Israel, Gaza: matança em curso
Nos três principais jornais israelenses com edições eletrônicas em inglês – Haaretz, Jerusalem Post e Yedioth Ahronoth – a manchete na noite de sábado é rigorosamente a mesma: dois soldados israelenses mortos na ofensiva a Gaza.
Já haviam 47 palestinos mortos àquela altura.
A manchete do principal jornal espanhol, o El País, era um tanto mais fiel aos fatos: Prossegue a matança em Gaza.
Segundo o Haaretz, às 22h20 em Brasília, 63 mortos, 29 deles civis.
Nada justifica. É duro dizer que, no governo, a aliança Kadima e Trabalhistas é um desastre. Duro porque com o Likud seria pior.
Ainda sobre o assunto:
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It has to be the height of absurdity to block access to something and then take credit for transmitting it, yet that is precisely what Arabs do.
Chega as raias do absurdo querer crédito por transmitir conhecimento quanbo na verdade bloquearam o acesso , mas é exatamente isso que os árabes fazem.
e Mai, muçulmanos levaram os últimos mil anos destruindo a cultura grega do Mediterraneo, um processo que continua hoje, no século 21, com a invasão do chipre, o os torna ridículos quando clamam que devemos agradecer a eles por seus esforços em preservar a herança grega.
chest- será que PD vai ler o texto original, ou vai preferir ficar na obscuridade da ignorância adquirida em universidades públicas brasileiras?
O que não se sabe é que, Guttember ao inventar a imprensa (a prensa de imprimir) pode, após imprimir a Biblia, imprimir os diversos textos clássicos advindos do Imperio Bizantino, que caía ao sabor da Jihad Turca.
Se a invasão turco-otomana tivesse ocorrido antes da invenção da impressão, os textos clássicos gregos estariam perdidos para sempre.
´´E verdade que vários trabalhos gregos foram traduzidos para o árabe, especialmente no sec 9, quando um grupo denominado Mu’tazilites tentou, sem sucesso duradouro, reconciliar o Islã com a Lógica. Eles ganharam uma reputação como livre-pensadores na modernidade, mas como Ibn Warraq escreve sobre eles: verdade que os mutazilitas eram muçulmanos em primeiro lugar, e foram motivados por preocupações religiosas. Não havia sinal de pensamento liberal, ou um desejo liberal, como descreve o orientalista hungaro Goldziher,’ to throw off chafing shackles, to the detriment of the rigorously orthodox view of life’, ao contrario, eram intolerantes e se envolveram na Inquisição islâmica sob os Abassidas.
vou a praia, depois contin ua
REAÇÃO DESPROPORCIONAL:
O que seria a tão falada aqui reação desproporcional? A invasão de Israel? A morte de civis que se misturam com combatentes palestinos?
O que voces diriam ser uma reação proporcional?
Aquilo que “Os Mortos” falou no 142, uma guerra de misseis?
Será que seria adequado se para cada missil Qassam disparado pelo Hamas contra alvos civis, que Israel disparasse seus misseis de volta, também contra alvo civis?
É isso?????????????????????
Voces estão loucos????????????????????
Essa é a lógica absurda dos que reclamam????????????????????
Voltei.
Acho, no fundo, muito simples. Ou você pára com os foguetes, ou leva foguete também. Se pára, ninguém vai te fazer nada. Se continua, cedo ou tarde vai levar o troco. Dentro da lógica de alguns aqui, os palestinos podem atirar foguete em quem quiser, afinal, qualquer civil israelense “é alvo legítimo”. Mas Israel revidar é, hã, “genocídio”. Acredito que, nesse sentido, o ato do Hamas foi proposital. Eles queriam ser invadidos, pois pra eles é a melhor propaganda poder representar Israel como o “Estado genocida” para os petistas mundiais, que não gostam te pensar.
