Fitna e o novo fascismo europeu
Fitna foi ao ar, na Internet, no último 27 de março, quinta-feira. Está causando algum rebuliço na web conservadora – e, como de hábito, alguns de vocês vêm me cobrando a notícia pelo email e pelas caixas de comentários. É um filme anti-islâmico de 15 minutos de responsabilidade do deputado holandês Geert Wilders.
E é uma espécie de Mein Kampf, de Protocolos dos Sábios do Sião.
O objetivo de Wilders, um político ultra-direitista, é mostrar que em vários trechos do Corão está a pregação da violência; e que muitos clérigos muçulmanos pregam a violência. O Islã é isso, ele quer dizer. É um filme sádico, com cenas da execução de reféns de terroristas que busca apresentar a fé seguida por1 bilhão de pessoas no mundo como fundamentalmente má.
Não apenas a caracterização do Islã como o mal encarnado é simplista como também é errada. O Partido Libertário Popular holandês, que Wilders lidera, é a nova encarnação de um movimento tipicamente europeu. Não hesita em falsear a história com o objetivo de apresentar todo um povo como o responsável pelos males correntes.
Todas as suras que ele pesca do Corão, evidentemente, podem ser encontradas lá. O Corão não nega suas origens judaico-cristãs. Do Deuteronômio ao Livro de Josué ao Gênese, os livros sagrados de judeus e cristãos estão recheados de recomendações não só à violência contra quem é diferente e tem crenças diferentes como até ao genocídio. A história do cristianismo é uma de intolerância. E a do Islã está farta de momentos de tolerância.
É preciso compreender, sim, porque movimentos intolerantes islâmicos estão em alta no mundo. Não é por algo inerente à religião e sim por decisões equivocadas em série do Ocidente. Duas destas foram particularmente graves.
A primeira vem de princípios do século 20, quando o Império Britânico decidiu colocar os seguidores de uma seita minoritária que caminhava para a extinção no comando das cidades sagradas de Meca e Medina. Aos wahabitas da família Saud foram dados de presente, numa só canetada, a cidade que todo muçulmano tem que visitar ao menos uma vez na vida e as maiores reservas de petróleo conhecidas do mundo. Faz meio século que eles pegam o dinheiro do petróleo para financiar a construção de mesquitas em todo o mundo para divulgar sua visão arcaica e totalitária de uma religião muito mais variada do que isso. São mesquitas suntuosas que transformaram-se nas principais fontes de informação sobre o Islã no mundo.
Por que dar este presente aos Saud? Os britânicos tinham medo de dar tanto poder à família Hashemita, muito mais sofisticada, guardiões históricos de Meca e Medina, descendentes do profeta. Londres calculou que os Sauds seriam facilmente manobráveis.
O segundo erro grave é bem mais recente e recai sobre as mãos de um determinado grupo de estrategistas republicanos liderados por Dick Cheney e Donald Rumsfeld que tiveram poder nos governos Ford, Reagan e Bush, o atual. Com sua visão simplista que consideravam sofisticada do Oriente Médio fizeram uma política de identificar inimigos e financiar seus opositores. Assim, dinheiro aos sunitas para combater os xiitas do Irã. Dinheiro aos futuros Talibãs para combater a URSS. Dinheiro a Saddam Hussein para combater o Irã. Dinheiro aos sauditas, sempre. É assim que nasceu a al-Qaeda.
Não é apenas porque não compreende o Islã que o filme fascista holandês é simplista. É também porque considera os problemas dos jovens muçulmanos na Europa e no Oriente Médio equivalentes. Não são – e nem de perto.
Os rapazes que se juntam a grupos radicais ou terroristas no Oriente Médio não conhecem o Ocidente, foram criados no mundo islâmico e vivem, na maioria das vezes, sob ditaduras. Ali, cada país tem sua própria história.
Na Europa, os jovens radicais são em geral netos de migrantes. Já não falam o árabe – ou turco, ou seja lá o que for – familiar e nem se integraram à Europa. São vítimas de preconceito, são pobres. A volta à mesquita que seus pais abandonaram é uma busca por raízes. Juntam-se a grupos radicais como jovens de origem mexicana se reúnem em gangues em Los Angeles. E recorrem à violência. Em alguns casos, se transformam em criminosos, evidentemente. Mas achar que o Islã é o que os leva à violência é um erro. O Islã é a desculpa. Um jovem violento neto de marroquinos na Holanda e um militante do Hamas e um jovem Talibã não têm muito em comum.
Como é típico dos políticos fascistas, Wilders é também demagogo. Não foi por querer divulgar suas idéias a respeito do Islã que fez Fitna. Foi para provocar. Quer uma reação, quer bandeiras queimadas. Quer aparecer. E sabe que tem chances.
Logo no início do filme, apresenta a caricatura dinamarquesa de Maomé com o turbante bomba. Kurt Westergaard, o cartunista que o desenhou, está cogitando processar por quebra dos direitos autorais. Enquanto isso, o Partido Nacionalista Tcheco ofereceu solidariedade ao deputado cineasta. Partido Nacionalista Tcheco? Defendem pureza racial e tudo.
Ainda sobre o assunto:
- Racismo europeu entre o Holocausto e o Islã Noah Feldman, do Council of Foreign Relations e da Escola de Direito de Harvard, não é o primeiro a sugerir...
- Islã globalizado e os terroristas convertidos Um estudo alemão, publicado pela revista Der Spiegel, indica entre a metade de 2004 e a metade de 2005, 4.000...
- A Guerra ao Terror está sendo vencida? Fareed Zakaria, editor de política externa da Newsweek e fera quando o tema é Islã, faz uma provocação: o terror...



Ai, meus sais, que não saio daqui hoje..:((
Fábio Passos,
Você é um amor. O Bush, tadinho, nem percebe metade das melecas que faz. Parece ter sempre um ar perplexo, reparou?
Kitagawa,
Você mesmo respondeu porque os islâmicos são mais demonizados. De alguma forma, é o que convém.
Kitagawa , não se trata de obrigar muçulmanos de descobrir a cabeça, mas sim separar religião do Estado. Na França, onde a questão pegou fogo, proibiram qualquer manifestação religiosa, seja na forma de cruzes ou estrelas de Davi. Os muçulmanos foram a causa, mas não houve nenhum caso especial. E é bom lembrar que a França já foi abrigo de muçulmanos radicais como o Aiatolá Khomeiny.
Thiago,
Excelente observação sobre a nova ultra-direita!
Alba,
Obrigado!
Sempre me surpreende que os muçulmanos podem dizer as maiores barbaridades contra os gays… as mulheres… o pessoal de outras religiões… promovendo terrorismo e morte…
… e não importa o que for, sempre vai ter algum esquerdista otário defendendo-os.
