Cesar Maia, Ivan Frota e aquela vontade de ditadura
O prefeito carioca Cesar Maia divulga hoje, em seu ex-blog, o endereço brasileiro da ‘Agência de Notícias Nova Colômbia‘. É a assessoria de imprensa das Farc. Cesar então se pergunta: ‘E fica por isso mesmo? É legal?’
Mas é claro que é.
O prefeito, os seus e até a maioria do Brasil têm o direito de discordar. Dizer continuará a ser legal.
Assim, Cesar lembra o velho e continuamente saudosista da ditadura brigadeiro Ivan Frota que, num artigo para celebrar o aniversário da Redentora, avisou ao presidente para que não ’se omita e exerça sua responsabilidade constitucional de defender os legítimos interesses do País. Se não o fizer, haverá quem o faça, o que já poderá ter começado.’ (dica do Sergio Sikera)
Prefeito que pede censura da livre expressão, brigadeiro da reserva que teima em ameaçar as instituições da República… quando a gente acha que o Brasil vai mal, lembra que já esteve muito pior.
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Significado de continuísmo: Doutrina ou manobra política tendente à perpetuação, no poder, de uma pessoa ou de um grupo. “in” dicionário Aurélio. Versão eletrônica.
Pois bem, em relação à política econômica não há continuismo. O termo não se aplica.
Se afirmação é de que há continuidade, tudo bem. Pode-se até concordar ou discordar, ou nem uma coisa nem outra.
Continuidade administrativa ou econômica em relação às coisas boas, que dão certo, é obrigação dos governos que sucedem.
Talves esse estranhamento em relação ao Plano Real e alguns fundamentos econômicos que não foram interrompidos seja decorrência de uma época, que espero a ela nunca retornarmos, em que cada governo que sucedia tentava reinventar a roda.
Lembro-me de uma charge do Millor da época em que o colega do Frota, Figueiredo, era presidente: ambientada na plánície de Gizé, milhares de trabalhadores laborando na construção das pirâmides quando chega um mensageiro munido de um papiro e grita: PAREM TUDO! MUDOU A EQUIPE ECONÔMICA DO GOVERNO!
Certamente PD textos como este do brigadeiro não devem ficar escondidos, por isso a dica. Mas não deixa de ser triste que uma associação de engenheiros (gente esclarecida, espera-se) da maior empresa do país, abrigue em seu site este desafio às instituições democráticas justamente no aniversário do golpe de 64!
O tempo passa, o tempo voa, e poupança Bamerindus continua numa boa… É sério que vocês estão debatendo sobre esse excremento que tentou dar golpe dentro do golpe quando era da ativa e foi defenestrado?
“brigadeiro Ivan Frota, candidato a presidente da República pelo PMN, em 1999 -, o Movimento Nativista acusa o presidente Fernando Henrique Cardoso de pôr em prática um projeto entreguista e, no velho estilo moralista da direita, insinua o golpe militar. “O povo espera que as Forças Armadas legalmente constituídas acolham seu apelo de liderança quando falecem aos três Poderes condições morais para fazê-lo”, afirma manifesto do grupo.
Capitão da reserva do Exército, o deputado Jair Bolsonaro (PPB-RJ) tenta se destacar no coro da direita: “Estamos chegando a um ponto em que não vamos conseguir fugir da guerra civil. Precisamos de um regime de autoridade”. Mas a direita militar não fala sozinha. O discurso da linha dura pela deposição de Fernando Henrique”
Já com relação a ANNC o Cristiano no 132 levanta uma questão pertinente. Teria por exemplo o CV direito de manter uma assessoria de imprensa com site na internet para defender seus pontos de vista? E se eles lançarem uma campanha na rede para transformar o tráfico de drogas em contravenção penal ao invés de crime, devemos aceitar em nome da livre expressão? Acho que não.
Sérgio, vc acreditou que as FARC são as mantenedoras do tráfico?
