Israel e Palestina: a vitória da insensatez
A atual política de Israel é um desastre. A promoção de uma carnificina na Palestina – sem esquecer a do Líbano – é uma tragédia humana. É também estúpido. Israel nasceu como a esperança de vida após uma das maiores tragédias da história humana. É uma esperança que o governo da coligação Kadima e Partido Trabalhista, hoje no poder, trai por incompetência, insensibilidade e a mais pura estupidez. Os facínoras estão no comando. Saudades de Yithzak Rabin.
O debate está ficando difícil. Na semana passada, meu amigo Marcos Guterman – que sempre argumentou pela linha da esquerda pacifista israelense – pediu o boné. Perdeu a graça para ele fazer o blog. Entre pessoas que defendem a causa palestina sempre há um jeito de os bons e velhos anti-semitas se misturarem. E raramente são condenados.
Não tenho qualquer pretensão – e jamais tive – de isenção nesta história. Laços de sangue e amizade me aproximam de Israel. Faz parte da minha identidade. Mas é justamente por querer o bem de Israel que quero o bem da Palestina. A Palestina faz parte da identidade de Israel como Israel faz parte da identidade da Palestina. É uma relação que existe desde que há civilização no mundo. O judaísmo está entranhado em cada esquina de Jerusalém; está marcado na ausência do Templo acima de seu monte. O Islã está igualmente em cada esquina, igualmente entranhado – assim como a pedra de onde subiu aos céus o profeta, perto de onde a belíssima cúpula dourada de al-Aqsa se ergue. Israel não será possível sem a Palestina. E a Palestina não será possível sem Israel.
Já achei, noutros tempos, que havia legitimidade para o argumento de que sequer havia palestinos ali – eram todos árabes sem uma identidade nacional própria. Besteira. Mas ainda há muita gente que não percebe o quanto a identidade judaica faz parte daquela terra, o quanto é íntima de sua cultura que sempre rezou pelo ano que vem em Yeroshalaim.
O Hamas se recusa a aceitar a existência de Israel. O governo de Israel, traindo sua história milenar de sofrimento pela opressão, reage com destruição e a mesma opressão. No meio do processo, o diálogo se perde de vez.
O sinal de que o diálogo se perdeu de vez está no ato do Guterman de pedir o chapéu. E está na resposta agressiva que um amigo querido escreveu para meu último post. Discordar é do jogo. Quando você vem com virulência, ao menos é de praxe alertar antes com uma mensagem. Um gesto ao menos de cortesia se espera no debate. Mas nem isso. A irracionalidade venceu de vez a partida quando um sujeito cordial e literato do quilate do Idelber Avelar perde até a capacidade de interpretar texto.
Uma de suas críticas ele pesca de uma frase minha: Enquanto isso, os árabes agüentam o sangue. São mais duros, morrem sem se preocupar. Isolado do contexto, é um horror. Mas o parágrafo começa com ‘o raciocínio do Hamas é o seguinte’, dois pontos. Aí lista. O Hamas acredita no sacrifício humano. Não sou eu que digo. O que diz são seus programas infantis de tevê. As aulas em suas escolas. Eles preparam homens-bomba! Se isso não pode ser interpretado como ‘morrem sem se preocupar’, o que pode? Eu não acho que o Hamas represente o que pensam os palestinos todos. É por isso que após descrever como é o Hamas, concluo: A questão é que o Hamas esqueceu de combinar com as famílias palestinas. Ninguém quer morrer assim. Mas o Idelber esqueceu de ler o final. Mobilizado, estava cego. Tinha tirado uma conclusão a respeito do que penso e esqueceu de ler o que de fato escrevi.
Foi também isto que fez quando voltou a meus posts sobre o Líbano. Sim, eu disse no início do conflito que Israel tinha o direito de se defender. Depois disse que o ataque foi um ato covarde. Demorei alguns dias para chegar a tal conclusão? Sim. A guerra demorou alguns dias para se revelar em toda sua crueza. É o contexto no qual tais posts foram publicados. Caracterizar minha opinião por um trecho sem incluir o fato de que revi a posição depois é o quê? Não tenho nenhuma dificuldade de rever posições quando cabe. Só não quero ser acusado pelo que pensei e não penso mais.
Daí Idelber segue para mais uma frase pinçada. O atual governo eleito palestino se recusa a reconhecer o direito de existência de Israel. Como conversar a paz com quem jura sua destruição na primeira chance que tiver? O Hamas se recusa a reconhecer o direito de existência de Israel. É fato. Está no programa do Hamas o objetivo de acabar com Israel. É fato. Que este objetivo seja colocado de lado para conversar a paz é uma condição, no mínimo, razoável. Conversas de paz começam com a pressuposição de que as partes não desejam mais a mútua destruição. E não uso este argumento, em momento algum, para legitimar a política destrutiva de Israel. Nada legitima o que o governo de Israel está fazendo. Quem lê o Idelber sai com a impressão de que estou justificando uma coisa, não outra.
Idelber me acusa de estar justificando atos israelenses num post em que os condeno. Antes de mergulhar numa peça de Ionescu ou Beckett, num romance de Kafka, é melhor jogar a toalha.
Não pretendo voltar ao assunto Israel, Palestina tão cedo. Trégua. O que ele produz é isso: até os amigos queridos param de ouvir o que você está dizendo para interpretar o que julgam ser o discurso de alguém que defende Israel. Não tenho ânimo de entrar numa discussão histórica sobre o que houve em 1948. Cansa a perspectiva da repetição dos mesmos argumentos de um lado, de outro, a inevitabilidade da surdez de ambas as partes. Cansa a perspectiva de saber que alguém lançará mão da palavra Holocausto e que ela sempre estará num contexto que fere – porque é impossível lançar mão do Holocausto sem ferir. Cansa a perspectiva de ter que discutir com gente que a gente gosta. E de ter que ouvir todos aqueles que aproveitam-se do discurso legítimo de defesa da Palestina para levantar de novo, discretamente, sutilmente, como se nada quisessem, o mesmo discurso que levou ao pesadelo dos anos 1940. É fácil dizer que não aconteceria mais. O vampiro de Dusseldorf está sempre à espreita.
Ainda sobre o assunto:
- Palestina, Israel e Bush:
a paz é possível? Preparem-se: George W. Bush está para sair de cena. Ele apareceu no plano nacional norte-americano prometendo união e um ‘conservadorismo... - Israel, Palestina: como resolver? Deixe de lado um ou outro que traz à tona a estúpida comparação de Israel com o nazismo, e os...
- No Dia de Ação de Graças, uma esperança
de paz para Israel e a Palestina Se há duas lições que vários dos assessores de Barack Obama repetem consistentemente e que foi devidamente aprendida dos governos... - O que Israel oferece à Palestina A Al-Jazeera tem nas mãos um documento que, acredita, representa a proposta final que Israel está disposta a fazer aos...
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viva a paz no mundo !!
Sim à saudade!
Não à saldade!
Precisamos de paz no mundo e nos blogs.
Sal da de dez no Aji-no-moto.
Pois é, Matheus Vinhal, a perturbação foi tanta na hora de escrever que terminei até com erros ortográficos grotescos… =(
Obrigado.
Os israelenses, na ideia de alguns, tem que levar pedradas infinitamente e aguentar impavidamente. Chega de relativismo. Quem vive pela arma, morre pela arma. Os palestinos tem livre arbítrio, não são crian;as irresponsáveis que não podem responder por seus atos. Passaram dos limites do aceitável faz tempo. Tem que agradecer que Israel não é a Russia de Putin nem são tratados como os Chechenos.
Copiado e colado de mim mesma, deste blog, e portanto totalmente autorizado.
Clara // 3/Março/2008 às 18:00
O anti-semitismo na internet é um fato inegável. Que não se escreva aberta e profundamente sobre isso é omissão.
É absolutamente lamentável que o anti-semitismo tenha sido tão avassalador a ponto de tirar uma mente inteligente e informada do “ar”, parece que um tanto empestiado, da internet.
Quanto à Israel, seria bom contar quantos países foram criados em 1947/48 e posteriormente, e neguinho não está nem aí.
Mas o fato é que, Israel, gostem ou não gostem, vão ter de aturar. Israel vive.
Pô, sem o Pedro Doria escrevendo sobre Israel e Palestina, como haverá paz no mundo?
Ehehe!
Eu não acho que o Hamas represente o que pensam os palestinos todos. É por isso que após descrever como é o Hamas, concluo: A questão é que o Hamas esqueceu de combinar com as famílias palestinas. Ninguém quer morrer assim
chest- PD, o Hamas ganhou no voto, a maioria das familias palestinas que votaram no Hamas querem morrer assim sim.
… E assim se vai semeando os próximos 3000 anos de conflitos na região.
a maioria quer
Chest - Pensando assim, o que o Lula e o PT defendem é o reflexo das pretensões e desejos de todos brasileiros, você incluso, certo?
Caro Pedro Doria,
O que aconteceu entre você e o Idelber é o que costuma acontecer em quase toda roda de amigos, comentários dos seus posts, open threats, jantares de família, reuniões de sócios e reuniões de condominio.
A dialética se perde em detrimento de estar com a razão. A argumentação se torna grotesca e mesquinha quando usam de subterfúgios de distorção para se obter aquilo que deveria ser menos importante do que a solução, elemento principal da dialética. Querer estar com a razão a qualquer custo prevalesce.
Estraga amizades, faz mal a sociedade e inibe as pessoas de aprenderem.
Compadeço de sua dor, meu caro. Espero que o Idelber aprenda com você, como todos aprendemos.
Por fim, ainda sinto um grande apelo comercial nesse tipo de post e ninguém me tira isso da cabeça. Por mais que O Biscoito fino e a massa seja um blog mais do que estabelecido, se não fosse você um jornalista com credibilidade e um público tão frequente, não serias alvo de tanta gente.
Yawn,
Mas é claro que o Chesterton está correto, pelo menos é como funciona uma democracia.
O Presidente eleito e no poder deve automaticamente refletir os anseios da população, do contrário não estaria lá.
A maioria não representa absolutamente 100% da população, senão não seria esse o termo utilizado. Dessa forma, possibilita que pessoas como eu, o Chesterton e arriscaria dizer, você, não se identificarem com aquilo que o Lula e o PT vislumbram para o Brasil.
Chesterton, me deves 50 pila hehehe
Abraço aí, vou trabalhar.
Monsores: ‘magina, vc não conhece o Idelber. O interesse dele não é em aparecer, não. O cara é bacana. Ele acredita muito, profundamente, na causa palestina. E está a um tal ponto envolvido emocionalmente na tragédia em curso que não entende mais sequer quem é a favor da existência de Israel. Perante a emoção, a racionalidade se foi. Despejou tudo em cima de mim.