Gente, vocês não acham que os muçulmanos são bastante grandinhos (e violentos o suficiente) pra se defenderem sozinhos?
Honestamente, me incomoda essa coisa de tildar tudo que não é pensamento esquerdista de “fascismo”.
Onde está escrito que os europeus devem importar milhões de muçulmanos que NÃO QUEREM se assimilar, dar-lhes casa, comida e roupa lavada (a um custo astronômico para o Estado), e ainda aceitar que eles determinem o que pode e o que não pode ser publicado na mídia?
Quem pode e quem não pode viver?
E chamam quem não quer se curvar à violência de “fascista”?!?
Quem é que está cometendo VIOLÊNCIA?
Quantos muçulmanos o Geert Wilders matou?
Quantas bombas ele colocou no metrô?
Quantos cartunistas ele ameaçou de morte e obrigou a viver sob escolta?
aiaiai #143 - Recessão na Gringolândia, se der sorte, respinga aqui em Tupinicópolis. Se não tiver sorte, é de chuva de granizo pra cima. Digo isso sem juízo de valor. É do jeito que as coisas são.
Remember Theo Van Gogh.
A ultradireita de Hitler está de volta? Sugiro não desencavar o defunto. A Historia já mostrou que ninguem se salva com essa corja extremista. Ninguem, viu? Depois não reclamem que acordaram o monstro.
Não Marco Aurelio,
Um militante do Hamas está lutando por fanatismo religioso e pela morte de civis. São vocês esquerdistas que acham que todo mundo é igual e todas as culturas se equivalem, e ser um home-bomba é mais ou menos a mesma coisa que ser um escoteiro.
Ninguém “demoniza” os muçulmanos. Ao contrário. Os caras colocam bomba, soltam foguete, degolam reféns, batem em mulheres e as obrigam a andar com um saco preto na cabeça, decidem o que pode ou não ser publicado mesmo em países ocidentais…
…E tudo o que ouço aqui são pessoas defendendo o seu sagrado direito a colocar bombas, realizar censura, intimidar.
Demonizados?? Onde? Houvesse um milésimo das críticas que fazem a Israel…
Quantos mulçumanos morreram após a invasão do Iraque pelos USA? Ninguem faz a contagem dos mortos, por quê? Por que não consideram os mulçumanos seres humanos? Sei não já vi esse filme várias vezes, inclusive na segunda guerra mundial. Depois vão dizer que não sabiam do genocídio, dizer que foram enganados. “A Historia se repete como farsa!”
O genocidio no Iraque esta sendo praticado pelo esquerdista Bush? PÔOOO, não sabia.
O facismo, nazismo ressurgindo na Europa. E vcs acham que o racismo vai ficar so nos mulçumanos? Ingênuos!
Da série “a humanidade realmente não aprende”.
Aparentemente, não é apenas no Brasil que o ensino de História é uma merda.
Excelente! Não deixou margem para questionamentos históricos. Agora, quanto ao futuro, é de se questionar se o fantasma que mora no subconsciente do povo europeu não vai ressurgir forte como no passado. Intolerância, discriminação, desemprego… Andam de braços dados e dedos em riste para culpar o próximo.
Fora do tópico — PD
Fora do tópico — PD
LG,
Há vários organismos contando os mortos no Iraque, o principal é o Iraq Body Count (procura no google).
Agora, vai ver se tem algum Sudan Body Count por aí… É, acho que não…
Até os mulçumanos reconhecem que há muita violência nos primeiros anos do Islã. Primeiro houve uma guerra do Maomé para impor sua religião em Meca e, a seguir, na Arábia. Com a morte do Maomé surgem as lutas pelo poder político e religioso (que se confundiam), as quais conduziram às divisões entre sunitas e xiitas.
Entretanto, o Islam propagou-se depois por terras cristãs. Síria, Líbano, Turquia, Egito e todo o norte da África eram áreas cristãs há séculos quando se tornaram mulçumanas. As primeiras regiões do mundo com maioria cristãs estiveram no sul da Turquia e na Síria. Creio que a influência tenha sido intensa; alguns historiadores dizem que diversas partes do Alcorão provêem de hinos cristãos. Em resumo, não há no Alcorão tanta violência quanto há nos primórdios do islamismo.
Fabio Passos,
vc fala tanto disto, sera q vc poderia nos mostrar o video em q bush se disse q invadiu o iraque “guiado por Deus”?
Dória, o filme nada tem de mein kampf nem protocolos. nenhum destes dois foram escritos por judeus.
ja as passagens do filme, todas são falas, sermões e atentados cometidos por muçulmanos. no trecho q vi nao ha nem opiniao externa.
os grandes culpados disso tudo sao os muçulmanos “moderados” q nunca se opuseram à jihad.
nao esqueçamos q a minoria radical, sao dezenas, talvez centenas de milhoes.
óóó’, grande erro britanico ha 80 anos.
os nazistas mataram 6 milhoes de judeus ha 60. nao tenho visto nenhuma embaixada alemã sendo incendiada, nem alemes assassinados, sequestrados, explodidos por judeus….
devemos tratar os muçulmanos de bem como qualquer outro cidadao. mas aos jihadistas, porrada!
Fabio Passos,
será q os judeus do Irã poderiam dar depoimentos diferentes destes, que só bajulam os aiatolás?
o paredão espera….e não é do BBB.
faço uma correçao:
aos radicais, porrada!
um ou outro ainda usa o termo jihad como “esforço, empenho” para espalhar a plavra de Allah sem violencia.
Entretanto, o Islam propagou-se depois por terras cristãs. Síria, Líbano, Turquia, Egito e todo o norte da África eram áreas cristãs há séculos quando se tornaram mulçumanas. As primeiras regiões do mundo com maioria cristãs estiveram no sul da Turquia e na Síria. Creio que a influência tenha sido intensa; alguns historiadores dizem que diversas partes do Alcorão provêem de hinos cristãos. Em resumo, não há no Alcorão tanta violência quanto há nos primórdios do islamismo.
chest- mas que meigos.
Truta:
Concordo com você: erros do passado não justificam crimes do presente. Por conta dos crimes dos portugueses aceitaríamos que negros e índios se sublevassem e começassem a matar todos os brancos do Brasil? Ou ainda: seria aceitável que algumas etnias da África decidissem varrer todos os árabes do norte do continente em razão de suas seculares práticas esclavagistas (e que persistem em alguns países como a Mauritânia)?