Eu, se fosse o primeiro-ministro de Israel, montaria um sistema bem mais simples e econômico, um sistema automático que, a cada míssil que cai em Israel, saísse imediatamente outro na direção contrária. Isso sim seria “reação proporcional”. O fato que Israel invada e coloque em risco a vida de seus soldados e civis para perseguir apenas os terroristas (e portanto poupar ao máximo a vida de civis palestinos) é exatamente o oposto do que o Hamas faz. Seus foguetes já estão chegando em Ashkelon, quando é que chegarão em Tel Aviv, sob aplauso da esquerda internacional?
teria que ser um sistema complexo, com Awacs 24 horas por dia voando e ca´cas com misseis mira a laser sobrevoando. Fora, isso, só guerra nas estrelas.
caças…
algumas perguntas, razoavelmente objetivas:
1. como entram os foquetes ( agora katyushas ) em Gaza? pelo Egito?pela Jordânia?
2. por que Nasrallah está quieto?
3. Hamas, pelo que foi noticiado, enviou, via Egito, um recado de que queria trégua. Quem quer trégua para o bombardeio ou continua?
4. Abu Abbas, ex Abu Mazen, reconhece a existência de Israel e já disse que o estado Palestino declarou já sua independência. è só uma questão , então ,de delimitação de fronteiras, status de Jerusalém? o problema dos refugiados é mais espinhoso.
5. por que os palestinos refugiados há anos no Líbano, Síria, Jordânia, Iraque não possuem cidadania destes países?
6. Hamas queer um estado independente em Gaza?
7. por que o rei Abdullah só agora se pronuncia?
8. o que faz a Síria?
Podia listar uma montanha de perguntas, mas na verdade, alguém aí sabe realmente o que acontece por lá ( fora do que é noticiado na mídia ) ?
PD, o teu 2º post foi um de verdade. Este, só foi emocional e deu no que deu. Merci pelo 2º post, dá prá ler o que escrevem.
Dino,
Cade a fonte sobre a declaração a UNICEF?
Ficou por isso mesmo?
Infelizmente eu não posso escrever aqui ou vai cair no filtro anti-spam do Pedro mas todos nós sabemos qual o adjetivo para aquele que falta com a verdade:
MEN
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TI
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RO
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SO
Dino,
Cade a fonte sobre a declaração a do Michael Bociurkiw?
Ficou por isso mesmo?
Infelizmente eu não posso escrever aqui ou vai cair no filtro anti-spam do Pedro mas todos nós sabemos qual o adjetivo para aquele que falta com a verdade:
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RO
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SO
Passei o dia com meus filhos….e agora voltando para casa vejo que ainda há gente decente defendendo os palestinos que nadfa tem a ver com Hamas e outras merdas…..Só a merda israelense continua a ser defendida pelos mesmos direitões que condenavam Israel quando vicejavam os Kibutts!(e a França e Russia forneciam os materiais bélicos a Israel)
Ser de direita sempre terá um viés altamente canalha….é genetico!
Linda te amo…..muita paz aos homens de boa vontade
John Ging, representante das Nações Unidas na Faixa de Gaza, fez um apelo para que a comunidade internacional interfira e encerre o “sofrimento desumano” impostos à população do território, estimada em 1,5 milhão de pessoas.
- Matar mulheres e crianças palestinas não vai trazer segurança ao povo de Israel - disse Ging, advertindo os comandantes israelenses do risco de estarem cometendo crimes de guerra.
O Globo Online
Dino,
Avisa o John Ging-Ging que lançar mísseis Qassam tampouco vai “trazer segurança ao povo palestino” nem terminar com seu “sofrimento desumano”. Aliás, em Gaza vive-se melhor do que nas favelas do mundo árabe.
Aliás, não foi faz pouco que o exército libanês matou trocentos palestinos nos campos de refugiados deles lá, e ninguém deu um pio?
Onde estavam então Dino, HRP, Mila, Aiaiai? De férias no Havaí?
relativismo moral, assim: nóis pode, eles num poooode.
