Pedro Doria | Weblog

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China: energia que a move

February 27th, 2008 · · 136 Comentários

Três executivos da Mina de Carvão de Xinyao foram condenados à prisão perpétua, considerados culpados pela explosão que causou a morte de 105 mineiros em dezembro passado. Foi um julgamento rápido, à chinesa.

A mina de Xinyao estava produzindo o dobro do que era autorizada. Além das jazidas autorizadas pelo governo, os administradores também mantinham túneis clandestinos que alcançavam lençóis subterrâneos de carvão mais inseguros.

Simon Elegant, correspondente da Time na China, observa:

O preço do carvão aumentou 20% no ano passado e isto é incentivo para que os donos de pequenas minas passem ao largo da regulamentação. (As minas grandes, estatais, têm um histórico de segurança quase respeitável.) O país está desesperado por carvão, principalmente após as terríveis tempestades de inverno. Houve progresso em diminuir o número de mortes em minas, caiu 20% no ano passado para aproximadamente 4.000 oficialmente, embora a realidade deva ser bem diferente. Este progresso provavelmente não se repetirá este ano. Durante a crise, o governo se viu forçado a permitir que as pequenas minas – justamente aquelas nas quais os piores abusos ocorrem – reabram.

A questão energética é o ponto fraco do crescimento chinês. Ela é responsável por parte dos abusos de direitos humanos, é a principal fonte de poluentes e catástrofes ambientais, e é preponderante na política externa. Nos últimos dias, o cineasta Steven Spielberg renunciou ao cargo que tinha como consultor do espetáculo de abertura das Olimpíadas de Beijing. Era uma posição honorífica, mas a renúncia deixa o país mal. Spielberg protestou pela falta de interferência chinesa no genocídio em curso no Sudão. Nada mudará e por um motivo simples. Gilberto Scofield, correspondente de O Globo na capital chinesa, explica sucintamente: ‘A África é um continente que vem ficando cada vez mais sob a influência do governo chinês, que vê ali fontes alternativas e seguras de energia para seu crescimento assombroso.’

Tags: China

136 Comentários até agora ↓




  • 1 confetti // 27/February/2008 às 4:44

    absolutely !

    quando chest fala de soberania us durante ainda 50 anos eu rio nervosamente !
    a china tem tudo, o que nao tem ta catando por ai, sobretudo na africa de onde chutou brasileiros ( em troca de basicos educaçao, hospitais, estradas), esta destroçando o comercio de TODOS os paises do mundo, tem melhorado a qualidade de suas trankeiras ( até as copias de cartier e chanel que eram grosseiras, passam em cdg sem problemas) e
    o high tech indicator 2007 ,HTI, coloca a china na frente dos usa em termos de competitividade technologica… o indice de natalidade baixa do ocidente nao ajuda no fight ….
    os jogos olimpicos serao um grande challenge….acho que vao ganhar todas as medalhas…a renuncia de spielberg fez “cozquinhas” neles….
    a questao dos direitos do homem sao cada vez menos abordadas pq TODOS tem medo do grande quitandeiro asiatico ! etc….

    esse post é otimo, algo me diz que vou passar um dia otimo nesse vicio do c* ! ))))

  • 2 confetti // 27/February/2008 às 4:50

    a alstom francesa esta instaladissima na china, ajudando na pesquisa e instalaçao de energia, no savoir faire de energia nuclear….carvao polui e se formos mortos pela fumaceira deles, quem vai comprar as tranqueiras ? kkkk

  • 3 confetti // 27/February/2008 às 5:57

    (rw, ta no escuro ainda ? tenta por umas pilhas alcalinas no cpu….))

    esse link aqui é interessante…fala da china na africa….

    http://ipsnews.net/news.asp?idnews=35490

  • 4 Andre Fucs // 27/February/2008 às 6:58

    Confetti,

    Nota-se que você entende tudo de leitura mas pouco de comércio.

    A china tem tudo para entrar junto de todos no buraco. “Vender barato” é fácil. Difícil é vender barato sem quebrar os compradores.

    Saca aquela coisa de combater a escravidão, defender o salário mínimo, etc? O capitalismo chinês engana mas não sobreviverá da forma que está, é simplesmente predatório demais.

    e cá pra nós, sem esse capitalismo antropofágico não sei até que ponto a china estará apta a sobreviver.

    Diga-se de passagem, em termos geo-políticos o ocidente, especialmente os EUA já vem “embarreirando” o desenvolvimento chinês na áfrica há alguns anos. Basta notar a crescente presença de bases militares norte americanas no leste Africano.

    China e índia sofrem com o mesmo problema. Dependem demais de recursos externos para manter o próprio crescimento, incluindo aí o próprio fornecimento de alimento. Por conta da gripe aviária a carne de RATO está custando uma fortuna na ásia.

  • 5 confetti // 27/February/2008 às 7:34

    dr and, eu nao entendo de nada ! sao pitacos….mas discordo de seu comentario ! o capitalismo antropofago evoluira, eles nao sao idiotas, sabem que escravidao e salarios muito minimos provocam rebelioes ( ja estao provocando )…evoluirao, for sure, obrigados…
    quanto ao “embarreiramento” americano na africa….bem, simplesmente nunca vi nada parecido com sua analise….mas vc pode estar certo…
    china e india podem “sofrer do mesmo problema”, mas tem uma força de trabalho incomensuravel….recursos externos ? non, know how sobretudo…e ta rolando !

    bom dia caro doc ! =)

  • 6 confetti // 27/February/2008 às 7:44

    par contre, se a china quebrar, por divida interna, por bolha imobiliaria ou destabilizada por movimentos sociais gigantescos, estaremos fu-di-dos ! TODOS

  • 7 DarwinistO // 27/February/2008 às 7:55

    Bonjour, confetti.

    Dessa lista de possibilidades que você sugeriu pra que a China quebrasse, eu só não acredito nos “movimentos sociais gigantescos”. Não parece ser da índole do chinês, assim como os brasileiros, promover movimentos de massa pra exigir mudanças nos rumos do país…

  • 8 Dino // 27/February/2008 às 8:11

    André Fucs, Nota-se que você entende tudo de leitura, mas pouco de comércio.

    Diga-se de passagem, em termos geo-políticos o ocidente, especialmente os EUA já vem “embarreirando” o desenvolvimento chinês na áfrica há alguns anos. Basta notar a crescente presença de bases militares norte americanas no leste Africano.

    Barrar comercio, com bases militares?

    Dependem demais de recursos externos para manter o próprio crescimento, incluindo aí o próprio fornecimento de alimento.

    Você poderia incluir aí os EUA e mais uma centena de paises…

    O gran finale com a conversa do RATO para fazer nojinho foi de cagar.

    Sério André Fucs, me recuso a acreditar que você realmente use argumentos de torcedor de time de futebol, para tentar explicar uma possível queda no crescimento da China.
    Eu sou contrario a 99,9% de suas posições, mas respeito a sua inteligência, não me decepcione rapaz, ainda mais sendo de origem “semita”, povos que sabem tudo de comercio a milhares de anos.

  • 9 confetti // 27/February/2008 às 8:24

    pow !

  • 10 confetti // 27/February/2008 às 8:27

    alo darw ! a bolha imobiliaria chinesa é algo perigoso !! vou jogar um link desde que sobrar 1 mnt aqui….

  • 11 Nhé! // 27/February/2008 às 8:28

    Essa questão de energia para toda essa chinaiada ainda vai dar merda.

  • 12 Nhé! // 27/February/2008 às 8:29

    Mais merda do que dá hj.

