O Brasil como ele é
Às vezes, a conversa política fica difícil. Não era assim, passou a ser. Polarização não me incomoda pessoalmente. Mas polarização artificial, polarização inventada onde ela não existe, sim. E parte do público politizado, interessado em política, está sendo usado como massa de manobra.
Não há diferenças entre os planos de governo do PT e do PSDB. Ambos apostam na mesma política monetária. Ambos têm a mesma política social baseada em bolsas de renda mínima com contrapartidas. Ambos têm a mesma falta de projeto futuro para o Brasil.
Do ponto de vista de projeto de governo, a diferença entre PSDB e PT é mais ou menos como a diferença entre Hillary e Obama. Ou seja: quase nenhuma, de filigranas. Representam ambos, no Brasil, o mesmo que o New Labour inglês de Tony Blair representa, o que os New Democrats de Bill Clinton representaram. São as mesmas idéias.
PT e PSDB têm diferenças de história. Em seus núcleos duros, um dos partidos tem base sindical e o outro na elite de centro-esquerda paulista. Coisa equivalente existe dentro do Partido Democrata norte-americano. Há os democratas da Nova Inglaterra e há o poder interno das Unions. Não faz qualquer sentido que PSDB e PT sejam partidos diferentes. Mas são. Acaso o Brasil fosse lógico, faria sentido uma aliança PT-PSDB no governo e uma oposição DEM-PL. Ou vice-versa. Mas a lógica nós a abandonamos faz tempo.
O que realmente separa tucanos e petistas são os projetos pessoais de poder de seus líderes. Isso não enobrece ninguém. Há ódios, raivas, cálculo, esperteza – coisas da política. E parte da imprensa ingênua ou espertamente compra isso como se fosse diferença política de fato. Nesta toada, rusgas de alguns políticos, as várias brigas internas em governos, as histórias de corrupção que ambos têm, vão sendo alimentadas. O público é iludido. Usa-se a tática do inimigo externo – velha como a Sé de Braga. Para distrair o eleitor de meus problemas, que se jogue a culpa no outro, que fique bem disfarçado aquilo que realmente importa.
Enquanto isso, a imprensa tem um problema. Há uma mudança tecnológica em curso que dificulta a vida. Revistas vendem menos. A polarização, a incitação ao ódio, serve para vender revista. Serve para atrair leitores de blog. Mas que ninguém tenha dúvidas: imprensa ainda é um grande negócio que faz muita gente muito rica. E esta é uma segunda briga que rola em paralelo.
A Igreja Universal do Reino de Deus é o novo grande concorrente nesta disputa. Tem um canal de televisão que está crescendo. Terá um jornal diário. Tem um projeto político-partidário. Está mais influente na vida brasileira e quer seu espaço. Está preparada para um conflito. Do outro lado, os jogadores correntes deste mercado, nas tevês e jornais, também estão armados. Quem aumentará audiência? Quem perderá? Quem terá mais poder no final? Quem terá mais dinheiro?
Por causa da Internet, as grandes empresas de telecomunicação que emergiram da privatização de Sérgio Motta entraram no negócio da imprensa. Foi um movimento natural: a princípio, não havia nada em português na web e era preciso dar material de leitura para que as pessoas usassem o serviço. Hoje, virou negócio: há influência para exercer sobre um grande público e há dinheiro para ganhar.
A maneira como grandes negócios são conduzidos não é bonita. Há um emaranhado que envolve laços políticos, bancos, o peso que o governo tem por conta dos fundos de pensão. É muito dinheiro o que levantam as grandes telecoms. Ninguém envolvido neste jogo é inocente.
Empresas jornalísticas vivem de venda direta aos leitores e, principalmente, publicidade. O governo – qualquer governo – usa a verba que tem para beneficiar quem lhe interessa. Grupos com interesses próprios usam a imprensa para melhorar suas chances na política. Alguns veículos, em troca de gordas verbas publicitárias, se dispõem a atacar o inimigo de seu amigo. É uma máquina complexa com muitas variáveis, um jogo muitas vezes complicado de alcançar. As fidelidades de um dia no dia seguinte são outras. Mas não é jamais ideologia que está em jogo neste troca-troca de alianças e inimizades. É poder e é dinheiro.
Antonio Carlos Magalhães costumava dizer que existem três tipos de jornalista. Um quer emprego. Outro quer dinheiro. O terceiro quer notícia. Assim, ele continuava, o político que souber diferenciar pelo olho um jornalista do outro sempre se dará bem. Ele tinha toda razão: é como somos. Controlava os três grupos como um mestre.
Não existe uma guerra ideológica na imprensa brasileira. Não existe uma guerra ideológica no Brasil. Não há polarização. Finge-se uma polarização para disfarçar empresas e grupos que têm interesses. E ainda existem os mesmos três tipos de jornalistas. Diferenciar um do outro requer bom olho.
Enquanto a disputa pelo poder de fato no Brasil rola, o leitor é ludibriado com uma briga ideológica inexistente.
Ainda sobre o assunto:
- De como José Dirceu intermediou
a relação Brasil-EUA No Valor Econômico, via Sérgio Leo: O ex-ministro José Dirceu virou um interlocutor privilegiado do governo americano no primeiro mandato... - Bali, Aquecimento Global e
EUA e Brasil como vilões São duas as histórias para serem contadas a respeito da reunião da ONU para discutir o aquecimento Global, que terminou... - O Brasil que existe, o Brasil que poderia existir Li comentários de todo tipo a respeito do post, ontem, sobre a reportagem da revista Cambio. Nas redações dos grandes...
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é incrivel a resistencia de habitos mentais, de crenças ancestrais: como se pode achar que a “politica” (eleições, congresso, democracia, governo, ) tem qualquer grau de autonomia frente aos agentes economicos hoje em dia???
tudo isso: (eleiçoes, congresso, governo..etc) é so um tipo de farsa mantido pela televisão para consumo da massa. Vivemos mesmo é no mundo de Matrix.
é incrivel a resistencia de habitos mentais, de crenças ancestrais: como se pode achar que a “politica” (eleições, congresso, democracia, governo, ) tem qualquer grau de autonomia frente aos agentes economicos hoje em dia???
tudo isso: (eleiçoes, congresso, governo..etc) é so um tipo de farsa mantido pela televisão para consumo da massa. Vivemos mesmo é no mundo de Matrix.
É PD foi um post corajoso, mas seria difícil esperar que as pessoas não resistissem a manter o flaxflu, afinal ambos os lados jogam o mesmo esporte e só muda a cor da camisa. Ainda assim me pergunto o que seria a oposição se ambos se juntassem
O sr. Passos diz que FHC é o pior presidente do país. Isso não podemos dizer nem de Fernando Collor que nos legou o Código de Defesa do Consumidor!
FHC nos legou um país estável. Sem inflação. Com aumento do poder de compra para todos os brasileiros de uma forma geral.
Na época de Sarney, não houve um único ano de déficit na balança comercial.
Todos os presidentes acertam e erram. Uns fazem piruetas (Sarney, por exemplo). Mas não há presidente infalível. Nem Lula.
É bom lembrar que o PT achava o Plano Real uma falácia eleitoreira e a moeda completará 14 anos. Uma onda na qual o presidente Lula surfa sem ruborecer (ele, que a criticava).
