A nova legislação, na Califórnia, exige que toda construção residencial erguida a partir de 2020 tenha gasto zero de energia. A partir de 2030, a regra vale também para as comerciais.
Gasto zero de energia?
Zoka Zola, uma premiadíssima arquiteta croata que vive em Chicago tem um projeto em construção. É a Glass and Bedolla House, uma casa de três andares que produz toda a energia consumida ao longo do ano.
Há três tipos de gerador de energia. Um geotérmico – aproveita o calor do solo –, painéis solares e moinhos de vento. Evidentemente, nada é tão simples. Com o apagar e acender de luzes, aparelhos eletrônicos diversos, aquecimento para inverno com neve, a energia consumida por uma família de classe média norte-americana não é pouca.
É onde entra a arquitetura. O local onde a casa está sendo construída foi estudado por um ano. Zola e sua equipe documentaram onde o sol bate, a que horas, em que estação. A casa é toda é recortada por grandes janelões de vidro móveis. Durante o verão, abertos, eles ventilam e refrescam o espaço. Uma árvore ao sul, cuidadosamente alocada, faz sombra. No inverno, o sol atravessa as janelas e esquenta o concreto imposto no interior, aquecendo o espaço.
É uma casa iluminada o dia todo, enquanto há luz do sol. As paredes externas são cobertas por trepadeiras, o telhado por grama, musgo e ervas. Fazem isolamento térmico.
A idéia é inspirar. Uma pista de como serão as casas no futuro.






61 Comentários até agora ↓
1 confetti // 1/April/2008 às 16:35
meu sonho ecologico pra poupar mother earth
2 Pilha // 1/April/2008 às 16:40
Não vi o link, mas adorei a notícia. É o oposto do que vemos por aqui: pensar que em Brasília, por exemplo, o Congresso parece um Bunker, com luz e ar artificial o ano todo… Aqui no Rio estou trabalhando numa toca. Pertinho da Av Beira Mar… quá quá quá…
3 confetti // 1/April/2008 às 16:43
a california tem dado exemplos de como viver “clean”… schwarzenegger mudando suas prioridades, ja anda de carro hibrido e eletrico…respeitando suas promessas eleitorais de 2006….e a california é campea de energia “eoliennes”….otimo !
nao ta muito off nao né pd ?
4 Pilha // 1/April/2008 às 16:47
Aqui parece que ainda não aprenderam nem as teorias de cores de ambiente, para não falar que desconhecem ergonomia. Alguns ônibus da Breda, aqui do Rio, uma época lançaram música ambiente… só que ia na altura e no gosto do motorista, não havia o critério da “música do elevador”, “música do dentista”. Na época, sempre que utilizava um transporte destes, ligava para reclamar, e respondiam que “era uma questão de gosto”.
5 Antonio M // 1/April/2008 às 17:03
E já dicuti em outros blogs com esquerdobas e os mesmos disseram que energia solar e eólica não tem futuro. Vai entender ….Será que é por dar certo nos EUA e precisam exercitar o anti-americanismo ?!?!?
Ahhh se o Al Gore tivesse conhecimento dessa casa antes! Não teria ido morar naquela que consome em um mês o mesmo que consome um lar médio americano em um ano ….. Mas o livro e o filme venderam bem então tudo bem nénão ?!?!?
6 Clara // 1/April/2008 às 17:04
Uma pista de como serão os rombos do “sub-prime” no futuro, e as pessoas perdendo as suas casas de energia zero…
7 confetti // 1/April/2008 às 17:07
antonio, na europa tbm tem muita energia solar e eolica….e nuclear…((
8 Radical Livre // 1/April/2008 às 17:14
Confetti,
apesar de o arnoldo andar de carro híbrido, ele vai para o trabalho de jato particular, como pode ser visto neste link do latimes:
http://www.latimes.com/news/local/la-me-arnold7mar07,0,2891674.story
não muito ecológico, né?
9 Rodrigo // 1/April/2008 às 17:18
Zoka Zola Zero! A pretinha! Yeeeeeeeeeeeeeesssssssssssss!
10 confetti // 1/April/2008 às 17:24
eu sei rad, mas antes era jatinho E 4×4…agora o 4×4 ja dançou….progresso….))