  • 13 confetti // 27/February/2008 às 8:30

    fala nhé ! cuidado ca rede…

  • 14 Dino // 27/February/2008 às 8:32

    Darwinisto, sabe aquela história do indu que foi se queixar para o guru de plantão, da vida demasiadamente sofrida? Daí o guru mandou colocar uma vaca (animal sagrado) dentro da casa… Pois é, os chineses estão naquela fase de quando ele mandou tirar a vaca. Daí é só alegria. Eles irão se revoltar porque?

  • 15 confetti // 27/February/2008 às 8:36

    irao se revoltar pq a miséria chinesa ( sim, existe, mesmo invisivel à primeira vista! favelas…exodo rural, etc) nao é viavel ….nao com o avanço da china …. bilhoes de pobres com raiva e sentimento de injustiça, podem quebrar tudo, yes

  • 16 Nhé! // 27/February/2008 às 8:38

    Fala Confetti.
    A rede está por um fio… hehehe.

    Acho que esses pobres chioneses nem tem tempo de sentirem raiva ou injustiça. O buraco é mais embaixo: fome e frio.

  • 17 DarwinistO // 27/February/2008 às 8:40

    Dino,

    A questão não é se eles têm ou não motivos para se revoltar. Apesar que, a considerar as poucas notícias que nos chegam da China, como mercado de sangue ilegal contaminando milhares de pessoas, inúmeros acidentes em minas de carvão e em obras de engenharia civil e condições precárias de trabalho, sem contar a falta de liberdade de expressão, motivos há sim.

    O que eu questiono é a índole do povo chinês. Parecem tão “cordiais” quanto nós brasileiros.

  • 18 confetti // 27/February/2008 às 8:41

    chines cordial ? no way….

  • 19 confetti // 27/February/2008 às 8:43

    ( vao chegar nesse instante, dracula, chose, josua e m.a. atirando em todas as direçoes ! kkk)

  • 20 Andre Fucs // 27/February/2008 às 8:46

    Dino,

    Creio que sua leitura foi um tanto precipitada… :-)

    ““embarreirando” o desenvolvimento”

    Não há a palavra “comércio” em jogo nesse aspecto. Há o crescimento chinês e sua enorme dependência em insumos energéticos localizados na África e certas regiões asiáticas.

    Uma presença forte no leste africano e no golfo proporciona aos americanos uma posição estratégica. Isso sem contar a a presença de tropas das OTAN no Afeganistão.

    Note a crescente presença militar do ocidente na Ásia central. Olhe o mapa e veja quem está no meio do interesse norte americano, Russia ou China e Índia

    Quanto a afirmação de que EUA e mais uma centena de países precisam de alimento importado, seria interessante se você fosse um pouco menos “do contra”. Afinal, há dois países no mundo com mais de um bilhão de habitantes e todos sabemos que nenhum deles ficou fora da lista. Há uma enorme diferença entre a demanda chinesa e a demanda de qualquer país desenvolvido. Uma coisa é preço alto frente a uma demanda elevada, outra é falta de espaço.

  • 21 Pax // 27/February/2008 às 8:48

    China tem no carvão cerca de 75% da sua matriz energética. E cresce muito. Em 2009 passará os EUA nas emissões de CO2. Ambos negam entrar o assunto no Conselho de Segurança da ONU. Porém as maiores fontes de conflito são exatamente os processos migratórios e disputa por recursos. A instabilidade climática agravará as pressões migratórias. Só não vê que usa antolhos nos seus arreios.

    Por isso entra a África no balaio do tema. É lá que a China coloca uma boa parte de suas ambições por recursos.

    Ok, ok, daqui a pouco o velho e bom Chesterton e o desengonçado Mr X nos dirão que a redução das geleiras tem como motivo exclusivamente o aumento do fornecimento de gelo para o Palácio do Planalto, para os uisquinhos presidenciais, pela empresa Gelo Drink.

    Aí ficarei tranquilo. Nada como ter esses dois para me acalmar por aqui.

  • 22 confetti // 27/February/2008 às 8:50

    :-*

  • 23 confetti // 27/February/2008 às 8:53

    falando em presença na africa central, coitado do tchad….sarkozy ta la hj, a maioria dos rebeldes foi assassinada ou esta desaparecida…(((

  • 24 Pedro Doria // 27/February/2008 às 8:54

    DarwinistO – Se não rolassem movimentos sociais dramáticos na China, Mao não teria chegado ao poder.

  • 25 confetti // 27/February/2008 às 8:54

    alo pd….)

  • 26 Nhé! // 27/February/2008 às 8:57

    Foi na china ou no japão que o imperador proibiu o uso de armas por parte dos camponeses e eles deram um jeito de transformarem
    as ferramentas agrícolas em armas mortais?
    Ô índole!

  • 27 Nhé! // 27/February/2008 às 8:58

    Well, serviço externo, depois eu volto nesse vício. Se a rede não cair até lá…

  • 28 Pax // 27/February/2008 às 8:58

    Bem, sujeito à chuvas e trovoadas, posso misturar os assuntos e pensar em ecologia. Prisão perpétua dos mineradores inescrupulosos chineses… nosso querido André Fucs lá longe, mas é fotógrafo amador, tem o 007 James Bond que também é fotógrafo, me ocorreu de fazer um marketing do concurso de fotos de aves que começará em breve. Vejam aqui…

    http://www.avistarbrasil.com.br

    Tem uma graninha, mesmo que pequena, em prêmios. E não é para profissionais exclusivamente. Ano passado vários amadores ganharam prêmios.

  • 29 Pax // 27/February/2008 às 9:00

    O resultado do ano passado, vale a pena pra quem gosta:

    http://www.avistarbrasil.com.br/concurso/2007/premio3.html

    ok, Pedro Doria, ok, já parei.

  • 30 DarwinistO // 27/February/2008 às 9:01

    PD,

    Xeque-mate.

  • 31 DarwinistO // 27/February/2008 às 9:04

    Pax,

    Ótimas as fotos! Mas na categoria Melhor Registro, eu acho que a dos patos-mergulhões deveria ter levado o primeiro prêmio, por conta da raridade que são essas aves…

  • 32 Mr X // 27/February/2008 às 9:06

    Hummm, os chineses… Sei não… Eles falam gritando… São meio antipáticos, nada a ver com os humildes japoneses… Vendem produtos de qualidade duvidosa que duram uma semana, com sorte… Comem cachorro, e não é quente… Dizem que no restaurante chinês da esquina de casa a carne dita de frango é de rato mesmo… Vendem cadáveres para exposição e órgãos de prisioneiros para transplante… Produzem o tal sistema operacional Xing Ling, que segundo o Proftel é uma bela porcaria… Sem falar que, apesar de algumas mulheres belas como a Maggie Cheung, é difícil diferenciar uma chinesa da outra pois são todas quase iguais… Enfim, se eles dominarem mesmo o mundo, sei não… Vai ser uma coisa assim tipo Blade Runner…

  • 33 Chesterton-Dracul- El Cid // 27/February/2008 às 9:07

    o pior poluidor é a China, e nenhum desses planos do Pax manda a china parar de queimar carvão. Só tem um jeito de a China desbancar os EUA. Ganhar uma guerra nuclear. Torçam, ingenuos.

  • 34 Pax // 27/February/2008 às 9:08

    Darwinisto, você viu o juri desse ano?

    Veja aqui ó

    http://www.avistarbrasil.com.br/concurso/

    Reclame antecipadamente com eles. :-).

    Será no Parque Villa Lobos, como no ano passado. Vá lá. Vale a pena.