Romper com o quê? Com o sistema financeiro? Então ressuscite Enver Hoxha, sr. Passos. E vamos ver onde vamos parar! Eu é que não gostaria de estar aqui…
Leitão,
FHC foi o pior presidente da história do Brasil.
O legado de FHC foi um país quebrado e de quatro diante dos interesses do mercado financeiro.
Quem quiser tem todo direito de gostar… de uma marionete dos interesses estadunidenses.
Aliás, quem falou em ruptura foi o José Serra… ano passado. Eu só reproduzi e apoiei a retórica…
“É vital para o Brasil… …a ruptura desse ciclo, que é também intelectual, de ambições modestas e fracassos “bem sucedidos” em relação ao crescimento econômico…”
Coloquei exatamente para tirar uma onda…
E demonstrar como a cisão do modelo pode acontecer por dentro… na disputa por hegemonia entre grupos distintos no mesmo partido.
“Então ressuscite Enver Hoxha, sr. Serra. E vamos ver onde vamos parar! Eu é que não gostaria de estar aqui…”
Vou enviar seu comentário ao Serra… será que ele responde? Vai ser hilário…
“A política da pasmaceira em relação à nossa economia tem consagrado a mais perversa tendência depois de um século de prosperidade: a semi-estagnação…”
Ruptura já!
“Sou filho de uma época de incertezas (…) Uma época em que o comércio, a agricultura e a indústria, crescendo e gerando empregos, tinham prestígio, eram mais importantes do que as cirandas financeiras e as especulações dos rentistas que desfrutam as monumentais margens de arbitragem ensejadas pelos juros siderais…”
Reduzam os juros siderais!
Entreguistas!
Eu me divirto pacas…
Entreguistas??? Pacas????
cara…como nós estamos ficando velhos né não???
Podes crê, bicho.
Tempos mais densos, pô… ou acabamos todos morrendo de tédio, assistindo o novo filme do rambo, em um shopping center qualquer, cerado por imensas favelas… como um democrata-afrikaaner.
Ora bolas…
ou ..pior..comprando aquelas antologias do Pasquim que vende nas livrarias, onde tudo parece muito mais antigo que o Barão de Itararé..triste..trsite
sr. fabio passos,
cada um tem o direito a sua opniao. Voce e daquela fatia (30%) que sempre vota nos petralhas e que perderam duas eleicoes pro FHC…nao vou leh convencer a mudar de time!
Voce pode nao concordar com FHC, mas este presidente deixou um legado de TRANSFORMACAO tanto das intituicoes democraticas detse pais, como toto o arcabouco do estado moderno brasieiro. FHC fez mais timidamente o que Tatcher fez na inglaterra em crise dos anos 70/80 ao instituir reformas do estado / privatizacoes, etc…
Portanto FHC foi um agente de transformacao, quando lulla e um agente de continuacao e portanto reacionario em essencia.
O que lulla fez em 8 anos pelo brasil?
-aumentou o programa assistencialista eleitoreiro do bolsa familia, verdadeira maquina eleitoral de exploracao da miseria (neo-coronelismo).
-criou a TV publica
-teve merito de manter a politica de estabilidade economica e nao descambar pro populismo
o que FHC fez em 8 anos?
-acabou com a hiperinflacao / criou o plano real.
-reformou o estado brasileiro e alavancou uma agenda de modernizacao do estado vizando sua gestao / modernizacao.
-criou a LRF
-criou as agencias reguladoras para regular os mercados
-privatizou algumas empresas publicas que hoje sao notorios casos de sucesso alem de universalizar e democratizar o acesso a telefonia / internet
-implementou uma mudanca de mentalidade num pais sem cultura de estabilidade monetaria por culpa da inflacao.
-Tirou o SUS do papel
-criou o FUNDEF
-universalizou a educacao condicionando o bolsa familia a matricula na escola (mecanismo retirado pelo gov. lulla e causou exodo das escolas)
ou seja, a modernizacao / evolucao / progresso (que e mote de nossa bandeira positivista) foi sustado nesse gov. lulla. porque? nao sei. falta energia, gente que entenda e saiba pensar o brasil. NAda de novo acontece. So as velhas negociatas e patrimonialismo toma-la-da-ca , o pior do brasil.
Espero que com um novo presidente em 2010 as reformas , modernizacao do estado , aumento de investimento voltem a pauta nacional que tao desesperadamente precisa. Ao inves de ficarem se digladiando em CPIs , espionagens, falcatruas, dossies, chantagens e ameacas; a cara da nova classe sindicalista no poder.
fico pasmo em nao ver o debate seguir tom pragmatico , de raio-x dos problemas do brasil, desafios e fique um debate irracional em torno de ideologias fracassadas a anacronicas. Os ismos…tem gente que ainda luta contra o capitalismo em pleno sec. 21…e a esquerda jurassica. Por isso nao saimos do atraso.
Os famosos idiotas latino americanos do Vargas Llosa…
Petista é phoda…..ainda vais er sinônimo de estúpido.
Com uma ralé intelectual como o grande adversário político… dificilmente escaparemos.
Uma repulsiva ralé intelectual… é tudo o que eles desejam.
É assim que funciona.
“Esta reestruturação econômica global promove a estagnação no fornecimento dos bens e serviços necessários e simultaneamente desvia os recursos existentes para investimentos lucrativos na economia dos bens de luxo. Ao mesmo tempo, com o esgotamento da criação de capital em atividades produtivas, o lucro é cada vez mais freqüentemente procurado em transações especulativas e fraudulentas, o que, por sua vez, contribui para a ocorrência de perturbações nos principais mercados financeiros mundiais. ”
http://blog.controversia.com.br/2008/03/13/a-globalizao-da-pobreza-e-a-nova-ordem-mundial/
Mello,
Por que não pergunta ao Serra porque ele considera que “…as cirandas financeiras e as especulações dos rentistas que desfrutam as monumentais margens de arbitragem ensejadas pelos juros siderais…” criação de FHC, torna necessária “…a ruptura desse ciclo, que é também intelectual, de ambições modestas e fracassos “bem sucedidos” em relação ao crescimento econômico…”
Penso que você e o Palocci estão plenamente de acordo… quem está discordando aqui… sou eu.
Para Fabio Passos,
Caro, gostaria de vê-lo desenvolver raciocínios lógicos e bem engendrados, em vez de ficar colhendo citações que carecem de comprovação técnica e cultural, em blogs que se revestem opiniões ideológicas.
Seus posts partem de sua ilusão e de seu idealismo quando deveriam partir da realidade nacional. Ficar repetindo batidos jargões da esquerda ultrapassada não contribui para o debate. Suas opiniões estão longe de significar uma proposta para o país. Elas parecer mais defender os privilégios daqueles que gozam do poder sobre o orçamento do estado nacional. Na minha opinião precisamos buscar reprsentantes que não enganem o povo e saibam reconhecer em primeiro lugar que, enquanto o estado naõ recuperar o poder sobre seu orçamento nada poderá ser verdadeiramente mudado. As estruturas políticas e econômicas continuarão a perpetuar a pobreza financeira, educacional e da saúde dos brasileiros. Ficar citando Serra, Palocci e outros políticos? Cair no engodo que o próprio texto do Pedro Dória mostra é no mínimo ter uma posição indiferente quanto ao problema exposto. Acorda! Se liga! Cai na real.