Azar o meu… =(
Copiado e colado por mim. Mila
“Industria do holocausto– de Norman Finkelstein. ————————- —— Escrita por um professor judeu americano da Universidade de Nova York, filho de judeus egressos do Gueto de Varsóvia e sobreviventes do campo de concentração de Maidanek e Auschwitz, o livro é uma denuncia da exploração política, ideológica e financeira do Holocausto pelas grandes organizações judaicas internacionais. Para Norman G. Finkelstein, …as atrocidades nazistas transformaram-se num mito americano que serve aos interesses da elite judaica, sendo que nesse sentido, o holocausto transformou-se em Holocausto (com h maiúsculo), ou seja, numa indústria que exibe como vítimas o grupo étnico mais bem sucedido dos Estados Unidos e apresenta como indefeso um país como Israel, uma das maiores potências militares do mundo, que oprime os não judeus em seu território e em áreas de influência. Nesse seu último livro, Norman Finkelstein mostra que o extermínio de judeus durante a Segunda Guerra foi transformado em uma representação ideológica que defende interesses de classe e sustenta políticas. O número de sobreviventes nos campos de concentração é exagerado segundo o autor, para chantagear bancos suíços, indústrias alemãs e países do Leste Europeu em busca de indenizações financeiras. A luta feroz por indenizações teria como efeito colateral insuflar o anti-semitismo na Europa. Israelenses e judeus americanos são hoje a grande força de opressão, perseguindo palestinos e negros americanos. Finkeltein não nega e existência do holocausto como fato histórico, denunciando porém o Holocausto, como uma submissão dos fatos a uma interpretação interessada, no caso a política de autoconservação do Estado de Israel apoiada pelos Estados Unidos.”
Norman Finkelstein, deve ser anti ele próprio e a familia dele.
-= Mas, Ches, se ganhou no voto como George W. Bush eu não tenho certeza se é a mesma coisa que dizer que a maioria quer que morrer martirizada.
E caso não, o Yawn #12 defendeu o outro lado da corda neste assunto
Realmente acho que ninguém quer morrer assim.
Aliás, ninguém quer morrer.
–X–
listening [+] Winds of Change | Scorpions
nada mais apropriado…
Viver matando, não é viver!!
well….falsear argumentos para “encaixá-los” dentro de uma linha de pensamento não me parece sensato nem..honesto! Debater idéias presume isenção e disposição para aceitar o contraditório, pois mais arraigadas que as idéias possam ser. Lidar com fatos está ficando mais difícil que lidar com idéias. Ou será o contrário?
Monsores, era isso que eu estava tentando passar: mesmo que o Hamas represente a maioria dos palestinos - e que essa maioria pegasse em armas para concretizar a tal ‘destruição do Estado de Israel’ isso não justifica o exterminío da população palestina inteira como o Chest e N outros parecem defender - porque sempre haverá uma enorme parcela inocente de palestinos que não estão agredindo Israel.
Pedro, foi exatamente essa interpretação que defendi no biscoito. O texto que recebi por email foi exatamente aquele, complementado com inúmeras sandices raivosas. E na minha opinião: “… apesar de vocês dois terem simpatias nitidamente opostas, me parecem inteligentes o suficiente para dar inicio a um debate construtivo. Se não esses posts só vão adiantar para atrair desequilibrados e racistas dos mais diferentes matizes, que só precisam de um banquinho para subir e instilar ódio… ”
Fora o mal entendido com o Idelber, uma constatação, mesmo sabendo que a idéia te causa náuseas. Modere os comentários. Primeira regra na web: “Todo idiota grita” e isso envenena todo o discurso, por mais cuidadoso que você seja na redação do texto.
Abraço.
Acho que alguém que tem um pingo de vergonha na cara não deve debater com um tipo de pessoa que escreve isso:
Chesterton-Dracul- El Cid // 3/Março/2008 às 8:53
é muito mais difícil ser judeu que negro no BraSIL. Eles compensam com a inteligência.
PD, não o conheço mesmo. Gosto de lê-lo sempre que posso.
Lamento que isso tenha ocorrido.
Idelber matou a pau.
Ponto final.
Câmbio e desligo.
Yawn, nesse caso, é com você que concordo.
Sabia que me soava estranho concordar com o Chesterton :P
-= Outro detalhe… não se se isto está acontecendo, mas… há de não se escolher lados nestes comments.
Eu não leio o Biscoito Fino (deveria?) e estou no PD por uma casualidade.
Não sou eu quem vai definir quem é o melhor escritor ou melhor jornalista, ou melhor blogueiro.
Com o devido respeito… vocês também não.
Discutem-se as idéias, somente as idéias, please.
Acontece o seguinte:
Na visão infantil da esquerda, os palestinos são como crianças ou selvagens, sem responsabilidade ou identidade própria. Se querem a paz, por que não páram com os foguetes? Perguntei isso lá no Idelber também, até agora ninguém conseguiu responder.
Além disso, para as pessoas com mentalidade de esquerda (é uma forma de pensar, mais do que uma ideologia), o mundo se divide em “opressores” e “oprimidos”, fortes e fracos. Não tem o certo ou errado de por si. Jogar foguete é “errado”, dependendo de quem o faz.
Israel é o “opressor”, “forte”, aí “pode agüentar” mísseis do mais “fraco”, isso quando não “merece” levá-los, por opressor.
Mais, para a forma mental da esquerda (hoje dominante), não importa “quem morre”, mas sim, “quem mata”. Explico:
jordanianos, libaneses, iraquianos, todos esses povos perseguiram os palestinos recentemente. Sem falar quando os palestinos se matam entre si. Mataram muito mais palestinos que Israel. Não registrou no radar. Aí é “oprimido vs. oprimido”. O pessoal “pró-palestino” profissional só vem “quem matou”. Foi Israel? Genocídio! Foram os EUA? Imperialismo!
Como diz o Chest, cadê o chororô pelos chechenos? O Putin matou 100, 200 mil. Ninguém mais dá bola pros chechenos! Tiveram azar de não ter um inimigo como o “genocida” Israel.
Então, o próprio debate já é visto de uma forma tão equivocada, tão distorcida, que não tenho esperanças que se resolva.
E o ódio anti-semita vai aumentar, o que é, no fundo, o propósito dos terroristas palestinos, que não tem armas para derrotar os israelenses, mas confiam na mídia ocidental, seus melhores aliados.
Aliás, é a mesma técnica que o General Giap usou no Vietnã: “não temos que vencer no campo de batalha, mas apenas na mídia”.
Espero ter ajudado a esclarecer as coisas, mas, qualquer dúvida, perguntem. Obrigado.
Andrei Punt el: se eu tivesse que moderar os comentários aqui passaria o dia fazendo isso.
Yawn, se o Lula tivesse como programa partidario destruir a Argentina, e ganhasse as eleiçóes, eu teria que sair do país.
O qaue vemos hoje no Rio de janeiro é o inferno na Terra. E no mundo todo acabou a noção de bem e mal, de valor e de honra. Hoje ganha quem grita mais, grupos organizados que ganham no grito, independente da razão.
O inferno é isso, vocë ter razão, mas nada disso importar.
Os cariocas passaram das mãos dos traficantes para as mãos mafiosas da milicia. Morrem os filhos se o pai não paga a “porcentagem”.
A revolução cultural pós-moderna, deu nisso. Acabaram-se os valores conservadores e tradicionais, o que vale é a lei da selva. Querem tirar os valores cristãos? Tirem e vejam o que resta. A zona, o caos, a bagunça. Querem dar dinheiro para as artes? Tirem do povo e construam o reino encantado do artista estatal…depois não reclamem.
Prometeram cesta básica para todo mundo, educação de grátis, saúde de grátis? Deem…..e não sobra para pagar o policial e o exército e as cortes.
Não é a toa que o Hiuno Nacional (e quem se importa, é careta e “velho”) fala:
“MAS, SE ERGUES DA JUSTIÇA A CLAVA FORTE,
VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA,
NEM TEME, QUEM TE ADORA, A PRÓPRIA MORTE.”
Não temo quem te adora, a própria morte………., querem destruir Israel e encontrar Alá? Israel tem a obrigação moral de se defender A QUALQUER CUSTO e enviar os palestinos ao encontro de seu deus.
Para isso serve a clava forte.
ui !
Vocês, criancinhas de esquerda (de 50 anos..!!) que se arrastam por aí e neste blog, não passam de seres abjetos que tiveram tudo na boquinha quando nasceram e não tem a menor ideia do trabalho e do esforço que dá construir o que vocës “take for granted”.
Apoiam um ditadorzinho aqui, um traficante ali,puxam um fuminho acolá, e se surpreendem (eu vi, aconteceu com um amigo meu..poor idiot) quando têm que internar um filho para desintoxicaçao.
Apoiam um terrorista para prefeito, uma besta que na juventude só queria se drogar, e depois não sabem que este valor é transmitido a suas proles e as proles daqueles sobre os quais tem influência.
Apoiam outro cretino que acha que o mundo vai acabar por causa da atividade industrial “bandida, capitalista e gananciosa”, e depois não sabem porque não tem empregos decentes para si e seus filhos.
Mas isto é o inferno na Terra, e vocês o merecem em toda sua extensão, pediram por ele, e por não temerem seus próprios desejos, acabaram tendo-os satisfeitos. Agora se virem com a gororoba que arrumaram.
Por isto eu digo: BASTA! Basta de relativismo e subjetivismo, que cada um assuma seus atos, pague pela sua falsidade (Chaves, que pague pelas mentiras que pregue por exemplo, ao ser pego com a boca na botija, sustentando narcotraficantes), expie seus crimes e arrependa-se de seus pecados, que os há.
A hora é chegada que os “omenzinhos” sejam diferenciados dos Homens, que os maus (que também os há) saibam que existem os bons (ainda existem?), e que estes não concordam com suas práticas, e os levarão às barras dos tribunais, antes que estes tambem acabem por ser corrompidos.
Tucanaram a censura. Agora censura chama-se moderação de comentarios. Moderar chesterton é bem dificil. É so ver os antecedentes de Chesterton, Mr X, Brancaleone e cia. Quando pegam um para Cristo, sai debaixo. So lembrando a Chesterton sobre seu comentario de 3 de março 8:53:”é muito mais difícil ser judeu que negro no BraSIL. Eles compensam com a inteligência.” “A vigente Carta Política, promulgada em 1988, contempla dentre os princípios fundamentais da República Federativa do Brasil objetivo especialmente orientado a assegurar ações voltadas a promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação (art. 3º, IV). Vai mais além a Constituição Federal, quando preceitua, em seu art. 5º, inciso XLII, constituir crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos em lei estatuído, a prática odiosa e indesejável do racismo.
