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Israel, 2040

April 6th, 2008 · · 86 Comentários

Yehezkel Dror, cientista político israelense, traça dois cenários para Israel em 2040:

No primeiro, houve um aumento populacional de 50%, dois terços dos judeus do mundo vivem lá e quatro quintos da população é judia. O quinto restante é composto por cidadãos árabes que aceitaram a identidade judaica do Estado graças às políticas anti-discriminatórias e à criação do Estado da Palestina. O país está florescendo graças a uma economia baseada no conhecimento, uma vida cultural intensa, uma sociedade justa e boas relações comerciais com o Oriente Médio. Um balanço sereno entre valores sionistas e humanistas permeia as coisas públicas e o cotidiano das pessoas. Reformas estabilizaram o sistema político. Transporte público eficiente minimizou as distâncias já pequenas do país, encorajando mobilidade. Muitos cidadãos dividem seu tempo entre a vida em Israel e em outros países.

No segundo cenário, apenas metade dos judeus do mundo vivem em Israel, eles compõem dois terços da população – e diminuindo. ‘Sionismo’ virou um termo ao qual os jovens se referem fazendo graça. No resto do mundo, judeus vêem Israel como crescentemente retrógrada e irrelevante. Internamente, uma teimosia domina grupos distintos. Pressão interna e externa força o país a um processo amplo de democratização que abandone a característica sionista e garanta aos árabes israelenses maior autonomia. Os melhores e mais bem preparados emigraram e a economia vai mal. Os diversos grupos populacionais se guetificaram. A distribuição de renda é ruim. Uma Palestina declarada unilateralmente é hostil e o conflito constantemente ameaçado. O fundamentalismo islâmico cresce. Qualquer possibilidade de um acordo de paz com os vizinhos – agora com armas de destruição em massa – parece distante.

Tags: Israel e Palestina

86 Comentários até agora ↓




  • 1 Prøftël // 6/April/2008 às 12:09

    Será que a Terra chega até lá?

    :-/

  • 2 Burn the Witch! // 6/April/2008 às 12:10

    Eu!

  • 3 Burn the Witch! // 6/April/2008 às 12:10

    Bah..

  • 4 Paulo Yönten // 6/April/2008 às 12:11

    Olá,

    No cenário positivo espera-se que os “cidadãos árabes [aceitem] a identidade judaica do Estado”

    Mas o problema está aqui, neste ponto, a “identidade judaica DO ESTADO”.

    Enquanto investir-se em um Estado pré-moderno, fundido à religião, o conflito prevalecerá, até porque um eventual Estado Palestino acabaria por se definir como ‘Estado Muçulmano’ como estratégia de sobrevivência e diferenciação.

    Apenas a laicização completa das questões de Estado na região poderá solucionar difinitivamente o conflito.

    Acreditar em “políticas antidiscriminatórias” em um Estado que se defina como religioso/étnico é, no mínimo, ingenuidade.

  • 5 Prøftël // 6/April/2008 às 12:28

    Paulo Yönten, tava pensando nisso, se colocar desse jeito não há muita diferença entre Irã e Israel.
    Já houve no pedaço exercícios de futurologia, esse é só mais um.
    Uma terceira saída deve haver.

    :-)

  • 6 Prøftël // 6/April/2008 às 12:29

    Uma terceira não, várias saídas, a criatividade do pessoal é grande.

    hehe

  • 7 Fabio Negro // 6/April/2008 às 12:31

    No século XX Israel não ganhou todas?
    Não rechaçou, inclusive a invasão da segunda maior portência do planeta até então?

    Qual grande fato obrigou Israel a um revés, um grande passo para trás? NENHUM.
    Se “não há paz”, historicamente podemos constatar que JAMAIS houve paz em Israel, exceto em alguns curtos períodos narrados na Bíblia.

    Em tudo que o país cedeu e concedeu foi por vontade própria, independentemente da atuação internacional ao redor.

    Israel é a grande curva ascendente do século XXI. E quando o Ariel Sharon acordar, então…

  • 8 Mr X // 6/April/2008 às 12:47

    Yawn.
    Existe um minúsculo país judaico, com 20% de população árabe, e 22 enormes países muçulmanos, com 95% de população muçulmana. Qualquer comparação é injusta.

    Bom, me contento com estar vivo em 2040 e poder assistir tudo na super-internet tridimensional que vai existir então.

  • 9 Gabriel // 6/April/2008 às 12:52

    A impressao que da eh que Yehezkel escreveu isso como quem diz “sigam fazendo as coisas desse jeito e Israel pode ate vir a existir no futuro, mas vai ser uma visao patetica; deem um jeito de resolverem essas picuinhas internas que voces mesmo inventaram, e vejam que coisa bonita a gente pode vir a conseguir por aqui”.

    Tem base cientifica? Sei la. Mas vivendo aqui eh tao facil concordar com ele que pra falar a verdade, ja me ouvi e a outros dizendo exatamente as mesmas coisas.