11 Antonio M // 1/April/2008 às 17:45
É verdade Confetti, parece que Alemanha é líder ou um dos ….
12 Zé Bush // 1/April/2008 às 18:15
well….muita coisa ‘inventada” por aí não passa de viadice de eco-chato deslumbrado. Claro que a luz do ambiente pode e deve ser aproveitada ao máximo, mesmo que o Niemayer não suporte luz natural e prefira fazer seus bunkers insalubres.
Mas em regiões frias a coisa não anda.Frio só se combate com calor, seja gerado por energia elétrica ou pelo….fogo, como faziam nossos antepassados uns 2 séculos atrás.
Energia solar fotovoltaica ainda é caríssima, sendo um luxo para poucos. Além de não compensar financeiramente, a construção dos materiais (metais nobres) exige muita….energia!!!!
Quanto a energia eólica, parece ser mais viável para pequenas comunidades ou instalaçoes isoladas, mas também não compensa, pois é caríssima e seu aproveitamento não “vale a pena”.Além de só poder ser captada em regiões onde vente forte.Se for para “transporta-la” para outras regiões fica inviável, pois exige redes de transmissão caríssimas.
13 aiaiai // 1/April/2008 às 18:29
Zé Bush,
De onde você tirou essas suas conclusões de que nada vale a pena??? Quais são as suas fontes?
Eu tenho informações de gente que estuda muito o assunto e não tem nada de ecochato, mostrando exatamente que existem vários caminhos que podem sim valer a pena. É questão de tempo e investimento.
Quando inventaram a siderurgia, um bando de gente apegada aos seus “conceitos” também achava que fazer aço não valia a pena, era muito caro, blábláblá. Isso sim é que é ser chato.
Espero suas fontes!
14 Zé Bush // 1/April/2008 às 18:34
well….além do mais, essa idéia já nasce errada do berço. O uso de energias alternativas (vento, sol,etc) para CASAS é plenamente inviável. O que faz uma energia “viável” é o seu emprego útil (viabilidade) e não unicamente a sua concepção inovadora.
Essas energias alternativas podem até ser viáveis para edifícios residenciais ou conjuntos habitacionais de pequenos imóveis, onde o alcance e a utilização “compensa” o investimento, pois esse é diluído entre os vários utilizadores.
15 Zé Bush // 1/April/2008 às 18:38
well,aiaiai…tente montar um sistema de energia elétrica fotovoltaica (solar) na sua CASA.Voce vai chegar a conclusão que será preciso uns 20 anos para o investimento começar a compensar no seu distinto bolso.
16 Burn the Witch! // 1/April/2008 às 18:38
Produzir a própria energia? Como diria o John McClane, “Fucking California!”
17 Marcos Araújo // 1/April/2008 às 18:39
Beleza, né? E quanto custaria uma casinha dessas? Quem poderá comprar? Classe média alta, ricos? E com ficam os chicanos, os negros, a classe sem tutu? Pois nao Califórnia também tem, sabiam? (tem de tudo nos “estaites”). Morarao debaixo das pontes, viadutos, em estacionamentos subterrâneos?
Casa do futuro? Talvez. Para quem tem grana.
18 Gabriel // 1/April/2008 às 18:41
Confetti, energia nuclear nao eh exatamente um problema ecologico. Hoje tecnologias modernas podem fazer uma usina funcionar com combustivel nuclear praticamente esgotado (o que permite que uma usina use seu combustivel com muito mais eficiencia e por muito mais tempo e seguranca). Os problemas na verdade sao 1) paranoia (justificada ou nao) de explosao. 2) politico. 3) seguranca (no sentido militar da palavra).
Nao ha no mundo, nem havera tao cedo um combustivel cujos gastos diretos sejam tao baixos quanto o fossil. A melhor opcao para geracao de energia em massa tanto em custo (direto e indireto) quanto em termos ecologicos eh ainda nuclear.
Fusao de hidrogenio, pilhas de alcool, reatores de agua, nada disso ainda eh barato suficiente em precos diretos ou indiretos (repito sempre esse fato, porque, por exemplo, o preco indireto do petroleo eh muito mais caro que os u$ 100 por barril que se paga nos mercados. Preco politico, militar e ecologico a serem pagos torna tudo muito, muito mais caro).