Em “Comentários à Constituição de 1967″ (Rio de Janeiro: Forense, 1987 – 3ª ed. – Tomo IV – p. 709) PONTES DE MIRANDA, com a respeitada e admirada proficiência, aludindo ao preconceito de raça, assevera que a disposição do art. 153, § 1º, 2ª parte, objeto do comentário, mas se prende ou só se prende à lei penal, que há de conter regras jurídicas contra os preconceitos de raça. E acrescenta, a seguir, que a lei penal tem de inserir regras jurídicas sobre crime de preconceito de raça, para que, no plano do direito penal, não possam ficar sem punição os atos – positivos ou negativos – que ofendam a outrem.”
Confetti, se está doendo, eu tiro……
plaft !
Chesterton, foi você que escreveu o comentário 31?
Entendo os sentimentos de muitos dos que pedem a mudança de estratégia de Israel ou que o culpam pelas mortes de civis inocentes. Mas, sem querer ser cínico, acho que a questão é de certa ingenuidade. O pressuposto, no fundo, é o do pacifismo. É o de que toda guerra é imoral, ou ao menos, um negócio sujo. Ocorre que se os Estados passarem a se portar como os que pedem contenção ninguém tem um plano para fazer com que só se mate terroristas, sem “danos colaterais”. Esse é o busilis. Não há guerra limpa. É impossível Israel só matar hameiros. No entanto, a maioria não se dá conta que, apesar disso, o nível de letalidade das guerras atuais levadas a cabo por potências como Israel ou EUA é infinitamente menor do que era há poucas décadas. É só ver o que era um bombardeio em Hanói e o que é hoje. Se Israel ou os EUA realmente quisessem massacrar os povos que “oprimem”, era só mandar meiia dúzia de caças bombardeios em ataques tipo “tapete”. Teríamos alguns milhares de mortos, e Gaza estaria como Dresden.
Admito até que haja casos em que atiradores ou pilotos nem titubeiem em mandar bala se vêm alguém do Hamas ao lado de civis. Mas não creio que seja política oficial, ou comportamento estimulado.
De qualquer forma, para repetir, acho que o problema é que quem pede contenção, na realidade pede nenhuma ação. Acho que ao menos deveria haver honestidade de dizer isso claramente, ou apresentar uma alternativa militar adequada. Do contrário, e independente das boas intenções de quem o enuncia, o argumento só ajuda um lado - e sabemos qual ele é.
No mais Pedro,
É natural que o pessoal perca os estibos nessas polêmicas, depois volta ao normal, não se preocupe.
Esse pessoal aí que se esquenta tanto quando Israel ou EUA matam árabes, tanto que chega a descontar até no primeiro judeu que vê real ou virtualmente, mas não dá um pio quando os árabes matam árabes, não sei, nunca entendi… Deve ter algum “pobrema”.
No mais, por sorte por aqui os mísseis são apenas virtuais. Zóím! Pióim! Bum! E no fim do dia todos voltam pra casa.
ESSA NÃO!!!!!!!!Um submarino americano disparou dois mísseis Tomahawk contra um alvo na Somália dizendo que se tratava de “um conhecido terrorista da Al Qaeda”. Mas residentes locais, ouvidos por telefone pelo New York Times, dizem que três civis ficaram feridos. Os mísseis mataram três vacas e um burro. O ataque foi feito sem qualquer consulta internacional
Pobre PD. É de esquerda e a esquerda odeia o seu tão amado Israel.
Mila, que os judeus são mais inteligentes que todos nós isso é ponto pacífico. Eu não sou judeu, e afirmo que os judeus são mais inteligentes em todas as áreas de conhecimento que negros e caucasianos e índios, talvez perdendo para alguns grupos de asiáticos (não todos)
. E daí? Você diz que é preconceito? É pós-conceito, se você estudasse um pouco saberia. Mas vocë além de ignorante, tem a soberba que vem com a ignorância orgulhosa.
Judeus foram os personagens que mais influenciaram a vida na sociedade ocidental até hoje. Até Marx, que influenciou para o mal, mas influenciou, era judeu. Moises, Jesus Cristo, Marx, Freud , Einstein…dá para perceber, ou vou ter que desenhar, sua petulante?
Me diz um negro que tenha tido um décimo dessa influência, ou um indio. Não existe.
31, é meu, Monsores, porque? Ta a fim de encarar?
João Paulo, deve ter sido a meia dúzia de caças bombardeios em ataques tipo “tapete” que mataram as três vacas e um burro, conhecidos terroristas da Al Qaeda.
PD: apenas dois comentários específicos sobre seu post.
1. Ithzak Rabin conseguiu os acordos numa situação extremamente diferente da atual. Na época enfrentava-se a Intifada, com adolescentes jogando pedras em soldados e tanques. Naquela época, a resposta israelense efetivamente era covarde e assassina. Matavam-se manifestantes desarmados, alguns verdadeiras crianças. A seguir, a OLP reconheceu oficialmente o Estado israelense e reuniciou ao terrorismo. Aí então Rabin sentou para negociar. Pode até não ter sido tão mecanicamente, mas quando começou-se a dialogar por debaixo dos panos, a perspectiva já era de aceitar-se a autoridade palestina (no que Israel não voltou atrás) em troca da aceitação (no que os militantes palestinos recuaram). Por isso, tenho a leve impressão que hoje, Rabin estaria, se já estivesse muito idoso, à frente das operações militares
2. Você mesmo admite que é “razoável” (algo interessante de se dizer: eu acho imprescindível) que o Hamas reconheça Israel, mas a seguir nega que isso legitime as ações israelenses, fazendo que uma situação de desiguais resulte em… iguais.
Eu tenho uma “mentalidade de esquerda”, uma “visão infantil” sobre o mundo. Tenho contato com pessoas do MST, choro ao ouvir o hino da Internacional Socialista, não faço a barba constantemente, uso roupas velhas, quer dizer, cumpro com todos os clichês.
E no entanto, não alimento qualquer sentimento de ódio por judeus. Não acho que Israel tenha que desaparecer para sempre, ajudando assim a trazer a paz para o mundo.
O que eu penso, na verdade, é que um Estado como o Estado israelense, absurdamente poderoso, criado num lugar que pertencia a outro povo, em função do poder que seus representantes tinham há sessenta anos (e ainda têm), não pode simplesmente agir como vem agindo. Nem acho que os palestinos, atirando mísseis Qassam em Sderot estejam certos.
A intensa racionalização dos fatos faz com que esqueçamos que são pessoas. São pessoas morrendo enquanto jogavam futebol (quatro crianças palestinas). São pessoas e as “verdades históricas” que as matam indiscriminadamente.
(PD, espero que o mal-entendido com o Idelber resolva-se da melhor maneira. Apesar de achar que já está resolvido, na saudável troca de idéias…)
Abraço,
João Paulo Rodriguez,
Ótimo e muito sensato o seu comentário #36.
Aplausos para o brilhante comentário # 31 do Chesterton também.
E o da Confetti #30, perfeito, sintetizou tudo admiravelmente.
ela não vai entender….
Não, Chesterton, queria usar no meu blog. Posso, ou tá afim de encarar?
Mila.
Sugiro você que tente comparar o que foram ataques aéreos ao longo da história com o que são hoje. Não venha com sentimentalismos que servem para nada. Que eu saiba, as mortes estão em 150 mortos. Digamos que 75 sejam civis. Os Islarelenses estão atacando com dezenas de tanques e dezenas de helicópteros. Seu arsenal é muito maior. Não vou lhe dar a resposta, mas dar uma pesquisada sobre o bombardeio do Camboja, por exemplo, é um bom começo. Depois me diga se você vê algum procedimento diferente, ou não.
De qualquer forma, obrigado por ilustrar meu argumento. Pode lhe dar conforto moral, mas a verdade é que tornar igual 75 e centenas de milhares de mortos não é tornar as 75 mortes horrorosas, mas as centenas de milhares algo menor.
Valorizo muito teus textos, como os do Idelber. Mas acho que o teu título acertou na mosca, alheio à discussão que vocês dois criaram.
Acho que, para além dos textos de vocês, o Robert Fisk mostra muito bem como se dá a insensatez, por lá. Fora os textos e várias das falas dele, lembro de um pequeno documentário chamado Road to Palestine. Já antigo, mas talvez não inatual. Mostra muito bem a briga de foice: palestinos escorraçados, sem saber o que fazer; formação de grupos revoltados, culminando nos atos “terroristas”; e os israelenses apoiados por diversos elementos, legais, financeiros e “religiosos”.
Um tremendo impasse, que já segue para a terceira ou quarta geração.
Ahhhhhhh entendi, Israel esta sendo bonzinho….se vc diz, João Paulo, quem sou eu para discutir.
Quanto a inteligencia, Meu Deus é JESUS CRISTO, UM JUDEU.
néocid vai dormir !
47 usar para que?
o que Israel tem que fazer é caçar os elementos do Hamas de forma tão absurda, que eles se tornarão pestilentos, isto é, quem chega perto deles, vira um deles. E daí, vai ser melhor sair correndo de perto deles, ou vai levar tiro tambem! Israel tem que fazer fila nos palestinos.
-Quem quer viver, para este lado. Quem qeur morrer por Alá, para este outro lado. Os que querem morrer por Alá terão seu desejos satisfeito imediatamente.
O que falta aos ocidentais hoje em dia é a força civilizatória dos ingleses, o Bueno escreveu bem sobre isso, como até os hábitos de higiene no Brasil se civilizaram com a vinda de multinacionais inglesas de papel e loção.
Israel, neste mundo de trairas que é a ONU, a ong mais poderosa do mundo, que leva em conta votos de tiranos de qualquer espécie, não pode dar conta do recado sozinho.
poderíamos dormir hoje sem ler comentários como esse, do chesterton
Thiago,
Não se preocupe, depois você cresce, mas se os sintomas continuarem na faixa dos 30 e tantos quando você estiver tendo que sustentar uma família, comece a preocupar-se. E não convide o pessoal do MST pra jantar na sua casa, ou vão beber todo o seu vinho.
Quanto ao “Estado israelense, absurdamente poderoso, criado num lugar que pertencia a outro povo, em função do poder que seus representantes tinham há sessenta anos (e ainda têm)”, sugiro que revise suas fontes, ou pesquise um pouco mais.
“Os mísseis mataram três vacas e um burro.”
Bin Laden e três de suas esposas?
insonia é uma coisa muito dificil de curar depois…catatau, vá chupar um…..picolé.