    A boa noticia eh que ha gente que sabe destes fatos muito bem e que crescem em forca politica cada vez mais. Devagarinho. So espero que nao seja devagar demais.

  • 10 Radical Livre // 6/April/2008 às 12:53

    até quando um estado que se diz moderno poderá continuar se apoiando sobre um conceito tão antigo quanto religião?

  • 11 Guilherme // 6/April/2008 às 12:54

    Torçamos para que prevaleça o primeiro cenário.

  • 12 Gervásio Artigas // 6/April/2008 às 12:58

    Sr. Negro

    Espero que o senhor esteja sendo somente irônico…

  • 13 Fabio Negro // 6/April/2008 às 13:00

    Vamos pedir pro Gabril dar um exemplo de lugar quaqluerlugar em qualquer época que viva ou tenha vivido esse conto de fada “tão fácil”?

    Não, né?

  • 14 Fabio Negro // 6/April/2008 às 13:02

    Gervásio, espero que o senhor tenha um gráfico de todas as campanhas bélicas de Israel a partir de sua criação até o dia 06 de abril de 2008.

    Se não tiver é favor não tentar parecer bem informado sobre qualquer coisa.

  • 15 Gervásio Artigas // 6/April/2008 às 13:08

    Sr. Negro

    Nunca duvidei da capacidade bélica israelense , estou argüindo sobre sua habilidade de escrever coisas, que no meu humilde ponto de vista, parecem irônicas.

    Hasta

    G.Artigas

  • 16 Fabio Negro // 6/April/2008 às 13:12

    Não você está “esperando” (tendo esperanças) de que eu não esteja sendo irônico.

    Por quê?

    Com minha afiramção eu descarto a previssão pessimista do futuro de Israel, e ainda digo que vai continuar sendo o país mais noticiado do mundo, não h´pa a menor chance, a mais remorta, de Israel vir a se tornar irrelevante.

    Pelo contrário, eu chuto (e realemente é só um chute) que Israel se moverá cada vez mais para o centro do mundo, todos os olhos de todas as nações estarão lá.

    O que é “bom” ou “ruim”, eu deixo pros gibis do Batman filosofarem, essas divisões não me interessam.

  • 17 Gervásio Artigas // 6/April/2008 às 13:19

    Sr. Negro

    Ponto de vista interessante o seu. Mas baseado em quais fatores você tece sua opinião? apenas por curiosidade…

    Hasta

  • 18 Elias // 6/April/2008 às 13:35

    Yehezkel Dror deveria ter acrescentado ao primeiro cenário:

    “todas as antigas solteironas arranjaram maridos; a ejaculação precoce foi erradicada; católicos, protestantes, judeus, islâmicos, budistas, bramanistas, khrisnas e advogados passaram a se respeitar mutuamente e, agora, promovem cultos ecumênicos; nas árvores, os passarinhos fazem piu-piu…”.

    Então tá! A essa altura deve ter um montão de porra louca maluco pra saber o que esse doidão anda fumando.

  • 19 Fabio Negro // 6/April/2008 às 13:38

    Exatamente pelas questões que eu levantei:

    1-O moderno Estado de Israel numa perdeu uma campanha de guerra.
    O que ele vive agora é uma guerrilha: não há terreno ou termos definidos. Mesmo assim, não está perdendo. Há um impasse.

    2- O moderno Estado de Israel nunca perdeu uma batalha diplomática.
    A base do Estado de Israel não é a religião, como virginalmente aponta o Radical Livre (um dos babacas contumazes das caixas de comentários daqui). Não. Tudo gira em torno da posse da terra. Por isso ele recua e avança, mas não perde.

    3- O moderno Estado de Israel é o inimigo de nossos inimigos.
    Não nossos, Brasil, mas dos maiores países do Ocidente.
    Inimigo da Rússia e dos países muçulmanos (Egito é muçulmano)?
    Nessa condição ele equilibra o jogo de poder econômico mundial, ele está sentado no pedaço de terra mais cobiçado do planeta e é a chave da estabilidade da maior casa de pólvora da História, o moderno Oriente Médio.

    4-Em todos os países do mundo existem judeus ricos e comuniades de classe-média alta formadas por judeus. Será que, assim com os índios da Amazônia conhecem o segredo das plantas, os judeus sabem o segredo da riqueza?
    Não sei, elaborei essa pergunta de galhofeiro que sou.

    A crecscente irrelevância de certos países outrora gigantes no cenário mundial (França, Inglaterra, Rússia) também vai atrair olhos para israel, pois a História também é feita de inveja e cobiça.

    Por isso acho que Israel vai estar no centro do mundo dentro dos próximos 100 anos.

    Analisar o passado é prever o futuro.