Carlos,
Aqui foi muito bem…
“Na minha opinião precisamos buscar reprsentantes que não enganem o povo e saibam reconhecer em primeiro lugar que, enquanto o estado naõ recuperar o poder sobre seu orçamento nada poderá ser verdadeiramente mudado. ”
Faltou explicar… e como fazer?
Eu já expliquei claramente…
O resto é ruim, mas
“citações que carecem de comprovação técnica e cultural…”
é engraçado, seja lá o que você tentou dizer.
“qualquer um que lance mãos sobre mim pra me governar é um tirano e o declaro meu inimgo”…
Mikhail Kropotkin
Para Fabio Passos:
1) Recuperar o controle sobre o orçamento significa acabar de vez com o déficit nominal publico. Alguém aí para cima disse isso: o déficit é de 3% do PIB e precisa ser reduzido ao longo do tempo até chegar em déficit nominal zero. Aí o Estado não precisará mais pegar dinheiro no mercado financeiro pararolar suas dívidas e poderá começar a reorganizar suas finanças. Como fazer isso? O primeiro passo seria começar pela mobilização dos eleitores e contribuintes em cima de um projeto de cobrança dos políticos, no congresso e nos executivos. Caminhos? Poderíamos começar pela redução do número de ministério. Bastam 15. Os cargos de confiança também podem ser reduzidos. Como no governo inglês, cada que vez que muda a gestão, são trocados apenas 40 funcionários. Aqui, se não me engano são mais de 100 mil pessoas. Já as estatais, devem ter uma gestão técnica e profissionalizada. Não deve haver nomeações políticas. Isso faria o lucro crescer, garantindo melhora para as contas públicas e para os acionistas. Poderíamos realizar a fusão da CEF com o BB, fechar agências rendundantes e investir na profissionalização dos serviços, de forma a competir de igual para igual com as instituições bancárias privadas e eliminar também neste caso as influências políticas, que sempre prejudicam a gestão em detrimento do interesse da população. Outra medida interessante seria reduzir o número de municípios. Temos algo em torno de 5.500. Não precisa tudo isso, pois hoje se gasta mais com salário de vereadores do que se gasta com saúde. Há muitas outras coisas que podem ser feitas, como acabar com as emendas parlamentares ao orçamento; elaborar um projeto nacional de longo prazo onde os rumos da nação e as carências dos cidadãos estarão acima dos interesses eleitorais dos políticos de plantão.
Na medida em que não exista mais déficit nominal público e o estado não precisar mais captar recursos no mercado financeiro, os juros tendem a desonando a poupança nacional para o fiananciamento da produção. Isso vai gerar empregos de verdade.
O desenvolvimento econômico é o melhor remédio contra a pobreza. É por aí.
O que quiz dizer com aquela frase que você cita é o seguinte. Precisamos de propostas construtivas e análises precisas da situação para que encontremos as verdadeiras soluções. Não se deixe enganar pelo falso discurso do governo, que nada fez e nada fará. Eles querem apenas o poder. Veja o que o “companheiro” Chavez está fazendo com a Venezuela: inflação de 20% ao ano, escassez e fila para comprar alimentos… Se pudessem o PT faria as mesmas coisas no Brasil. Ou seja estatizações e etc. Leia o artigo do almirante Mario Cesar Flores no Estadão de hoje, que é bem informativo apesar dele ser um militar reformado:
http://www.estado.com.br/editorias/2008/03/24/opi-1.93.29.20080324.2.1.xml
Isso sem falar no combate à corrupção política, que no Brasil é enorme!!!
Direto do Sarcófago
ou “as besteiras que pochmann diz”
Rodrigo Constantino
O artigo do presidente do Ipea Márcio Pochman, no jornal Valor de quinta-feira (20-03-08), foi realmente um show de horrores. É tanta besteira que mal sei por onde começar as críticas. Normalmente, nem vale a pena perder tempo com isso, mas nesse caso creio se tratar de uma exceção, por dois motivos: a elevada posição do autor, dirigindo um importante órgão de pesquisas econômicas do governo; o fato de estas falácias contidas no artigo serem repetidas ad nauseam pela esquerda, desinformando os leigos no assunto. Faz-se necessário expor, portanto, a mentalidade absurda presente no texto.
Logo no começo, o autor tenta colocar no mesmo saco podre o capitalismo e o comunismo: “Sabe-se, contudo, que simultaneamente ao desarranjo do império soviético, o centro da nata do capitalismo mundial convive com sinais de perda de influência no novo cenário econômico internacional”. O que Pochman quer dizer com isso? Será que ele está tentando afirmar que o capitalismo e seu grande ícone, os Estados Unidos, fracassaram tanto quando a União Soviética fracassou? Isso foi alguma piada sutil que eu não consegui entender? A economia americana ainda responde por cerca de um quarto do PIB mundial. Poderia alguém no cargo ocupado por Pochman ignorar este fato?
O economista tenta explicar: “Nos dias de hoje, a China já responde por um quarto da produção mundial de máquinas de lavar, um terço da de televisores, dois quintos da de microondas, metade da de câmeras, dois terços da de foto copiadoras e 90% da de brinquedos eletrônicos”. Ótimo! Eis a maravilha do mundo globalizado: cada um pode focar naquilo que possui vantagem comparativa. Os Estados Unidos viraram uma economia basicamente de serviços, enquanto a China se transformou na indústria mundial, principalmente de produtos mais simples, por enquanto. Todos ganham com essas mudanças.
Mas Pochman parece ter entendido tudo errado sobre as causas do recente sucesso chinês: “De posse de duas a cada três gruas do mundo, o país do meio na Ásia constrói a base material mais moderna da atualidade, reinventando o sistema econômico com inovação e padrão tripartite de gestão da produção (empresa, sindicato e Estado)”. A China não reinventou nada, ela apenas permitiu um funcionamento mais livre do mercado. Com suas zonas livres, menor intervenção estatal, capital estrangeiro abundante e o direito de propriedade melhor estabelecido, o país conseguiu retirar milhões da miséria, uma herança socialista. A China está melhorando a despeito do Estado, não por causa dele. Pelo contrário: ainda há intervenção demais, como no caso do setor financeiro. Isso prejudica o país, diferente do que Pochman acha. Isso sem falar da completa falta de liberdade em diversos campos, pois não devemos esquecer que a China convive com uma ditadura.
As pérolas continuam: “O desarranjo imposto pelas administrações recentes nos Estados Unidos somente consegue ser superado pelo largo fracasso do modelo neoliberal defendido pelos organismos multilaterais e aceito passivamente por diversos governos latino-americanos e caribenhos”. Não obstante ser muito cedo para falar em “desarranjo americano”, de onde será que Pochman tirou esta idéia maluca de que o neoliberalismo falhou na América Latina? Ele simplesmente nunca nos deu o ar de sua graça! Os países que abraçaram o liberalismo – ou um grau mais elevado de liberdade – prosperaram, enquanto a América Latina fracassou justamente por se afastar deste modelo, mantendo um governo inchado, gestor de empresas, interventor ao extremo na economia. Como pode alguém que comanda o Ipea inverter tanto a realidade dessa forma?