Caiu a mascara de Chesterton, que agora mostrou-se por inteiro!
aí está um debate de nível civilizatório bem inglês, heheh
eu me retiro para não prejudicar a caixa de comentários do PD mais do que isso
;)
Chesterton, Hitler tambem pensava assim. Deu em Holocausto!
Fuiiiiiii
Incrível quantos machões se revelam na internet. Quantas das pessoas que convivem com o Chest na vida real suspeitam que ele é um fascista e rascista?
Não custa lembrar da história dos amigos que viviam próximo a Jerusalem, um arabe e o outro judeu. Eram muito amigos e de longa data.
Nas vesperas do ataque de 3 paises arabes a Israel, o arabe chega na casa do judeu com uma fita métrica.
-que é isso Salin
-Ora Jacó, quero saber se meusa moveis cabem na sua casa.
-mas não pretendo vende-la, diz Jaco
- ora, com os exercitos arabes chegando em poucos dias, acho bom vocë fugir, e como sou seu amigo, nada mais justo que eu fique com sua casa…..
Morreram muitos judeus, civis, mulheres e crianças, mas a mar\e rapidamente virou….e o resto é história.
Mila, os judeus não tiveram a oportunidade de responder a esta pergunta, nunca. Mas esta obviedade é demais para sua cabecinha de porongo, né mesu?
TYawn, facista e racista eu não sou, tenho amigos árabes, negros, judeus, japoneses, até meu sócio é negro. Falo abertamente desses assuntos com eles. O problema é que você é burro demais para compreender isto. Posso passar o dia aqui explicando ma vocë, mas vocë é imune á verdade. Smpre você vai tirar um argumentozinho idiota do bolso, e eu vou ter que começar tudo de novo. Dá o prefixo e sai do ar.
Caro Pedro Dória, gostaria de dizer, primeiro, que insensatez é o que se vê na maioria (com raras excecoes) dos comentaristas do seu blog. O que aconteceu, quem sao esses caras que vêm até aqui mostrarem a sua falta do que fazer, e sua ausência de reflexao sobre qualquer assunto?
Por outro lado, essa discussao entre o seu blog e o de seu amigo Idelber é inevitável, dado o assunto discutido. Nao há como ser racional em meio à barbárie. E isso é o que vemos hoje na questao palestina, de ambos os lados. Nem adianta você tentar ser sensato, nao há como. O melhor é assumir um lado e tentar explicar porquê, e enxergar as deficiências de cada argumentacao, nao? Porque você toma partido sempre, está claro, e o seu partido é pró-Israel esclarecido. Existem consequências sempre, para toda posicao que assumimos. Eu sou pró-Palestina, mas acho um horror as estratégias usadas pelos árabes. Mas você acredita mesmo em diálogo nesse contexto? Eu sinceramente nao acredito, porque perdeu-se a mais humana capacidade de ouvir. Agradeco a ocasiao, continue escrevendo sobre aquilo em que você acredita e arque com as consequências. Abraco.
Não sei porque insisto.
PD, o blog é ótimo. A caixa de comentários… tem muito sal.
Abraços,
Não acho que seja um problema de ‘infantilidade de esquerda’. A esquerda, diferentemente da direita, encara o mundo como ele é, percebe suas vilezas, está atenta para injustiças que devem ser reconhecidas e corrigidas. Não acha que injustiça é da ‘ordem natural’ da existência.
A questão é envolvimento emocional com uma causa perante uma tragédia.
Eu sou a favor de 2 coisas
1. que vivam em paz, os que assim querem
2. que morram rapido os que assim desejam
Mila,
Não escrevi sobre bondade ou maldade. Escrevi sobre política. Há relação entre estas coisas, mas não podemos reduzi-las ao mesmo estatuto, simplesmente por que no mundo real da realidade lá fora… assim não é.
O que eu argumentei é justamente que utilizar-se de dados que não apontam para intenções de genocídio e crueldade pura e simples para falar destas coisas, sem conhecer a história de como estas coisas ocorreram (por exemplo, a intenção explícita americana de matar civis no Camboja e Vietnã que se revelou… pelo fato de matar deliberadamente centenas de milhares de civis) é pueril, para ser brando. Como disse, a guerra não é coisa bela, mas às vezes é necessária.
Todavia, é interessante que você se revolte com a “maldade” israelense e silencie sobre a “maldade” do Hamas.
. “A esquerda, diferentemente da direita, encara o mundo como ele é, percebe suas vilezas, está atenta para injustiças que devem ser reconhecidas e corrigidas. Não acha que injustiça é da ‘ordem natural’ da existência.”
chest - ledo engano. (PD , vocë pensa melhor que isso) A esquerda quer mudar o mundo ( e não o encara como ele é). é a direita que encara o mundo como ele é e não fica tentando corrigir injustiças cósmicas (causando 10 vezes mais injustiça no processo)
Conta outra lorota, PD.
Chest - Vai lá no google e digite ‘fascismo’. Estude. Compare com seu comentário 53. Pronto, a ‘verdade’ que você diz tanto amar está clara e cristalina para qualquer um que tenha alguma idéia do que o termo ‘fascismo’ quer dizer. Dito isso, gostaria de lamentar ter discutido com você- já está óbvio para qualquer um aqui que você não é capaz de encarar uma discussão com mente aberta - está tão profundamente convencido que seus dogmas são a tal ‘verdade objetiva’ que você tanto diz estar em falta ‘nesse mundo sem valores’ que é impossível um debate honesto de idéias com você. Aparentemente, você tomou para si a posição de ‘pregador no deserto’ com a sagrada missão de doutrinar e mostrar a luz (aos berros) a todos os infiéis de esquerda por aí. Não pretendo mais dar audiência aos seus desvaneios ou ler seus comentários: Se for pra ler asneiras, melhor ler as do Lula, porque as dele pelo menos são engraçadas às vezes.
Até nunca mais,
Bocejo
Facismo é um movimento popular coletivista. O não er apopular, era da elite marxista.
Agora me diga, como eu, elitista, conservador, macho , hterossexual, individualista (nAO no sentido egoista, mas por achar que o individuo vem antes da coletividade), como, me diga, posso ser taxado de facista?
Vocë tem que aprender ao menos a me xingar direito.
Facismo é um movimento popular coletivista. O bolchevismo não era popular, era da elite marxista.
A todos que querem me xingar, solicito que me xinguem direito
EU SOU REACIONÁRIO. Deu para entender?
Chesterton,
Concordo com boa parte do que está escrito ali. O que não concordo, irei fazer réplica e te darei direito, obviamente, a tréplica - que será devidamente postada. Não se preocupe, em geral, irei “assinar embaixo”.
Obrigado pela visita, diga-se de passagem.
PD,
Você e o Idelber são bons demais para que essa rusga demore. Aliás, acho que já está com os minutos contados…
Minha posição, como você deve ter visto lá e aqui, é pró-palestina mas sem ilusões com as lideranças árabes. Acho a liderança israelense intragável e a palestina idiota. Ambas jogam contra os interesses dos seus povos a longo prazo.
Dois estados, JÁ. É o melhor para todos. Quase indispensável.
Só pra terminar: anti-semitas, infelizmente, existem aos montes. Sempre devem ser combatidos e relegados ao seu lugar devido, a escuridão.
Porém, até por já serem tantos, é preciso cuidado para não colar o rótulo em quem apenas não concorda com as ações do governo de Israel.
“Facismo” é a doutrina de gente preguiçosa que gosta de conseguir tudo da maneira mais “fácil”.
huahuahua
Monsores, com o Fred urubuzando teu blog, tu estás perdido.
Dino, a piada é boa.
Não acho que seja um problema de ‘infantilidade de esquerda’. A esquerda, diferentemente da direita, encara o mundo como ele é, percebe suas vilezas, está atenta para injustiças que devem ser reconhecidas e corrigidas. Não acha que injustiça é da ‘ordem natural’ da existência.
chest- qualquer adolescente depreende deste texto do PD 2 caracteristicas muito comuns na esquerda.
1, auto indulgencia
2. altruismo
a esquerda acorda de manhã, e diz: Eu sou bom, só quero o bem para todos, logo quem não concorda comigo é de “direita”.
Fodam-se conceitos, palavras, noções, significados, o esquerdista sempre acha que, como ele é bom, toda merda que passa pela cabeça dele, é boa. PD, tenha a santa paciência, você está regredindo.
PARÁBOLA:
A esquerda é tipo o escoteiro que quer ajudar uma velhinha a atravessar a rua, uma avenida movimentadíssima, a velhinha nem quer atravessar mas o escoteiro não a escuta, a arrasta pelo braço, a velhinha é atropelada, perde um braço e cinco dentes, mas chega do outro lado e o escoteiro fica satisfeito consigo mesmo porque realizou a sua “boa ação” e auxiliou os oprimidos.
O centro da ideologia nazista é o termo raça. A teoria nazista diz que a raça ariana é uma “raça-mestra”, superior a todas as outras, e justifica esta crença da seguinte maneira:
O nazismo diz que uma nação é a máxima criação de uma raça. Conseqüentemente, as grandes nações (literalmente, nações grandes) seriam a criação de grandes raças. A teoria diz que as grandes nações, alcançam tal nível devido seu poderio militar e que este, por sua vez, se origina em culturas racionais e civilizadas, que, por sua vez ainda, são criadas por raças com boa saúde natural e traços agressivos, inteligentes e corajosos.
As nações mais fracas, para os nazistas, são aquelas criadas por raças impuras, isto é, que não apresentassem a quase totalidade de indivíduos de origem…
Isso lembra algo ou alguém?
No mais, eu não digo que os palestinos não aprendem?
100 palestinos mortos e todos aqui chorando pelos “pobres palestinos”. 2 israelenses mortos.
E aí, o que segue? O Hamas está cantando “vitória”, e prometendo mais foguetes… Que trarão mais retaliações…
Parafraseando Voltaire, se os palestinos não existissem, seria preciso inventá-los. Para alívio cômico, entenda-se.
PD,
Obrigada por este post. Eu estava, confesso, desanimada com a “caixa de comentários do PD ser tão estéril que parece que jogaram sal por ali”, como escreveram com muita propriedade no Idelber.
Cansa ler gritaria dos dois lados do espectro. Na verdade, há muitos mais lados, mas maniqueísmo é muuuuito mais fácil, némêss? Tanto pra quem escreve, como pra quem lê. E chega um momento em que cansa, porque dados objetivos são desprezados em favor do discurso ideológico.
Desculpem, mas vou pinçar dois exemplos, esperando que me perdoem a ilustração do diálogo de surdos.
