Churchill enquanto vilão:
Recontando a Segunda Guerra
A história da Segunda Guerra Mundial foi contada e recontada. É uma história clara – a última história de uma guerra clara onde havia herói, havia vilão e a alma da humanidade estava de fato em jogo. Uma guerra com um genocídio no meio, o uso de armamento atômico contra cidades, e um continente destruído. Há algo de novo para contar a respeito da Segunda Guerra? O romancista norte-americano Nicholson Baker acha que sim.
Seu livro se chama Human Smoke: The Beginnings of World War II, the End of Civilization. Fumaça humana: o início da Segunda Guerra Mundial, o fim da civilização.
É um livro pacifista. Mesmo quem não é pacifista deveria sempre prestar atenção ao que dizem os pacifistas. No fim, eles podem estar errados. Mas são eles que têm em mente os custos de uma guerra.
O livro evita adjetivos. Nada é heróico, nada é infame. Ele lista fatos colecionados em diários, jornais, revistas e memórias de época. Os fatos, às vezes anedotas, às vezes pequenos detalhes, compõem um mosaico que serve à ilustração do clima imediatamente anterior à Guerra. Um trecho da resenha publicada na New York Magazine:
O objetivo de livros de guerra é, naturalmente, chocar. Mas esta é uma característica particular do livro de Nicholson Baker, que traz consigo um pesado fardo revisionista. Fica claro de imediato que ele não é um curador de factóides: é um pacifista virulento. O espírito de Gandhi permeia todas as páginas de Human Smoke. Página após página ele repete a mensagem de que violência – até mesmo ‘boa’ violência – sempre distorce as intenções iniciais, aumenta o sofrimento, faz circular o mal. Nas anedotas relatadas por Baker, até os políticos mais admirados se mostram hipócritas da pior qualidade que todo argumento usam em nome da guerra. O retrato mais controverso é o de Winston Churchill, que aparece como um anti-semita beligerante, um supervilão alcoólatra. Churchill manipula a imprensa, aprisiona refugiados, recusa a paz sempre que pode, é um assassino que conta piadas de péssimo gosto: ‘vocês podem querer matar mulheres e crianças… eu, não; meu lema é o trabalho antes do prazer’. Churchill recusa alimento a uma Europa famita porque os alemães podem usá-lo como armas – ‘o material plástico usado para os aviões deles é derivado de leite’. O premiê britânico enfeita assassinatos em massa com aliterações retóricas – ‘Não conversaremos, não faremos tréguas com a gangue que leva suas intenções do mal; eles farão seu pior e, nós, o nosso melhor.’
Recentemente, Baker disse que o tom austero de seu livro era, em parte, uma reação à retórica de Churchill. Diz o escritor: ‘A eloqüência interminável de Churchill ao longo da guerra me fez abandonar o uso de adjetivos.’ Ele escreve em Human Smoke: ‘Bombardear, para Churchill, era uma forma de pedagogia, uma maneira de mostrar aos moradores de uma cidade em primeira mão o inferno que ocorria nos campos de batalha.’
É uma guerra na qual os mocinhos produziram Dresden, Hiroshima, Nagasaki; uma guerra na qual, alguns historiadores afirmam, os aliados poderiam ter impedido o Holocausto mas não o fizeram para não distrair dos esforços táticos que a estratégia exigia. Mas não deixa de ser surpreendente a lenta transformação de Churchill em vilão. Num dos homens responsáveis pelo abandono da civilização.
No New York Times, a resenha é assinada por Colm Tóibín, gênio da literatura escocesa, eterno candidato ao Nobel. É Tóibín quem escreve:
Os personagens principais do livro são Churchill e Franklin Roosevelt; membros do movimento pacifista incluindo Gandhi; Hitler e sua laia; os autores de diários Victon Klemperer, em Dresden, e Mihail Sebastian, em Bucareste. Mas, muitas vezes, são fatos muito simples que nos abalam na leitura, fatos muito claros como este, bem no início do livro: ‘A Força Aérea Britânica jogou mais de 150 toneladas de bombas sobre a Índia. Isto foi em 1925.’ Isto vem logo após alguém levantar a idéia de bombardear alvos civis no Iraque, em 1920, ao que Churchill escreve: ’sou plenamente a favor de usar gás letal contra tribos incivilizadas’. Este é o tema do livro que Baker, que vai costurando histórias assim entre 1920 e 1942. Para ele, o bombardeamento de aldeias e cidades por aviões é o ‘fim da civilização’. [...]