  • 20 josef mario // 6/April/2008 às 13:48

    Companheiros de esquerda, maoístas e bolivarianos
    Eu, josef mario, devo dizer que este texto é de uma imbecilidade chestertoniana. Eu, josef mario, faço exercícios de futurologia muito mais interessantes e, diferentemente desta bosta do post, com 3 possibilidades distintas e com a vantagem de não necessitarmos esperar tanto tempo para ver o resultado. Vejam, por exemplo, os companheiros: se o mengão, na próxima 4ª feira, vencer o cienciano lá em cuzco estará classificado para a próxima fase da libertadores. Se perder, terá se fudido. Porém, se empatar, dependerá dos resultados dos jogos da última rodada para ver o seu destino.
    Muito obrigado

  • 21 Chesterton-Dracul- El Cid, o irado // 6/April/2008 às 14:05

    18, kakakaka

  • 22 Gervásio Artigas // 6/April/2008 às 14:11

    Sr. Negro

    Achei que suas opiniões vinha de leituras de livros, estudo de relatórios, gráficos….mas tudo bem.
    Obrigado por tudo

    Hasta

  • 23 Gervásio Artigas // 6/April/2008 às 14:22

    Errata

    “…suas opiniões VINHAM de leituras….”

  • 24 Chesterton-Dracul- El Cid, o irado // 6/April/2008 às 14:23

    josef mario, um dia vocês não mais confundirão seus desejos coma realidade. PD já vai aos EUA para tomar uma ducha de realidade.

  • 25 Chesterton-Dracul- El Cid, o irado // 6/April/2008 às 14:26

    Aí, PD só não vai chegar lá com ar professoral, tem que ter humildade para aproveitar o que eles tem de bom….

  • 26 Mr X // 6/April/2008 às 14:45

    Concordo com o Fábio Obama, digo, o Fábio Negro, Israel vai continuar sendo o centro dos conflitos mundiais, mas a razão é que é o centro do conflito do mal-chamado Ocidente com o Islã radical, e isso não acaba tão cedo. Rússia, China e Irã estão também no jogo. Só acaba com a chegada do Messias! De mãos dadas com Jesus Cristo e o 12o. Imam, após hecatombe nuclear!

  • 27 Mr X // 6/April/2008 às 14:52

    Aliás, bacana o post do Fabio Negro, gostei do post sobre My Blueberry Nights, kkkk. Mas a Rachel Weisz é miiiiiinhaaaaa!

  • 28 Mr X // 6/April/2008 às 14:52

    ops, quis dizer o blog

  • 29 Pax // 6/April/2008 às 15:01

    Tá todo mundo errando brabo. Em 2040:

    - Dois terços do dinheiro de Israel estará nos bancos da China.
    - Tiber assumirá o lugar da Suiça, onde dá pra mocozar alguma grana do fisco.
    - A Europa islâmica reclamará de pobreza e miséria.
    - A África será o novo bom desenvolventista. Os investidores aplicarão nas bolsas africanas, pensanda nas commodities terra, ar e água do Nilo.
    - A ONU, sediada no Brasil, pensará a melhor divisão dos recursos para socorrer os famigerados americanos atacados pela obesidade.

    O companheiro josef mário, aos 134 anos, se recolherá ao seu resort tahitiano com 69 mulheres. Uma das quais, insatisfeita.

  • 30 aiaiai // 6/April/2008 às 15:41

    Pax,

    Tendo a concordar com você. Mas acho que vc precisa de mais gráficos e a leitura de pelo menos dois livros por semana para descobrir por que, afinal, uma das mulheres de josef não está satisfeita! KCT

  • 31 Chesterton-Dracul- El Cid, o irado // 6/April/2008 às 15:47

    Fora de tema — PD

  • 32 Chesterton-Dracul- El Cid, o irado // 6/April/2008 às 15:48

    Fora de tema — PD

  • 33 Moisés // 6/April/2008 às 16:34

    Ridículas as duas hipótese!! Fraquinho esse cientista, hein!?
    Por que o Pedro não comenta o artigo do Bareinboin, onde ele (o maestro) reconhece todas as injustiças perpetradas por Israel desde a sua fundação, quando desalojou mais de 500 mil palestinos de suas terras nativas??

  • 34 Chesterton-Dracul- El Cid, o irado // 6/April/2008 às 16:39

    os mexicanos deslocaram indios, os americanos deslocaram mexicanos, os muçulmanos deslocaram judeus, hispanicos, povos caucasianos do magreb, os chineses deslocaram tibetanos, os sovieticos deslocaram ucranianos, enfim, qual a novidade?

  • 35 faraó // 6/April/2008 às 16:50

    E os judeus, não foram desalojados de Israel há milhares de anos atrás?
    Os judeus não foram desalojados de Portugal e Espanha?
    Hitler não desalojou 6 milhões de judeus para a morte, fora os que fugiram para não morrer?

    Os palestinos não foram desalojados do Egito?, que mes passado os escorraçou de volta pra dentro de Gaza?
    Os palestinos não foram massacrados e desalojados da Jordania?
    Os palestinos não vivem desalojados no Líbano em campos de refugiados?
    Os palestinos não vivem desalojados em Gaza em campos de refugiados?