Mila,
Estou com você na defesa da causa palestina por um sem número de razões, mas as posições de Finkelstein, que são respeitáveis, assim como as de outro historiador, Ari Avnet, se não estou enganada, já foram objeto de debate acalorado por aqui: para os defensores de Israel são revisionistas, quase como os caras que escreveram que o Shoah não aconteceu.
É um ponto de vista. Poderia, e foi, rebatido, por gente que sabia do que falava. Mas sempre defendendo um ponto de vista, como se Israel estivesse em iminente risco de desaparecer, o que é obviamente, um exagero retórico.
MIster,
Insistir na desqualificação dos palestinos porque, afinal, são todos árabes, não há palestinos. Isso poderia até render discussão há 60 anos. Mas negar a existência dos palestinos e assumir a defesa automática de Israel, é negar realidades.
Da mesma forma, comparar a situação atual à da Chechênia, soa como falseamento da questão, por mais que o Chest fale sobre o “relativismo moral” e quejandos.
Desculpem por dizer o óbvio, mas absotutamente TUDO é relativo. Porque os milhares de mortos em Darfur nãos nos mobilizam (esquerda e direita), ou os perseguidos na Chechênia?
Resposta óbvia e singela que o próprio Mister já grafou uma vez: estão longe, são obscuros, não me tocam..:((
Então, e este pretende ser meu comentário final, porque cansei mesmo, entendam esse comentário como contribuição ao debate.
PD,
porrada bem dada, esta, hein?
bateu mal, né?
e o pior é que ele tem razão.
Alba querida,
Enganas-te, estou numa fase conciliatória hoje. Até disse lá em cima que se os palestinos não existissem alguém teria que inventá-los. (Bom, a KGB e o Arafat de certa forma o fizeram em 1967).
Mas, se o destino dos chechenos (que também são em grande parte muçulmanos) não “toca” quase ninguém, por que o dos palestinos sim?
A resposta é mais simples do que parece: a mídia.
A mídia, 24 h por dia, 7 dias por semana, bombardeia-nos com propaganda palestina.
“Pobres palestinos plantadores de oliveiras.”
“Pobres palestinos cercados por um muro.”
“Pobres palestinos forçados ao terrorismo.”
“Pobres palestinos bombardeados.”
“Pobres palestinos forçados a atirar Qassam.”
Em mim, isso tem um efeito exatamente oposto ao desejado, mas sou uma exceção à regra. Aliás, foi todo esse interesse desmesurado na “causa palestina” que me fez examiná-la mais de perto e descobrir que nada era (nem é) exatamente como é mostrado.
Agora, se você faz algum filme ou reportagem sobre a Chechênia, (ou sobre o Irã) leva um tiro na testa e ninguém nunca descobre o assassino e fica por isso mesmo.
O esquerdista acorda, e diz: eu sou bom! Eu quero o bem. Logo conclui que tem o monopólio do bem, e quem não é esquerdista é de pronto descartado do bem. O esquerdista crê que vai corrigir as injustiças do mundo, ele crê que tem o poder para tanto. Ele crê que basta ter “vontade política” e ” quadros” (antes fossem na parede). Quem não lembra dos petistas falando de boca cheia dos “quadros” (lembro de um conhecido que hoje tem um programa de rádio- Viva Rio ou Mais Rio, sei lá, economista da PUC…o PT tem quaaadros).
Agora aqui com a campanha do Maria-Gabeira-Joana, alguém já lançou o grito de guerra: quaaaadros!
A melhor definição de esquerdista (sempre temporária e parcial, porque eles se renovam no pieguismo) é a de que esquerdista é aquele cara que acredita ser possível apagar fogo com gasolina, basta vontade política…..e vem falar em ter noção da realidadde, tsc, tsc, tsc.
O esquerdista na juventude se destaca por um dom inegável: A retórica.
Quem não conheceu aquele sujeito que desde cedo domina a palavra e o público, se embevece com a própria voz, e fala como um papagaio? Assim começa a vida do intelectual esquerdista, tira boas notas em português, é amigo do professor e literatura, discute autores, não perde a aula daquele professor de história ou geografia marxista, que não toma banho nem se veste bem, ams tem umas idéias…..
Aí, faz vestibular para letras, humanas, entende? E desdenha os menos dotados que ou não fizeram vestibular, ou passaram para as extas, afinal as profissões tradicionais estão em baixa ntende? O futuro é dele.
Começa a trabalhar como professor já na faculdade, se dá bem com as gatinhas do gremio estudantil, enfim, se dá bem. mas uma coisa já começa a incomodar. Como é que aquele idiota que nem no vestibular passou está de carro novo? Porra, foi trabalhar no armazem do pai e está de carro novo? E tem uma gata do lado? Só pode ser Maria Gasolina….e a grana da monitoria não dá nem para taxi.
Se forma e vai procurar emprego, tem aos montes, jornais, escolas, sindicatos, mas o salário? Uma bosta! Caraca , o cara da exata, aquele ……………….(engenheiro nerd, médico cdf, economista salafrario,a dvogado picareta) ganha bem mais que eu! Trabalha para caramba, não tem minha vida pacata, mas mesmo assim: QUE INJUSTIÇA! Eu sou o que ganha menos, alguma coisa está errada.
Aí é o turning point. O esquerdista pensa assim: como eu , o bom, não posso estar errado, logo…quem está errado é o mundo. ABAIXO AS INJUSTIÇAS!
O ressentimento. Ele anda de Belina, os alunos tem que empurrar de vez em quando, mas isto já perdeu a graça, e a gatinha trocou o esquerdista por um……………………(qualquer profissão que tenha futuro material e que permita que ela saia num carro com ar condicionado).
Bem, aí ele começa a caçar as namoradas no proletariado ascendente, ou vira um TED (terror das empregadas domésticas) e vive na semi-boemia o resto da vida, ou fica: ressentido. Bem que o Chico falou que antigamente as gatinhas bonitas eram de esquerda, hoje as esquerdistas mulheres já não caem no papo aranha dele. pelo menos as que valem a pena, afinal, a idade o fez mais seletivo, o que é natural.
Aí, sai de baixo, (cont)
Caro Pedro,
penso q na hora de escrever sobre Israel e Palestina vc deveria esquecer esta história de sangue. Neste caso, não há a menor possibilidade dos israelenses terem a razão. No grande filme “A Batalha de Argel” há um momento em q o chefe da FLN, quando preso, diz q é mais fácil a FLN ganhar a guerra da descolonização do q os franceses mudarem o curso da história. Não deu outra. Neste caso, o curso da história está do lado dos palestinos, q conseguirão formar sua nação com ou sem o apoio dos israelenses. Sinceramente, acho indigno e absurdo querer justificar o morticínio homicida do estado de Israel nesta guerra suja. Não é admissível de um jornalista da sua competencia defender o estado de Israel, com ou sem consaguinidade. Não há razões dos dois lados, pois neste momento os Palestinos, e apenas eles representam os “deserdados da terra” a q vale qq solidariedade.
Sai de baixo, o esquerdista não consegue mais as gatinhas e então: casa. Sim, quer sexo regularmente e mulher que preste quer situação, de esquerda ou de direita, nem que seja o título de amante. Mas amante dá para os amigos, aí fica chato, afinal o machismo latino-americano não some assim tão rápido. Trabalha, trabalha, trabalha, mas não consegue guardar um misero tostão no fim do mês. A culpa é do governo (antes do PT ser governo), é do patrão que não paga um salário que ele merece (se ele soubesse que é um funcionario que dá prejuizo para a empresa), digno, sufiviente, sei lá, vocês que sabem destes termos. A maturidade chega e ele começa a se sentir acabado. Grana? Não tem.
Algumas raras vezes, consegue um: CARGO. cargo público é aquele negócio que parece emprego, mas não precisa trabalhar e ganha mais dinheiro que emprego. Os colegas do partido já olham para ele desconfiados, pois melhora o terno, o sapato, enfim, começa um zum zum zum que ele está se aburguesando. troca de amizades, mas não perde totalmente o contacto com os antigos “cupaeros” (ninguem sabe o dia de amanhã). Os filhos cresce, a demanda por bens materiais cresce, e ele por não guardar um puto tostão no fim do mês, consegue acompanhar os desejos de consumo do filho/a maisomenu. Mas a mulher, aquela gata que virou um barril de chopp, perde o interresse pelos sexo e só pensa em chópin. Arruma uma amante, de preferencia uma secretaria gostosona que exagera na maquiagem. E agora, que faz ele para bancar esta joça toda. Não pode chutar a mulher que ela acaba ficando com o ap e ele comas prestações.
Volta para o sindicato e usa de seu CARGO para arrumar tramóias mil, esquemas de desvio, enfim, quase vai preso (mas banca a festa da turma de casa e a paralela), mas com a ajuda de amigos do sindicato se candidata a um cargo ELETIVO.
Aí fudeu, o cara se sente o Mercadante no Blue Tree Park (eu vi). Finalmente ele acha que recebeu o que merece. Ele merece, afinal ele é o (antes tão esquecido) O BOM. Rouba, rouba, mas rouba tanto, que até dólares na cueca do irmão encontram. Pisa em todo mundo, mas reencontra seus colegas de escola, todos bem de vida, sem ostentação, vida tranquila, familiar, alguns frequentam a igreja, outros podem até estar no terceiro casamento, mas sem estresse. Aí ele cai de pau, esnoba, faz cara feia, olho branco, fofoca, passa com o motorista e a nova amante (sim, aquela era muito brega), e de novo tem a impressão olímpica.
|Mas peraí, pensa ele com seus botões, eu sou de esquerda, O BOM, como conciliar a contradição entre ser o BOM e consumir desbragadamente, muito mais consumo do que aqueles que ele criticava? A solução?: DIALÈTICA.
Dialética sim senhor, ganho mais que preciso mas menos que mereço (Caetano Veloso). Jatinhos (Air Force 51 é um pouco de exagero, nem todo esquerdsita chega lá onde o 9 fingers chegou) dos empresarios corruptos que contribuem para sua campanha para que tudo mude para continuar como está (de novo me vem a cabeça a figura do Mercadante, mas tem outros), e negociatas e negociatas.
Mas aí, nas eleições seguintes, seu eleitorado baixa-renda (as bases, as bases) perde a simpatia por ele, e ele não arruma um cargo eletivo. Certo, tem uma boa poupança escondida por aí, mas a obscuridade o assombra.
Palestinos, e apenas eles representam os “deserdados da terra” a q vale qq solidariedade.
chest- tem que ser muito idiota para cair nessa peça de propaganda. Deserdados? Va ver a quantidade de dinheiro que eles “herdaram” e gastaram em metalurgica bélcia….
bélica
Pedro Doria, se vc mesmo afirma, corretamente, q o hezbollah iniciou a guerra, quem deu a deixa pra israel deitar e rolar foram eles. nao aprendem mesmo.