Por falar nisso, a California contratou uma empresa israelense para produzir energia solar. Uns 4.3 bi de dolares de contrato para os proximos anos. Sistema genial criado por essa empresa. E aqui em Israel? Com tanto sol? Pois eh… energia eletrica a carvao…
19 Marcos Araújo // 1/April/2008 às 18:56
Zé Bush: “…Mas em regiões frias a coisa não anda.Frio só se combate com calor, seja gerado por energia elétrica ou pelo….fogo, como faziam nossos antepassados uns 2 séculos atrás.”
Zé: Existe também o que se chama de “heat pump”, mais baratas e mais eficazes que um sistema baseado em células fotovoltáicas. E que nao sao “viadice de eco-chato” de deslumbrado”, como você afirma.
Uma heat pump utiliza água subterrânea tanto para refrescar como aquecer uma casa em países frios. No veräo retira o calor da casa e o transfere para a água; no inverno retira o calor da água subterrânea (sempre acima de uns 4-5 graus C° mesmo no inverno mais frio) e o transfere para o interior da casa. Produz-se pouquíssima poluiçao no processo; somente a pouca energia necessária para fazer funcionar a heat pump.
Estas sao bem mais eficazes em países nórdicos onde o sol e energia hidráulica säo um luxo e para quem näo pode também se dar ao luxo de mandar instalar uma turbina a vento no pequeno quintal da casa ou no topo do apartamento :o))
Na Islândia existem lençóis de água quente pra todo lado, alguns quase ao ponto de ebuliçäo, de onde, por meio de heat pumps, a maioria dos islandeses retiram todo o calor que necessitam para aquecimento de casas e prédios durante o duro inverno.
20 Julio Augusto // 1/April/2008 às 19:03
E quanto vão custar essas casas? Milhões. Duvido que consigam fazer construções populares, para centenas de pessoas, com gasto zero de energia.
Isso é para os milionários continuarem voando em seus jatinhos sem se sentir culpados — gastando em meia hora de vôo muito mais energia do que estão “economizando” em suas casas…
21 Prøftël // 1/April/2008 às 20:08
Isso que eu chamo d’um primeiro de abril bem aplicado.
Putz.
A trabalheira que dá, meu, a porra da energia precisa ser armazenada nalgum canto, geralmente em baterias, dá-lhe chumbo, ácido e o skambau.
A geotérmica com utilização maciça do lençol freático já tá sendo questionada, Caldas Novas apresenta diminuição do calor d’água de tanto encherem piscinas, fora que precisam buscar a dita água quente cada vez mais fundo.
Ô povo, não tô com saco de ficar falando mais sobre esse troço hoje, cabei de chegar do trampo e a cabeça tá muito quente, se bobear tô dando choque e dá pra ligar o computador no nariz.
:-)
22 Pax // 1/April/2008 às 20:11
Grande Gabriel, bom vê-lo de volta. As usinas nucleares de 4a geração prometem. Limpas e seguras.
A gente podia se aprofundar nesse ponto, invocar o Bruno Motta, sei lá, gente da área pra nos falar sobre o assunto.
A casa é duca.
23 Gerson B // 1/April/2008 às 21:51
Claro que é cara, mas é um modelo a ser seguido, indicando o caminho. Um começo. Com o tempo as tecnologias ficarão mais baratas e eficientes.
24 Guilherme // 2/April/2008 às 0:01
A energia do futuro será gerada pelo combustível do futuro: Hidrogênio.
Limpo, inesgotável, presente em qualquer lugar.
A tecnologia ainda está engatinhando, mas quando estiver bem desenvolvida, tudo isso vai pro museu: combustíveis fósseis, biocombustíveis, moinhos de vento, placas para energia solar, carvão, tudo.
E a Islândia é o laboratório e a cobaia. O problema é o de sempre: é preciso muita grana, bilhões de dólares para desenvolver essa tecnologia; e quem tem dinheiro e está investindo nisso, em parceria com o governo de lá são as grandes companhias de petróleo. Aí, já viu.
