Os filmes que aprendi com minha mãe
Persona
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-= I’m The One.
Olá, PD, salve Jåµë§.
Há séculos que vi esse filme… Década de 80 do século passado, para ser mais claro.
Taí um Bergman que preciso rever, que junto com “Da Vida das Marionetes” e “Gritos e Sussurros formam um trio dos que lembro terem me impressionado fortemente.
linda homenagem pd…”la noche oscura de l’alma”….vai passar, vai doer menos.
Ped, sua mãe deve ter ido embora orgulhosa do filho que tem. Um beijo muito carinhoso, Carla
-=[Olá, Ricardo, tudo bem?]
… PD, eu sinto falta de ter essa conexão com a minha família. É uma lástima.
Não existe muita coisa que minha mãe tenha me ensinado que não fosse prático ou de contexto higiênico.
–X–
Sob certa ótica estranha, um dia talvez eu venha a invejar sua dor.
Companheiro james bond
Eu, josef mario, devo dizer que quando o companheiro falou de higiênico me lembrei, de imediato, da minha querida mãe que, aos 107 anos, continua sábia, lúcida e cheirosa. Com ela aprendi que para limpar o rabo, ao invés do papel higiênico neve perfumado e de dupla face, o melhor é usar sempre o bidê.
Muito obrigado
Ah, se toda mãe mostrasse ao filho que o cinema pode ter a genialidade de Bergman.
Ah, se todo filho pudesse aprender com a mãe por que o cinema é conhecido como a sétima arte.
Muita paz ao jornalista!
Este é um dos filmes de Bergman que não vi. Pena, porque parece do mesmo nível de Gritos e Sussurros, daquelas coisas que a gente só consegue rever de tempos em tempos, porque cala fundo.
Que bela mãe!
O filme de Bergmann favorito de Margô era Fanny e Alexander. Mas, ultimamente, seu diretor favorito tinha passado a ser Clint Eastwood. Filmes favoritos deste: Midnight in the Garden of Good and Evil, The Unforgivable.
Ainda baixei para ela rever - não deu tempo - dois filmes que nos haviam impressionado muito: Providence, de Alain Resnais, e Identificazione di una Donna, de Antonioni.
Recusou-se a rever comigo L’Année Dernière à Marienbad. Mas vimos juntos, várias vezes, The Godfather, o ciclo completo, e o Guerra e Paz russo, de Serguei Bondarchuk.
E uma piada sua: segundo Margô, Le Dernier Tango à Paris, que consideramos um dos grandes filmes de todos os tempos era, An American in Paris, Twenty Years Later…
Bem Francisco, então concordo com a Margô, pois acho Fanny e Alexander o melhor dos que vi do Bergman. A fotografia então nem se fala, talvez a melhor de todos os tempos ou empatando a do com Barry Lyndon do Kubrik . Um outro que coloco no topo da lista é O Ovo da Serpente, principalmente por ser capaz de nos fazer entender o que se passou naquela época de forma impressionante. Esse Persona não vi, mas entra para lista de pendências.
Termino de assitir o quadro e me deparo com as palavras de teu pai. Ah… puxa… fatiou meu coração. Foi demais pra mim. Não quero ler mais nada hoje, vou chorar lá no bicama.
Adorava conversar com ela; sempre dizia coisa interessante, divertida, inesperada. E tinha um bom gosto fantástico — um dia conto outras histórias.
Você possivelmente não vai lembrar… mas aprendi com sua mãe sobre cinema também: O Último Tango foi sugestão dela, quando soube que eu não o tinha visto.
Bjs.
Pai do Pedro,
Essa do “Americano em Paris, 20 anos Depois” é muito boa! Considerando a linguagem dos dois filmes, é humor de primeira.
Gosto dos dois do Clint Eastwood, são mesmo muito bons. Só não lembro muito bem do Ano Passado em Marienbad, visto há muuuuitos anos.
Sem dúvida, uma cinéfila. Ela gostava de Billy Wilder? Acho “Crespúsculo dos Deuses” uma obra-prima.
Ops, Crepúsculo.
Caro Pedro Dória,
Há muitos anos atrás, quando duas pessoas muito importantes para minha vida se foram, eu tentei escutar e, finalmente sentir, algo que eles me haviam sugerido:
” Je veux aller courir parmy le monde,
Où je vivray comme un enfant perdu,
J’ay pris l’humeur d’une âme vagabonde
Après avoir tout mon bien répendu.
Ce m’est tout un que je vive ou je meure,
Il me suffit que l’Amour me demeure “.
Jean-Joseph Surin. Cantiques spirituels.
Um abraço carinhoso e solidário, Rz
ah, monsieur dorià conversando no vicio e eu perdi !! que pena ….
Assim vocês têm uma idéia de como era a mãe do Pedro. Tínhamos pegas furiosos, às vezes, aqui em casa, sobre cinema.
Ih, aqui no serviço o filme é bloqueado. Só posso ver em casa à noite.
Sr. Francisco, entendi com o texto do Pedro a quem o senhor se referiu ao dizer que somos todos agnósticos no seu blog. rs
Tive vontade de falar que não sou (pensei que se referia aos comentaristas tb), preferi não incomodar.
PD, vc está se deliciando com este nick “Pai do Pedro”? Eu ficaria orgulhosa.