O Chesterton é divertidíssimo, até quando eu discordo dele.
Nessa questão eu dou a razão inicial aos palestinos, terra roubada, etc. Mas eles só fazem merda, parecem querer perder a razão que tinham, ou que ela justifica tudo.
No fim acho que ambos estão errados. Mas a maré da Historia muda, e Israel pode estar cavando a própria destruição, a longo prazo. Se por algum motivo perder o apoio dos EUA terá sérios problemas. Um povo com milhares de anos devia pensar em têrmos de séculos.
No fim não vejo solução pressa zona sem que pelo menos um dos dois povos mude muito. E não os vejo dispostos a mudar.
Um povo com milhares de anos devia pensar em têrmos de séculos… e se suicidar ao gosto do islã? Mas que barbaridade.
Companheiros de esquerda, maoístas e bolivarianos
Eu, josef mario, devo dizer que, enquanto esquerdista, maoístas e bolivariano dou o meu apoio moral total e irrestrito aos companheiros palestinos. Gostaria, também, de me solidarizar com o companheiro idelber que, com toda a razão, se indignou com este novo holocausto, defendido e preconizado pelo companheiro pedê. O fato do companheiro pedê ser judeu praticante me faz entender, até certo ponto, este ódio que sente pelos companheiros palestinos. O que eu, josef mario, não consigo entender é como o companheiro pedê, enquanto heterossexualmente declarado, pode chamar o companheiro idelber de “querido amigo”. Macho que é macho tem amigos e inimigos e ponto final. Este tratamento de “querido amigo” é coisa de viado.
Muito obrigado
A situação de Israel tem um paralelo muito interessante com o Rio de Janeiro. O Hamas é como o tráfico, todo mundo sabe que é culpado, tem sempre uns defensores imorais,e ninguem tem coragem de ir lá e acabar com a festa.
Mundo, chamem o Bat Masterson.
RIO - Um turista alemão prendeu um assaltante brasileiro ontem à noite, na Lapa.
Depois de roubar a máquina fotográfica do turista, por volta das 22h, o
assaltante Jailson de Jesus Santos tentou fugir, mas o alemão (que vem ao Brasil
há mais de 20 anos) conseguiu prendê-lo e esperar a chegada da polícia. O preso
foi levado para a Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat), no
Leblon.
94-Chesterton, não foi o que eu disse. Só que se Israel não estudar uma forma de mudar o quadro de ódio terá problemas caso lhe falte o apoio americano. Eles são muito menos numerosos que os árabes. Para sua sorte estes são muito incompetentes. Mas isso pode mudar.
Minha sorte? Então é nossa sorte, certo? Olha, não foi uma ou 2 vezes que Israel derrotou os paises árabes sem ajuda externa, até cópia de Mirages tiveram que fazer pois a França havia bloqueado a venda desses. Israel não perece, se morrer, ou se estiver na iminencia de ser destruído, Meca será um vestígio arqueológico que só poderá ser desenterrado em 300 anos. If you know what I mean.
E isto é ótimo. Eu por exemplo, tenho muito mais birra com os islamitas que o PD tem com os cristãos. vamos perguntar aos lideres religiosos do islã o que eles pensam á respeito das pesquisas de células tronco…..
Como você parece alguem aberto ao diálogo ( o resto sumiu) vou te sugerir algo interessante
http://www.youtube.com/watch?v=uu21W-ls_bE&feature=related
“Sua” se referia a Israel.
Mas tambem tenho medo do Islã. Ainda mais sendo paganoide, você eles ainda poderiam poupar por seguir uma religião do tronco monoteista.
Queria comentar algo no Blog do Ilderber, mas, após ler os comentarista de bom nível, excetuando um tal de X que me pareceu ser um imbecil absoluto, fiquei envergonhado e me contento em postar aqui mesmo, já que, sendo ignorante e acéfalo, estou em pé de igualdade à maioria dos comentarista (claro que há excessões, só de ler os textos já da pra saber quem são).
Quanto às sutilezas dos textos, há pessoas que conseguem chamos o outro de FDP, de maneira tão sutil e elegante que poucos percebemm… :o)
sem dúvida.
· Chesterton-Dracul- El Cid // 3/Março/2008 às 23:25
A situação de Israel tem um paralelo muito interessante com o Rio de Janeiro. O Hamas é como o tráfico, todo mundo sabe que é culpado, tem sempre uns defensores imorais,e ninguem tem coragem de ir lá e acabar com a festa.
Mas digamos que o comentarista acima, sabidamente nazi-racista, acredite por uma questão racial, que palestinos do hamas e traficantes tenham um paralelo, seguindo as teorias raciais expostas anteriormente pelo mesmo, nenhum dos dois pertença a raça superior em inteligência que conforme descreveu é feita pelos judeus e “alguns” orientais. Como nenhum dos dois pertencem a esse seleto grupo de DNA privilegiado, deveriam ser extintos… Então vamos lá… Deixando que os palestinos sejam extintos pelos israelenses, tarefa que eles se aplicam a bastante tempo, sem muito sucesso verdade seja dita… Pobre tem dessas manias… Se reproduzem feito ratos.
Ficamos com os nossos. Vamos seguir os mandamentos de nosso líder nazista Neocid, vamos eliminar os nossos traficantes dos morros. Mandaremos os nossos obsoletos jatos sobrevoarem a rocinha e o complexo do alemão e atirarem mísseis de precisão com guia a tambor de índio, e dispararemos do asfalto com .50 e canhões de 120mm nos barracos em que eles se esconderem, é certo que morrerá um pouco de civis mas é custo por terem escolhido ser pobres e favelados. Depois é só invadir com nossa soldadesca e atirar em tudo que se mova, respire ou rasteje sobre a terra. E pronto acabou-se a festa…
Quem mesmo é imoral?
Pedro Doria: O Ildeber Avelar mandou um uppercut no queixo. Nocaute. Você foi à lona; para quê choramingar? Você começou bem seu artigo no 1° parágrafo e resvalou pro piegas sem sal. Sim, saudades de Rabin.
Perguntinha chata que nenhum sionista por aqui ousou responder (nem mesmo aquele psicopata chamado Fucs):
“Com que intuito o establishment israelense, aliado ao Mossad, assassinou Rabin?”
Resposta: Liquidando o Rabin, liquidaram para sempre qualquer esperança de paz no Oriente Médio. Sonham vencer pela fúria exterminadora e criar o Grande Israel, mas só espalham ódio. A marmita está prestes a explodir.
O problema é que o quadro está ficando cada vez pior para Israel; você matou a charada. Daqui pra frente é só sangue e ódio. O Hesbolá provou que Israel nao é invencível; acabou a aura. O estado neonazista exterminador nem é mesmo capaz de parar os foguetinhos, a menos que destrua Gaza inteira, para depois enchê-la de colonos. Este é o sonho do estado sionista e terrorista.
Se é incapaz de parar os foguetinhos, como será capaz de parar os foguetaços do Hesbolá?
Dino, quem falou em raça animal?
“Como nenhum dos dois pertencem a esse seleto grupo de DNA privilegiado, deveriam ser extintos… ” esta é a conclusão de um racista, não coloque palavras na minha boca , se não coloco um salsichão na sua….
“Quem mesmo é imoral?” e você ainda pergunta?
“
“O Hesbolá provou que Israel nao é invencível; acabou a aura. ”
chest- meu Deus, o wishfull thinking, vão morrer achando que vão para as virgens no céu.
“Se é incapaz de parar os foguetinhos, como será capaz de parar os foguetaços do Hesbolá?”
chest- espere para ver a real caixinha de maldades.
Chesterton-Dracul-El Cid: Que animal é este? É boiola ou chifrudo? Quem muito se targa de ser macho e hetero, tem esqueletos no armário. Vai ver tem bunda doce.
vai estudar, filho-de-uma-anta….
Neocid tentar fazer jogadinha de semântica com “inteligência em área de conhecimento” definição que não existe na língua portuguesa é tão abjeto quanto a sua pessoa. Inteligência e conhecimento cientifico são adjacentes, mas conceitos distintos de tal modo que uma pessoa praticamente analfabeta pode ser inteligentíssima. Não sendo a inteligência prerrogativa deste ou daquele povo, já o conhecimento técnico cientifico, foi aperfeiçoado por populações que por distintos motivos tiveram a necessidade e a possibilidade de desenvolve-lo. O resto é sua tentativa de esconder seu nazi-racismo imundo.
De mais a mais, animal deve ser o corno do seu pai por motivos óbvios.
descobriu a pólvora, ruminante? Vai ler direito o que eu escrevi.
http://www.youtube.com/watch?v=sbb6FO3gk8Q
aqui, a moral do Hamas
Se chamar NEGRO, ÌNDIO, CAUCASIANO E ORIENTAIS DE BURROS (= MENTALMENTE INCAPAZES), tal qual foi escrito pelo fürher de plantão no comentário de número 40 não é racismo, então o que mais seria?
Qual seria a palavra correlata a anti-semitismo, para esta atitude? (seria “anti-goysmo?)
Meu Deus, mais um mentecapto. Eu não chamei ninguem de burro (apesar de você me parecer um ), mas chamei os judeus de mais inteligentes que os outros.
Thiago ,
“Eu tenho uma “mentalidade de esquerda”, uma “visão infantil” sobre o mundo. Tenho contato com pessoas do MST, choro ao ouvir o hino da Internacional Socialista, não faço a barba constantemente, uso roupas velhas, quer dizer, cumpro com todos os clichês.”
Vc não tem vergonha de escrever isso não? Imprime isso que vc escreveu e daqui 10 leia de novo, com certeza vc vai querer se matar, aposto que está juntando dinheiro pra ano que vem ir pra cuba bater continência pro fidel na comemorações dos 60 anos da revolução.
Burro ou mentecapto Fürher?
Decida-se.
Por falar nisso, sendo você um iluminado e eu um desprovido de massa cinzenta, que parâmetros você usou para “medir” a inteligência de um ou de outro?
Tem algum estudo sério sobre isso, publicado na Nature?
Ou foi só seu lado preconceituoso emitindo opinião sem base?
Pedro,
Só posso lhe dizer que roupa suja se lava em casa, o resto dá nisso…
Você não é a primeira pessoa que escuto se magoar com os argumentos raivosos de pessoas próximas, no seu caso, por estar exposto na Internet a coisa fica um tanto mais complicada.