Dino,
será que voce poderia avisar pro John Ging que se “matar mulheres e crianças palestinas não vai trazer segurança ao povo de Israel”, como ele disse, não ter matado também não trouxe.
Então o que ele falou foi uma tremenda bobagem e o que voce repetiu sem pensar, foi outra.
Entonces, por que non te callas????
Mila, voce é parente do HRP?
Dino,
Cadê a fonte da declaração do Michael Bociurkiw???
VOCÊ É UM MENT1ROSO?
Lola,
1 - Qassams são fabricados em Gaza mesmo. Os Katyusha/GRAD costumam ou ter fabricação chinesa ou iraniana e entram pelo Egito. Gaza não possui fronteira com a Jordânia.
2 - Vários motivos… Ele só deve sair do buraco onde está se escondendo depois que a organização se vingar da morte do Mughniyah. O outro é daquelas coisas que o povo não gosta muito de ouvir… mas desde quando os árabes dão a mínima para os palestinos?
3 - Trégua? :-)
4 - passo
5 - Pergunta pro Dino, afinal segundo as palavras dele o Líbano é um perfeito exemplo de multi culturalismo árabe… o Iraque deve ser outro exemplo.
6 - O Hamas quer um Estado? Até onde se sabe a Irmandade Islâmica sempre defendeu a volta do califado como substituto aos Estados artificiais criados após a queda do império turco otomano. Afinal Israel é um “país artificial”… assim como Líbano, Síria, Egito, Iraque, Arábia Saudita, etc & *.*
7 - Eu venho me perguntando isso já faz algum tempo. Já faz um tempo que Jordânia anda oficialmente calada. Imagino eu que seja pressão interna. O acordo de paz nunca foi muito bem digerido pelos “intelectuais” jordanianos.
8 - continua a fazer hora extra no planeta terra…
Décadas antes dos foguetinhos dos combatentes palestinos começarem a cair em Israel, este estado terrorista e neo-nazista, assassino de crianças e bebês, já havia abjetamente transformado Gaza no maior gulag a céu aberto do mundo.
O inferno de Gaza, obra única e exclusiva de Israel, estado neo-nazista e genocida, é coisa de anos. Por que Israel nao fez a paz com Arafat quando teve a oportunidade para tal? Arafat nunca mandou lançar foguetinhos sobre Israel. O trôco que recebeu foi ser assassinado covardemente por Israel, envenenado com ajuda dos EU.
Com que intuito o establishment israelita, aliado ao Mossad, assassinou Rabin?
Respondam, seu Andre Fucs e Faraó, se forem capazes!
Chicote,
Eu posso até me dar o trabalho de responder mas antes disso você poderia apresentar fontes sobre as seguintes afirmações:
- Por que Israel nao fez a paz com Arafat quando teve a oportunidade para tal?
- Arafat nunca mandou lançar foguetinhos sobre Israel.
- O trôco que recebeu foi ser assassinado covardemente por Israel, envenenado com ajuda dos EU
- Com que intuito o establishment israelita[sic], aliado ao Mossad, assassinou Rabin?
Sabe como é… quem usa Israelita no lugar de Israelense não merece muita credibilidade, então se você se der ao trabalho de pesquisar boas fontes eu até me dou o trabalho de responder. BOAS fontes… não inventa de citar “jornalista” abobrinha.
Chicote on fire, vai estudar a história, Arafat não d´´a para usar como argumento, ele arrumava um acordo, chegava na Palestina e fazia o contrario.
André Fucs, cite um país que ao invés de status de refugiado de guerra, dê sua cidadania a um cidadão refugiado de outro país. De onde tirastes essa imbecilidade que tanto repetes?
Alem do mais, quem te disse que os palestinos não têm orgulho nacional? Quem é que te disse que eles querem se transformar em libaneses, sírios, brasileiros ou sejam lá o que for?
Chicotinho de rabo queimado,
o Arafat morreu de AIDS.
AIDS, cara ! ! ! ! !
O sujeito gostava mesmo é de uns rapazinhos com os foguetinhos em pé pra mandar pra dentro.