Concordo que há um perigo de radicalização e retorno do fascismo à Europa. Mas esse perigo só aumenta se continuar essa recusa a se discutir o Islã, e se ceder-se sempre à chantagem dos grupos islâmicos mais fundamentalistas em vez de dizer, respeitem as leis e aceitem a liberdade de expressão.
MrX,
Discordo que essa ultradireita européia seja fascista, porquanto defende direitos que qualquer fascista negaria. Escrevi sobre isso no post 147.
Costumo achar muito bom o que você escreve, mas este seu post me pareceu equivocado. A identificação entre religião muçulmana e terror não é uma invenção do Ocidente, mas algo de que os próprios muçulmanos, muitos deles supostamente “moderados”, se orgulham. Há muita gente na comunidade muçulmana brasileira que diz se dar bem com o vizinho judeu (papo típico de anti-semita, aliás) e depois manda seu dinheirinho para algum grupo suspeito no Oriente Médio. Isto é bem mais comum do que se costuma pensar. Por mais marginalizados que os jovens muçulmanos se sintam na Europa, nada justifica que pratiquem atos terroristas como expressão de sua insatisfação. A comparação que você traça entre estes jovens muçulmanos e os jovens mexicanos dos EUA não leva em conta a imensa diferença entre uma gangue e um grupo terrorista. E entre a mentalidade de um membro de gangue e um terrorista. Não me consta que o membro de gangue esteja imbuído de um ódio tão grande que comporte a auto-extinção - ato extremo, para a maioria da humanidade simplesmente impensável. O que justifica, o que dá lastro a esse ódio, senão a religião? Uma religião originalmente de guerreiros expansionistas, o que está longe de ser verdadeiro quando se trata do cristianismo ou do judaísmo.
“diz se dar bem com o vizinho judeu (papo típico de anti-semita, aliás)”
É isso mesmo? “Papo típico de anti-semita” é dizer que se dá bem com o vizinho judeu?
Ô Eduardo (176)… dá pra explicar melhor esta tese?
dr a…))
Oi, Macunaíma,
O que quis dizer sõ anti-semitas usam frases como “não tenho nada contra judeus, me dou muito bem com meu vizinho que é judeu” - frases que costumam preceder teses escabrosas sobre Israel e o mal que os judeus trazem ou trouxeram ao mundo. Quem não é anti-semita jamais usa frases como estas. Primeiro, porque não precisa ficar se justificando em cima de amizades-álibi. Segundo, porque não pensa em termos de “vizinho JUDEU”, mas de “meu vizinho Rafael”, ou “meu vizinho Tiago”, ou “minha vizinha Sandra” etc.
Vale notar que esta estrutura de frase não é típica apenas de anti-semitas, mas de todos aqueles que buscam reprimir (às vezes para si mesmos) discursos de ódio que logo em seguida afloram. Por exemplo, homófobos: “Não, não tenho nada contra gays. Até tenho um amigo que é gay, o Fulano. Gosto muito dele. O que não entendo é o cara que sai por aí desmunhecando e dando em cima dos outros… Este tem de levar porrada”. Estou fazendo uma caricatura, é óbvio. Mas já ouvi coisas muito parecidas. Outro exemplo: racistas contra negros. A frase típica começa com “Não tenho nada contra negros…”
muita teoria, algumas otimas e proximas da verdade ! no que diz respeito à pratica, os musulmanos sao na grande maioria “europeus”, nascidos aqui, integrados e sem problemas maiores ! “islamistas” sao diferentes…muita “tete brulée”, muito desejo de vingança por suas condiçoes de vida…”pobres” culpando “o outro” por suas impossibilidades , nada à ver com religiao! os governos locais usam tesouros de diplomacia para integrar, para construir mesquitas e escolas coranicas…a europa é leiga e nao se formaliza com a pratica de religioes diversas ! alguém disse ai em cima que depois do 9/11 os musulmanos sofrem todo tipo de amalgamas…é verdade ! na frança, quando idiotas extremistas provocam conflitos, toda a comunidade musulmana “normal” fica envergonhada e pede “desculpas” ao governo…
na hollanda nao é diferente ! geert wilders é um demagogo populista, claramente xenofobico ! ele quer reaçoes sangrentas, para melhor poder discriminar o “outro” “o diferente” “o musulmano” ! so pra constar : rachida dati, ministra da justiça francesa é de familia maroquina musulmana…fadela amara e rama yade, secretarias de estado, sao igualmente descendentes de familias argelinas e africanas, musulmanas…
se fosse tao simples…a maioria dos paises europeus tem passado colonialista…dificil é assumir quando o ex colonizado quer sua parte no presente…
é so um ponto de vista from inside, nada de opiniao definitiva ….aviso aos residentes…
Pedro, um dos seus piores posts (desinformado e ignorante) Escreve sobre o que não sabe e não tem a mínima idéia do que se trata. Antes, você deveria entender o que é o islamismo para compreender o que essa “religião-imperial” tem a dizer. Você caiu muito no meu conceito.
ich, cruz credow
O problema é, nós ocidentais não compreendemos o islã, e tentamos vê-lo com olhos ocidentais.
Por exemplo, esse negócio de “muçulmano moderado”, isso não existe, é uma invenção ocidental. Existem muçulmanos fanáticos, praticantes, mais ou menos praticantes e não-praticantes, e existe até muçulmano ocidentalizado, mas não tem o tal do “muçulmano moderado”.
Quase todos querem sha’riah, por exemplo.
Os muçulmanos moderados são os que, na prática, abandonaram o Islã, ou então os que se ocidentalizaram ainda que mantendo um que outro costume natal.
Putz, aparece cada um…
Mr.X, né contigo não viu?
hehe
Eduardo, o problema é que você não sabe que o árabe, que você chamou de anti-semita é o único semita, o judeu será ou não, pois alguns milhares de anos na Europa criaram um bocado de miscigenação por mais que não queiram reconhecer, de modo que um árabe anti-semita deve ser alguém com a auto estima muito baixa… Um árabe pode ser anti-sionista ou contra Israel, mas dificilmente contra judeus em geral, mas pode ser que encontre algum, assim como pode encontrar judeus que detestam árabes. Por falar nisso, quantos árabes você conhece que falaram essa “típica” frase e mandaram dinheiro para “algum grupo suspeito?” Não seria uma criação da sua mente e é certo, com uma ajudazinha da propaganda “anti-semita” verdadeira.
No comentário #183 pode ser substituído “muçulmano” por judeu ou qualquer outra religião oriental disponível…
O Pedro Dória está certo. O problema é mais por causa da política do Oriente médio, na qual o ocidente teve e tem uma interferência inegável, do que de religião.