Fiz questão de ler o post e os comentários. Não o conheço, nunca li seus posts mas o simplismo da leitura dele não é compatível com os elogios que você tece.
Aconteceu com o Elias, aconteceu com o Marcos, aconteceu com você… ser rotulado faz parte do jogo, taí o chicote de deus que gentilmente me chama de psicopata por não me dar ao trabalho de responder uma teoria conspiratória devido a falta de fontes e dados que embasem a pergunta inicial.
Em todo caso…
Bola pra frente, quem sabe ainda esse ano você volta com um post falando de um novo acordo de paz?
Apenas uma dica: a pedra de onde se acredita subiu aos céus o profeta.
Poderíamos até entrar no mérito da questão e pedir para o Theo listar o número de ocorrências da palavra Jerusalém no Corão mas sejamos mais genéricos, afinal crença é crença… mais um pouco você vai estar falando que por ali Jesus Cristo se revoltou contra os comerciantes no templo ou aonde encontra-se a arca da aliança. :-)
Agora que eu estou vendo a patrulha que o PD sofre…..é faz parte do parto. Quando você, PD, sair da adolescência intelectual, vai rir disso. Aguenta firme.
“Agora que eu estou vendo a patrulha que o PD sofre…..é faz parte do parto. ”
isso é…
Companheiros de esquerda, maoístas e bolivarianos
Eu, josef mario, devo dizer que não estou dormindo com a companheira confetti. O fato de sermos os primeiros a acordar neste prestigioso blog do companheiro pedê é mera coincidência.
Muito obrigado
jm, tem um recado pra vc num dos postes da rue grenetà….
Companheira confetti
Eu, josef mario, devo dizer que a rue greneta tem cerca de 150 postes e, portanto, como não sou cachorro, não vou ficar farejando um por um. Companheira confetti, seja mais explícita, porém, devo lembrá-la que sou casado, fiel e jamais trairia as minhas esposas.
Muito obrigado
kkkkk
Comentário 22 nota dez….e o idiota agora encasquetou que Judeu é mais inteligente que qualquer outro humano…..fala sério energumeno!
Que pesquiza estupida é essa…..estudado e CDF é uma coisa…inteligente?
Não encontraram ainda qualquer metodologia decente e comprovada que possa medir inteligencia e suas facetas…….
Inteligente pra matemática?
E burro para perceber a hora de parar de matar irmãos seres humanos?
FALA SÉRIO!
Dino mais uma vez DEZ!
CHesterton……voce planta o anti semitismo com suas declarações desastradas……
E faz afirmações com paupérrima prova…….Daqui a pouco voce tras aqui as declarações daquele velho idiota que descobriu as facetas do DNA!
EEEEEEEEEEEEEEEE………….
Pelo termo “punhetagem que o Idelber usou lá no blog dele a coisa está mesmo quente!
E o cara argumenta com precisão!
Vou frequentar o blog dele mais……
cá ficamos nós nos perguntando… como é que o chesterton planta anti semitismo se ele muitas vezes já repetiu que NÃO É JUDEU…
vai entender…
Companheiro hrp mané
Eu, josef mario, devo dizer que, como sempre, concordo com os comentários isentos, sensatos, ponderados e inteligentes do companheiro. Eu, josef mario, pessoalmente, sou de opinião que a inteligência é algo abstrato e, portanto, de difícil mesuração. Todavia, infelizmente, sou obrigado a reconhecer que uma raça, particularmente, é mais inteligente e, consequentemente, mais bem sucedida financeiramente que as demais. É a raça dos homossexuais, viados, pederastas, boiolas e paneleiros. Basta se observar em qualquer rua de qualquer cidade brasileira que na população de mendigos existem companheiros brancos, afro-descendentes, índios, mulatos, orientais, mamelucos, cafusos, difusos e obtusos, porém, jamais na história deste país, foram encontradas bixonas sem vergonha que ficam desmunhecando quando pedem esmolas.
Muito obrigado
[...] sua vez, porém, também acho que Dória termina exagerando: “Cansa a perspectiva de ter que discutir com gente que a gente gosta. E de ter que ouvir [...]
PD, eu algum lugar aqui eu já havia comentado da impossibilidade de se ter uma conversa razoavelmente objetiva sobre a questão israel-palestina. Simplesmente não rola. Eu sou das que defende veementemente o direito de existência de Israel dentro de fronteiras definidas, em segurança. O mesmo vale para a Palestina: fronteiras definidas, segurança, prosperidade. É possível? creio que sim, mas certamenhte não nos blogs e na maior partre dos posts que se vê. o ovo da serpente está aí. Melhor se rrecolher mesmo, com relação a este assunto. O que o Idelberg escreveu distila você ssabe o que.
A questão primordial é que hoje os palestinos são 2 povos: os do Fatah e os do Hamas.
Ambos são inimigos entre si, sendo que o Fatah pode fazer a paz com Israel sem precisar do Hamas. Se essa paz frutificasse, o Hamas perderia seus votos e a razão de existir.
Acho que a única forma de Israel vencer o Hamas, é fazendo a paz com o Fatah.
Os benefícios disso seriam colhidos daqui uns 20 anos, talvez.
André ….voce consegue ser mais que cego……mas sempre há um sapato velho pra um pé torto…….
Pedro,
postei este comentário lá no Idelber. Realmente pode ser bom dar um tempo sobre o assunto.
Acho que escreves com a máxima honestidade, por isto tantos vêm aqui. Tampouco te falta grandeza, bom senso e doses salutares de humildade. Meu abraço e admiração.
Prezado Idelber,
e digo prezado pelo nível que atingiste com este texto.
Conheci teu blog apenas de passagem já há algum tempo e por indicação do próprio Pedro Dória. Me alegra la constatação de que existe mais excelência do que supunha na blogosfera.
Mesmo que surpreendida e encantada pela forma como conduziste o tema não concordo com boa parte do seu teor e isto, evidentemente não deve nem pode te importar um pepino.
Mas sigo: atribuis ao Doria o que ele não formulou. Ou, pelo menos minha leitura foi outra. De tua parte houve uma explosão de ira santa lavrada em jornalismo de primeira. Destampou-se o ferrolho ante o impacto das últimas e mesmas notícias e das últimas e mesmas fotos. Como te criticar se é tema de uma das paixões atuais?
Não tenho nada contra a paixão, mas tudo contra o que possa trazer no bojo, principalmente a injustiça . Pelas lentes dessa “pathia” acabaste enxergando além ou aquém do que ele postou, o que muitos leitores tentaram te mostrar aqui.
Vou me deter apenas num tópico, senão, em vez de comentário isto vira defesa de tese e das bem chatas.
“É inacreditável que um jornalista continue reproduzindo grotescas caricaturas racistas”.
Os que militam no Hamas, o Pedro ou qualquer um de nós, pensar ou dizer que os árabes parecem não se importar com o sangue (e sei que a maioria destes- e aí vão centenas de milhões do mundo árabe/islâmico - sim, se importa) não faríamos mais do que ecoar o que se lê nos noticiários.
Quando se vê ou se lê sobre atentados e retalhações sanguinolentas quase que diárias entre sunitas e xiítas no Iraque (que Sadam controlava bem com mão de ferro), o extermínio por gás de 120 mil curdos iraquianos, o morticínio de 800 mil contendores na guerra Irã/Iraque, o banho de sangue, - 25 mil - no Setembro Negro, as carnificinas no Líbano entre cristãos e muçulmanos na década de 80, a liquidação de 30 mil opositores às conversações com Israel por Sadat no Egito, a liquidação de quantos? 100, 200 mil? - afinal são apenas números, sem as fotos do estertor - opositores ao governo, na Argélia, as mortandades entre muçulmanos e indianos, seria racismo ou constatação dizer-se que eles atribuem maior valor à “briga” e menor valor à vida?
Parece-me que a evidência dos números acima deva pôr dúvidas sobre os estereótipos acusatórios em relação a Israel como o maior e único criminoso, racista, genocida, terrorista, nazista, chacinador, belicoso, expansionista. A região parece assim conformada desde a derrota otomana.
Pode ser hipótese furada, mas seria proveitoso perguntar por que, durante o domínio otomano de 400 anos, a vida das populações árabes daquele vasto império pareceu transcorrer organizada e pacificamente?
Ora, os otomanos não são árabes, mas muçulmanos.
Levanto o ponto para sugerir que fortes valores culturais subjazeram (existirá esta forma verbal? agora não me ocorre outra palavra) à recusa por parte dos palestinos e dos árabes à inserção de Israel na sua geografia, recusa esta que também contribuiu para o trágico estado atual das coisas.
Exemplificando em termos de caráter cultural: para os judeus o relato bíblico fala sobre a salvação nacional, para os cristãos da salvação pessoal e o Islã nasce com a idéia de que deve governar o mundo: “Alá enviou Maomé com a religião verdadeira para governar sobre todas as religiões”. Claro que esse e os demais núcleos de crença vão se diluindo pelo intercâmbio entre povos, culturas e através dos avanços tecnológicos, contudo permanecem traços distintivos.
A civilização islâmica criou uma regra importante e fundamental relacionada com a terra, ou seja, que nenhum território submetido ao domínio islâmico poderá ser alguma vez “desislamizado”. Se o inimigo (o não muçulmano) logra conquistar um território antes dominado pelo Islã, este continuará sendo considerado sempre propriedade do Islã. (Daí, saudades de Al-Andaluz)
Em relação à paz, só poderá se dar dentro do mesmo mundo islâmico. A Terra, dividida em Dar-al-Islam (casa do Islã), ou o lugar onde o Islã governa, e Dar-al-Harb (casa da guerra) - o resto do mundo - continuará sendo a casa da guerra até submeter-se ao Islã.
Parece patacoada, e, talvez seja, mas será que não existem mesmo raízes culturais históricas fincadas na alma dos indivíduos, dos povos e das nações?
Em guerra com os não muçulmanos só pode haver uma opção, pelo preceito corânico: a suspenção de fogo até que o guerreiro de Alá (mujahidin) obtenha poder maior (algo como o Hamás oferecia quando a ficava feio pro seu lado). A paz só pode vir se o lado islâmico obtém a vitória.
Para corroborar o escrito acima: semanas após a assinatura dos Acordos de Oslo, Arafat falou numa mesquita em Johannesburg, onde pedia desculpas: “Vocês crêem que eu tenha assinado com os judeus algo contrário ao que dizem as regras do nosso Islã? Não é assim. Fiz exatamente como o profeta Maomé fez”. (Qualquer coisa que se supõe tenha feito Maomé, é um precedente.) O que ele estava dizendo era: “Recordem o relato de Hudaybiya”. Naquele lugar o profeta fez um acordo de paz por 10 anos com a tribo dos Kuraish, Mas em dois anos Maomé treinou 10.000 mil soldados para marchar posteriormente sobre Meca, a cidade dos Kuraishim.