Olhe aqui uma entrevista na direitoba Época, com o marido da Ingrid Betancourt, onde diz que o Uribe não quer negociar:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG82864-6013-515,00-URIBE+QUER+UM+TERCEIRO+MANDATO+E+A+UNICA+QUE+PODE+CONCORRER+COM+ELE+E+INGRI.html
Não acredito que a Ingrid vá ter forças para concorrer contra o Uribe. O negócio é que ela pode abrir a boca e ir contra o 3º mandato. Foi ótimo para Uribe o assassinato de Reys, aquele que negociava, que resolveu internacionalizar a discussão da crise colombiana. A morte da Ingrid na selva será a cereja no bolo.
Bom, “Os protocolos” são falsos, mas fazem de fato a cabeça de muita gente avoada por aí.
Dino, uma correção, se me permite: quem tentou dar o golpe dentro do golpe foi o Silvio Frota.
Linda, com licença, mas quem seqüestrou a Ingrid foram as FARC. Se os terroristas são tão humanistas assim, podem soltá-la agora se quiser. Já. Uribe não tem nada com isso.
Felipe, obrigado pela correção, mas a moral da história permanece… Quem se mistura com porcos… Acham o canalha interessante porque ameaça o Lula, esquecem que ele é a favor mesmo é de uma ditadura militar…
Barba Negra (#110)
Quando um partido político chega ao Poder, ele procura ocupar tidos os espaçosoperacionais do poder. É assim em qualquer lugar. E levar pra dentro desses espaços a sua ideologia, seu programa de governo.
Agora, se o PT não tem uma ideologia definida, não tem um programa de governo, não tem quadros preparados pra ocupar esses espaços, é outra história.
Se fossemos parlamentaristas, já teríamos derrubado esse Governo há tempos. Mas no jogo presidencialista, o jeito é esperar. E lutar/torcer para que os pr´ximo a chegarem lá sejam melhores.
Tá bom. Já que o marido da sequestrada falou que as FARC está morrendo de vontade de soltar a ex-senadora e é o presidente Uribe que não deixa, vou acreditar. O que mais? Coelho da Páscoa, Papai Noel? Quanto a relação do tráfico com as FARC, você está enganada. Não acredito que elas sejam a mantenedora do tráfico. É o contrário, o tráfico que sustenta as FARC.
Veja como é o mundo. Há dez anos, direto do túnel do tempo:
“Para o brigadeiro, FHC não tem condições morais, políticas e psicológicas para tomar decisões importantes no Brasil. “Suas decisões estão viciadas pelo interesse eleitoral. Estamos à deriva. O Brasil precisa de pessoas sérias”. Mesmo após tantas críticas, o presidenciável do PMN disse que o Brasil tem alternativas, e estas passam necessariamente pela redução dos juros, fortalecimento dos salários dos trabalhadores e fixação do Real no seu “devido nível cambial”.
Ivan Frota foi saudado pelos vereadores Amilton Gomes (PPB), Durval Ferraz (PT), Nelson Martins (PT) e Francisco Lopes (PCdoB). Todos parabenizaram as palavras fortes do candidato. Disseram acreditar que haverá segundo turno nas eleições de 4 de outubro e que o brigadeiro será um forte aliado contra FHC.”
Os dois dias fora daqui foram …..magnificos…a fascistada continua a mesma!
é verdade Linda as drogas cruzam a Amazônia pela região dominada pelas FARC mas a guerrilha não tem nada a ver com isso!!!!!!
A culpa é dos traficantes transformistas que se disfarçam de onça pintada e assim conseguem passar desapercebidos.
Ih, Mané, já voltou?
Linda,
Não sei de onde você tira suas “incríveis” informações (Granma?), mas o Reyes não era “aquele que negociava”, era o nr. 2 das FARC, líder do Secretariado só abaixo do “Tirofijo”, autorizava seqüestros e operações militares, e era um dos membros mais antigos do movimento.
Ilegal seu Cesar Maia é o que o senhor está fazendo à cidade do Rio de Janeiro e sua população.
Linda, terceiro mandato para Uribe? O que o PIG disse de Uribe sobre essa tentativa de golpe? E os direitobas daqui?
Ivan Frota deve entender que o governo segue a ótica capitalista Se o governo impedir que estrangeiros adquiram glebas de terras na Amazonia vão acusa-lo de ser contra a globalização. Acusarão de dinossauro nacionalista e por fim de querer o retorno do comunismo, por ser contra a propriedade privada sem limites de extensão.