É engraçado ver “defensores da liberdade e liberalismo” (Hahahahaha!!!) virem aqui defender fascistas europeus…
Alias fitna não é documentário, não é nada, é um lixo, e nem é um lixo grande, é pequeno assim como o criador dele. Se aquilo é documentário eu serei cineasta e serei considerado um gênio, ainda teve um coitado que teceu comparação com Michael Moore, pode até não gostar do Michael achar ele um embusteiro, mas pelo menos reconheça o talento do cara. Não o compare com lixo…
Dino,
Anti-semitismo = anti-judaísmo. Sempre foi. Ninguém odeia árabes e judeus igualmente.
dino, isso !! evidencias…e generalizaçoes…
Claro o problema é de religião.
Será que o Pedro Doria leu o Corão?
Leu os hadiths?
Leu o e sobre o Tariq Ramadan? (A Viviane Fourestier escreveu um livro sobre ele)
Prestou atenção no que dizem os imams nas mesquitas?
Ninguém aqui, nem mesmo o PD (e confesso, nem mesmo eu) sabe bulhufas sobre o islã, mas falam com suma autoridade, como se soubessem, em defesa do islamismo e contra o Geert Wilders (que, ao contrário dos fanáticos fascistas muçulmanos livres e belos, tem que viver sob escolta policial).
Digo mais: esse fingimento que não acontece nada, que todo mundo que critica o islã é “fascista”, vai levar ao radicalismo de ambos os lados, europeus nativos contra fanáticos do islã. Pensem na briga que dá nos jogos de futebol, e traduzam em ânimos nacionalistas ou raciais.
A única solução será a conversão ao cristianismo dos imigrantes muçulmanos. O Papa apontou o caminho ao batizar Magdi Allam.
Os secularistas, vê-se aqui, na hora do pega pra capar, em vez de defender o secularismo, defendem os mais fanáticos dos muçulmanos e colocam-se contra a liberdade de expressão. É triste, mas é assim.
Talvez tenha faltado um dado. A mistura de política e religião costuma ser ruim para as duas. O tal fundamentalismo islâmico tem também suas raízes na marxistização islâmica através de muitos dos primeiros imigrantes do inicio do século XX.
liberdade de religião é isso aí…
marxistização?!? Puuuuuuuuuuuuutaaaaaa….
Manda o Mr X estudar a blibia, hahahaha….
chose, de onde me vem essa impressao que vc diz “n’importe quoi” ? nao somente diz n’importe quoi” como tbm é tendencioso pra caramba….depois reclama….
Sobre Michael Moore:
http://www.michaelmoore.com/words/latestnews/index.php?id=11202
Vai comparar?
Confetti,
Tendencioso, eeeeu?!?! :-(((((((((((((((((
Sou a favor da paz e do amor… Da tolerância e do respeito! Dos dois lados!
O Nicolau tem razão.
Muitos países árabes tentaram a via do socialismo, antes de partir para o islamismo. Não deu certo, assim como os regimes islâmicos não dão certo: trocaram uma ilusão por outra.
Porém, os fanáticos islâmicos aprenderam a utilizar bem as técnicas de propaganda marxistas. Como o pessoal do CV, que aprendeu técnicas de guerrilha, os islamitas marxistizados criaram um novo híbrido perigoso e radical…
Marxismo = revolução permanente
Islamismo = expansão religiosa forçada
Marxismo + Islamismo = ?
Mr.X, sei não, com essas conversões periga surgir cristão-bomba.
kkkkk rsrsrsrsrs
:-))))
Esse Michael Moore é um salafrário.
Dois documentaristas canadenses de esquerda, seus fãs, foram fazer um documentário sobre ele, ficaram apavorados com o nível de mentira e manipulação do gordão… Terminaram fazendo um documentário contra o panaca, chama-se “Manufacturing dissent”.
Proftel,
Pode ser, às vezes da mistura não sai coisa boa.
O Nicolau tem razão: Muitos países árabes tentaram a via do socialismo, antes de partir para o islamismo. Não deu certo, assim como os regimes islâmicos não dão certo: trocaram uma ilusão por outra.
Porém, os fanáticos islâmicos aprenderam a utilizar bem as técnicas de propaganda marxistas. Como o pessoal do CV, que aprendeu técnicas de guerrilha com os colegas da Dilma Roussef e o Zé Dirceu, os islamitas marxistizados criaram um novo híbrido perigoso e radical…
Marxismo = revolução permanente
Islamismo = expansão religiosa forçada
Marxismo + Islamismo = ?
Vixe!
Marxismo + Islamismo = ataque do Bush.
kkkkk rsrsrrsrsrs
John 181, o post é desinformado e ignorante, mas o PD(…..) faz de proposito, não sei se por vontade prórpria, problemas psicológicos ou se é pago.
Não vi o filme, mas parece que ele é tendencioso e unilateral, misturado com partidarismo e sectarismo e com pitadas parcialidade…mas não é facista.
FASCISMO É OUTRA COISA CARALHO!
Mr X, me chamaram pra vir aqui e pedir pra você não esquecer a dose de Haloperidol de hoje.
Vamos lá, qual sua proposta afinal? Vamos para uma nova Cruzada com espada em punho e exterminamos 1,3 bilhão de pessoas?
Mas, pera lá, daqui há pouco os protestantes podem dizer que os católicos são inferiores e aí partem pra cima da gente. Caramba, invagina o Tio Sam querendo nos exterminar?
Onde ficam os ateus nessa exterminação geral do futuro? Posso ir pro Taiti?
Michael Moore pode e tem uma série de defeitos, mas que toca em pontos incômodos, toca. Se toca. Ou se entoca.
chest, posicionado na realidade européia, fitna é fascista !
concordo com voce Confetti #180, vejo e sinto o mesmo aqui na Inglaterra.
Os muculmanos que eu conheco e convivo ( e sao muitos) sao todos segunda geracao nascidos aqui e totalmente integrados e sem problemas.
Conversão à força é bem coisa “liberais democratas” mesmo…
Aliás o “liberalismo-democrata-brasileiro-que-defende-o-fascismo” deveria ser considerado fanatismo religioso. E um fanático querer criticar outro fanático é dose…
É óbvio que o filme é fascista.
A edição de cada “faixa” do filme é iniciada com passagens do Corão recitadas em árabe e traduzidas. Em seguida, surgem imagens de vítimas destroçadas em atentados.
Seria o mesmo se cada faixa fosse iniciada com uma missa em Westminster e seguida pelas cenas do bombardeio de Dresden.
Reduzir as ações de extremistas à religião é oportunismo barato. Reducionismo político contribui para a alienação.
A única religião diretamente envolvida, a partir de seus clérigos, com a repressão, foi a católica, mediante a Inquisição.