  • 35 confetti // 27/February/2008 às 9:08

    ” é difícil diferenciar uma chinesa da outra pois são todas quase iguais”

    narrow mind…..(

  • 36 confetti // 27/February/2008 às 9:10

    ( meu cabelo deve estar feio hj…nem pax nem pd que cumprimentei me responderam….(((

  • 37 Mr X // 27/February/2008 às 9:16

    Pax,
    As geleiras estão aumentando de novo… Idade do Gelo de volta? Pra mim, um Scotch.

    Oi confetti! Vi lá no amazing em 10 min, tou postando un artigo só pra vc.

  • 38 Dino // 27/February/2008 às 9:16

    André Fucs, não de uma de maluco, sou contrario as suas posições políticas e não aos fatos. A sua explicação não explicou nada, ainda acrescentou o Afeganistão grande exportador de commodities… Qual mesmo? Haa! Lembrei… Ópio… Os chineses voltaram a comercializar isso?
    Presença militar? Como é mesmo que isso barra comercio bilateral?
    Quanto à China e Índia terem de alimentar mais de um bi de pessoas, aí é que está toda a jogada. Aí é que mora o encanto da coisa, eles fazem isso em grande estilo, trocam toneladas de soja por uma merda de TV de plasma e ainda refugam o carregamento completo quando encontram dois grãos geneticamente modificados em um navio carregado. Logo eles que pintam bonecos com chumbo…

  • 39 Dino // 27/February/2008 às 9:24

    Sem falar que, apesar de algumas mulheres belas como a Maggie Cheung, é difícil diferenciar uma chinesa da outra pois são todas quase iguais…

    Entregando o ouro de novo… Sai do bunker boneca reacionária…

  • 40 Andre Fucs // 27/February/2008 às 9:26

    Dino,

    Sua visão é realmente fabulosa…

    mas dica…

    abre um mapa. Veja lá quem está entre o oriente médio e a índia e não possui armas nucleares ou é protetorado soviético.

    Olha só o que escreve o Council on Foreign Relations

    Why does the SCO want the U.S. forces to leave? [centra asia]

    The organization says the U.S. bases were not meant to be permanent and were only installed to assist the U.S.-led war in Afghanistan, which SCO members say has ended. China and Russia have long wanted U.S. troops out of Central Asia, an energy-rich region both consider within their sphere of influence, experts say. Russia views the U.S. presence in the post-Soviet region, including the eastward expansion of the North Atlantic Treaty Organization (NATO), with increasing suspicion after uprisings in Ukraine, Georgia, and Kyrgyzstan unseated leaders loyal to the Kremlin. Many in Moscow argue these so-called “color revolutions” were the work of U.S.-funded nongovernmental organizations. Experts also say Beijing sees the U.S. military presence along its western border as part of Washington’s strategy to contain China. Energy is another major Chinese concern, especially securing access to oil and natural gas from the Caspian basin located roughly 1,500 miles to the west.

    [ênfase por minha conta]

    www . cfr . org / publication / 8440 /

  • 41 nada será como antes // 27/February/2008 às 9:27

    O “sucesso” da China, amplificado por invejosos e raivosos, tem limites à espreita.

    Há alguns meses, ainda em 2007, escrevi aqui sobre a queda chinesa, que provavelmente sucederá a queda dos USA. Não significa queda no abismo, para nenhum dos dois. Mas a chinesa será mais retumbante, em parte porque inesperada pela maioria desatenta ; de outra parte, porque a economia chinesa ainda é primária, na comparação com a da terra de marlboro.

    Como disse em 2007, a China encontra-se, agora, em pleno debate acerca da necessidade de mudança do patamar cambial, com a consequente valorização do yuan.

    Mas, perguntaria o desatento, valorizar o yuan (frente ao dollar e demais moedas) não é sintoma de força econômica ? Não !!!!

    A valorização da moeda chinesa fará seus produtos perderem competitividade no mercado internacional. Simultaneamente, as mercadorias estrangeiras estarão mais acessíveis aos chineses inseridos na economia de mercado. O resultado é (será) explosivo, porque a China perderá seus superavits comerciais, certamente queimará suas reservas monetárias acumuladas e terá de conviver com índices crescentes de inflação.

    Brasil e Argentina experimentaram processos inflacionários fortíssimos. No país porteño, a hiperinflação desorganizou toda a cadeia produtiva e literalmente quebrou o sistema financeiro. No Brasil, a tática monetária da indexação evitou a hiper, mas redundou em taxas altíssimas de inflação. Ambos (Brasil e Argentina) no entanto, são anões populacionais em comparação com a escala chinesa.

    População enorme e fracionada pelas disparidades de inserção econômica, pressões políticas internas crescentes, dependência extremada de recursos e matérias primas externos , reivindicações sociais emergentes, modelo político centralizador e autoritário. Condições propícias para gerar o caos !

    Processos inflacionários tendem a dificultar ainda mais as condições de existência das camadas subalternas, que na China representam aproximadamente 8OO milhões de pessoas, 50% mais do que toda a população da América Latina. Adicione-se, nesse contingente, o fato de que se trata de caldo formado por várias etnias e culturas, algumas das quais sequer compreendem os idiomas das demais.

    A prometida anexação de Taiwan talvez jamais aconteça, porque certamente profundas mudanças políticas ocorrerão devido à crise monetária. A porção litorânea do país é muito distinta do interior, cultural e economicamente. Diferenças extremadas levam a embates extremos, em momentos críticos.

    As taxas de crescimento do PIB chinês, que indicam mais necessidade política do que pujança econômica, têm sustentabilidade limitada pelo próprio modelo implementado, calcado na desvalorização constante e artificial da moeda. A hora da verdade se aproxima rapidamente.

  • 42 Rodrigo // 27/February/2008 às 9:27

    Bom, vou dar meu pitaco aí também. A China vem habilmente conquistando mercedos para seus produtos, vem produzindo uma quantidade monstruosa e essa quantidade está começando a virar qualidade. Porém a China é muito mais dependente de alimento e fontes energia vindo do exterior que os EUA, sem falar da sua falta de água pra todo mundo lá na China. Isto tudo pode dar problema no futuro.
    Outra coisa é regime de trabalho na China, que em alguns casos pode ser considerado como escravo e outros países poderão usar isso para defenderem suas economias dos produtos chineses.

  • 43 Andre Fucs // 27/February/2008 às 9:31

    Dino,

    “Presença militar? Como é mesmo que isso barra comercio bilateral?”

    É sério que você realmente está perguntando isso? depois dessa eu vou pra Little India comer um curry “a la singapore”.

  • 44 Andre Fucs // 27/February/2008 às 9:33

    nada será como antes

    Não é a primeira vez que leio você escrevendo isso. Concordo plenamente.Diga-se de passagem isso é algo que o Banco Central lá de casa falava com freqüência, incluindo a analogia com a hiperinflação eo “milagre do crescimento”.

  • 45 HRP Mané Reloaded! // 27/February/2008 às 9:34

    Comentário 33……escolar?
    Mundo da lua?
    Adolescente?
    Guerra fria?
    Ou sabujo sem limites?
    Blearghhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!

  • 46 nada será como antes // 27/February/2008 às 9:38

    Andre Fucs,

    Estamos juntos.

  • 47 nada será como antes // 27/February/2008 às 9:43

    Andre Fucs,

    Continuando : “milagres econômicos” simplesmente não existem. São fruto de conclusões apressadas e servem para induzir entusiasmo e, às vezes, investimentos precipitados.

    Na economia real, crescimento acelerado é sempre derivado de medidas artificiais, cuja conta deve ser paga no momento seguinte.