O brigadeiro deve se lembrar que no governo neoliberal de FHC por pouco eles não doaram as forças armadas americana a base de Alcântara, estrategicamente localizada para lançamento de foguetes, bem como de ladinho da Amazonia. Alias não me sai da cabeça que aquele acidente foi sabotagem. A Condolezza Rice na ultima vez que esteve no Brasil já defendeu a flexibilização das fronteiras. A Colombia, que recebeu 5 bilhoes em armamento, a mando dos USA já esta flexibilizando com a desculpa de cassar narcotraficantes. Igualzinho no Iraque que foi invadido para instalar a democracia. A ameaça vem do IMPERIO, a historia demonstra isso. e os cegos não querem ver. A historia se repete como farsa. Os impérios sempre pegam o que querem a força. Para o maior imperio belico que o mundo já viu, se impor pela força é facil. Principalmente, quando tem como oponente as forças armadas com membros com soldos aviltados e armamentos propositadamente sucateados, sem força para resistir á ameaças.
Papaleguas Paputin # 164 - Desculpe-me, pensei que os colombianos tivessem elegido Uribe para presidente e, ainda pensei mais: o tráfico de drogas deveria ser combatido pelo Estado. Não sabia que estava entre as tarefas de Marulanda… Será que já avisaram para ele desta nova função?
Mr X, o problema é complexo. Já discutimos várias vezes isto aqui. Até o governo francês declarou que negociava com Reys. A mesma declaração de Chávez e Correa não vale, né? Estão “envolvidos” até o pescoço com as FARC. Um peso, duas medidas.
Fariseus # 168 - Disseram que não discutem as razões da parte ilibada do Planeta. São ilibados e ponto final.
SergioSikera # 161 - Mas no Saci Pererê vc acredita…na Iara…no Boto…hahaha!
Ricochete # 158 - Este ano as FARC libertaram UNILATERALMENTE 6 pessoas. Na primeira vez, quase não foi possível pq as forças de Uribe não se afastaram. Fracassaram duas vezes, só na terceira vez conseguiram. Na segunda leva, onde governo e guerrilheiros acordaram uma trégua de dois dias, um dia após a entrega, foram assassinados Reys e cia., com invasão territorial do Equador e, uma mentirada de Uribe como “continuidade de perseguição, envolvimento de Correa com as FARC, financiamento do Chávez às FARC, salvamento de intactos computadores depois das bombas que dizimaram o acampamento”. E sem falar que o Uribe já declarou que não aceita negociar, vai exterminar as FARC.
“Só como conseqüência de uma troca de prisioneiros sairão livres aqueles que estão reféns em nossos acampamentos”, ou seja, os 40 reféns que as Farc pretendem trocar por 500 rebeldes presos, entre eles “Simón Trinidad” e “Sonia”, extraditados aos Estados Unidos, precisaram.
Segundo os porta-vozes rebeldes, nenhum dos seqüestrados “está em piores condições” que ambos os extraditados ou muitos dos “dirigentes políticos e líderes populares que foram presos sem ser guerrilheiros”.
Além disso, lamentaram que sejam poucos os que pedem tanto pela liberdade dos reféns quanto pela dos insurgentes presos.
“Que ninguém aqui finja ser inocente, porque todos que estão cativos são responsáveis pelo agravamento da guerra, de Ingrid em diante”, afirmaram os chefes guerrilheiros.
A assinatura conjunta do documento sugere que Granda, até pouco domiciliado em Cuba e depois na Venezuela, está com Santrich, membro do Estado-Maior do Bloco Caribe das Farc e que dirige a rádio “Voz da Resistência Caribe”, que emite em freqüência modulada para a costa norte do país. EFE jgh/db”
http://br.noticias.yahoo.com/s/03042008/40/mundo-farc-anunciam-nao-libertarao-refens-unilateralmente.html&printer=1
ditadura e a tentativa de intimidacao da imprensa nao comprada:
Editorial da Folha: a tentação de intimidar a imprensa
Trechos do editorial da Folha:
Depois de uma semana de desencontros e desgastes, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, veio a público para apresentar pessoalmente sua visão a respeito do emaranhado caso do dossiê contendo dados sobre despesas do governo FHC.