Uma coisa é um sacerdote, ou vários, se dedicarem à política. Outra, bem diferente, é a cúpula e a própria instituição se dedicar a oprimir grupos adversários.
Michael Moore ? Ele é tendencioso e unilateral, misturado com partidarismo e sectarismo e com pitadas parcialidade.
O autor do filme até pode ser fascista, mas o filme não o é, conffa.
Curioso, achei que palavras como “alienação” tinham saído de moda junto com as calças boca-de-sino…
O fato é, quem cita o Corão é o Bin Laden, o Zawhiri, o pessoal do Hamas, o Omar Bakri, os radicais nas mesquitas londrinas… Nenhuma “boa intenção” vai mudar isso. Tapem os olhos o quanto quiserem. Os vídeos auto-produzidos pelos muçulmanos fanáticos não são muito diferentes de “Fitna”. Aliás os próprios jihadistas disseram isso.
É, o muçulmano da lojinha da esquina é gente boa, simpático e não comete terrorismo. 95% muçulmanos não cometem terror. Mas em grande parte dos casos suas mulheres usam chador ou burka e não pode trabalhar nem sair de casa sozinha… Suas filhas morrem se saírem com ocidentais… Etc, etc.
O muçulmano é a principal vítima do islamismo radical. Ao mesmo tempo, paradoxalmente, ajuda a propagá-lo. Com a ajuda de esquerdistas ateus…
209, assim é que deve ser, se eles tocarem fogo em alguma coisa, cana neles, se assaltarem, chumbo neles. Com em qualquer bandido de qualquer raça, credo e cor.
Seria o mesmo se cada faixa fosse iniciada com uma missa em Westminster e seguida pelas cenas do bombardeio de Dresden.
Nasca, isso seria fascismo?
Pax,
Eu jamais disse que ninguém deveria exterminar ninguém.
Minha proposta é pacífica, é o Papa mandar missionários pros guetos islâmicos, pra converter o pessoal.
Nós também podemos fazer nossa parte, manda o Bispo Macedo pra lá pra converter o pessoal pra Igreja Universal, o Bispo fica mais rico ganhando em euro$, e ao menos os fiéis não se explodem, kkkkk…
Chesterton,
Isso é reducionismo, uma das características essenciais do fascismo. Há outras : bonapartismo, xenofobia, racismo, exaltação nacionalista, etc.
Mr X, achei que você, o Chesterton e o companheiro josef mario ficaram bem na foto proselitista. Não sabia que você usava óculos, nem que o Chesterton usa bigode e nem que o josef mario tinha feito nova plástica.
http://www.natfilm.dk/2008small/darjeeling.jpg
Prometo que vou tentar ler todos os posts mas, com relação à revolta em ser pobre em país europu, eele deveriam vir fazer estágio sobre probreza aqui no sertão brasileiro e alguns países da áfrica ou também em alguns países de origem de seus familiares. Iriam querer amadurecer rapidinho. E na Europa.
E esse negócio de justificar qualquer ato tendo como motivo a pobreza também pode dar em merda. E já estamos tendo as nossas:
“O Brasil tem guerrilha” http://www.defesanet.com.br/terror1/fi_pcl.htm
Trata-se do LCP (Liga dos Camponeses Pobres). Se puderem leiam e vejam como tratam a “imprensa burguesa”……
Kkkk Pax.
Ótima, Pax.)))))))))))))))))))))))))))))))))
Fascismo = o movimento criado pelo Mussolini. O resto é tergiversação.
Nota, Mussolini começou militando no Partido Socialista…
O hinduismo é bacana, Pax, mas não confunda. Hindus e muçulmanos não se bicam.
Fascismo é gênero. Nazismo e ditaduras bonapartistas são espécies.
Blablablá.
Macacos irão reclamar…
Gerson B,
Pode não ter nos escritos cristão a dita conversão à força, mas que os cristão o fazem fazem.
Mari-Jô Zilveti: calma, não entenda as coisas literalmente. O fascismo não é um movimento de esquerda. Era um comentário irônico. Alguns na direita é que insistem nessa idéia bizarra….
Agora pronto a culpa do terrorismo é minha pq não quero o sangue dos radicais.
Burn the Witch!: o bin Laden teve aula com o irmão do Qutb em que país? Arábia Saudita. Mas você tem razão que o processo que descrevi foi simplificado. Quis pescar os highlights do problema, não entrar num histórico detalhado da história intrincada do Oriente Médio recente. Mas o Egito tem, sim, um papel importante. Só acho que, sem a mega-estrutua de financiamento e disseminação sauditas e o dinheiro dos EUA para a jihad no Paquistão, a Irmandade Muçulmana e suas idéias não passariam de um problema local da região.
Chesterton-Dracul- El Cid, o irado, ‘the big picture’ é o que discutimos diuturnamente neste Weblog, caminhando de detalhe em detalhe.
‘The big picture’ se conta em livro, e grande, e polêmico, não em posts num blog.
reducionismo é patognomonico de fascismo? Prove.
[...] resto está na caixa de comentários de Fitna e o novo fascismo europeu. (O link aponta direto para suas [...]
PD, pode parar, admita o que v. faz.
A ultra direita é fascista? Essa é uma boa questão.
fascismo é coletivismo (não sei se é de esquerda). Todo coletivismo é de esquerda?
Dino 5,4 %, calma lá… no mínimo você está ignorando a existência de metade da população judaica que jamais deixou o norte da África e o Oriente Médio até o século 20.
Depois, está sugerindo que miscigenação não houve no Oriente Médio. Houve. Pacas. Geneticamente, não há nenhum povo mais próximo dos palestinos do que os judeus asquenazitas. Isso mesmo. Não errei. Judeus ‘europeus’. Até os sefaraditas, ‘árabes’, são mais distantes. Os ‘árabes’ de fato, estes são ainda mais longínquos. Então que quer dizer ’semita’?
Além do mais, ao pé da letra ’semita’ é uma referência lingüística antes de tudo – e o hebraico sempre foi, para todos os judeus do Êxodo, sua língua cultural.
Melhor companheiro, nesta discussão em particular, fugir de qualquer argumento que proponha um conceito ‘étnico’ no sentido unidade racial. Etnia, aqui, se dá por laços culturais.
Mr X, perdoe, li o Corão sim. Achei meio chato, mas conheço inteiro. Já entrevistei alguns teólogos muçulmanos, matando uma dúvida aqui, outra ali. Li uma penca de livros.
Se entendo tanto de Islã quanto entendo de judaísmo e cristianismo? Não, claro que não. Fui criado num ambiente pesadamente cristão e judaico. O Islã era uma coisa distante.