O problema, diz Baker, é que os bombardeamentos serviram à morte em massa da população civil mas os sobreviventes não culpavam a liderança nazista; estes, por sua vez, usavam os bombardeios como desculpa para infligir mais sofrimento à população judaica sugerindo, por exemplo, que expulsar judeus de suas casas era ‘justificado para oferecer teto aos arianos cujas casas foram destruídas’. Já em 1941, um dos ministros de Churchill escreveria: ‘Bombardeios NÃO afetam a moral alemã: vamos enfiar isto na cabeça e parar de gastar nossa artilharia nisto.’
Foi assim, no entanto, que a guerra foi conduzida até o fim.
Ainda sobre o assunto:
- O que Churchill faria? A Newsweek da semana traz uma excelente reportagem chamada A mitologia de Munique. É, fundamentalmente, uma constatação e, a partir...
- E quem afinal está certo na
Guerra Civil Espanhola? Boa a discussão aí abaixo esta a respeito da Guerra Civil Espanhola. E como é polarizado este tempo em que... - A Guerra do Líbano em animação Em setembro de 1982, as tropas do exército israelense pararam em frente aos campos de refugiados palestinos de Sabra e...



e quando o Mordechai, cheio de santa e jusrificada ira disse muito menos do que esse babaca merecia, ai o coro das meninas horrorizadas se fez presente.
O cara tem que tomar no cu e nao dizer nada…po…e tao irracional que nao consigo entender. Nem seque dao ao ofendido o direito de ficar puto….que pais e esse???
Um espetaculo deprimente.
bancodebabacas,
matei a charada. o billy é o modecai cano!
os dois escrevem do mesmo jeito, sem estilo e sem acentos. kct, o cara nem consegue dormir, coitado.
tsc
Ze
espero que no ganhes a vida matando charadas.
Ze…benvindo ao CAMC
clube dos admiradores do Mordechai Cano.
mais um babaca no pedaco.
Chest,
Vou dormir, que amanhã acordo bem cedinho. Pra falar a verdade, estou bem cansada desse tipo de amenidades, sabe?
É evidente que sei o que foi o Pacto Ribbentropp- Molotov, mas repito, não serei arrastada a essa discussão revisionista.
André,
Infelizmente, acho que você tem parcialmente razão no seu comentário. Apenas também estou cansada de ler ataques absurdos, grotescos, contra pobres, nordestinos, gays - sem falar da linguagem utilizada. Um mínimo de civilidade e só teríamos a ganhar.
Mas as pessoas realmente se omitem.
Graças ao André Fucs tive uma ideia do que zangou o mordecai. Injusto mesmo o que foi dito dos judeus, ele tinha o direito de ficar puto.
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Billy The Kid, obrigado pelo babaca que me cabe.
Não quero crucificar outro judeu. Nunca quis crucificar nenhum. Só que revidar um insulto é uma coisa, se ele quiser xingar o cara que falou mal dele xingue à vontade. Mas sair dizendo que pertence a um povo superior é outra bem diferente.
Alba, e se te disser que quem armou a Alemanha foi Stalin? Aí você tem pesadelos?
Triste discução…
Preconceitos destilados aos borbotões.
E o moderado? Aonde esta´?
Gerson
desculpe qualquer exagero.
que tenha uma boa noite
Chest,
Nem tente. Já li muito sobre esse assunto e garanto que não estou disposta.