    E se 500.000 palestinos foram desalojados por Israel, quantos vivem dentro de Israel com direito a voto? Muito mais do que esses 500.000

    Sobre o futuro de Israel, daqui a 30 anos os problemas serão mais ou menos os mesmos de hoje. Os nomes é que serão outros.

  • 36 Chesterton-Dracul- El Cid, o irado // 6/April/2008 às 16:51

    aliás, vamos pensar um pouquinho. Qual seria a importancia dos povos islamicos hoje em dia se não estivessem sentados em muito óleo?

  • 37 aiaiai // 6/April/2008 às 17:19

    Chest (31),

    Sério?! O Pax tá de gozação???? Não acredito! E eu aqui achando que ele tava falando sério.
    Puxa, valeu mesmo por me ajudar a ver a verdade.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • 38 Truta // 6/April/2008 às 17:48

    Torçamos e lutemos para q os radicais palestinos(+arabes e islamicos) não atinjam seu objetivo de boicotar a paz e cometer um segundo holocausto.

  • 39 Radical Livre // 6/April/2008 às 18:42

    Sr. Fábio Negro,

    Quando eu venho a um espaço como este, eu busco a discussão entre contrários - se eu fosse querer ouvir opiniões iguais à minha ia à praia encontrar meus amigos.

    Quando você me xinga, você perde a razão - não que haja muita razão em tudo o que você falou. Talvez a razão da força, sim, mas razão de verdade não.

    Por exemplo, quando você diz que israel nunca perdeu nem guerra nem batalha, você está mentindo, sendo desonesto intelectualmente ou simplesmente ignorante. A última guerra que israel participou - a segunda guerra do Líbano - foi um fracasso em termos militares: Israel não atingiu nenhum dos seus objetivos militares (a não ser que você veja a destruição da infra-estrutura do Líbano como um destes), tomou uma sova do hezbollah, foi escurraçado do sul do líbano e ainda não conseguiu até agora seus preciosos soldados sequestrados de volta.

    Agora, eu realmente acho que você deveria pensar melhor antes de escrever aqui uma coisa que você obviamente não diria se estivesse à minha frente. Pega mal, deixa você mal na discussão e ainda por cima não acrescenta nada à troca de idéias.

  • 40 Chesterton-Dracul- El Cid, o irado // 6/April/2008 às 18:48

    pensamento mágico….

  • 41 josef mario // 6/April/2008 às 18:59

    Companheiro radical livre
    Eu, josef mario, devo dizer que, enquanto judeu ortodoxo desde que nasci, concordo inteiramente com o comentário nº 7 do companheiro fabio afro-descendente. A segunda guerra do líbano referida pelo companheiro no seu comentário 39 não foi propriamente uma guerra e sim uma simples batalha.
    Muito obrigado

  • 42 Radical Livre // 6/April/2008 às 19:06

    zé mario, companheiro.

    desculpe-me, mas se você frequentar a imprensa israelense em inglês (não leio hebraico),
    não é o que me parece.

    Eles chamam aquilo explicitamente de segunda guerra do líbano.

  • 43 Chesterton-Dracul- El Cid, o irado // 6/April/2008 às 19:14

    deram um pau nos terroristas….

  • 44 Chesterton-Dracul- El Cid, o irado // 6/April/2008 às 19:16

    tenho um colega que tinha um tio libanes que nfoi ver sua herança e conhcer os primos. Festa daqui festa dali, uma tarde foram falar de negócios…Ele não voltou, mataram ele.

  • 45 josef mario // 6/April/2008 às 19:22

    Companheiro radical livre
    Eu, josef mario, devo dizer que em hebraico a palavra hm’x'l.mi serve para designar tanto uma guerra como uma batalha, dependendo do sentido como é empregada. O tradutor para o inglês não sabendo, naturalmente, deste detalhe, fez a tradução erroneamente para guerra.
    Muito obrigado

  • 46 Radical Livre // 6/April/2008 às 19:30

    Zé Mário,

    no caso dos jornais a que eu me refiro, eles são publicados em Israel e traduzidos lá mesmo. Acho esquisita sua hipótese (a de que aquilo foi uma batalha) mas, como disse, não sei hebraico. Ficamos na questão semântica então.

    Mesmo assim, se aquilo não foi uma guerra, foi a mais longa batalha de todos os tempos (trinta dias de combates, é um pouco longo para uma batalha, né?)

  • 47 Antonio // 6/April/2008 às 19:54

    Acho realmente uma lástima quando algum acadêmico ultrapassa a linha que separa análise de conjunturas de exercício de futurologia.

    Abs a todos

    ACT

  • 48 aiaiai // 6/April/2008 às 20:37

    Falando sério…não queria me meter nesse assunto, que sempre dá confusão, mas acho que o cara apenas expressou seu desejo de paz.

    Se a paz vier, na visão dele, teremos a primeira hipótese, se não vier, a segunda. Não acho que seja um texto científico, é um chamado para a razão…no caso a razão dele que se identifica com a paz.

    Oxalá os governos envolvidos desejassem o mesmo…mas, sinceramente, creio que desejam exatamente o contrário, já que são agentes dos senhores da guerra.