Igual ao seu nick no lombo.
Mas isso não é vergonha não. É só uma questão de opção sexual. Tem nada de mais. Não desmerece ninguém.
“Israelita” ou “israelense”, pouco importa. Responda à pergunta.
Décadas antes dos foguetinhos dos combatentes palestinos começarem a cair em Israel, este estado terrorista e neo-nazista, assassino de crianças e bebês, já havia abjetamente transformado Gaza no maior gulag a céu aberto do mundo.
A verdade dói…Rebate ou foda-se!
Dino,
A lista é enorme mas só para te calar:
JORDÂNIA
EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
Chicote,
Eu no momento tomei a escolha de só responder comentários que mereçam resposta e que sejam preferencialmente acompanhados de fontes. Retórica por retórica fica repetivio demais, sem originalidade e cansativo, veja só o Dino por exemplo, pediu uma lista de nomes e mais uma vez vai dormir com o rabo entre as pernas.
Primeiro assumiu que é ment1roso, agora leva mais essa na cabeça, tadinho do cara.
Dino,
Vai mais uma pra ver se você aprende:
“These restrictions on Lebanon’s 400,000 Palestinian refugees have been mounting since the end of the country’s 15-year civil war in 1990. They are banned from 73 job categories including professions such as medicine, law and engineering.”
Fonte???
Al Jazeera!
Poverty trap for Palestinian refugees
By Alaa Shahine
Engole mais essa jacaré!
nenhum árabe gosta dos palestinos, eles foram expulsos da Jordania por quererem dar um golpe no rei e derrubar seu governo. palestino para os árabes tem um destino: encher o saco de Israel.
É claro que é proveitoso para os árabes utilizar os palestinos como bucha de canhão / pedra no sapato de Israel, dar-lhes cidadania ou ajuda esvaziaria a luta e o ressentimento. Como alguns esquerdistas daqui, os árabes parecem gostar de cultivar o ressentimento alheio em vez de resolver os problemas. Claro que às vezes esse rancor dos palestinos se volta contra eles, como ocorreu na Jordania tempos atrás ou no Líbano recentemente, mas aí não tem problema, eles detonam com os “irbãos balestinos” sem piedade, árabe pode matar árabe às centenas ou milhares, não registra no radar.
A verborragia pró Israel cresceu em ignorancia e parcialidade….e a direita a reboque!
Parabens matadores de crianças e velhotes……
Da australia ao Rio só gente que se esconde por traz do passaporte brasileiro nas horas ruins….nas boas batem no peito gritando hinos de guerra….
Otários …voces são humanos e super imperfeitos como qualquer um de nós!
Saiam de traz dessa impáfia sub humana de quem se acha predestinado ou superior!
SUPERIOR a quem cara pálida…
TEM que entender que o que Israel faz com os palestinos é anexar suas terras e chacinar seus cidadãos!
E mentir mentir mentir….achando que nós algum dia vamos aceitar essa vergonhosa mentira…….
mané e seus argumentos iluminados…
só faltou repetir aquela linda frase dele sobre os espanhóis. :-)
André Fucs, seu comentário 180 só vem a provar o que eu tinha dito… Não sei o que festejas… Que país cede sua cidadania a milhares de refugiados de guerra de outro país? 1 ou 2 intelectuais não vale, tem que ser a massa completa. O fato de o Líbano restringir profissões a serem exercidas por refugiados só reforça o que eu disse. Refugiado é refugiado em todo o mundo. Ninguém os quer, não importa de quem se trate. E volto a perguntar: Quem te disse que os palestinos não têm sentimento nacional e querem obter outra cidadania qualquer?
Dino,
Já seu comentário 185 mostra que tem leitura seletiva ou é mau caráter mesmo.
A Jordânia ofereceu até 88 residência e cidadania Jordaniana aos palestinos.
Canadá, USA, Austrália e mais uma penca de países oferecem e continuam a oferecer cidadania aos palestinos.