Há então, segundo sua legislação, um precedente legal que permite estabelecer acordos de paz por um máximo de dez anos. Mas a jihad deve reativar-se no primeiro momento disponível, ou seja, um cessar fogo como tática.
Este substrato creio jogar papel importante no caldo de cultura do que tem se desenrolado há décadas. Não esqueço da geo-política, só que não iria caber neste comentário.
Um abraço, Idelber
“Cansa a perspectiva de saber que alguém lançará mão da palavra Holocausto e que ela sempre estará num contexto que fere – porque é impossível lançar mão do Holocausto sem ferir”
PD, na boa, depois que o próprio ministro israelense usou a palavra holocausto, acho que esse seu argumento perde um pouco o valor…
Do Guardian:
An Israeli minister today warned of increasingly bitter conflict in the Gaza Strip, saying the Palestinians could bring on themselves what he called a “holocaust”.
“The more Qassam [rocket] fire intensifies and the rockets reach a longer range, they will bring upon themselves a bigger shoah because we will use all our might to defend ourselves,” Matan Vilnai, Israel’s deputy defence minister, told army radio.
Shoah is the Hebrew word normally reserved to refer to the Jewish Holocaust. It is rarely used in Israel outside discussions of the Nazi extermination of Jews during the second world war, and many Israelis are loath to countenance its use to describe other events.
http://www.guardian.co.uk/world/2008/feb/29/israelandthepalestinians1
Assunto polêmico, melhor deixar quieto.
Marcelo P,
Cuidado ao ler jornais em inglês traduzidos do hebraico. Segundo o paupérrimo Oxford english to Hebrew, shoah significa tanto holocausto como catástrofe, querendo mando um scan da página do dicionário que tenho aqui em casa. :-)
Por sinal o pavoroso Jerusalem Post estava discutindo uma declaração infeliz do editor do Guardian comparando Jenin a 11 de Setembro. Segundo o Jpost:
“Rusbridger[Guardian's editor] was also taken to task by Landau over his publication’s explanation of the word “shoah” in an edition last week…
Landau said that he could not accept that the Guardian would choose to use a headline with the word “Holocaust.”
“I can’t accept that the correspondent or sub-editor, or whoever was involved in the story, seriously thought that they could justify the use of the word Holocaust, with uppercase ‘H,’ in the headline attributed to the Israeli minister, and that with all sincerity and with no disingenuousness reflecting it as honestly meaning what the man said,” Landau said.
The second paragraph of the article says that the word “shoah” is almost invariably used to mean the Holocaust; Landau questioned whether that was meant to imply that the deputy minister had that in mind. The former Haaretz editor said that as someone who has been speaking Hebrew for the past 40 years, he knew that it was not always the case.
Rusbridger conceded that Landau “may be right” and talked about the difficulties in news reporting and the way in which writing has changed over the years, with the Internet pulling information out of context.“
Atenciosamente,
Este blog está uma suruba. Com exceção de críticas a Israel, pode tudo. Negros, homossexuais, mulheres, muçulmanos, analfabetos (incluídos nesta categoria os que não são poliglotas, não possuem formação universitára, nem PHD ou MBA), é só escolher…Pode ofender, tripudiar, humilhar. E ai de quem discorda do nível de argumentação, solicitando um mínino de civilidade. É porrada de todo lado. A múmia do Egito ofende sistematicamente a mãe e familiares do HRP, ridiculariza todos os muçulmanos constantemente e culpa os palestinos por suas próprias mortes, pois afinal de contas porque estavam jogando futebol perto de terroristas, merecem morrer mesmo (aí pode, né PD, culpar as vítimas? Ah, já sei… São as regras do jogo jogado.) Mister X e Chest (este depois de muitas colagens, links diversos e longos textos em inglês) quando faltam argumentos partem para a desqualificação pessoal com adjetivos como burro, vagabundo, mal-comida/o e por aí abaixo. Repugnante é observar que pessoas que se auto intitulam “do bem, com valores e moral” se regojizem com a morte de inocentes. Algumas parecem que estão tendo orgasmos. É nauseante.
só parto para a ofensa pessoal quando sou ofendido, é só pesquisar….
Israel na verdade quando é comparado com nazistas deveria reclamar. Em primeiro lugar, o reino nazista durou 6 anos, Israel já tem 60 anos. Israel veio para ficar, e se tivesse a ânsia expansionista de uma URSS, ou dos califas muçulmanos, ou dos colonos norte-americanos, teria hoje um império que abarcaria Damasco, cairo e Aman, de lambuja o Libano todo.
Qual país na sua formação não moldou seu teritório sofrendo guerras? O Brasil não invadiu a linha do Tratado de Tordesilhas? A Guerra do Paraguai não alterou as fronteiras?
Cada vez que um ditador árabe achou que pode se manter internamente com um discurso bélico contra Israel, perdeu território.
Por isso, querem destruir Israel? Que tentem, mas são vocês e mais quem?
Doria, até respeito tua decisao de dar um tempo nos posts sobre Israel e a Palestina. Deve ser desgastante, realmente. Mas e nós, leitores, como ficamos? Para mim, suas análises nessa questão são ótimas, e seria uma pena ficar sem elas, mesmo que só por um tempo.
Caro Fucs,
Faço referência a seu comentários 134.
Um discaimer. Não falo hebraico. E, creio eu como a maioria dos não-falantes, sempre entendi Shoah como sinônimo de Holocausto.
Agora minhas ponderações sobre seu comentário (na verdade sobre o texto que vc reproduz).
Holocausto (palavracde origem grega), em português, como vc sabe, também não se refere única e exclusivamente ao extermínio dos judeus promovidos pelos nazistas. Entrou no vocabulário da última flor, segundo o Houaiss, no século 16. O dicionário, por sinal, só lista como seu quarto sentido o massacre nazista.
Mas, como o Pedro não cansa de repetir, é exatamente o extermío dos judeus que a primeira coisa que nos vem a mente quando ouvimos o termo (especialmente se a pessoa tiver entes queridos que perecerem em Auschwitz ou Treblinka).
Por curiosidade pesquisei shoah na internet (moro nos EUA, portanto a pesquisa deu preferência a sites em inglês). 2,4 milhão de resultados. Avancei umas 15 páginas. Não encontrei um site sequer que não fizesse referência ao Holocausto (ou à série de TV sobre o episódio, ou aos vário museus sobre a tragédia que há no mundo). Nenhuma referência a shoah como referência a catástrofes em termos geréricos.
Em Israel, como vc bem sabe, há o dia da (ou do, não sei) Shoah, que, quero crer, não se refira a catástrofes em geral, mas sim expecificamentea uma .
Como afirmei antes, não falo hebraico. Mas o texto que vc publicou parece querer uma cortina de fumaça semântica para esconder o que de fato disse o infeliz do Ministro.
se quiserem esqueçam o genocidio nazista. raciocinem a partir de agora. Israel é um estado forte, uma potencia regional, e tem talvez o melhor exército do mundo.
Ninguem vai ficar atirando foguetes em israel pelo mesmo motivo que ninguem fica atirando foguetes em Paris, NY e Londres, sem receber o troco. E se se esconder atrás de crianças, será repsonsável pela sorte delas. Quem usa crianças de escudo é culpado pelo que a elas acontece.
Os criminosos do Hamas tem que ser caçados e quem tentar protegê-los, morre junto. E ainda por cima leva a culpa, para ficar bem claro.
Israel não existe até hoje por causa da piedade do resto do mundo . Teve que ganhar pelo menos 5 guerras de exterminio (o exterminado seria Israel) patrocinadas por seus vizinhos. A vitória no campo de batalha garante a segurança de seus cidadãos. Isto é tudo que importa e continuará importando.
Ser a favor de Israel, da própria exist~encia de Israel, e conciliar isso com esquerdismo é muito difícil. Talvez aí a dificuldade do PD em continuar a escrever sobre o assunto, ele tem muitos amigos esquerdistas que não quer perder. (assim como aquela borboleta que desiste de voar porque está tão bem com as amigas larvas).
A própria existência de Israel é a prova de que as idéias de esquerda são inexequíveis. Tudo que apregoa a esquerda coloca a existencia de Israel em risco. Risco de sumir do mapa, bem entendido. Todas as propostas aprovadas na ONU vão nesse sentido: Israel não pode se defender, tem que ser manietado.
Na Inglaterrra de hoje, se você segura um ladrão na ponta da arma para esperar a policia chegar, você é preso e processado e o ladrão vai embora enquanto quem pega cana é você. Imaginou isso aplicado no oriente Médio?
A tese mais cara para Israel, o Direito de se Defender é considerado crime pela “comunidade” internacional.
PERAÍ 135!
Nem esquenta amigo…..o Faraó é limitrofe…..de retardados nada é sério…..fruto da genetica mal formada!
EEEEEEE….brincadeirinha……
Chest, considerado o termo panaca ofensivo e foi do que você me chamou. Eu não havia lhe ofendido, é só pesquisar.
PD, você me censurou?
Errata: considerado substituir por considero.
Panaca, para você , chega a ser um agrado.
Previsível e eloquente como sempre. Na falta de argumentação e quanto pego em contradição a contumaz grosseria.
…a seu dispor.
Ser a favor de Israel, da própria exist~encia de Israel, e conciliar isso com esquerdismo é muito difícil.
A própria existência de Israel é a prova de que as idéias de esquerda são inexequíveis
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O Führer Dracul além de ser nazi-fascista é um ignorante. Saiba, animal, que vários judeus de renome foram comunistas e socialistas. Muitos dos fundadores do estado de Israel eram esquerdistas que lançaram a idéia e implantaram vários kibutzin, fazendas coletivas. Ainda hoje, na própria Knesset, existem esquerdistas, idiota, num partido organizado. Pelo que sabemos, patriotas convictos e amantes de seu país.
Führer Dracul, gorila SS: cada vez que tu abres a boca te descreditas.
Peraí
confesso que até que eu poderia ser mais educado aqui nesse blog, mas se todo mundo aqui for educadinho, o blog fica sem graça.
HRP, apesar de te achar um FDP geneticamente aprimorado, nada justifica que se coloque a mãe no meio. De modo que retiro aqui todas as referencias à sua origem.
Acho super legal essa brigalhada toda que a gente faz aqui e tenho certeza que se nos conhecessemos, adoraríamos fazer essa zorra numa mesa de bar. Ia voar garrafa, ia cair dente e ia ser um barato.
No mais, vão pra PQP seus camelos.
Shalom.