    Vou dormir, já trabalhei muito hoje!
    Saudações.
    PS: PD, bota uma moça peituda e bunduda aí na moça das segundas, só para calar a boca do PAX. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • 49 Chesterton-Dracul- El Cid, o irado // 6/April/2008 às 20:59

    nasceu a solução para o mundo

    http://www.kibeloco.globolog.com.br/Batman%20Suparman.jpg

  • 50 Zictor // 6/April/2008 às 21:09

    Concordo com aiaiai

    Mulher peituda é sempre bom.

  • 51 Brancaleone // 6/April/2008 às 21:12

    2040? Conflitos por lá? Esqueçam.
    Talvez os árabes adquiram coragem e principalmente competência e acabem com Israel até lá ou quem sabe os árabes se matem entre sí e Israel avance sobre o restante da região e domine tudo…
    Paz? por lá? Só a dos cemitérios e qual lado estará enterrado nos cemitérios só o tempo dirá…

  • 52 Brancaleone // 6/April/2008 às 21:17

    Este exercício de futurologia é um saco. Coisa de mãe dinah, tipo assim nostradamus…
    Dá muitas linhas de post e ouriça tudo que é facção, partido e ideologia.
    Mas que em 2040 de algum jeito a coisa vai estar resolvida, isso vai.

  • 53 Rodrigo // 6/April/2008 às 21:42

    Bom, para o analista a criação criação do estado palestino é o inferno e a única solução para os palestinos é se deixar ser governados pelos israelenses. Que beleza!Nem vou dizer com que corrente política este discursinho se parece…

  • 54 Zé Bush // 6/April/2008 às 22:25

    well….a primeira alternativa me parece um delírio. A segunda alternativa até que é bem otimista.

  • 55 Elias // 6/April/2008 às 22:47

    Alguém já viu acontecer uma batalha sem que haja guerra?

    O Líbano está em “estado de guerra” com Israel desde 1967. Não pode fazer a paz porque senão leva pau de amigo (mas nem tanto). Egito fez a paz porque se garante. Se amigo se meter a besta leva pau.

    Com batalha ou guerra, Israel sacaneou com o Líbano e acabou fortalecendo politicamente o Hesbolah.

  • 56 Carlos Magno // 6/April/2008 às 22:51

    Quando estive em Israel, há poucos anos, disseram-me que um dos problemas que enfrentavam era dos judeus ortodoxos, que não se afastam de suas milenares e mosaicas tradições.

    Na oportunidade, a dificuldade aumentaria pelo fato de os radicais estarem prestes a formar maioria no parlamento.

    Tivemos de obedecer às regras religiosas e não tomar leite quente a partir das sextas-feiras à tarde até domingo, não fumar, não comer carne e nem falar alto.

    E quando conversamos a respeito da política externa de Israel, mesmo com judeus democratas, sempre havia alguém de fora das conversas a protestar e fazer cara feia.

    Problemas sérios eles diziam.

  • 57 Rodrigo // 6/April/2008 às 22:52

    Por caminhos tortos, Israel conseguiu que o Líbano tomasse conta de sua fronteira, e enfrentasse o Hezbollah.

  • 58 Radical Livre // 6/April/2008 às 22:56

    Rodrigo,

    quem toma conta das fronteiras é o hezbolahh. O líbano como entidade política independente acabou há anos.

  • 59 faraó // 6/April/2008 às 23:17

    Eu estava lendo o blog Causa:: e vi que guerra é quando o exército de um país luta contra o exército de outro país.
    Israel e Líbano em 2006 não foi propriamente uma guerra, foi uma batalha entre o exercito de Israel e a guerrilha do Hezbollah.
    Uma guerra assimétrica.

    Li também que não adianta um exército que representa um país tentar lutar de igual para igual com uma guerrilha, pois enquanto o exército tem obrigação moral de evitar atingir os civis, a guerrilha não tem essa obrigação. Daí as enormes dificuldades de Israel no Líbano e dos EUA no Iraque.

    Israel deveria ter um grupo armado, a semelhança do Hezbollah, desvinculado do exército e do governo, criado especificamente para lutar contra a guerrilha.

    Da mesma forma que o Hezbollah é amparado pelo Irã e Síria, o grupo israelense poderia ser amparado pelos EUA e por Israel.

    Dessa forma se poderia usar as mesmas táticas contra civis, tão bem utiliadas pelo Hezbollah e pelo Hamas, sem culpar diretamente o governo de um país por isso.

    Talvez seja isso que se passe a ver nos próximos 30 anos se essas regras continuarem valendo para os palestinos.

  • 60 Moisés // 7/April/2008 às 1:54

    Os judeus foram desalojados há mais de dois mil anos da palestina; foram desalojados da espanha medieval, da alemanha, por hitler e etc, etc. Tudo isso, de acordo com o faraó, justifica os palestinos terem sido desalojados pelos sionistas em 1947! Parabéns!