No mais, boa noite, durma muito bem e sonhe com os anjos ou com Stalin e Hitler, quem sabe…:))
el cid
have a good night
Gerson B, para…e pensa.
pode ter pesadelos, Alba, os arquivos de Moscou estão agora abertos, só não lê quem não quer
Chest, Paro e penso o que?
na musica cigana
http://www.youtube.com/watch?v=wvfNfTYohbQ&NR=1
Mordechai Cano # 370 e 371 - Não estou em cima de um muro. Simplesmente quis retratar o horror que me causa a guerra, a separação entre o bem e o mal, como se nós humanos não carregássemos dentro de nós o bem e o mal. O 342 está apagado, não li. Tb não me omiti. Não vou ler tudo isto que está aí. Já está de bom tamanho ler os comentários sobre tudo isto.
Desde que o Dória colocou este post não tive vontade de comentar. Esta parte da resenha, “…recusa a paz sempre que pode” é o que eu penso de todos estes senhores da guerra. É absolutamente impossível dar razão a um senhor de guerra.
love is the way…
Muito mais produtivo seria evitar toda a manifestação explícita de racismo, inclusive o evidente racismo contra árabes e muçulmanos, que me desculpe… abunda neste blog e é claramente tolerado.
E não precisa ser comentário água com açucar… o que falta simancol para evitar a completa baixaria.
o holocausto em forma de comentario de blog
CONTINUA…
maniqueismo é lamentavel…POBRE..
se omitir é pior…
e o racismo persiste…
“provocando os sentimentos mais primitivos”
Os comentários a essa postagem desceram a um nível assustador.
Nunca tinha visto tantas manifestacöes de racismo assim numa única caixa de comentários.
Lamento pois o Blog do jornalista Pedro Dória traz quase sempre matérias/ postagens interessantes, bem pesquisadas, aprofundadas, etc, que nada tem a ver com esse nível de comentário.
Quanto a hipótese aqui aventada da Uniäo Soviética ter armado a Alemanha para a Segunda Guerra, concordo com a Alba: trata-se de uma teoria revisionista sem fundamento. A Alemanha nunca precisou da entäo Uniäo Soviética para se armar. Já tinha uma industria formada para abastecer sua máquina de guerra. Industrias como a da familia von Thyssen, a da familia Krupp ( hoje juntas no mesmo grupo), etc que o digam.
Seria igualmente dificil de acreditar que a Uniäo Sovietica armasse um pais que ela e todos os vizinhos sabiam ser potencialmente perigoso como era o caso da Alemanha de entäo.
Gente,
Desculpem, vou mesmo desligar essa máquina assim que acabar de postar.
Vixe,
Obrigada. Só li seu comentário agora.
Uli,
É uma pena que o texto do PD não tivesse induzido a um outro tipo de discussão, não é mesmo?
Uli, vai estudar. Os alemães estavam proibidos pelo tratado e os aliados vigilantes, tiveram que transferir operações para o leste. Os arquivos estão abertos.
The Treaty of Rapallo was an agreement in the Italian town of Rapallo on 16 April 1922 between Germany (the Weimar Republic) and Russia SFSR under which each renounced all territorial and financial claims against the other following the Treaty of Brest-Litovsk and World War I. A secret annex signed on 29 July allowed Germany to train their military in Soviet territory, thus violating the terms of the Treaty of Versailles. The first post-war German tanks and aircraft were tested and exercised under this .
THIS is one of the most important books so far on the origins of the Cold War. Drawing on unprecedented access to liberated archives in Russia, the former East Germany, Poland, and the Czech Republic, an American academic has painted an illuminating picture of Josef Stalin’s machinations in Poland and Germany dating back to even before the Molotov - Ribbentrop Pact was signed in August 1939. The author demonstrates beyond reasonable doubt the long premeditation behind Soviet actions in the immediate postwar period. The effect is to explode any lingering notions that Western leaders bore any significant responsibility for Stalin’s expansionism in Central Europe — other than by the naivete of their acquiescence.
Lendo os comentários 249 e 259 entendi a defesa do Bill the Kid aos judeus. Acho estranho, quando eu era evangélico não via essa defesa dos judeus e de Israel tão forte como alguns evangélicos fazem, mas entendo.
“Cada vez que esculhambas um Judeu estas a cuspir no rosto de Cristo.”
Hã… o Caifás eu posso?
Näo quero entrar numa discussäo esteril aqui.