Mas o economista não parece satisfeito, e continua cavando mais fundo no buraco: “O resultado hoje é reconhecido: abertura comercial, privatização e internacionalização da produção não permitiram expansão sustentada do crescimento, tampouco transferência tecnológica e expansão social”. Desde quando abertura comercial e privatização prejudicam algum país? Não existem casos deste tipo! Podemos analisar os casos do Chile, Irlanda, Espanha, Austrália, Nova Zelândia, Islândia, todos eles são exemplos de sucesso das reformas liberais, que Pochman tanto condena. O governo brasileiro, por outro lado, continua dono de várias estatais sem sentido, como o Banco do Brasil e a Petrobrás, e nossa abertura comercial foi muito tímida. Não foi a globalização que falhou: foi a sua falta!
Mas para quem pensa que viu absurdo suficiente, está enganado: “O projeto de país circunscreveu ao primitivismo do combate à inflação, acreditando que, por conseqüência, o crescimento econômico se sustentaria por si próprio”. Pochman, recentemente, reclamou que o presidente Lula foca demais na inflação. Será possível que ainda exista economista que acredita na falsa dicotomia de mais inflação, mais emprego? Não foi suficiente observar que os países com maiores taxas sustentáveis de crescimento foram justamente os países com menor índice de inflação? O que Pochman está sugerindo? Que o país aceite conviver com um pouco mais de inflação, para gerar um crescimento artificial? Inflação, como bem sabem os brasileiros, é o imposto mais perverso que existe, pois ataca diretamente os mais pobres. Com amigos como Pochman, os pobres brasileiros não precisam de inimigos!
As idéias do presidente do Ipea parecem surgir direto de um sarcófago. São tão ultrapassadas, tão absurdas, tão refutadas pela lógica econômica e pelas evidências empíricas, que espanta ainda serem levadas a sério nesse país. Mas, caso fossem apenas motivo de piada, como deveriam ser, aí sim o tal neoliberalismo teria chegado ao país, e com certeza a realidade seria muito diferente. Seria muito melhor!
Caro Rodrigo Costantino,
Assino em baixo das suas críticas. Devo acrescentar ainda o seguinte:
A defesa de um pouco mais de inflação parte justamente daqueles que querem sustentar o déficit público para alimentar privilégios inconfessáveis no setor público: são sindicatos, projetos políticos clientelistas, estatais que servem de cabides de emprego; e assim por diante. Enquanto o Estado não recuperar o poder sobre seu orçamento, não haverá mudança de rumo. Isso eles sabem, mas não têm interesse em resolver. O que eles querem é o poder pelo poder, para perpetuar a estrutura clientelista e atrasada do Estado, que apenas beneficia àqueles que estão no poder ou que gravitam ao seu redor: empreiteiras que fazem obras públicas, empresas monopolistas e cartoriais como as telefônicas; fundos de pensão, bancos entre outros. Leia o artigo “Ideário do atraso”, do almirante Mario Cesar Flores, publicado hoje no Estadão para uma radiografia e diagnóstico precisa do assunto. Vale a pena a leitura, inclusive para entender como o neoliberalismo não foi adotado pelo Brasil, como defendem alguns. Aqui a aplicação foi muito tosca, pois ainda carregamos inúmeros vícios do período getulhista:
http://www.estado.com.br/editorias/2008/03/24/opi-1.93.29.20080324.2.1.xml
Perdem seu tempo. Apologistas do fracasso.
Há muito já está evidente, que torrar 7% do PIB - R$150bi/ano - para dar de mamar aos especuladores é o grande buraco nas contas públicas… negar é a política do avestruz.
E esta grana preta, surrupiada de todo brasileiro que paga impostos, é função direta de uma taxa de juros bizarra… uma vergonha despudorada, mantida artificialmente por um fantoche dos especuladores dentro do governo: Henrique Meirelles.
O resultado não é apenas o roubo institucionalizado e avalizado por Globo, veja, FSP e Estadão…
O resultado é a estagnação econômica dos últimos 15 anos de neoliberalismo fracassado.
O resultado é um país que sonhou ser potência e acordou colônia exportadora de commodities. É a “modernidade” dos trouxas. Depenados até a última pena do rabo… em um jogo sobre o qual não tem nenhum controle.
O resultado é uma elite afrikaaner, incapaz de aproveitar o potencial do Brasil e responsável direta por nosso subdesenvolvimento.
Enquanto no Império, o desbunde dos especuladores, provocou uma crise brutal… da qual ninguém conhece ainda todas as consequência, mas que já se reconhece, serão gravíssimas, aqui na colônia, ainda há quem mantenha este papo furado?
Pagar pau pro Império é típico da natureza dos servis… mas tamanho delay… é típico também de uma percepção limitada do mundo.
Até quando os defensores do subdesenvolvimento brasileiro virão arrotar seus fracassos como “modernidade”?
Modernidade é crescer e prosperar
Modernidade é justiça social
Neoliberalismo é o atraso… a realidade se impõe.
“Entre 2002 e 2006:
• Na Venezuela a pobreza caiu de 48,6% para 30,2%; a indigência, de 22,2% para 9,9%.
• Na Argentina, a pobreza caiu de 45,4% para 21% e a indigência de 20,9% para 7,2%.
• No Brasil, a pobreza passou de 37,3% para 33,3% e a indigência de 13,2% para 9%.
No caso da Venezuela, as razões foram a elevada taxa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e a implementação continuada de programas sociais de larga escala.”
E se nos livrarmos dos especuladores parasitas sugando R$150BILHÕES/ano… aí a prosperidade vem…
O Império entra em recessão… é hora de tacar o pau na máquina.
Investimento Público: Usinas, rodovias, ferrovias, portos, saneamento básico, urbanização de favelas…
Continuar ouvindo esta ladainha sem fim dos fracassados-subdesenvolvidos-neoliberais vai fazer muito mal ao Brasil.
fabio passos,
Tipico petralha; falsidade intelectual e mentiras!
Lamento informar que seus numeros sobre reducao de pobreza abaixo da linha da miseria na venezuela sao errados e absurdos. A pobreza aumentou na venezuela. A argentina eu nem sei, nao me interessa.
Qual a sua fonte?? site dos petralhas?
os numeros verdadeiros; reportagem do Estadao
“A população considerada abaixo da linha de pobreza - que vive com menos de US$ 1 por dia - aumentou de 47%, em 1998, para 52%, em 2005. O desemprego também cresceu nesse mesmo período, de 12,2% para 13,5%. Os efeitos desses números podem ser constatados pelas ruas do centro de Caracas, deterioradas e tomadas por pedintes e ambulantes”
VOCÊ JÁ IMAGINOU A ZONA QUE O PT FARIA SE NO GOVERNO DO FHC:
* A epidemia de dengue fosse incontrolável como agora? E a febre aftosa?
* Se faltasse gás?
* Se os lucros dos bancos fossem tão vultuosos como agora?
* Se houvessem tantos acidentes aéreos?
* Se houvesse o caos aéreo?
* Se o FHC se rebaixasse para o ditador Chaves e para Cocaleiro Morales?
* Se o FHC comprasse um avião tão luxuoso?
* Se todos os ” amigos” do FHC fossem corruptos?