    Mais de um milhão de palestinos vivem, hoje, em Israel com cidadania e tudo o mais. Na prática, a coisa não funciona bem assim. Eles são tratados como cidadãos de segunda classe; ou, talvez, de terceira.

    Um cenário não vislumbrado pelo eminente cientista — cenário bem plausível — seria o de um estado de Israel com metade ou mais da população formada por palestinos (muçulmanos e cristãos). E aí como ficaria?

  • 61 Moisés // 7/April/2008 às 2:01

    “Israel deveria ter um grupo armado, a semelhança do Hezbollah, desvinculado do exército e do governo … ”

    Brincadeira, né?! Um estado como esse será que precisa de outro grupo armado além do seu poderoso exército, que, diga-se de passagem, além de possuir armas de destruição em massa, não mede esforços, quando é para atacar civis inocentes nos territórios ocupados e mesmo no Líbano, quando da última guerra?

  • 62 aiaiai // 7/April/2008 às 6:15

    Cruz credo!

  • 63 Alex // 7/April/2008 às 7:15

    Moisés você conhece a piada do papagaio não nem eu?

  • 64 Brancaleone // 7/April/2008 às 8:17

    A diferença entre o Exército de Israel e os Hamas e Hezbolás da vida é que as tropas de Israel tem peito, coragem e competência para usare uniformes e não usam civis como escudos, coisas que não se pode dizer de Hezbolá e Hamas. Mas estes detalhes fazem parte da estratégia destes dois grupos terroristas. Na verdade, quando eles fazem um atentado matando israelenses, a preocupação, o objetivo não é matar muitos judeus, mas sim provocar reação isarelense e que esta reação mate muitos palestinos - especialmente crianças palestinas - pois isso dá mídia e atrai mais grana ainda para os terroristas. Uma estratégia que tem dado certo graças ao povaréu que cai nesta sacanagem travestida de “luta pela palestina”…

  • 65 Radical Livre // 7/April/2008 às 8:47

    Branca,

    na estratégia clássica maoista de guerrilha, o primeiro passo é a conquista da população. Isto se dá com a guerrilha suprindo as deficiências do Estado: assistência, saúde, educação etc. Com isto, cria-se uma identificação total entre a população e a guerrilha.

    As guerrilhas bem sucedidas cumprem bem esta função: hamas, hezbollas, os xiitas do sadr no sul do Iraque - todos eles estão de tal forma incrustrados na população que estas os vêem como seus vizinhos, torcem por eles como se por seus times de futebol.

    Não é só uma questão de escudo, é antes de tudo uma questão de ausência de estado o que faz com que estas guerrilhas bem sucedidas continuem fortes e atuantes mesmo em meio à pancadaria sofrida pela população ao redor - que enxergam, corretamente ou não, os invasores (Israel ou os EUA, dependendo do lugar) como o time inimigo e preferem continuar sofrendo horrores dando cobertura aos seus meninos do que capitular diante do inimigo.

    Um dos problemas das Farcs, aqui acima na Colômbia é exatamente este, o de terem perdido a cumplicidade e a identificação com a população.

    Então, ao contrário do que você acha, quando um destes meninos comete um atentado suicida, ele está não apenas querendo matar o maior número de judeus ou soldados americanos - no caso do Iraque, certo? - mas também criar um nome, passar a ser alguém (mesmo que depois de morto) dentro de sua comunidade.

    Como então se poderia acabar com esta guerrilha? suprindo o papel de estado que ela realiza, jogando rios de dinheiro em construção, educação, saúde, aumentando a oferta de empregos, tornando-os (no caso dos palestinos) cidadãos de primeira classe ou seja: esvaziando os próprios motivos que fazem as guerrilhas tão populares.

  • 66 Elias // 7/April/2008 às 9:50

    Carlos Magno,

    Em que parte de Israel você esteve?

    No Israel que conheço, discute-se o que se quer, quando se quer, quanto e como se quer.

    Evidentemente que, se um grupo de pessoas se dispõe a permanecer em recolhimento, para realizar reflexões religiosas, é falta de sensibilidade e educação pretender que elas interrompam esse recolhimento pra discutir política. Mas assim seria em qualquer parte do mundo.

    Quer discutir política? Ache alguém que esteja disposto a fazer isso e fique à vontade.

    Israel é um dos poucos países do mundo onde soldado vota e pode ser votado. Mesmo estando no front. A urna vai lá e ele vota.

    No parlamento israelense, há partidos árabes e árabe-israelenses, que baixam o cacete na política interna e externa do país, e no que mais aparecer. Pede pra um deles calar a boca e espera pra ver o que te acontece…

    Que eu saiba, os marxistas (um dos partidos árabes é marxista) não têm religião. De modo que os marxistas israelenses não guardam o sábado. Aliás, assim como eles, o porrilhão de israelenses ateus, cristãos ou, ainda, aquele judeu maneiro que pratica o judaísmo observando apenas uns 6 ou 7 mandamentos (o resto fica pra negociar depois, com o Todo Poderoso).