Näo necessito estudar mais do que já estudei para saber que a partir da ascensäo de Hitler ao poder em 1933 a Alemanha passou a armar-se e desrespeitou sistematicamente o Tratado de Versalhes, independente dos olhares vigilantes do paises vencedores da Primeira Guerra.
Repito: A Alemanha näo precisava da ajuda da Uniäo Sovietica para armar-se e ir a guerra. Isso é fato notório.
Porém me pergunto, qual é afinal o ponto de uma discussäo sem sentido dessas? Essa teoria quer afirmar o que? Que a Alemanha e a a Uniäo Sovietica tinham os mesmos interesses? Que eram aliadas na Segunda Guerra? Nada mais falso. Independente do Pacto Molotov-Ribbentrop( que foi descumprido quando näo era mais conveniente) a Alemanha tinha os seus próprios interesses, a Uniäo Sovietica tinha os seus proprios interesses, a Inglaterra os seus próprios interesses, os EUA idem. Eram potencias competindo entre si.
Essa tentaviva de reduzir toda a história mundial e europeia a logica da guerra fria( que aliás já acabou há pelo menos 18 anos, alguns parecem näo perceber esse fato) é patetica. Como säo pateticas afirmativas que já li aqui de que Hitler era “de esquerda” e outras perolas do genero.
Ao que me parece quem precisa estudar melhor säo certos brasileiros que querem reescrever a história européia.
judia da silva ( mas pq trocou de nick pra falar comigo ? )
realmente nunca comento sobre israel-palestina ! nao possuo conhecimento historico para tanto, tenho muito medo de ser injusta e realmente, meu “pitaco” nao serviria pra nada !mas todos sabem que sou pro palestina….
pq associa meu silencio com hipocrisia ? sao inumeros os temas nos quais nao comento….é meu direito e pretendo continuar escolhendo minhas preferencias nesse blog !
nao aceito liçoes de civilidade, nunca faltei com respeito à nenhum residente, mas “abyssum abyssus invocat”….
Confetti,
“…nossa hipocrisia”.
Um abraço
j da silva, vc se dirigiu diretamente à mim…nao foi ? entao, respondi pelo que me toca…
abraços também, bom dia pra vc!
Confetti Poirot,
não criei o nick particulamente pra conversar com você. O clima me inspirou.
Lá, bem antes pode vê-lo no comentário 354.
No # 403, realmente falhei em me fazer compreender, pois a hipocrisia a que me referi é a que todos, em maior ou menor grau, trazemos sobre diversas questões, não a só a referente aos judeus. Como esava em pauta…
Minha intenção era responder à sua frase: “quando ele fala do Brasil parece que está falando de uma lata de lixo”. “Obtemperei”(ah, ah) mostrando que se passa o mesmo em relação a muitos comentários sobre Israel,
eivados de agressividade e radicalismo, para dar uma pálida idéia do que sentimos quando vêm as pedras. Algo gênero pimenta nos olhos dos outros é colírio.
Não a conheço para chamar-lhe disso ou daquilo. Ao contrário, no que você escreve em geral deixa a marca da leveza, agilidade mental, vivacidade, originalidade e outros encômios.
Tá de bom tamanho?
E sem pretender te dar lições de civilidade, “morde, couché!!” no # 392, em que pese sua graça e finesse, não me soa exatamente como civilidade. Ah, mas ele mereceu. Não discuto. Mais modesta, também peco aqui
e ali.
Conclusão: se a coisa continuar degringolando e se o estilo for o homem (mulher), daqui pra frente vou cavocar heterônimos.
E, bom dia, brilho da manhã
puxa moça, relaxa comigo por favor ! eu sou do bem ! lamentei o lance do “couché”… sempre lamento me envolver em conflitos e bate boca…
nao lamento te-la conhecido ! enchantée, confetti !))
bom dia brilhante pra vc, cheio de sol e coisas gostosas !
Uauuuuuuu…uauuuuuuu…estou colocando pt final neste post, ok, moçada?
MaGioZal , lembrando aqui, inclusive, que Hitler foi eleito democraticamente.
