando em frente a uma máquina fotográfica, não seja uma delas.
Muito obrigado
13 HRP Mané Reloaded // 19/April/2008 às 10:12
No caso do Imperio dos Sentidos…..essa agonia pelo sexo é para mim a essencia do filme….O sexo é parte e não o todo…..mas nem precisa brigar comigo…..estou em retirada……
14 Caramujo // 19/April/2008 às 13:18
anrafel // 18/April/2008 às 18:32
”Vi Maria Schneider também em “Passageiro: Profissão Repórter” e só. Onde anda ela, além de ter virado banda de jazz?”
Anrafel, isso so’ pode ser brincadeira sua. A Maria Schneider, americana, doutora e professora de musica nos USA, chefe e regente (e que regente!) de uma das melhores orquestras de jazz da atualidade, é outra pessoa. Tem nada a ver com a Maria Schneider ex-atriz e zero em jazz.
Quanto ao filme, assisti quando saiu. Gostei, mas nao achei que estava diante de uma obra-prima. É tragico, triste e nao tem nada de erotico. Retrata a vida em decomposiçao dos varios personagens e deixa um gôsto amargo na bôca que perdura por um tempo.
15 Guilherme // 19/April/2008 às 16:07
O homem é um animal sexual. Essa é a essência desse filme.
16 Rodrigo // 20/April/2008 às 1:21
Hoje, a cena da manteiga poderia muito bem virar comercial de qualquer marca de margarina, do tipo Qualy ou Doriana….sinal dos tempos. Mas trata-se de um grande filme, cheio de significados e lampejos sobre nossa condição humana.
17 anrafel // 20/April/2008 às 1:28
Caramujo,
Foi só brincadeira, claro.
Um abraço.
18 confetti e o indio imaginàrio // 20/April/2008 às 6:19
filme culte !
acho que bertolucci além do erotismo e da violencia, realizou um estudo sobre o ato amoroso …a procura impossivel de harmonia com o outro…
segundo criticos , os que esperavam um filme porno sairam do cinema melancolicos, como bem disse m.a. no 14…alguns o chamaram de “valsa macabra” em vez de “”ultimo tango”…
so vi muitos anos depois, maravilhada pela interpretaçao de marlon brando…a cena com o corpo de sua mulher suicidada, é grande, imensa, inesquecivel, com controle absoluto de cada frase, de cada gesto ! actor’s studio lessons…pd ja postou esse filme aqui, ja conversamos sobre ele …
uma anedota : parece que bertolucci quando viu a montagem definitiva, se surpreendeu com “o desespero” transmitido pelo proprio filme….e jean luc godard, que na avant première, saiu logo no começo dizendo “c’est une horreur, c’est une honte” !
19 Ricardo Cabral // 20/April/2008 às 9:35
Grande filme, fundamental, desde que contextualizado. Mas envelheceu, apesar da soberba atuação do Brando. “1900″, apesar de político — e por isso mesmo mais sujeito às marcas do tempo —, consegue permanecer mais “assistível”.
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