    A política dos governos israelenses em relação aos palestinos não é flor que se cheire. Isso é verdade.

    Agora colocar um sinal de igualdade entre Israel e um Estado teológico, tipo Irã ou Arábia Saudita, ou um Estado recista, tipo África do Sul e Rodésia dos velhos tempos, é ir longe demais.

    Acima de tudo, é incapacidade ou preguiça de analisar a realidade sem o uso de um modelinho prévio que simplifica tudo pra facilitar a explicação e “justificar” posicionamentos comprados prontos. Não precisam da realidade pra existir.

    A trajetória histórica de Israel não tem nada a ver com a do Irã, da Arábia Saudita, da África do Sul ou da Rodésia. Bobagem tentar estabelecer um paralelo.

    O troço é mais complexo.

  • 67 Leila Ferreira // 7/April/2008 às 9:56

    Pode ser, também, que daqui a 32 anos Israelenses, Palestinos, Jordanianos, Egípcios, Iraquianos, Libaneses, Iranianos e afins, estejam mais preocupados com dificuldades mais prosaicas como, alimentar-se.

  • 68 confetti // 7/April/2008 às 10:02

    ou beber agua…..

  • 69 nada será como antes // 7/April/2008 às 10:42

    Cenários futuros são sempre traçados arbitrariamente. Seus autores partem mais facilmente de suas vontades pessoais e de seus opostos do que de situações concretas.

    O resultado é apenas mote para discussão.

  • 70 Renato // 7/April/2008 às 11:02

    Faraó, recomendo pesquisar um pouco sobre a guerra civil do Líbano. Foi basicamente o que vc descreveu na sua idéia, milícias de todo o tipo, cada uma financiadas por um lado. Comos os Druzos apoiados pelos Sírios ou mílicias cristãs pelo ocidente. E colunas blindadas israelenses e sírias trocando tiros pelo país.

    Enfim, o resultado é caos e um ninho perfeito para terroristas. Os que estão do seu lado e os que estão contra vc. E claro, muito sofrimento e mortes civil para temperar o taldo.

    Para ilustrar, em 82 a situação no líbano era tão zoneada que até o USMC (marines americanos) chegou à beira de trocar tiros com uma coluna blindada Israelense. Os israelenses só tiraram os tanques quando os americanos chamaram os helicópteros armados.

  • 71 Elias // 7/April/2008 às 11:11

    Pode ser tudo isso. E pode dar, também, em algo completamente diferente.

    Daqui a 30 anos, o petróleo ainda vai estar dando essa baba toda, de hoje? Sem essa baba toda, a influência árabe será a mesma?

    A maior fonte de renda de Israel é ciência & tecnologia (hoje, é praticamente impossível que alguém, em qualquer parte do mundo dito civilizado, passe um único dia sem usar um invento israelense, do telefone celular ao anti-vírus na Internet). Será que, daqui a 30 anos, a escrita vai mudar, e matéria prima básica não renovável e em extinção vai valer mais do que conhecimento?

    Muita gente pensa que Israel vai minguar por falta de água potável.

    Ora, dessalinização de água não é, propriamente uma coisa nova nem tão difícil. Hoje em dia, qualquer barquinho que se preze tem um dessalinizador. A cada dia, fica mais barato dessalinizar água do mar.

    Quem vai ficar à míngua de água potável são os países que, não dispondo de fontes naturais abundantes, também não dispõem de recursos — econômicos, científicos e tecnológicos — para purificar água.

    Esse, provavelmente, será um dos problemões das próximas décadas. Os especialistas calculam que essa bomba vai explodir em aproximadamente 20 anos.

    Como sempre, os mais pobres e menos avançados em ciência e tecnologia vão sofrer mais. Muito mais.

  • 72 Theo // 7/April/2008 às 11:31

    faraó,

    A CIA já faz o pael de guerrilha há muito tempo, inclusive nesse fator que vc quer tanto que é atingir civis.

    Desculpa te perguntar mas vc leu o que vc escreveu??? PQP!!!!

  • 73 Theo // 7/April/2008 às 11:34

    Todo mundo aqui critica o terrorismo, aí vem o faraó e diz que tem que matar civis.

  • 74 Chesterton-Dracul- El Cid, o irado // 7/April/2008 às 11:35

    muito bem, elias….

  • 75 aiaiai // 7/April/2008 às 11:36

    Em matéria de futurologia, eu só quero que logo, logo, inventem o teletransporte, como o que os caras usavam no Jornada nas Estrelas…mas acho que vou morrer antes disso.
    aiaiai

  • 76 Mr X // 7/April/2008 às 12:15

    Quando o Elias é bom, é bom.

  • 77 Chesterton-Dracul- El Cid, o irado // 7/April/2008 às 12:23

    elias lentamente acorda para a realidade do pt…

  • 78 faraó // 7/April/2008 às 14:07

    Theo
    eu não disse que Israel tem que matar civis, apenas usar as mesmas táticas dos palestinos, que eventualmente, sem querer, matam uns civis israelenses.