Quem não oferece, nunca ofereceu e nem nunca oferecerá são os países árabes excetuada a já mencionada Jordânia.
Segundo o Palestinian American Council cerca de 180 mil refugiados palestinos moram nos EUA. Os mesmos EUA cuja lei permite ao refugiado se naturalizar após cinco anos morando no país, ou você acha que o Edward Said era “palestinian american” por causa das pérolas que escrevia?
Mas é claro que você, do alto de sua sabedoria sabe disso tudo e apenas está fingindo… Só me resta repetir as suas palavras:
DE ONDE TIRASTES ESSA IMBECILIDADE QUE TANTO REPETES?
Mr cheese, sua raciocinio é rastaquera, em um campo de refugiados palestinos no Líbano, que estão lá por terem sido espoliados pelos sionistas, criou-se uma pequena facção terrorista ligada ao Al-Qaeda, o exercito libanês combateu e extirpou esse tumor, onde está a questão? Se fosse no Brasil deveria ser diferente? Não seriam combatidos?
Não seja ridículo ao extremo. Pare de falar “árabe” o que você sabe sobre árabes? De que “árabe” você se refere? Árabe é uma etnia, não é uma religião como o judaísmo e nem uma distorção abjeta como o sionismo. Quem gosta ou deixa de gostar de quem? Que país, já cheio de problemas, quer se ver invadido por hordas de refugiados? Conhece algum? Pare de dizer idiotices.
Dino,
Sobre sua pergunta:
“Quem te disse que os palestinos não têm sentimento nacional e querem obter outra cidadania qualquer?”
Longe de mim dizer que não havia palestinos antes da criação do Estado de Israel mas olha só o que diz a constituição da OLP:
…
Palestine is the homeland of the Arab Palestinian people; it is an indivisible part of the Arab homeland, and the Palestinian people are an integral part of the Arab nation.
vai entender…
André, cara do que você está falando? O fato de se considerarem um povo árabe tem o que haver? Qual novidade?
O fato dos nazi-sionistas considerarem que não havia palestinos antes da criação do também inexistente Israel, deve servir para aliviar a consciência (se é que eles têm isso) da soldadesca israelense quando estão chacinando civis e crianças…
Porra! Dino….que insistencia…..ele te chamou de mau carater!
Essa “pessoa” quer o que os malditos politicos israelenses querem….expulsar a gente palestina!
Quem se importa com um cara destes?
Seesconde atraz de milhares de mentiras e só isso!
Esta´desmascarado…..e não é homem de assumir que é a favor de tomar todas as terras dos palestinos e de chacinar as crianças e velhos!
Dino,
Eu não estou falando de nada não cara… só espeto a sua ignorância.
Já desisti de “debater” pois percebi que você não sabe o legal de jogar conversa fora. O legal é aprender com a opinião alheia, especialmente daqueles que contra argumentam aquilo que falamos com fatos e fontes confiáveis ao invés de retórica simples e barata.
Quem sabe um dia você terá a dignidade de falar: “putz, me enganei!” ao invés de ficar correndo assunto atrás de assunto sem adcionar nada além de clichês e chavões.
Aí está a lei norte americana que oferece visto para os refugiados palestinos que lá moram. Você se fingiu de cego.
A lei não é exclusividade do tio Sam não. Aqui na Austrália está cheio de refugiados também. Soube outro dia que uma das maiores plantações de oliva aqui da Austrália é de propriedade de uma família Palestina, muito legal!
É verdade os EUA estão oferecendo cidadania a 7 milhões de palestinos refugiados não é mesmo, grande plantador de batatas australianas. Que bonitinho, né mesmo? Na verdade acredito que os nazi-sionistas estão contribuindo com a globalização ao criarem essa turba de refugiados palestinos, estão preocupados em tira-los deste nacionalismo tosco e leva-los a novos horizontes. Pena que eles não entendam as boas intenções de Israel…
Dino,
Sua pergunta não foi essa… não seja mais sonso do que já é:
Sua pergunta foi:
“André Fucs, cite um país que ao invés de status de refugiado de guerra, dê sua cidadania a um cidadão refugiado de outro país.”