25 Gabriel // 2/April/2008 às 1:29
Uma casa que consome energia zero nao eh, obrigatoriamente, uma casa que gere toda energia que consome o tempo todo. Eh uma casa que na media nao consome nada. Quando ninguem esta usando energia, ela eh vendida para a rede eletrica. Quando nao ha fontes de energia presentes (sol, vento, combustivel) a casa toma de volta da rede eletrica. No total a soma eh zero.
E mais; nao ha qualquer necessidade de gerar energia por conta propria. Pode ser feito tudo de forma comunitaria, como geradores eolicos para cada tantas casas, aquecimento (e refrigeracao) compartidos por varios imoveis, bairros comprando energia de outros bairros (ou cidades) e assim por diante. California ta certa, que de forma criativa sim se pode controlar o gasto e o uso de energia de forma barata sem evocar por tecnologias que ainda nao existem ou nao funcionam muito bem.
Pax, estou sempre por aqui. Mas para nao parecer um doente terminal de Tourret, eu prefiro ficar quieto no meu canto :-].
26 Dino 5,4 % // 2/April/2008 às 1:41
Bom gente, o negocio é o seguinte… dezenove não é vinte, infelizmente o Zé busheta está correto e o proftel também, painéis fotovoltaicos alem de caros produzem pouca eletricidade, é necessário uma área bastante grande para termos uma quantidade interessante, segundo problema é que é fornecido corrente continua e os aparelhos de uma residência funcionam com corrente alternada em sua maioria, alguns que usam motores universais como aspiradores, liquidificadores, enceradeiras (alguém ainda usa isso?) funcionam com AC e CC, essa questão pode ser resolvido com um inversor transformando de CC para AC, só que ocorre outro problema, à noite quando mais necessitamos não haverá eletricidade, então é necessário acumuladores, isso é baterias, vazamentos, explosões e novamente espaço são os problemas de um banco de bateria. Não esperem muito do desenvolvimento da tecnologia nessa área,(acumuladores) ela inclusive freia a miniaturização de muitos aparelhos eletrônicos atuais. Geradores eólicos então, são caríssimos, mesmo os menos potentes são demasiado grandes, trabalham em baixa rotação por isso tem pás enormes, necessitam de um regime regular de vento razoavelmente forte, somente é possível ter um gerador desses em um sitio, mas é uma solução mais viável podendo inclusive vender para o sistema elétrico o excedente. O mais inteligente para quem não tem alguns milhões para se transformar em alguém ecologicamente correto é racionalizar, isso é utilizar a eletricidade e água de modo racional, o chuveiro de uma casa é o primeiro fator de consumo, isso pode ser bastante diminuído em um país como o nosso de abundancia de sol, com um aquecedor solar, e guardada em um boiler, os chuveiros devem ser substituídos pelos que tem controle eletrônico de temperatura para que não se controle a temperatura com pressão excessiva de água. Os refrigeradores segundo item de maior consumo, devem se possível serem novos, compressores antigos consomem sem eficiência frigorigena 50% a mais de corrente. Lâmpadas florescentes para iluminação e outros detalhes fazem um uso bastante racional e diminuição de despesas sem gastos astronômicos.
27 Caramuru Goldstein // 2/April/2008 às 1:44
Gabriel meu irmão sionista,
é com grande desprazer que eu Caramuru Cano observo a sua volta a esse espaço decrépito do companheiro Pedro Doria.
Eu como semita khazar mais experiente do pedaço devo corrigir o companheiro em relação a essas abobrinhas que o camarada escreveu.
Israel há muito vem trabalhando arduamente em um projeto secreto e revolucionário de geração de energia limpa. Infelizmente o projeto vazou e não levará muito tempo para que vá parar nas nas páginas da Caros Amigos, aquela revolucionária revista em que o companheiro Bourdokan denunciou em Dezembro de 2002 a extração de orgãos de jovens palestinos.
Portanto com o intuito de passar a perna no companheiro Georges e revelar ao mundo em primeira mão a nova arma nazi-israelense devo revelar ao companheiro Gabriel que nós anti-semitas khazares estamos a pesquisar:
Trata-se das duas variedades da energia palestólica conhecidas como térmico-passiva e moto-ativa.
A primeira opção já descartada por não ser muito ecológica, libera toneladas de carbono na atmosfera oriundas da queima de matéria prima.
Já a segunda tem o enorme potencial de revolucionar a geração de energia e vem atraindo a atenção dos chineses e indianos.
