Pedro Doria | Weblog

um pouco do mundo, todos os dias

pedrodoria.com.br header image 2

Os filmes que aprendi com minha mãe

April 17th, 2008 · · 14 Comentários

Os brutos também amam

Tags: Cinema

14 Comentários até agora ↓




  • 1 Mari-Jô Zilveti // 17/April/2008 às 16:13

    Sou fã incondicional de Ingmar Bergman, mas gosto também de outros cineastas. “Os Brutos também amam” está nas minhas reminiscências.
    Abraços digitais,

    Mari-Jô Zilveti
    http://nomadismocelular.wordpress.com

  • 2 confetti // 17/April/2008 às 16:17

    shane !! afe maria, rever o jack palance antes dele tomar aquele tiro fatal ! cinema forever !!

  • 3 confetti // 17/April/2008 às 16:28

    o cowboy solitario defensor de pobres e oprimidos, meu cliché preferido em westerns…clint eastwood fez um remake nos anos 80…dona margô que pd disse adorar clint, deve ter visto : pale rider !

  • 4 confetti // 17/April/2008 às 16:36

    o titulo em portugues “os brutos também amam”…podiam ter deixado shane mesmo, que sendo nome proprio nem precisava traduçao ! sera que foi uma jogada de marketing pra atrair publico ? o fabio negro deve saber …)

  • 5 Guilevy // 17/April/2008 às 17:17

    Shane, PD, Shane.
    Troca aí.

  • 6 anrafel // 17/April/2008 às 17:23

    O remake de Clint, “Pale Rider”, levou em português um título, “Cavaleiro Solitário”, que tem tudo a ver com o filme e com o personagem que Eastwood consagrou nos filme de Sérgio Leone e nos seus primeiros.

    Tenho uma parca lembrança da época do blog do Calil de que Fábio Negro não gosta de Clint Eastwood.

    Quanto ao título brasileiro de “Shane”, foi uma extravagância. O amor entre Shane e a mulher do rancheiro é só insinuado, repressão pura.

    Roberto Carlos pegou, compôs uma música homônima e Agnaldo Timóteo cantou para seu público preferencial, um pessoal que não goza de bom conceito junto ao companheiro josef mário.

  • 7 Cristiano, direto do Arpex // 17/April/2008 às 18:48

    Esse filme aprendi com o meu pai.
    Era sempre “Shane” pra ele também.

  • 8 josef mario // 17/April/2008 às 19:09

    Companheiros de esquerda, maoístas e bolivarianos
    Eu, josef mario, devo dizer que em meados da década de 80 morei em santa bárbara na califórnia, coincidentamente, em uma casa muito próxima onde o companheiro bebeto de freitas, atual presidente do botafogo, havia morado alguns anos antes. Nesta ocasião tive a oportunidade de conhecer o companheiro clint eastwood, então prefeito da cidade de carmel, uma verdadeira jóia à beira mar. Seu amor à cidade de apenas 5000 habitantes, sua luta contra a especulação imobiliária e a favor do meio ambiente e a sua fidelidade ao partido republicano, certamente o teriam feito, caso continuasse na política, um presidente melhor que o companheiro bush.
    Muito obrigado

  • 9 Cristiano, direto do Arpex // 17/April/2008 às 21:13

    Companheiro Josef Mario, Clint Eastwood ainda estourava espinhas quando “Os Brutos Também Amam” foi feito.
    Me pergunto se JM também não seria um moleque cheio de espinhas, e não a velhinha de taubaté bolivariana que imaginamos.
    =)

  • 10 josef mario // 17/April/2008 às 21:54

    Companheiro cristiano
    Eu, josef mario, devo dizer que o companheiro clint eastwood nada tem a ver com o filme “os brutos também amam”. A minha referência a este companheiro foi apenas pelo fato de alguém em um dos comentários acima ter tocado no seu nome. Portanto, companheiro, aprenda a ler e deixa de ser burro.
    Muito obrigado

  • 11 Cristiano, direto do Arpex // 17/April/2008 às 22:43

    Tem razão, companheiro.
    Me ferrei-me.

  • 12 Tia Claudia // 17/April/2008 às 23:13

    Para mim também sempre foi Shane.

  • 13 anrafel // 18/April/2008 às 16:46

    Voltei aqui para corrigir uma injustiça que cometemos com Paulo Perdigão, o cara que foi o programador dos filmes da Globo por um tempão.

    Não há ninguém mais apaixonado por “Shane” do que ele. Visitou as locações diversas vezes, viu o filme mais de 100 e escreveu um livro, “O Western Clássico”, onde analisa o filme como um verdadeiro obcecado (e conhecedor, crítico de cinema que era).

    Outra das suas fixações é o jogo Brasil X Uruguai, em 1950. Também escreveu um livro sobre o jogo, onde transcreve, completa, a narração de Jorge Cury. O sujeito não era mole, mesmo.

  • 14 marco // 18/April/2008 às 21:31

    O melhor da cena é quando o cachorro abandona o saloon temendo o iminente tiroteio…

    O filme é muito bom.

    abs,
    ma

Leave a Comment