  • 48 Andre Fucs // 27/February/2008 às 9:52

    nasca

    Sem dúvida. Sem dúvida. Justamente por isso eu tenho uma aposta com dona patroa de que a China gigante alardeada por muitos não irá se tornar verdade. Ainda tenho 8 anos pela frente! :-)

  • 49 Dino // 27/February/2008 às 9:55

    André, antes de comer seu RATO ao molho curry (caril como dizem os portugueses), me diga então se o Japão retirou seus vultuosos investimentos na China por ter bases militares americanas em seu território. Cite-me concretamente quais os países exportadores de commodities que não comercializam com a China por terem presença militar em seu território…

  • 50 nada será como antes // 27/February/2008 às 9:57

    Andre Fucs,

    Ouso ir um pouco adiante : dentro de 10 ou 15 anos não haverá nenhum gigante capaz de gerar ou manter hegemonia político/econômica no planeta.

    Os impérios atual e prometido estarão desfeitos e o mundo terá potências múltiplas, nenhuma forte o bastante para dominar as demais.

  • 51 Prøftël // 27/February/2008 às 10:01

    HRP, guerra convencional com a China não rola, é muita gente.
    Se começar falta chumbo pra munição, e aí é na bomba mesmo.
    De qualquer forma, a população mundial vai diminuir, com guerra ou peste.
    São ciclos.
    A gente só não sabe é quando isso vai ocorrer mas que vai, isso vai, pode crer.

  • 52 Prøftël // 27/February/2008 às 10:06

    nada será como antes:

    A última vez que surgiram grandes potências despontando foi em 1939.

  • 53 HRP Mané Reloaded! // 27/February/2008 às 10:07

    Não sou pela futurologia….portanto….deixa rolar…..e chega de guerra…..Que mal costume!
    Vida leve e viva!
    Bom dia Alex…..

  • 54 nada será como antes // 27/February/2008 às 10:12

    Proftel,

    Potências foram destruidas e remontadas, com maior vigor, depois da Segunda Guerra.

    Japão e Alemanha são exemplos.

    O Brasil é exemplo de (média) potência gerada integralmente no pós-guerra. China também.

    Potências econômicas, não militares.

  • 55 surfando na jaca // 27/February/2008 às 10:14

    Enquanto isso, em Pindorama, o mercado interno aquece a economia e atua de forma anti-cíclica. Deu (cada um dá o que quer) no FTimes. A economia brasileira crescendo com estabilidade. Será que alcançaremos uma situação inédita dentro desse modelo econômico?Falta reduzir o déficit comercial. Esse governo se reelegeria com os pés nas costas.

  • 56 Maria // 27/February/2008 às 10:14

    Os chineses vão engolir o mundo. Com os EUA de joelhos (como são parvos os americanos!), a China será a mais voraz e predadora potência mundial.

  • 57 nada será como antes // 27/February/2008 às 10:16

    Surfando (55),

    Que deficit comercial falta ser reduzido ?

    Não entendi.

  • 58 Rodrigo // 27/February/2008 às 10:17

    É impressionante é que alguns pensam que TEM que haver somente uma potência no mundo e essa potência TEM que ser os EUA….

  • 59 nada será como antes // 27/February/2008 às 10:17

    Maria,

    Acho que você está equivocada na previsão.

  • 60 Andre Fucs // 27/February/2008 às 10:17

    Dino,

    Você ainda não entendeu o samba… uma pena. Teimosia é um horror.

    não se trata de proibir o comércio mas de diminuir a competitividade e importância estratégica. SUFOCAR o crescimento através do controle aos insumos. Sem espaço suficiente a china precisa atravessar oceanos para suprir sua demanda interna. O desatualizado canal do panamá continua um quintal dos EUA. Suez… bom, deixa pra lá. As rotas que sobram são um pesadelo, seja a volta na áfrica ou na américa do sul. Vale para comida, óleo, minério, etc.

    Daí a presença no leste africano, ásia central, etc. Se os hidrocarbonetos tiverem que ser transportados por dutos cruzando estados vassalos eles se tornam “mais caros” aos chineses. Não apenas isso mas a outra opção, dar volta ao mundo, os torna sujeitos a bloqueios navais longe do mar da china e amplamente desprotegidos.

    Realismo puro e simples, daqueles que dão fazem o josué gritar de alegria mas nem por isso menos válido. Já vimos esse filme antes. Ou você se esquece das conseqüências do embargo e bloqueio contra o Japão na 2a GG?

    Na boa, você prefere uma visão rala, de que a produção chinesa é quase auto-suficiente porém a verdade é diferente. A população é simplesmente grande demais e o país um tanto inviável. Por isso a beliscada na Confetti:

    É fácil vender barato com mão de obra escrava mas é preciso saber balancear pois quem vende na bacia das almas vence mas quebra muita gente junto e países quebrados tem menos mercado para “tvs de plasma” e sem esse mercado a China fica a mercê do próprio tamanho.

  • 61 Prøftël // 27/February/2008 às 10:18

    nada será como antes:

    Fica sem comer uns 3 dias no meio do mato, vê o que acontece.

    HRP, não é futurologia, a história mostra isso, tomara que esteja errada dessa vez mas, não creio.
    Ôw, domingo falei que ia de bacalhau no almoço, você não passou a receita (se passou não lembro).
    Muita chuva por aí?
    Tudo de bom.

    :-)

  • 62 nada será como antes // 27/February/2008 às 10:18

    Rodrigo,

    Realmente o mundo não precisa de potência hegemônica. E não terá, no futuro próximo.

  • 63 nada será como antes // 27/February/2008 às 10:20

    Proftel (61),

    Não entendi essa de ficar no mato sem comida.

  • 64 Prøftël // 27/February/2008 às 10:21

    Dino, o Andre Fucs tem razão, veja o que rolou quando os EUA decidiram parar a exportação de sucata prô Japão, os kras bombardearam o Havai.
    Imagina a China sem matéria prima.

  • 65 Prøftël // 27/February/2008 às 10:23

    Ô André, nem li seu comentário todo, só agora vi que você citou a II Guerra.

    :-)

  • 66 Nhé! // 27/February/2008 às 10:24

    Tb quero saber o que acontece se ficar 3 dias no mato sem comida.

  • 67 Prøftël // 27/February/2008 às 10:31

    nada será como antes:

    A fome NASCA, a fome.

    Você taskou “Potências foram destruidas e remontadas, com maior vigor, depois da Segunda Guerra.
    Japão e Alemanha são exemplos.”

    Esqueceu que a China apresenta um quadro populacional que a história não registra.
    Imagina um monte de gente sem comida em área urbana, tá armado o circo, ninguém em sã consciência imagina o que pode acontecer.
    A maior preocupação deveria ser com o contingente populacional e como alimentar esse monte de gente se a economia chinesa tropeçar.
    Os otimistas falam em grande mortandade, os pessimistas em guerra, estudamos isso na graduação, tive a sorte de ser aluno d’um General reformado muito bom nesse tipo de análise (infelizmente já falecido).
    De boa, dá uma olhada por esse prisma.

    :-)

  • 68 Prøftël // 27/February/2008 às 10:34

    Nhé! (#66)

    Você come até barata.

    hehe

  • 69 Dino // 27/February/2008 às 10:34

    A valorização da moeda chinesa fará seus produtos perderem competitividade no mercado internacional. Simultaneamente, as mercadorias estrangeiras estarão mais acessíveis aos chineses inseridos na economia de mercado. O resultado é (será) explosivo, porque a China perderá seus superávits comerciais, certamente queimará suas reservas monetárias acumuladas e terá de conviver com índices crescentes de inflação.