Na energia palestólica moto-ativa, crianças, jovens, idosos e deficientes palestinos são transferidos para Gaza Plus, um novo modelo de gaiola sionista equipadas com rodinhas atreladas a bobinas (muito parecidas com gaiolas para hamsters).
Antes que os companheiros bolivaristas humanistas do pedaço comecem a reclamar alerto que como não poderia deixar de ser, as gaiolas foram construídas em conformidade com as regras da OMS, OMT e supervisionadas por fiscais da UE.
grande abraco
28 confetti // 2/April/2008 às 3:10
gabriel #18, energia nuclear eu uso e abuso ! na frança 78% da eletricidade vem dela….mas e o lixo radioativo ? aqui produzimos 1kg/pessoa/ano…la hague trata mas nao elimina, parece safe, os cientistas vigiam de perto, as pesquisas avançam,etc…MAS NOS MORREMOS DE MEDO !!
nao vem me falar de noia que eu grito ! ((
29 confetti // 2/April/2008 às 5:14
dino, discordo de tudo ! energias alternativas sao o futuro, dependeremos delas, so delas em 50 anos, ou antes ! as pesquisas fundamentais avançam à passos de gigante…por enquanto, realmente tudo é carissimo e parece impossivel…mas sejamos visionarios, energia alternativa é viavel ! pena que daqui 50 anos eu terei voltado ao pò….((
30 confetti // 2/April/2008 às 5:18
aqui um link interessante, dino
http://ec.europa.eu/energy/res/sectors/photovoltaic_en.htm
31 aiaiai // 2/April/2008 às 5:18
zé bush, parece que vc tá só chutando mesmo…provavelmente algum amigo não conseguiu fazer na casa dele e vc está replicando a informação que ele te passou …então tá né?
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Ou será que vc leu na Veja? kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
32 aiaiai // 2/April/2008 às 5:19
Bom dia Confetti, tudo certim por ai?
Já cedo lutando para essa gente não confundir FUTURO com depois de amanhã! Luta inglória, mas alguém tem que fazer.
saudações
33 confetti // 2/April/2008 às 5:23
salut aia ! olha o off ! hahahahah
34 Antonio M // 2/April/2008 às 8:36
O assunto é polêmico mesmo:
Energia eólica decepciona no combate à emissão de gases do efeito estufa
http://energiacc.blogspot.com/2008/02/energia-elica-decepciona-no-combate.html
Sem oba-oba e com demenada pode vir a ser uma parte da solução mas, sozinha fica impossível viabilizar-se.
35 Antonio M // 2/April/2008 às 8:39
Mais uma alternativa:
04 de fevereiro de 2004 - País começa a explorar energia do mar
http://www.gabeira.com.br/noticias/noticia.asp?id=136
“…O custo dessa energia, disse, é equivalente ao das usinas hidrelétricas. A previsão dos técnicos é que, para produzir 1 MW, seriam necessários investimentos de US$ 1 bilhão….
…Com 8,5 mil quilômetros de costa e grande concentração urbana próximo ao litoral, o Brasil tem condições propícias para desenvolver esse tipo de energia, diz Estefen. A energia das ondas poderia complementar a energia eólica, pois geralmente bons ventos propiciam boas ondas. O Ceará, por exemplo, é pioneiro na utilização da energia dos ventos. O Estado tem três parques eólicos, com capacidade para gerar 17,4 MW.”
São precisos planejamento e investimentos com a participação de universidades, govrnos e iniciativa privada. Se formo ficar esperando somente por algum PAC, vamos perder o bonde novamente……
36 Antonio M // 2/April/2008 às 8:40
errata: “…Se ficarmos esperando somente por algum PAC, vamos perder o bonde novamente…”
desculpem.
37 Rodrigo // 2/April/2008 às 9:07
E onde será que estão os nossos “liberais” empreendedores nestas horas?
38 confetti // 2/April/2008 às 9:13
alo h do plano ! ta tudo dormindo…))
39 confetti // 2/April/2008 às 9:15
ant m é mesmo ! “os verdes” deviam investir na energia…a agua ja é nossa ! grandes espaços e muita luz, tudo à disposiçao….so falta…disposiçao !