Acho que em termos… visto que nas eleições que aconteceram em 1932, já havia um clima de instabilidade política e institucional muito grande na Alemanha, “ajudado” pelas forças paralelas de Hiler (SA) que, literalmente, botavam para quebrar.
Mesmo assim, em todas as eleições gerais alemãs abertas e razoavelmente abertas em que participou, o partido nazista JAMAIS conseguiu obter o apoio de mais de 50% do povo alemão — e isso até mesmo nas últimas eleições que aconteceram em 1933, quando Hitler já estava no poder e com o decreto de incêndio do Reichstag já publicado.
Hitler sempre foi minoritário, e só conseguiu se tornar premiê alemão graças a um sistema eficiente que misturou intrigas políticas, forçação de barra para derrubar coalizões, e sobrretudo o apio da elite industrial alemã, que foi fundamental para dar a Hitler o apoio que ele precisava para destruir a democracia na metade de 1933 e se consolidar como ditador supremo em 1934, com a morte do presidente Hidenburg.
Uli, a explicação é a seguinte, Stalin pretendia usar a Alemanha como fator de desestabilização dos aliados, França e Inglaterra.Com intuito revolucionario marxista, criar as condições para a revolução bolchevique nesses paises depois de uma guerra.
Resumindo, Stalin criou a WW2.
Chest,
Essa foi literalmente de doer!!
Aliás, agradeço que não me explique mais dessa insanidade..
Alba, frequentemente você reclama de dor quando enfrenta a realidade.
Alba,
Na verdade, o que o Chesterton está querendo comprovar a sua tese de que todo marxista (se é que Stálin teria sido marxista) é de uma burrice cavalar.
Chesterton,
O pacto Molotov-Ribentropp, sabiam os dois, não ia durar muito. Era o tempo de um ajeitar a sua defesa e do outro reforçar o ataque.
A idéia da revolução na Europa já era passado (revolução permanente/revolução num só país, o fulcro da divergência Stálin/Trotsky).
Stálin fez de tudo para demonstrar isso aos aliados, inclusive dissolvendo o Comitern e extingüido o Partido Comunista Americano.
“… dissolvendo o Comitern e extingüindo o Partido Comunista …” (ficou certo assim?)
anrafel,
Pois é, mas você sabia que Hitler (sempre fico fascinada com essas revelações) era de esquerda? O que, supomos o companheiro josef mario e eu, coloca Stalin como direitão, reacionário e fascista. Não é mesmo fascinante?
Não te recomendo a leitura de TODOS os comments porque a baixaria foi grande. mas há grandes, extensas explicações sobre esses fatos ignorados por nós, meros mortais.
Donde, o Pacto Molotov-Ribbentropp só pode mesmo ter sido sinistramente urdido AINDA na República de Weimar, (1922, que foi a única data que li do arrazoado insano que o Chest começou a postar.
Ora, dirá você. Em 1922, nem Hitler e nem Stalin ainda estavam no poder. Detalhes, meros detalhes, porque devem ter encarregado alguns prepostos para A MISSÃO (que nem em filme de espionagem).
E quando ambos chegaram ao poder, tava tudo lá, prontinho.
Aprendeu, seu infiel? :))
Ficou certo, sim, anrafel..:))
Stalin tentou usar a Alemanha e conseguiu, mas Hitler que de bobo nada tinha, invadiu a URSS quando se deu conta de que se explodiria contra os Aliados, deixando o caminho livre para os comunistas.
PD, você retirou meu último comentário?
gerson, nao foi pd que retirou seu coment. …foi o apagao da noite passada….
Aaargh, só faltou acusar Stalin incentivar a candidatura de Hitler e o golpe dos anos 30. Revisionismo pouco é bobagem.
Só faltou aparecer alguém dizendo que o holocausto não ocorreu
409 Mordechai Cano “…para ser antisemita ou racista e necessario, a priori, ser covarde.”
Isto significa que você não se considera racista?
410 Mordechai Cano “…o antissmitismo esta incruado como um cancro nos coracoes e mentes de quase todos os que nao sao Judeus.”