Recebeu a resposta.
Não apenas uma, mas várias…
Mas acho que o pessoal do blog já sabe como é, esse povo sempre certo não consegue assumir o erro. Teve o incidente da fonte da declaração da UNIEF, agora esse. Parece piada!
antes fosse… antes fosse…
O simplismo do cara e a capacidade de acobertar as intenções odiosas é de dar dor nos dentes……
Ao invés de ficares procurando países para receber os refugiados palestinos, eles devem é voltar para a terra deles que é a palestina.
Dino,
Eu poderia até concordar com você mas me desculpe porém isso não está em discussão…
Você pode se retorcer o quanto quiser mas o fato é claro.
Você estava errado e é incapaz de assumir.
O resto? O resto fica por isso mesmo afinal com você, é impossível o debate, vale o disco arranhado.
Mané…
eu sou simplista? Ok… antes simplista do que neo-na… deixa pra lá.
Sonso é você que quer confundir um (1) cidadão com um cidadão (modo de generalizar uma população), uma ou uma dezena de pessoas, qualquer país oferece cidadania, estou falando de milhões e você cinicamente fica apontando familiazinha plantadora de nabos australianos.
Dino,
Mil desculpas, não és sonso, és idiota mesmo.
Afinal a lei norte americana vale “para todos” os refugiados que lá residem… não apenas um mas centenas de milhares.
Diga-se de passagem assim era a lei da Jordânia até 88… Não é a toa que cerca de METADE da população jordaniana seja formada por refugiados “naturalizados”.
paciência…
A assinatura do tratado, no entanto, foi incapaz de tornar a Jordânia livre do fardo da ocupação israelense nos territórios palestinos. Mesmo cessando qualquer reivindicação ao território da Cisjordânia - que esteve sob a jurisdição do país entre 1948 e 1967 -, os governantes jordanianos não conseguiram proporcionar uma solução definitiva para os milhares de refugiados palestinos que o país abriga desde a criação do Estado de Israel.
Deslocados de suas terras pela guerra e pelas agressões dos recém-chegados sionistas, os palestinos primeiramente foram assentados pelas entidades assistenciais, entre elas a Cruz Vermelha, às margens orientais do rio Jordão. Com a intensificação da turbulência regional, em 1950, a recém-criada ONU assumiu a assistência aos refugiados, estabelecendo a UNRWA (United Nations Relief and Works Agency for Palestine Refugees in the Near East) e transferindo as famílias para novos campos localizados no interior da Jordânia.
No início dos anos 1950, as tendas que por alguns anos abrigaram os refugiados foram substituídas por galpões de tijolos como forma de amenizar o sofrimento das famílias neles instaladas, proporcionando um mínimo de infra-estrutura necessária. Cada família, normalmente um casal com dois ou três filhos, ocupava um quarto de 12m² - espaço que era aumentado à medida que a família ganhava novos membros, recém-nascidos ou por meio de casamentos.
Em 1967, com a guerra e a ocupação da Cisjordânia e da Faixa de Gaza pelo exército israelense, uma nova onda de refugiados provenientes da Palestina chegou à Jordânia. Na ocasião, cerca de 400 mil palestinos, de acordo com números oficiais, viram-se obrigados a fugir da violência e foram alojados em tendas erguidas em caráter emergencial no interior do reino hashemita.
Desde então, os dez campos de refugiados administrados pela UNRWA passaram a ser o lar de milhares de famílias desabrigadas - que hoje continuam a viver em uma situação precária. A quarta geração de refugiados palestinos já está se tornando adulta, superlotando os campos e levando-os lentamente rumo a uma situação insustentável.