    O problema dos Qassam e dos Katiuchas são o sistema de mira que fica com a sorte. Se as milícias israelenses usassem também foguetes, esses sim com uma mira decente, a coisa ia mudar de figura.

    E se Israel usasse uns bichos bomba, que poderiam ser camelos ou jumentos pra ficar igual aos palestinos, ai o pessoal ia pensar 2 vezes antes de recrutar palestinos nos açougues de Gaza.

    Mas fique tranquilo, que isso quem está falando sou eu e jamais vai acontecer.

  • 79 Chesterton // 7/April/2008 às 15:54

    ?

  • 80 Carlos Magno // 7/April/2008 às 17:53

    Elias,

    Andei Israel todo, fui até ao deserto.

    Esses fatos relatados ocorreram em Jerusalém.

  • 81 Moshe Avinu // 7/April/2008 às 20:07

    Carlos Magno,

    Talvez você possa me ajudar.

    Desde que parti da casa de meus pais adotivos no Egito encontro-me perdido no deserto, equipado somente com um painel solar, um laptop e um telefone/modem Inmarsat.

    Você que andou por toda Israel, será que poderia me dizer como chegar na casa de Abraão?

    Desde já grato

  • 82 Carlos Magno // 7/April/2008 às 21:28

    ” Moshe Avinu.

    Carlos Magno,

    Talvez você possa me ajudar.

    Desde que parti da casa de meus pais adotivos no Egito encontro-me perdido no deserto, equipado somente com um painel solar, um laptop e um telefone/modem Inmarsat.

    Você que andou por toda Israel, será que poderia me dizer como chegar na casa de Abraão?

    Desde já grato”

    Respondo:

    Aqui há vários comentaristas que resolvem todas as guerras, dão todas as dicas da produção industrial e política externa aos países em dificuldades, e apresentam plausíveis soluções aos mais insolúveis problemas entre esquerda x direita e judeus x palestinos.

    E não nos esqueçamos das análises científicas sobre o aquecimento global, dos planejamentos perfeitos para salvar populações miseráveis do inferno, e o programa emergencial que lhes permitirá usufruir, de imediato, das cinco condições básicas da vida humana, que todo cidadão e cidadã merecem.

    Mas para os céticos espalhados pelo mundo Abrão jamais existiu, foi uma invenção dos judeus para enganar o mundo, como também não existiram Moisés, o êxodo e nenhum outro qualquer personagem bíblico.

    Logo não existiriam o Tanakh, o Nevim, o Kethuuim, o Mishná, o Talmude e o Midrash.

    O Asseret Hadibrot, da mesma forma, seria uma invenção de um Dibuk para mentir ao mundo que existiria um IHVH, iracundo e generoso, bom e mau, cruel e afagador dos filhos.

    Portanto, tudo mentiras para iludir os povos e encobrir a verdade insofismável de que o mundo é governado pelos seres malignos, extraterrestres, demoníacos, que inventaram as religiões para delas poder se beneficiar, como um engodo aos povos estúpidos e escravizados pela fé.

    Não, não posso indicar-lhe onde seria a casa de Abrão, porque me encontro confuso agora, não sabendo a qual verdade me apoiar, e nem saberia dizer quantos hebreus foram coniventes com a grande farsa bíblica, com a fabricação de uma ficção que se tornou concreta, que ganhou asas de uma besta apocalíptica e arrebatou bilhões de adeptos no mundo inteiro.

    Somente sei onde você poderá encontrar os sionistas, e como poderia chegar ao início de seu grande plano de instalar novamente Israel justo numa zona de conflitos, onde mandaram ingleses e turcos. E por isso hoje morrem centenas e milhares de seres humanos que não precisariam morrer inutilmente, e de onde provavelmente se acenderá o estopim para uma 3ª. Guerra Mundial.

    E como eu fui somente um funcionário que esteve em Israel à trabalho, e confuso estou acerca das histórias bíblicas, lamentavelmente reafirmo minha inutilidade nesse ato tão necessário a V.Sa. em tão difícil situação.

    Shalom.

  • 83 L. Ron H. // 7/April/2008 às 22:21

    Carlos Magno bom saber que não sou o único por aqui a ter percebido que as religiões são invenções de seres malignos extraterrestres!

  • 84 Elias // 8/April/2008 às 9:45

    Se estão morrendo centenas de milhares , logo o problema estará resolvido.

    Em pouco tempo não vai sobrar ninguém.

  • 85 Radical Livre // 8/April/2008 às 13:41

    Elias,

    é verdade. ouvi falar que algumas cidades ao norte de Israel já se transformaram em desertos…

  • 86 Sufixo acorrentado // 11/April/2008 às 23:07

    Deserto no norte de Israel? Melhor ouvir outras vozes ou procurar um médico para tratar a esquizofrenia. Norte de Israel não é geograficamente deserto e populacionalmente continua o que sempre foi.

    Sugira às suas vozes visitarem Metula e Kiriat Shmonah

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