A necessidade de um pronunciamento oficial sobre o tema fazia-se sentir com especial urgência depois de esta Folha ter publicado, em fac-símile, um trecho das planilhas do dossiê.Na entrevista, Dilma Rousseff afirmou que o trecho reproduzido pela Folha era diferente daquele entregue pelo jornal à sua assessoria, na véspera da publicação da reportagem. Com isso, deixava implícita uma suspeita de manipulação nas informações apresentadas pela Folha.
Os documentos, entretanto, são idênticos. A única alteração realizada foi rasurar os dados do arquivo que permitissem identificação da fonte da informação. O que mais uma vez se verifica, nessa insinuação, é a incapacidade do atual governo de lidar com seus desacertos — e sua propensão a ver na imprensa não um fundamento da democracia, mas uma fonte de perturbação a ser intimidada e combatida.
Apesar do seu tom rebarbativo e peremptório, as declarações da ministra na verdade revelavam, ao mesmo tempo, uma considerável inflexão de rumos, face à argumentação que o governo vinha adotando até então.
Não mais se insiste, por exemplo, na tese de que a Casa Civil atendia a um pedido do Tribunal de Contas da União quando levantou os dados sobre os gastos do governo anterior. O próprio termo “dossiê”, antes rejeitado, viu sua utilização tornar-se “uma questão de conceito” para a ministra, repetindo nesse ponto as elaborações teóricas de seu colega da Justiça, Tarso Genro.
Um dossiê e muitas incertezas
MÁRIO MAGALHÃES
ombudsman@uol.com.br
Um dossiê (ou relatório ou “fragmentos da base de dados”, como prefere a Casa Civil) sobre gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, sua mulher, Ruth, e antigos ministros foi produzido no Palácio do Planalto e vazado de forma ilegal.
Tão escancaradamente ilegal que foi constituída pelo governo uma “comissão de sindicância para apurar o episódio”. Oficialmente, busca-se culpado(s).
A origem das informações, processadas na Casa Civil, é inequívoca, reconhecida inclusive pelo governo. A essa altura, mais ninguém questiona a autenticidade das informações sobre gastos contidas nas 13 páginas. No domingo, a Folha demonstrou que “o relatório mostra a seleção de informações bastante diferentes do padrão de dados lançados no Suprim ['sistema de controle de suprimento de fundos da Presidência'] e estranhas a um trabalho definido como um ‘instrumento de gestão’, sem viés político”.
Hoje os jornais reafirmam que, ao contrário do que afirma Dilma, não houve pedido do TCU para produzir o levantamento sobre FHC ou algo que desse base à investigação.
A existência do dossiê/relatório de 13 páginas foi revelada pela revista Veja no fim de semana retrasado.
Na sexta passada, a Folha manchetou “Braço direito de Dilma montou dossiê”.
O jornal não apresentou provas contra Erenice Alves Guerra, principal assessora da ministra Dilma Rousseff.
Não que a informação, necessariamente, esteja errada. Quem leu a reportagem, contudo, não teve acesso a evidência de que esteja correta a versão do jornal.
A Folha descreveu uma reunião com membros da administração para criar “uma força-tarefa encarregada de desarquivar documentos referentes aos gastos do governo anterior a partir da rubrica suprimento de fundos, que incluiu cartões corporativos e contas ‘tipo B’”.
Nota oficial da Casa Civil afirma que tal reunião, “para organizar uma força-tarefa para produzir o chamado dossiê”, nunca ocorreu.
A Folha também não comprovou a realização da reunião.
O jornal não afirmou que o dossiê foi utilizado para chantagear membros da oposição na CPI dos Cartões Corporativos. Fez bem. Um dos aspectos intrigantes do caso é que o dossiê é incapaz de constranger FHC. Chefe de um governo em que se acumularam escândalos de grande monta, em especial nas privatizações, o ex-presidente não se sai mal das 13 páginas. Se tudo o que os governistas têm contra ele for aquilo…
Ou seja: como fazer chantagem contra alguém e seus aliados com informações que não causam dano ao chantageado?