    Nasca, não sou economista nem há necessidade de ser-lo para ver que sua equação está errada. A competitividade dos produtos chineses, provêm quase na totalidade da tecnologia de fabricação em larga escala e de mão de obra barata (quase escrava). Esse ultimo fator é basicamente inexistente em países industrializados que poderiam fazer-lhes frente. O que transforma qualquer tentativa de competição no quesito preço, inviável. Ainda mais tentar exportar para China produtos industrializados baseado em política cambial. Quanto à China queimar suas reservas (que são gigantescas) devidos a déficits seguidos. É alem de acreditar que o sistema econômico seja estático chega a ser de uma ingenuidade impar, uma vez que logo seria tomado contra-medidas para corrigir o déficit.
    Apesar do capitalismo selvagem e das etnias variadas (sendo que a maioria é Han) o governo é centralizado e eles não estão brincando de transformar aquilo em potencia e dar comida para a população, o negocio é sério, é briga de cachorro grande.

  • 70 nada será como antes // 27/February/2008 às 10:35

    Proftel,

    Mas em que sentido isso contraria meus comentários ?

    Se você ler meu comentário # 41, verá que mencionei, com outras palavras, exatamente este e outros fatores.

  • 71 HRP Mané Reloaded! // 27/February/2008 às 10:40

    Alex….minha casa andou meio bagunçada uns 03 dias!
    Depois conto….
    Comentário 58……super verdadeiro!
    EEEEEEE……

  • 72 Brancaleone // 27/February/2008 às 10:40

    Licença para um ófetópique descarado:

    Lá na Casa da Cultura vamos realizar um Curta metragem, com câmeras VHS caseiras e “atores” e equipe 100% amadoras e praticamente nenhum recurso.
    A idéia é apresentar no projeto “Revelando Brasis” (prazo até 28.03) e outros…
    Sinopse:
    Nos anos 70, em pleno Vale do Ribeira, um tenente do exército está perdido na mata sem armas nem comida. Um estudante universitário idealista está na mesma situação. Ambos chegam na casa pobre dum caboclo da região e cada um com seus argumentos ideológicos procura convencer o caboclo a levar UM deles até a cidade mais próxima.
    A idéia é que as argumentações ideológicas de cada um sejam apresentadas ao caboclo que em sua humildade e ignorância terá que entender toda a situação para então decidir qual dos dois será ajudado…
    Não quero dar razão a este ou aquele lado, não quero discursos. Nem sei se ainda qual será o final.
    P.D., Dino, Pax, Chest, Nada Será Como antes, HRP, Mr. X e todos aqueles que puderem “dar um mãozinha” no texto e em idéias, sintetizando e simplificando os discursos de esquerda e direita podem ajudar.

    Prometo por o nome “nas letrinhas” do final…

    O objetivo mesmo é dar à piazada daqui uma idéia do que foram os anos pós 64 e tambem dar noções de interpretação áudio e video.

    Idéias e palpites - coisa séria né gente!!! - para

    culturatunas@hotmail.com

    Desculpa aí PD.

    Valeu gente!!

    P.S.: A idéia do Curta NÃO é do Brancaleone, mas do Diretor (voluntário) de Cultura, portanto dum sujeito sem ideologia nem crença religiosa e acreditem sou capaz de ser imparcial.

  • 73 Nhé! // 27/February/2008 às 10:47

    Prof. (# 68)
    Será?
    Hehehehe!

  • 74 nada será como antes // 27/February/2008 às 10:47

    Dino (69),

    Sinto muito, mas quem está equivocado é você.

    A mão-de-obra relativamente barata da China é apenas componente adicional na busca desenfreada de competitividade. O principal componente da capacidade exportadora chinesa atual é o câmbio.

    Outra questão : os produtos chineses não competem com os de países industrializados. A produção exportável chinesa é formada , principalmente, por mercadorias de consumo, que os países industrializados estão largando , paulatinamente, desde os anos 70.

    Mais uma : tenho absoluta clareza do caráter dinâmico da economia e o problema chinês esbarra justamente nesse ponto. As mudanças têm de ser realizadas com o barco andando, com atenção aos processos político/econômicos doméstico e externo.

    Acho que você é que está sendo ingênuo e acreditando demais no “milagre” da China.

  • 75 Dino // 27/February/2008 às 10:47

    André, você está pintando um cenário de GUERRA TOTAL comercial dos EUA contra a China para não perderem a hegemonia mundial que PODERÁ acontecer, ou você acredita que isso esteja ocorrendo?

  • 76 Prøftël // 27/February/2008 às 10:54

    NASCA:

    Seguinte, li o #41, não estou dizendo que há contradição (falei isso é? onde? nem toda contraargumentação é negativa), só achei que você não tem a dimensão do tanto de gente que há por lá.
    Cita, sim, que a população é grande mas, a relação que há entre um caos econômico (ou qualquer outro fator econômico que venha depreciar a China) e o contingente humano é muito maior e inimagináveis as conseqüências.
    Nem vou falar que é só isso porque não é, as interações com outros países no que tange ao fornecimento de matéria prima e ações políticas se bobear, só acontecendo pra ver.

  • 77 Brancaleone // 27/February/2008 às 10:59

    China e “nóis”:

    Por aqui alguns proprietários de áreas de pinus e eucalipto consorciaram-se para dquirir uma área de 2.200 hec. que estava para ser negociada com uma empresa americana que na verdade é testa de ferro duma empresa chinesa.
    No ramos madeireiro os chineses são considerados nocivos, concorrentes desleais e predadores (imaginem o que eles fariam se “unidos” ao Ibama…). Agora buscam aqui obter biomassa (resíduos florestais e de madeireiras) para produzirem “pelets” (bolinhas de serragem e resíduos que substituem o carvão com vantagens). Já existe uma movimentação para fechar tambem o mercado de peletes para eles…
    A China é como bicicleta: Se parar cai…

  • 78 Dino // 27/February/2008 às 10:59

    Os produtos chineses não competem com os de países industrializados. A produção exportável chinesa é formada, principalmente, por mercadorias de consumo, que os países industrializados estão largando, paulatinamente, desde os anos 70.

    Nasca, acredito que não tenha acompanhado a evolução dos produtos chineses de alta tecnologia, parastes nos radinhos a pilha, a realidade é outra, realmente os paises industrializados e outros nem tantos, como o Brasil foram buscar nichos de mercados da alta tecnologia como por exemplo à biotecnologia, não por desprezarem a fabricação de tais produtos e sim por se julgarem incapazes de fazer frente a tal concorrência. Você esta invertendo os papeis fazendo a carroça puxar os bois.

  • 79 nada será como antes // 27/February/2008 às 11:01

    Brancaleone (72),

    Acho interessante o argumento, mas um pouco pesado para um “curta”.

    Explico : um curta-metragem está para um longa na proporção que um conto está para um romance.

    Um conto (ou um curta) deve ter argumento sintético , para a narrativa ser focada, certeira.

    O tema escolhido é palpitante , mas complexo, com amplitude que alcança questões psicológicas.

    É claro que pode ser tentada a filmagem, mas com risco de o resultado ser ininteligível , seja pelas lacunas ou pela concentração excessiva de informações.

  • 80 nada será como antes // 27/February/2008 às 11:06

    Proftel (76),

    Acho que ainda não entendi o que você escreveu, mas posso lhe garantir que tenho clareza (certamente não absoluta) da dimensão do(s) problema(s) da China, tanto dos sociais, como dos políticos e os econômicos.