Mas isto não pressupõe ignorância total, muito pelo contrário.
Wilders’ film speaks for itself. Quoting Qur’anic verses and Muslims themselves, Fitna clearly demonstrates that Muslims who engage in violence and hatred do so with reference to the Qur’an.
In making this clear, Wilder’s film also points the way to a solution to the crisis within the Islamic faith: Only when peaceful Muslims begin to turn their indignation upon the extremists among them, rather than upon Wilders and others critics who speak out against the dangers of Islamic fanaticism and its sources, will there be progress against the spread of jihad ideology and Islamic supremacism within the Muslim world and beyond. Unfortunately, the intolerant reaction to Wilders’ film shows yet again that this is, at best, a dim hope.
apenas quando os islamicos pacificos começarem a virar sua indignação contra seus extremistas, e não sobre Wilders e outros críticos que falam sobre os pergigos do fanatismo islamico e suas causas, vai haver progressos contra a disseminação da ideologia do jihad e do Supremacismo islamicom dentro do mundo muçulmano e além.
Fora do tópico — PD
Fora do tópico — PD
Concordo com a argumentacäo do Pedro Dória e com o que disse a confetti. Esse Geert Wilders é mesmo um fascita, demagogo e populista. O filme em questäo é sádico, apelativo, um lixo.
A Europa tem um problema de integracäo de imigrantes e tudo que näo se precisa é de mais intolerancia e ódio.
Quanto a questäo do “novo” fascismo europeu ser diferente do antigo, e ter preocupacöes com o direito das mulheres e dos gays, näo é verdade ao que me consta. O discurso da ultra-direita é o mesmo de antigamente: Racista, xenofóbico, nacionalista, reducionista.
Há, inclusive, aqui na Alemanha a discussäo sobre se o NPD ( partido nacional-democrático alemäo, leia-se neonazista ) devia ser proibido ou näo. A rigor deveria ser proibido, porque atenta contra a Constituicäo alemä. Já o governo argumenta que o melhor é permitir que ele exista, para que esse movimento possa ser melhor controlado e vigiado. Argumentacäo bem fraca essa.
No meu entender pessoas como esse Geert Wilders säo täo ou mais perigosas quanto radicais mulcumanos.
Dino,
Claro que, etimologicamente, você tem razão quanto ao termo semita abranger o árabe. O que, no entanto, não impede que, na linguagem de todos os dias, a palavra anti-semita tenha um uso muito específico, e signifique antes de tudo o ódio ao judeu. Consulte o dicionário antes de vir com sofismas.
E note que não falei em momento algum em árabe, mas em muçulmano. Há árabes cristãos, árabes ateus… Não sou racista. O problema é a religião, não, como você quer fazer parecer, a origem.
O post 214 é uma piada. Fascistas eram os que estavam levando bombas na cabeça, em Dresden, e não os que jogaram as bombas.
O mais terrível de tudo é que, num mundo dominado por muçulmanos “radicais”, não estaríamos aqui trocando comentários. Provavelmente a internet seria proibida, e nós, com esta nossa mania de ter opinião sobre tudo (mania tipicamente ocidental…), estaríamos presos ou mortos.
Pode esperar para ver se em um mundo onde neofascistas radicais tomem o poder, alguém poderá tecer algum comentário por aqui…
Eduardo (247),
Piada é o que você escreveu, para ser claro.
Se lesse o meu comentário # 214, entenderia que fiz, ali, uma analogia sobre o reducionismo.
Fiz uma comparação sobre a ligação de atos de muçulmanos com o Corão , feita pelo autor de FITNA, wue seria a ligação de atos de anglicanos , no caso o bombardeio de Dresden, com o culto praticado naquela catedral.
Acho que você continuará sem entender, mas tentei.
wue = que
nada será como antes,
O seu apelido diz tudo sobre você.
Nada,
Sua comparação é IDIOTA, imams fanáticos e terroristas muçulmanos CITAM o Corão toda hora em seus próprios vídeos, não lembro dos pilotos que bombardearam Dresden citando versículos da Bíblia…
São os terroristas os que fazem ligação entre o terrorismo e o Corão, o “Fitna” não apresenta nada de novo.
Repito: os PRÓPRIOS TERRORISTAS MUÇULMANOS CITAM O CORÃO PARA JUSTIFICAR SEUS ATOS.
Talvez o Nada entenda mais do Corão do que os próprios fundamentalistas islâmicos…
“Nada”: o nome diz tudo mesmo.
A Alemanha tinha mais é que ser arrasada mesmo, depois do que os nazistas fizeram com a cumplicidade da maior parte da população. O que foi feito em Dresden foi pouco perto do que os alemães mereciam.
Eduardo: num mundo dominado por ‘muçulmanos radicais’ não teríamos liberdade de expressão, é verdade.
Já vivemos num mundo dominado pela Igreja Católica. Pergunte ao Giordano Bruno que liberdade de expressão ele tinha.
Liberdade de expressão é aquilo que nós ganhamos no momento em que o Estado pôs a religião para fora de seus afazeres. Não só o Islã.
Meus comentários # 214 e 250 são dirigidos às pessoas alfabetizadas, que saibam o significado de analogia.
Os comentários que foram feitos a respeito demonstram, a quem quiser enxergar, que seus autores não entenderam os significados.
analogia = comparação = continua sendo IDIOTA.
meu comentário #258 é dirigido às pessoas pedantes
Pedro,
Você tem razão. O problema é a religião, não importa qual, que é sempre antagônica em relação aos valores democráticos, em especial, talvez, à liberdade de expressão. Mas há de se ter uma perspectiva histórica. Você lembra o caso de Giordano Bruno como se isto quisesse dizer alguma coisa hoje. Qual a violência efetiva da Igreja Católica hoje? Tirando um ou outro padre maluco da Polônia, que ainda propaga abertamente o anti-semitismo, não me parece que a Igreja Católica, ou o cristianismo em geral, atentem continuamente contra os valores democráticos. Posicionar-se contra o aborto ou contra a camisinha faz parte do jogo da democracia. Eles dizem o que querem; obedece quem quer; quando o governo não é fraco, sabe se impor à Igreja (e seria um problema do governo, não da Igreja). Mas não me lembro de ter ouvido o Papa ou algum representante dele pedindo que os fiéis matassem médicos que fazem aborto ou pessoas que fazem sexo seguro. Não há fiéis católicos lançando aviões contra prédios cheios de pessoas. Não há terroristas católicos - nem ateus, nem judeus, nem budistas - se explodindo dentro de ônibus com crianças. Isto é exclusividade do islamismo. Uma triste, estúpida exclusividade.