Alguém foi vítima de chantagem? Quem? Se foi, é informação que o jornalismo deve.
Seria diferente, por exemplo, em uma nação fictícia, situação e oposição promoverem chantagem pesada com informações sobre filhos do atual e do ex-presidente, se os rebentos tivessem amealhado riqueza durante ou em seguida aos mandatos dos pais. Aí, sim: ameaças capazes de fragilizar o mais valente dos investigadores de comissão de inquérito do país da imaginação.
Quem tinha muito a perder, por rigorosamente nada em troca, seria a ministra da Casa Civil. Mais por eventual dolo, menos por incapacidade de gerir com segurança um sistema de dados ou manter aloprados em sua equipe, mas sempre perdendo.
Essa peça, decisiva, não se encaixa no quebra-cabeça. Até agora, pelo menos.
Esta segunda-feira não foi um bom dia para a Folha. O jornal não destaca a defesa de ninguém do governo. E titula na primeira página: “Dossiê é ‘covardia institucional’, diz ministro do STF”. Só no texto se descobre que Gilmar Mendes se refere a dossiês em geral, e não ao dossiê agora revelado.
O “Estado” deu entrevista com o chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho. O “Globo” saiu com declarações do ministro José Múcio. Não sei se o que eles dizem é verdadeiro ou falso, mas é direito dos leitores conhecer pontos de vista divergentes.
Hoje a coluna “Perguntar não ofende” (pág. A2) se refere ao “documento de 13 páginas que vazou para a imprensa, cuja autoria o próprio Palácio do Planalto assumiu”.
Talvez, em meio a tantas informações, tenha me passado despercebido. Não me lembro, contudo, de ter lido que o Planalto assumiu a confecção das 13 páginas.
Na edição de sábado, a Folha divulgou declaração de Dilma: “Não acho que a Folha e a Veja montaram isso [dossiê]. Outros fizeram este trabalho e vocês [da imprensa] estão divulgando”.
Ou seja, a ministra negou a produção das 13 páginas.
Minha impressão é que a Folha produz uma cobertura em tom unilateral que menospreza as incertezas que cercam o caso.
É possível que as coisas tenham ocorrido como o jornal sugere?
Sim. Poder tudo pode.
Mas é possível que haja outros elementos.
Ao contrário do dossiê Cayman/Caribe, as informações são verdadeiras. Ao contrário de outros dossiês, entretanto, elas não intimidam ninguém (a não ser que sugiram o conhecimento de outras despesas, cabeludas).
O vazamento das 13 páginas pode ter sido obra de petistas, aloprados ou não? Pode. Em 2006, com a reeleição de Lula nas mãos, a ambição de ganhar também o pleito paulista produziu o escândalo que contribuiu para empurrar a eleição presidencial ao segundo turno.
As 13 páginas também podem ter sido obra de quem queria desgastar o governo e reanimar a CPI dos Cartões. Ou, mais especificamente, ferir a ministra Dilma, que está longe de ser a candidata preferida do PT e de setores do Planalto para 2010.
Um incômodo da cobertura é que, evidentemente, a Folha sabe mais do que conta aos leitores. Uma coisa é o jornal ter recebido o relatório de alguma fonte do PT. Outra, do PSDB. Outra, ainda, de um funcionário, mais que petista, fiel à ministra.
O jornal deveria pisar no freio e ser mais cético. Um dossiê incapaz de constranger alguém não teria eficiência como instrumento de chantagem. A impressão é que, ao contrário do que a Folha e o jornalismo em geral dão a entender, a verdade sobre o episódio ainda está distante, seja ela qual for.
Por último: o episódio em curso ressalta a tragédia à democracia que é a ausência de transparência sobre o poder público no Brasil. Gastos dessa natureza, seja no governo FHC ou no de Lula, não deveriam estar protegidos por sigilo, e sim ser de conhecimento dos cidadãos.”