Não vejo as coisas assim. Não sei da Europa e EUA, mas aqui no Brasil não vejo as pessoas se perguntando ou se incomomdando com judeus. Isso não é assunto. Não é nem uma preocupação.
E desconfio que pra amarelos e negros os judeus sejam só mais um tipo de branco.
Todos sabemos que Winston Churchill era anti-comunista ferrenho, que ajudou os “russos brancos” na contra-revolução russa de 1918 a 1921, e que tolerou o rearmamento alemão para jogar a Alemanha contra a URSS e assim, acabar com o socialismo soviético.Até o final da Batalha de Stalingrado, os partizans comunistas foram a resistência heróica da Europa ocidental diante da Wermacht. Quando os soviéticos viraram o jogo em Stalingrado, Churchill sentiu o cheiro de queimado no ar e passou a apostar corrida contra Stálin para ver quem chegaria a Berlim primeiro, já visando as respectivas áreas de influência no Pós-Guerra.Inclusive, britânicos combateram contra os heróis partizans à partir de 1943, principalmente na Itália e Grécia, onde conseguiram sufocar a revolução popular apenas em 1947.Todos estes são fatos sobejamente conhecidos.Aliás, quando o exército alemão avançava na URSS, comandantes alemães falavam em negociar a paz com os Aliados, deixando claro que deixar a Europa ocidental à própria sorte era interessante para o anti-comunista Churchill e para Hitler.
Interresante as postagem. Não foi Churchill, só o “guerreiro-vilão”. Roosevelt, deixou que França e Inglaterra chegassem ao “fundo do poço” para só entrar na guerra quando a alemanha estivesse fragilizada e por medo do avanço russo.Sem entrar nos motivos.Realmente o exército que venceu os alemães, foi o exército vermelho!. Inclusive as tropas americanas tiveram medo de tomar Berlin, pela´inúmera perdas de vida. No mais, a guerra podia ter se acabado 02 anos antes e pouparia milhões de vida, se não fosse os planos imperialistas dos americanos. Terminada a guerra, duas potências viram super (URSS e EEU) e França e Inglaterra perdem seu império colonial e ficam na 2ª fila. Em guerra não tem heróis. Só perdedores.
Tem muita gente aqui que deveria ler mais antes de expressar sua opinião sobre assunto que não entende.
- A política alemã a partir de 1939 era de crescimento territorial, reconquistando territórios perdidos após a 1ª guerra, e anexando outros com maioria de “etnia” germânica.
- Os primeiros a bombardear civis foram os ingleses. Quem duvidar disso, com li em vários comentários, em demonstração de plana certeza, deve pesquisar mais – não precisa ser livros revisionistas – sobre o assunto.
- Hitler nunca foi comunista, e temia a democracia nos jugos do “capitalismo” internacional.
- Churchill era necessariamente desumano e cretino para os propósitos de guerra com a Alemanha, tendo demonstrado isso em outras batalhas antes da 2ª guerra. Foi primeiro ministro apenas pela necessidade de seu pragmatismo e insensibilidade. Seus discursos e comportamento são “aveludados” de um carisma forjado.
- A ação dos bombardeios aliados, na opinião de muitos especialistas, foi quem venceu a guerra, ou pelo menos acelerou seu fim. Seja pelo dano ao exercito e marinha alemã, seja pelo ataque covarde aos civis em varias cidades, principalmente Desdren, atingindo a moral alemã.
- Os Judeus eram numerosos e influentes na Alemanha, quando subiram ao poder, os nazistas trataram logo de enfraquecê-los para poderem aplicar suas políticas radicais, principalmente depois de uma campanha judaica na mídia mundial atacando Hitler. Perto do final da guerra, e revestido de um misto de ódio e pavor, Hitler pos em prática sua solução final, embora não tenha sido apenas e da forma como é contada ate os dias de hoje.
Fontes:
. Adolf Hitler - John Toland
. Os Generais de Hitler – Correlli Barnett
. O Hitler da Historia - John Lukacs
. Churchill – John Lukacs
. A Guerra que eu vi – Patton
. Os Senhores da Guerra – Jonna Potts e Simon Berthon
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