40 Antonio M // 2/April/2008 às 9:34
Rodrigo, estão esperando que o governo tenha agência reguladoras decentes para que tenham perimissão para investir …..
“Rondônia vai ter a primeira usina de briquetes do Ibama para produção de energia
Segundo informações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e
dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o município de Pimenta Bueno será
o primeiro município de Rondônia a construir uma usina de compactação de
briquetes de alta densidade e qualidade, produzidos a partir do lixo
madeireiro (pó de serra e pedaços descartados nas serrarias), para geração
de energia elétrica de baixo impacto ambiental proveniente da biomassa
vegetal. …”
Falei sobre essa possibilidade dos bríquetes com os esquerdobas Surf e Marcelo que riram dessa possibilidade.
Luditismo pouco é bobagem…..
41 Dino 5,4 % // 2/April/2008 às 10:49
Confetti, desculpe, mas eu sou por formação engenheiro elétrico, especialista em produção e transmissão de eletricidade. A produção de energia a nível nacional é lógico que pode ser diversificada conforme características regionais, isso sempre alivia o sistema e diminui a necessidade de construções de grande porte para acompanhar a demanda. Acontece que o sistema é e tem que ser composto em sua maioria por grandes usinas, sejam elas hidroelétricas ou nucleares.
Mas o post era sobre uma casa auto suficiente em energia elétrica e isso em locais como grandes centros urbanos é inviável por enquanto, um gerador eólico, por exemplo, não pode ser miniaturizado, ele depende de sistema de redução e freio, alem do gerador bastante sofisticados, que possibilitam manter a produção elétrica na frequência da rede no nosso caso 60 Hz, independente da oscilação da velocidade do vento, por esses detalhes e diversos outros, esses geradores são caros e com pás enormes o que não é de tudo simples colocar em uma casa em uma metrópole. Então ao invés de achar toda babaquice de solução high tech o maximo, o que pode ser feito é racionalizar. Se você acha que isso é pouco saiba que o desperdício de água em São Paulo chega a mais de 30%. Da para abastecer Paris se bobear.
Quanto aos onanistas de plantão que tiveram a ousadia de atacar as obras de um dos mais famosos arquitetos do mundo, sem saber sequer limpar o rabo direito, lembrem que uma casa não passa de um abrigo feito uma caixa de concreto, o resto é estilo. E estilo na época ele tinha até de mais, sendo um vanguardista. É lógico que hoje existe soluções de iluminação, ventilação e etc que não eram disponíveis no tempo em que foram construídos. Mas se querem achar algo anti ecológico e anti racional, critiquem os atuais arquitetos americanofilos, baba ovos, que constroem torres de vidro em um país ensolarado como o nosso e depois colocam toneladas de equipamentos de refrigeração para amenizar o “efeito estufa”. Tudo pela beleza externa e a galera ignorante aplaude…
42 confetti // 2/April/2008 às 11:10
pow !! dino, vc ta coberto de razao quem sou eu pra discordar de um especialista, mas mantenho que em algumas decadas tudo sera diferente, pq nao temos outra saida !)
43 Gunnar // 2/April/2008 às 11:22
Racionalização é a palavra. Essa onda de pseudo-ambientalismo que tomou a grande mídia nos últimos tempos me dá ânsia de vômito.
É indústria automobilística prometendo carro movido a sei-lá-o-que, supermercado aderindo a sacola plástica bio-degradável, empresa de celulose com selinho verde, petrobrás prometendo plantar X árvores para cada litro de petróleo…
é ridículo. Isso não é atitude ecológica. É marketing, não passa nem raspando no cerne do problema.
É que nem combater o fumo substituindo o Marlboro vermelhão por light.
A Época dessa semana é “verde”. Uma palhaçada do começo ao fim. Esses idiotas fazem um total desserviço à causa ecológica, ao mesmo tempo em que sua visibilidade privilegiada enubla as ações reais e os autênticos defensores da natureza.
Começou com o IMBECIL do Al Gore.
É muito triste.
44 Gunnar // 2/April/2008 às 11:24
melhor: “é que nem combater o câncer de pulmão substituindo o Marlboro vermelhão por light.”
45 confetti // 2/April/2008 às 11:27
gunnar, triste é vc ser tao obtuso ! eu hein….