Mario magalhãe, ondbusman da Folha de São Pulo em critca contumaz. Tudo bem que o tal do mario vai durar no maximo um mandato como ondbusman. Mas disse a verdade. Deveria dizer o que sabe em livro ao sair da Folha. expor os podres do PIG
“A existência do dossiê/relatório de 13 páginas foi revelada pela revista Veja no fim de semana retrasado.
Na sexta passada, a Folha manchetou “Braço direito de Dilma montou dossiê”.
O jornal não apresentou provas contra Erenice Alves Guerra, principal assessora da ministra Dilma Rousseff.
Não que a informação, necessariamente, esteja errada. Quem leu a reportagem, contudo, não teve acesso a evidência de que esteja correta a versão do jornal.
A Folha descreveu uma reunião com membros da administração para criar “uma força-tarefa encarregada de desarquivar documentos referentes aos gastos do governo anterior a partir da rubrica suprimento de fundos, que incluiu cartões corporativos e contas ‘tipo B’”.
Nota oficial da Casa Civil afirma que tal reunião, “para organizar uma força-tarefa para produzir o chamado dossiê”, nunca ocorreu.
A Folha também não comprovou a realização da reunião.”
Agora virou censor o tal do PD. Tudo bem quem lê PD?
João Melo, por que o ondbusman da Folha criticou veementemente a Folha e com fundamentos irrefutáveis? Maria Magalhaes, no fim do mandato, deve ser partido(recindido o contrato) pela audácia de dizer a verdade. Ele poderia escrever um Livro contando os porões da Folha e mídia.
corrigindo: O ondbusman da FS se chama Mario Magalhães.
“O próprio termo “dossiê”, antes rejeitado, viu sua utilização tornar-se “uma questão de conceito” para a ministra.” A ministra repete o que o jurista Tarso genro alegou. Por que? porque juridicamente o termo “dossiê” não passa de um conceito, criado pejorativamente, mas que não tem nada de criminoso, em face de nã ser tipificado na lei como crime. O ato - colher dados - que a Folha e Veja acusam Dilma de crime, pelo ordenamento jurídico brasileiro, não são tipificados como crime. Portanto, impassiveis de uma condenação e punição. A FS e veja fazem um escarcéu porque se fiam na ignorância de alguns e na má-fé de outros. Mas vcs são poucos. E o tiro sairá pela culatra. No dia 4 Dilma teve três minutos de exposição gratuita na Globo. E vive atualmente nas capas do PIG. Ótimo, o PIG está ajudando na divulgação do nome de Dilma e em sua promoção. Com o apoio de Lula será eleita no primeiro turno.
PD, desculpa pela acusação de censura, diga-se de passagem, infundada. Errei o email e o sistema não aceitou.
Milico na reserva é paisano, seus cacarejos não contam.
Além do que, essa milicada bunda-mole se esconde nos gabinetes e mandam os conscritos dar a cara a tapa nos conflitos.
Ou então ficam nos blogs vomitando arroubos de valentia protegidos pelo anonimato…
Cesar Maia?
Quem?
Não conheço não…
Aliás, a quanto tempo o Rio de Janeiro está sem prefeito mesmo?
Esse tal Cesar Maia poderia pegar uma bomba de flit e sair pelo Rio matando mosquito.
Seria mais produtivo que ficar arrotando besteirol sem fim.
Dengue? No Rio?
Ou DEM-gue?
“…Reys, aquele que negociava, …”
Hmmmmm…..Bem melhor ‘aquele que sequestrava ..” e não sequestra mais.
E segundo o NSCA, PD não discute os textos, “penas’ apresenta. Ele nunca faz intervenções aqui nénão?!?!?
E D ilma é reponsável pelo dossiê, e fim de papo. Caso seja devidamente provado, ou vai ser outra do discurso “não viu, não sabia e foi traída?”. E ela que não conte com o apoio indoncicional de Lula não; ele não vai morrer abraçado com ninguém que seteja afundando, vide José Dirceu. No máximo ele aceitará demissão, ela continuará no partido e ele fará um discurso de despedidad do ministério alegando que ela não tem culpa de nada. Este ano Elio Gaspari escreveu em sua coluna sobre alguém muito próximo de Lula que teria dito ‘em 30 anos Lula nunca apoiou ninguém.” ,,,,,,
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