Eduardo, a Igreja não pede a morte de ninguém, é verdade. Não mais. Mas, veja, os clérigos islâmicos que ordenam a morte de um ou de outro são, como o um ou outro padre polonês anti-semita, um ou outro.
A Igreja não interfere mais no Estado, no Ocidente, não porque escolheu isso. Porque foi posta para fora. E ainda tenta interferir na vida civil a cada segundo — Bento 16 faz isso a torto e a direito. No Oriente Médio ditatorial, o clero é em vários casos parte ativa nas ditaduras. Ou a única oposição.
Não discordo de você. Só acho que a questão não é uma ‘evolução’ do cristianismo que não ocorreu no Islã; foi uma evolução da sociedade Iluminista que pôs os vícios religiosos para fora.
Pedro,
Concordo plenamente com você. Eu mesmo sou ateu. Só acho que há, presentemente, uma diferença bem grande entre a violência determinada pela fé católica (ou cristã em geral) e aquela determinada pela fé muçulmana.
E também acho que nem toda a reação, mesmo quando de direita, ao crescimento da população islâmica na Europa não pode ser imediatamente tachada de “fascista”. Há gente que não se sente confortável com a força que o islamismo ganhou nos últimos tempos na Europa e que não pode ser dita nem de direita. Aliás, acho estranhíssimo que não haja uma reação de esquerda à violência muçulmana. Afinal, a rigor, o totalitarismo religioso congenial ao Islã está muito mais próximo de posições conservadores de direita do que de posições de esquerda. Fico pensando o que Marx diria sobre os terroristas islâmicos. Ou o que Adorno diria. A esquerda atual está muito confusa, sem saber direito o que quer do mundo, ou para o mundo. Comete um grave erro de avaliação e de lógica quando acha que os inimigos dos seus inimigos são automaticamente seus amigos. Não são. Para o islâmico “radical”, não há diferença entre Bush e Gore, Obama e McCain, Lula e Bornhausen, Le Pen e Le Gaulle, Hitler e Madre Teresa de Calcutá. É tudo a mesma corja.
o que me incomoda é falar de “violencia musulmana” ! violencia islamista seria mais conforme à realidade …. o amalgama entre islam e extremistas islamistas é recorrente e falso !
discordo absolutamente dessas analises que apresentam o islam como “inimigo #1″….de quem ? onde ? como ?
Confetti,
A coisa é simples: quem jura de morte - ou compactua com quem jura de morte - um cara que fez um mero cartum ofensivo à religião não tem como viver numa sociedade democrática.
certo…esses sao “islamistas” e nao banais “musulmanos” !
Complicada essa idéia que a extrema direita é fascista, eu acredito mais que ela utilize os simbolos antigos, afinal a memória daqueles tempos e idéias ainda é forte.
O fascimo pode eclodir não só por fatores economicos, mas também dentro de uma lógica de afirmação do Estado-nação de segregar elementos do próprio povo que a muito viviam naquelas terras, isso é uma diferença primordial, os fascistas utilizaram os estigmas antigos e enraizados de incompreenção com grupos nacionais, sejam judeus, ciganos, ou outras minorias que habitavam a muito aquelas paragens.
Hoje o estado nacional está já montado, o atual movimento é mais uma caricatura barata e desprovida das razões que levaram ao surgimento do fascismo.
Não que tais setores não sejam perigosos, mas é mais provável do fascismo se sustentar em outros locais do planeta, onde esta condição primordial de incompreenção entre naturais exista e seja possível de segrega-los através da lei com apoio até de setores liberais devido a falsa idéia de superioridade de uns.
Comentário 170. Truta, também estou curioso.
Os EUA prezam pela separação entre religião e estado, diferentemente de vários países europeus, tanto de monarquias parlamentaristas, como a Inglaterra onde o rei é o chefe da igreja oficial, assim como Suécia, Dinamarca, Holanda etc, ou republicanos como a Itália.
Sei que Bush deu entrevistas em revistas religiosas contando sua história de reabilitação do álcool e de suas práticas devocionais, mas que ele declarou que invadiu o Iraque em nome de Deus, me parece lenda.
abs.
P.D. Comentário 261. Desde 1612, quando Thomas Helwys de volta da Holanda, onde se refugiara da perseguição do Rei James I da Inglaterra, organizou com os que voltaram com ele, uma igreja em Spitalfields arredores de Londres.
Thomas Helwys, que era advogado e estudioso da Bíblia, ao escrever um livro intitulado ” Uma Breve Declaração Sobre o Mistério da Iniquidade”, foi preso e morreu na prisão, em 1615.
No referido livro, ele escreveu aquilo que é um dos mais caros princípios batistas, o principio da liberdade religiosa e de consciência :”… a religião do homem está entre Deus e ele: o rei não tem que responder por ela e nem pode o rei ser juiz entre Deus e o homem. Que haja, pois, heréticos, turcos ou judeus, ou outros mais, não cabe ao poder terreno puni-los de maneira nenhuma”.
A base da formação dos EUA foi de gente refugiada dos várias guerras e conflitos religiosos na Europa. A constituição dos EUA, não foi forjada com um complô de uma restrita elite iluminista em Washinton, mas como a conquista de um anseio legítimo das populações dos vários estados, apesar do inegável fervor religioso presente na sociedade norte-americana daquele tempo. Neste caso, o pensamento iluminista esteve em simbiose com as aspirações, sentimentos e convicções daqueles que desejavam fundar uma nação de proprietários, de cidadãos e não de súditos, em que eles e outros pudessem viver em liberdade.
Não, não era a sociedade perfeita, paradisíaca, mas para aquele tempo era o que existia de melhor com todos os percalsos, defeitos e injustiças que ele provocou.
Abs.
“Os rapazes que se juntam a grupos radicais ou terroristas no Oriente Médio não conhecem o Ocidente, foram criados no mundo islâmico e vivem, na maioria das vezes, sob ditaduras…”
Ou vivem como refugiados em sua própria terra, oprimidos pela democracia de Israel, que implode suas casas, para dar lugar a assentamentos judaicos e etc, etc e etc.
Essa sua visão é completamente distorcida. Muito do terrorismo praticado por alguns integrantes de grupos como o Hamas deve ser compreendido como resultado da política criminosa praticada pelos dirigentes israelenses, desde a fundação daquele estado. Mais de 700 mil palestinos foram varridos de sua terra natal.
Moisés,
Por que então - salvo engano - não havia um único palestino entre os terroristas de 11 de setembro?
Se há algo que é “fascista” é este automatismo de pensamento.
Por que ninguém fala que os palestinos sempre foram usados como bucha de canhão pelos outros povos do Oriente Médio? (E não estou me referindo aos judeus.)