(ok, desculpe…((
46 Gunnar // 2/April/2008 às 11:28
Racionalização é muito mais do que reduzir o consumo disso e daquilo; é uma mudança brutal na maneira como entendemos o meio-ambiente e nossas relações com ele.
É entender que o meio-ambiente não é só mais uma variável dentro da Economia, mas ao contrário: nós e nossa economia é que somos uma variável subordinada (?) ao meio-ambiente, moralmente inclusive.
Mas adiante, vamos lá, fomentar o tal do “crescimento econômico infinito absoluto e eilimitado” até o dia em que for tarde demais.
Obscurantista? Homem das cavernas? Chamem do que quiser. O fato é que, do jeito que tá, tá dando errado.
47 Gunnar // 2/April/2008 às 11:30
confetti, não se iluda.
Não existe “carro ecológico”. É uma contradição em termos.
E assim por diante. O buraco é bem mais embaixo.
Essa “onda verde” que toma a grande mídia e a publicidade atualmente é uma tentativa da indústria de absorver e com isso destruir o real ambientalismo, aproveitando ainda para fazer um belo de um marketing.
48 confetti // 2/April/2008 às 11:33
gunnar, vejo resultados todo dia do que vc chama de “puro marketing” ! vc sabe quantos anos a natureza precisa pra assimilar um saco plastico ? informe-se e vai entender o quanto importante sao os bio degradaveis ! carro eletrico nao solta ozonio, etc….
49 confetti // 2/April/2008 às 11:35
pode me chamar de ‘iludida”, mas faço minha parte com responsabilidade ! preservo para quando eu nem estiver mais aqui…blade runner pra mim, so o filme…
50 Gunnar // 2/April/2008 às 11:39
confetti: sabe quantos anos demora para a natureza assimliar… SACO NENHUM? Já pensou em fazer suas compras de mochila ou sacola não-descartável?
Carro elétrico congestiona a cidade do mesmo jeito. E não existe emissão-zero. Já pensou em ir de bicicleta, organizar sua vida de modo a poder reduzir as distâncias dos deslocamentos diários, etc?
E isso é só o começo…
51 confetti // 2/April/2008 às 11:50
justamente !! suas sugestoes fazem parte do que chamamos ” atitudes ecologicas”….essas mesmo que vc chamou de bobagem….))
52 Gunnar // 2/April/2008 às 13:54
Errado. Chamei de bobagem essa iniciativa por parte das empresas, simplesmente porque é FALSA e contraproducente.
Bem diferente de atitude individual.
Esse marketing verde serve para o cara alugar a consciência, para poder continuar levando a vidinha de sempre deixando o problema por conta das “empresas boazinhas”.
53 Antonio M // 2/April/2008 às 14:41
Gunnar, veja o lado bom: Para que uma empresa seja considerada “boazinha” deve receber algum tipo de certificação ISO 14000, selo de qualidade, procedência, emissões, consumo de energia com a participação da sociedade via educação para o consumo consciente, IDEC, Procon etc.
Mkt não é algo ruim, é uma ferramenta que as empresas tem a seu dispor e quando o consumidor deixa de comprar por causa de alguma inconformidade, pode até mesmo destruir uma marca ou quebrar empresas.
Vi uma reportagem na Inglaterra onde comércios como ‘Cafés’ recebem selos para expor nas portas, dizendo que estão livres 100% de produtos transgênicos. Polêmica à parte, creio que deveria ser assim, com o consumidor fazendo suas escolhas conscientemente e a produção/comercio se adequando e respeitando o mercado, cujas vontades/necessidades/expectativas são identificadas pelo mkt.
54 Gabriel // 2/April/2008 às 15:03
Dino, Gunnar, outros, nao sei deste projeto especifico. Mas de uma maneira geral, qualquer projeto (serio) de consumo zero de eletricidade tem como base 2 pontos principais. 1) Producao zero eh uma questao de media anual. Voce (ou sua casa) produz a mesma quantidade de eletricidade que consome ao longo do ano. As vezes se produz mais, as vezes menos. 2) A unidade de calculo nao precisa ser obrigatoriamente uma residencia. Pode ser um grupo de casas, um edificio, uma quadra, um bairro inteiro, uma pequena cidade. Ou seja: esta soma zero da premissa 1 pode ser eventualmente calculada na conta de luz de um grupo de residencias.