* Se o FHC “perdoasse” a dívida de tantos “amiguinhos”?
* Se o FHC tivesse um filhinho tão espertinho?
* Se as despesas do palácio aumentassem tanto?
* Se alguma ministra de FHC nos mandasse relaxar e gozar?
* Se a primeira dama não fizesse porra nenhuma mas tivesse cartão de crédito ilimitado?
* Se o FHC aparelhasse o estado com milhares de empregos para os “cumpanheiro “?
* Se algum aspone do presidente nos mandasse tomar no … quando caísse algum avião?
* Se o FHC declarasse sempre que não sabia de nada?
* Se o FHC fosse amiguinho do presidente mais corrupto que o senado já teve?
* Se o leite contivesse soda cáustica?
* Se algum ministro do FHC declarasse que soda cáustica no leite não faz nenhum mal?
O que o PT diria? Aonde anda o PT? Quem sabe faz a hora, não espera acontecer…
“Petista é como pardal: Tem em todo lugar, não serve pra nada, é feio, não canta e ainda caga no país inteiro” .
Autores conhecidos - (brasileiros arrependidos)
Seal (o nome já diz tudo):
* A epidemia de dengue em 2002 foi muito maior do que esta.
*Não está faltando gás, nem faltou, houve apenas um leve desabastecimento de 2 dias e localizado no Rio, tudo já superado, não foi assim como deixar todo o país no escuro ou sem energia elétrica suficiente para a indústria por meses afio como em 2001 e 2002.
*Não é só o lucro dos bancos, mas de toda economia, vide balanços das empresas. Até o salário mínimo, saiu dos 56 dólares do FHC e foi pra 250 dólares.
*Ocorreram 2 acidentes aéreos lamentáveis em que alguns mal intencionados quiseram responsabilizar o governo, sem qq fundamento.
* Se fosse o caos rodoviário de todo dia tudo bem não? Falando nisso e SP?
* Ninguém se rebaixou, só bobalhões que amam bravatas não percebem essa cretinice.
* O avião presidencial é um mero Airbus 319, menor que qq um Airbus da TAM ou B737 da Gol, somente espalhadores da desinformação fingem que não sabem isso.
* FHC teve vários amigos corruptos, mas que bobagem essa afirmação sua!
* FHC teve um filhinho expertinho, um certo Paulo Henrique, não recorda?
“A caravela dos 500 anos deve estar encostada em algum lugar por aí e Paulo Henrique Cardoso, filho do presidente, está respondendo inquérito pelo superfaturamento”
ou
“o fato da filha de Fernando Henrique Cardoso, que era funcionária da Presidência, ter usado um avião da FAB para vistoriar as fazendas do pai. Lembra também o uso, até hoje nebuloso, de R$ 10 milhões dos cofres da União para que o filho de FHC, Paulo Henrique Cardoso, montasse um stand numa feira internacional na Alemanha.”
Escolhe aí.
É tão fácil responder que tenho mais o que fazer, se quiser saber outras de FHC vá ao link:
http://www.consciencia.net/brasil/03/cardoso.html
Essa malta do PSDB não jeito mesmo, tsk,tsk,tsk
tchau, hem!
Esse tal Zé Peter (essa turma adora apelido-eles chamam de nick- em inglês) mente e nem fica vermelho.
Veja o editorial do Estadão de Domingo, que lhe desmente totalmente:
“Empregos formais
Em fevereiro foram criados no País 204.963 empregos com carteira assinada. No primeiro bimestre, o número de empregados no mercado formal aumentou 347.884. De 2003 para cá, já são 6.616.552 novos empregos formais, isto é, com registro em carteira, cobertura previdenciária e garantias trabalhistas como férias, descanso remunerado e 13º salário. É um auspicioso registro da melhora das condições de trabalho no País. Em geral, para a mesma função, o trabalhador formal, além de dispor de mais segurança no emprego, recebe remuneração mais alta do que a obtida pelo trabalhador informal.
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, acredita que, em 2008, será criado 1,8 milhão de empregos formais. Não é uma previsão exagerada. Nos últimos 12 meses, foi aberto 1,711 milhão de postos de trabalho com carteira assinada. E o ritmo de crescimento do mercado formal vem se acelerando. Se o ritmo de criação de empregos formais (admissões menos desligamentos) dos dois primeiros meses for mantido durante todo o ano, a previsão do ministro será superada com alguma folga.
A geração de empregos formais vem batendo recordes sucessivos. O número de postos de trabalho criados no mês passado é 38% maior do que o de igual mês de 2007 e o maior, para fevereiro, de toda a série de estatísticas baseadas no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O total de empregos formais criados no primeiro bimestre do ano é 37% maior do que o total de empregos com carteira assinada criados nos dois primeiros meses de 2007. É também o maior da série de estatísticas do Caged para o primeiro bimestre.
O dinamismo do mercado de trabalho se espalha por todos os setores de atividade econômica. O setor que registra o maior crescimento porcentual do emprego no período de 12 meses encerrado em fevereiro é o de construção civil. Com a geração de 225.742 empregos formais nesse período, o total de empregados com carteira assinada na construção civil aumentou 16,4% em 12 meses.
Esse resultado é uma conseqüência dos estímulos oferecidos pelo governo para dinamizar a construção civil e facilitar o acesso à casa própria. ”
Entendeu bobalha mentiroso?
Zé do Estadão,
Minhas fontes para economia são: Belluzo, Ricupero, Nogueira Jr, Nassif, Kupfer, Delfim, Bresser, Nakano… foi um deles… da de 10 x 0 no Estadão… e no coitado do Almirante Flores… que está muito mal acessorado.
Tão morrendo de medo das fontes… desde que descobriram o Serra criticando duramente a pasmaceira econômica de FHC… perderam o rumo.
Fabio Passos:
O certo é assessorado!!!
Fabio Passos,
Se ler atentamente o que dizem suas fontes verá que todos concordam com a necessidade de reduzir o déficit público. Aliás, o Delfim Netto foi o primeiro economista a propor para o presidente Lula o Plano “Déficit Nominal Zero”, em 2005. Procure se informar e deixe o maniqueísmo de lado que não leva a nada.
Nassif também concorda que seja essêncial reduzir os gastos públicos, notadamente em tempos de possível contágio da economia brasileira pela crise do subprime. Hoje até membros do governo e o próprio preseidente Lula estão preocupados com os efeitos da crise por aqui. Só não acredito que tomarão as medidas necessárias, ou seja, farão um aperto fiscal, que em economês significa cortar despesas públicas. Tanto é que Mantega chegou a cogitar a redução do crédito para financiamento de carros. Voltou atrás porque foi pressionado pelas montadoras que ameaçaram reduzir investimentos já programados para o Brasil. A preocupação se dá pelos segintes fatores:
quando a soma dos gastos do governo, do consumo privado e do investimento privado supera a oferta interna de bens e serviços, ou quando o investimento é maior que a poupança interna, as transações correntes entram em déficit. O resultado é a inflação. Portanto, para controlar a inflação é possível usar duas ferramentas: aumento de juros para conter o consumo ou redução de gastos públicos. No Brasil o saco de pancada sempre foi a população que sofre com o aumento de juros. O governo nunca contém seus gastos. Sempre gasta mais do que arrecada. E nisso o governo Lula vem se especializando e tornando-se campeão. Gasta mais do FHC e pode até ganhar de Sarney também, com a diferença que este levou o país à hiperinflação porque a conjuntura era outra. Agora as coisas são diferentes, mas isso não é merito deste governo, mas um processo que começou lá trás com, pasme, com o Collor.