  • 81 Dino // 27/February/2008 às 11:10

    A valorização da moeda chinesa fará seus produtos perderem competitividade no mercado internacional. Simultaneamente, as mercadorias estrangeiras estarão mais acessíveis aos chineses inseridos na economia de mercado.

    os produtos chineses não competem com os de países industrializados. A produção exportável chinesa é formada , principalmente, por mercadorias de consumo, que os países industrializados estão largando , paulatinamente, desde os anos 70.

    Nasca, um pouco de coerência e sopa de galinha (sem gripe aviaria) não faz mal a ninguém…
    Quem irá exportar o que, mais acessível para quem?

  • 82 nada será como antes // 27/February/2008 às 11:16

    Dino (78),

    Acompanho, sim, a evolução econômica, não apenas da China, mas de vários outros países.

    Escrevi que os produtos de exportação chineses são PRINCIPALMENTE os de consumo. Não estou de olhos fechados para o desenvolvimento tecnológico.

    Meu comentário # 41 trata de questões sócio/políticas e (macro) econômicas.

    As exportações chinesas competem apenas marginalmente com as de países industrializados, fato que é corroborado pela realidade das pautas de exportação. No espaço breve de um comentário não é possivel chegar às minúcias, pois torna o texto lento e cansativo.

    Para decidir a celeuma, tente esperar as medidas monetárias chinesas e ver seus resultados .

  • 83 Chesterton // 27/February/2008 às 11:16

    Nasca 74

    A mão-de-obra relativamente barata da China é apenas componente adicional na busca desenfreada de competitividade. O principal componente da capacidade exportadora chinesa atual é o câmbio.

    chest= que que acontece, quando a moeda é valorizada, com o preço relativo da mão de obra?
    Dica? com a valorização do real (para alguns fictícia) fez com o salário do brasileiro?

  • 84 Nhé! // 27/February/2008 às 11:18

    Hum… os brasileiros comeram mais frango, iorgute e comprarm dentaduras, chest!

  • 85 confetti // 27/February/2008 às 11:25

    #81, penso assim

  • 86 Prøftël // 27/February/2008 às 11:25

    Dino, seu nó cégo, vou desenhar:
    Seguinte, meu LCD de 19″ (2ms de resposta), a placa-mãe com chipset Intel e as memórias DDR2 do meu computador são chinesas, tudo coisa de tecnologia atrasada.
    O HD, por ser mais barato (sabe como é né? Não faço questão, gosto de perder meus dados) e tecnologia de “domínio público” é japonês.

    kkkkkkkkkkkk rsrsrsrsrsrsrsr

    :-))))))))

  • 87 confetti // 27/February/2008 às 11:27

    ah tou cansada….(

  • 88 surfando na onda rubro negra // 27/February/2008 às 11:28

    Nada será como antes, ando muito desatento. Acho que é stress. Risque déficit e coloque diminuição das importações. Tem caído o superávit na balança comercial, mas houve um crescimento dos investimentos diretos estrangeiros e deve ter crescido a importação de bens de capital. Eu estou achando incrível tudo isso, mas os números estão apontando para essa realidade. Interessante também a diversificação de mercados e a queda da parceira com os EUA, que continuam liderando. O nosso crescimento parece ser sustentável e num ritmo contínuo, adequado aos atrasos da infraestrutura. É de deixar qualquer tucano e os apologistas do fim do mundo desesperados. Coitado do Tuim e do Barbicha, sem mencionar os direitobas mais radicais. Olha que também sou cético em relação ao fôlego desse mercado interno, basta ver a distribuição de renda. Mas houve aumento na massa salarial das famílias e vem aumento do mínimo em março. O dólar baixo nos beneficiou nas contas financeiras e incentiva a renovação do parque industrial. Se cresce a massa salarial, as coisa se harmonizam e o país poderá surfar nessa crise contida do mercado norte-americano e europeu. Começo a creditar que o país poderá minorar o impacto dela. Espero não escrito nenhuma outra besteira bestial. Essa semana, sinto que minha cuca tá levitando.

  • 89 nada será como antes // 27/February/2008 às 11:30

    Chesterton (83),

    Quando o yuan for valorizado rumo ao nível real, ocorrerá o que estou tentando fazer o Dino entender, ou seja, os salários chineses terão , frente às moedas externas, crescimento real.

    Daí, irão para o ralo a mão-de-obra mais barata e a competitividade das mercadorias chinesas.

  • 90 Nhé! // 27/February/2008 às 11:35

    Porra, de que país a gente tá falando agora??
    =-P

  • 91 nada será como antes // 27/February/2008 às 11:36

    Surfando (88),

    Agora, sim, texto coerente com suas posições.Percebi que se tratava de equívoco.

    Estou seguro de que o crescimento econômico brasileiro está em patamar sustentável,todos os indicadores mostram isso e com substância.

  • 92 Chesterton // 27/February/2008 às 11:42

    o crescimento brasileiro é baixo em relação a valorização da moeda, aí tem truta.

  • 93 Chesterton // 27/February/2008 às 11:43

    Alguem está acompanhando a querela do gerald Tomas com o Reinaldão?

  • 94 nada será como antes // 27/February/2008 às 11:50

    O crescimento brasileiro não é baixo.

    A economia brasileira é qualificada, com grau de sofisticação que não comporta taxas de crescimento elevadas. Isso não é sinal de debilidade ou de manobra, mas de complexidade.

    A indústria brasileira ocupa todos os quadrantes, com escala produtiva que contempla a funcionalidade auto-suficiente de insumos básicos e avançados.

    A indústria chinesa, para comparar, ainda não atingiu esse grau de expansão, daí as altas taxas de crescimento chinesas.

  • 95 nada será como antes // 27/February/2008 às 11:53

    Pausa para alimentação com altas taxas de consumo etílico.

    Saudações (inflacionadas) a todos.

  • 96 Mr X // 27/February/2008 às 11:55

    Chest,
    Vc quer dizer, a surra que o coitado do Gerald tá levando? Tou sim.

  • 97 Dino // 27/February/2008 às 12:03

    Quando o yuan for valorizado rumo ao nível real, ocorrerá o que estou tentando fazer o Dino entender, ou seja, os salários chineses terão , frente às moedas externas, crescimento real.

    A mão-de-obra relativamente barata da China é apenas componente adicional na busca desenfreada de competitividade. O principal componente da capacidade exportadora chinesa atual é o câmbio.

    Crescimento real? Sério? Isso significa que, irá passar de 18 dolares/mês para 20 dolares (valores relativos)? Não dá para perceber que, não dá nem para competir com mão de obra brasileira ainda menos com européia ou estadunidense.
    E se a mão de obra é apenas um componente adicional, que diferença monstruosa irá fazer um ganho real salarial? Tsk tsk que falta de coerência…

  • 98 Marcos Araújo // 27/February/2008 às 12:30

    Confetti: Gostei de seus comentários 1 e 2. O pessoal aqui fala pelos cotovelos, uns já profetizando a bancarrota do China, como se os chineses fossem idiotas e incapazes de adaptar sua economia a qualquer sobressalto político e econômico que aparecer no horizonte. Ei, galera, tem gente inteligente na China, sabiam? E economistas, planificadores, administradores de alto calibre também - de acôrdo?