Isso muda bastante todos os porens tecnicos exibidos anteriormente, porque todo o grupo ainda esta conectado em uma rede eletrica. A diferenca eh que agora o grupo nao eh apenas consumidor de energia, mas tambem gerador.
Mudam tambem os habitos. No momento em que cada unidade se torna responsavel por ela mesma quanto a producao de energia eletrica, as regras de consumo mudam tambem. Imagino que toda a maneira de organizar uma pequena sociedade mude bastante.
Tenho uma teoria de que leis capitalistas bem aplicadas poderiam dar conta do assunto sem alardes. 1) aumentar o preco da energia assustadoramente. 2) cada kw produzido pela unidade recebera o reembolso de 110% (por exemplo) do preco da eletricidade.
Se voce produz mais eletricidade do que consome, vai lucrar com isso. Quem abusa do uso acaba pagando muito dinheiro (que financia todo esse sistema e mais pesquisas). Ha a necessidade de muita regulamentacao para evitar engracadinhos que acabam usando gerador diesel, roubos e outros atravanques afins.
55 Antonio M // 2/April/2008 às 15:13
Gunnar, é justamente isso. Como é a solução para o trânsito de São Paulo.
Falam que a solução é o metrô. Não é a solução, é a parte da solução. Precisam continuar com os corredores exclusivos (exclusivos de verdade) para ônibus, investir nos trens, rodoanel, taxi, ciclovias para irmos em diração da solução verdaderia. Um sistema de transportes e não A solução milagrosa e única baseada e apenas um ou dois meios.
E assim deverá ser na geração de energia.
56 Dino // 2/April/2008 às 20:13
Gabriel comprar por 110% o excedente de produção elétrica, criará uma quantidade tão grande de gente disposta a fraudar e vender a eletricidade da própria concessionária para ela mesma. Que acarretará uma despesa gigantesca com policia, promotores, juizes, prisões e etc… Pó! Isso aqui é Brasil… Melhor pagar o preço de mercado e subsidiar a construção de sistemas alternativos.
57 Dalborga // 2/April/2008 às 22:49
isso ai!!! aos ecochatos, muito melhor é desenvolver tecnologias para reduzir o aquecimento global e etc, do q ficar enchendo o saco para q as pessoas levem suas proprias sacolas ao supermmercado e outras idiotices.
58 Dalborga // 2/April/2008 às 22:58
Caramuru,
para gerar energia em gaza, alem de seu projeto israelense para as criancas, sugiro q as mulheres palestinas tambem fiquem correndo em rodinhas com bobinas q gerem energia.
seriam mais de 1 milhao delas.
afinal, elas nao podem trabalhar, nao podem dirigir. sexo, só para procriar, claro, nao teria outro motivo ja q seu clitoris ja foi retirado aos 8 anos de idade.
nem intervalo teria, ja q nao tem graça tomar cafezinho se também é proibido fumar um narguile.
59 confetti // 3/April/2008 às 5:27
eu nao dissocio a atitude empresarial da individual nesse assunto especifico da ecologia ! deve ser pq na europa o senso civico existe fora da copa do mundo ! pra eu poder usar coisas biodegradaveis ou carros emitindo menos ozonio, alguém tem que fabrica-las….nao ? e tbm acho indispensavel campanhas oficiais de sensibilizaçao ecologica…
60 Alexandre Balthazar // 8/April/2008 às 15:23
Realmente a idéia é boa, não quer revolucionar o mundo mas pretende ser uma vitrine. Temos que apoiar projetos - piloto de sustentabilidade, quanto mais melhor. Em Cachoeiro de Itapemirim, no Centro Universitário São Camilo - ES estamos implantando uma vitrine de tratamento de esgotos, isso mesmo, como um jardim… se trata de preparar as bases para o reuso de água… posso passar mais dados no http://www.reurbanize.blogspot.com
61 Raspucha // 10/July/2008 às 11:43
o zé bush é um filho de uma puta que da o cu porque a mãe dele roda a bolsinha de esquina a esquina e só pode ser filho da puta msm que poem o username caipira de ZÉ BUSH
toma essa e fica com o troco seu boquetero viadooo
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