Ricupero é um defensor do neoliberalismo. Foi ministro da economia de Collor.
O verdadadeiro neoliberalismo nunca foi implantado no Brasil. O texto do almirante Flores fala sobre isso. É claro e cristalino, para quem conhece um pouco do assunto; não para quem quer fazer proselitismo e defender o atraso. Como alguém disse aí em cima, o grande culpado por nossas mazelas são nossos políticos e não os “capitalistas” ou os EUA. É besteira achar que estes não querem que o Brasil se desenvolva. Aqui o problema é a corrupção e a intrincada relação incestuosa entre agentes como empresas monopolistas, sindicatos, políticos demagogos.
Silva,
Todos eles condenam a política suicida de juros siderais / câmbio hipervalorizado de Henrique Meirelles… o fantoche dos especuladores no Governo.
Todos eles sabem e escrevem que os serviços da dívida, em função dos juros bizarros, é o principal fator que desestabiliza as contas públicas.
Todos eles ridicularizam a pregação obtusa do estado mínimo neoliberal.
E todos os que sabem somar também… são 150 BILHÕES/ano. 7% do PIB. Tá na cara.
É uma aberração… qualquer um pode ver…
Em períodos de recessão / estagnação é fundamental investimento público.
É a história… É assim que funciona.
É assim que TODOS os países desenvolvidos fizeram.
Silva,
mal informado sobre Ricupero…
seal,
voce esqueceu da compra de deputados no congresso nacional pelos petralhas, o famigerado mensalao! o maior escandalo poltico da historia democratica nacional.
Ze das couves,
boa tentativa, voce deve ser militante ativo do appratchik petralha. So nao entende nada de economia; salario minimo nao se compara em valores absolutos por causa da inflacao, custo de vida etc… mas em poder de compra referente ao custo de vida da epoca.
Pois bem, o poder de compra do salario minimo sob FHC foi maior do que e hoje. Explico; comprava-se mais cestas bascias e utensilios do que com o salario que recebe-se hoje. O salario minimo em valores absolutos do ultimo presidente que entra sera sempre maior que o ultimo que saiu rapaz. Isso e picaretagem pra enganar os incautos, nao gente minimamente informada.
concordo com Ze peter; como sao desonestos intelectualmente! eh petralhada! nao aprende mesmo ne?
Chegando tarde, de novo…
Carlos Silva de Paula,
Você comete um equívoco ao dizer que o governo Lula gasta mais do que arrecada. O certo é o inverso.
Até novembro do ano passado, o resultado econômico do governo federal era superavitário em aproximadamente R$.90 bilhões. A receita total estava em torno de R$.1,1 trilhão, para uma despesa de R$.1,016 trilhão.
São deficitárias as contas públicas brasileiras, i.é., se consolidado todo o movimento dos 3 níveis de governo. Se considerado apenas o governo federal, ó que há é um portentoso superávit.
Evidentemente que, para chegar a esse resultado, foram anos a fio concentrando a receita tributária na União e jogando encargos e mais encargos para as combalidas costas dos Estados e Municípios.
Parabens pelo blog Pedro;
-por nao ser jornalismo oficialista comprado com dinheiro estatal!
A função do subjornalismo achacador, pago com dinheiro oficial – roubado do seu bolso, leitor amigo —, é esta mesmo: defender o governo. O contrário é que causaria espécie.
Neoliberalismo = subdesenvolvimento
Salvem o Almirante mal informado! Está claro que navega em águas que não conhece…
Salvem Ricupero! Injustamente ofendido como neoliberal colorido.
Fora Globo, veja, FSP e Estadão… tropa de choque da marionete dos especuladores: Henrique Meirelles.
Chega deste roubo institucionalizado: R$150BILHÕES/ano surrupiados do erário por parasitas rentistas.
Não há maior vergonha que esta no Brasil.
Aprender com Chossudovsky… duas horas que valem a pena.
http://video.google.com/videoplay?docid=3117338213439292490&q=chossudovsky&hl=en
waaaalll…
acho que fabio passos ganhou o premio “petralha doutor honoris causa do blog do pedro doria”!
Mas siga adiante fabio, o importante na vida e sermos apaixonados por algo.
Mello,
Se lhe faltam argumentos… é melhor calar.
Desculpe… mas um simancol faz bem. Dor de cotovelo tem cura. Desejo melhoras.
E veja o “petralha” do Chossudovsky… e tente argumentar.
Será divertido. Tem coragem? Duvido…
A política de São Paulo é mesmo um tédio, hein?
Explica muita coisa…
isso é que é debate de ideias…
assim até volta um pouco de esperança no nosso futuro…
Sob Lula, dengue matou mais do que no ciclo FHC
Sob Lula, dengue matou mais do que no ciclo FHC
Em oito anos de tucanato, mosquito causou 209 mortes
Em cinco anos de petismo, doença aniquilou 325 vidas
Em 2002, na epidemia de Serra, morreram 150 doentes
Em 2007, Temporão arrostou um recorde de 158 óbitos
Os dados são oficiais. Colecionou-os a pasta da Saúde. Encontram-se disponíveis no sítio que o ministério mantém na internet. Pressionando aqui, você chega a um quadro que contabiliza os mortos da dengue, ano a ano, por Estado e por região. As estatísticas demonstram que o governo Lula candidata-se à desmoralização se insistir no debate que transporta a crise da dengue da seara técnica para o campo político.
O Aedes aegypti produziu na era Lula 116 cadáveres a mais do que no ciclo FHC. Nos primeiros cinco anos de governo petista (2003-2007), 325 pessoas morreram de dengue em todo país. Um número que supera em 55,5% as 209 mortes notificadas pela rede hospitalar nos oito anos de gestão tucana (1995-2002).
Considerando-se os 13 anos dos dois presidentes, chega-se a um morticínio de 534 brasileiros. Adicionando-se à conta os 48 mortos oficiais já contabilizados na epidemia que infelicita o Rio nesse primeiro trimestre de 2008, chega-se a 582 mortos. Daria para lotar, com sobras, três aeronaves como o Airbus A320 da TAM, que transportou para o esquife os 186 passageiros da tragédia de Congonhas, ocorrida em julho do ano passado.
Os números demonstram, com frieza tumular, que, em vez de brincar de esconde-esconde, as autoridades das três esferas de governo –federal, municipal e estadual—deveriam estar discutindo o que fazer para vencer o mosquito. Um inseto que, em pleno século 21, em reaparições cíclicas, vem prevalecendo vergonhosamente sobre o Estado e sobre uma sociedade que, desinformada, dá de ombros para os cuidados mais comezinhos.
As estatísticas não socorrem José Gomes Temporão (PMDB). Empenhado em acomodar sobre os ombros do prefeito Cesar Maia (DEM) toda a responsabilidade pela epidemia carioca, o ministro convive com um recorde incômodo. A dengue matou, em 2007, 158 pessoas. Um recorde. Oito a mais do que os 150 pacientes que o mosquito vitimara em 2002, quando respondia pelo ministério o tucano José Serra, hoje governador de São Paulo.