Além destes campos considerados “oficiais”, bairros inteiros das cidades de Amã, Zarqa e Mádaba também são considerados como abrigo de refugiados palestinos pelo governo jordaniano - justamente como maneira de alertar o mundo para a questão. Semelhantes às favelas do Brasil e de outros países, trata-se de bairros marginalizados, habitados por refugiados de baixíssima renda, que sobrevivem graças à ajuda dada pela ONU e pelo DAP (Departamento de Assuntos Palestinos do reino da Jordânia).
Nestes bairros, onde se observam milhares de casas que parecem pouco propícias a agüentar o rigoroso inverno jordaniano e mesquitas improvisadas que remotamente lembram a pompa e a beleza dos tradicionais templos do Islã, está a maior parte dos 1,8 milhão de refugiados palestinos que hoje vivem na Jordânia, tendo suas vidas tornadas miseráveis pelo “espetáculo de crueldade desnecessária” - como descrita pelo filósofo e prêmio Nobel inglês Bertrand Russell - que é a ocupação da Palestina pelas Forças de Defesa Israelenses.
E devo concordar com a retificação, tu não es sonso tão pouco, não passas de um reles canalha com verniz de cultura.
O fato de a política estadunidense para tentar encobrir suas atitudes satânicas, aceitar alguns famintos subdesenvolvidos para que trabalhem em geral nos piores serviços e para ser bucha de canhão. Não significa que eles se apiedem de refugiados palestinos e os queira em seu território aos milhões indiscriminadamente. Muito pelo contrario, qualquer cidadão muçulmano que queira ingressar nos EUA é visto com desconfiança e é impedido ao máximo… Mas você sabe muito bem disso, somente és um cínico contumaz.
Cara de novo?Neo nazista?
Pela mor de Deus!
Nazismo é o que Israel faz com os palestinos…Holocausto já era , já se foi…..e Shoah é o que um exercito no medio oriente faz com velhotes e crianças!
Tchau …….
Dino,
É plágio descarado mesmo?
Eu podia jurar que li esse mesmo texto assinado por um tal de Mateus Alves e publicado no credibilíssimo Correio da Cidadania….
De cara devo observar que estudos baseados na análise do censo jordaniano apontam números um tanto distintos, com a população total dos campos de refugiados na jordania girando em torno de 300 mil em 1999!
Sem dúvida alguma mais uma mentira sionista…
O que são fatos diante de fé, não é mesmo?
1. REVOLUÇÃO QUILOMBOLIVARIANA !
A COMUNIDADE NEGRA AFRO-LATINA BRASILEIRA
APOIA E É SOLIDARIA AO POVO PALESTINO.VIVA A PALESTINA!
Viva! Chàvez! Viva Che!Viva! Simon Bolívar! Viva! Zumbi!
Movimento Chàvista Brasileiro
Manifesto em solidariedade, liberdade e desenvolvimento dos povos afro-ameríndio latinos, no dia 01 de maio dia do trabalhador foi lançado o manifesto da Revolução Quilombolivariana fruto de inúmeras discussões que questionavam a situação dos negros, índios da América Latina, que apesar de estarmos no 3º milênio em pleno avanço tecnológico, o nosso coletivo se encontra a margem e marginalizados de todos de todos os benefícios da sociedade capitalista euro-americano, que em pese que esse grupo de países a pirâmide do topo da sociedade mundial e que ditam o que e certo e o que é errado, determinando as linhas de comportamento dos povos comandando pelo imperialismo norte-americano, que decide quem é do bem e quem do mal, quem é aliado e quem é inimigo, sendo que essas diretrizes da colonização do 3º Mundo, Ásia, África e em nosso caso América Latina, tendo como exemplo o nosso Brasil, que alias é uma força de expressão, pois quem nos domina é a elite associada à elite mundial é de conhecimento que no Brasil que hoje nos temos mais de 30 bilionários, sendo que a alguns destes dessas fortunas foram formadas como um passe de mágica em menos de trinta anos, e até casos de em menos de 10 anos, sendo que algumas dessas fortunas vieram do tempo da