    Quanto à sêde de energia, e sobretudo de petróleo, os ianques fazem das tripas coraçao para impedir que a China tenha acesso ao óleo do Oriente Médio (ocupar o Afeganistao e Iraque nao nos dizem algo?). Além disso, estao cinturando a China com bases militares, preparando-se para a próxima grande guerra, que possivelmente será com a China. Mas nao se esqueçam, os chineses também têm a bomba, míssil intercontinental, e podem derrubar satélite espiao quando desejarem (já deram as provas - lembram-se? Um aviso pro Tio Sam de que estao por dentro da guerra no espaço). As bases americanas nao poderao nada contra a China.

    Ademais, se de fato a coisa apertar, a China pode construir dezenas de centrais nucleares para se suprir em eletricidade, tal com faz a França, Alemanha e Japao. E creio que já começou. Com o plutônio derivado, contruirao mais bombas atômicas. E mais mísseis de cabeça múltipla, que nenhum escudo anti-míssil será capaz de parar.

    Certos “economistas” de plantao aqui escrevem como se o modêlo de desenvolvimento chinês atual fosse estático, congelado no tempo, incapaz de se adaptar, de retificar o tiro. Êrro crasso! SE até o Brasil se adapta (lentamente, como um paquiderme), porque nao a China?

    A China já compete no mercado de produtos de alta tecnologia. Já domina em vários outros. Quem nao adora pagar mais barato por um produto de boa, de ótima, de excellente qualidade? Mesmo os patrioteiros americanos, que adoram a “tralha” (segundo o Chesterton) chinesa. Tio Sam nao conseguirá sufocar a China tentando impedir seua acesso ao petróleo e gás. Eles usarao o carvao até a corda e depois, centenas de centrais nucleares para produzir energia, além da energia solar, eólica, maremotriz. Tecnologia para isto eles têm.

    O próximo império econômico mindial será chinês; nada conseguirá parar este país de 1,3 bilhoes de habitantes, dos quais milhoes sao hábeis negociantes e milhares sao tycoons que movem bilhoes na economia global. Conselho útil: façam seus filhos aprender mandarim…

    Notem que sou contra o capitalismo selvagem que pratica a China. Ainda existe pobreza por lá, mas os dirigentes chineses estao bem cientes da possibilidade desse pobres se revoltarem. Se adaptarao a tempo, quando o bôlo chinês estiver imenso e pronto para ser distribuído e comido por todos. Nao subestimem os chineses!

  • 99 Nhé! // 27/February/2008 às 12:35

    Vai um pastel aí?

  • 100 Mr X // 27/February/2008 às 12:35

    O “bolo” nunca é “distribuído”, aprendam economia.

  • 101 Mr X // 27/February/2008 às 12:37

    Pastel da sorte chinês, com mensagem?

    Este aqui é legal:

    http://casadokct.blogspot.com/2008/01/no-era-galinha.html

  • 102 Nhé! // 27/February/2008 às 12:47

    “Não ela galinha. Ela o lato que mijou no aloz.”

  • 103 Chesterton // 27/February/2008 às 12:53

    Caramujo, o problema não é que estejam prevendo a queda da China, mas que estão prevendo sua ascensão como primeira economia do mundo.

    Antes de cair, tem que subir, esta é a regra. Quero ver se vai subir mesmo.

  • 104 Chesterton // 27/February/2008 às 12:56

    Ainda há pobreza por lá….

    Não caramujo, a miseria está em toda China, com exceção de ilhas de prosperidade perto do litoral. É o contrario.

    Sim, concordo com você que a opção da China será uma guerra nuclear.

  • 105 confetti // 27/February/2008 às 12:57

    chest, nunca vi uma subida tao vertiginosa quando a da china, sobretudo de 2 anos pra ca….

  • 106 confetti // 27/February/2008 às 12:58

    muita miséria certo, mas muita força de trabalho, muito investimento estrangeiro, muita cobiça do ocidente ….

  • 107 Chesterton // 27/February/2008 às 13:04

    cobiça? então cobiça para vocë faz a China crescer?

  • 108 confetti // 27/February/2008 às 13:06

    mais : as mehores universidades mundiais estao entupidas de estudantes chineses ! as melhores empresas do mundo estao recheadas de estagiarios chineses ( da uma olhada no campus de redmond, seattle…) ! o cinema chines explodiu, muita qualidade de filmes, direçao, interpretaçao ! antes so viamos chineses nos chinatowns da vida…agora, estao partout, olham, pesquisam ( copiam ? ) comparam, aprendem, assimilam e …voltam pra la !

  • 109 confetti // 27/February/2008 às 13:07

    ah chest….tou cansada hj…laisse courir….)

  • 110 confetti // 27/February/2008 às 13:11

    “antes”, a frança vendia usinas de montagem de automoveis,nuclear, etc… os engenheiros iam juntos e guardavam o poder do know how, se instalavam e dominavam….agora so compram e instalam algo se vier com “bula” e conselheiros “transparentes” na transmissao de tecnicas …
    é outra geraçao…ferozes e nacionalistas….

  • 111 confetti // 27/February/2008 às 13:21

    até isso, eles trustaram….medo….))

    http://www.youtube.com/watch?v=jW0cVpIoas0

  • 112 Rodrigo // 27/February/2008 às 13:40

    A China está deixando de ser fabricante de brinquedos e bugigangas para fabricar componentes eletrônicos, centrais telefônicas e padrões de tecnologia próprios.

  • 113 Marcos Araújo // 27/February/2008 às 13:44

    Chesterton // 27/Fevereiro/2008 às 12:53

    “Antes de cair, tem que subir, esta é a regra. Quero ver se vai subir mesmo.”

    Chesterton, espero que você tenha olhos para ver…

    104 Chesterton // 27/Fevereiro/2008 às 12:56

    “…Não caramujo, a miseria está em toda China, com exceção de ilhas de prosperidade perto do litoral. É o contrario.”

    Você viu com seus próprios olhos? Já esteve por lá averiguando? Ou apenas decidiu, sem verificar in loco, que é assim?

    Já assistí a vários documentários, de parte de TVs imparciais, sobre o interior da China. Em vários locais, o povo é pobre, mas nao miserável. O nível de vida do chinês melhorou - mesmo que tenha sido só pouco para as populaçoes do campo - com a abertura ao capitalismo (selvagem?) que você tanto preza. E vai melhorar, tao logo abandonem o capitalismo selvagem a adotem um capitalismo responsável (será que isto existe?). Ou uma mistura, à chinesa, de capitalismo e socialismo.

  • 114 Marcos Araújo // 27/February/2008 às 13:46

    Confetti no # 108 e 100: Tô gostando de ver! Bom…ler. Continue, está ótimo!

  • 115 Marcos Araújo // 27/February/2008 às 13:46

    Perdao, # 110.

  • 116 Dino // 27/February/2008 às 15:11

    Caramujo, só uma correção em seu comentário, a China nunca cedeu aos encantos de uma “corridinha armamentista”, muito pelo contrario, ela destina pequena (relativamente) parte do seu PIB para a defesa, possuindo arsenal, somente o suficiente para ser respeitado como potencia militar.

  • 117 Sidarta // 27/February/2008 às 15:22

    PD, só não entendo porque chamar Pequim de “Beijing”…

  • 118 Marcos Araújo // 27/February/2008 às 15:36

    Dino: Face à sanha do Tio Sam e o cêrco que faz à China, esta nao terá outra saída que aumentar, e de muito, sua orçamento militar (como o faz também a Rússia). E, pelo que tem aparececido aqui e acolá na mídia, está fazendo exatamente isto, tanto que Tio Sam nao cessa de se queixar. O Gates, Condolleza, o Bush, o Cheney vivem alardeando o fato na mídia e fazendo ameaças - veladas e sutis - à China.