A julgar pelos dados do ano passado, a encrenca do Rio pode ser considerada como uma tragédia anunciada. Temporão ascendeu à Esplanada em 19 de março de 2007. Sete meses depois, já havia percebido que arrastara para sua biografia uma epidemia de dengue maior do que quela que orna o currículo de Serra.
“Em outubro de 2007, em Belo Horizonte (MG), eu alertei que o Brasil tinha um quadro de epidemia de dengue e mostrei preocupação especial com o Rio de Janeiro”, disse, nesta segunda-feira (24), um Temporão que reincidia na tática de realçar as responsabilidades do ‘demo’ Cesar Maia. “Em todo o país, nós conseguimos baixar os índices da doença [nos primeiros meses de 2008], e só no Rio houve crescimento. Todo o esforço que o governo federal poderia ter feito, fez.”
Visto pelo ângulo da execução orçamentária, Temporão não parece ter feito “todo o esforço”, como diz. Segundo levantamento produzido pelo sítio Contas Abertas, a pasta da Saúde aplicou em 2007, o ano do recorde de 158 mortos, apenas 55% dos R$ 68,1 milhões inseridos no Orçamento da União para ações de vigilância, prevenção e controle da malária e da dengue.
De resto, o “alerta” que o ministro diz ter feito há cinco meses, em Belo Horizonte, não soou compatível com a dimensão do problema que se avolumava nos computadores do sua pasta. Levado à internet só no mês passado, o flagelo de 2007, é, ainda hoje, uma espécie de epidemia oculta.
Inspirando-se no Lula de 2002, que usara os 150 cadáveres daquele ano para vergastar Serra na campanha presidencial, Temporão talvez tivesse levado ao trombone, com maior intensidade, os 158 corpos de 2007.
Tudo considerado, a epidemia do Rio vai ganhando contornos de um filme sem mocinhos. Temporão acusa Cesar Maia de, entre outros pecados, ter desmobilizado as equipes de saúde da família do município e de manter uma rede de atenção primária de “baixa qualidade”. O monturo de corpos, que se avoluma na capital carioca, escala as manchetes como uma evidência de que a prefeitura pode ter cometido estes e até outros pecados.
Mas o ministro tampouco vai à foto em posição confortável. Só nesta segunda-feira, depois de ter sido fustigado por Lula, Temporão realizou a primeira reunião do que denominou de “gabinete de crise”. Em entrevista, propalou algo que a torcida do Flamengo já não ignora: o número de mortos no Rio está “completamente fora do que nós consideramos que seria razoável.”
Companheiro de partido do ministro, Sérgio Cabral, governador do Rio, inaugurou três tendas para administrar soro nos doentes de dengue. A providência chega às portas de abril, mês em que o ciclo da dengue costuma ser cadente.
“O trabalho preventivo é um trabalho tipicamente municipal”, disse Cabral, como que lavando as mãos. “Não é normal que um Estado abra centros de hidratação e coloque 1.200 homens dos bombeiros no combate à dengue” nessa época, reconheceu. “O normal é o trabalho preventivo, durante o ano inteiro.”
Rodrigo Constantino,
Quanta desonestidade intelectual a sua, dizer que “o poder de compra do salário mínimo sob FHC foi maior do que e hoje. Explico; comprava-se mais cestas básicas e utensílios do que com o salário que recebe-se hoje” Não é não, isso é mentira sua, e descarada. No tempo do FHC o salário mínimo não comprava nem uma cesta básica, agora compra duas. Não vai adiantar ficar mentindo assim não. Vai estudar vai, não é com mentiras fajutas como essa que vocês vão convencer alguém não.
PS: Eu corrigi gramaticalmente e acentuei sua citação para não ficar patente que além de mentiroso você é analfabeto.
Essa e a democracia de seu blog pedro doria?
entao este nao e um foro equilibrado para debates sobre questoes nacionais.
4 comentarios foram ceifados na calada da noite que continha informacoes a respeito do real poder de compra do salario minimo e fazendo comparacoes entre FHC x lulla.
pelo menos assuma sua imparcialidade e nao tente fingir uma pseudo-neutralidade pro-petralha.
De FHC a Lula
Salário mínimo de fome compra menos que duas cestas básicas
“de janeiro de 2007 a janeiro de 2008 o valor da cesta básica teve aumento de 20%, neste mesmo período, o salário mínimo teve elevação de apenas 8,57%. Aqui fica óbvio que há um aumento concreto no custo de vida dos trabalhadores.”
Desde os oito anos de FHC até os dois mandatos de Lula, o salário mínimo brasileiro não vale sequer duas cestas básicas
26 de fevereiro de 2008
A desvalorização do salário mínimo está se arrastando desde o governo FHC. Em comparação ao valor da cesta básica brasileira é possível constatar que o salário teve uma grande desvalorização.
Entre os anos de 1995 a 2002, período negro da história política brasileira que foi o dos oito anos de governo FHC, durante todo este período o salário mínimo em relação à cesta básica não chegou sequer a conseguir comprar 1,5 cesta básica.
Os aumentos ínfimos que o salário mínimo teve durante o governo FHC, que são apresentados como se representassem uma evolução nas condições de vida da população trabalhadora, são uma verdadeira farsa, pois durante estes anos como o aumento sistemático da inflação o que houve foi uma desvalorização dos salários, isso provocou uma significativa queda no poder de compra dos trabalhadores.
Entre os anos de 1995 a 2002, os oito anos da política pró-imperialista de FHC, o salário mínimo passou de R$ 70 a R$ 200, nestes anos, com este salário de miséria, os trabalhadores passaram a comprar de 1 cesta básica a 1,4 cestas, ou seja, praticamente nenhuma alteração real, pois o aumento do salário não acompanhou a elevação sistemática dos preços de primeira necessidade.
Governo Lula: continuidade da mesma política
A partir de 2002, com o início do governo Lula, a desvalorização do salário mínimo teve continuidade. O governo do PT aprofundou a política de fome e miséria para os trabalhadores e de lucros e fartura para os banqueiros e capitalistas nacionais e internacionais.
A relação entre o salário mínimo e a cesta básica manteve-se inalterada, durante o governo Lula a cesta básica está apresentando um aumento progressivo. Na última análise feita pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) a respeito da cesta básica, constatou-se que nos últimos doze meses, de janeiro de 2007 a janeiro de 2008 o valor da cesta básica teve aumento de 20%, neste mesmo período, o salário mínimo teve elevação de apenas 8,57%. Aqui fica óbvio que há um aumento concreto no custo de vida dos trabalhadores.
Enquanto o governo Lula fica fazendo propaganda falsa do crescimento da economia, do crescimento, ínfimo, do PIB (Produto Interno Bruto), do aumento das exportações, do absurdo fim da dívida externa etc. a crise só tem aumentado para a classe operária e os oprimidos do país que são esmagados pelo governo tendo que suportar a todo tempo, aumento de impostos, arrocho salarial, perdas de conquistas trabalhistas, aumento do desemprego, entre outros.