escravidão, e outras pessoas que fugidas do nazismo que vieram para cá sem nada, e hoje são donos deste país, ocupando posições estratégicas na sociedade civil e pública, tomando para si todos os canais de comunicação uma das mais perversas mediáticas do Mundo. A exclusão dos negros e a usurpação das terras indígenas criaram-se mais e 100 milhões de brasileiros sendo estes afro-ameríndios descendentes vivendo num patamar de escravidão, vivendo no desemprego e no subemprego com um dos piores salários mínimos do Mundo, e milhões vivendo abaixo da linha de pobreza, sendo as maiores vitimas da violência social, o sucateamento da saúde publica e o péssimo sistema de ensino, onde milhões de alunos tem dificuldades de uma simples soma ou leitura, dando argumentos demagógicos de sustentação a vários políticos que o problema do Brasil e a educação, sendo que na realidade o problema do Brasil são as péssimas condições de vida das dezenas de milhões dos excluídos e alienados pelo sistema capitalista oligárquico que faz da elite do Brasil tão poderosa quantos as do 1º Mundo. É inadmissível o salário dos professores, dos assistentes de saúde, até mesmo da policia e os trabalhadores de uma forma geral, vemos o surrealismo de dezenas de salários pagos pelos sistemas de televisão Globo, SBT e outros aos seus artistas, jornalistas, apresentadores e diretores e etc.
Manifesto da Revolução Quilombolivariana vem ocupar os nossos direito e anseios com os movimentos negros afro-ameríndios e simpatizantes para a grande tomada da conscientização que este país e os países irmãos não podem mais viver no inferno, sustentando o paraíso da elite dominante este manifesto Quilombolivariano é a unificação e redenção dos ideais do grande líder Zumbi do Quilombo dos Palmares a 1º Republica feita por negros e índios iguais, sentimento este do grande líder libertador e construí dor Simon Bolívar que em sua luta de liberdade e justiça das Américas se tornou um mártir vivo dentro desses ideais e princípios vamos lutar pelos nossos direitos e resgatar a história dos nossos heróis mártires como Che Guevara, o Gigante Osvaldão líder da Guerrilha do Araguaia. São dezenas de histórias que o Imperialismo e Ditadura esconderam. Há mais de 160 anos houve o Massacre de Porongos os lanceiros negros da Farroupilha o que aconteceu com as mulheres da praça de 1º de maio? O que aconteceu com diversos povos indígenas da nossa América Latina, o que aconteceu com tantos homens e mulheres que foram martirizados, por desejarem liberdade e justiça? Existem muitas barreiras uma ocultas e outras declaradamente que nos excluem dos conhecimentos gerais infelizmente o negro brasileiro não conhece a riqueza cultural social de um irmão Colombiano, Uruguaio, Venezuelano, Argentino, Porto-Riquenho ou Cubano. Há uma presença física e espiritual em nossa história os mesmos que nos cerceiam de nossos valores são os mesmos que atacam os estadistas Hugo Chávez e Evo Morales Ayma,Rafael Correa, Fernando Lugo não admitem que esses lideres de origem nativa e afro-descendente busquem e tomem a autonomia para seus iguais, são esses mesmos que no discriminam e que nos oprime de nossa liberdade de nossas expressões que não seculares, e sim milenares. Neste 1º de maio de diversas capitais e centenas de cidades e milhares de pessoas em sua maioria jovem afro-ameríndio descendente e simpatizante leram o manifesto Revolução Quilombolivariana e bradaram Viva a,Viva Simon Bolívar Viva Zumbi, Viva Che,Viva MalcolnX ,Martin Luther King, Viva Osvaldão, Viva Fidel,Viva Mandela, Viva Chávez, Viva Evo Ayma, Viva a União dos Povos Latinos afro-ameríndios, Viva 1º de maio, Viva os Trabalhadores e Trabalhadoras dos Brasil e de todos os povos irmanados.
O.N.N.QUILOMBO –FUNDAÇÃO 20/11/1970
quilombonnq@bol.com.br