    Nao é questao de corrida armamentista para a Rúsia e China, é questao de sobrevivência. Se dormir no ponto, Tio Sam baixa o porrete. É assim que titio psicopata funciona…

  • 119 Andre Fucs // 27/February/2008 às 15:58

    Dino #75,

    “André, você está pintando um cenário de GUERRA TOTAL comercial dos EUA contra a China para não perderem a hegemonia mundial que PODERÁ acontecer, ou você acredita que isso esteja ocorrendo?”

    “Peace is just the intervals between wars which were nations prepare for the next war. “.

  • 120 Chesterton // 27/February/2008 às 16:08

    Já assistí a vários documentários, de parte de TVs imparciais, sobre o interior da China. Em vários locais, o povo é pobre, mas nao miserável. O nível de vida do chinês melhorou - mesmo que tenha sido só pouco para as populaçoes do campo - com a abertura ao capitalismo (selvagem?) que você tanto preza. E vai melhorar, tao logo abandonem o capitalismo selvagem a adotem um capitalismo responsável (será que isto existe?). Ou uma mistura, à chinesa, de capitalismo e socialismo.

    chest- caramujo, aqui há uma contradição, o interior não tem capitalismo algum. Daí a miséria. Daí o êxodo rural.

  • 121 Marcos Araújo // 27/February/2008 às 17:36

    Chesterton: Contradiçao?!?! Que contradiçao, mermao? Capitalismo nao deve faltar, o que falta é educaçao, escolas e a presença do estado. Daí a pobreza, daí o êxodo rural.

    Outra: Responda à minha pergunta anterior, que repito aqui:

    “Você viu com seus próprios olhos? Já esteve por lá averiguando? Ou apenas decidiu, sem verificar in loco, que é assim?”

    Ah, para finalizar, farei como você: VAI TER QUE PROVAR, seu moço… :o))

  • 122 Marcos Araújo // 27/February/2008 às 17:37

    Chesterton: Pode mandar uns links como prova, se desejar…

  • 123 confetti // 27/February/2008 às 18:15

    m.a. vou discordar de vc quando diz :
    “Em vários locais, o povo é pobre, mas nao miserável”
    em algumas zonas rurais nao sobrou ninguém, de tanta falta de tudo, migraram pras cidades, onde sao ainda mais absolutamente sem nada !
    tem mil links, procura la…procure imagens de estaçoes ferroviarias em shangai, p.e…..veja a “limpeza” que as autoridades estao fazendo antes dos j olimpicos…
    so nao linko pq tou cansada ….)

  • 124 Marcos Araújo // 27/February/2008 às 19:10

    Precisa linkar nao, Confetti. Neste quesito de êxodo rural e a crescente pauperizaçao do camponês na China, acho que você tem razao, e também o Chesterton. Porém, nao passe por cima do 1° parágrafo de meu comentário 121.

  • 125 Harun al-Rachid // 27/February/2008 às 22:35

    http://www.chinasteam.com/trains/china245.htm

  • 126 Chesterton-Dracul- El Cid // 27/February/2008 às 23:16

    As we can see from Figure 2-2, the gap in wage income between the rural and urban residents has grown in incresing rate from 1978 to 1994. In fact, such disparity has been the biggest contributor to the whole problem of equity in China followed by the inter-regional disparity. In addition to the huge gap in income, the Chinese government has maintained its policies to improve the urban standards of living. Urban citizens have been subsidized by receiving low-cost capital for urban enterprises, low-cost housing for urban residents and generous pensions and health insurance schemes.

    http://www.gwu.edu/~econ270/Taejoon.html#1.%20Analyzing%20the%20widening%20gap

  • 127 Chesterton-Dracul- El Cid // 27/February/2008 às 23:18

    As we can see from F.igure 2-2, the gap in wage income between the rural and urban residents has grown in incresing rate from 1978 to 1994. In fact, such disparity has been the biggest contributor to the whole problem of equity in C.hina followed by the inter-regio.nal disparity. In addition to the huge g.ap in income, the Ch.inese government has maintai.ned its polic.ies to improve the urban standards of living. Urban citizens have been subsi.dized by recei.ving low-cost capital for urban enter.prises, low-cost housing for urban resi.dents and gen.erous pensions and he.alth insur.ance sch.emes.

    http://www.gwu.edu/~econ270/Taejoon.html#1.%20Analyzing%20the%20widening%20gap

  • 128 Chesterton-Dracul- El Cid // 27/February/2008 às 23:18

    What Ningxia’s 5 million inhabitants also illustrate is another kind of wealth gap: between an urban minority, who even in a relatively backward region form an increasingly profitable consumer market, and a rural majority, many of whom are still locked into a subsistence economy.

    At the bottom of Ningxia’s economic ladder are peasants like Ma Junyi, 65, who lives in a cave he burrowed out of a hillside in Tongxin county, 120 miles south of Yinchuan. The average annual per capita income for Tongxin’s farmers is $50, which puts Mr. Ma and his neighbors in the village of Wudaoling above the government’s official poverty line. But drought had destroyed the previous two years’ harvests in Wudaoling, and looking around Mr. Ma’s gloomy dwelling, it is hard to imagine more spartan living conditions.

    http://www.iht.com/articles/1996/05/14/ning.t.php

  • 129 Chesterton-Dracul- El Cid // 27/February/2008 às 23:19

    afinal, tenho que provar ou você vai estudar caramujo?

  • 130 Chesterton-Dracul- El Cid // 27/February/2008 às 23:21

    Marcos Araújo // 27/Fevereiro/2008 às 17:36

    Chesterton: Contradiçao?!?! Que contradiçao, mermao? Capitalismo nao deve faltar, o que falta é educaçao, escolas e a presença do estado. Daí a pobreza, daí o êxodo rural.

    chest- ah, sim, claro, a pobreza da área sem capitalismo é culpa do…adivinhem…=capitalismo..Vai ser burro assim na……

  • 131 Marcos Araújo // 28/February/2008 às 13:25

    Chesterton: O burro é você (deu pedrada, lá vai paulada); um dos campeoes do blog. Mencionei capitalismo selvagem (num dos meus comentários anteriores), que nao se importa com educaçao, escolas e saúde para os pobres, seja na China ou no escambau. Ademais, burro mesmo só pode ser quem afirma que nao existe capitalismo no interior da China…

    “Vai ser burro assim na…..”

  • 132 Marcos Araújo // 28/February/2008 às 13:28

    E tem mais: Os camponeses e pequenos agricultores chineses viviam melhor na época do comunismo de Mao. Você pode discordar, mas é verdade.

  • 133 Marcos Araújo // 28/February/2008 às 17:44

    Chesterton: Você é mesmo infantil, e pedante. Tem jeito nao. Pol Pot meu semelhante? Quando afirmei, num comentário passado, que você é um foragido de uma clínica Pinel patropi, acertei na mosca.

    Ainda bem que nao sou seu semelhante…senao estaria internado numa cl­inica para malucos…

  • 134 passou a chuva da noite,confetti* // 28/February/2008 às 18:00

    ah nao acredito que vcs ainda estao nessa de insultinhos ping pong….kkk

  • 135 Marcos Araújo // 28/February/2008 às 18:39

    Confetti: Sao coisa de sem-o-que-fazer mesmo.

    O interessante é que você está acompanhado as infantilidades ping-pong do Chesterton, que tenta bestamente atingir o Caramujo :o))

    O fato é que o Dracula insulta todo mundo por aqui.

  • 136 Biba // 1/June/2008 às 11:26

    bibabibabibabibabibabibabibabibabibabibabibabibabibabibabiba

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