Tabela da compra de cestas básicas com salário mínimo
Governo Ano Qtde de cesta básica/salário mínimo
FHC 1995 1,03
FHC 1996 1,14
FHC 1997 1,24
FHC 1998 1,22
FHC 1999 1,25
FHC 2000 1,28
FHC 2001 1,37
FHC 2002 1,43
Lula 2003 - 2007 1,39
o que tem que ser analisado e o poder de compra de um salario minimo,
e qual foi a sua valorizacao REAL frente ao custo de vida (inflacao,
etc…).
Quando corrigimos as diferenças entre mínimo e a cesta básica pelo
INPC – melhor índice para medir o custo de vida dos trabalhadores que
ganham salário mínimo –, verificamos que o Governo FHC obteve melhor
performance que o Governo Lula.
Considerando a sobra média de recursos a cada ano, observamos que
desde 1995 até 2002, cada vez mais sobraram recursos. Em 2002, um
salário mínimo comprava, em média, 1 cesta básica e ainda sobravam R$
71,6. Nos 16 primeiros meses do governo Lula, apesar da propagada
queda da inflação, a sobra de recursos caiu para R$ 67,5
Caso fosse considerado apenas o ano de 2003, ao invés dos 16 meses do
Governo Lula, os resultados seriam ainda piores quando comparados com
2002: a sobra média de recursos caiu de R$ 71,6 para R$ 65,6.
Uma outra forma de avaliar o poder de compra do salário mínimo
Podemos medir o poder de compra do mínimo verificando quantas cestas
básicas o mesmo é capaz de comprar. Para tanto, basta dividir o
salário mínimo pelo preço da cesta básica.
Tal como foi feito anteriormente, aqui também foi utilizado como
parâmetro o poder de compra médio anual.
Ao longo dos dois mandatos do Governo FHC, a cada ano, em média, o
salário mínimo foi capaz de comprar uma parcela maior da cesta básica.
Em 1995, o salário mínimo comprou, em média, uma cesta básica. Em
1998, o mínimo equivalia a 1,2 cestas. Em 2002, o salário mínimo
comprava quase 1 cesta e meia (1,43).
Já nos 16 primeiros meses do Governo Lula, o mínimo passou a comprar
1,39 cestas, ou seja, menos do que comprava no último ano do Governo
FHC.
Vale ressaltar que em abril de 2002 – mês em que foi concedido o
último aumento do mínimo do Governo FHC – o salário mínimo comprava
1,57 cestas. Em abril de 2003, quando Lula concedeu o primeiro aumento
do mínimo, essa relação caiu para 1,29.
Em 2004, o reajuste foi adiado para maio e ainda não existem dados
disponíveis que permitam avaliar a relação entre o salário mínimo e a
cesta básica.
Pra fechar o caixao do Ze couveiro e suas petralhices e mentiras;
Desde o plano real existe aumento
real de renda dos mais pobres. Alias, o periodo de maior diminuicao da
pobreza no brasil (em %)(populacao vivendo abaixo da linha de pobreza)
tambem nao foi sob o bolsa familia, mas logo depois da implantacao do
plano real em 1996…..
rodrigo constantino: que é petralha? Não sou canalha, metralha ou petista. Portanto dobre a língua.
O banco de dados do Weblog corrompeu-se. Tive de substituir por um backup das 18h e pouco de ontem. Você, talvez por estar habituado a falar mais do que ouvir, não deve ter percebido que não foram os seus comentários que sumiram. Foram uns 400 comentários em posts vários que sumiram.
Posts são apagados do Weblog, sim. Quando acontece é muito raramente, às claras, informo que apaguei e por que apaguei.
Mais detalhes sobre o problema técnico num post desta manhã.
ok Pedro,
Fica a sugestao de quando tiver problema parecido postar um aviso no blog.
rodrigo constantino: há um aviso. Foi publicado às 7h51, hoje de manhã.
Não sou especialista em salário mínimo x cesta básica, mas…
para os fãs do Estadão…
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080301/not_imp133036,0.php
Salário Mínimo: 415R$
http://www.dieese.org.br/rel/rac/racmar08.pdf
Cesta Básica em SP: 226,20R$
Com isso a relação atual é: 1,83
Pessoal… melhor rever os cálculos
Lutar contra a realidade é o caminho para o fracasso.
E por falar em quem luta contra a realidade…
“Gastos sociais cresceram proporcionalmente menos do que gastos com juros e encargos ”
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/04/12/materia.2007-04-12.4569914695/view
Estão depenando o Brasil.
Temos de nos livrar destes especuladores parasitas. Tá na cara…
“…O Fernando Henrique entregou o Brasil falido. Todo mundo se recusa a entender esse fato; em 2002, o Brasil estava (em tom enfático) fa-li-do. Estava com déficit, a exportação crescia 4% enquanto a divida crescia 6,5%. Tinha US$ 17 bilhões de reservas e tinha feito uma bela duma….dum apagão em 2001. E não satisfeito, fez a crise externa em 2002, o que aconteceu foi isto.”
Delfim Neto
Fa-li-do… eu me divirto pacas.
E mesmo após a catastrofe de FHC… não aprendemos a lição e entregamos a um fantoche do mercado - Henrique Meirelles - a condução da política econômica.
Por que insistir no fracasso?
A entrevista completa do Delfim… no excelente Terra Magazine de Bob Fernandes
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI2673245-EI6579,00.html
Os ventos já mudaram… e os obtusos defensores do estado mínimo permanecem insistindo no fracasso…
“CC: No FMI, o próprio diretor-gerente, Dominique Strauss-Kahn, manifestou-se em prol do aumento dos gastos públicos, para a reativação da economia em caso de crises sérias. Há uma mudança no Fundo em termos de mentalidade?
PNBJ: Há certa mudança. É lenta, mas perceptível. O novo diretor-gerente está trazendo alguma renovação. As suas declarações e os artigos recentes sobre políticas anticíclicas representam uma mudança de ênfase. Por isso, foram recebidos com certa surpresa…
Excelente entrevista de Paulo Nogueira Jr para a CartaCapital.
http://desempregozero.org/2008/03/11/forte-pero-no-mucho-entrevista-com-paulo-nogueira-batista-jr/
Bresser lançou interessante livro…
“Macroeconomia da Estagnação:
Crítica da Ortodoxia Convencional no Brasil pós-1994″
“Em Macroeconomia da estagnação, Luiz Carlos Bresser-Pereira traça uma poderosa crítica do pensamento hegemônico que se expresa, em escala global no campo da economia, pelas políticas ortodoxas convencionais. Tendo se posicionado contra o consenso de Washington já no início da década de 1990, neste livro ele aponta enfaticamente para a necessidade de retomada do crescimento econômico brasileiro, rompendo com o conjunto de diagnósticos, recomendações e pressões que os países ricos fazem aos países em desenvolvimento.”
Colonizados… neoliberais colonizados!
“Ele prometeu reforma social, mas tudo que fez foi pagar os banqueiros”
Noam Chomsky
Serve para os dois… ruptura já!
Noam Chomsky… contundente!
“… Os governos, e inclusive o brasileiro, têm duas constituições: a de seu povo e a dos investidores internacionais. E geralmente é a segunda que prevalece, porque os investidores ameaçam o governo… … Todos os elementos do pacote neoliberal foram pensados para restringir a democracia.”