Currupaaaco,
Moisés!!!!
Currupaaaco,
papagaio Alex estava com saudades!
Currupaaaco
analogia = comparação = continua sendo IDIOTA.
259 Mr X // 31/March/2008 às 18:19
meu comentário #258 é dirigido às pessoas pedantes
Excetuando o senhor e outros direitobas que são PEIDANTES. Entendi…
É, tem razão, Moisés…
Como é que ninguém se deu conta disso antes! A culpa é toda de Israel!
Quando o dono da casa me expulsar por não pagar o aluguel, ou quando eu for demitido sem causa, ou quando ocorrer qualquer outra coisa comigo, vou logo pegar um colete bomba e me explodir, ou então lançar foguetes Kassam contra meus opressores…
Dã!
Será que é tão difícil entender que tem toda uma infra-estrutura (eu quase diria indústria) do terror, que independe do “desespero” dos “oprimidos”? Até quando agüentar essas teses infantis, irresponsáveis e, vamos combinar, ridículas sobre o terrorismo islâmico?
Theo -com. 231, respondendo ao meu com. 78, quando um cristão faz algo que está contra o cristianismo a religião não é responsável. A pessoa é. Ou a instituição dela, se for o caso. Como a instituição da I.Católica é inseparável do catolicismo, você pode culpa-lo, mas não a todo o cristianismo.
Quando alguem faz algo baseado na doutrina, recomendado no seu livro sagrado, então a religião é responsavel.
Moises,
segundo dados da ONU, 856 mil judeus forma expulsos de paises arabes de 1949 ao inicio da decada de 60. A maioria deles foi para Israel.
Centenas de milhares foram para paises do ocidente, inclusive o Brasil. Ao que me consta, não formaram grupos terroristas. Não sequestraram árabes, não explodiram embaixadas nem mesquitas. Não sequestraram aviões nem navios. Não mataram atletas árabes.
Discursos inflamados em sinagogas(como nas mesquitas de fitna) pedindo a morte indiscriminada de arabes….desafio alguem a achar um.
Moises,
segundo dados da ONU, 856 mil judeus forma expulsos de paises arabes de 1949 ao inicio da decada de 60. A maioria deles foi para Israel.
Centenas de milhares foram para paises do ocidente, inclusive o Brasil. Ao que me consta, não formaram grupos terroristas. Não sequestraram árabes, não explodiram embaixadas nem mesquitas. Não sequestraram aviões nem navios. Não mataram atletas árabes.
Discursos inflamados em sinagogas(como nas mesquitas do filme) pedindo a morte indiscriminada de arabes….desafio alguem a achar um.
“…foram expulsos dos países árabes…” e os dirigentes sionistas agradeceram, pois conseguiram mais colonos para ocupar as terras palestinas.
Os sionistas foram buscar de avião os judeus dos países árabes, para colonizar israel. Quem conta direitinho essa história é um jornalista brasileiro de origem judaica.
outra fitna
Heey…
Estou fazendo um trabalho… sobre Islamismo e Terrorismo…
Achei interessante esse filme pelo que foi relatado…
Alguém teria o lugar onde posso baxar??
Desde já agradeço…
Digamos que eu seja um teórico das estruturas, cônscio de seus limites mas que usa essa ferramenta. Historicamente, os dois erros ocidentais propalados não foram o subsídio único da revelia atual que o próprio Ocidente nutre pelos imigrantes islâmicos. Você pode achar que eram atitudes individuais evitáveis, mas talvez fosse estruturalmente fugir disso ou de “erros” muito próximos - ou não-erros não acarretariam um cenário suficientemente divergente do que há.
ai q lindinho,to aqui fzendo das tripas coracao e vcs ainda me desconhecem e e claro sbem tudinho e mais um pouquinho e entao pq m tratam assim…Acho que vcs se incomodam cg de uma maneira sutilmente desumana e entao raciocinem ta bem
os mulçulmanos sao loucos, pessoas que sofreram lavagem cerebral, vejam os videos no youtube com programas de tv de paises arabes onde se prega espancar mulheres e criaças sao treinadas para matar em nome de deus…
raça maldita seja
Eu sou muçulmana e nao sou louca!
No youtube tem tb muita coisa falsa sobre judeus e cristão!Na verdade sobre qualquer coisa…Nós,muçulmanos,nunca falamos mal do Jesus nem do outras profetas,pq nos aceitamos todas as profetas..Respeitamos tdas e queremos receber a mesma coisa dos outros..
Cara na boa se voce ta querendo por na minha cabeça que o islam é religiao de paz e tudi mais nem vem que nao tem essses mulçumanos sao todos uma corja de barbaros malditos que vivem sobre uma ditadura abstrata e intolerante enquanto os judeus e cristao sao pessoas pacificas que sabem observar diferenças entre se e nem por isso vivem brigando como esses islamicos
Eu nunca vi nenhum árabe ir para as ruas levantar bandeiras tentando defender as vítimas das maldades provocadas pelos extremistas, se não concordam com eles que sejam os primeiros a defender a honra e a moral de sua religião.
Mas a grande verdade é que eles são as primeiras vítimas deles mesmos, os extremistas baseados em textos verdadeiramente sanguinários ganham força na omição de suas bases, e vão protegidos nesse rebanho de sileciados avançando com sua destruidora fome de poder e massificação.
Não quero o fim do islamismo e nem das pessoas que o praticam mas se eles não fizerem o máximo em nome de calar seus pares violentos, não os defenderei também!
Tudo o que e neessario para o triunfo do mal e que os homens de bem nada fascam!A M E I!!!!!!!Autor-??????????
O mundo virou!!De cabeca p/a baixo ou ouso dizer a m a r e l o u!!!!!fizeram um brinquedinho e agora resolveram testa-lo eita povo desconfiado so!!!Desculpa ae, perdoemo-nos uns aos outros e o futuro nos dira a verdade! Por essa e por outras que o munso ase encontra nesta situacao a ponto de investigarmos mais quantos anos nos resta de planeta terra!Como e, terrible, eta poderio economico e ai querem mais o que hein, e guera e zefini!Eu vi agora um monte de criancas brigando entre si pq estao retirando o brinquedinho de les!!!Pensem …custa nada viram?
A muçumana bng diz que islâmicos respeitam todas as religiões. Mentira! Eles não respeitam nenhuma religião. Acaba de ser condenado a morte mais um muçulmano convertido ao cristianismo. Só porque ele quis ser cristão morreu! Alguns paises islâmicos prendem enquanto outros matam. Os muçulmanos só respeitam quando são minoria. Quando são maioria eles esmagam os outros religiosos. Rezemos por eles para que eles encontrem Deus.